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	<title>enfrentar Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>enfrentar Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Manaus pode enfrentar crise hídrica até 2040, alerta estudo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/manaus-pode-enfrentar-crise-hidrica-ate-2040-alerta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 20:13:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Mesmo localizada na região amazônica, onde está uma das maiores reservas de água doce do planeta, Manaus pode enfrentar níveis críticos de segurança hídrica até 2040. A projeção considera os impactos das mudanças climáticas e o uso crescente e indiscriminado de águas subterrâneas para abastecimento. A avaliação consta no estudo inédito “O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Manaus (AM) – Mesmo localizada na região amazônica, onde está uma das maiores reservas de água doce do planeta, Manaus pode enfrentar níveis críticos de segurança hídrica até 2040. A projeção considera os impactos das mudanças climáticas e o uso crescente e indiscriminado de águas subterrâneas para abastecimento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A avaliação consta no estudo inédito “O desafio da segurança hídrica na região de Manaus e políticas de sustentabilidade”, produzido pelo Instituto Trata Brasil em parceria com a GO Associados. A pesquisa foi apresentada nesta quinta-feira (3), durante evento realizado na Fundação Getulio Vargas (FGV), em São Paulo.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Manaus tem mais de 27 mil poços estimados</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais alertas do estudo é a necessidade de diversificar a matriz hídrica de Manaus para diminuir os impactos de períodos de estiagem e da elevada utilização de águas subterrâneas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa estima que existam mais de 27 mil poços em operação na capital, enquanto apenas cerca de 5 mil estão registrados pelos órgãos de controle.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o levantamento, o cenário reforça a necessidade de ampliar o monitoramento e o controle da captação subterrânea para reduzir riscos ao abastecimento no futuro.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Indústria pode ajudar a reduzir pressão sobre poços</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O estudo aponta a ampliação da adesão à rede pública de abastecimento como uma das alternativas para reduzir a dependência dos poços subterrâneos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, o setor industrial é considerado estratégico, já que parte das empresas ainda utiliza água captada diretamente do subsolo para suas atividades.</p>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a pesquisa, a migração das indústrias para o sistema público tende a reduzir custos fixos da rede de abastecimento e contribuir para o subsídio cruzado, mecanismo que permite tarifas menores para consumidores das categorias residencial, social e vulnerável.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Mudanças climáticas aumentam preocupação</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa também aponta que os efeitos das mudanças climáticas podem aumentar os riscos relacionados à disponibilidade e à regularidade do abastecimento de água em Manaus.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para Luana Pretto, presidente executiva do Instituto Trata Brasil, o planejamento e a prevenção são fundamentais para enfrentar o cenário.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Segurança hídrica se constrói com planejamento e mitigação de risco, e o caso de Manaus mostra isso com clareza”, afirmou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre as medidas defendidas estão investimentos em reúso de água, uso racional e controlado dos poços, monitoramento e proteção dos mananciais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS:</p>
<p class="wp-block-paragraph">Amom aciona MPs por aumento da conta de luz no Amazonas</p>
