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	<title>ensino Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>ensino Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Em Boa Vista do Ramos, governador Roberto Cidade entrega novo núcleo de ensino da UEA</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/em-boa-vista-do-ramos-governador-roberto-cidade-entrega-novo-nucleo-de-ensino-da-uea/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 15:04:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante agenda no município de Boa Vista do Ramos (a 270 quilômetros de Manaus) na manhã desta segunda-feira (29/06), o governador Roberto Cidade inaugurou o novo Núcleo de Ensino Superior da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). A unidade fortalece a política de interiorização do ensino superior público, ampliando o acesso da população à graduação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Durante agenda no município de Boa Vista do Ramos (a 270 quilômetros de Manaus) na manhã desta segunda-feira (29/06), o governador Roberto Cidade inaugurou o novo Núcleo de Ensino Superior da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). A unidade fortalece a política de interiorização do ensino superior público, ampliando o acesso da população à graduação de qualidade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“É uma entrega importante para a educação, importante para o futuro de Boa Vista do Ramos, e é como nós podemos fortalecer o ensino superior, proporcionando estrutura e gerando mais oportunidades para os nossos jovens”, afirmou o governador.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O núcleo possui capacidade para atender 600 alunos e vai oferecer até quatro cursos por turno. A unidade, que já está em funcionamento, permitirá a ampliação da oferta de cursos presenciais e mediados por tecnologia, fortalecendo a formação profissional no município e na região, democratizando o ensino superior gratuito no interior do Amazonas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a unidade está com os cursos de Tecnologia em Alimentos, Licenciatura em Geografia, Bacharelado em Ciências Contábeis e Pedagogia Intercultural Indígena.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Estrutura</p>
<p class="wp-block-paragraph">A estrutura conta com um miniauditório, uma biblioteca, quatro salas de aula, sendo duas equipadas com Sistema Presencial Mediado por Tecnologia, que consiste em uma aula remota onde há o auxílio de um professor presencial.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O novo prédio ainda conta com uma recepção, três salas administrativas, um laboratório de informática, um laboratório padrão, cozinha com dispensa, cantina, área de convivência e área para estacionamento.</p>
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		<item>
		<title>Prova Nacional Docente tem adesão de mais de 2 mil redes de ensino</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/prova-nacional-docente-tem-adesao-de-mais-de-2-mil-redes-de-ensino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 20:45:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Educação informou que 2.031 entes federativos aderiram voluntariamente à Prova Nacional Docente (PND) em 2026. O número representa uma participação das redes de ensino de 96% das capitais e 85% dos estados brasileiros. Em comparação com 2025, quando 1.508 municípios e 22 estados aderiram ao chamado Enem dos Professores, a adesão ao exame teve um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação informou que 2.031 entes federativos aderiram voluntariamente à Prova Nacional Docente (PND) em 2026. O número representa uma participação das redes de ensino de 96% das capitais e 85% dos estados brasileiros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Prova-Nacional-Docente-tem-adesao-de-mais-de-2-mil.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em comparação com 2025, quando 1.508 municípios e 22 estados aderiram ao chamado Enem dos Professores, a adesão ao exame teve um crescimento superior a 30%.</p>
<p>A PND foi criada para apoiar as redes públicas de estados e municípios a contratarem professores para lecionar na educação básica por meio de seleções próprias – sejam concursos, processos seletivos simplificados ou outros formatos, a partir das notas obtidas pelos candidatos da PND. Os resultados de cada edição do exame têm validade de três anos.</p>
<p>Do total de entes que aderiram ao exame, 615 manifestaram interesse em utilizar os resultados da PND em processos seletivos no ano de 2026.</p>
<p>Entre os estados estão:</p>
<ul>
<li>Alagoas;</li>
<li>Mato Grosso do Sul;</li>
<li>Paraíba;</li>
<li>Rio Grande do Norte;</li>
<li>Rio Grande do Sul;</li>
<li>Roraima;</li>
<li>São Paulo;</li>
<li>Sergipe.</li>
</ul>
<p>Já entre as capitais que pretendem adotar a prova estão:</p>
<ul>
<li>Belém;</li>
<li>Belo Horizonte;</li>
<li>Boa Vista;</li>
<li>Florianópolis;</li>
<li>João Pessoa;</li>
<li>Natal;</li>
<li>Porto Velho;</li>
<li>Recife;</li>
<li>Rio de Janeiro;</li>
<li>Salvador;</li>
<li>São Luís;</li>
<li>São Paulo;</li>
<li>Vitória.</li>
</ul>
<h2>Validade por tempo indeterminado</h2>
<p>Em 2026, a adesão à PND passou a ter validade por tempo indeterminado. Isso significa que as redes que aderiram poderão utilizar os resultados da prova nos próximos anos sem a necessidade de nova adesão, bastando prever expressamente o uso dos resultados da PND em seus editais de seleção.</p>
<h2>Inscrições abertas</h2>
<p>As inscrições para a Prova Nacional Docente de 2026 estarão abertas até 3 de julho e devem ser feitas exclusivamente pelo Sistema PND no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).</p>
<p>Podem participar da PND os estudantes concluintes de cursos de licenciaturas, inscritos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas, bem como os demais interessados em participar de concurso ou processo seletivo promovido pela União, estados, Distrito Federal e municípios que adotem o resultado da avaliação como etapa de processo de admissão próprio.</p>
