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	<title>ensino Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Encontro debate importância do ensino de jornalismo diante de IA</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/encontro-debate-importancia-do-ensino-de-jornalismo-diante-de-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 13:07:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os avanços das tecnologias de inteligência artificial (as IAs) e também da desinformação impõem às faculdades de jornalismo a necessidade de potencializar uma formação humana baseada em crítica e ética. Essa é uma das considerações da professora Marluce Zacariotti, da Universidade Federal do Tocantins (UFT), presidente da Associação Brasileira de Ensino de Jornalismo (Abej).  Para ela, é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os avanços das tecnologias de inteligência artificial (as IAs) e também da desinformação impõem às faculdades de jornalismo a necessidade de potencializar uma formação humana baseada em crítica e ética. Essa é uma das considerações da professora Marluce Zacariotti, da Universidade Federal do Tocantins (UFT), presidente da Associação Brasileira de Ensino de Jornalismo (Abej). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Encontro-debate-importancia-do-ensino-de-jornalismo-diante-de-IA.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para ela, é indispensável que esses pilares sejam responsáveis para a permanente conquista da confiança social, em dias tão desafiadores. A pesquisadora está em Brasília para o 25º Encontro Nacional de Ensino de Jornalismo (ENEJor), na Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB). As atividades acontecem até 24 de abril.</p>
<h2>Não precisa nova disciplina</h2>
<p>A pesquisadora entende que a formação e a profissão passam por momentos que pedem reflexão e ações. Não se trata, então, apenas de aperfeiçoamento técnico, de acrescentar uma disciplina de inteligência artificial ou de combate à desinformação na matriz curricular. Para ela, esses temas devem ser trabalhados de forma transversal nas disciplinas do curso. “É preciso olhar para a pedagogia do jornalismo com o objetivo de reafirmar o papel clássico da atividade”, disse à Agência Brasil. </p>
<p>A formação não deve abrir mão, segundo ela Marluce, de trabalhar a pesquisa jornalística e as metodologias de verificação de dados. Para ela, as tecnologias devem potencializar essas atividades, mas é preciso que seja reforçado o papel humano do fazer jornalístico. Olhar além dos muros da faculdade. Esse seria um papel da extensão universitária. Pensar em públicos e parcerias que vão colaborar com o aprendizado. “O jornalismo é um curso, por natureza, extensionista”. </p>
<p>No evento em Brasília, ela citou que é fundamental que os cursos de jornalismo estabeleçam parcerias para reafirmar o papel da extensão no processo de ensino e aprendizagem.</p>
<p>As instituições podem ajudar à pedagogia para ajudar a decifrar o “novo universo”, a fim de identificar contextos econômicos e políticos. “É preciso entender que a gente vive nesse novo universo. Fechar as portas para isso é estar distante também dos nossos alunos”.</p>
<p>O viés social seria, então, inerente à formação. Dentro desse olhar humano que se exige do estudante e do jornalista, a formação, segundo entende, não deve vilanizar as tecnologias. Ela defende que os pesquisadores não devem olhar para as novidades de forma apocalíptica. </p>
<p>“É preciso olhar e entender que são ferramentas que a gente precisa saber usar da melhor maneira possível. É não negar, mas aproveitar o potencial que elas podem ter para nos ajudar”. </p>
<p>Para ela, há alunos também sem entender como fazer a utilização dessas ferramentas. O diálogo com os alunos é fundamental para a busca de soluções. </p>
<h2>Expor o método</h2>
<p>Ela ressalta que é preciso que o jornalista seja formado com consciência cidadã. “É um caminho do qual não podemos abrir mão para o fortalecimento perante a sociedade. É preciso investir em educação midiática, a literacia midiática a fim de explicar para o público sobre o ecossistema mediático. </p>
<p>Neste cenário, será preciso compreender as diferenças sobre o que fazem os jornalistas e o que realizam os influenciadores. “Muitas vezes, as pessoas não sabem se aquilo é uma informação jornalística produzida por profissionais, com visões, abordagens e contextualização do tema”. </p>
<h2>Sistema midiático</h2>
<p>Não obstante, os professores devem levar em consideração que, na escalada da desinformação, o cenário é de completa reconfiguração do ecossistema midiático. Ela explica que os pesquisadores avaliam que as grandes corporações midiáticas são as<em> big techs</em> (gigantes de tecnologia) e não mais os veículos tradicionais. </p>
<p>“Se antes a gente falava de impérios midiáticos, agora lidamos com forças um pouco mais ocultas porque a gente está lidando com algoritmos”, argumenta. Um sistema midiático em que cada indivíduo é um gerador de dados. Esse sistema midiático, “digitalizado e plataformizado”, requer colocar a crítica e a ética antes da técnica. </p>
<p> Até por isso, ela diz que a formação em jornalismo deve prever uma preparação para encarar os desafios de forma responsável a fim de fazer o diferencial. “Não reproduzindo, mas produzindo com essas possibilidades tecnológicas”. </p>
<h2>Presença</h2>
<p>A pesquisadora também destaca que a formação na profissão deveria priorizar aspectos presenciais. “O jornalismo é uma atividade coletiva, que exige a troca. É sempre muito difícil imaginar como fazer isso totalmente <em>online</em>”.</p>
<p>Da mesma forma, as redações coletivas no campo profissional são mais ricas de discussão do que o trabalho virtual. “Isso afeta, inclusive, o perfil do próprio jornalista”. O jornalista está cada vez mais na redação e menos na rua. Isso também tem relação com as condições precarizadas de trabalho.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-04/professora-diante-de-ia-e-fakes-curso-de-jornalismo-deve-ser-critico" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Como a ditadura militar criou um império do ensino privado</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/como-a-ditadura-militar-criou-um-imperio-do-ensino-privado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 21:28:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1976, no auge da ditadura militar brasileira, um prédio construído com verba pública para ser uma escola da rede municipal de ensino &#8211; a Escola Politécnica de Foz do Iguaçu, no Paraná &#8211; foi entregue à iniciativa privada dias antes da inauguração. O beneficiário foi o Colégio Anglo-Americano, contratado pela Itaipu Binacional para educar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1976, no auge da ditadura militar brasileira, um prédio construído com verba pública para ser uma escola da rede municipal de ensino &#8211; a Escola Politécnica de Foz do Iguaçu, no Paraná &#8211; foi entregue à iniciativa privada dias antes da inauguração. O beneficiário foi o Colégio Anglo-Americano, contratado pela Itaipu Binacional para educar os filhos dos funcionários da hidrelétrica. O episódio marcou o nascimento de uma rede nacional de ensino particular sustentada, em grande parte, por recursos federais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Como-a-ditadura-militar-criou-um-imperio-do-ensino-privado.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O edifício da escola Politécnica tinha sido construído para ajudar a reduzir o déficit escolar em Foz do Iguaçu, que, na época, segundo relato do governo estadual à imprensa local, tinha 3 mil pessoas em idade escolar fora das salas de aula. </p>
