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	<title>escolas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>escolas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Entenda o papel das escolas no combate à violência contra meninas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/entenda-o-papel-das-escolas-no-combate-a-violencia-contra-meninas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 12:49:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Colégio Cruzeiro, escola de elite do Rio de Janeiro, acionou a Polícia Civil por conta de lista de cunho sexual com nomes de estudantes, todas adolescentes, feita em plataforma online. A lista expunha, constrangia e humilhava as meninas. O caso extrapolou os muros da escola e teve grande repercussão. A investigação está em andamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Colégio Cruzeiro, escola de elite do Rio de Janeiro, acionou a Polícia Civil por conta de lista de cunho sexual com nomes de estudantes, todas adolescentes, feita em plataforma <em>online</em>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Entenda-o-papel-das-escolas-no-combate-a-violencia-contra.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A lista expunha, constrangia e humilhava as meninas. O caso extrapolou os muros da escola e teve grande repercussão. A investigação está em andamento na Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV) que, segundo a Polícia Civil, realiza todas as diligências para apurar os fatos. </p>
<p>A Agência Brasil conversou com especialistas sobre o papel da escola e das famílias em casos como este, em que adolescentes são responsáveis por agressões e violências.</p>
<p>Segundo a professora da faculdade de educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Telma Vinha, a escola é um espaço de aprendizagem. A situação mostra a necessidade de um trabalho constante de discutir e conscientizar os estudantes.</p>
<p>“Uma situação como essa tem muitas camadas e essas camadas devem ser trabalhadas como prevenção, de uma maneira muito mais sistematizada e contínua”, defende. “A função da escola é que os problemas, as violências, os conflitos, eles podem ser oportunidades de aprender a viver socialmente”, acrescenta.</p>
<p>A professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) Denise Carreira, ressalta que além do papel pedagógico, cabe a escola acionar os órgãos competentes nos casos de atos infracionais cometidos por crianças e adolescentes com menos de 18 anos.</p>
<p>“O papel prioritário da escola é pedagógico, mas a nossa legislação, o ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente] coloca a importância da escola identificar as situações, acolher as vítimas e notificar também o conselho tutelar e a rede de proteção para justamente buscar formas de atuação nessas situações”, diz. “A nossa legislação também, inclusive, o ECA, reconhece que os adolescentes também podem ser sujeitos de atos infracionais”.</p>
<h2>O que pode ser feito?</h2>
<p>De acordo com Vinha, o foco da intervenção da escola, em casos como este, é colocar a vítima em primeiro lugar. “A violência, você não pode minimizar ou justificar, mas o que você pode fazer é trabalhar a gravidade, os impactos daquilo”.</p>
<p>Um aspecto importante, segundo a professora é a escuta cuidadosa de cada uma das vítimas. “Tem que ser aquela escuta cuidadosa no sentido que deixa muito claro que ela não tem responsabilidade nisso. Deixa muito claro que a escola, que a família vai protegê-la de novas exposições. Então, é justamente falar sobre ela, como ela se sente. Que que ela gostaria que fosse feito”.</p>
<p>E alerta: “Tem que tomar muito cuidado para essa escuta não virar interrogatório ou curiosidade que a gente tem. E essa escuta ajuda inclusive a orientar a escola nos próximos passos com os autores”.</p>
<p>Em relação aos autores, uma das recomendações é uma conversa individual, já que muitas vezes o comportamento em grupo que leva a infrações como as praticadas.</p>
<p>“A nossa questão é o que os envolvidos têm que aprender sobre isso”, diz. “Pode-se trabalhar com eles formas de restauração, ou seja, que conhecimentos eles precisam ter para saber a gravidade do que eles fizeram”, diz Vinha. </p>
<h2>Educação e gênero</h2>
