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	<title>escala Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>escala Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Governo lança campanha nacional pelo fim da escala de trabalho 6&#215;1</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/governo-lanca-campanha-nacional-pelo-fim-da-escala-de-trabalho-6x1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 21:26:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal lançou neste domingo (3) uma campanha nacional pelo fim da escala de trabalho 6&#215;1 sem redução de salário. O objetivo da proposta é “garantir mais tempo para a vida além do trabalho, tempo com a família, para o lazer, para a cultura e para o descanso”.  Pelo menos 37 milhões de trabalhadores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal lançou neste domingo (3) uma campanha nacional pelo fim da escala de trabalho 6&#215;1 sem redução de salário. O objetivo da proposta é “garantir mais tempo para a vida além do trabalho, tempo com a família, para o lazer, para a cultura e para o descanso”. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Governo-lanca-campanha-nacional-pelo-fim-da-escala-de-trabalho.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Pelo menos 37 milhões de trabalhadores podem ser beneficiados com a redução. </p>
<p>&#8220;Para fins de comparação, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil/mês beneficiou cerca de 10 milhões de pessoas. A garantia do descanso ainda tem potencial impacto positivo sobre a economia, estando alinhada com uma visão moderna de desenvolvimento, que combina produtividade, bem-estar e inclusão social &#8220;, esclareceu a Secretaria de Comunicação Social (Secom).</p>
<p>A proposta do governo estabelece um novo limite de jornada em 40 horas semanais e mantém as oito horas diárias de trabalho (inclusive para trabalhadores em escalas especiais). Com isso, os trabalhadores terão assegurados dois dias de repouso semanal de 24 horas consecutivas, preferencialmente aos sábados e domingos.</p>
<p>O modelo de cinco dias de trabalho para dois dias de descanso poderá ser definido em negociação coletiva, respeitando as peculiaridades de cada atividade.</p>
<h2>Campanha</h2>
<p>Com o slogan “Mais tempo para viver. Sem perder salário. Porque tempo não é um benefício. É um direito.”, a campanha pelo fim da escala 6&#215;1 será veiculada em canais de mídia digital, televisão, rádio, jornais, cinema e na imprensa internacional.</p>
<p>&#8220;A proposta é conscientizar empregados e empregadores que reduzir a escala é defender o convívio do trabalhador com sua família, é defender a família brasileira, é valorizar o trabalho, mas, também, a vida além do trabalho&#8221; apontou a Secom.</p>
<p>O governo defende que a mudança dialoga com transformações recentes na economia, como o avanço tecnológico e os ganhos de produtividade. “Jornadas mais equilibradas tendem a reduzir afastamentos, melhorar o desempenho e diminuir a rotatividade&#8221;, diz a Secom. </p>
<p>No dia 14 de abril, o governo federal encaminhou ao Congresso um projeto de lei alterando a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A proposta, que tramita com urgência constitucional, reduz o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garante dois dias de descanso remunerado e proíbe qualquer redução salarial.</p>
<p>Na prática, o texto coloca fim à escala 6&#215;1.A iniciativa tramita em conjunto com outras propostas no Congresso Nacional, que criou uma comissão especial para analisar uma proposta de Emenda à Constituição sobre o tema.</p>
<p>O colegiado foi instalado na quarta-feira (29). A comissão vai analisar a proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19 que trata do mesmo tema. O colegiado tem como presidente o deputado Alencar Santana (PT-SP). A relatoria caberá ao deputado Leo Prates (Republicanos-BA).</p>
<h2>Comissão</h2>
<p>Composta por 38 membros titulares e de igual número de suplentes, a comissão terá o prazo de até 40 sessões para proferir seu parecer. A partir de amanhã, tem início o prazo para a apresentação das emendas, que é de 10 sessões.</p>
<p>Santana afirmou que o tempo para a análise da proposta é apertado e que o colegiado deverá realizar, inicialmente duas reuniões semanais, às terças e quartas-feiras para debater a matéria.</p>
<p>O colegiado analisará duas propostas de redução na jornada de trabalho. A primeira, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 36 horas semanais. A transição se daria ao longo de dez anos.</p>
<p>A outra proposta apensada (PEC 8/25), da deputada Erika Hilton (Psol-SP), prevê uma escala de quatro dias de trabalho por semana, com limite de 36 horas no período.</p>
<p>Na prática, as PECs acabam com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6&#215;1). Se aprovados na comissão especial irão depois para votação no plenário.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/governo-lanca-campanha-nacional-pelo-fim-da-escala-de-trabalho-6x1" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Ato em São Bernardo mobiliza sindicatos e pede fim da escala 6&#215;1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 22:31:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Alguns milhares de trabalhadores e moradores da região do ABC paulista se reuniram, neste 1° de maio, no Paço Municipal de São Bernardo do Campo, onde acompanharam a festa promovida pelos sindicatos da região, em comemoração ao Dia do Trabalhador. As 26 agremiações, filiadas à Central Única dos Trabalhadores (CUT), se revezaram em discursos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns milhares de trabalhadores e moradores da região do ABC paulista se reuniram, neste 1° de maio, no Paço Municipal de São Bernardo do Campo, onde acompanharam a festa promovida pelos sindicatos da região, em comemoração ao Dia do Trabalhador.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Ato-em-Sao-Bernardo-mobiliza-sindicatos-e-pede-fim-da.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As 26 agremiações, filiadas à Central Única dos Trabalhadores (CUT), se revezaram em discursos e programação musical.</p>