<p>O professor aposentado da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) José Kuiava era o inspetor de ensino do município na ocasião e recorda o momento em quem recebeu a ordem de entregar as chaves da recém-construída escola para o dono do Colégio Anglo Americano, Ney Suassuna. “A ordem veio de Curitiba, via telefone, do diretor-geral da SEC [Secretaria de Educação] professor Ernesto Penauer, determinando que eu entregasse as chaves do prédio ao senhor Ney Suassuna”, lembra Kuiava. </p>
<p>Segundo ele, a situação gerou constrangimento: “eu já tinha dado na rádio, nas notícias dos jornais da inauguração do colégio, para que os alunos da região fossem atendidos lá. De repente tive que suspender tudo e dizer ‘olha, o colégio foi entregue nas mãos do Anglo-Americano, à disposição da Itaipu’”.</p>
<p>O contrato foi  assinado entre o Anglo-Americano, Itaipu e a Unicon, o consórcio de empreiteiras responsáveis pela construção da usina, em fevereiro de 1976. No acordo, as empreiteiras &#8211; remuneradas com recursos públicos de Itaipu &#8211; asseguravam o pagamento mínimo de 1.000 vagas. Mas no primeiro ano de funcionamento, o colégio tinha mais de 10 mil alunos matriculados. No auge das obras, chegou a ter mais de 14 mil estudantes. </p>
<p>Esta reportagem faz parte do projeto <em>Perdas e Danos</em>, o podcast da Radioagência Nacional que investiga a ditadura militar e que está na segunda temporada.</p>
<p>Mais detalhes sobre a política da ditadura que beneficiou uma escola privada em detrimento da rede pública de ensino estão no episódio 3 da 2ª Temporada: <em>Pedagogia do Privilégio</em>.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Como-a-ditadura-militar-criou-um-imperio-do-ensino-privado.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="FOTO DE ARQUIVO - Colégio Anglo-Americano, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Foto: Arquivo Nacional/Divulgação" title="Arquivo Nacional/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">Colégio Anglo-Americano, na zona sul do Rio de Janeiro &#8211; Foto: Arquivo Nacional/Divulgação</h6>
</p>
<h2>Galinha dos ovos de ouro</h2>
<p>O contrato com o Anglo-Americano fixava os valores das mensalidades que variavam de CR$ 300 a CR$ 500 (cruzeiro, a moeda então adotada pelo Brasil) a serem pagas por Itaipu, além do reajuste anual das mensalidades. Como referência, em 1975, a creche Casa da Criança, para crianças de baixa renda no Rio de Janeiro, cobrava uma mensalidade de CR$ 70. Diferente de outras escolas privadas, o Anglo-Americano não corria o risco de inadimplência. </p>
<p>Denise Sbardelotto, professora da Unioeste, estudou o projeto pedagógico de Itaipu e avaliou o contrato com o Anglo-Americano como desvantajoso para a administração pública.</p>
<p>“Itaipu e a Unicom constroem todos os prédios, toda a infraestrutura, desde carteiras, mobiliários, de coisas mais simples às mais complexas, como o material pedagógico, e entrega para o Anglo-Americano administrar, por muitos e muitos anos. E lucrar. Era uma galinha dos ovos de ouro”, conclui Denise.   </p>
<h2>Crescimento de 2.800%</h2>
<p>Até então, o Colégio Anglo-Americano era uma escola tradicional do Rio de Janeiro, com duas unidades na zona sul da capital fluminense. Depois de Itaipu, registrou um crescimento de 2.800%, considerado extraordinário pelo próprio dono da instituição, Ney Suassuna: “Eu fiquei pasmo de ver que era um mundo. O meu colégio no Rio tinha 500 alunos, o de lá tinha 14  mil”.</p>
<p>O Anglo-Americano foi comprado por Ney Suassuna cerca de um ano antes do contrato com Itaipu. Paraibano, o hoje suplente de senador e ex-ministro do governo Fernando Henrique Cardoso, fincou raízes no Rio de Janeiro ao trabalhar no Ministério do Planejamento, um dos mais poderosos do período ditatorial. Ele era assessor de ministros da pasta, entre eles Roberto Campos, figura central do regime autoritário. </p>
<h2>Ação entre amigos</h2>
<p>Segundo Ney Suassuna, o contrato foi firmado a partir de um encontro que ele solicitou com o então diretor-geral de Itaipu, general José Costa Cavalcanti. Os contatos políticos garantiram a reunião.</p>
<p>“Cheguei dizendo que era do Ministério do Planejamento, que tinha trabalhado com o ministro. Eu cheguei com o meu currículo na frente”, conta.</p>
<p>Além da confirmação do próprio Suassuna, não encontramos indícios de que houve um processo público para a contratação da empresa. Denise Sbardelotto também não achou nada que comprovasse um processo licitatório:</p>
<p>“Estive muitas vezes nos arquivos de Itaipu, busquei por todos os lugares, todas as fontes em Foz do Iguaçu, Câmara Municipal, e eu realmente não encontrei nenhum documento que garanta que foi licitação. Nós temos realmente um caso de escolha política arbitrária de um grupo educacional”, disse Sbardelotto.</p>
<h2>Ramo lucrativo </h2>
<p>O contrato abriu as portas de outras estatais para Ney Suassuna, como o contrato com a hidrelétrica de Tucuruí, no Pará, e com a Petrobras para atender famílias brasileiras no Iraque. O Anglo-Americano também ficou responsável por atender os filhos dos funcionários que trabalharam na construção de Itaipu no lado paraguaio. Os contratos turbinaram a empresa.</p>
<p>“De repente, eu tinha quase 50 mil alunos. Começou a crescer e eu comecei a fazer faculdades. Fiz nada mais, nada menos, do que faculdades desde o Rio Grande do Sul até a Paraíba. De tudo medicina, economia, direito, tudo”, lembra Suassuna.</p>
<p>Só seis anos depois do fim das obras de Itaipu, em 1988, o Anglo-Americano passou a receber alunos de fora da usina. Em 1990, repassou a escola mais simples para o Poder Municipal. E três anos depois começou a pagar o aluguel do prédio ocupado por quase 20 anos.</p>
<h2>Chuta-barros</h2>
<p>Reproduzindo uma lógica que permeou toda a obra de Itaipu, a estrutura educacional era diferente conforme a classe social. O Anglo-Americano era, na verdade, mais de um. Existiam duas unidades do colégio.</p>