<h2>Provas</h2>
<p>A prova está marcada para 20 de setembro, sob responsabilidade do Inep.</p>
<p>O exame será dividido em dois blocos:</p>
<ul>
<li>Formação geral docente: 30 perguntas objetivas e mais uma discursiva, que avalia competências pedagógicas, compreensão de temas da realidade brasileira e mundial, comunicação escrita e raciocínio lógico.</li>
<li>Componentes específicos: 50 questões objetivas destinadas a avaliar as aprendizagens em uma das 21 áreas de conhecimentos escolhida pelo candidato.</li>
</ul>
<p>A prova integra as ações do Programa Mais Professores para o Brasil. Essa política pública visa fortalecer a formação docente, incentivar o ingresso de professores no ensino público e valorizar os profissionais do magistério.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-06/prova-nacional-docente-tem-adesao-de-mais-de-2-mil-redes-de-ensino" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Conselho Nacional de Educação atualiza regras do ensino integral</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/conselho-nacional-de-educacao-atualiza-regras-do-ensino-integral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 11:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Educação (CNE) alterou diretrizes do ensino integral na educação básica e definiu prazo até 31 de outubro para que cada rede atualize suas normas.  A medida está publicada na edição desta terça-feira (23) do Diário Oficial da União. Pelo novo texto, estados, municípios e o Distrito Federal deverão revisar e atualizar todos os atos normativos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Educação (CNE) alterou diretrizes do ensino integral na educação básica e definiu prazo até 31 de outubro para que cada rede atualize suas normas. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Conselho-Nacional-de-Educacao-atualiza-regras-do-ensino-integral.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A medida está publicada na edição desta terça-feira (23) do <em>Diário Oficial da União</em>.</p>
<p>Pelo novo texto, estados, municípios e o Distrito Federal deverão revisar e atualizar todos os atos normativos que regulamentam a educação integral, como resoluções, portarias, diretrizes curriculares, regimentos escolares e projetos pedagógicos.</p>
<p>Esses atos deverão passar pelos respectivos conselhos de educação e seguir orientações do Ministério da Educação.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-06/conselho-nacional-de-educacao-atualiza-regras-do-ensino-integral" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/conselho-nacional-de-educacao-atualiza-regras-do-ensino-integral/">Conselho Nacional de Educação atualiza regras do ensino integral</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>MEC libera consulta a vagas no ensino superior pelo Sisu+</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mec-libera-consulta-a-vagas-no-ensino-superior-pelo-sisu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 19:10:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os estudantes interessados em participar do Sisu+ (a etapa complementar e inédita do Sistema de Seleção Unificada) já podem consultar as vagas disponíveis no programa, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu. A plataforma permite consultar antecipadamente as vagas e filtrar cursos, instituições, estados e municípios, além de apresentar detalhes sobre modalidades de concorrência e ações afirmativas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os estudantes interessados em participar do Sisu+ (a etapa complementar e inédita do Sistema de Seleção Unificada) já podem consultar as vagas disponíveis no programa, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/MEC-libera-consulta-a-vagas-no-ensino-superior-pelo-Sisu.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A plataforma permite consultar antecipadamente as vagas e filtrar cursos, instituições, estados e municípios, além de apresentar detalhes sobre modalidades de concorrência e ações afirmativas próprias das instituições de ensino.</p>
<p> Ao todo, aderiram ao programa 34 instituições públicas de educação superior.</p>
<p>O Sisu, coordenado pelo Ministério da Educação (MEC), tem como objetivo democratizar o acesso ao ensino superior de instituições públicas que aderiram ao processo seletivo. </p>
<p>A etapa do Sisu+ oferece eventuais vagas disponíveis para ingresso no segundo semestre.</p>
<h2>Inscrições</h2>
<p>Os candidatos que participaram de pelo menos uma edição do Enem nos últimos três anos precisam ter concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026 para poderem se inscrever no Sisu+ no período de 15 a 19 de junho.</p>
<p>A inscrição no Sisu+ também ocorre pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.</p>
<p>Após concluir essa etapa da inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso indicadas como primeira e segunda opção.</p>
<p>Em cada uma delas, o estudante poderá visualizar o curso escolhido, o local de oferta, a instituição de ensino, o turno, o grau, eventuais ações afirmativas próprias da instituição (quando houver) e as modalidades de concorrência nas quais estará inscrito.</p>
<h2>Seleção</h2>
<p>O MEC explica que será usada a edição do Enem que resulte na melhor média ponderada, de acordo com a opção de curso e com os critérios para inscrição, classificação e seleção dos estudantes.</p>
<p>Para a seleção, o sistema do Sisu considerará diferentes modalidades de concorrência, que levam em conta o perfil socioeconômico dos candidatos, de acordo com a Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012), e também de acordo com as ações afirmativas definidas por cada instituição.</p>
<h2>Cronograma do Sisu+</h2>
