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	<title>escola Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>escola Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Unesco: 273 milhões de crianças estão fora da escola em todo o mundo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/unesco-273-milhoes-de-criancas-estao-fora-da-escola-em-todo-o-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 23:50:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) apresentou nesta quarta-feira (25) o Relatório de Monitoramento Global da Educação (Relatório GEM) 2026 sobre a situação mundial da educação. Após cair 33% entre 2000 e 2015, a população fora da escola aumentou pelo sétimo ano consecutivo, subindo 3% desde 2015 e atingindo 273 milhões em 2024. Isso significa que uma em cada seis crianças, adolescentes e jovens em todo o mundo está excluído da educação. Outra conclusão do documento é que apenas dois terços dos jovens concluem a educação secundária. Os principais fatores apontados são o crescimento populacional, crises e a redução de orçamentos. Contagem Regressiva  A Unesco afirma que essa população jovem é subestimada em pelo menos 13 milhões se informações suplementares de fontes humanitárias forem...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) apresentou nesta quarta-feira (25) o Relatório de Monitoramento Global da Educação (Relatório GEM) 2026 sobre a situação mundial da educação.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Unesco-273-milhoes-de-criancas-estao-fora-da-escola-em.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Após cair 33% entre 2000 e 2015, a população fora da escola aumentou pelo sétimo ano consecutivo, subindo 3% desde 2015 e atingindo 273 milhões em 2024. Isso significa que uma em cada seis crianças, adolescentes e jovens em todo o mundo está excluído da educação. Outra conclusão do documento é que apenas dois terços dos jovens concluem a educação secundária.</p>
<p>Os principais fatores apontados são o crescimento populacional, crises e a redução de orçamentos.</p>
<h2>Contagem Regressiva </h2>
<p>A Unesco afirma que essa população jovem é subestimada em pelo menos 13 milhões se informações suplementares de fontes humanitárias forem usadas para corrigir lacunas de dados nos dez países mais afetados por conflitos.</p>
<p>O relatório é o primeiro da série Contagem Regressiva para 2030, composta por três partes. A publicação seriada pretende avaliar o progresso da educação em termos de acesso e equidade (2026), qualidade e aprendizagem (2027) e relevância (2028-2029).</p>
<h2>Matrículas</h2>
<p>Com 1,4 bilhão de estudantes matriculados em 2024, as matrículas aumentaram em 327 milhões (30%) no ensino primário e secundário desde 2000. O Relatório de Monitoramento Global da Educação mostra que também houve aumento de 45% na pré-escola e de 161% no ensino pós-secundário (superior). Isso equivale a mais de 25 crianças que obtêm acesso à escola, a cada um minuto.</p>
<p>Por exemplo, a taxa de matrícula na educação primária da Etiópia aumentou de 18%, em 1974, para 84%, em 2024, e a expansão do acesso ao ensino superior na China cresceu em um ritmo sem precedentes, passando de 7%, em 1999, para mais de 60%, em 2024.</p>
<h2>Educação pré-primária</h2>
<p>O relatório avalia se uma criança de 5 anos está em sala de aula. Apesar do indicador global afirmar que 75% das crianças com essa idade tinha acesso à educação, os dados mostram que apenas 60% dos alunos do ensino fundamental tiveram pelo menos um ano de educação pré-primária.</p>
<p>Isso pode indicar um irreal sucesso da educação infantil ao incluir crianças que já &#8220;pularam&#8221; essa etapa de ensino (infantil) e foram direto para o ensino fundamental.</p>
<h2>Permanência na escola</h2>
<p>O documento mostra também que o progresso na permanência de crianças na escola desacelerou em quase todas as regiões desde 2015.</p>
<p>O destaque negativo é a desaceleração acentuada na África Subsaariana, sobretudo em razão do crescimento populacional. Diversas crises — incluindo conflitos — também comprometeram os avanços.</p>
<p>Outra região apontada pelo levantamento com milhões de crianças fora das salas de aula e sob maior risco de atraso educacional é o Oriente Médio, após o início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã que forçaram o fechamento de muitas escolas da região.</p>
<p>“Mais de uma em cada seis crianças vive em áreas afetadas por conflitos, representando milhões a mais fora da escola, além daqueles identificados pelas estatísticas”, disse a Unesco.</p>
<p>Mas o progresso foi observado em alguns países, que reduziram as taxas de evasão em pelo menos 80% desde 2000.</p>
<p>É o caso de Madagascar e do Togo entre crianças; de Marrocos e Vietnã entre adolescentes; e de Geórgia e Turquia entre os jovens. No mesmo período, a Costa do Marfim reduziu pela metade suas taxas de exclusão nas três faixas etárias.</p>
<p>Entre 2000 e 2024, o México reduziu as taxas de evasão em mais de 20 pontos percentuais a mais que El Salvador; Serra Leoa aumentou as taxas de conclusão do primário 22 pontos a mais que a Libéria; e o Iraque aumentou sua taxa de conclusão do ensino médio 10 pontos a mais que a Argélia.</p>
<h2>Conclusão do ensino</h2>
<p>Mais crianças estão concluindo sua educação, e não apenas iniciando. Desde 2000, a taxa de conclusão escolar aumentou de 77% para 88% no ensino primário, de 60% para 78% nos finais do ensino fundamental (fundamental II) e de 37% para 61% no ensino médio. O ritmo de aumento tem sido, por exemplo, de um ponto percentual por ano no ensino médio desde 2000.</p>
<p>Nas taxas atuais de expansão, o mundo alcançaria 95% de conclusão do ensino médio apenas em 2105.</p>
<h2>Repetência</h2>
<p>As altas taxas de repetência caíram desde 2000 em 62% no primário e em 38% no ensino médio inferior.</p>
<p>A Unesco relata que muitas crianças ainda se matriculam tarde na escola e repetem anos em países de baixa e média-baixa renda, o que significa que muitos concluem cada ciclo com vários anos de atraso.</p>
<p>A lacuna entre a conclusão &#8220;no tempo certo&#8221; (entre três a cinco anos da idade oficial de formatura) e a conclusão &#8220;final&#8221; (mesmo que tardia) no ensino médio inferior é de quatro pontos percentuais globalmente, mas chega a nove pontos em países de baixa renda. “Uma diferença que vem crescendo desde 2005”, diz o relatório.</p>
<h2>Universalização da educação</h2>
<p>O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 (ODS 4) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) tem a meta central de garantir, até 2030, que todas as meninas e meninos concluam o ensino primário e secundário gratuito, equitativo e de qualidade. </p>
<p>Desde 2022, 80% dos países comunicaram metas nacionais para pelo menos alguns dos oito indicadores do ODS 4 a serem alcançados até 2030.</p>
<p>O progresso para alcançar as metas é monitorado anualmente pela Unesco.</p>