<p>Existiam três vilas habitacionais para abrigar os funcionários de Itaipu e da Unicon, divididas conforme a posição dos trabalhadores na empresa. A vila A e B, onde viviam funcionários com melhores salários, eram atendidos por uma escola mais bem equipada. A unidade ficava em uma área arborizada da cidade e contava com biblioteca, laboratórios de química e física, hortas, fanfarra, área de exposições e auditório.</p>
<p>Já os filhos dos trabalhadores braçais moravam na Vila C e estudavam numa unidade feita de madeira pré-fabricada, 60 salas de aula, um ginásio e duas quadras descobertas.</p>
<p>Valdir Sessi estudou em ambas as escolas, pois a unidade melhor eventualmente recebia alunos da vila operária, e lembra que as desigualdades &#8211; e a diferença de tratamento &#8211; eram evidentes na sala de aula. </p>
<p>“A violência simbólica já definia. A roupa, o cabelo, o tênis, já denunciavam a classe social dentro do colégio, então não precisava ser um vidente para dizer quem era rico e quem era pobre. A professora não tinha dificuldade na aula para dirigir a palavra dela, entendeu? Tinha colega que usava a botina que o pai dava para ele quando já não dava mais para usar no canteiro de obra”, disse. </p>
<p>Em sua pesquisa, Denise Sbardelotto descobriu que havia um nome para os estudantes da escola mais simples, os chuta-barros. “Porque eles vinham com barro nas solas dos calçados”, explica. </p>
<p>Diferente da Vila A, que foi asfaltada antes, a Vila C, onde moravam os trabalhadores braçais, não tinha asfalto e a lama marcava os estudantes. </p>
<p>Denise conta que outra diferença mais profunda era o projeto pedagógico. Na ditadura, o ensino médio profissionalizante era obrigatório. No Anglo-Americano da Vila A, os cursos preparavam para o ensino superior. Já na Vila C, nem existia o segundo grau. </p>
<p>“Aos filhos dos trabalhadores mais subalternos, era destinada uma educação de primeiro grau e na sequência eles eram encaminhados para cursos profissionalizantes, no Senai ou qualquer outro curso ofertado nos centros comunitários. Alguns poucos que queriam fazer o segundo grau tinham que ir para Vila A. Aceitava-se [como alunos], mas eram os famosos chuta-barros”, conta Denise.</p>
<h2>Déficit educacional</h2>
<p>Para os moradores de Foz de Iguaçu, os problemas educacionais aumentaram. Quando Itaipu começou a ser construída, o município tinha apenas duas unidades de ensino de segundo grau, sendo uma de educação agrícola. </p>
<p>A partir da construção da hidrelétrica, a situação só se agravou. Para se ter uma ideia, em 10 anos, a população de  Foz de Iguaçu quadruplicou. Eram 34 mil habitantes em 1970, antes da construção da hidrelétrica. Saltou para 136 mil em 1980.</p>
<p>Para a construção da usina foram desapropriados 1,8 mil km², incluindo territórios indígenas, no Brasil e no Paraguai. Cerca de 40 mil pessoas foram retiradas de suas terras só no lado brasileiro. Nesse processo, Denise calcula que 95 escolas na região também foram por água abaixo.</p>
<p>Com o inchaço populacional, Foz do Iguaçu precisou reduzir a carga horária de todos os estudantes da rede pública para implantar um terceiro turno de aula no que seria o intervalo de almoço.</p>
<p>“Foi difícil, porque tinha um turno que era das 11h às 14h. Na hora do almoço”, lembra Kuiava.</p>
<p>Itaipu indenizou parte das escolas inundadas e investiu em projetos específicos para construir novas unidades, mas em número inferior às instituições fechadas. Denise Sbardelotto considera o investimento feito à época inexpressivo diante do montante direcionado ao Anglo-Americano.</p>
<p>“Algumas iniciativas pontuais de reforma de algumas escolas de periferia, rurais, algumas escolas em outros municípios nos arredores, mas eram reformas e ampliações muito ínfimas, muito inexpressivas, comparadas ao montante de recursos canalizados ao Anglo-Americano por muitos anos”.</p>
<h2>Outro lado</h2>
<p>Procuramos a Itaipu Binacional e perguntamos se o contrato com o Anglo-Americano era um acordo razoável, se seguiu boas práticas do setor público e se existiam registros do motivo que levou Itaipu a optar pela educação privada ao invés de estruturar a rede pública de ensino.</p>
<p>A empresa não respondeu diretamente as dúvidas, mas afirmou que a chegada de milhares de trabalhadores a Foz do Iguaçu exigiu a criação de infraestrutura inexistente, como moradias, hospital e o Anglo-Americano. E afirmou que havia qualidade de ensino.</p>
<p>“No Anglo-Americano, os filhos dos chamados barrageiros tinham acesso a uma educação integral, gratuita e inovadora para o período, que incluía, além das disciplinas tradicionais, atividades artísticas, culturais e de campo, apresentações de dança e teatro e sessões de cinema. Relatos de ex-alunos e professores indicam que esse modelo educacional contribuiu significativamente para a formação dos estudantes”, disse Itaipu em nota.</p>
<p>A nota também cita ações atuais para afirmar que o “apoio à educação permaneceu ao longo dos anos”.</p>
<p>“Como evidenciado pela atuação da Itaipu na mobilização para a instalação da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), em 2010&#8243;.</p>
<p>A íntegra da nota está na página do podcast.</p>
<p>Hoje, o Anglo-Americano de Foz do Iguaçu não pertence mais a Ney Suassuna. Entramos em contato com a instituição, mas não houve retorno. </p>
<p>Questionado sobre a escolha de Itaipu em direcionar os recursos públicos de educação para sua empresa, Ney Suassuna disse que o poder público não teria condições de estruturar a rede pública de ensino. “A cidade de Itaipu tinha muito pouca gente e não tinha os prédios, não tinha nada, não tinha outra forma a não ser essa. Não tinha a menor chance. Nem no municipal e nem tampouco no estadual. Em nenhum lugar, não tinha nada. Nós éramos os desbravadores”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/como-ditadura-militar-criou-um-imperio-do-ensino-privado" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/como-a-ditadura-militar-criou-um-imperio-do-ensino-privado/">Como a ditadura militar criou um império do ensino privado</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Indígena aprovada no Sisu antes de concluir ensino médio garante vaga na Ufam</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/indigena-aprovada-no-sisu-antes-de-concluir-ensino-medio-garante-vaga-na-ufam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 16:27:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há exatos 40 dias, a jovem indígena Emanuelle Õkapa deu início à realização de um sonho de infância: estudar para se tornar uma bióloga. Essa conquista só foi possível graças a uma atuação conjunta da Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) e da Defensoria Pública da União (DPU). Isso porque a estudante, da etnia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há exatos 40 dias, a jovem indígena Emanuelle Õkapa deu início à realização de um sonho de infância: estudar para se tornar uma bióloga. Essa conquista só foi possível graças a uma atuação conjunta da Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) e da Defensoria Pública da União (DPU).</p>