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		<title>Rio Negro pode enfrentar nova seca histórica em 2026, aponta SGB</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/rio-negro-pode-enfrentar-nova-seca-historica-em-2026-aponta-sgb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 21:43:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rio Negro poderá voltar a enfrentar uma seca histórica em 2026, com níveis próximos aos registrados durante os períodos mais críticos de seca em Manaus. A projeção é do Serviço Geológico do Brasil (SGB), que aponta a possibilidade de uma vazante severa caso as condições climáticas mantenham padrões semelhantes aos observados nos últimos anos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Rio Negro poderá voltar a enfrentar uma seca histórica em 2026, com níveis próximos aos registrados durante os períodos mais críticos de seca em Manaus.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A projeção é do Serviço Geológico do Brasil (SGB), que aponta a possibilidade de uma vazante severa caso as condições climáticas mantenham padrões semelhantes aos observados nos últimos anos de estiagem na Amazônia.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Conforme o monitoramento do Porto de Manaus, o Rio Negro registrou, em 30 de junho de 2026, a cota de 28,50 metros. O nível permanece estável, sem ocorrência de enchente na data, e apresentou vazante de 1 centímetro no período mais recente.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Rio Negro registra estabilidade no fim de junho</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Com base na série histórica de medições realizadas pelo SGB entre 1903 e 2025, o órgão elaborou cenários estatísticos para estimar a cota mínima que o Rio Negro poderá atingir em Manaus. As projeções consideram a cota atual de 28,50 metros e uma descida mediana histórica de 11,08 metros.</p>
<p>Cenário projetadoAmplitude da descida (m)Cota mínima estimada (m)Descida mediana histórica11,0817,42Tendência linear de vazante12,0116,49Análogo crítico de recessão (2015)13,7414,76Percentil de 85% (estiagem severa)14,5413,96Descida máxima histórica registrada15,6012,90</p>
<h2 class="wp-block-heading">Novas tecnologias reforçam o monitoramento</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Para o ciclo operacional de 2026, o Serviço Geológico do Brasil incorporou novas ferramentas de monitoramento. A partir de julho, entram em fase de testes os boletins semanais SARDIM, desenvolvidos em parceria com o Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IPH/UFRGS).</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o órgão passará a utilizar modelos preditivos baseados em Inteligência Artificial, desenvolvidos em cooperação com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).</p>
<p class="wp-block-paragraph">Conforme o SGB, a integração dessas tecnologias permitirá maior agilidade na produção das informações e contribuirá para o planejamento das ações.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Situação hidrológica na Bacia Amazônica</h2>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o diagnóstico do SGB, a Bacia Amazônica atravessa um período de transição, marcado pelo fim do pico da cheia nas calhas centrais e pelo início da recessão nas regiões de cabeceira.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No Rio Solimões/Amazonas, a estação de Tabatinga já iniciou o processo de descida do nível das águas. Apesar disso, os efeitos da cheia ainda mantêm duas estações acima da cota de inundação e outras quatro em nível de alerta ao longo do curso do rio.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No Rio Negro, em Manaus, a cota permanece estável em aproximadamente 28,50 metros, atingindo o nível de inundação. Já na bacia do Rio Branco, o acumulado de chuvas, que chegou a 88 milímetros entre segunda e terça-feira da última semana, reduziu o ritmo de descida do rio na região de Caracaraí.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, os rios Madeira e Acre seguem como os pontos de maior preocupação. O elevado volume de água registrado no primeiro trimestre do ano provocou decretos de situação de emergência em municípios como Porto Velho, ainda em abril de 2026.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Comportamento inicial</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O SGB observa que o comportamento inicial da vazante deste ano apresenta características semelhantes às verificadas em 2023, quando Manaus enfrentou uma das secas mais severas da história recente e o Rio Negro atingiu a cota mínima de 12,70 metros.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Apesar da comparação, o órgão ressalta que ainda não é possível afirmar que o cenário de 2026 repetirá a intensidade daquele período, mantendo o monitoramento permanente das condições hidrológicas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">As próximas semanas serão determinantes para a evolução do nível do Rio Negro. Caso o período chuvoso comece mais tarde do que o esperado, a tendência é de prolongamento da vazante.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Como consequência, a navegação poderá ser afetada, além de dificultar o abastecimento de comunidades ribeirinhas e aumentar o risco de queimadas em diferentes áreas da Amazônia.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais: El Niño pode provocar seca severa semelhante à de 2023 no Amazonas, alerta governo.</p>