<p>As inscrições ficam abertas de 15 a 19 de junho. No dia 24 de junho, ocorrerá a divulgação da única chamada regular com os nomes dos pré-selecionados, na página eletrônica do Sisu.</p>
<p>Para quem precisar recorrer à lista de espera porque não está entre os pré-selecionados, o prazo para manifestação de interesse será de 24 a 26 de junho.</p>
<p>O processo de matrícula para os selecionados na chamada regular começará a partir de 25 de junho, seguindo o edital de cada instituição pública de ensino.</p>
<p>Por fim, a matrícula dos convocados por meio da lista de espera terá início a partir de 1º de julho.</p>
<h2>O que é o Sisu+</h2>
<p>O Sisu+ foi desenhado pelo MEC para ser uma ferramenta mais eficiente para aperfeiçoar a seleção de candidatos para vagas no ensino superior.</p>
<p>O MEC projeta que o Sisu+ seja usado em cursos tradicionalmente com alta rotatividade, nos quais o estudante é admitido mas desiste da vaga ou muda de curso, o que gera para as universidades públicas a necessidade da organização de sucessivas chamadas para preenchimento de vagas. </p>
<p>Com o Sisu+, a instituição pode adotar a estrutura automatizada do Sisu para rodar as listas de espera de forma mais rápida, garantindo que a vaga não fique ociosa.</p>
<p>Outra vantagem apontada pelo MEC é a economia. As instituições de ensino que, paralelamente, realizam processos seletivos próprios, como vestibulares, para vagas com ingresso no segundo semestre, podem reduzir os custos administrativos e usar o sistema do Sisu para seleção dos candidatos.</p>
<p>Nos cursos em que sobram vagas, como licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas que o país precisa desenvolver, o Sisu+ pode ampliar o acesso a essas vagas porque centraliza o que antes ficava disperso em dezenas de sites de universidades diferentes.</p>
<p>Dessa forma, o processo seletivo complementar padroniza a disponibilização de vagas pelas instituições e facilita a consulta das oportunidades pelos estudantes.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-06/mec-libera-consulta-vagas-no-ensino-superior-pelo-sisu" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mec-libera-consulta-a-vagas-no-ensino-superior-pelo-sisu/">MEC libera consulta a vagas no ensino superior pelo Sisu+</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Fies abre adesão para instituições de ensino superior no 2º semestre</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/fies-abre-adesao-para-instituicoes-de-ensino-superior-no-2o-semestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 14:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As instituições privadas de educação superior interessadas em aderir ao processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) referente ao 2º semestre devem acessar o Sistema Informatizado do Fies (SisFies), no módulo FiesOferta. O prazo vai até às 23h59 de 15 de junho, no horário de Brasília. O Fies financia a graduação de estudantes em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As instituições privadas de educação superior interessadas em aderir ao processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) referente ao 2º semestre devem acessar o Sistema Informatizado do Fies (SisFies), no módulo FiesOferta. O prazo vai até às 23h59 de 15 de junho, no horário de Brasília.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Fies-abre-adesao-para-instituicoes-de-ensino-superior-no-2o.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O Fies financia a graduação de estudantes em cursos presenciais de faculdades privadas com avaliação positiva do Ministério da Educação (MEC). Prioritariamente, o programa beneficia alunos que ainda não concluíram o ensino superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.</p>
<h2>Adesão</h2>
<p>Conforme o edital, publicado pelo MEC nesta segunda-feira (8), as mantenedoras das instituições de educação superior deverão preencher, para cada curso, turno e local de oferta, as informações sobre: os valores das semestralidades escolares dos períodos que compõem a formação; a forma de reajuste do valor do curso financiado; e a realização de processo seletivo próprio.</p>
<p>Além disso, também deverão ser enviadas as propostas de oferta, observando a necessidade mínima de seis vagas por formação.</p>
<p> O termo de participação deverá ser assinado eletronicamente pelo representante legal da mantenedora.</p>
<h2>Enamed</h2>
<p>Nesta edição do Fies, serão aplicadas as medidas cautelares para os cursos com resultados insatisfatório no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) de 2025.</p>
<p>De acordo com os resultados divulgados em janeiro deste ano pelo MEC e pelo Ministério da Saúde (MS), 99 cursos de medicina obtiveram conceito Enade nas faixas 1 e 2 — o que representa que menos de 60% dos seus estudantes concluintes apresentaram desempenho considerado adequado no exame.</p>
<p>O baixo desempenho resulta em medidas cautelares escalonadas, conforme portarias publicadas em março. Entre elas, a suspensão da possibilidade de celebrar contratos do Fies e em outros programas federais  .</p>
<h2>Fies</h2>
<p>O Fies realiza anualmente dois processos seletivos regulares, um para o primeiro semestre e outro para o segundo semestre de cada ano letivo, além de processos seletivos para vagas remanescentes.</p>
<p>Para obter mais informações, o interessado pode entrar em contato com o MEC pelo telefone 0800-616161.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-06/fies-abre-adesao-para-instituicoes-de-ensino-superior-no-2o-semestre" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>MEC estende até dia 17 o prazo para redes de ensino aderirem à PND</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mec-estende-ate-dia-17-o-prazo-para-redes-de-ensino-aderirem-a-pnd/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 20:46:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) prorrogou até 17 de junho o prazo de adesão voluntária para as redes de ensino interessadas em usar a Prova Nacional Docente (PND) para selecionar professores para a educação básica. O prazo original terminou no último domingo, 31 de maio. A adesão formal deve ser feita exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) prorrogou até 17 de junho o prazo de adesão voluntária para as redes de ensino interessadas em usar a Prova Nacional Docente (PND) para selecionar professores para a educação básica. O prazo original terminou no último domingo, 31 de maio.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/MEC-estende-ate-dia-17-o-prazo-para-redes-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A adesão formal deve ser feita exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec).</p>
