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	<title>eletrônica Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Urna eletrônica completa 30 anos e Brasil já levou o sistema a 34 países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 13:07:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A urna eletrônica completa 30 anos em maio. Para marcar a data, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realiza, nesta segunda-feira (4), um evento comandado pela presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia. A iniciativa busca ampliar o diálogo com a sociedade e reforçar a confiança nas eleições. Desenvolvida pela Justiça Eleitoral e utilizada pela primeira vez [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A urna eletrônica completa 30 anos em maio. Para marcar a data, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realiza, nesta segunda-feira (4), um evento comandado pela presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia. A iniciativa busca ampliar o diálogo com a sociedade e reforçar a confiança nas eleições. </p>
<p>Desenvolvida pela Justiça Eleitoral e utilizada pela primeira vez em 1996, a urna eletrônica reduziu riscos de fraude e ampliou a segurança e a confiabilidade das eleições brasileiras, consolidando-se como símbolo do sistema democrático.</p>
<p>Porém, foi contestada, especialmente pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que fez campanha para a vota do voto impresso.</p>
<p>“Ao longo de três décadas, o equipamento se firmou como instrumento essencial para garantir rapidez na apuração e segurança no processo eleitoral, com base em constante aprimoramento tecnológico e rigorosos procedimentos de auditoria”, afirma o TSE.</p>
</p>
<h2 class="wp-block-heading">Exportação para 34 países </h2>
<p>O sistema eletrônico de votação brasileiro chega às Eleições Gerais de 2026 consolidado como um dos principais pilares de fortalecimento da democracia no país. Ao longo desse período, a tecnologia se firmou como um instrumento decisivo para garantir segurança, agilidade e confiabilidade ao processo eleitoral. Essa mudança marcou a forma como os brasileiros exercem o direito ao voto e não ocorreu somente no Brasil — como alegam, de forma enganosa, diversas fake news —, já que outras nações também utilizam o sistema eletrônico. </p>
<p>Levantamento do Instituto Internacional para a Democracia e Assistência Eleitoral (Idea) aponta que ao menos 34 países utilizam ou já utilizaram algum tipo de sistema eletrônico de votação em processos oficiais, seja em pleitos nacionais, subnacionais ou em consultas específicas. A International IDEA é uma instituição intergovernamental que atua para apoiar e promover democracias ao redor do mundo e tem como parceiros o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (UNDP), o Conselho Europeu e outros órgãos. O Brasil se tornou membro da entidade em 2016 por meio do termo de cooperação assinado entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE). </p>
<p>O uso do voto eletrônico ao redor do mundo apresenta formatos e alcances distintos, variando de acordo com a legislação eleitoral de cada país. Entre as nações que já recorreram ou recorrem a sistemas de votação eletrônica em diferentes níveis estão: Albânia, Argentina, Armênia, Austrália, Bangladesh, Bélgica, Butão, Brasil, Bulgária, Canadá, Coreia do Sul, El Salvador, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Estônia, Federação Russa, Fiji, Filipinas, França, Índia, Irã, Iraque, México, Mongólia, Nova Zelândia, Omã, Panamá, Paraguai, Peru, Quirguistão, República Democrática do Congo, República Dominicana, Suíça e Venezuela.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Voto eletrônico no mundo</h2>
<p>Segundo o Idea, 17 países utilizam a urna eletrônica (do tipo gravação direta) em eleições gerais, como pleitos presidenciais, parlamentares ou referendos nacionais. O Brasil integra esse grupo, ao lado de nações como Índia, França, Peru e Paraguai, entre outras.</p>
<p>Nesses países que adotam máquinas de votação eletrônica de gravação direta, o voto é digitado e gravado digitalmente na máquina. Em alguns casos, adota-se um sistema híbrido, no qual a urna eletrônica também imprime um comprovante físico do voto. No Brasil, já houve a impressão do voto pela urna eletrônica nas eleições de 1996 e de 2002, mas o seu uso foi descontinuado, uma vez que a impressão é um processo mecânico sujeito a muitas falhas técnicas.</p>
<p>Brasil adota equipamento de votação de gravação direta: o voto é digitado e gravado digitalmente na máquina</p>
<p>Registro Digital do Voto (RDV)</p>
<p>A urna eletrônica brasileira utiliza o Registro Digital do Voto (RDV), ferramenta de segurança que permite a recontagem dos votos se necessário, substituindo o voto impresso e dispensando a intervenção humana, bem como possíveis fraudes e falhas. </p>
<p>O RDV é uma espécie de tabela digital que armazena os votos digitados, mantendo o anonimato do eleitor. Os dados do RDV podem ser auditados e comparados aos dos boletins de urna (BUs), divulgados nos locais de votação e na internet, para comprovar a apuração oficial. Partidos e coligações podem solicitar os RDVs de todas as urnas que quiserem após a conclusão dos trabalhos de totalização. Posteriormente, esses registros também são publicados na internet, na página Resultados, no portal da Justiça Eleitoral</p>
<p>Ao contrário de uma cédula de papel com o voto, que pode ser riscada, rasgada ou desviada, o RDV é seguro porque não permite que os dados guardados na urna sejam modificados. Os RDVs são como o voto impresso, mas “impresso digitalmente”.  </p>
<p>Testes de Integridade e de Autenticidade</p>