<p>O Relatório GEM 2026 da Unesco releva que muitos países têm registrado progressos significativos, o que evidencia a importância do contexto nacional na definição de metas e na formulação de políticas.</p>
<h2>Equidade</h2>
<p>Ao analisar a educação mundial nos últimos anos, em grande medida, as disparidades de gênero na educação primária e secundária foram reduzidas na média. No Nepal, por exemplo, as meninas alcançaram rapidamente os meninos, e, em algumas regiões, os superaram, graças a reformas sustentadas em favor da igualdade de gênero.</p>
<h2>Educação inclusiva </h2>
<p>Desde 2000, a proporção de países com leis de educação inclusiva aumentou de 1% para 24%, enquanto a daqueles que incluem em suas leis o ensino inclusivo para crianças com deficiência cresceu de 17% para 29%. A proporção de países que adotaram uma definição de educação inclusiva aumentou de 68% em 2020 para 84% em 2025; destes, a parcela cuja definição vai além da deficiência aumentou de 51% para 69%.</p>
<p>Entre 1998 e 2023, em 158 países, a proporção de pessoas com 12 anos de escolaridade obrigatória aumentou de 8% para 26%; em 130 países, a duração média da educação gratuita aumentou de 10 anos para 10,8 anos.</p>
<h2>Financiamento da educação</h2>
<p>A proporção de países que utilizam quatro mecanismos de financiamento e aproveitam seu potencial para beneficiar populações desfavorecidas no ensino fundamental e médio – transferências para governos subnacionais, para escolas e para alunos e famílias – aumentou de quatro a seis vezes nos últimos 25 anos. Os programas de merenda escolar, que partiram de uma base mais alta, dobraram de tamanho.</p>
<p>Na educação pré-primária, 54% dos países transferem recursos para instituições que atendem crianças desfavorecidas, 26% transferem recursos para as famílias por meio do Ministério da Educação e 55% transferem recursos para as famílias por meio de algum outro ministério.</p>
<p>No ensino superior, 1 em cada 3 países não cobra mensalidades em universidades públicas, quase 1 em cada 2 países subsidia o alojamento estudantil, 4 em cada 10 apoiam o transporte e pouco menos de 3 em cada 10 subsidiam livros didáticos.</p>
<h2>Recomendações</h2>
<p>Com a aproximação do prazo de 2030 e os países rumo a cumprimento do ODS 4, a Unesco entende que os processos de definição de metas dos países podem ser mais firmemente incorporados aos processos nacionais de planejamento e orçamento, com base nas taxas de progresso anteriores e nas experiências de outros países. O organismo recomenda que essas metas sejam melhor comunicadas internamente. </p>
<p>A Unesco defende que é necessário um uso mais eficiente dos dados disponíveis em pesquisas e censos para monitorar a participação e a equidade na educação.</p>
<p>Para a formulação de políticas públicas, a Unesco enfatiza que é preciso aprimorar o monitoramento da educação por meio da produção de estatísticas com informações mais precisas sobre participação e aproveitamento escolar.</p>
<p>As políticas também precisam ser monitoradas, e não apenas os resultados e os impactos.</p>
<p>A Unesco valoriza os intercâmbios entre países para gerar ideias, mas alerta que experiências estrangeiras devem ser analisadas e filtradas para o que é aplicável à realidade local de cada país.</p>
<p>O organismo internacional observa também que o desenvolvimento de políticas educacionais deve ser pautado pela equidade e os resultados devem ser avaliados.</p>
<p>Para acessar o conteúdo completo do Relatório GEM 2026, clique aqui.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/unesco-273-milhoes-de-criancas-estao-fora-da-escola-em-todo-o-mundo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>IBGE: Quatro em cada dez adolescentes já sofreram bullying na escola</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ibge-quatro-em-cada-dez-adolescentes-ja-sofreram-bullying-na-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 13:23:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quatro em cada dez estudantes brasileiros de 13 a 17 anos afirmam já ter sido alvos de bullying, e 27,2% dos alunos nessa faixa etária já sofreram alguma forma de humilhação duas ou mais vezes. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), e se referem a depoimentos coletados em 2024 em escolas de todo o Brasil.  Com relação à pesquisa anterior, feita em 2019, houve um aumento de 0,7 ponto percentual no total de estudantes que declararam já ter sofrido bullying. Já a proporção de alunos que passaram por isso pelo menos duas vezes subiu mais de 4 pontos percentuais, ressalta o gerente da pesquisa, Marco Andreazzi. &#8220;O bullying já é caracterizado como algo persistente, intermitente… E nós observamos aqui...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quatro em cada dez estudantes brasileiros de 13 a 17 anos afirmam já ter sido alvos de bullying, e 27,2% dos alunos nessa faixa etária já sofreram alguma forma de humilhação duas ou mais vezes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/IBGE-Quatro-em-cada-dez-adolescentes-ja-sofreram-bullying-na.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), e se referem a depoimentos coletados em 2024 em escolas de todo o Brasil. </p>
<p>Com relação à pesquisa anterior, feita em 2019, houve um aumento de 0,7 ponto percentual no total de estudantes que declararam já ter sofrido bullying. Já a proporção de alunos que passaram por isso pelo menos duas vezes subiu mais de 4 pontos percentuais, ressalta o gerente da pesquisa, Marco Andreazzi.</p>
<p>&#8220;O bullying já é caracterizado como algo persistente, intermitente… E nós observamos aqui uma tendência de aumento, o que indica que mais estudantes passaram a vivenciar situações repetidas de violência&#8221;.</p>
<p>&#8220;O número dos que sofrem bullying permanece praticamente igual, porém, a persistência dos episódios e a intensidade deles aumentou&#8221;, complementa. </p>
<p>&gt;&gt; IBGE alerta para quadro preocupante na saúde mental de adolescentes</p>
<h2>Principais números</h2>
<ul>
<li>39,8% dos estudantes de 13 a 17 anos sofreram bullying na escola;</li>
<li>No caso das meninas, percentual sobe para 43,3%; </li>
<li>Aparência do rosto ou cabelo foi alvo em 30,2% dos casos;</li>
<li>13,7% assumiram ter praticado bullying;</li>
<li>16,6% dos estudantes já foram fisicamente agredidos por colegas.</li>
</ul>
<h2>Aparência, raça e gênero</h2>
<p>Os estudantes agredidos disseram à pesquisa que a aparência do rosto ou do cabelo foi o principal alvo do bullying, o que se deu em 30,2% dos casos.</p>
<p>Em seguida, vêm a aparência do corpo, com 24,7%, e a violência por causa da cor ou raça, vivida por 10,6% deles. </p>
<p>“Há também um percentual alto, de 26,3%, de alunos que declaram que o bullying não teve motivo. Ou seja, uma grande parte daqueles que sofrem não sabem por que, e isso é natural, já que o bullying ocorre coletivamente, e aquele que está sofrendo não necessariamente vê uma razão para isso. Pelo contrário, se sente completamente injustiçado”, destaca o gerente da pesquisa. </p>
