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	<title>enfrentamento Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Saúde anuncia R$ 12 milhões para enfrentamento da doença de Chagas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saude-anuncia-r-12-milhoes-para-enfrentamento-da-doenca-de-chagas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:42:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou R$ 12 milhões para o fortalecimento de ações de vigilância e controle da doença de Chagas em 17 estados brasileiros. Em nota, a pasta informou que o recurso fortalece a capacidade de atuação contínua em 155 municípios considerados prioritários, apoiando ações essenciais como captura e monitoramento de vetores, vigilância e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou R$ 12 milhões para o fortalecimento de ações de vigilância e controle da doença de Chagas em 17 estados brasileiros. Em nota, a pasta informou que o recurso fortalece a capacidade de atuação contínua em 155 municípios considerados prioritários, apoiando ações essenciais como captura e monitoramento de vetores, vigilância e resposta rápida a focos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Saude-anuncia-R-12-milhoes-para-enfrentamento-da-doenca-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No comunicado, o ministério destaca que Anápolis (GO) e Goiânia foram reconhecidos com selo bronze de boas práticas para eliminação da transmissão vertical da doença de Chagas e que a enfermidade ainda representa um desafio importante para a saúde pública, sobretudo em áreas com maior vulnerabilidade social e com a presença de vetores.</p>
<p>“Estamos direcionando recursos com base em critérios técnicos, o que permite maior efetividade das ações e impacto direto na redução da transmissão. Nosso compromisso é ampliar o diagnóstico, garantir o tratamento oportuno e avançar de forma consistente na eliminação da doença como problema de saúde pública no Brasil”, informou a secretária de Vigilância em Saúde e Meio Ambiente da pasta, Mariângela Simão.</p>
<h2>Seleção</h2>
<p>De acordo com o ministério, a seleção de municípios foi baseada em critérios técnicos que consideram a interação dos insetos vetores com o ambiente e a vulnerabilidade social, com prioridade para cidades classificadas como de risco muito alto em índice composto (presença de vetores e condições socioambientais) e localidades com registro recente do vetor.</p>
<p>Também foram considerados municípios com alta prioridade e muito alta prioridade para a forma crônica da doença de Chagas, concentrados principalmente nas Regiões Nordeste e Sudeste.</p>
<h2>Pesquisa</h2>
<p>A pasta anunciou ainda, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a fase 2 do projeto Selênio como tratamento na cardiopatia crônica da doença de Chagas, que busca avaliar a eficácia e a segurança do mineral como estratégia terapêutica complementar para pacientes com cardiopatia chagásica crônica. Serão investidos, ao todo, R$ 8,6 milhões.</p>
<p>A expectativa do governo federal é que a pesquisa gere evidências científicas mais robustas e representativas em diferentes perfis de pacientes.</p>
<p>“Os resultados poderão subsidiar a avaliação de tecnologias à base de selênio — substância com ação antioxidante e anti-inflamatória — para proteção cardiovascular, além de apoiar sua possível incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS)”, avaliou o ministério.</p>
<h2>Números</h2>
<p>O cenário epidemiológico da doença de Chagas no Brasil reforça a urgência de medidas de enfrentamento. Em 2024, foram registrados 3.750 óbitos, com maior concentração no Sudeste. No mesmo período, houve 520 casos agudos, principalmente no Norte, com destaque para o Pará.</p>
<p>Já em 2025, dados preliminares indicam 627 casos agudos (97% no Norte) e 8.106 casos crônicos, concentrados em Minas Gerais, na Bahia e em Goiás, evidenciando a persistência da doença em áreas endêmicas.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>A doença de Chagas é uma infecção causada por um parasita chamado Trypanosoma cruzi e que pode evoluir em duas fases:</p>
<p>&#8211; Fase aguda: acontece logo após a infecção. A pessoa pode apresentar sintomas ou não.</p>