<p>Carreira destaca a importância de escolas discutirem questões que envolvam assimetrias de gênero, o que contribui para o combate a violência contra mulheres e contra pessoas LGBT. </p>
<p>“Não tem como a gente avançar no enfrentamento da violência contra meninas, mulheres, população LGBTQIA+ sem a gente fazer essa conversa séria nas escolas”, diz.</p>
<p>Segundo ela, um ponto central é discutir as masculinidades, para que os próprios meninos tenham uma compreensão do papel que exercem na sociedade e possam construir relações mais igualitárias. </p>
<p>“A masculinidade tóxica ou hegemônica, que é essa masculinidade que também leva muitos meninos ao sofrimento e está muito ancorada em perspectivas de dominação, de desqualificação do feminino, não reconhecimento das próprias emoções”, diz. </p>
<p>“Nós precisamos conseguir desmontar e conversar sobre isso nas escolas por meio de rodas de conversa, por meio de projetos, atuando na formação também dos profissionais de educação. Isso é fundamental pra gente inclusive enfrentar o feminicídio”, defende Carreira.</p>
<p>A professora foi relatora do Grupo de Trabalho Técnico que elaborou a proposta de Política Nacional de Educação para a Igualdade de Gênero, Diversidade Sexual e Educação Integral em Sexualidade, em perspectiva interseccional. </p>
<p>Participou também da elaboração do material educativo para escolas Indicadores de Qualidade na Educação: gênero, raça e sexualidade na escola, produzido por Ação Educativa e Faculdade de Educação da USP, com apoio do Fundo Malala.  </p>
<p>Carreira destaca ainda que a lei Maria da Penha estabelece que as escolas devem debater gênero e raça como forma de enfrentar o fenômeno da violência contra meninas e mulheres. “A lei foi expandida também para se pensar a agenda LGBTQIA+, então, é importante dizer que esse silenciamento, ele acaba comprometendo e ceifando vidas. Prejudicando vidas não só de meninas, mulheres, população LGBT, mas dos próprios meninos. Muitos meninos sofrem violência por não performarem essa masculinidade hegemônica e para os que a performam também acarreta muito sofrimento”. </p>
<h2>Colégio Cruzeiro</h2>
<p>Em nota, o Colégio Cruzeiro diz que o bem-estar e a segurança dos alunos “são prioridades absolutas” e que repudia “qualquer atitude de exposição que os afetem”. Quanto à autoria e punição, no âmbito penal, a escola afirma que as autoridades competentes estão cumprindo o seu papel investigativo.</p>
<p>“Assim que tomamos conhecimento dos fatos, acionamos as autoridades por meio de boletim de ocorrência, exigimos a remoção do conteúdo junto à plataforma — o que já foi feito —, alertamos as famílias e iniciamos o apoio integral às alunas e suas famílias”, informou a escola.</p>
<p>A nota acrescenta: “Entendemos que o papel da escola vai além do ensino acadêmico, incluindo a formação integral do ser humano. A conduta ética e a responsabilidade digital são temas recorrentes da sociedade contemporânea. Por isso, oferecemos constantemente a nossos 3 mil alunos, campanhas de conscientização com palestras de juízes, psicólogos, especialistas em tecnologia, delegados, entre outros”. </p>
<p>A escola afirma ainda que a postura reflete a tradição e os valores de uma instituição que, ao longo de seus 164 anos, formou gerações pautadas pelo respeito e pelo desenvolvimento humano integral. “Com base nos princípios e valores educacionais, a escola permanece atenta às medidas pedagógicas que lhe cabem para o zelo e preservação do ambiente formativo”, diz.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-07/entenda-o-papel-das-escolas-no-combate-violencia-contra-meninas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>David Almeida afirma que é responsável pelas melhores escolas do Norte e nega rejeição: &#8216;não precisa agradar 100%&#8217;</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/david-almeida-afirma-que-e-responsavel-pelas-melhores-escolas-do-norte-e-nega-rejeicao-nao-precisa-agradar-100/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:37:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ex-prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), que é pré-candidato a governador do Amazonas, disse em entrevista à Rádio Antena 1 que não teme a rejeição, e elencou uma série de argumentos para sustentar sua confiança na competitividade em relação aos adversários. David Almeida disse que resolveu problemas na Saúde e na Educação, citou duas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O ex-prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), que é pré-candidato a governador do Amazonas, disse em entrevista à Rádio Antena 1 que não teme a rejeição, e elencou uma série de argumentos para sustentar sua confiança na competitividade em relação aos adversários.</p>