<p>As principais pautas pediam o fim da escala de seis dias de trabalho para um de descanso (6&#215;1) e a expansão das políticas de combate ao feminicídio, com falas que discutiam a necessidade da participação popular para superar o machismo.</p>
<p>O evento contou com a participação de três ministros do governo federal: Luiz Marinho (Ministério do Trabalho e Emprego), Alexandre Padilha (da Saúde) e Leonardo Sarchini (da Educação). </p>
<p>“Toda vez que o presidente Lula governa o país, o 1° de maio costuma ser o dia da celebração mas também é o dia da consciência do trabalhador e da trabalhadora em relação ao que falta fazer. A batalha do ano é fazer o Congresso aprovar, antes das eleições [de outubro], a revisão da jornada 6&#215;1”, discursou Fernando Haddad, ex-ministro da Fazenda.</p>
<p>Haddad falou ainda sobre a importância da participação popular para a conquista de outros avanços, como a isenção do Imposto de Renda nas participações de lucros (PLR).</p>
<p>Representando o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, o presidente da entidade Moisés Selerges comemorou o bom momento para a categoria.</p>
<p>“Tivemos conquistas e hoje as taxas de desemprego são as melhores da história. Essas conquistas serão importantes porque somos os trabalhadores e trabalhadoras que produzem a riqueza do nosso país. Agora queremos, precisamos reduzir a jornada de trabalho. A nossa missão é pressionar, lá em Brasília, pra acabar com a jornada 6&#215;1.”</p>
<h2>Música ao vivo</h2>
<p>A programação da festa contou com apresentações musicais desde a manhã dessa sexta-feira. Os destaques foram o MC IG e Glória Groove, que se apresentaram no começo da noite. </p>
<h2>Segurança </h2>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Ato-em-Sao-Bernardo-mobiliza-sindicatos-e-pede-fim-da.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Bernardo do Campo (SP), 01/05/2026 - Guarda Civil de São Bernardo durante ato em comemoração ao dia do Trabalhador.&#13;&#10;Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Guarda Civil de São Bernardo durante ato em comemoração ao Dia do Trabalhador &#8211; Paulo Pinto/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>A Guarda Municipal de São Bernardo fez a segurança do evento, a partir de sua base no próprio Paço. Por volta das 16h interferiu em um confronto localizado, à esquerda do palco, removendo um homem a quem atribuíram ter iniciado uma confusão. No processo afastaram com violência o fotógrafo da Agência Brasil, Paulo Pinto.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-05/ato-em-sao-bernardo-mobiliza-sindicatos-e-pede-fim-da-escala-6x1" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Manifestação em SP pede fim da escala 6&#215;1 e ações contra o feminicídio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/manifestacao-em-sp-pede-fim-da-escala-6x1-e-acoes-contra-o-feminicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 20:40:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Centrais sindicais e movimentos sociais se manifestaram nesta sexta-feira (1º), na Praça Roosevelt, no centro de São Paulo, pela aprovação do fim da escala 6&#215;1 no Congresso Nacional e por medidas de enfrentamento ao feminicídio no país. Diversas pessoas criticaram, em camisetas e cartazes, a atuação de parlamentares no Congresso Nacional.  O professor da rede [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Centrais sindicais e movimentos sociais se manifestaram nesta sexta-feira (1º), na Praça Roosevelt, no centro de São Paulo, pela aprovação do fim da escala 6&#215;1 no Congresso Nacional e por medidas de enfrentamento ao feminicídio no país. Diversas pessoas criticaram, em camisetas e cartazes, a atuação de parlamentares no Congresso Nacional. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Manifestacao-em-SP-pede-fim-da-escala-6x1-e-acoes.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O professor da rede pública Marco Antônio Ferreira destacou que um dos desafios é convencer as novas gerações sobre e importância de trabalhar sob as regras da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), diante do crescimento da chamada pejotização, ou seja, a contratação de funcionários como Pessoa Jurídica (PJ). </p>
<p>&#8220;A gente, que é educador, não desiste nunca. Vemos muita gente para quem a ficha já caiu e acho que é luta. Gradativa e organizada, para trazer essa reflexão, ao máximo, para as pessoas enxergarem o mundo que está sendo construído, que não é um mundo melhor&#8221;, argumenta Ferreira. </p>
<p>Nesse tipo de contrato, pode haver a perda de direitos como férias remuneradas, 13º salário e a garantia de que receberão salário mesmo quando estiverem doentes. Esse tipo de contratação é, geralmente, firmado com quem é Microempreendedor Individual (MEI). </p>
