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	<title>efeitos Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>efeitos Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Ypê recorre e suspende efeitos de decisão da Anvisa</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ype-recorre-e-suspende-efeitos-de-decisao-da-anvisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 23:28:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
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		<category><![CDATA[decisão]]></category>
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		<category><![CDATA[Ypê]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que havia suspendido a fabricação e comercialização de produtos da marca Ypê, está suspensa após a fabricante apresentar recurso administrativo ao órgão.  Mesmo assim, a Anvisa mantém o alerta de risco sanitário e orienta os consumidores a não usar os 23 itens com lotes de final [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que havia suspendido a fabricação e comercialização de produtos da marca Ypê, está suspensa após a fabricante apresentar recurso administrativo ao órgão. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Ype-recorre-e-suspende-efeitos-de-decisao-da-Anvisa.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Mesmo assim, a Anvisa mantém o alerta de risco sanitário e orienta os consumidores a não usar os 23 itens com lotes de final 1 afetados pela decisão.</p>
<p>Segundo a empresa, o protocolo do recurso suspende automaticamente os efeitos da medida até novo posicionamento da agência reguladora, com base artigo 17 da Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa 266/2019. </p>
<p>Em nota, a Ypê afirmou que o recurso foi apresentado para reforçar os compromissos assumidos no plano de ação e conformidade da empresa, além de fornecer novos esclarecimentos técnicos à Anvisa.</p>
<p>Com o recurso administrativo, os produtos das categorias lava-louças, lava-louças concentrado, lava-roupas líquido e desinfetantes podem continuar sendo fabricados e comercializados até nova manifestação da Anvisa.</p>
<p>A empresa afirmou ainda que seguirá em diálogo permanente com o órgão regulador para buscar uma solução definitiva.</p>
<h2>Alerta mantido</h2>
<p>Mesmo com o efeito suspensivo da decisão, a Anvisa informou que mantém o entendimento técnico sobre os riscos identificados na linha de produção da unidade da Química Amparo, em Amparo, São Paulo. </p>
<p>A agência destacou que o julgamento definitivo do recurso pela Diretoria Colegiada deve ocorrer nos próximos dias.</p>
<p>Enquanto isso, o órgão orienta que os consumidores não utilizem os produtos envolvidos “por segurança”.</p>
<p>Segundo a Anvisa, cabe à empresa orientar consumidores sobre:</p>
<ul>
<li>    recolhimento;</li>
<li>    troca;</li>
<li>    devolução;</li>
<li>    ressarcimento;</li>
<li>    demais medidas necessárias.</li>
</ul>
<p>As informações devem ser prestadas por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da fabricante.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>Na quinta-feira (7), a Anvisa determinou a suspensão da fabricação, distribuição e comercialização de diversos produtos fabricados pela unidade da Química Amparo, responsável pela marca Ypê. </p>
<p>Segundo a agência, a medida foi tomada após avaliação de risco sanitário identificar “falhas graves na produção”.</p>
<p>Entre os problemas apontados estão:</p>
<ul>
<li>    falhas no controle de qualidade;</li>
<li>    descumprimentos em etapas críticas da fabricação;</li>
<li>    problemas nos sistemas de garantia sanitária.</li>
</ul>
<p>A agência afirmou que essas exigências são fundamentais para garantir a segurança dos consumidores.</p>
<h2>Lotes afetados</h2>
<p>A decisão da Anvisa atinge apenas produtos com lotes terminados no número 1. A relação completa foi publicada na Resolução nº 1.834/2026 no <em>Diário Oficial da União</em>.</p>
<h2>Recall voluntário</h2>
<p>A Ypê informou que já havia iniciado, em novembro de 2025, um recolhimento voluntário de alguns lotes de lava-roupas líquidos após identificar a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em produtos específicos.</p>