<p>Isso porque a estudante, da etnia Apurinã, nascida e criada em Tapauá, foi aprovada pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para cursar o bacharelado em Ciências Biológicas em Manaus antes de concluir o Ensino Médio.</p>
<p>Dado o curto prazo para a matrícula e o fato de ela ainda não ter completado os 18 anos, a família buscou a ajuda da Defensoria Pública para recorrer ao Judiciário a fim de garantir a vaga e a realização de um exame final extraordinário que permitiu a conclusão antecipada do 3º ano na escola, o que possibilitou que ela iniciasse a graduação.</p>
<p>O caso de Emanuelle chegou à DPE-AM por meio da unidade da Defensoria em Tapauá no início do ano. A mãe da jovem, Isa Santarém, conta que procurou a instituição por orientação do diretor da escola onde a primogênita estudava.</p>
<p>“Fui no mesmo dia até a Defensoria e já me informei sobre quais documentos seriam necessários e tudo mais”, recorda a mãe. Ela lembra que o prazo, entre a publicação da lista de aprovados e a data final para a realização da matrícula, era de apenas cinco dias.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Articulação institucional</h2>
<p>Diante da urgência, o defensor público Renato Fernandes ressaltou que a situação exigiu articulação institucional e a atuação coordenada.</p>
<p>“A adolescente já havia sido convocada para matrícula, mas ainda precisava cursar o terceiro ano do Ensino Médio. Se nada fosse feito, ela perderia a vaga. Nós estruturamos o mandado de segurança pedindo a aplicação de uma prova para aferição de conhecimento e a reserva da vaga na universidade até a emissão do certificado”, detalha o defensor.</p>
<p>Como o processo, além da Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc), envolvia a Ufam, cuja competência jurisdicional é da Justiça Federal, a DPU precisou ser acionada.</p>
<p>Por meio da atuação do defensor público federal João Thomas Luchsinger, a DPU formalizou a petição na Justiça Federal com base na minuta elaborada pela DPE-AM.</p>
<p>Emanuelle diz que os momentos entre a aprovação no Sisu e a efetivação da matrícula foram de aflição.</p>
<p>“Eu tive muito medo de perder a vaga, mas minha mãe me deu muita força, dizendo que iriamos conseguir por meio da Defensoria. Foi muito legal ver a maneira como asseguraram os meus direitos para eu poder estar aqui hoje”, ressalta a jovem universitária.</p>
<p>Isa Santarém afirma que sempre teve fé que a filha conseguiria realizar o sonho, mas que ainda assim se surpreendeu com o trabalho da Defensoria Pública.</p>
<p>“Tenho muita gratidão ao trabalho do defensor Renato Fernandes. Eu falo para todo mundo que foi algo extraordinário, que ele é um profissional de alta competência, porque o tempo era muito pequeno”, ressalta, ao lembrar que pessoas próximas, preocupadas com a situação, tentavam reduzir as expectativas das duas em relação ao processo, observando que algumas decisões judiciais demoram para sair.</p>
<p>“Mas, não. A decisão saiu em um dia e, no dia seguinte, a Ufam deferiu a matrícula dela”, enfatiza.</p>
<p>Ao descrever o atendimento da DPE-AM, a mãe afirma que viu “empenho e uma vontade muito grande de ajudar”.</p>
<p>“Teve ocasiões em que o doutor Renato me mandou mensagem à noite pedindo documentos. Então, isso alegrava muito o meu coração, de saber que tinha alguém se importando que tudo desse certo, que estava trabalhando até fora do seu horário de trabalho regular. Por isso sou muito grata”, relembra.</p>
<p>Após a decisão favorável do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), Emanuelle fez a prova, foi aprovada e pôde dar sequência aos procedimentos para iniciar a graduação em Manaus.</p>
<p>Do despertar para a biologia à aprovação para a Ufam</p>
<p>Emanuelle Õkapa conta que, por ser indígena e por ter crescido no interior, sempre teve muito contato com a natureza e sempre foi curiosa. “Era um hobby meu pesquisar sobre a vida no geral, a vida humana, animal e as plantas também”, recorda.</p>
<p>“No interior, eu sempre perguntava para a minha vó qual o curso que a gente estuda isso. Um dia resolvemos assistir a um programa de TV e aí vimos biólogos falando. Ali nasceu uma semente, mas eu fui crescendo e vendo outros cursos também”, acrescenta.</p>
<p>A jovem sempre estudou em escolas públicas e não teve condições de pagar cursinhos pré-vestibulares. “Eu estudava sozinha em casa. Lia, corria para o YouTube e fiz o Enem. Quando eu vi minha nota, lembrei da biologia, e apliquei no Sisu para ver, vi que tinha chances. Fui olhar a grade do curso e me reencontrei com o sonho de infância. Então, me inscrevi”, relata.</p>
<p>A aprovação do Sisu, ressalta Emanuelle, foi um dos momentos mais felizes da vida. “Foram noites estudando, renunciando a muita coisa porque tinha esse objetivo de passar. Quando vi que fui aprovada, corri para contar para minha mãe. Foi muita alegria”, finaliza.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Conquista coletiva</h2>
<p>Isa Santarém diz que, além de uma vitória pessoal da família, a conquista da filha ingressar na Ufam é simbólica para os povos do interior, especialmente de Tapauá, município da calha do Purus que fica a dois dias de viagem de barco de Manaus.</p>
<p>“Sempre fiz de tudo para meus filhos alcançarem coisas que eu não alcancei, para pisarem lugares que eu não pisei. Eu me sinto realizada através da vida da minha filha. Tenho 42 anos e agora que eu estou terminando a minha primeira graduação, mas ela está entrando para faculdade com 17. Então, isso significa muita coisa. Ela vai ser referência para os outros jovens da família e da nossa comunidade”, afirma.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Estratégia jurídica</h2>
<p>Estudantes aprovados em universidades antes da conclusão do Ensino Médio costumam recorrer ao exame supletivo para obter certificação antecipada. No entanto, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) vedou a emissão de certificado por meio de supletivo para jovens com menos de 18 anos, o que inviabilizou essa alternativa para Emanuelle.</p>
<p>Diante disso, a Defensoria Pública adotou outra estratégia jurídica. O pedido apresentado não buscou supletivo, mas a aplicação de uma avaliação extraordinária pela própria rede estadual de ensino, nos moldes de avanço de série. Como se trata do último ano do Ensino Médio, a aprovação na prova resulta na certificação regular.</p>
<p>O desfecho favorável estabelece um parâmetro no Amazonas, que poderá ser aplicado em novos casos de alunos aprovados precocemente em universidades.</p>