<p class="wp-block-paragraph">David Almeida disse que resolveu problemas na Saúde e na Educação, citou duas escolas que segundo ele, são as melhores do Brasil, e criticou fortemente o atual Governo, liderado por Roberto Cidade (UB), aliado do ex-governador Wilson Lima (UB).</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Aí tu pega, por exemplo, o governador Tarcísio, que tem uma intenção de voto grande, mas tu pega a rejeição dele de 26 a 29. O mesmo número que eu tenho aqui. Então, isso é a percepção normal. Tu não precisas agradar 100% da população. Tu precisas agradar a maioria da população”, afirmou, referindo-se ao governador de São Paulo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">David Almeida aparece em várias pesquisas empatado com os principais adversários, num cenário de indefinição quanto a quem vai para o segundo turno no Amazonas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na entrevista, ela diz que Manaus tem as duas melhores escolas do Norte, e que sabe resolver os problemas do Amazonas, porquê o prefeito de  Manaus já administra mais da metade do Estado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além de Roberto Cidade, ele deve enfrentar a empresária Maria do Carmo Seffair (PL) e o senador Omar Aziz (PSD), com quem ensaiou aliança, mas depois desistiu.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Veja o link da entrevista completa clicando aqui:</p>
<p class="wp-block-paragraph"> LEIA MAIS: Marcelo Ramos acusa Roberto Cidade de ignorar sofrimento na Venezuela: ‘sempre deu demonstrações de ser pequeno’</p>
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		<title>Lei que restringe uso de celulares já é adotada por 92% das escolas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/lei-que-restringe-uso-de-celulares-ja-e-adotada-por-92-das-escolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 23:34:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após um ano de implementação da legislação que restringe o uso de celulares para fins não pedagógicos nas escolas de educação básica, 92% das escolas brasileiras já implementam as novas regras.  Antes da Lei Nº 15.100/2025, a permissão irrestrita do uso de dispositivos móveis por estudantes alcançava 13% das escolas e, atualmente, essa permissão plena [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após um ano de implementação da legislação que restringe o uso de celulares para fins não pedagógicos nas escolas de educação básica, 92% das escolas brasileiras já implementam as novas regras. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Lei-que-restringe-uso-de-celulares-ja-e-adotada-por.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Antes da Lei Nº 15.100/2025, a permissão irrestrita do uso de dispositivos móveis por estudantes alcançava 13% das escolas e, atualmente, essa permissão plena não existe mais.</p>
<p>Os dados constam na Pesquisa Nacional do primeiro ano de implementação da legislação, divulgada nesta terça-feira (30) pelo Ministério da Educação. </p>
<p>O levantamento foi realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em parceria com o Instituto Alana e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil.</p>
<p>Durante a apresentação da pesquisa, a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, afirmou que a aceitação da lei mostra que a restrição do uso de celulares sem finalidade pedagógica foi acertada, porque atrapalhava a rotina da escola.</p>
<p>“Diferente de outras leis que são natimortas, essa é uma lei viva, porque já está sendo internalizada. Muita lei no Brasil não pega. Se essa pegou, é porque havia um ambiente na sociedade preocupado com esse uso nocivo [do celular nas escolas]”, avaliou a secretária do MEC.</p>