<p>Para acesso ao sistema, é preciso fazer login com a senha da plataforma Gov.br cadastrada pelos secretários de Educação ou pelos dirigentes estaduais ou municipais.</p>
<p>A PND foi criada para apoiar as redes públicas na contratação de docentes e contribuir para a qualificação do ingresso na carreira do magistério, em todo o país.</p>
<p>O exame pode substituir provas objetiva e discursiva das seleções para professores da educação básica feitas pelas redes de ensino.</p>
<h2>Adesão permanente</h2>
<p>As redes municipais, estaduais e do Distrito Federal que já formalizaram a adesão à PND, em 2025, deverão manifestar o interesse novamente em usar a nota da PND, por meio do mesmo sistema oficial do MEC, respeitando o novo prazo. No ano passado, 1.508 municípios e 22 estados aderiram à PND.</p>
<p>Em abril, o Ministério da Educação anunciou que a adesão dos entes federados ao exame, a partir de 2026, passa a ser por prazo indeterminado.</p>
<p>O MEC destaca que a adesão poderá ser cancelada, se o gestor local de educação desejar. A solicitação de cancelamento também deverá ser feita pelo Simec.</p>
<p>Para guiar os gestores locais, o MEC disponibilizou um passo a passo, desde o acesso ao sistema até o preenchimento do termo de adesão.</p>
<h2>Cronograma </h2>
<p>Após 17 de junho, o Ministério da Educação divulgará a lista dos estados e dos municípios que aderiram à prova de 2026 e também dos que renovaram o interesse pela prova. </p>
<p>Assim, os professores interessados nos processos seletivos terão conhecimento prévio de quais entes federados poderão aproveitar a nota da PND.</p>
<p>A previsão é que a publicação saia no Diário Oficial da União e na página eletrônica do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em junho, antes do período de inscrições dos participantes na edição anual da PND, que será iniciado em 22 de junho.</p>
<p>A prova será realizada em 20 de setembro pelo Inep. Os resultados finais da PND 2026 serão conhecidos 15 de dezembro. </p>
<h2>A prova</h2>
<p>A PND é a mesma avaliação teórica do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas, aplicada de forma descentralizada em todas as 27 unidades da Federação.</p>
<p>Também chamada de “Enem dos Professores”, a prova é estruturada em dois blocos de questões: o de formação geral docente e o de componentes específicos.</p>
<p>O primeiro bloco traz 30 perguntas objetivas e mais uma discursiva, que avalia competências pedagógicas, compreensão de temas da realidade brasileira e mundial, comunicação escrita e raciocínio lógico. </p>
<p>O segundo bloco tem 50 questões objetivas destinadas a avaliar as aprendizagens específicas em uma das 21 áreas de conhecimentos escolhida pelo candidato. </p>
<h2>Enem dos Professores</h2>
<p>A PND é realizada anualmente pelo Ministério da Educação em parceria com o Inep.</p>
<p>O exame nacional não substitui os processos seletivos promovidos pelas secretarias de Educação, mas pode ser adotado como etapa das provas objetiva e/ou discursiva.</p>
<p>A PND não é um concurso e não gera um banco de candidatos para a rede de ensino. Dessa forma, não é possível fazer uma consulta geral dos inscritos na PND ou obter uma lista de participantes. A rede de ensino só acessa as notas quando informa o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) do candidato.</p>
<p>Os resultados de cada edição do exame têm validade de três anos.</p>
<p>A prova integra as ações do Programa Mais Professores para o Brasil. A política visa fortalecer a formação docente, incentivar o ingresso de professores no ensino público e valorizar os profissionais do magistério.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-06/mec-estende-ate-dia-17-o-prazo-para-redes-de-ensino-aderirem-pnd" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Mensalidades do ensino superior privado caem 4,3% em 2026</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mensalidades-do-ensino-superior-privado-caem-43-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 20:50:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os preços das mensalidades dos cursos de graduação em instituições privadas de ensino superior caíram em 2026 em comparação a 2025, de acordo com estudo divulgado nesta sexta-feira (22), no Congresso Brasileiro da Educação Superior Particular, no Rio de Janeiro. No geral, as mensalidades das graduações presenciais caíram 4,3%, e, as dos cursos a distância [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços das mensalidades dos cursos de graduação em instituições privadas de ensino superior caíram em 2026 em comparação a 2025, de acordo com estudo divulgado nesta sexta-feira (22), no Congresso Brasileiro da Educação Superior Particular, no Rio de Janeiro. No geral, as mensalidades das graduações presenciais caíram 4,3%, e, as dos cursos a distância (EAD), 1,8%.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Mensalidades-do-ensino-superior-privado-caem-43-em-2026.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados são da pesquisa Cenário de Precificação da Graduação &#8211; Brasil 2026, realizada pela Hoper Educação em parceria com a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES). O levantamento considera os valores efetivamente praticados pelas instituições, incluindo descontos comerciais e de pontualidade. </p>