<p>A pesquisa identificou que as meninas são as mais atacadas ─ 43,3% delas já sofreram bullying, contra 37,3% dos meninos.</p>
<p>Além disso, 30,1% das estudantes adolescentes se sentiram humilhadas por provocações de colegas duas vezes ou mais. Essa proporção é quase 6 pontos percentuais maior que a dos alunos do sexo masculino. </p>
<h2>Perfil dos agressores</h2>
<p>Já os dados de quem comete bullying mostram uma relação inversa: 13,7% dos estudantes declararam ter praticado alguma violência do tipo, sendo 16,5% dos meninos e 10,9% das meninas. </p>
<p>O IBGE também perguntou qual a razão da agressão praticada e, novamente, a aparência do rosto, cabelo ou corpo e a cor ou raça foram os motivos mais citados.</p>
<p>No entanto, algumas diferenças significativas surgiram, com relação ao relatado pelas vítimas. Por exemplo, 12,1% dos autores declararam ter cometido bullying por causa do gênero ou orientação sexual dos colegas, mas apenas 6,4% dos alunos que sofreram bullying reconheceram que essa característica motivou a violência sofrida. </p>
<p>O mesmo ocorreu com o tópico da deficiência: enquanto 7,6% dos autores reconhecem que cometeram bullying por esse motivo, apenas 2,6% das vítimas associaram o ataque a essa característica.</p>
<p>Para os pesquisadores, isso pode indicar que muitas vítimas preferem silenciar sobre as circunstâncias do ocorrido por medo ou receio de serem estigmatizadas. </p>
<h2>Agressões físicas e virtuais</h2>
<p>A pesquisa também identificou que, em alguns casos, há agravamento dos conflitos entre os alunos: 16,6% dos estudantes já foram fisicamente agredidos por colegas, proporção que sobe para 18,6% no caso dos meninos. </p>
<p>Nesse caso, também houve aumento com relação a 2019, quando 14% dos alunos haviam relatado alguma agressão física sofrida, sendo 16,5% entre os meninos.</p>
<p>O IBGE também destaca o crescimento na proporção de estudantes agredidos duas vezes ou mais, que passou de 6,5% para 9,6%. </p>
<p>Já os casos de bullying virtual, cometidos via redes sociais ou aplicativos, recuaram de 13,2% para 12,7%. Nesse caso, as meninas aparecem como vítimas em quantidade mais expressiva: 15,2% delas já se sentiram humilhadas ou ameaçadas por conteúdos postados nesses espaços, contra 10,3% dos meninos.</p>
<h2>Ações preventivas </h2>
<p>O IBGE também entrevistou gestores escolares para coletar informações sobre o suporte oferecido aos adolescentes e identificou que apenas 53,4% dos alunos estudavam em unidades que aderiram ao Programa de Saúde nas Escolas (PSE), que desenvolve uma série de ações para aumentar o bem-estar dos estudantes. </p>
<p>Considerando as iniciativas incluídas no PSE, apenas 43,2% dos alunos estavam em escolas que realizaram ações de prevenção de práticas de bullying, e somente 37,2% das unidades atuaram conforme o programa para prevenir brigas em suas dependências.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/ibge-quatro-em-cada-dez-adolescentes-ja-sofreram-bullying-na-escola" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ibge-quatro-em-cada-dez-adolescentes-ja-sofreram-bullying-na-escola/">IBGE: Quatro em cada dez adolescentes já sofreram bullying na escola</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Mulher trans chega à universidade 25 anos após violência na escola</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-violencia-na-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 14:41:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os caminhos da educação formal são diferentes para cada pessoa e, para algumas, frequentar a sala de aula é um privilégio. É o caso de Sabriiny Fogaça Lopes, de 41 anos, uma mulher trans que foi aprovada na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) 25 anos depois de ser obrigada a deixar os estudos.  Ela deixou a escola aos 15 anos de idade, por conta de discriminações e repressões severas que sofria de outros alunos. Em certos momentos, chegou a vivenciar agressões físicas.  “Eu gostava de frequentar a escola. Eu via a escola como algo tão importante, porque eu gostava de ler, eu gostava de participar de todos os projetos. Eu deixei de estudar porque eu sofria muito na escola. Naquela época, eu não sabia o que era...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os caminhos da educação formal são diferentes para cada pessoa e, para algumas, frequentar a sala de aula é um privilégio. É o caso de Sabriiny Fogaça Lopes, de 41 anos, uma mulher trans que foi aprovada na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) 25 anos depois de ser obrigada a deixar os estudos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-violencia-na.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ela deixou a escola aos 15 anos de idade, por conta de discriminações e repressões severas que sofria de outros alunos. Em certos momentos, chegou a vivenciar agressões físicas. </p>
<p>“Eu gostava de frequentar a escola. Eu via a escola como algo tão importante, porque eu gostava de ler, eu gostava de participar de todos os projetos. Eu deixei de estudar porque eu sofria muito na escola. Naquela época, eu não sabia o que era transfobia, o que era bullying. Para mim, era uma brincadeira normal”, contou.</p>
<p>Durante os 25 anos que ficou afastada da escola, Sabriiny encontrou dificuldades no mercado de trabalho, chegou a atuar um pouco como cabeleireira, mas confessa que se sentia incompleta. </p>
<p>Foi motivada por amigos e pelo desejo de mudar a própria história, que ela deu uma nova chance aos estudos por meio da Educação de Jovens e Adultos (EJA). </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a.jpeg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de janeiro (RJ), 19/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Mulher trans chega a universidade 25 anos após abandonar a escola. Sabriiny Fogaça foi aprovada pelo Enem para UFRRJ. Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal" title="Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Sabriiny Fogaça (C) foi aprovada pelo Enem para UFRRJ &#8211; Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo pessoal</h6>
</p>
<h2>Volta às aulas</h2>
<p>Com alunos de idades diferentes e histórias de vida diversas, Sabriiny Fogaça se sentiu acolhida pelo ambiente do Colégio Estadual Barão de Tefé, em Seropédica, região metropolitana do Rio de Janeiro. Uma história diferente da que passou na juventude.</p>
<p>“Meu receio era de passar tudo o que eu passei na minha infância, entendeu? Quando eu botei o pé na porta da escola, eu fiquei com aquele receio, pensei, poxa, será que vão me aceitar? Será que vão me entender do jeito que eu sou?”. </p>
<p>Como resultado, ela se viu engajada com a escola e chegou a participar de projetos em sala de aula. Um deles o Alunos Autores, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc RJ), em que alunos da rede pública de ensino publicaram uma coletânea de contos. </p>