<p>Hoje, no Brasil, tem ganhado cada vez mais integrantes o Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), ao mesmo tempo que uma parte do empresariado e outros setores da economia se opõem à redução de jornada e a consequente mudança nessas relações de trabalho.</p>
<p>Tentando colocar em vigor um regime de carga horária de 40 horas semanais, o governo federal enviou ao Congresso, em meados de abril, um projeto de lei com urgência. A proposta proíbe corte no salário como resultado da redução da jornada.</p>
<p>Segundo o educador, além de perder um tempo de descanso e lazer, por estar cumprindo expediente, muitos trabalhadores e trabalhadoras ficam impedidos de se dedicar a lutas coletivas, por direitos, como as que visam acabar com as desigualdades sociais. </p>
<p>&#8220;Militar, defender seus direitos, correr atrás já é difícil para quem não trabalha em escala 6&#215;1. Nessa escala, é desumano, a pessoa mal consegue cuidar da própria vida. Então, realmente, é uma forma de desorganizar e mesmo de desumanizar&#8221;, observa o educador.</p>
<p>A pesquisa <em>O Trabalho no Brasil</em>, encomendada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Fundação Perseu Abramo e outras entidades sindicais, apontou que mais da metade (56%) dos trabalhadores do setor privado sem carteira assinada já teve experiência anterior no regime CLT e quase dois terços (59,1%) afirmou que voltaria, sem dúvidas, a ter registro em carteira. </p>
<p>A Vox Populi, ao ouvir, para o levantamento, pessoas fora do mercado (mulheres em atividades de cuidado não remunerado e estudantes), descobriu que mais da metade (52,2%) gostaria de retornar e que 57,1% preferiam voltar ao mercado de trabalho com carteira assinada (CLT).</p>
<p>Outro apontamento foi o de que há confusão entre empreendedor e trabalho autônomo. Muitas pessoas participantes se declararam empreendedoras, quando eram, na realidade, PJs atingidas pela precarização.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Manifestacao-em-SP-pede-fim-da-escala-6x1-e-acoes.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo (SP), 01/05/2026 - Ato contra a escala 6x1.&#13;&#10;Foto: Letycia Treitero Kawada/Agência Brasil" title="Letycia Treitero Kawada/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta rtecenter"> Ato contra a escala 6&#215;1. Foto: Letycia Treitero Kawada/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Por todas as mulheres</h2>
<p>Em meio à onda de feminicídios e casos de violência de gênero por todo o país, os direitos das mulheres figuraram como agenda importante e urgente no protesto deste sábado. A pedagoga Silvana Santana diz que a misoginia agravada pode ser explicada com a ajuda de pensadores e pensadoras ocupados em denunciar o projeto colonialista ao qual os europeus sujeitaram o Brasil e que segue produzindo consequências. </p>
<p>Santana reconhece o valor das medidas que estão sendo tomadas pelo poder público, para proteger as mulheres, mas diz terem chegado com atraso e com alcance limitado, tendo em vista a urgência de se tratar negras e negros como sujeitos de direito. </p>
<p>&#8220;O que pensar da violência patrimonial, intelectual, das subjetividades, da negação desses corpos-mulheres? Fico pensando que é necessário um projeto mais ousado, no sentido de emancipação dos afrodescendentes do país.&#8221;</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/manifestacao-em-sp-pede-fim-da-escala-6x1-e-acoes-contra-o-feminicidio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Lula defende fim da escala 6&#215;1 como “passo histórico” para o país</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/lula-defende-fim-da-escala-6x1-como-passo-historico-para-o-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 00:20:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira (30), em pronunciamento pelo Dia do Trabalhador, que o fim da escala 6&#215;1 representa um “passo histórico” para o país. A proposta, já enviada ao Congresso, prevê a redução da jornada semanal para 40 horas, com dois dias de descanso e sem redução salarial. Na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira (30), em pronunciamento pelo Dia do Trabalhador, que o fim da escala 6&#215;1 representa um “passo histórico” para o país. A proposta, já enviada ao Congresso, prevê a redução da jornada semanal para 40 horas, com dois dias de descanso e sem redução salarial.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Lula-defende-fim-da-escala-6x1-como-passo-historico-para.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Na fala, Lula destacou que a medida busca melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, ampliando o tempo de descanso e convivência familiar, além de alinhar o Brasil a modelos de jornada considerados mais equilibrados em outros países.</p>
<p>&#8220;A elite brasileira sempre foi contra melhorias para o trabalhador: o salário mínimo, as férias remuneradas, o 13º salário. A turma do andar de cima disse que cada uma dessas conquistas ia quebrar o Brasil. E o Brasil nunca quebrou por dar direito aos trabalhadores&#8221;, disse Lula em cadeia nacional de Rádio e TV. </p>
<p>&#8220;Sempre ficou mais forte. Porque toda vez que a vida do trabalhador melhora, a roda da economia gira com mais força, e todo mundo acaba ganhando. É isso que vai acontecer com o fim da escala 6&#215;1 no Brasil&#8221;, complementou.</p>
<p>O tema tem sido uma das principais apostas do governo na agenda trabalhista e já está em tramitação no Congresso Nacional, com expectativa de avanço nas próximas semanas.</p>