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		<title>Saúde lança plano para enfrentar El Niño e mudanças climáticas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saude-lanca-plano-para-enfrentar-el-nino-e-mudancas-climaticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:16:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (3) uma série de medidas com o objetivo de preparar o Sistema Único de Saúde (SUS) para os efeitos do El Niño e os impactos das mudanças climáticas na saúde. O plano prevê investimentos de R$ 9,8 bilhões para aumentar a capacidade de preparação e resposta da saúde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (3) uma série de medidas com o objetivo de preparar o Sistema Único de Saúde (SUS) para os efeitos do El Niño e os impactos das mudanças climáticas na saúde.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Saude-lanca-plano-para-enfrentar-El-Nino-e-mudancas-climaticas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O plano prevê investimentos de R$ 9,8 bilhões para aumentar a capacidade de preparação e resposta da saúde pública a eventos climáticos extremos, incluindo 27 metas e 93 ações com planejamento até 2035.</p>
<p>A proposta inclui antecipar riscos climáticos e emitir alertas; preparar serviços de saúde resilientes; proteger a população, sobretudo em regiões mais vulneráveis; e fortalecer a capacidade do SUS de responder e reconstruir territórios afetados.</p>
<p>O programa tem como base cinco frentes com o objetivo de antecipar riscos e responder de forma mais rápida:</p>
<ol>
<li>coordenação (sala de situação, articulação com estados, municípios e Defesa Civil);</li>
<li>fortalecimento da capacidade de saúde (equipes mobilizadas e reforço a territórios isolados);</li>
<li>comunicação (orientações claras para gestores, profissionais de saúde e população);</li>
<li>vigilância e alertas (monitoramento de riscos climáticos, sanitários e epidemiológicos); e</li>
<li>reforço de insumos (medicamentos, vacinas, água segura e estrutura para resposta rápida).</li>
</ol>
<p>O plano também prevê a implantação de oito Centros Integrados de Saúde e Clima, distribuídos nas cinco regiões brasileiras. O primeiro deles, de acordo com a pasta, será inaugurado na quarta-feira (1º) na Bahia.</p>
<h2>Excesso de calor</h2>
<p>Outra ferramenta prevista é o Painel Nacional de Excesso de Calor, desenvolvido com o objetivo de apoiar ações de vigilância, prevenção e resposta aos riscos associados ao calor extremo, incluindo um sistema de alerta precoce com até cinco dias de antecedência.</p>
<p>As ações incluem ainda a expansão da Força Nacional do SUS para oito bases nas cinco regiões do país, permitindo resposta mais rápida às emergências, apoio em eventos de massa e situações de desastre e estruturação da capacidade local de pronta resposta.</p>
<p>De acordo com a pasta, a ideia é que as equipes tenham capacidade de atender a qualquer tipo de emergência em até 12 horas, além de iniciar ações compatíveis com a complexidade do desastre em questão em até 72 horas.</p>
<p>O ministério também trabalha com um protocolo específico sobre calor para idosos, com orientações que incluem:</p>
<ul>
<li>oferecer água mesmo sem sede;</li>
<li>evitar exposição ao sol durante os horários mais quentes;</li>
<li>manter a casa ventilada, fresca e arejada;</li>
<li>conferir se medicamentos de uso contínuo estão sendo tomados corretamente;</li>
<li>usar soro fisiológico em caso de ressecamentos dos olhos ou das narinas.</li>
</ul>
<p>Em coletiva de imprensa, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lembrou que a pasta considera a crise climática como uma crise de saúde pública.</p>
<p>“A crise na saúde pública decorrente das mudanças climáticas é, talvez, uma das faces mais dolorosas e mais evidentes para a população dos impactos das mudanças climáticas”.</p>
<p>Ele destacou que um estudo recente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) contabilizou 120 mil mortes ao longo dos últimos 20 anos diretamente relacionadas ao aumento da temperatura média em várias regiões do país.</p>
<p>“A mitigação é muito importante, o esforço para reduzir emissões de carbono que impactam as mudanças climáticas é muito importante e necessário, mas a adaptação dos sistemas de saúde é algo urgente”, concluiu Padilha.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/saude-lanca-plano-para-enfrentar-el-nino-e-mudancas-climaticas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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