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	<title>enfrentar Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>enfrentar Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Alunos do Pedro II pedem aulas para enfrentar a violência de gênero</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/alunos-do-pedro-ii-pedem-aulas-para-enfrentar-a-violencia-de-genero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 23:52:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O estupro coletivo sofrido por uma aluna do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, reflete a necessidade de retomar uma educação clara sobre a violência cometida em função do gênero das vítimas e sobre educação sexual. A avaliação é dos estudantes que protestaram nesta terça-feira (10), em frente à reitoria da escola, na zona norte da cidade, cobrando medidas em defesa da vida das mulheres. Além do crime sexual que veio a público nas últimas semanas, a Polícia Civil investiga mais dois casos de estudantes do Pedro II atacadas por integrantes do mesmo grupo envolvido no estupro coletivo, entre eles, um adolescente. Ele é apontado como mentor das &#8220;emboscadas&#8221;. Estudante Ana Belarmino defende aulas sobre educação sexual na escola. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Durante o ato organizado por seis...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estupro coletivo sofrido por uma aluna do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, reflete a necessidade de retomar uma educação clara sobre a violência cometida em função do gênero das vítimas e sobre educação sexual. A avaliação é dos estudantes que protestaram nesta terça-feira (10), em frente à reitoria da escola, na zona norte da cidade, cobrando medidas em defesa da vida das mulheres.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Alunos-do-Pedro-II-pedem-aulas-para-enfrentar-a-violencia.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Além do crime sexual que veio a público nas últimas semanas, a Polícia Civil investiga mais dois casos de estudantes do Pedro II atacadas por integrantes do mesmo grupo envolvido no estupro coletivo, entre eles, um adolescente. Ele é apontado como mentor das &#8220;emboscadas&#8221;.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Alunos-do-Pedro-II-pedem-aulas-para-enfrentar-a-violencia.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 10/03/2026 – A estudante do Colégio Pedro II Ana Belarmino fala em protesto contra assédio sexual e silêncio institucional em frente à reitoria, em São Cristóvão, após caso de estupro coletivo envolvendo alunos. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Estudante Ana Belarmino defende aulas sobre educação sexual na escola. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Durante o ato organizado por seis grêmios estudantis, a porta-voz dos jovens, a estudante Ana Belarmino, chamou a atenção para uma declaração de uma das vítimas, em um primeiro momento, de dúvida, sobre a violência cometida contra si. Para Ana, esse é um sinal da necessidade de retomar as aulas sobre violência de gênero e a educação sexual nos bancos escolares.</p>
<p>&#8220;Se existisse, de fato, esse conhecimento, a gente não teria uma aluna sem saber se tinha sido abusada ou não&#8221;, avaliou a estudante, representante dos alunos do Pedro II.</p>
<p>Ana defendeu que os tópicos voltem urgentemente às salas de aula. &#8220;Precisamos ter alunas e alunos conhecendo os seus corpos e os tipos de violência sexual&#8221;, afirmou.</p>
<p>Para a estudante, o colégio, pressionado por setores da sociedade, silenciou esse debate. Ela citou, por exemplo, pressões de movimentos como o &#8220;escola sem partido&#8221;, que atacou o pensamento laico e crítico no Pedro II.</p>
<p>E lembrou que, em 2019, a escola chegou a ser invadida por parlamentares ligados ao atual partido União Brasil, buscando material didático com conotação política. Os legisladores não encontraram nenhum material criminoso e acabaram retirados do campus pela Polícia Federal.</p>
<p>&#8220;A gente sabe que certa educação precisa vir de casa. Mas não podemos ter movimentos reacionários que forçam um silenciamento do Colégio Pedro II sobre temas que implicam a sobrevivência ou não de mulheres&#8221;, disse a estudante. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1773186771_905_Alunos-do-Pedro-II-pedem-aulas-para-enfrentar-a-violencia.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 10/03/2026 – O estudante do Colégio Pedro II Gabriel Pinho Leite Monteiro fala em protesto contra assédio sexual e silêncio institucional em frente à reitoria, em São Cristóvão, após caso de estupro coletivo envolvendo alunos. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Gabriel Pinho Leite Monteiro pediu medidas de combate ao assédio moral e sexual. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>A necessidade de retomada de aulas e atividades sobre esses tópicos também foi uma reivindicação do estudante Gabriel Pinho Leite Monteiro. Presidente do grêmio do campus Humaitá, onde estudavam as vítimas e os criminosos, ele reforçou que adotar medidas de combate ao assédio moral e sexual &#8220;não tem nada a ver com doutrinação política&#8221;, disse. O jovem defendeu uma outra educação. </p>