<p>Segundo o defensor público Renato Fernandes, o processo foi considerado, desde o início, um caso complexo. Para que a Emanuelle conseguisse efetivar a matrícula no curso, a reunião da documentação necessária e a atuação da Defensoria foram uma corrida contra o tempo.</p>
<p>“Quando a matrícula na Ufam começou, a Emanuelle ainda não tinha concluído o Ensino Médio. Trabalhamos na orientação dela e da mãe para o preenchimento dos documentos corretos e corremos contra o tempo para acionar todas as instituições envolvidas. Era um caso que envolvia o sonho de uma adolescente e isso mexe muito com a gente, porque sabemos da importância do acesso ao Ensino Superior. Quando saiu a liminar, foi emocionante”, ressaltou.</p>
<p>A parceria com a DPU foi essencial para a resolução do processo, visto que a Ufam não é de competência do Estado. Para o defensor público da União João Thomas Luchsinger, a atuação conjunta teve um final feliz para todos os envolvidos.</p>
<p>“A sensação é de missão cumprida. Esse foi um caso emocionante, onde notamos essa falha da Universidade Federal do Amazonas em reconhecer a trajetória da nossa assistida, que estudou integralmente em uma escola pública a vida toda. Faltou uma atenção maior para o potencial da Emanuelle, que, sem a atuação conjunta das Defensorias, talvez não pudesse realizar o seu sonho de viver a ciência”, ressaltou.</p>
<p><em>(*) Com informações da assessoria</em></p>
<p>Leia Mais:</p>
<p>No Dia dos Povos Indígenas, organizações cobram demarcações e proteção</p>
<p>Últimos dias de inscrições para formação em Cultura Digital para índigenas</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/indigena-aprovada-no-sisu-antes-de-concluir-ensino-medio-garante-vaga-na-ufam/">Indígena aprovada no Sisu antes de concluir ensino médio garante vaga na Ufam</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Pé-de-Meia reduz abandono escolar no ensino médio em 43% em dois anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 16:40:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desde a sua criação há dois anos, o Programa Pé-de-Meia reduziu o abandono escolar no ensino médio em 43%. Em 2024, a taxa de evasão era de 6,4% e caiu para 3,6%, no ano passado. O anúncio foi feito pelo ministro da Educação (MEC), Camilo Santana, acompanhado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na manhã desta quarta-feira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde a sua criação há dois anos, o Programa Pé-de-Meia reduziu o abandono escolar no ensino médio em 43%. Em 2024, a taxa de evasão era de 6,4% e caiu para 3,6%, no ano passado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Pe-de-Meia-reduz-abandono-escolar-no-ensino-medio-em-43-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O anúncio foi feito pelo ministro da Educação (MEC), Camilo Santana, acompanhado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na manhã desta quarta-feira (1º), em Fortaleza, durante a cerimônia de inauguração da primeira fase das obras do campus do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) no Ceará.</p>
<p>O presidente Lula afirmou que seu governo tem feito investimentos no setor da educação que não vinham sendo priorizados em gestões anteriores.</p>
<p>“Na história da humanidade, nenhum país se desenvolveu no planeta Terra sem antes investir na formação do seu povo, que dá conhecimento, cidadania e, inclusive, dá soberania.&#8221;</p>
<p>O Pé-de-Meia funciona como uma poupança para incentivar a permanência de jovens nos estudos até a conclusão do ensino médio. O ministro da Educação – que deixará o cargo até sábado (4) para concorrer nas eleições de outubro – reforçou que o objetivo é que nenhum aluno fique fora da escola pública em todo o país.</p>
<p>Camilo Santana destacou a importância do incentivo financeiro na queda de quase metade do número de estudantes que abandonam os estudos antes de concluírem a educação básica.</p>
<p>“Os alunos do Pé-de-Meia sabem o que significa o programa. Muitos colegas [deles] tiveram que abandonar a escola para ajudar no orçamento familiar e melhorar a vida de seus pais.”</p>
<h2>Efetividade</h2>
<p>O MEC também afirma que o Pé-de-Meia é responsável pela redução da taxa de reprovação escolar em 33% no mesmo período (2024 e 2025).</p>
<p>O ministro da Educação também comemorou a queda de 27,4% do atraso escolar (distorção idade-série).</p>
<p>“Isso significa que o aluno está passando de ano. Somente no 3º ano do ensino médio, a distorção idade-série dos alunos caiu 63%.”</p>
<h2>Pé-de-Meia </h2>
<p>Desde sua criação, o Pé-de-Meia já beneficiou 5,6 milhões de estudantes, o que corresponde a mais da metade (54%) do total de alunos do ensino médio público do país.</p>
<p>Confira o número de beneficiários por unidade da federação.</p>
<p>O investimento do governo federal na chamada Poupança do Ensino Médio totalizou R$ 18,6 bilhões ao longo dos anos letivos de 2024 e 2025.</p>
<h2>Poupança </h2>
<p>O Ministério da Educação esclarece que a participação no Pé-de-Meia ocorre de forma automática para os estudantes matriculados na rede pública de saúde e com inscrições ativas no Cadastro Único (CadÚnico).</p>
<p>Considerando todas as parcelas de incentivo, os depósitos anuais e o adicional de R$ 200 pela participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os valores do Pé-de-Meia podem chegar a R$ 9,2 mil por aluno. </p>
<p>O estudante pode consultar os <em>status</em> de pagamentos (rejeitados ou aprovados), informações escolares e regras do programa na página eletrônica do Pé-de-Meia, com <em>login</em> da plataforma digital Gov.br. </p>
<p>Se precisar de ajuda, o estudante ainda conta com outros canais de atendimento, como o Fale Conosco, no telefone 0800-616161.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-04/pe-de-meia-reduz-abandono-escolar-no-ensino-medio-em-43-em-dois-anos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Enem passa a compor Saeb e vai medir a qualidade do ensino no Brasil</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/enem-passa-a-compor-saeb-e-vai-medir-a-qualidade-do-ensino-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 17:47:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será usado para avaliar a educação brasileira. As provas anuais que, tradicionalmente, servem como principal porta de entrada na educação superior no Brasil, passam a ter a função de avaliar as competências e habilidades esperadas para o fim da educação básica. A alteração nas atribuições do exame está [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será usado para avaliar a educação brasileira. As provas anuais que, tradicionalmente, servem como principal porta de entrada na educação superior no Brasil, passam a ter a função de avaliar as competências e habilidades esperadas para o fim da educação básica.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Enem-passa-a-compor-Saeb-e-vai-medir-a-qualidade.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A alteração nas atribuições do exame está no decreto presidencial 12.915   assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta segunda-feira (30), em Brasília, e publicado na edição do Diário Oficial da União desta terça-feira (31).</p>