<p>Na ocasião, a empresa divulgou orientações aos consumidores sobre possíveis riscos à saúde e os procedimentos para troca ou devolução dos produtos.</p>
<p>A Anvisa informou que as vigilâncias sanitárias estaduais e municipais foram orientadas a intensificar a fiscalização para impedir a circulação de lotes considerados irregulares.</p>
<p>O órgão também recomendou que consumidores verifiquem a numeração dos lotes antes do uso dos produtos.</p>
<p>Os produtos de lotes de final 1 que tiveram a comercialização suspensa na quinta-feira foram os seguintes:</p>
<ul>
<li>    Lava Louças Ypê Clear Care</li>
<li>    Lava Louças com enzimas ativas Ipê</li>
<li>    Lava Louças Ypê</li>
<li>    Lava Louças Ypê Clear Care</li>
<li>    Lava Louças Ypê Toque Suave</li>
<li>    Lava Louças concentrado Ypê Green</li>
<li>    Lava Louças Ypê Clear</li>
<li>    Lava Louças Ypê Green</li>
<li>    Lava Roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor</li>
<li>    Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas</li>
<li>    Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac</li>
<li>    Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha</li>
<li>    Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green</li>
<li>    Lava Roupas Líquido Ypê Express</li>
<li>    Lava Roupas Líquido Ypê Power ACT</li>
<li>    Lava Roupas Líquido Ypê Premium</li>
<li>    Lava Roupas Tixan Maciez</li>
<li>    Lava Roupas Tixan Primavera</li>
<li>    Desinfetante Bak Ypê</li>
<li>    Desinfetante de uso geral Atol</li>
<li>    Desinfetante Perfumado Atol</li>
<li>    Desinfetante Pinho Ypê</li>
<li>    Lava roupas Tixan Power ACT </li>
</ul>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/ype-recorre-e-suspende-efeitos-de-decisao-da-anvisa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Anvisa vai monitorar efeitos colaterais de canetas emagrecedoras</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/anvisa-vai-monitorar-efeitos-colaterais-de-canetas-emagrecedoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 21:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preocupada com o crescente uso das chamadas canetas emagrecedoras – muitas vezes para fins ou formas não previstos na bula &#8211; a diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, nesta quarta-feira (6), um Plano de Farmacovigilância Ativa. A iniciativa marca mudança na estratégia do órgão: em vez de apenas aguardar relatos voluntários de pacientes e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Preocupada com o crescente uso das chamadas canetas emagrecedoras – muitas vezes para fins ou formas não previstos na bula &#8211; a diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, nesta quarta-feira (6), um Plano de Farmacovigilância Ativa.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Anvisa-vai-monitorar-efeitos-colaterais-de-canetas-emagrecedoras.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A iniciativa marca mudança na estratégia do órgão: em vez de apenas aguardar relatos voluntários de pacientes e médicos, a agência passará a realizar, em parceria com estabelecimentos de saúde, um monitoramento proativo.</p>
<p>O foco é identificar, de forma sistemática, eventuais efeitos colaterais do uso de medicamentos agonistas do receptor do GLP‑1 (sigla do inglês glucagon-like peptide-1, ou peptídeo semelhante ao glucagon 1), popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.</p>
<p>Segundo o diretor Thiago Lopes Cardoso Campos, a medida é uma resposta direta ao &#8220;crescimento expressivo do consumo&#8221; e ao aumento de complicações no Brasil. Entre 2018 e março de 2026, foram registradas 2.965 notificações de eventos adversos relacionados aos medicamentos, especialmente em 2025, e com predominância de casos associados ao uso da semaglutida.</p>
<p>“Estamos diante de medicamentos com benefícios comprovados para o tratamento do diabetes e da obesidade, mas cujo uso tem se expandido para situações fora das indicações aprovadas, frequentemente sem acompanhamento clínico adequado”, afirmou o diretor, durante a 7ª reunião pública da diretoria da agência.</p>