<p>Sabriiny prestou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) duas vezes, e foi aprovada em ambas. A primeira para Licenciatura em Educação do Campo, e a outra, em 2026, para Licenciatura em Educação Especial, seu curso de escolha.</p>
<p>“Eu sempre tive um olhar sensível para as diferenças, acredito muito que eu quero contribuir a todas as pessoas, que todas as pessoas tenham acesso à educação, porque a educação faz parte da vida de todo mundo. As minhas expectativas são aprender bastante e me tornar uma profissional que realmente faça a diferença”, diz. </p>
<p>Ela foi eleita Diretora de Diversidade do Diretório Acadêmico do curso de Educação Especial, e está confiante que essa será a sua primeira, mas não a única, graduação. </p>
<p>Sabriiny pretende voltar à universidade para realizar o sonho de cursar Serviço Social e construir uma carreira na educação especial. </p>
<p>“Eu quero mostrar que nunca é tarde pra começar. Eu sei que vai ser difícil, uma mulher trans arrumar um emprego em uma escola. Vão ter barreiras para enfrentar, para dar aula, ensinar as pessoas, porque tem aquele olhar de preconceito. Mas eu vou continuar prosseguindo”, ressalta. </p>
<h2>EJA</h2>
<p>Atualmente, há cerca de 2,4 milhões de estudantes na EJA, de acordo com dados do Censo Escolar 2024. Desses, 2,2 milhões estão na rede pública em todo o país. </p>
<p>Os estudantes da EJA são minoria na educação básica &#8211; ensino infantil ao ensino médio &#8211; com um total de 47 milhões de estudantes em todo o país.  </p>
<p>A porcentagem de estudantes nessa modalidade que acessa o ensino superior no ano seguinte ao que conclui o ensino médio, é menor do que na modalidade regular. Enquanto no ensino regular a aprovação no ensino superior logo que terminam os estudos é de 30%, na EJA, esse percentual cai para 9%. </p>
<p>Os dados são do Censo do Censo da Educação Superior 2023. </p>
<p>A EJA é uma modalidade da educação básica destinada a jovens, adultos e idosos que não tiveram acesso e/ou não concluíram os estudos. Na EJA é possível cursar o ensino fundamental e o médio. </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774189802_12_Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a.jpeg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de janeiro (RJ), 19/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Mulher trans chega a universidade 25 anos após abandonar a escola. Sabriiny Fogaça foi aprovada pelo Enem para UFRRJ. Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal" title="Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Atualmente, 38 universidades públicas no Brasil, entre estaduais e federais, oferecem cotas para pessoas trans &#8211; Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo pessoal<br type="_moz"/><br />
</h6>
</p>
<h2>Ensino Superior</h2>
<p>Segundo dados da Associação Nacional de Travestis e Transsexuais (Antra), de 2024, apenas 0,3% da população trans e travesti consegue acessar o ensino superior. E mais de 70% não completaram o ensino médio. </p>
<p>De acordo com a entidade, a exclusão nesses espaços se deve à transfobia institucional e social, com baixíssimos índices de escolarização e formação profissional.</p>
<p>Algumas medidas têm sido tomadas nos últimos anos para garantir a permanência desses grupos na educação superior. </p>
<p>Atualmente, 38 universidades públicas no Brasil, entre estaduais e federais, oferecem cotas para pessoas trans, sendo 13 no Sudeste; quatro no Sul; 13 no Nordeste; três no Centro-Oeste e cinco no Norte. </p>
<p>Para além da garantia de entrada, a Antra reforça que é preciso pensar em políticas de permanência para que os estudantes possam concluir seus estudos, como comissões de acompanhamento, assistências específicas e espaços de segurança e acolhimento. </p>
<p><em>* Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia</em> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/mulher-trans-chega-universidade-25-anos-apos-viol%C3%AAncia-na-escola" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-violencia-na-escola/">Mulher trans chega à universidade 25 anos após violência na escola</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Mulher trans chega à universidade 25 anos após abandonar a escola</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 14:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os caminhos da educação formal são diferentes para cada pessoa e, para algumas, frequentar a sala de aula é um privilégio. É o caso de Sabriiny Fogaça Lopes, de 41 anos, uma mulher trans que foi aprovada na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) 25 anos depois de abandonar os estudos.  Ela deixou a escola aos 15 anos de idade, por conta de discriminações e repressões severas que sofria de outros alunos. Em certos momentos, chegou a vivenciar agressões físicas.  “Eu gostava de frequentar a escola. Eu via a escola como algo tão importante, porque eu gostava de ler, eu gostava de participar de todos os projetos. Eu deixei de estudar porque eu sofria muito na escola. Naquela época, eu não sabia o que era transfobia, o que...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os caminhos da educação formal são diferentes para cada pessoa e, para algumas, frequentar a sala de aula é um privilégio. É o caso de Sabriiny Fogaça Lopes, de 41 anos, uma mulher trans que foi aprovada na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) 25 anos depois de abandonar os estudos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ela deixou a escola aos 15 anos de idade, por conta de discriminações e repressões severas que sofria de outros alunos. Em certos momentos, chegou a vivenciar agressões físicas. </p>
<p>“Eu gostava de frequentar a escola. Eu via a escola como algo tão importante, porque eu gostava de ler, eu gostava de participar de todos os projetos. Eu deixei de estudar porque eu sofria muito na escola. Naquela época, eu não sabia o que era transfobia, o que era bullying. Para mim, era uma brincadeira normal”, contou.</p>
<p>Durante os 25 anos que ficou afastada da escola, Sabriiny encontrou dificuldades no mercado de trabalho, chegou a atuar um pouco como cabeleireira, mas confessa que se sentia incompleta. </p>
<p>Foi motivada por amigos e pelo desejo de mudar a própria história, que ela deu uma nova chance aos estudos por meio da Educação de Jovens e Adultos (EJA). </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a.jpeg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de janeiro (RJ), 19/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Mulher trans chega a universidade 25 anos após abandonar a escola. Sabriiny Fogaça foi aprovada pelo Enem para UFRRJ. Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal" title="Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Sabriiny Fogaça (C) foi aprovada pelo Enem para UFRRJ &#8211; Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo pessoal</h6>