<p>De acordo com o Ministério da Educação (MEC), a nova competência do Enem vai contribuir para a produção de indicadores educacionais que apoiem o acesso a políticas públicas educacionais.</p>
<p>Na cerimônia onde foi sancionado o decreto presidencial, o ministro da Educação, Camilo Santana, destacou com a medida a avaliação será mais precisa.</p>
<p>“Muitas vezes, o aluno que está no terceiro ano [do ensino médio] não está preocupado com a prova do Saeb, mas com a prova do Enem. Por isso, não tenho dúvidas de que vamos aumentar a participação e fortalecer a avaliação do terceiro ano.”</p>
<h2>Parte do Saeb</h2>
<p>Com o novo decreto, o Enem passa a ser a ferramenta oficial do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) para o fim do ensino médio.</p>
<p>O MEC afirma que os resultados obtidos no exame vão servir para atestar o domínio das competências e das habilidades esperadas ao final da educação básica, conforme determinado na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e com as diretrizes curriculares nacionais da educação básica.</p>
<p>Isso significa que os dados coletados no exame serão usados para calcular o desempenho das escolas e o nível de aprendizado dos jovens nas redes de ensino públicas e privadas do país. </p>
<p>Na prática, os dados do Enem vão contribuir para saber se as metas estabelecidas estão sendo batidas.</p>
<h2>Diagnóstico e qualidade</h2>
<p>Como milhões de estudantes fazem o Enem anualmente, o MEC projeta que o diagnóstico gerado será mais preciso e abrangente.</p>
<p>Ao longo do tempo, os indicadores educacionais produzidos pelo Enem poderão ajudar a identificar desigualdades educacionais e também a garantir um padrão de qualidade na educação.</p>
<p>A medida pode garantir a comparação dos resultados do monitoramento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE).</p>
<h2>Transição</h2>
<p>Posteriormente, o MEC planeja publicar uma portaria para definir a regra de transição para os as edições do Enem de 2027 e 2028 e o uso dos resultados do Saeb de 2025 para fins de cálculo de indicadores educacionais.</p>
<p>Segundo a pasta, a transição irá preservar “a comparabilidade das séries históricas e assegurar continuidade ao monitoramento das metas educacionais”, disse em nota pública.</p>
<h2>Enem</h2>
<p>O Enem continua sendo a principal ferramenta para ingressar no ensino superior, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu); e de iniciativas federais como o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).</p>
<p>Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão desta etapa de ensino para os candidatos que têm 18 anos completos e também alcançam a pontuação mínima em cada área do conhecimento das provas e na redação.</p>
<p>Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições de ensino superior de Portugal que têm convênio com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para aceitarem as notas do exame.</p>
<p>Desde 1998, o Inep é responsável pela realização anual do Enem.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/enem-passa-compor-saeb-e-vai-medir-qualidade-do-ensino-no-brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>MEC divulga lista de espera do Prouni para bolsas do ensino superior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 13:37:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta terça-feira (31) o resultado da lista de espera do Programa Universidade para Todos (Prouni) no primeiro semestre. Os inscritos devem acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior na parte do Prouni. Para acessar, é preciso digitar o login e senha da conta Gov.br. A iniciativa federal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta terça-feira (31) o resultado da lista de espera do Programa Universidade para Todos (Prouni) no primeiro semestre.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/MEC-divulga-lista-de-espera-do-Prouni-para-bolsas-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os inscritos devem acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior na parte do Prouni. Para acessar, é preciso digitar o login e senha da conta Gov.br.</p>
<p>A iniciativa federal oferece bolsas de estudo integrais e parciais (50% do valor da mensalidade) em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas.</p>
<p>Todas as informações sobre as regras do processo seletivo estão no Edital nº 2/2026.</p>
<h2>Próxima etapa</h2>
<p>Os pré-selecionados terão até 10 de abril para enviar a documentação necessária à comprovação das informações declaradas na inscrição.</p>
<p>Os estudantes poderão comparecer às instituições de ensino superior para entregar presencialmente a documentação ou encaminhá-la por meio virtual definido pela faculdade privada.</p>
<h2>Bolsas de estudo</h2>
<p>Neste ano, estão sendo ofertadas 595.374 bolsas, em 895 cursos de 1.046 instituições privadas de ensino superior de todo o país.</p>
<p>A edição de 2026 é a maior da história do Prouni, que ocorre há 22 anos.</p>
<p>O requisito para ter a bolsa integral do programa é comprovar a renda familiar menor ou igual a um salário-mínimo e meio por pessoa. Para a bolsa parcial (50%), a renda familiar não pode ultrapassar três salários mínimos por pessoa.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/mec-divulga-lista-de-espera-do-prouni-para-bolsas-do-ensino-superior" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mec-divulga-lista-de-espera-do-prouni-para-bolsas-do-ensino-superior/">MEC divulga lista de espera do Prouni para bolsas do ensino superior</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Plataforma do MEC facilita volta de jovens e adultos ao ensino público</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/plataforma-do-mec-facilita-volta-de-jovens-e-adultos-ao-ensino-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 17:32:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Qualquer pessoa com 15 anos ou mais que deseje concluir os estudos poderá registrar um pedido de matrícula na plataforma Cadastro da Educação de Jovens e Adultos (CadEJA), lançada pelo Ministério da Educação (MEC) neste sábado (28), durante o Encontro Nacional da EJA. O novo sistema do governo federal registra informações sobre a oferta de turmas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/plataforma-do-mec-facilita-volta-de-jovens-e-adultos-ao-ensino-publico/">Plataforma do MEC facilita volta de jovens e adultos ao ensino público</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Qualquer pessoa com 15 anos ou mais que deseje concluir os estudos poderá registrar um pedido de matrícula na plataforma Cadastro da Educação de Jovens e Adultos (CadEJA), lançada pelo Ministério da Educação (MEC) neste sábado (28), durante o Encontro Nacional da EJA.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Plataforma-do-MEC-facilita-volta-de-jovens-e-adultos-ao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O novo sistema do governo federal registra informações sobre a oferta de turmas e a demanda por matrículas para Educação de Jovens e Adultos na rede pública de ensino básico em todo o país.</p>