<p>A rápida adesão à política pública, segundo o CEO da Fundação Lemann, Denis Mizne, deve-se ao amplo apoio de diferentes espectros políticos, da imprensa, de especialistas em educação e dos responsáveis pelos alunos.</p>
<p>“As famílias e os educadores já percebiam que o uso de celular nas escolas estava prejudicando as crianças e os adolescentes e queria mudar o cenário, mas não conseguiam fazer isso de forma isolada.</p>
<p>Mizne considera natural o fato de apenas 8% ainda não estarem de acordo com a regra considerando o universo de mais de 140 mil escolas públicas em todo o país.</p>
<h2>Pesquisa</h2>
<p>Na pesquisa por amostragem, 8.189 gestores de escolas públicas e privadas de todas as 27 unidades da federação responderam aos questionários aplicados entre março e abril deste ano pelo Inep.</p>
<p>Após esta primeira etapa, os outros atores escolares, como coordenadores pedagógicos e professores, serão abordados nas próximas publicações para relatar suas percepções.</p>
<p>O presidente do Inep, Manuel Palacios, enfatiza que a restrição do uso de celulares quando não tem fim pedagógico não deve ser vista como uma iniciativa isolada. </p>
<p>“O resultado da pesquisa faz parte de uma constelação de estudos e preocupações sobre as transformações que estão ocorrendo no ambiente educacional. O regramento do uso do celular é parte de um grande contexto em que não se assiste passivamente às mudanças que estão ocorrendo.”</p>
<h2>Outros resultados</h2>
<p>Entre 92% dos gestores educacionais que informam que a lei já estava sendo implementada em suas instituições, 45% consideram o processo consolidado e 47% relatam que a implementação está em curso.</p>
<p>Como em quase metade das escolas que iniciaram o processo ainda não o finalizaram, a CEO da organização da sociedade civil sem fins lucrativos MegaEdu, Cristieni Castilhos, entende que há desafios importantes sobre como gerir a proibição dos celulares.</p>
<p>“As escolas têm testado protocolos e combinados para entender o que funciona melhor em cada realidade e em cada etapa de ensino, dependendo da idade e das características dos alunos das escolas.” A entidade trabalha para que 100% das escolas públicas do Brasil tenham acesso à internet de qualidade e possam usá-la para fins pedagógicos.</p>
<p>A Pesquisa nacional — 1º ano da Lei no 15.100/2025 mostra também que a restrição do uso em todos os espaços escolares (incluindo pátios e intervalos) mais que dobrou, saltando de 20% para 48%.</p>
<p>As respostas dos gestores indicam que a permissão focada estritamente em atividades mediadas por profissionais da escola ficou em 45% e era 43%, antes de 2025.</p>
<h2>Impactos percebidos</h2>
<p>No questionário, os gestores relatam melhorias na participação das crianças e adolescentes, na convivência e na concentração durante as aulas após a regulamentação do uso não pedagógi­co dos dispositivos móveis:</p>
<ul>
<li>97% concordam que a medida ampliou a participação dos alunos nas atividades e 95% notaram maior concentração nas aulas;</li>
<li>86% consideram que as atividades pedagógicas com tecnologias digitais foram mantidas ou ampliadas e</li>
<li>71% discordam que a lei limite o desenvolvimento de habilidades digitais dos estudantes.</li>
</ul>
<p>A secretária Kátia recordou que era frequente a reclamação dos gestores sobre os prejuízos nos processos de ensino e aprendizagem pelo uso sem critérios de smartphones em salas de aula, mas considera que a lei direciona os recursos digitais para aprendizagem, sem demonizar as tecnologias.</p>
<p>“As tecnologias são uma realidade acelerada, inclusive, pela inteligência artificial. Agora, é imperativo na educação que a gente faça, cada vez mais, um uso com intencionalidade pedagógica”, frisou.</p>
<p>A representante da MegaEdu, concorda que o caminho é usar a tecnologia de maneira intencional. “O Brasil deu um passo importante com a aprovação da lei. O próximo desafio é ter uma estratégia clara sobre como usar a tecnologia para melhorar a aprendizagem. Isso passa por equipar as escolas com a infraestrutura adequada e preparar os professores para que a tecnologia seja, de fato, mais uma ferramenta a serviço da educação.”</p>
<h2>Saúde mental, socialização e convivência</h2>
<p>Em relação à restrição ao uso não pedagógico dos celulares, a pesquisa mostra que:</p>
<ul>