<p>Ainda no pronunciamento, o presidente antecipou o lançamento do Novo Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas voltado à população endividada. A iniciativa deve oferecer descontos significativos de até 90% e permitir o uso de parte do FGTS para quitar débitos.</p>
<p>O programa é uma reformulação da política anterior de renegociação e tem como objetivo aliviar o orçamento das famílias, especialmente aquelas com dívidas de alto custo, como cartão de crédito e cheque especial. O governo também projeta impacto relevante na economia, inclusive com a liberação de recursos do FGTS para pagamento de dívidas.</p>
<p>Lula destacou que quem aderir ao programa ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas on-line, conhecidas como bets.</p>
<p>&#8220;Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar as dívidas de jogo dos maridos. Não foi nosso governo que deixou as bets entrarem no Brasil, mas é o nosso governo que vai colocar um limite à destruição que elas vêm causando&#8221;, disse o presidente.</p>
<p>Além dessas duas medidas, Lula também abordou outros temas no discurso, como taxas reduzidas de desemprego e de inflação, ampliação da licença paternidade, mudanças no imposto de renda e auxílio para gás de cozinha. E afirmou que, apesar dos conflitos no Oriente Médio, ações do governo brasileiro têm impedido a população de lidar com efeitos do aumento global do preço do petróleo. </p>
<p>&#8220;Quando os combustíveis sobem, o custo do transporte cresce, o preço dos alimentos aumenta e o custo de vida fica mais caro para o povo. Mas o nosso governo agiu rapidamente. Com muito esforço, tiramos os impostos dos combustíveis, tomamos uma série de medidas urgentes para conter o aumento dos preços, garantir o abastecimento e aliviar o peso da guerra sobre as famílias brasileiras&#8221;, disse Lula.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/lula-defende-fim-da-escala-6x1-como-passo-historico-para-o-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Câmara instala comissão para analisar PEC do fim da escala 6X1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 20:00:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados instalou nesta quarta-feira (29) a comissão especial que analisará a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19, que trata da redução da jornada de trabalho no país e extingue a escala 6&#215;1. O deputado federal Alencar Santana (PT-SP) foi eleito para presidir os trabalhos por 28 votos favoráveis e três brancos, e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados instalou nesta quarta-feira (29) a comissão especial que analisará a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19, que trata da redução da jornada de trabalho no país e extingue a escala 6&#215;1.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Camara-instala-comissao-para-analisar-PEC-do-fim-da-escala.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O deputado federal Alencar Santana (PT-SP) foi eleito para presidir os trabalhos por 28 votos favoráveis e três brancos, e a relatoria caberá a Leo Prates (Republicanos-BA).</p>
<p>O colegiado analisará duas propostas de redução na jornada de trabalho. A primeira, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 36 horas semanais. A transição se daria ao longo de dez anos.</p>
<p>A outra proposta apensada (PEC 8/25), da deputada Erika Hilton (Psol-SP), prevê uma escala de quatro dias de trabalho por semana, com limite de 36 horas no período.</p>
<p>Na prática, as PECs acabam com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6&#215;1). Se aprovados na comissão especial, os projetos irão depois para votação no plenário.</p>
<h2>Presidência da comissão</h2>
<p>Ao tomar posse como presidente, Santana disse que vai haver um debate amplo sobre o tema e lembrou das mudanças no mundo do trabalho ao longo dos séculos, frutos de lutas e disputas na sociedade.</p>
<p>“Menos de dois séculos atrás, no nosso país, ainda existia escravidão”, disse. “Nós tivemos, ao longo da história, o trabalho infantil praticamente como regra. Uma exploração brutal de crianças, adolescentes, sem qualquer dignidade, sem qualquer respeito. O mundo avançou, e todas essas mudanças ocorreram com divergências, resistências, mas o mundo foi evoluindo”, continuou.</p>
<p>Santana citou ainda a oposição a direitos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), criada durante o governo de Getúlio Vargas.</p>
<p>“Quando se criou o salário mínimo, quando se criaram outros direitos, como férias, décimo terceiro, sempre houve um setor que jogava de maneira contrária. Mas o mundo progrediu, e o trabalhador foi ganhando direitos ao longo do tempo”, afirmou.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Camara-instala-comissao-para-analisar-PEC-do-fim-da-escala.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF- 29/04/2026 – Instalação da comissão especial da Câmara que vai analisar as propostas que acabam com a escala 6x1.  Foto: Lula Marques/ Agência Brasil." title="Lula Marques/Agencia Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Instalação da comissão especial da Câmara que vai analisar as propostas que acabam com a escala 6&#215;1. Foto: Lula Marques/Agencia Brasil</h6>
</p>
<p>O relator, deputado federal Leo Prates, defendeu a redução da jornada e afirmou que a mudança, além de dar um maior período de descanso, trará mais qualidade de vida ao trabalhador. Esse tempo poderá ser utilizado para o convívio familiar, o lazer e cuidar da saúde. </p>