<p>O objetivo do MEC é facilitar o processo de matrícula escolar, a partir da mobilização das secretarias de educação para atender as demandas.</p>
<h2>Como se cadastrar</h2>
<p>Para quem quer iniciar os estudos ou voltar a estudar, o Cadastro da Educação de Jovens e Adultos (CadEJA) tem duas formas de inscrição.  </p>
<p>As pessoas que conseguem ler e escrever devem se inscrever pelo site do programano CadEJA ou pelo aplicativo MEC Enem e preencher formulário <em>online</em> com nome completo, número do CPF, data de nascimento, um número de telefone ou WhatsApp com DDD ou outra forma de contato, como o <em>e-mail</em> ou telefone de parente ou vizinho.</p>
<p>Para a ferramenta filtrar a escola mais próxima e a melhor turma, primeiramente, os jovens e adultos devem escolher a unidade da federação, o município e o bairro onde desejam estudar e o turno – se manhã, tarde ou noite.</p>
<p>Na penúltima etapa, o internauta precisa marcar a opção de quando parou de estudar: antes de aprender a ler e escrever; no ensino fundamental; ou no ensino médio (antigo segundo grau).</p>
<p>No final, o futuro estudante deve indicar situações especiais, como estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico) e/ou ser uma pessoa com deficiência (PCD).</p>
<h2>Próximos passos</h2>
<p>Depois de fazer a inscrição, o cidadão recebe um número de protocolo e deve aguardar o contato da Secretaria de Educação local com oferta de EJA no bairro escolhido. </p>
<p>Com a sinalização de existência da vaga pela rede pública de ensino, basta a pessoa realizar a matrícula para voltar a estudar.</p>
<h2>CadEJA</h2>
<p>O Cadastro da Educação de Jovens e Adultos faz parte do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA), política que visa superar o analfabetismo e elevar a escolaridade da população com mais de 15 anos que não terminou os estudos na idade recomendada.</p>
<p>O Ministério da Educação ressalta que, atualmente, não existe nenhum meio físico ou digital para que as pessoas possam registrar a demanda pela modalidade, exceto nas próprias escolas. Por isso, a nova plataforma foi criada.</p>
<p>Caso precise de ajuda para entender a inovação tecnológica, o MEC disponibiliza a página virtual do CadEJA e o canal de atendimento telefônico oficial: 0800-616161.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/plataforma-do-mec-facilita-volta-de-jovens-e-adultos-ao-ensino-publico" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Instituto oferta videoaulas de português a alunos do ensino médio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/instituto-oferta-videoaulas-de-portugues-a-alunos-do-ensino-medio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 15:52:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Alunos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) disponibilizou videoaulas gratuitas de língua portuguesa voltadas a alunos do ensino médio e professores. Os documentos estão disponíveis no portal da OBMep (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas). A iniciativa oferece suporte ainda mais completo para a formação dos estudantes, principalmente aqueles com menos acesso a materiais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) disponibilizou videoaulas gratuitas de língua portuguesa voltadas a alunos do ensino médio e professores.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Instituto-oferta-videoaulas-de-portugues-a-alunos-do-ensino-medio.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os documentos estão disponíveis no portal da OBMep (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas).</p>
<p>A iniciativa oferece suporte ainda mais completo para a formação dos estudantes, principalmente aqueles com menos acesso a materiais educacionais.</p>
<p>O objetivo é desenvolver as habilidades de leitura, interpretação de texto e escrita.</p>
<p>De acordo com o Impa, essas competências são essenciais para o desempenho acadêmico e para as edições anuais do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).</p>
<h2>Conteúdo gratuito</h2>
<p>O Portal da OBMep reúne materiais didáticos gratuitos, com videoaulas, apostilas, exercícios, problemas resolvidos e conteúdos organizados por nível de ensino. A plataforma anuncia que, em breve, poderá disponibilizar o conteúdo de português em um aplicativo.</p>
<p>As aulas da disciplina abordam temas centrais do currículo do ensino médio, como variação linguística, neologismo semântico, classe de palavras, comunicação oral e escrita, sentido literal das palavras (denotação) e sentido figurado (conotação), entre outros conteúdos.</p>
<p>Para fazer os testes de conhecimento, é preciso se cadastrar na plataforma de ensino.</p>
<p>Além de língua portuguesa, o sistema do Impa também oferece conteúdos de matemática, para ensino fundamental 2 e ensino médio; física, para o 9º ano do ensino fundamental 2 e ensino médio; e quadrinhos de matemática, para ensino fundamental 1.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/instituto-oferta-videoaulas-de-portugues-alunos-do-ensino-medio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Número de alunos de ensino superior aumenta em 2023 e 2024</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/numero-de-alunos-de-ensino-superior-aumenta-em-2023-e-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 23:27:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alunos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ingresso no ensino superior voltou a crescer entre os anos 2023 e 2024. O total de matrículas atingiu 10,23 milhões de pessoas, um contingente maior do que a população inteira do estado de Pernambuco, que tem 9,5 milhões de habitantes. O percentual de crescimento no período foi de 2,5%, superior à taxa de crescimento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ingresso no ensino superior voltou a crescer entre os anos 2023 e 2024. O total de matrículas atingiu 10,23 milhões de pessoas, um contingente maior do que a população inteira do estado de Pernambuco, que tem 9,5 milhões de habitantes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Numero-de-alunos-de-ensino-superior-aumenta-em-2023-e.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O percentual de crescimento no período foi de 2,5%, superior à taxa de crescimento populacional em todos estados brasileiros, exceto Roraima, por causa da imigração estrangeira.</p>