<li>95% dos gestores entrevistados concordam que estimulou a socialização presencial;</li>
<li>67% relatam aumento de atividades manuais/artísticas e;</li>
<li>56% viram um aumento em atividades pedagógicas fora da sala de aula.</li>
</ul>
<p>Outra percepção de 86% dos gestores é de que a restrição ajudou a reduzir a ansiedade dos estudantes.</p>
<p>Sobre os conflitos, 88% concordam que a medida contribuiu para a redu­ção de conflitos, agressões digitais e cyberbullying e redução de agressões físicas na escola (55%).</p>
<p>Kátia Schweickardt fez a relação entre a restrição do uso dos celulares no ambiente educacional e a diminuição das violências entre estudantes. “As coisas são muito imediatas. Antes, quando um grupinho passava rapidamente a mensagem, um cara, com raiva, já ia dar um soco no outro. Agora, já está mais controlado ali [na escola].”</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Lei-que-restringe-uso-de-celulares-ja-e-adotada-por.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 30/06/2026 - Divulgação dos resultados da Pesquisa Nacional do 1º ano da Lei nº 15.100/2025, que avalia a implementação da legislação que restringe o uso de celulares para fins não pedagógicos nas escolas de educação básica. Foto: Allef Renan/Divulgação" title="Allef Renan/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">Divulgação dos resultados da Pesquisa Nacional do 1º ano da Lei nº 15.100/2025, que avalia a implementação da legislação que restringe o uso de celulares para fins não pedagógicos nas escolas de educação básica. Foto: Allef Renan/Divulgação</h6>
</p>
<h2>Desafios de implementação</h2>
<p>Entre as maiores dificuldades operacionais apontadas para a implementação da nova lei, 39% dos gestores escolares dizem que é conquistar a adesão dos jovens às novas regras.</p>
<p>Em 39% das respostas, o desafio é garantir infraestrutura para armazenar e guardar os aparelhos, com destaque para escolas públicas (45%) e privadas, 18%.</p>
<p>A especialista em educação Cristieni Castilhos nota que um dos problemas é saber qual protocolo adotar porque não é possível dizer a um aluno para não trazer o celular para a escola quando é esse contato com os pais e que contribui para a segurança dele. </p>
<p>Outra questão é decidir se o celular fica na mochila ou se este deve ficar guardado em algum espaço escolar. “Nem todas as instituições têm essa estrutura e, além disso, ainda não há consenso de que retirar o aparelho dos estudantes seja, por si só, a melhor solução.”</p>
<p>E 31% dos gestores educacionais também relatam dificuldades na fiscalização contínua durante as aulas e intervalos.</p>
<h2>Prioridades para melhorar</h2>
<p>Entre as prioridades para consolidar a política, 67% dos gestores indicam a parceria com famílias para estabelecer limites de tempo de tela aos estudantes fora da escola.</p>
<p>O CEO da Fundação Lemann, Denis Mizne, considera que essa parceria é o ponto central, pois a escola, sozinha, não consegue atuar no uso de celulares dentro da casa do estudante.</p>
<p>“Os responsáveis não devem pensar que, com a proibição na escola, as crianças podem usar o celular livremente em casa, mas sim o oposto: questionar se a restrição que funcionou na escola não deveria também orientar o uso doméstico”, disse.</p>
<p>Outra informação do relatório indica que seis em cada dez gestores consideram os espaços de lazer, incluindo reformas em pátios e áreas de convivência, como prioridade para aprimorar a aplicação da nova lei.</p>
<p>E ainda: 49% dos gestores percebem a necessidade de educação digital e midiática no currículo e para 61% deles a forma­ção docente em mediação tecnológica, saúde mental e bem-estar.</p>
<h2>Sobre a Lei</h2>
<p>A legislação que estabelece regras para o uso de celulares e outros dispositivos eletrônicos pessoais por estudantes nos estabelecimentos públicos e privados da educação básica restringe o uso durante aulas, recreios e intervalos.</p>
<p>O objetivo é proteger o bem-estar de crianças e ado­lescentes e preservar o ambiente escolar como espaço de aprendizagem, con­vivência e desenvolvimento integral.</p>