<p>Segundo o estudo, a mediana nacional das mensalidades presenciais chegou a R$ 835 em 2026, enquanto o conjunto da educação a distância permanece em patamar inferior, com mediana de R$ 214. Em 2025, essas medianas eram, respectivamente, R$ 873 e R$ 218. </p>
<p>Esses são os valores do meio da amostra, ou seja, metade das mensalidades praticadas no país é mais cara e, metade, mais barata. </p>
<p>Os maiores valores da série histórica, desde 2013, são um valor mediano para as mensalidades presenciais de R$ 1.278, registrado em 2015, e R$ 524 para as formações a distância, em 2013. </p>
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<h2>Preços dos cursos </h2>
<p>Segundo o levantamento, as engenharias presenciais destacam-se entre as perdas reais mais expressivas da série histórica, com uma da mediana, passando de R$ 1.743, em 2016, para R$ 967, em 2026. </p>
<p>Na análise dos pesquisadores, isso indica que cursos tradicionalmente associados à formação técnica, produtiva e de maior retorno econômico também foram atingidos pela retração de demanda, pela ampliação da oferta e pela pressão competitiva e migração de modalidade. </p>
<p>Medicina segue como o curso de maior valor de mensalidade da graduação brasileira. Em 2026, a mediana é de R$ 11,4 mil, nas privadas.</p>
<h2>Estudantes mais exigentes</h2>
<p>O movimento de redução das mensalidades reforça, de acordo com a pesquisa, o aumento da pressão competitiva sobre as instituições de educação superior privadas e indica maior sensibilidade dos estudantes em relação ao custo-benefício das formações ofertadas.</p>
<p>Em um mercado mais pressionado, o estudo afirma que as instituições que não conseguirem sustentar diferenciação tendem a competir por preço.</p>
<p>Para as instituições, segundo a pesquisa, precificar deixou de ser apenas aplicar reajuste ou desconto, passou a depender da capacidade de demonstrar valor acadêmico, experiência, empregabilidade, reputação e confiança.</p>
<p>“Hoje, o aluno não apenas pergunta quanto custa; ele pergunta se vale”, diz o estudo.</p>
<h2>Educação a distância </h2>
<p>Nos últimos anos, a EAD passou por uma reformulação no país. O crescimento expressivo e a baixa qualidade fizeram com que o Ministério da Educação (MEC) suspendesse o processo de autorização de cursos superiores e de credenciamento de instituições de educação superior na modalidade à distância. </p>
<p>Em 2025, o MEC revisou as regras para a oferta EAD nos cursos do ensino superior com o objetivo de garantir a qualidade dos serviços e o desenvolvimento da aprendizagem de todos os estudantes. Entre as mudanças, a partir do novo marco regulatório, nenhum curso de bacharelado, licenciatura e tecnologia poderá ser 100% a distância. </p>
<p>De acordo com o estudo, essa mudança ainda não chegou a ser totalmente precificada. &#8220;O desafio é que parte dos cursos migrados ainda opera com valores próximos à EAD de 2025, embora o semipresencial tenda a exigir maior estrutura, presencialidade e custo de entrega&#8221;, diz. </p>
<h2>Ensino superior no Brasil </h2>
<p>No Brasil, a educação superior privada concentra a maior parte das matrículas. De acordo com o último Censo da Educação Superior (2024), eram 8,2 milhões de estudantes na graduação privada, o que corresponde a quase 80% do total de 10,2 milhões matriculados no ensino superior. </p>
<p>No total, o ensino a distância superou o ensino presencial, com 5,2 milhões de estudantes matriculados (entre as instituições públicas e privadas), contra 5 milhões no ensino presencial. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-05/mensalidades-do-ensino-superior-privado-caem-43-em-2026" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>MEC lança Sisu+ para preencher vagas no ensino superior público</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mec-lanca-sisu-para-preencher-vagas-no-ensino-superior-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 18:19:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os estudantes interessados em ocupar uma vaga em um curso de graduação em uma instituição pública de ensino superior, no segundo semestre deste ano, terão mais uma oportunidade com o Sisu+, a etapa complementar e inédita do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O Ministério da Educação (MEC) lançou, nesta quinta-feira (21), o edital com as regras [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os estudantes interessados em ocupar uma vaga em um curso de graduação em uma instituição pública de ensino superior, no segundo semestre deste ano, terão mais uma oportunidade com o Sisu+, a etapa complementar e inédita do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/MEC-lanca-Sisu-para-preencher-vagas-no-ensino-superior-publico.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O Ministério da Educação (MEC) lançou, nesta quinta-feira (21), o edital com as regras e cronograma do Sisu+.</p>
<p>A iniciativa federal tem o objetivo de ampliar o acesso à educação superior, com a ocupação de eventuais vagas disponíveis nas instituições públicas de ensino superior que aderiram à etapa regular do Sisu 2026.</p>
<p>As instituições de ensino devem ter formalizado a oferta das possíveis vagas não ocupadas na etapa regular do Sisu deste ano, por meio de um aditivo ao termo de adesão original ao Sisu 2026.</p>
<p>A Secretaria de Educação Superior do MEC esclarece que o Sisu+ 2026 não representa um novo processo seletivo, mas a etapa complementar do Sisu 2026.</p>
<p>Isso porque a nova etapa do processo seletivo complementar ocorre após o encerramento das convocações da lista de espera da etapa regular do Sisu 2026 e de processos seletivos próprios realizados pelas instituições participantes, como universidades públicas e institutos federais.</p>
<h2>Inscrições</h2>
<p>As inscrições para o Sisu+ começam em 15 de junho e se estendem até as 23h59 de 19 de junho, no horário de Brasília.</p>