<p>&#8211; Fase crônica: pode surgir anos depois. Em muitos casos, a pessoa não apresenta sintomas, mas a doença pode causar problemas no coração e no sistema digestivo.</p>
<p>Os triatomíneos são insetos conhecidos como barbeiro, chupão, procotó ou bicudo. Eles passam pelas fases de ovo, ninfa e adultos. Tanto as ninfas quanto os adultos se alimentam de sangue e, quando estão infectados, podem transmitir o parasita da doença de Chagas.</p>
<h2>A transmissão pode acontecer de diversas formas:</h2>
<p>&#8211; Vetorial: quando as fezes do barbeiro infectado entram em contato com feridas na pele ou mucosas após a picada.</p>
<p>&#8211; Oral: pela ingestão de alimentos ou bebidas contaminadas com o parasita.</p>
<p>&#8211; Vertical (congênita): da mãe infectada para o bebê durante a gravidez ou o parto.</p>
<p>&#8211; Transfusão ou transplante: por sangue ou órgãos de doadores infectados.</p>
<p>&#8211; Acidental: contato com material contaminado, geralmente em laboratórios ou durante a manipulação de animais silvestres.</p>
<p>Na fase aguda, os sintomas mais comuns são:</p>
<p>&#8211; febre por mais de sete dias e dor de cabeça;</p>
<p>&#8211; fraqueza intensa, inchaço no rosto e nas pernas;</p>
<p>&#8211; ferida parecida com furúnculo no local da entrada do parasita (em casos de transmissão pelo barbeiro).</p>
<p>Já na fase crônica, logo de início, a pessoa pode não sentir nada. Com o tempo, podem surgir:</p>
<p>&#8211; problemas no coração, incluindo insuficiência cardíaca;</p>
<p>&#8211; problemas digestivos, como aumento do intestino (megacólon);</p>
<p>&#8211; aumento do esôfago (megaesôfago).</p>
<p>A prevenção da doença de Chagas, de acordo com o ministério, está diretamente ligada à forma de transmissão. Uma medida importante é evitar a presença de barbeiros nas casas, com ações feitas pelas equipes de saúde. Também é recomendado:</p>
<p>&#8211; Usar telas em portas e janelas ou mosquiteiros.</p>
<p>&#8211; Utilizar repelentes e roupas de manga longa, principalmente à noite e em áreas de mata.</p>
<p>Para evitar a transmissão pelos alimentos, a orientação é:</p>
<p>&#8211; Lavar bem frutas, verduras e legumes com água potável.</p>
<p>&#8211; Observar os alimentos antes de triturar ou bater.</p>
<p>&#8211; Manter o local de preparo limpo e protegido.</p>
<p>&#8211; Guardar alimentos em recipientes fechados.</p>
<p>&#8211; Realizar orientações e treinamentos para quem manipula alimentos.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/saude-anuncia-r-12-milhoes-para-enfrentamento-da-doenca-de-chagas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Empresas são peça-chave no enfrentamento à violência de gênero</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/empresas-sao-peca-chave-no-enfrentamento-a-violencia-de-genero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:17:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Empresas têm um papel-chave no enfrentamento à violência contra meninas ou mulheres e devem atuar em três frentes: prevenção, intervenção e acolhimento. A avaliação foi feita nesta terça-feira (31) pelo secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Rosa, no Rio de Janeiro. Para ele, o setor produtivo também deve provocar transformações culturais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Empresas têm um papel-chave no enfrentamento à violência contra meninas ou mulheres e devem atuar em três frentes: prevenção, intervenção e acolhimento. A avaliação foi feita nesta terça-feira (31) pelo secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Rosa, no Rio de Janeiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Empresas-sao-peca-chave-no-enfrentamento-a-violencia-de-genero.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para ele, o setor produtivo também deve provocar transformações culturais necessárias para enfrentar as causas do alto número de feminicídio no país.</p>
<p>No Brasil, seis mulheres são mortas por dia, de acordo com os mais recentes dados do <em>Relatório Anual de Feminicídios no Brasil 2025</em>, elaborado pelo Laboratório de Estudos de Feminicídios da Universidade Estadual de Londrina. Ano passado, foram 2,1 mil vítimas e 4,7 mil tentativas de feminicídios, segundo as estatísticas.</p>