<p>No entanto, a lei permite o uso de celulares para fins pedagógicos, acessibilidade, condições de saúde e outros casos.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-06/lei-que-restringe-uso-de-celulares-ja-e-adotada-por-92-das-escolas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Brasil tem duas escolas finalistas no Prêmio Melhores Escolas do Mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 21:36:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Duas escolas brasileiras estão entre as 50 melhores escolas do mundo: a Escola Municipal GET IV Centenário, no Rio de Janeiro, e a Escola Baniwa Kalipana, em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas. Elas concorrem ao Prêmio Melhores Escolas do Mundo 2026 e estão entre as dez finalistas de cada uma das cinco categorias da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Duas escolas brasileiras estão entre as 50 melhores escolas do mundo: a Escola Municipal GET IV Centenário, no Rio de Janeiro, e a Escola Baniwa Kalipana, em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Brasil-tem-duas-escolas-finalistas-no-Premio-Melhores-Escolas-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Elas concorrem ao Prêmio Melhores Escolas do Mundo 2026 e estão entre as dez finalistas de cada uma das cinco categorias da premiação. </p>
<p>O anúncio foi nesta quinta-feira (25).</p>
<p>Em São Gabriel da Cachoeira eram 2h quando o resultado foi transmitido. Na Terra Indígena Alto Rio Negro, estudantes e lideranças indígenas aguardavam acordados e reunidos, torcendo pela escola. </p>
<p>A comemoração foi geral quando a escola foi anunciada como uma das finalistas na categoria Ação Ambiental. </p>
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<p>Na Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, onde está a unidade do Ginásio Educacional Tecnológico (GET) finalista na categoria Superação de Adversidade, o dia também foi de festa. </p>
<p>“O coração está transbordando de alegria. É muito gostoso a gente receber esse reconhecimento em uma área vulnerável como é a nossa”, comemorou a diretora do GET IV Centenário, Alessandra Aguiar.</p>
<h2>Escutar os estudantes</h2>
<p>O GET IV Centenário fica na Maré, bairro que abriga um complexo de 16 favelas no Rio de Janeiro. A região é constantemente alvo de operações policiais e disputa de grupos armados. Apenas entre 2016 e 2025 ocorreram 231 operações, que resultaram em 160 mortes e 1.538 ações de violência, segundo o projeto De Olho na Maré. </p>
<p>Segundo Alessandra, foi depois de uma das operações que a escola, que atende crianças de 6 a 11 anos de idade, percebeu a necessidade da conversa e da escuta dos estudantes. </p>
<p>“A gente criou o Café com Música e Prosa, que é o acolhimento socioemocional, principalmente por conta dos dias após as operações policiais. Eles precisavam falar. Eles precisavam colocar para fora”, explicou a diretora da escola.</p>
<p>A escuta virou diária e passou a fazer parte do projeto Fábrica de Sonhos. Os primeiros 20 minutos do dia são para que os estudantes falem sobre as próprias questões, sentimentos e preocupações. </p>
<p>“Os 20 minutos que a gente para para ouvir essas crianças no começo do dia, fazem toda a diferença. E isso é um processo diário. Todos os dias, antes de começar as matérias, a gente para para ouvir e para dizer para eles que eles podem sonhar e realizar tudo que eles quiserem”, disse.</p>
<p>Esse processo gerou resultados. A escola conseguiu zerar o abandono escolar e melhorar o rendimento, que alcançou 97% de alfabetização na idade adequada. </p>
<p>“Eu acredito que sem relação, não tem aprendizado. Sem vínculo, não tem aprendizado. Então, a relação da gente com a família, a relação da gente com as crianças é muito importante e eles se sentem à vontade e acolhidos para estarem aqui. Às vezes, o que eles não falam em casa, eles contam aqui para a gente”, disse Alessandra. </p>
<h2>Aplicação</h2>
<p>O projeto Fábrica de Sonhos, além da escuta, reúne um conjunto de práticas que colocam o estudante no centro do processo de aprendizagem. Utilizando a tecnologia, por exemplo, as crianças investigam problemas reais da comunidade e desenvolvem soluções práticas por meio da aprendizagem.</p>
<p>As famílias também são parte essencial. No início do ano, participam do planejamento colaborativo, compartilham metas e projetos e definem responsabilidades junto com a escola.</p>