<p>Para se inscrever, é necessário que os candidatos tenham participado de uma ou mais edições do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) nos últimos três anos (2023, 2024 e 2025) e que tenham concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026.</p>
<p>Os interessados que cumprirem os requisitos previstos no edital devem se inscrever exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.</p>
<p>Ao acessar o sistema, deve ser feito login da conta Gov.br. Os candidatos que participaram do Enem, já têm essa conta. Em seguida, deverão ser preenchidos seus dados pessoais, sociais e econômicos.</p>
<p>Após concluir essa etapa da inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso indicadas como primeira e segunda opção.</p>
<p>Em cada uma delas, o estudante poderá visualizar o curso escolhido, o local de oferta, a instituição de ensino, o turno, o grau, eventuais ações afirmativas próprias da instituição (quando houver) e as modalidades de concorrência nas quais estará inscrito.</p>
<h2>Cronograma</h2>
<p>As inscrições ficam abertas de 15 a 19 de junho. No dia 24 de junho, ocorrerá a divulgação da chamada regular (única) com os nomes dos pré-selecionados.</p>
<p>O candidato poderá consultar o resultado da única chamada regular do Sisu+ na página eletrônica do Sisu na internet</p>
<p>Para quem precisar recorrer à lista de espera, o prazo para manifestação de interesse será de 24 a 26 de junho.</p>
<p>O processo de matrícula para os selecionados na chamada regular começará a partir de 25 de junho, seguindo o edital de cada instituição pública de ensino.</p>
<p>Por fim, a matrícula dos convocados por meio da lista de espera terá início a partir de 1º de julho.</p>
<p>O processo seletivo do Sisu+ 2026 será constituído de uma única chamada regular.</p>
<p>O Sisu considera diferentes modalidades de concorrência, que levam em conta o perfil socioeconômico dos candidatos, de acordo com a Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012), e também de acordo com as ações afirmativas definidas por cada instituição.</p>
<h2>Sisu+</h2>
<p>O Sisu+ foi desenhado pelo MEC para ser uma ferramenta mais eficiente para aperfeiçoar a seleção de candidatos para vagas no ensino superior.</p>
<p>O MEC projeta que o Sisu+ seja usado em cursos tradicionalmente com alta rotatividade, onde o estudante é admitido, mas desiste da vaga ou muda de curso, o que gera para as universidades públicas a necessidade da organização de sucessivas chamadas para preenchimento de vagas. </p>
<p>Com o Sisu+, a instituição pode adotar a estrutura automatizada do Sisu para rodar as listas de espera de forma mais rápida, garantindo que a vaga não fique ociosa.</p>
<p>Outra vantagem apontada pelo MEC é a economia. As instituições de ensino que realizariam processos seletivos próprios, como vestibulares, para vagas com ingresso no segundo semestre, podem reduzir os custos administrativos e usar o sistema do Sisu para seleção dos candidatos.</p>
<p>Nos cursos em que sobram vagas, como licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas que o país precisa desenvolver, o Sisu+ pode ampliar o acesso a essas vagas porque centraliza o que antes ficava disperso em dezenas de sites de universidades diferentes.</p>
<p>Dessa forma, o processo seletivo complementar padroniza a disponibilização de vagas pelas instituições e facilita a consulta das oportunidades pelos estudantes.</p>
<p>Saiba mais sobre o programa na página do Sisu.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-05/mec-lanca-sisu-para-preencher-vagas-no-ensino-superior-publico" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Unesco: matrículas no ensino superior mais que dobraram no mundo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/unesco-matriculas-no-ensino-superior-mais-que-dobraram-no-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 21:29:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O total de estudantes matriculados no ensino superior em todo o mundo mais que dobrou nas últimas duas décadas, passando de 100 milhões, em 2000, para 269 milhões, em 2024. Esse número representa 43% da população em idade de frequentar o ensino superior que abrange, normalmente, entre 18 e 24 anos. Apesar dessa expansão, continuam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O total de estudantes matriculados no ensino superior em todo o mundo mais que dobrou nas últimas duas décadas, passando de 100 milhões, em 2000, para 269 milhões, em 2024. Esse número representa 43% da população em idade de frequentar o ensino superior que abrange, normalmente, entre 18 e 24 anos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Unesco-matriculas-no-ensino-superior-mais-que-dobraram-no-mundo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Apesar dessa expansão, continuam a existir profundas disparidades regionais, uma vez que, enquanto 80% dos jovens da Europa Ocidental e América do Norte estão matriculados no ensino superior, esse número cai para 59% na América Latina e no Caribe, 37% nos Estados Árabes, 30% no Sul e no Oeste da Ásia e apenas 9% na África Subsaariana.</p>
<p>É o que revela o primeiro relatório global da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) sobre tendências do ensino superior, divulgado nesta terça-feira (12), em Paris. O estudo reúne dados de 146 países.</p>
<p>As instituições privadas permanecem representando um terço das matrículas em âmbito mundial, com a maior participação na América Latina e no Caribe (49% em 2023). Em países como Brasil, Chile, Coreia do Sul e Japão, quatro em cada cinco estudantes frequentam uma instituição privada de ensino superior. O relatório mostra que apenas um terço dos países estabelece legalmente o ensino superior público gratuito. A conclusão dos estudos não acompanhou, entretanto, o ritmo das matrículas. A taxa bruta global de graduação foi ampliada de 22%, em 2013, para 27%, em 2024.</p>
<h2>Demanda</h2>