<p>&#8220;Precisamos que o espaço educacional seja direcionado a formar novos indivíduos, principalmente novos homens, que não violentem mais as mulheres. E isso só vai ser possível a partir de movimentos como este aqui, que cobrem essas medidas&#8221;, avaliou Gabriel, sobre o ato do Pedro II.</p>
<p>No Brasil, um conjunto de leis prevê que temas como gênero e educação sexual e reprodutiva sejam trabalhados com os jovens, como o Programa Saúde na Escola, do Ministério da Educação e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), um guia para os currículos escolares de todo o país. No entanto, alguns setores da sociedade alegam que abordar esses temas em sala estimula a atividade sexual precoce, mesmo estudiosos afirmando o contrário.</p>
<h2>Política contra o assédio </h2>
<p>Na manifestação desta tarde, os estudantes do Pedro II também cobraram o colégio por não ter colocado em prática uma política contra o assédio, aprovada em 2025. Somente nesta segunda-feira (9), a reitoria criou, por norma interna, uma comissão para lidar com casos de assédios moral e sexual, além de importunação sexual, discriminações e racismo intramuros.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1773186771_397_Alunos-do-Pedro-II-pedem-aulas-para-enfrentar-a-violencia.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 10/03/2026 – A professora Priscila Bastos fala em protesto de estudantes do Colégio Pedro II contra assédio sexual e silêncio institucional em frente à reitoria, em São Cristóvão, após caso de estupro coletivo envolvendo alunos. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Professora Priscila Bastos (C) disse que a escola não está preparada para lidar com o assédio. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>A professora Priscila Bastos, que desde 2018 acompanha a pauta, representando o sindicato dos servidores, explicou que a escola não está preparada para lidar com o assédio. Mesmo entre servidores, as denúncias, quando encampadas, eram classificadas como &#8220;falta de urbanidade&#8221; e tratadas caso a caso, podendo uma apuração levar até dois anos.</p>
<p>Segundo ela, a reitoria criou entraves burocráticos institucionais para se esquivar do problema. </p>
<p>&#8220;Fizemos vários acordos, propusemos mediação em relação à proposta do colégio, que era mais restrita, no entanto, a reitoria atrasou e somente ontem (segunda), véspera deste ato, tivemos uma aprovação integral da política que cria a comissão de combate a essas formas de violência&#8221;, explicou.</p>
<p>Para funcionar, ainda é necessário eleger os membros da nova comissão, que só depois vai estabelecer as regras de atendimento às vítimas e apuração de denúncias.</p>
<p>Preocupados, pais fazem análises semelhantes às dos professores e estudantes. O Coletivo Resistência, um grupo formado por responsáveis e ex-alunos, que surgiu em defesa da escola após a invasão por parlamentares, tem apoiado a criação de uma política ampla de combate e prevenção ao assédio no colégio. No entanto, crê que, para avançar, depende de apoio da sociedade, de maneira geral.</p>
<p>&#8220;O que acontece no Pedro II não é um caso isolado&#8221;, denuncia a representante, Maíra Arêas. Ela disse que violência contra meninas e mulheres encontra eco em todas as instituições de ensino, públicas ou privadas.</p>
<p> &#8220;Tudo para eles (os críticos) é doutrinação (ideológica). A sociedade precisa dar um basta e, nesse caso, isso precisa vir de cima para baixo&#8221;, disse. Arêas citou, como uma alternativa, uma lei obrigando a discussão de temas como gênero, raça e sexualidades nas escolas.</p>
<p>&#8220;Precisamos de políticas públicas, como um todo, pensadas pelo Estado brasileiro, incluindo o Congresso e o Governo Federal&#8221;, disse a mãe.</p>
<p>A meta, segundo ela, é assegurar a proteção de meninas e meninos. &#8220;O machismo é a base do sistema capitalista e um modelo de dominação&#8221;.</p>
<p>A reitoria do Pedro II diz que o enfrentamento e prevenção de violências sempre foram temas tratados com seriedade e que, desde janeiro de 2026, faz ações de acolhimento, prevenção e apuração de condutas inadequadas de alunos ou servidores. </p>