<p>“Não há preço que seja caro demais para a gente pagar enquanto poder público para um benefício social tão grande”, disse. “É sobre o futuro do nosso país, é sobre os seres humanos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu vejo muitos cristãos falando da deterioração das famílias. É sobre isso que nós estamos falando aqui. Não é só sobre os trabalhadores, é sobre as crianças que nós estamos falando. O relatório não será contra ninguém, será a favor das pessoas e a favor do nosso futuro do nosso país”, afirmou.</p>
<p>Os integrantes da comissão elegeram ainda a deputada Daiana Santos (PCdoB-RS) como primeira vice-presidente. A deputada conduzirá os trabalhos na ausência do presidente.</p>
<p>A parlamentar considera que o debate é um momento histórico para o país e defendeu que a redução trará um ambiente de trabalho mais digno, justo e honesto.</p>
<p>“Eu sou a única mulher que compõe essa mesa. Pelas mulheres trabalhadoras desse país, que têm dupla, tripla, quádrupla jornada, coloco aqui a minha disposição para o trabalho, para que a gente possa fazer essa entrega para as mulheres trabalhadoras, para os trabalhadores e para o povo brasileiro”, concluiu.</p>
<p>Além de Daiana, a comissão elegeu como segundo vice-presidente o deputado Luiz Gastão (PSD-CE), e a terceira vice-presidência ficou com o deputado Mauro Benevides Filho (União-CE).</p>
<h2>Prazo</h2>
<p>Composta por 38 membros titulares e igual número de suplentes, a comissão terá o prazo de até 40 sessões para proferir seu parecer. A partir de amanhã, tem início o prazo para a apresentação das emendas, que é de 10 sessões.</p>
<p>O presidente da comissão afirmou que o tempo para a análise da proposta é apertado e que o colegiado deverá realizar, inicialmente, duas reuniões semanais, às terças e quartas-feiras, para debater a matéria.</p>
<p>A comissão foi criada na sexta-feira (24) após a proposta ter a sua admissibilidade aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na quarta-feira (22).</p>
<p>Ontem (28), ao anunciar a instalação do colegiado, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que conversou com o presidente e o relator da comissão para conduzir o debate ouvindo amplos setores da sociedade. Motta citou como exemplo trabalhadores, empresários, Judiciário, governo, pesquisadores, universidades, entre outros.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/camara-instala-comissao-para-analisar-pec-do-fim-da-escala-6x1" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Fim da escala 6&#215;1 é principal bandeira nos atos do 1° de Maio no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 16:29:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fim da escala 6&#215;1 é a principal bandeira a ser defendida pelas centrais sindicais nos atos descentralizados realizados em todo o país no 1º de maio, sexta-feira, data comemorativa do Dia do Trabalhador. A medida é vista como essencial para garantir qualidade de vida e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. Atualmente, várias propostas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O fim da escala 6&#215;1 é a principal bandeira a ser defendida pelas centrais sindicais nos atos descentralizados realizados em todo o país no 1º de maio, sexta-feira, data comemorativa do Dia do Trabalhador. A medida é vista como essencial para garantir qualidade de vida e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Fim-da-escala-6x1-e-principal-bandeira-nos-atos-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Atualmente, várias propostas pelo fim da escala 6&#215;1 estão em tramitação no Congresso Nacional. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, inclusive, enviou para a Casa Legislativa um projeto de lei (PL) com urgência constitucional para acabar com a escala 6&#215;1 e reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais.</p>
<h2>Atos em São Paulo</h2>
<p>Na capital paulista, sem poder reunir os trabalhadores na Avenida Paulista devido a outras manifestações marcadas previamente no local, as centrais ocuparão outros espaços de relevância.</p>
<p>A CUT (Central Única dos Trabalhadores) começa sua programação com ações políticas, culturais e de prestação de serviços, às 14h, no Paço Municipal de São Bernardo, com o lema “Nossa luta transforma vidas”.</p>
<p>O objetivo é ampliar o diálogo com a população e fortalecer a organização da classe trabalhadora nos territórios. Nas subsedes, as atividades serão organizadas em parceria com sindicatos locais da grande São Paulo, interior e litoral. A proposta é levar para bairros e municípios iniciativas que combinem cidadania, cultura e mobilização social.</p>
<p>Entre as pautas consideradas urgentes pela CUT neste 1º de Maio também estão a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, o combate ao feminicídio, o enfrentamento à pejotização, fortalecimento das negociações coletivas como instrumento fundamental para garantir avanços concretos nas condições de trabalho, a garantia de direitos para os servidores públicos.</p>
<p>Também integram a agenda a luta contra a reforma administrativa e a resistência às privatizações, entendidas como medidas que comprometem serviços públicos essenciais e aprofundam desigualdades.</p>
<p>Na programação cultural estão confirmados artistas como Gloria Groove, MC IG, Filho do Piseiro, Grupo Intimistas, Grupo Entre Elas, Marquinhos Sensação, Grupo SP5, Grupo Razão, Don Ernesto, Samba de Luz, Samba e Amigos, Alex Rocha, Gordinho da Pisada, Kadu do Piseiro e Hyaguinho Vaqueiro.</p>