<p>O diretor-geral da Unesco, Khaled El-Enany, destacou que o novo relatório mostra a crescente demanda por ensino superior no planeta, “que desempenha um papel insubstituível na construção de sociedades sustentáveis”. Observou, porém, que essa expansão nem sempre resulta em oportunidades equitativas. Daí a necessidade de surgimento de modelos inovadores de financiamento, que possam garantir um ensino superior inclusivo e de qualidade, avaliou.</p>
<p>Khaled El-Enany afirmou que por meio de iniciativas importantes, como a Convenção Global sobre a Educação Superior e o Passaporte de Qualificações, a Unesco vai continuar apoiando os países na oferta de oportunidades de ensino superior de alta qualidade para todas as pessoas.</p>
<h2>Mobilidade</h2>
<p>No período pesquisado, a mobilidade internacional triplicou, subindo de 2,1 milhões, em 2000, para quase 7,3 milhões de estudantes que realizam seus estudos no exterior, em 2024, sendo metade deles na Europa e América do Norte. Na análise da Unesco, embora o quantitativo tenha aumentado, a mobilidade beneficia somente 3% do total de estudantes no mundo, apresentando disparidades importantes entre as regiões pesquisadas.</p>
<p>O conjunto de sete países formado pela Alemanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia segue recebendo metade de todos os estudantes internacionais. Percebe-se, por outro lado, que países como a Turquia e os Emirados Árabes Unidos (EAU) se tornam cada vez mais populares, revelando crescimento de, pelo menos, cinco vezes do número de estudantes internacionais na última década. Turquia e EAU já se aproximam da França, indica o estudo.</p>
<p>De acordo com o relatório, os estudantes internacionais preferem cada vez mais estudar em sua própria região. Um exemplo é que na América Latina e no Caribe, a proporção da mobilidade intrarregional subiu de 24% para 43% no período de 2000 a 2022, sendo a Argentina o principal destino. Os estudantes oriundos dos Estados Árabes cada vez se concentram mais nos países do Golfo e na Jordânia, marcando mudança significativa em relação ao domínio da Europa Ocidental e da América do Norte existente uma década antes.</p>
<p>Por meio de sua Convenção Global sobre o Reconhecimento de Qualificações relativas ao Ensino Superior e de seus instrumentos regionais equivalentes, já ratificados por 93 países, a Unesco desempenha papel central na promoção da mobilidade estudantil internacional.</p>
<p>A Convenção estabelece mecanismos justos e transparentes de reconhecimento de qualificações e, também, padrões universais de garantia da qualidade, de modo a fortalecer a confiança nos diplomas e nas qualificações do ensino superior em todo o mundo.</p>
<h2>Gênero</h2>
<p>As mulheres já superam os homens no ensino superior em âmbito global, atualmente. É o que revelam os números apurados: em 2024, havia 114 mulheres matriculadas no ensino superior para cada 100 homens. A paridade de gênero foi atingida em todas as regiões, exceto na África Subsaariana, onde persistem menores taxas de matrícula e de conclusão da formação.</p>
<p>O relatório sinaliza avanço significativo na Ásia Central e no sul da Ásia. De um total de 68 mulheres matriculadas por 100 homens, em 2000, as duas regiões alcançaram a paridade de gênero em 2023. Contudo, as mulheres permanecem subrepresentadas no nível de doutorado e ocupam apenas cerca de um quarto dos cargos de liderança sênior no meio acadêmico.</p>
<p>A Unesco identificou que equidade, qualidade e financiamento continuam sendo desafios urgentes para os estudantes do ensino superior global. Apenas um terço dos países implementou programas voltados ao acesso de grupos sub-representados ao ensino superior. Países como África do Sul, Chile, Coreia do Sul, Filipinas, Itália, Japão, Maurício e México reduziram ou eliminaram as taxas do ensino superior para grupos específicos.</p>
<p>Embora tenha ocorrido aumento de nove vezes da quantidade de matrículas, que passou de 1%, em 2019, para 9%, em 2025, as pessoas refugiadas ainda enfrentam grandes obstáculos para acessar o ensino superior. Uma das principais barreiras é o reconhecimento de qualificações ausentes ou impossíveis de se verificar, especialmente no Sul Global.</p>
<h2>Passaporte</h2>
<p>A Unesco atua para enfrentar esse desafio por meio do Passaporte de Qualificações. Essa ferramenta visa reconhecer qualificações acadêmicas, profissionais e vocacionais de pessoas refugiadas e deslocadas à força. No momento atual, o Passaporte de Qualificações da Unesco está sendo implementado no Iraque, no Quênia, em Uganda, na Zâmbia e no Zimbábue, com planos de ampliação. O instrumento já foi concedido a centenas de candidatos aprovados.</p>
<p>Segundo ainda o relatório, em média, o investimento governamental no ensino superior corresponde a cerca de 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB) global. A Unesco analisou que, o mesmo tempo, a austeridade fiscal em variados contextos intensifica a pressão sobre as instituições de ensino superior, reforçando a necessidade de modelos inovadores de financiamento, que assegurem um ensino superior inclusivo e de qualidade.</p>
<p>Outro dado importante evidenciado pelo relatório é que embora as tecnologias digitais e a inteligência artificial (IA) estejam transformando o ensino e a aprendizagem, apenas uma em cada cinco universidades possuía, em 2025, uma política formal sobre IA.</p>