<p>&#8220;Não há silêncio institucional&#8221;, garantiu a instituição, em nota enviada à imprensa. &#8220;O tema é caro a toda comunidade escolar e sempre foi tratado com a devida seriedade pela gestão&#8221;, reforçou. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/alunos-do-pedro-ii-pedem-aulas-para-enfrentar-violencia-de-genero" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Boulos defende PEC da Segurança para enfrentar crime organizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 13:31:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, defendeu a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública como necessária ao enfrentamento do crime organizado. A declaração foi feita na estreia do programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional, veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Segundo o ministro, a proposta enviada pelo governo ao Congresso Nacional, em abril do ano passado, dá condições de trabalho à Polícia Federal e a outras instituições de segurança pública que atuam em todo o território nacional para combaterem o crime onde a Constituição Federal prevê hoje ser atribuição dos estados. “Se o crime organizado é nacional, como é que a Polícia Civil de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais ou da Bahia vai ter condições de fazer o combate no Brasil...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, defendeu a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública como necessária ao enfrentamento do crime organizado. A declaração foi feita na estreia do programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional, veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Boulos-defende-PEC-da-Seguranca-para-enfrentar-crime-organizado.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo o ministro, a proposta enviada pelo governo ao Congresso Nacional, em abril do ano passado, dá condições de trabalho à Polícia Federal e a outras instituições de segurança pública que atuam em todo o território nacional para combaterem o crime onde a Constituição Federal prevê hoje ser atribuição dos estados.</p>
<p>“Se o crime organizado é nacional, como é que a Polícia Civil de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais ou da Bahia vai ter condições de fazer o combate no Brasil todo? Vai fazer no seu território”, defende.</p>
<p>Na avaliação do ministro, a PEC tem condições de ser aprovada no Congresso Nacional e terá mais efetividade a uma possível ajuda do governo dos Estados Unidos para enfrentar o crime organizado no Brasil.  “A preocupação do Trump não é com o crime organizado. Ele quer fazer da América Latina um quintal”, destacou o ministro.</p>
<h2>Estados Unidos</h2>
<p>A parceria entre Brasil e Estados Unidos é um dos assuntos que devem pautar uma conversar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, prevista para o mês de março com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</p>
<p>Boulos defendeu que essa cooperação comece na investigação e prisão de criminosos que se escondem nos Estados Unidos ao serem investigados pela Polícia Federal brasileira. Sem citar o nome do dono da Refinaria de Manguinhos, controlada pelo grupo Refit, o empresário Ricardo Magro, Boulos fez menção à investigação de um esquema de sonegação fiscal de aproximadamente R$ 26 bilhões.</p>
<p>De acordo com o ministro, se o interesse do presidente do Estados Unidos não for pelas riquezas como petróleo, minerais críticos e terras raras dos países da América do Sul, que ele inicie colaborando com o Brasil na deportação desses investigados.</p>
<p>“Comece prendendo quem está em mansão em Miami &#8211; livre, leve e solto nos Estados Unidos &#8211;  e já foi pego pela Justiça brasileira por estar na cabeça do crime organizado no esquema dos combustíveis, no caso da refinaria do Rio de Janeiro”.</p>
<h2>Master</h2>
<p>Para Boulos, é importante esclarecer que o governo federal tem se empenhado a investigar crimes no Brasil, inclusive quando fortalece a Controladora-Geral da União para apurar casos que envolvam pessoas indicadas pelo próprio governo, como no caso da investigação das fraudes do INSS.</p>
<p>Segundo o ministro, embora o esquema de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões tenha tido início em 2020, antes do atual governo, o fato não impediu que indicados políticos fossem investigados. </p>
<p>Boulos defendeu um debate saudável sobre segurança pública no Brasil que seja comprometido com a transparência e não contra as instituições. O ministro lembrou que, embora haja críticas ao Supremo Tribunal Federal sobre a condução do Banco Master, é importante lembrar o papel da instituição na manutenção da democracia brasileira.</p>
<p>Por outro lado, ele afirma que isso não quer dizer que o Supremo Tribunal Federal esteja acima do bem e do mal.</p>
<p>“Ninguém está acima da crítica, nenhuma instituição está acima da crítica. Agora uma coisa é você poder criticar &#8211; como criticar o Toffoli no caso do Master, ou qualquer outro. Isso é parte de uma democracia saudável. Outra coisa é você querer fechar o Supremo ou fazer plano para matar um ministro do Supremo”, criticou.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/boulos-defende-pec-da-seguranca-para-enfrentar-crime-organizado" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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