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<h2>Volta às aulas</h2>
<p>Com alunos de idades diferentes e histórias de vida diversas, Sabriiny Fogaça se sentiu acolhida pelo ambiente do Colégio Estadual Barão de Tefé, em Seropédica, região metropolitana do Rio de Janeiro. Uma história diferente da que passou na juventude.</p>
<p>“Meu receio era de passar tudo o que eu passei na minha infância, entendeu? Quando eu botei o pé na porta da escola, eu fiquei com aquele receio, pensei, poxa, será que vão me aceitar? Será que vão me entender do jeito que eu sou?”. </p>
<p>Como resultado, ela se viu engajada com a escola e chegou a participar de projetos em sala de aula. Um deles o Alunos Autores, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc RJ), em que alunos da rede pública de ensino publicaram uma coletânea de contos. </p>
<p>Sabriiny prestou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) duas vezes, e foi aprovada em ambas. A primeira para Licenciatura em Educação do Campo, e a outra, em 2026, para Licenciatura em Educação Especial, seu curso de escolha.</p>
<p>“Eu sempre tive um olhar sensível para as diferenças, acredito muito que eu quero contribuir a todas as pessoas, que todas as pessoas tenham acesso à educação, porque a educação faz parte da vida de todo mundo. As minhas expectativas são aprender bastante e me tornar uma profissional que realmente faça a diferença”, diz. </p>
<p>Ela foi eleita Diretora de Diversidade do Diretório Acadêmico do curso de Educação Especial, e está confiante que essa será a sua primeira, mas não a única, graduação. </p>
<p>Sabriiny pretende voltar à universidade para realizar o sonho de cursar Serviço Social e construir uma carreira na educação especial. </p>
<p>“Eu quero mostrar que nunca é tarde pra começar. Eu sei que vai ser difícil, uma mulher trans arrumar um emprego em uma escola. Vão ter barreiras para enfrentar, para dar aula, ensinar as pessoas, porque tem aquele olhar de preconceito. Mas eu vou continuar prosseguindo”, ressalta. </p>
<h2>EJA</h2>
<p>Atualmente, há cerca de 2,4 milhões de estudantes na EJA, de acordo com dados do Censo Escolar 2024. Desses, 2,2 milhões estão na rede pública em todo o país. </p>
<p>Os estudantes da EJA são minoria na educação básica &#8211; ensino infantil ao ensino médio &#8211; com um total de 47 milhões de estudantes em todo o país.  </p>
<p>A porcentagem de estudantes nessa modalidade que acessa o ensino superior no ano seguinte ao que conclui o ensino médio, é menor do que na modalidade regular. Enquanto no ensino regular a aprovação no ensino superior logo que terminam os estudos é de 30%, na EJA, esse percentual cai para 9%. </p>
<p>Os dados são do Censo do Censo da Educação Superior 2023. </p>
<p>A EJA é uma modalidade da educação básica destinada a jovens, adultos e idosos que não tiveram acesso e/ou não concluíram os estudos. Na EJA é possível cursar o ensino fundamental e o médio. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774189802_12_Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a.jpeg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de janeiro (RJ), 19/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Mulher trans chega a universidade 25 anos após abandonar a escola. Sabriiny Fogaça foi aprovada pelo Enem para UFRRJ. Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal" title="Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Atualmente, 38 universidades públicas no Brasil, entre estaduais e federais, oferecem cotas para pessoas trans &#8211; Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo pessoal</h6>
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<h2>Ensino Superior</h2>
<p>Segundo dados da Associação Nacional de Travestis e Transsexuais (Antra), de 2024, apenas 0,3% da população trans e travesti consegue acessar o ensino superior. E mais de 70% não completaram o ensino médio. </p>
<p>De acordo com a entidade, a exclusão nesses espaços se deve à transfobia institucional e social, com baixíssimos índices de escolarização e formação profissional.</p>
<p>Algumas medidas têm sido tomadas nos últimos anos para garantir a permanência desses grupos na educação superior. </p>
<p>Atualmente, 38 universidades públicas no Brasil, entre estaduais e federais, oferecem cotas para pessoas trans, sendo 13 no Sudeste; quatro no Sul; 13 no Nordeste; três no Centro-Oeste e cinco no Norte. </p>
<p>Para além da garantia de entrada, a Antra reforça que é preciso pensar em políticas de permanência para que os estudantes possam concluir seus estudos, como comissões de acompanhamento, assistências específicas e espaços de segurança e acolhimento. </p>
<p><em>* Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia</em> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/mulher-trans-chega-universidade-25-anos-apos-abandonar-escola" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Adolescente é apreendido em Manaus por planejar ataque em escola de Minas Gerais</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/adolescente-e-apreendido-em-manaus-por-planejar-ataque-em-escola-de-minas-gerais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 19:45:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Um adolescente de 15 anos foi apreendido pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), na quarta-feira (18), suspeito de envolvimento no planejamento de um ataque escolar em uma unidade de ensino no estado de Minas Gerais. De acordo com o delegado Luiz Rocha, a diligência foi realizada no bairro Zumbi dos Palmares, zona leste, a partir das informações repassadas pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG) para Manaus. “Ele é conhecido de uma outra adolescente de Minas Gerais e os dois estão envolvidos nesse planejamento. As ameaças foram feitas por meio de um perfil de uma rede social do adolescente que, ainda, emprestou seu e-mail para a criação da conta usada pela adolescente. Durante a ameaça em um grupo escolar, ele mencionou o uso de coquetel...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Um adolescente de 15 anos foi apreendido pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), na quarta-feira (18), suspeito de envolvimento no planejamento de um ataque escolar em uma unidade de ensino no estado de Minas Gerais.</p>
<p>De acordo com o delegado Luiz Rocha, a diligência foi realizada no bairro Zumbi dos Palmares, zona leste, a partir das informações repassadas pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG) para Manaus.</p>
<p>“Ele é conhecido de uma outra adolescente de Minas Gerais e os dois estão envolvidos nesse planejamento. As ameaças foram feitas por meio de um perfil de uma rede social do adolescente que, ainda, emprestou seu e-mail para a criação da conta usada pela adolescente. Durante a ameaça em um grupo escolar, ele mencionou o uso de coquetel molotov e faca”, relatou.</p>