<p>Durante a participação em evento com representantes de grandes empresas públicas e privadas, liderado pela Petrobras e pelo Banco do Brasil, o secretário-executivo afirmou que a violência de gênero não pode se restringir ao endurecimento da legislação penal, depois do fato consumado. Para ele, o foco deve ser agir antes, na prevenção, começando por estabelecer trabalho livre de violência.</p>
<p>“Das empresas, o que se espera é a prevenção, a intervenção, o acolhimento, o suporte”, afirmou Rosa.</p>
<p>Ele participou do evento Responsabilidade Empresarial no Enfrentamento ao Feminicídio, à Violência de Gênero e pela Transformação Cultural, promovido pela Petrobras, Governo Federal e Banco do Brasil, no Museu de Arte Moderna do Rio. No evento, o secretário defendeu também que as empresas cobrem as mesmas práticas de sua cadeia de fornecedores, “indo além de suas fronteiras”.</p>
<p>Rosa classificou a não atuação no tema como uma “omissão institucional” das empresas, o que chamou de falha ética. E criticou práticas corporativas que desestimulam denúncias, expõe vítimas ou deixam de punir agressores.</p>
<p>Segundo ele, empresas que não criam canais seguros de denúncia ou que penalizam as vítimas contribuem para perpetuar o problema.</p>
<p>“É preciso, óbvio, combater a cultura interna permissiva a qualquer forma de assédio ou de violência”, disse.</p>
<p>O secretário propôs também que mulheres sejam protagonistas na construção de políticas internas encampadas pela alta gestão. “A cultura só muda quando vem acompanhada de ações cotidianas, concretas e naturais”, afirmou.</p>
<p>Ao reforçar o compromisso do ministério da Indústria com o tema, Rosa destacou que o Pacto Nacional de Prevenção ao Feminicídio também inclui o governo e a sociedade civil. Para ele, apenas a atuação conjunta romperá o ciclo de violência: “Essa não é uma pauta para amanhã, já deveria ter sido adotada ontem”, concluiu.</p>
<h2>Exemplos</h2>
<p>No evento, a empresária Luiza Trajano, fundadora da Magazine Luiza, apresentou o Canal Mulher, criado para apoiar funcionárias vítimas de violência doméstica. O modelo foi criado depois que uma funcionária foi vítima de feminicídio em 2017, e conta com suporte de psicólogos e advogados, por exemplo.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Empresas-sao-peca-chave-no-enfrentamento-a-violencia-de-genero.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 05/03/2026 - Empresária Luiza Trajano durante coletiva no ministério da Saúde, sobre pacote de medidas voltadas à proteção e ao cuidado integral da saúde das mulheres no SUS, em alusão ao Dia Internacional da Mulher.Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasília"/></p>
<p>Brasília (DF) 05/03/2026 &#8211; Empresária Luiza Trajanol cria canal para apoiar funcionárias vítimas de violência doméstica.Foto: Fabio-arquivo: Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil &#8211; Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasília</p>
<p>Ao longo dos anos, a empresa já chegou a pagar aluguel para uma funcionária sair de casa. A estratégia foi aperfeiçoada em 2019, quando o aplicativo da empresa para celulares incorporou um botão de denúncia que aciona o 180 imediatamente.</p>
<p>“Nós fizemos um pacto, treinamos também homens para identificar e lidar com essa situação, e nunca mais a nossa empresa vai perder uma mulher por essa violência”, disse.</p>
<p>Trajano elogiou o Pacto Nacional de Prevenção ao Feminicídio, que adotou uma abordagem direcionada aos homens. “O presidente [Luiz Inácio] Lula falou com os homens, e, na nossa empresa, estamos falando direto com eles: olha, vocês precisam atuar, porque um dia pode ser sua filha, uma sobrinha, uma irmã e vocês não sabem. E não é só gente simples, são as secretárias que falam três línguas”.</p>
<h2>Cartazes nas bombas dos postos</h2>
<p>As empresas têm empregado cada vez mais mulheres e é importante que essas mulheres sintam que há um compromisso de seus empregadores com a causa, avaliou a presidenta do Pacto de Promoção da Equidade Racial, Wania Sant’Anna.</p>
<p>“As empresas têm um papel extraordinário na conscientização da sociedade sobre o quão inaceitável é a violência contra mulher”, afirmou.</p>
<p>“Os números não são um mero acaso, refletem uma cultura historicamente violenta contra as mulheres e que é tolerada”, avaliou Sant’Anna, citando a gravidade e os requintes de crueldade dos crimes contra elas. “Que sociedade estamos forjando?”, questiona.</p>