<p>A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) fará sua concentração na Praça Franklin Roosevelt, a partir das 9h. “O 1º de Maio deste ano vai além de uma celebração simbólica e se coloca como um espaço de pressão social por mudanças concretas. Entre os temas que devem ganhar destaque estão o combate à precarização do trabalho, a necessidade de políticas públicas que fortaleçam a economia e a defesa de direitos básicos que garantam dignidade à população trabalhadora”, diz a CTB.</p>
<p>A União Geral dos Trabalhadores (UGT) fará na sexta-feira, dia 1º, o lançamento da 12ª edição da Expo Paulista, em comemoração ao Dia do Trabalhador, na Avenida Paulista. A exposição terá 30 painéis com o tema “Isto É Conquista: Lutas e Vitórias do Trabalhador Brasileiro”, criados pelo estilista mineiro Ronaldo Fraga.</p>
<p>Considerada a maior exposição a céu aberto da América Latina, ela terá seus painéis expostos até 31 de maio, com a expectativa de ser vista por 1,5 milhão de pessoas por dia.</p>
<p>“A exposição propõe uma reflexão visual sobre o universo do trabalho, suas transformações e desafios que contam a história do trabalhador brasileiro”. A cerimônia será realizada às 9h, no Blue Note, localizado no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista 2073.</p>
<p>Já a Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) realizará seus atos em diversas cidades do estado de São Paulo, como Araçatuba, Itatiba, Ribeirão Preto e Osasco.</p>
<p>“A nova determinação possibilita que os sindicatos, federações e confederações realizem eventos em seus bairros e regiões de atuação. E permite mais visibilidade às reivindicações dos movimentos e contato direto com trabalhadores, ampliando a mobilização das bases”, explica a central.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/fim-da-escala-6x1-e-bandeira-principal-nos-atos-do-1deg-de-maio-no-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Motta cria comissão para analisar PEC da redução da escala 6X1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 20:23:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), publicou nesta sexta-feira (24) ato criando a comissão especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19 que trata da redução da jornada de trabalho no país. O texto teve a admissibilidade aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na quarta-feira (22). A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), publicou nesta sexta-feira (24) ato criando a comissão especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19 que trata da redução da jornada de trabalho no país. O texto teve a admissibilidade aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na quarta-feira (22).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Motta-cria-comissao-para-analisar-PEC-da-reducao-da-escala.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A CCJ só analisa se os textos estão aderentes à Constituição Federal. O mérito caberá à comissão especial.</p>
<p>A comissão será composta de 37 membros titulares e de igual número de suplentes. Pelo regimento, o colegiado terá o prazo de até 40 sessões para proferir seu parecer.</p>
<p>Os membros analisarão duas propostas de redução na jornada de trabalho. A primeira, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 36 horas semanais. A transição se daria ao longo de dez anos.</p>
<p>A outra proposta apensada (PEC 8/25), da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), prevê uma escala de quatro dias de trabalho por semana, com limite de 36 horas no período.</p>
<p>Na prática, as PECs acabam com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6&#215;1). Se aprovadas na comissão especial, irão depois para votação no plenário.</p>
<p>As duas propostas ganharam força com o movimento “Vida Além do Trabalho&#8221;, que busca o fim da escala 6&#215;1 para melhorar a saúde mental e a qualidade de vida dos trabalhadores. A admissão das propostas foi aprovada por unanimidade em votação simbólica.</p>
<p>Quando a PEC for à votação no plenário, será exigido um quórum de três quintos dos votos dos deputados, o que corresponde a 308 parlamentares, em dois turnos.</p>
<h2>Proposta do governo</h2>
<p>Como essa tramitação pode se estender por meses e diante da tentativa da oposição de barrar a PEC, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, enviou ao Congresso, na semana passada, um projeto de lei (PL) com urgência constitucional para acabar com a escala 6&#215;1 e reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais.</p>
<p>O PL com urgência precisa ser votado em até 45 dias ou tranca a pauta do plenário da Câmara.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/motta-cria-comissao-para-analisar-pec-da-reducao-da-escala-6x1" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/motta-cria-comissao-para-analisar-pec-da-reducao-da-escala-6x1/">Motta cria comissão para analisar PEC da redução da escala 6X1</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>CCJ aprova admissibilidade de propostas que acabam com escala 6&#215;1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 22:10:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (22) a admissibilidade de duas propostas de emenda à Constituição (PECs) que reduzem a jornada de trabalho no país. Na prática, as PECs acabam com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6&#215;1). Os [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/ccj-aprova-admissibilidade-de-propostas-que-acabam-com-escala-6x1/">CCJ aprova admissibilidade de propostas que acabam com escala 6&#215;1</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (22) a admissibilidade de duas propostas de emenda à Constituição (PECs) que reduzem a jornada de trabalho no país.<img data-recalc-dims="1" height="1" width="6" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/CCJ-aprova-admissibilidade-de-propostas-que-acabam-com-escala-6x1.gif?resize=6%2C1&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Na prática, as PECs acabam com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6&#215;1). Os textos serão agora analisados por uma comissão especial e depois irão a plenário.</p>