<p>Conforme o delegado, após tomar conhecimento dos fatos o MPMG levantou todas as informações e representou pela busca e apreensão que foi cumprida em Manaus. Durante a apreensão o adolescente confessou ter feito a ameaça juntamente com a adolescente, alegando que era apenas uma “brincadeira”.</p>
<p>O procedimento policial encontra-se com a promotoria que decidirá sobre a responsabilização do adolescente pela prática do ato infracional análogo ao crime de ameaça.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Ataque a tiros em escola deixa 10 mortos no Canadá</p>
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		<item>
		<title>Linha 021 terá trajeto ampliado até escola no ramal do Pau-Rosa</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/linha-021-tera-trajeto-ampliado-ate-escola-no-ramal-do-pau-rosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 19:43:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – O Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) anunciou a ampliação do trajeto da linha de ônibus 021 para atender a escola municipal Professora Neuza dos Santos Ribeiro, localizada no quilômetro 16 do ramal do Pau-Rosa, na zona rural da capital. A mudança atende a uma solicitação dos funcionários da unidade escolar e busca facilitar o deslocamento diário dos servidores até o local de trabalho. A ampliação do itinerário também deve melhorar o acesso ao transporte público na região. Linha 021 passa a atender escola no ramal do Pau-Rosa Com a alteração, o ônibus da linha 021 passará a incluir a escola municipal Professora Neuza dos Santos Ribeiro em seu percurso. Após realizar a parada na unidade de ensino, o veículo continuará o trajeto normalmente, retomando o itinerário...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/linha-021-tera-trajeto-ampliado-ate-escola-no-ramal-do-pau-rosa/">Linha 021 terá trajeto ampliado até escola no ramal do Pau-Rosa</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – O Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) anunciou a ampliação do trajeto da linha de ônibus 021 para atender a escola municipal Professora Neuza dos Santos Ribeiro, localizada no quilômetro 16 do ramal do Pau-Rosa, na zona rural da capital.</p>
<p>A mudança atende a uma solicitação dos funcionários da unidade escolar e busca facilitar o deslocamento diário dos servidores até o local de trabalho. A ampliação do itinerário também deve melhorar o acesso ao transporte público na região.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Linha 021 passa a atender escola no ramal do Pau-Rosa</h2>
<p>Com a alteração, o ônibus da linha 021 passará a incluir a escola municipal Professora Neuza dos Santos Ribeiro em seu percurso. Após realizar a parada na unidade de ensino, o veículo continuará o trajeto normalmente, retomando o itinerário habitual.</p>
<p>A medida pretende garantir mais acessibilidade e comodidade aos profissionais da educação que atuam na escola.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Mudança começa na segunda-feira</h2>
<p>Segundo o IMMU, o novo trajeto da linha 021 começa a valer a partir da próxima segunda-feira, 16 de março. A expectativa é melhorar as condições de deslocamento da comunidade escolar e ampliar a oferta de transporte público na região.</p>
<p>A iniciativa reforça o compromisso da Prefeitura de Manaus com a mobilidade urbana e com a melhoria dos serviços oferecidos à população.</p>
<h2 class="wp-block-heading">IMMU reforça melhorias no transporte público</h2>
<p>O Instituto Municipal de Mobilidade Urbana informou que segue avaliando demandas da população para aprimorar o sistema de transporte coletivo na capital.</p>
<p>De acordo com o órgão, ações como a ampliação de itinerários buscam tornar o transporte público mais eficiente, acessível e alinhado às necessidades dos moradores de Manaus.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Novas mudanças em linhas de ônibus de Manaus</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/linha-021-tera-trajeto-ampliado-ate-escola-no-ramal-do-pau-rosa/">Linha 021 terá trajeto ampliado até escola no ramal do Pau-Rosa</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Polícia de SP investiga denúncia de estupro coletivo em escola</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/policia-de-sp-investiga-denuncia-de-estupro-coletivo-em-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 23:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil de São Paulo investiga uma denúncia de estupro coletivo de um estudante de 12 anos em uma escola estadual na zona norte da capital paulista. O crime teria ocorrido dentro de um dos banheiros da unidade, envolvendo alunos da idade da vítima e outros mais velhos.  Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o caso foi registrado como ato infracional – estupro de vulnerável no 46º DP e encaminhado para o 74º DP, responsável pela área da escola.  A vítima e outros estudantes envolvidos devem prestar depoimento nos próximos dias.  A secretaria estadual de educação, responsável pela unidade onde ocorreu o crime, disse que realiza apuração própria, inclusive sobre a conduta da gestão. A pasta acionou o Conselho Tutelar e os responsáveis pelos estudantes, além de enviar equipes...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/policia-de-sp-investiga-denuncia-de-estupro-coletivo-em-escola/">Polícia de SP investiga denúncia de estupro coletivo em escola</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil de São Paulo investiga uma denúncia de estupro coletivo de um estudante de 12 anos em uma escola estadual na zona norte da capital paulista. O crime teria ocorrido dentro de um dos banheiros da unidade, envolvendo alunos da idade da vítima e outros mais velhos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Policia-de-SP-investiga-denuncia-de-estupro-coletivo-em-escola.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o caso foi registrado como ato infracional – estupro de vulnerável no 46º DP e encaminhado para o 74º DP, responsável pela área da escola. </p>
<p>A vítima e outros estudantes envolvidos devem prestar depoimento nos próximos dias. </p>
<p>A secretaria estadual de educação, responsável pela unidade onde ocorreu o crime, disse que realiza apuração própria, inclusive sobre a conduta da gestão.</p>