<p>A sugestão da gestora é que cada empresa atue no seu ramo, em diálogo com os trabalhadores e o público. “Se é um posto de gasolina, estampe esse assunto nas bombas. Se você é uma empresa aérea, adesive o seu avião. Aeroportos, trens, metrôs? Comunique-se com os passageiros você mesmo”, recomendou.</p>
<p>Para apoiar as empresas, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Pacto Global. A iniciativa aponta caminhos para que as organizações “tomem ações concretas em direção às transformações que a gente precisa ver na sociedade”, informou a diretora Monica Gregori. Ela palestrou no encontro com as corporações e destacou a importância de as corporações combaterem violências institucionais primeiro.</p>
<p>“As empresas podem adotar mecanismos de prevenção, desde conscientização, em relação à violência de gênero, pois, o feminicídio é o último ponto dessa violência, como combater o assédio moral e sexual, que a gente ainda vê nas corporações”, destacou Gregori.</p>
<p>Entusiasta da iniciativa, a primeira dama Rosângela Lula da Silva, destacou o papel das empresas e cobrou apoio a iniciativas que buscam criminalizar a misoginia, da qual a própria tem sido vítima, principalmente nas redes sociais.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1775045872_386_Empresas-sao-peca-chave-no-enfrentamento-a-violencia-de-genero.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 31/03/2026 - A primeira dama do Brasil, Janja Lula da Silva, fala durante evento “Responsabilidade Empresarial no Enfrentamento ao Feminicídio, à Violência de Gênero e pela Transformação Cultural”, promovido pela Petrobras, Governo Federal e Banco do Brasil, no  Museu de Arte Moderna do Rio (MAM). Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p>Rio de Janeiro (RJ), 31/03/2026 &#8211; A primeira dama do Brasil, Janja Lula da Silva, fala durante evento “Responsabilidade Empresarial no Enfrentamento ao Feminicídio, à Violência de Gênero e pela Transformação Cultural”, promovido pela Petrobras, Governo Federal e Banco do Brasil, no Museu de Arte Moderna do Rio (MAM). Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil</p>
<p>“Quando tentamos entender o porquê dessa escalada da violência, nos deparamos com um ambiente hostil a nós mulheres na internet. Nesse ambiente digital, que parece ser terra de ninguém, vemos a inaceitável proliferação de conteúdos misóginos, violentos e lícitos. Conteúdos que pregam a superioridade masculina e estimulam a violência de gênero”, analisou, citando como exemplo de discurso de ódio e misóginos a troca de mensagens entre a soldado Gisele Alves e o tenente-coronel Geraldo Leite, suspeito de tê-la matado.</p>
<p>A policial militar foi encontrada morta, com um tiro na cabeça, dentro do apartamento do casal na região central de São Paulo, no dia 18 de fevereiro. O rumo da investigação mudou após análise de laudos periciais e de mensagens extraídas do celular dela.</p>
<h2>Papel da mídia</h2>
<p>A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) esteve presente no evento por meio do seu diretor-presidente, Andre Basbaum. Ele defendeu o papel da mídia pública no diálogo com a sociedade.</p>
<p>“Isso é o que vemos na EBC, na TV Brasil, que é a tela do futebol feminino, nas discussões do nosso jornalismo”, citou, sobre ações do conglomerado de mídia, que administra emissoras de rádio, TV e portais. “Esse é um drama nacional, as taxas de violência são altíssimas, enfrentamos isso com o debate”, completou.</p>
<p>A diretora de Conteúdo e Programação da EBC, Antonia Pellegrino, acrescentou que as empresas de mídia são responsáveis pela formação do imaginário, que é a imagem mental que as pessoas constroem sobre vários temas. “A nossa programação produz novos imaginários, produz caminhos que tendem a transformar realidades”. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/empresas-sao-peca-chave-no-combate-violencia-de-genero" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/empresas-sao-peca-chave-no-enfrentamento-a-violencia-de-genero/">Empresas são peça-chave no enfrentamento à violência de gênero</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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