<p>A PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), propõe reduzir a jornada semanal gradualmente das atuais 44 para 36 horas. A transição se daria ao longo de dez anos.</p>
<p>A proposta apensada (PEC 8/25), da deputada Erika Hilton (Psol-SP), prevê uma escala de quatro dias de trabalho por semana, com limite de 36 horas no período.</p>
<p>As duas propostas ganharam força com o movimento &#8220;Vida Além do Trabalho&#8221;, que busca o fim da escala 6&#215;1 para melhorar a saúde mental e a qualidade de vida dos trabalhadores. A admissão das propostas foi aprovada por unanimidade em votação simbólica. </p>
<p>A CCJ só analisa se os textos estão aderentes à Constituição Federal. O mérito caberá à comissão especial.</p>
<p>Atualmente, a Constituição Federal estabelece apenas que a jornada normal do trabalhador não deve ser superior a oito horas diárias e 44 horas semanais.</p>
<h2>Proposta do governo</h2>
<p>Como essa tramitação pode se estender por meses, e diante da tentativa da oposição de barrar a PEC, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso, na semana passada, um projeto de lei (PL) com urgência constitucional para acabar com a escala 6&#215;1 e reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais.</p>
<p>O PL com urgência precisa ser votado em até 45 dias ou tranca a pauta do plenário da Câmara.</p>
<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) comentou que é prerrogativa do governo federal enviar um PL com urgência constitucional, mas a Câmara vai seguir com a tramitação da PEC.</p>
<p>O governo tem defendido que a proposta do Executivo não compete com a PEC em tramitação na Câmara, segundo explicou o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.</p>
<p>“Se a PEC for aprovada nesse prazo, evidentemente que o PL está prejudicado, não há mais necessidade. Mas o rito da PEC é mais demorado do que o PL. O PL vai avançar e pode ser que entre em vigor a redução de jornada de trabalho e depois se consolide por PEC para impedir eventuais aventureiros do futuro quererem aumentar a jornada como aconteceu na Argentina”, explicou Marinho.</p>
<p>Quando a PEC for a plenário, será exigido um quórum de três quintos dos votos dos deputados, o que corresponde a 308 parlamentares, em dois turnos de votação.</p>
<p> </p>
<p><em>*Com informações da Agência Câmara de Notícias.</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/ccj-aprova-admissibilidade-de-propostas-que-acabam-com-escala-6x1" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>CCJ da Câmara retoma análise do fim da escala 6&#215;1 nesta quarta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 13:11:35 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221 de 2019 que acaba com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6&#215;1) será analisada, nesta quarta-feira (22), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. Além do fim da escala 6&#215;1, a proposta prevê reduzir a jornada das atuais 44 para 36 horas semanais em um prazo de dez anos. A sessão está marcada para começar às 14h30. <img data-recalc-dims="1" height="1" width="6" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/CCJ-da-Camara-retoma-analise-do-fim-da-escala-6x1.gif?resize=6%2C1&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A PEC volta à pauta da CCJ depois que a oposição pediu vista da matéria na semana passada. O relator da CCJ, deputado Paulo Azi (União-BA), votou pela admissibilidade da PEC, ou seja, defendeu que a redução da jornada é constitucional. </p>
<p>Se aprovada na CCJ, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), promete criar comissão especial para analisar o texto. A comissão tem entre 10 e 40 sessões do plenário da Câmara para aprovar ou rejeitar um parecer sobre a PEC. Em seguida, o texto pode ir para apreciação do plenário.</p>
<p>Como essa tramitação pode se estender por meses, e diante de falas de lideranças da oposição de que tentariam barrar a PEC, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso, na semana passada, um projeto de lei (PL) com urgência constitucional para acabar com a escala 6&#215;1 e reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais. </p>
<p>O PL com urgência precisa ser votado em até 45 dias ou tranca a pauta do plenário da Câmara.</p>
<p>Motta comentou que é prerrogativa do governo federal enviar um PL com urgência constitucional, mas a Câmara vai seguir com a tramitação da PEC. A Proposta de Emenda à Constituição unificou as propostas do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) com a da deputada Erika Hilton (PSOL-RJ).</p>
<p>O governo tem defendido que a proposta do Executivo não compete com a PEC em tramitação na Câmara, segundo explicou o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.</p>