<p>A pasta acionou o Conselho Tutelar e os responsáveis pelos estudantes, além de enviar equipes do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva-SP), incluindo um psicólogo, para a unidade. Essa equipe acompanha e faz o acolhimento dos estudantes e professores, em ações coletivas.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/policia-de-sp-investiga-denuncia-de-estupro-coletivo-em-escola" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Wilson Lima vistoria obras da primeira Escola de Saúde Pública do Amazonas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/wilson-lima-vistoria-obras-da-primeira-escola-de-saude-publica-do-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 23:49:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governador Wilson Lima vistoriou, nesta terça-feira (10/03), as obras da primeira Escola de Saúde Pública do Estado do Amazonas (ESP/AM), localizada na avenida Efigênio Salles, no bairro Aleixo, zona centro-sul de Manaus. A unidade será voltada à formação, qualificação e inovação em saúde pública no Amazonas. A Escola de Saúde Pública vai reunir programas de residência médica e multiprofissional, cursos técnicos, especializações e iniciativas de pesquisa e inovação. A proposta é fortalecer a qualificação dos profissionais que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS) no Amazonas e alinhar a formação às necessidades epidemiológicas e sociais do território amazônico. De acordo com o governador Wilson Lima, a criação da Escola de Saúde Pública consolida uma política estruturante para a formação de profissionais no estado e fortalece a rede pública de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governador Wilson Lima vistoriou, nesta terça-feira (10/03), as obras da primeira Escola de Saúde Pública do Estado do Amazonas (ESP/AM), localizada na avenida Efigênio Salles, no bairro Aleixo, zona centro-sul de Manaus. A unidade será voltada à formação, qualificação e inovação em saúde pública no Amazonas.</p>
<p>A Escola de Saúde Pública vai reunir programas de residência médica e multiprofissional, cursos técnicos, especializações e iniciativas de pesquisa e inovação. A proposta é fortalecer a qualificação dos profissionais que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS) no Amazonas e alinhar a formação às necessidades epidemiológicas e sociais do território amazônico.</p>
<p>De acordo com o governador Wilson Lima, a criação da Escola de Saúde Pública consolida uma política estruturante para a formação de profissionais no estado e fortalece a rede pública de saúde.</p>
<p>“Essa é uma ação inédita no Estado do Amazonas, que materializa um trabalho que já acontece na nossa rede de saúde, com hospitais que recebem alunos para residência, pesquisa e extensão. Quanto mais profissionais capacitados nós tivermos, melhor é o atendimento que chega na ponta para a população”, afirmou o governador, acompanhado da secretária de Saúde, Nayara Maksoud.</p>
<p>Com capacidade para alcançar mais de 24 mil servidores da saúde, a unidade vai funcionar como centro estratégico de educação permanente, promovendo integração entre ensino, serviço e comunidade e contribuindo para melhorar a qualidade do atendimento à população.</p>
<p>Entre as primeiras iniciativas da escola está a implantação de programas de residência organizados pela própria Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), por meio da Comissão de Residência Médica (Coreme) e da Comissão de Residência Multiprofissional em Saúde (Coremu).</p>
<p>Programas</p>
<p>Entre os programas previstos estão a Residência Médica em Psiquiatria, com três vagas, e a Residência Médica em Psiquiatria Forense, com uma vaga. Na área multiprofissional, será implantada a Residência Uniprofissional em Enfermagem em Neonatologia, com duas vagas.</p>
<p>Também será ofertada a Residência Multiprofissional em Saúde da Mulher, com ênfase em saúde reprodutiva, com nove vagas distribuídas entre psicologia, enfermagem e fisioterapia.</p>
<p>A programação da escola inclui ainda a oferta de um mestrado interinstitucional (Minter) em Modelos de Decisão e Saúde, destinado a servidores da área da saúde. O curso será realizado em parceria com o Ministério da Saúde e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e contará com 30 vagas.</p>
<p>Outro eixo de atuação envolve a oferta de cursos técnicos e especializações de nível médio em parceria com o Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam), com previsão de 17 turmas e 640 vagas destinadas a profissionais da saúde e à comunidade.</p>
<p>Criada pela Lei nº 8.016, de 5 de janeiro de 2026, a Escola de Saúde Pública nasce com a missão de fortalecer a força de trabalho do SUS no Amazonas, integrando ensino, pesquisa, inovação e gestão em saúde. A instituição também atuará no desenvolvimento de ambientes virtuais de aprendizagem, produção de conteúdos educacionais e monitoramento de indicadores por meio do Observatório da Educação na Saúde.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Wilson Lima vistoria equipamentos e obras no Complexo Hospitalar Sul</p>
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		<title>Velório de Adriana Araújo ocorre em quadra de escola de samba em BH</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/velorio-de-adriana-araujo-ocorre-em-quadra-de-escola-de-samba-em-bh/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 14:33:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana]]></category>
		<category><![CDATA[Araújo]]></category>
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		<category><![CDATA[escola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A quadra da Escola Unidos dos Guaranys, na Rua Araribá, 285, São Cristóvão, em Belo Horizonte, está aberta para receber família, amigos e admiradores da cantora e sambista Adriana Araújo para o velório previsto para terminar às 12h. O sepultamento será restrito aos familiares. A artista morreu nesta segunda-feira (2), em Minas Gerais, aos 49 anos. Adriana, uma das maiores expressões do samba em Minas Gerais, estava internada desde sábado (28), quando sofreu um aneurisma cerebral. Nota oficial em seu perfil do Instagram informa que a artista passou mal em casa, teve um desmaio e foi levada imediatamente à UPA e depois transferida para o Hospital Odilon Behrens. “Após a realização de exames, foi constatado um aneurisma cerebral, que provocou uma hemorragia de grande extensão. Desde então, Adriana encontra-se internada em...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/velorio-de-adriana-araujo-ocorre-em-quadra-de-escola-de-samba-em-bh/">Velório de Adriana Araújo ocorre em quadra de escola de samba em BH</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A quadra da Escola Unidos dos Guaranys, na Rua Araribá, 285, São Cristóvão, em Belo Horizonte, está aberta para receber família, amigos e admiradores da cantora e sambista Adriana Araújo para o velório previsto para terminar às 12h. O sepultamento será restrito aos familiares. A artista morreu nesta segunda-feira (2), em Minas Gerais, aos 49 anos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Velorio-de-Adriana-Araujo-ocorre-em-quadra-de-escola-de.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Adriana, uma das maiores expressões do samba em Minas Gerais, estava internada desde sábado (28), quando sofreu um aneurisma cerebral. Nota oficial em seu perfil do Instagram informa que a artista passou mal em casa, teve um desmaio e foi levada imediatamente à UPA e depois transferida para o Hospital Odilon Behrens.</p>