<p>Os dados sobre o crescimento do número de alunos universitários estão descritos na 16ª edição do Mapa do Ensino Superior divulgado nesta quinta-feira (19) pelo Instituto Semesp – ligado ao Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior do Estado de São Paulo.</p>
<p>Conforme a publicação, de cada dez alunos que se matriculam no ensino superior oito ingressam em faculdades ou centros universitários privados. A diferença entre faculdades e centro universitários é que as faculdades tendem a ser destinadas a áreas específicas de conhecimento e dependem da aprovação do Ministério da Educação para novos cursos superiores.</p>
<p>O aumento do ingresso de alunos ocorre quando, pela primeira vez na história, o mapa registra que a proporção de matrículas no ensino a distância (50,7% do total) superou número de inscrições no ensino presencial (49,3%).</p>
<p>A maioria das matrículas serem em EAD é o cenário atual, apesar de a taxa de crescimento da modalidade no período (5,6%) ter diminuído de ritmo na comparação com anos da pandemia de covid-19.</p>
<h2>Desistência dos cursos</h2>
<p>O mapa elaborado pelo Instituto Semesp, a partir dos dados primários do Inep/MEC, chama atenção para a alta evasão de alunos dos cursos superiores.</p>
<p>Em 2024, um em cada quatro alunos do ensino superior público abandonou o curso. No ensino superior privado, a proporção de evadidos foi ainda maior, dois em cada cinco alunos.</p>
<h2>Cursos com mais demanda</h2>
<p>Os cursos de EAD mais procurados entre 2023 e 2024 na rede privada foram Pedagogia, Enfermagem e Administração. Na rede pública, os cursos a distância mais procurados são Educação Física, Matemática e Letras – todos para formação de professor (licenciatura).</p>
<p>Entre os cursos presenciais na rede privada os mais procurados estão Direito, Enfermagem e Psicologia. Na rede pública, a principal demanda é por Pedagogia, História e Letras – os dois últimos na modalidade de licenciatura.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/numero-de-alunos-de-ensino-superior-aumenta-em-2023-e-2024" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Sistema permite emissão de certificado de conclusão do ensino médio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sistema-permite-emissao-de-certificado-de-conclusao-do-ensino-medio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 18:07:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[certificado]]></category>
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		<category><![CDATA[conclusão]]></category>
		<category><![CDATA[emissão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025 que usaram o exame como estratégia para concluir a educação básica vão pode solicitar, a partir desta segunda-feira (2), a emissão digital do certificado de conclusão do ensino médio. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é responsável pelo desenvolvimento do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025 que usaram o exame como estratégia para concluir a educação básica vão pode solicitar, a partir desta segunda-feira (2), a emissão digital do certificado de conclusão do ensino médio.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sistema-permite-emissao-de-certificado-de-conclusao-do-ensino-medio.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é responsável pelo desenvolvimento do novo sistema. O diploma digital do ensino médio pelo Enem terá validade nacional.</p>
<p>Essa comprovação atesta a conclusão da educação básica é essencial para ingressar na educação superior, inscrever-se em concursos públicos que exigem nível médio, comprovar escolaridade em empregos, entre outros procedimentos.</p>
<h2>Onde solicitar</h2>
<p>O processo é inédito e dever ser feito por meio do portal Certificação Digital do Inep. Inicialmente, o Instituto Federal de São Paulo (IFSP) receberá a solicitação e será o responsável pela emissão dos certificados.</p>
<p>Após a instituição registrar a solicitação, o certificado será fornecido em alguns minutos. O objetivo da mudança é dar mais agilidade à emissão do certificado de conclusão para quem tem direito.</p>
<p>Historicamente, para conseguir o certificado de ensino médio, o candidato precisava levar seus resultados a uma unidade certificadora (como uma Secretaria de Educação ou Instituto Federal), esperar semanas e voltar ao local para buscar o documento físico.</p>
<h2>Quem pode solicitar</h2>
<p>Para ser apto a obter o certificado de conclusão do ensino médio, não basta apenas ter feito as prova do Enem. O Inep condiciona a emissão do documento ao cumprimento dos seguintes requisitos:</p>
<ul>
<li>Ter no mínimo 18 anos completos na data da primeira prova do Enem 2025;</li>
<li>Ter alcançado, no mínimo, 450 pontos em cada área do conhecimento do Enem 2025;</li>
<li>Ter obtido, pelo menos, 500 pontos na redação do Enem 2025.</li>
</ul>
<h2>Passo a passo</h2>
<p>O Inep, vinculado ao Ministério da Educação (MEC) criou um passo a passo com explicações de como solicitar o certificado de conclusão do ensino médio, pelo novo sistema.</p>
<ul>
<li>1.  acessar o site https://certificacaodigital.inep.gov.br e preencher os campos os campos da conta da plataforma Gov.br;</li>
<li>2.  no site principal, o usuário deverá novamente analisar seus dados e, se necessário, atualizá-los. Depois, clicar em “Salvar”;</li>
<li>3.  se o requerente for elegível, poderá solicitar o documento clicando em “Solicitar certificado”;</li>
<li>4.  a solicitação será registrada pela instituição certificadora</li>
<li>5.  o certificado será fornecido em alguns minutos;</li>
<li>6.  No menu, ao clicar em “Certificado”, o interessado poderá baixar o documento em PDF, basta clicar em “Baixar PDF”;</li>
<li>7.  A validação do certificado será a partir da leitura do QR Code, que abrirá o link https://certificacaodigital.inep.gov.br e validará o documento.</li>
</ul>
<h2>Histórico</h2>
<p>Desde a edição de 2025, o desempenho alcançado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) voltou a ser usado para a certificação de conclusão do ensino médio.</p>
<p>A política tinha sido descontinuada em 2017. Naquele ano, o Enem teve a função exclusiva de seleção para o ensino superior.</p>
<p>Em substituição, o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) foi definido como a prova oficial para essa finalidade.</p>
<p>O Enem de 2025 também voltou a declarar a proficiência parcial dos participantes, a partir do resultado conquistado no exame.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/sistema-permite-emissao-de-certificado-de-conclusao-do-ensino-medio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sistema-permite-emissao-de-certificado-de-conclusao-do-ensino-medio/">Sistema permite emissão de certificado de conclusão do ensino médio</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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