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<p>Campos destacou que a demanda pelas canetas emagrecedoras tem alimentado a circulação de produtos falsificados, manipulados em condições inadequadas ou de procedência desconhecida. A venda de medicamentos irregulares é crime previsto no artigo nº 273 do Código Penal. </p>
<p>“Medicamentos falsificados ou sem garantia de origem representam um risco sanitário gravíssimo. Não há como assegurar esterilidade, qualidade, dosagem ou eficácia, o que pode expor pacientes a eventos adversos sérios e a danos irreversíveis.”</p>
<p>Segundo o diretor, a iniciativa é desdobramento do plano de ação anunciado no início do mês passado, com foco no monitoramento pós-venda e no fortalecimento das ações de farmacovigilância dos medicamentos agonistas do receptor do GLP-1.</p>
<p>O monitoramento conta ainda com a participação voluntária da Rede Sentinela, composta por serviços de saúde, estabelecimentos de ensino e pesquisa, serviços de assistência farmacêutica, laboratórios clínicos e de anatomia patológica. A ação agrega a HU Brasil (antiga Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Ebserh), que reúne hospitais universitários em todo o país.</p>
<p>O diretor defendeu a importância da ação, complementada com acordo de cooperação da Polícia Federal (PF) para ações conjuntas.“A iniciativa está aberta à adesão de outros hospitais com capacidade técnica e compromisso com a qualificação das notificações à vigilância sanitária e com a segurança do uso de medicamentos”, explicou Campos. </p>
<p>É na fase pós-comercialização que riscos raros, tardios ou associados a situações específicas de uso passam efetivamente a se manifestar.</p>
<p>&#8220;Não basta registrar medicamentos. É indispensável acompanharmos como eles se comportam na vida real”, acrescentou o diretor, argumentando que a sociedade não pode permitir que “o entusiasmo com a inovação obscureça os riscos associados ao uso indiscriminado” de novos medicamentos.</p>
<p>Para o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, o interesse despertado pelas canetas emagrecedoras exige uma atuação “firme, coordenada e muito atenta” por parte da agência reguladora. Motivo pelo qual, segundo ele, o modelo de farmacovigilância ativa cumpre um papel “absolutamente estratégico”.</p>
<p>“Não podemos apenas esperar que as notificações cheguem à agência. É preciso organizar junto aos serviços de saúde uma busca estruturada que permita detectar precocemente eventos adversos, qualificar as informações recebidas e ampliar nossa capacidade de análise dos riscos associados ao uso destes medicamentos”, defendeu Safatle.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/anvisa-vai-monitorar-efeitos-colaterais-de-canetas-emagrecedoras" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Estudo pede mais políticas públicas para reduzir efeitos da menopausa </title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/estudo-pede-mais-politicas-publicas-para-reduzir-efeitos-da-menopausa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 11:21:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo divulgado nessa terça-feira (3) pelo Instituto Esfera, em Brasília, alerta para a necessidade de políticas públicas específicas a fim de reduzir os impactos para as mulheres no período da menopausa. A pesquisa pede atenção para mulheres negras e em vulnerabilidade. Em entrevista à Agência Brasil, a pesquisadora Clarita Costa Maia, uma das responsáveis pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo divulgado nessa terça-feira (3) pelo Instituto Esfera, em Brasília, alerta para a necessidade de políticas públicas específicas a fim de reduzir os impactos para as mulheres no período da menopausa. A pesquisa pede atenção para mulheres negras e em vulnerabilidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Estudo-pede-mais-politicas-publicas-para-reduzir-efeitos-da-menopausa.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, a pesquisadora Clarita Costa Maia, uma das responsáveis pelo estudo, explicou que as mulheres mais vulnerabilizadas no país, entre elas as negras e residentes em comunidades desassistidas, ficam ainda mais sujeitas ao impacto que esse período pode causar no âmbito da saúde e do trabalho. </p>