<p>A segurança do modelo de votação brasileiro baseia-se também no isolamento físico das urnas, que não possuem conexão com a internet, Wi-Fi ou Bluetooth, além de múltiplas camadas de criptografia e auditoria. Somada a essa proteção digital, existem outras barreiras. Após a instalação dos softwares, as portas de acesso da máquina são bloqueadas com lacres da Casa da Moeda. A tecnologia desses lacres impede violações silenciosas, pois qualquer tentativa de retirá-los causa uma reação química que altera o visual do selo, evidenciando a manipulação.</p>
<p>Semanas antes da eleição no Brasil, entidades fiscalizadoras, incluindo partidos políticos e a Polícia Federal, podem acompanhar todo o processo de preparação das urnas. Já na véspera e no dia do pleito, são realizados os Testes de Integridade e Autenticidade, que comprovam a segurança do sistema, conferindo se o voto no papel é idêntico ao registrado eletronicamente e se todos os programas instalados nas urnas são originais, produzidos pelo TSE.</p>
<p>Ao fim da votação, os resultados de cada máquina (boletins de urna) são impressos e colados nas portas das seções. Qualquer cidadão também pode verificar esses arquivos no site da Justiça Eleitoral. Desde a implementação da urna eletrônica, em 1996, não há registro comprovado de nenhuma fraude.</p>
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		<title>EP &#8216;Tribos do Norte&#8217; une Amazônia e música eletrônica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 18:23:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E se a batida eletrônica pudesse carregar o som da floresta? Essa é a proposta do EP “Tribos do Norte”, que estreia no dia 17 de abril de 2026. O projeto coloca ritmos amazônicos no centro de uma experiência sonora contemporânea. Com cinco faixas autorais, o trabalho aposta na fusão entre carimbó, boi-bumbá e psytrance. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E se a batida eletrônica pudesse carregar o som da floresta? Essa é a proposta do EP “Tribos do Norte”, que estreia no dia 17 de abril de 2026. O projeto coloca ritmos amazônicos no centro de uma experiência sonora contemporânea.</p>
<p>Com cinco faixas autorais, o trabalho aposta na fusão entre carimbó, boi-bumbá e psytrance. Assim, cria uma identidade musical que transita entre tradição e inovação.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Ritmos amazônicos em nova frequência</h2>
<p>O EP “Tribos do Norte” nasce da experimentação entre o eletrônico e o regional. Idealizado pelo artista amazonense Aiolia, o projeto constrói uma ponte entre manifestações culturais da Amazônia e a estética psicodélica da música eletrônica.</p>
<p>Além disso, a proposta vai além da simples mistura de estilos. Cada faixa incorpora elementos sonoros captados na natureza, como água, vento e pássaros. O uso de bioinstrumentos, por sua vez, reforça a organicidade das composições.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Faixas que contam histórias da Amazônia</h2>
<p>Mais do que músicas, as cinco faixas funcionam como narrativas sensoriais.</p>
<p>A faixa “Viagem Nortista” abre o EP com uma fusão envolvente de carimbó e psytrance. Dessa forma, estabelece a identidade do projeto ao equilibrar ritmos tradicionais e sintetizadores eletrônicos.</p>
<p>Já “Fauna e Flora do Amor” traz forte influência do boi-bumbá. Além disso, apresenta referências à toada amazônica, combinadas com basslines intensos e texturas psicodélicas.</p>
<p>Em “Licença à Floresta”, o artista aposta em uma construção imersiva. Com ambiências naturais e falas de conscientização, a faixa cria uma atmosfera ritualística que cresce progressivamente.</p>
<p>Por outro lado, “Tambor Cósmico” se destaca como uma das mais orgânicas do EP. A música utiliza percussões gravadas ao vivo e influência tribal, estabelecendo um diálogo entre sons naturais e timbres eletrônicos acelerados.</p>
<p>Por fim, “O Todo” encerra o projeto com uma abordagem introspectiva. A faixa conecta elementos percussivos e psicodélicos em uma reflexão sonora sobre a relação entre humano, natureza e universo.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Entre tradição e contemporaneidade</h2>
<p>Foto: Divulgação</p>
<p>O diferencial de “Tribos do Norte” está na capacidade de dialogar com diferentes públicos. De um lado, jovens se conectam pela linguagem eletrônica. De outro, apreciadores da cultura regional reconhecem elementos familiares.</p>
<p>Assim, o EP se consolida como um produto cultural híbrido. Ao mesmo tempo, valoriza a identidade amazônica e dialoga com tendências globais da música.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Amazônia como linguagem sonora</h2>
<p>Ao integrar sons da natureza, ritmos tradicionais e produção eletrônica, o projeto reforça a Amazônia como território de criação contemporânea.</p>
<p>Nesse contexto, a floresta deixa de ser apenas cenário. Ela passa a ser protagonista da experiência musical.</p>
<p>Mais do que um lançamento, “Tribos do Norte” propõe uma nova forma de escutar a Amazônia — agora em batidas, texturas e frequências.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Serviço</h2>
<p>Evento: Lançamento do EP “Tribos do Norte” de Aiolia<br />Data: 17/04 (lançamento nas plataformas digitais) e 18/04 (lançamento presencial)<br />Horário: a partir das 10h<br />Local: Sítio 2 Irmãos, AM-240, km 21, Presidente Figueiredo</p>
<p>Atrações:<br />10h: Douglas Derrossi (Música Regional)<br />12h: BASAN (DJ Set – Psytrance)<br />14h30: Aiolia (Lançamento do EP “Tribos do Norte” com DJ set de músicas autorais e inéditas)</p>
<p>Entrada: Solidária – 2 kg de alimentos não perecíveis</p>
<p>Leia mais:</p>
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