<p>O relatório conclui que a rápida expansão do número de estudantes nas últimas décadas ampliou a tensão sobre os sistemas de ensino superior, deixando clara a necessidade de garantir padrões de qualidade no ensino e, simultaneamente, de aumentar o acesso de grupos desfavorecidos, a partir de um financiamento que seja equitativo e sustentável. </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-05/unesco-matriculas-no-ensino-superior-mais-que-dobraram-no-mundo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Encontro debate importância do ensino de jornalismo diante de IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 13:07:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[debate]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os avanços das tecnologias de inteligência artificial (as IAs) e também da desinformação impõem às faculdades de jornalismo a necessidade de potencializar uma formação humana baseada em crítica e ética. Essa é uma das considerações da professora Marluce Zacariotti, da Universidade Federal do Tocantins (UFT), presidente da Associação Brasileira de Ensino de Jornalismo (Abej).  Para ela, é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os avanços das tecnologias de inteligência artificial (as IAs) e também da desinformação impõem às faculdades de jornalismo a necessidade de potencializar uma formação humana baseada em crítica e ética. Essa é uma das considerações da professora Marluce Zacariotti, da Universidade Federal do Tocantins (UFT), presidente da Associação Brasileira de Ensino de Jornalismo (Abej). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Encontro-debate-importancia-do-ensino-de-jornalismo-diante-de-IA.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para ela, é indispensável que esses pilares sejam responsáveis para a permanente conquista da confiança social, em dias tão desafiadores. A pesquisadora está em Brasília para o 25º Encontro Nacional de Ensino de Jornalismo (ENEJor), na Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB). As atividades acontecem até 24 de abril.</p>
<h2>Não precisa nova disciplina</h2>
<p>A pesquisadora entende que a formação e a profissão passam por momentos que pedem reflexão e ações. Não se trata, então, apenas de aperfeiçoamento técnico, de acrescentar uma disciplina de inteligência artificial ou de combate à desinformação na matriz curricular. Para ela, esses temas devem ser trabalhados de forma transversal nas disciplinas do curso. “É preciso olhar para a pedagogia do jornalismo com o objetivo de reafirmar o papel clássico da atividade”, disse à Agência Brasil. </p>
<p>A formação não deve abrir mão, segundo ela Marluce, de trabalhar a pesquisa jornalística e as metodologias de verificação de dados. Para ela, as tecnologias devem potencializar essas atividades, mas é preciso que seja reforçado o papel humano do fazer jornalístico. Olhar além dos muros da faculdade. Esse seria um papel da extensão universitária. Pensar em públicos e parcerias que vão colaborar com o aprendizado. “O jornalismo é um curso, por natureza, extensionista”. </p>
<p>No evento em Brasília, ela citou que é fundamental que os cursos de jornalismo estabeleçam parcerias para reafirmar o papel da extensão no processo de ensino e aprendizagem.</p>
<p>As instituições podem ajudar à pedagogia para ajudar a decifrar o “novo universo”, a fim de identificar contextos econômicos e políticos. “É preciso entender que a gente vive nesse novo universo. Fechar as portas para isso é estar distante também dos nossos alunos”.</p>
<p>O viés social seria, então, inerente à formação. Dentro desse olhar humano que se exige do estudante e do jornalista, a formação, segundo entende, não deve vilanizar as tecnologias. Ela defende que os pesquisadores não devem olhar para as novidades de forma apocalíptica. </p>
<p>“É preciso olhar e entender que são ferramentas que a gente precisa saber usar da melhor maneira possível. É não negar, mas aproveitar o potencial que elas podem ter para nos ajudar”. </p>
<p>Para ela, há alunos também sem entender como fazer a utilização dessas ferramentas. O diálogo com os alunos é fundamental para a busca de soluções. </p>
<h2>Expor o método</h2>
<p>Ela ressalta que é preciso que o jornalista seja formado com consciência cidadã. “É um caminho do qual não podemos abrir mão para o fortalecimento perante a sociedade. É preciso investir em educação midiática, a literacia midiática a fim de explicar para o público sobre o ecossistema mediático. </p>
<p>Neste cenário, será preciso compreender as diferenças sobre o que fazem os jornalistas e o que realizam os influenciadores. “Muitas vezes, as pessoas não sabem se aquilo é uma informação jornalística produzida por profissionais, com visões, abordagens e contextualização do tema”. </p>
<h2>Sistema midiático</h2>
<p>Não obstante, os professores devem levar em consideração que, na escalada da desinformação, o cenário é de completa reconfiguração do ecossistema midiático. Ela explica que os pesquisadores avaliam que as grandes corporações midiáticas são as<em> big techs</em> (gigantes de tecnologia) e não mais os veículos tradicionais. </p>
<p>“Se antes a gente falava de impérios midiáticos, agora lidamos com forças um pouco mais ocultas porque a gente está lidando com algoritmos”, argumenta. Um sistema midiático em que cada indivíduo é um gerador de dados. Esse sistema midiático, “digitalizado e plataformizado”, requer colocar a crítica e a ética antes da técnica. </p>
<p> Até por isso, ela diz que a formação em jornalismo deve prever uma preparação para encarar os desafios de forma responsável a fim de fazer o diferencial. “Não reproduzindo, mas produzindo com essas possibilidades tecnológicas”. </p>
<h2>Presença</h2>
<p>A pesquisadora também destaca que a formação na profissão deveria priorizar aspectos presenciais. “O jornalismo é uma atividade coletiva, que exige a troca. É sempre muito difícil imaginar como fazer isso totalmente <em>online</em>”.</p>
<p>Da mesma forma, as redações coletivas no campo profissional são mais ricas de discussão do que o trabalho virtual. “Isso afeta, inclusive, o perfil do próprio jornalista”. O jornalista está cada vez mais na redação e menos na rua. Isso também tem relação com as condições precarizadas de trabalho.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-04/professora-diante-de-ia-e-fakes-curso-de-jornalismo-deve-ser-critico" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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