<p>“O que constatamos é que a menopausa tem um componente biológico que atinge mais as mulheres negras e há o cruzamento de vulnerabilidades. São mulheres que sentem a menopausa com mais peso, biologicamente e socialmente falando”, explicou.</p>
<h2>Ameaça no âmbito profissional </h2>
<p>Essa vulnerabilidade deixa a mulher numa posição pior em relação aos outros estratos sociais. “Ela é, em regra, o arrimo de família e líder familiar. São mulheres que ficam numa posição muito frágil no mercado de trabalho”, ressaltou. </p>
<p>Os sintomas da menopausa, incluindo os físicos e psicológicos não tratados, levam, segundo a pesquisadora, a uma insustentabilidade da relação profissional, o que impacta todo o núcleo familiar.</p>
<p>É por isso que no Brasil, segundo as considerações do estudo, é preciso que as políticas públicas levem em consideração que tratar a mulher na menopausa é cuidar de todo o núcleo familiar. </p>
<h2>Saúde mental</h2>
<p>A pesquisadora, que é da área do direito e que trabalhou no estudo com a médica Fabiane Berta de Sousa, acrescenta que os sintomas não tratados podem gerar sérias consequências também de saúde mental.</p>
<p>“Aumentam significativamente as chances de desenvolvimento de Alzheimer, de depressão e diversas outras consequências relacionais advindas disso”, explicou. </p>
<p>Segundo ela, existe um fenômeno hoje em dia de menopausa precoce. Nosso modo de vida está aumentando a menopausa e a andropausa precoce”. Em relação à faixa etária, o documento aborda que, com o envelhecimento populacional, é necessário, mais atenção das redes públicas. </p>
<p>“São fases complicadas, de altos e baixos emocionais. Pode haver rupturas em nível pessoal das quais a pessoa precisa se recuperar com o tempo e não está entendendo o que ocorre consigo mesma”. </p>
<p>O afastamento do trabalho gera reflexos, como explica a pesquisadora, como maior pressão previdenciária. “Ao invés de estarmos com trabalhadoras na sua melhor fase intelectual, surgem mais problemas previdenciários e sociais”, diz. </p>
<h2>Necessidade de mapeamento</h2>
<p>O ideal, nesse momento, de acordo com o estudo, é que o Brasil possa fazer um mapeamento sobre a menopausa para que haja compreensão da realidade nacional.</p>
<p>“A ausência de política pública nacional estruturada para a menopausa não é neutra. Produz efeitos concretos sobre a saúde, a economia e a cidadania de milhões de mulheres, com custos que se projetam sobre o sistema de saúde, a Previdência Social e a produtividade nacional”, mostra o documento. </p>
<p>Os dados internacionais demonstram que esses custos são mensuráveis: US$ 26,6 bilhões por ano nos Estados Unidos e US$ 150 bilhões globalmente, além de queda de 10% nos rendimentos das mulheres afetadas. No Brasil, segundo a estimativa, 29 milhões de mulheres estariam nessa fase e 87,9% apresentariam sintomas. Apenas 22,4% delas buscam tratamento.</p>
<p> “A magnitude do problema é proporcional à sua invisibilidade. Tratar a menopausa como política pública não significa patologizar o envelhecimento feminino, mas reconhecê-lo como etapa legítima do ciclo de vida que demanda cuidado, informação e proteção institucional”, diz o documento. </p>
<h2>&#8220;Maior atenção&#8221;</h2>
<p>No evento do Instituto Esfera, em Brasília, no lançamento do estudo e também de premiação de “mulheres exponenciais”, a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, disse que identifica atualmente maior atenção na prevenção da saúde da mulher com o envelhecimento populacional. </p>
<p>”Essas questões das fases do ciclo de vida feminino também se colocam em outra direção. Recentemente, tivemos um fórum de mulheres criado pelo Ministério da Saúde e é interessante que o grupo que representava as mulheres na menopausa foi um dos mais ativos”, lembrou.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/estudo-pede-mais-politicas-publicas-para-reduzir-efeitos-da-menopausa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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