<p>“Após a realização de exames, foi constatado um aneurisma cerebral, que provocou uma hemorragia de grande extensão. Desde então, Adriana encontra-se internada em coma, entubada e sob cuidados intensivos da equipe médica.”</p>
<p>A nota informa ainda que os médicos relataram que o quadro era gravíssimo e irreversível, mas a equipe seguia acompanhando a evolução clínica. “Apesar do diagnóstico médico, seguimos em oração, acreditando que a resposta final é de Deus. Pedimos respeito, sensibilidade e orações. A família e a equipe agradecem profundamente todo o carinho e apoio que temos recebido.”</p>
<p>A morte de Adriana Araújo também foi informada por meio de uma mensagem no seu perfil do Instagram. “Hoje nos despedimos da nossa amada Adriana Araújo. Adriana foi muito mais do que uma grande voz do samba. Foi abraço largo, sorriso fácil, coração generoso e uma alegria de viver que iluminava todos ao seu redor.”</p>
<p>“O samba sentirá profundamente sua ausência, mas não apenas ele. Sentirão falta todos que um dia receberam seu carinho, sua escuta atenta e seu caloroso abraço.”</p>
<p>A postagem destaca ainda que a presença de Adriana ficará eternamente nos corações de familiares, amigos e admiradores e que sua voz continuará ecoando e tocando vidas para sempre nas plataformas onde compartilhou sua arte.</p>
<p>“Neste momento de dor, pedimos orações e boas energias para seu filho Daniel e para seu marido Evaldo, para que encontrem força e amparo. Obrigada por tanto, nossa rainha. Seu brilho é eterno.”</p>
<p>Também no Instagram, a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, destacou a presença marcante de Adriana Araújo.</p>
<p>“Adriana Araújo se encantou. Não virou estrela. Ela já era. Seu brilho nos iluminava. Sua voz nos embalava nas rodas de samba, no Carnaval e onde quer que chegava. Uma artista solar, que acolhia o público e fazia com que cada um se sentisse único e especial no seus shows.”</p>
<p>A ministra lembrou ainda que a artista transformou o bar do Cacá, no bairro São Paulo em Belo Horizonte, em um quilombo, “onde a alegria dava o tom. Rainha! Descia para estar com os súditos que a reverenciavam. Cantava olhando no olho. Abraçava. Era feita de afeto”.</p>
<p>Macaé Evaristo lamentou ainda a morte da cantora e enalteceu o seu legado.</p>
<p>“A notícia de sua partida nos deixa devastados e devastadas. Aos 49 anos! Mas temos a certeza que será recebida em festa no Orum. Ancestralizou. Deixa um legado no samba, na cultura de Belo Horizonte e do Brasil”, apontou Macaé Evaristo.</p>
<p>“À sua família, o nosso mais afetuoso abraço! Que possam encontrar consolo neste momento. Agradecemos por terem dividido conosco a força e beleza de Adriana Araújo”, conclui a ministra em sua mensagem.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/velorio-de-adriana-araujo-ocorre-em-quadra-de-escola-de-samba-em-bh" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Alunos de escola no DF são “punidos” com flexão e PMs são afastados</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/alunos-de-escola-no-df-sao-punidos-com-flexao-e-pms-sao-afastados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 22:23:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[afastados]]></category>
		<category><![CDATA[Alunos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Policiais da escola cívico-militar CED 1, da região administrativa do Itapoã, no Distrito Federal, obrigaram alunos a fazer flexão de braços e a ficar de joelhos na última quarta (25), como punição. A escola e a PM reconheceram o episódio, que foi gravado e teve o vídeo divulgado nas redes sociais. Segundo denuncia o sindicato dos professores do DF, a ordem foi uma espécie de punição pelo uso de agasalho diferente da cor do uniforme da escola. “Isso é humilhante, constrangedor, desproporcional e não tem nenhum caráter pedagógico”, afirmou o diretor do sindicato, Samuel Fernandes. O diretor do sindicato disse que os estudantes em desconformidade com o casaco não receberam o material da secretaria de educação. “A escola tem que acolher e não punir pela condição social. A disciplina precisa ter limites e respeitar a...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/alunos-de-escola-no-df-sao-punidos-com-flexao-e-pms-sao-afastados/">Alunos de escola no DF são “punidos” com flexão e PMs são afastados</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Policiais da escola cívico-militar CED 1, da região administrativa do Itapoã, no Distrito Federal, obrigaram alunos a fazer flexão de braços e a ficar de joelhos na última quarta (25), como punição. A escola e a PM reconheceram o episódio, que foi gravado e teve o vídeo divulgado nas redes sociais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Alunos-de-escola-no-DF-sao-punidos-com-flexao-e.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo denuncia o sindicato dos professores do DF, a ordem foi uma espécie de punição pelo uso de agasalho diferente da cor do uniforme da escola.</p>
<p>“Isso é humilhante, constrangedor, desproporcional e não tem nenhum caráter pedagógico”, afirmou o diretor do sindicato, Samuel Fernandes.</p>
<p>O diretor do sindicato disse que os estudantes em desconformidade com o casaco não receberam o material da secretaria de educação. “A escola tem que acolher e não punir pela condição social. A disciplina precisa ter limites e respeitar a dignidade dos estudantes”, ponderou.</p>
<p>Fernandes entende que o caso deve ser apurado com urgência para evitar situações parecidas. “E que os responsáveis sejam punidos dentro do rigor da lei. E a gente vai acompanhar”.</p>
<h2>&#8220;Equívoco&#8221;</h2>
<p>A Secretaria de Educação do Distrito Federal afirmou, em nota à imprensa, que a direção da escola avaliou ter havido um &#8220;equívoco&#8221; na condução do episódio.</p>
<p>A respeito do uso de uniformes, a secretaria acrescentou que nenhum estudante será prejudicado por “ausência ou inadequação de vestimenta&#8221;.</p>
<p>O governo garantiu que o caso será devidamente apurado para o esclarecimento dos fatos “e eventual adoção das medidas administrativas cabíveis”.</p>
<h2>PM vai apurar</h2>
<p> A Polícia Militar do Distrito Federal, também em nota, afirmou que afastou e substituiu os policiais que atuam na escola.</p>
<p>“A corporação ressalta que não compactua com qualquer prática que possa ser interpretada como constrangedora ou inadequada ao ambiente escolar”. A PM também garantiu que o caso será apurado para esclarecimento dos fatos e adoção de medidas previstas.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-02/alunos-de-escola-no-df-sao-punidos-com-flexao-e-pms-sao-afastados" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/alunos-de-escola-no-df-sao-punidos-com-flexao-e-pms-sao-afastados/">Alunos de escola no DF são “punidos” com flexão e PMs são afastados</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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