<p>“Se a PEC for aprovada nesse prazo, evidentemente que o PL está prejudicado, não há mais necessidade. Mas o rito da PEC é mais demorado do que o PL. O PL vai avançar e pode ser que entre em vigor a redução de jornada de trabalho e depois se consolide por PEC para impedir eventuais aventureiros do futuro quererem aumentar a jornada como aconteceu na Argentina”, explicou Marinho.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/ccj-da-camara-retoma-analise-do-fim-da-escala-6x1-nesta-quarta" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Lula pede mobilização a centrais sindicais para fim da escala 6&#215;1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 23:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia seguinte ao envio ao Congresso Nacional do projeto de lei de redução de jornada para no máximo 40 horas semanais (e fim da escala 6&#215;1), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, no Palácio do Planalto, 68 reivindicações de representantes das centrais sindicais que participaram, nesta quarta (15) em Brasília, da “marcha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia seguinte ao envio ao Congresso Nacional do projeto de lei de redução de jornada para no máximo 40 horas semanais (e fim da escala 6&#215;1), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, no Palácio do Planalto, 68 reivindicações de representantes das centrais sindicais que participaram, nesta quarta (15) em Brasília, da “marcha da classe trabalhadora” na Esplanada dos Ministérios.   <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Lula-pede-mobilizacao-a-centrais-sindicais-para-fim-da-escala.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Na ocasião, o presidente, ao se dirigir aos dirigentes sindicais, disse que é necessária mobilização e pressão dos trabalhadores para aprovação da redução de jornada enviada ao Congresso.</p>
<p>“Vocês não podem abdicar da sagrada responsabilidade de vocês de lutar pelos trabalhadores que vocês representam”, afirmou.  Lula falou que o período é desafiador “Não tem tempo fácil. É sempre muito sacrifício. E cada vez que a gente manda uma coisa para aprovar no Congresso, é preciso saber que vocês têm que ajudar”, justificou. </p>
<h2>Burnout</h2>
<p>Lula, no evento, homenageou o ativista e ex-balconista Rick Azevedo, que criou o movimento <em>Vida Além do Trabalho</em>, e que acabou dando origem ao projeto de redução de jornada. O presidente chegou a sugerir que, se a lei for aprovada, tenha o nome do ativista.</p>
<p>Ao presidente, Azevedo recordou que teve burnout e depressão com o excesso de trabalho e pouco descanso. “Em 13 de setembro de 2023, eu falei: ‘chega’&#8230; Então eu postei um vídeo no TikTok revoltado e denunciando esse modelo de trabalho de seis dias consecutivos para apenas um dia de folga. E o vídeo viralizou”, recordou.</p>
<h2>Críticas a retrocessos</h2>
<p>Lula aproveitou o encontro com as centrais para criticar as aprovações das reformas Trabalhista (2017) e da Previdência (2019) e também outras, que ele considera retrocessos para a classe trabalhadora. </p>
<p>Para o presidente, a luta dos trabalhadores é mais dura para as centrais sindicais neste momento. Ele ainda alertou que há grupos no Brasil de oposição que defendem reforma semelhante à que foi realizada na Argentina (que incluiu a possibilidade de aumento da jornada para 12 horas diárias de trabalho).</p>
<h2>Momento de transformação</h2>
<p>Os representantes das centrais sindicais celebraram a decisão do governo de enviar o projeto que acabaria com a escala 6&#215;1. Um deles foi o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo, que citou a possibilidade de haver mais mercado de trabalho com a redução de jornada. “Essa medida gera 4 milhões de empregos”, disse. </p>
<p>Para o presidente da CTB, o Brasil tem uma capacidade de se recolocar com uma nova indústria voltada para uma sustentabilidade socioambiental e também pelos processos de desregulamentação. Ele citou o risco altíssimo da pejotização, termo usado para quando um profissional é contratado como pessoa jurídica, mas atuando com funções próprias que deveriam ser regidas pela CLT.</p>
<p>Outro representante que tratou dos temas da necessidade de manutenção dos direitos e da  redução de jornada foi o presidente da Força Sindical, Miguel Torres. Ele celebrou que a marcha mobilizou mais de 20 mil trabalhadores. Torres disse que o projeto já está maduro para entrar em vigor.</p>
<p>“É mais tempo para a família, para a saúde para o lazer, para estudar e para a pessoa”.</p>
<h2>Transformações</h2>
<p>O coordenador do Fórum das Centrais Sindicais, Clemente Ganz, explicou que a pauta de 68 reivindicações apresentada ao presidente refere-se aos próximos cinco anos. Para Ganz, as categorias devem ter capacidade de olhar o mundo do trabalho em profunda transformação, com mudanças tecnológicas, que impactam o mundo do trabalho como um todo. </p>
<p>“Mulheres e jovens serão os mais impactados pela inteligência artificial e pela inovação tecnológica, segundo os últimos estudos da OIT. Nós temos a mudança climática e a emergência ambiental com impacto sobre o mundo do trabalho”, afirmou. </p>
<p>O presidente da União Geral dos Trabalhadores, Ricardo Patah, citou a necessidade de proteger trabalhadores por aplicativo e entregadores. “É fundamental se preocupar com a vida, com a saúde e com a juventude, que significa o futuro do nosso país”, afirmou. </p>
<p>Também no evento, a presidenta da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Sônia Zerino, afirmou que a pauta da classe trabalhadora deve incluir o combate ao feminicídio. “Nós precisamos fazer esse combate conscientizando a população pela educação”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/lula-pede-mobilizacao-centrais-sindicais-para-fim-da-escala-6x1" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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