<p>Segundo a Prefeitura do Rio de Janeiro, a metodologia aplicada na escola será incorporada em outras 350 escolas da rede municipal da cidade, com potencial para expansão para demais escolas da rede.</p>
<h2>Saberes tradicionais</h2>
<p>Na Escola Baniwa Kalipana, o aprendizado é baseado no território, na gestão ambiental e nos sistemas de conhecimento ancestrais. Os professores são todos educadores indígenas e o conhecimento é repassado também na própria língua indígena.</p>
<p>Os educadores da escola destacam que, historicamente, a educação formal não reconhecia os sistemas de conhecimento locais nem os modos de vida de muitos jovens em comunidades indígenas remotas da Amazônia. </p>
<p>“Isso gerava um distanciamento cultural que aumentava a probabilidade de eles deixarem o território em busca de oportunidades externas e enfraquecia significativamente as chances de transmissão de conhecimento entre gerações”, explica o texto de apresentação da escola na premiação.</p>
<p>O modelo adotado pela escola foi desenvolvido por lideranças locais Baniwa e Koripako, juntamente com as famílias, anciãos e membros da comunidade.</p>
<p>A escola baseia o ensino no sistema agrícola Káali, um sistema indígena regional milenar que conecta o cultivo da mandioca a conhecimentos ecológicos, memória, cantos, artes, espiritualidade, saúde, produção de alimentos e à vida familiar e comunitária.</p>
<p>“Esse conhecimento territorial é então integrado a disciplinas como português, matemática, história e outras exigidas nacionalmente, dentro de uma estrutura curricular que apoia explicitamente a adaptação às realidades locais e aos contextos educacionais indígenas”, diz o texto.</p>
<h2>Premiação</h2>
<p>O World’s Best School Prizes, traduzido com Prêmio Melhores Escolas do Mundo, é promovido pela plataforma T4 Education e apoiado pela Fundação Lemann, American Express e Accenture.</p>
<p>O prêmio tem cinco categorias: Inovação, Ação Ambiental, Colaboração Comunitária, Superação de Adversidades e Apoio a Vidas Saudáveis.</p>
<p>Após o anúncio dos finalistas, está aberta, até o dia 29 de outubro, a votação popular, pela internet. Os vencedores de cada categoria serão anunciados em novembro. O prêmio, em dinheiro, é investido na escola.</p>
<p>“Essas escolas vêm de partes muito diferentes do mundo. O que elas compartilham é uma clara recusa em aceitar que uma educação de excelência seja reservada para algumas crianças e não outras”, afirmou, durante o anúncio dos finalistas, o fundador e CEO T4 Education, responsável pela premiação, Vikas Pota.</p>
<p>As escolas vencedoras e finalistas serão convidadas a participar do World Schools Summit, em Londres, nos dias 16 e 17 de janeiro de 2027, reunindo educadores, formuladores de políticas públicas e lideranças do setor educacional para compartilhar experiências e boas práticas.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-06/brasil-tem-duas-escolas-finalistas-no-premio-melhores-escolas-do-mundo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Seduc é notificada na Justiça por precariedade e omissão nas escolas do interior do Estado</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/seduc-e-notificada-na-justica-por-precariedade-e-omissao-nas-escolas-do-interior-do-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 15:53:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novas denúncias de precariedade em escolas estaduais gerenciadas pelo Governo do Amazonas, levaram o Ministério Público do Amazonas (MPAM) a acionar a Justiça para solicitar que a gestão do governador Roberto Cidade faça seu papel constitucional. Dessa vez, a Justiça acolheu totalmente uma ação civil pública (ACP) ajuizada pelo órgão, em conjunto com a Defensoria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Novas denúncias de precariedade em escolas estaduais gerenciadas pelo Governo do Amazonas, levaram o  Ministério Público do Amazonas (MPAM) a acionar a  Justiça para  solicitar que a gestão do governador Roberto Cidade faça seu papel constitucional. Dessa vez, a Justiça acolheu totalmente uma ação civil pública (ACP) ajuizada pelo órgão, em conjunto com a Defensoria Pública do Estado (DPE-AM), e determinou que medidas necessárias sejam tomadas para garantir condições adequadas de funcionamento nas Escolas Estaduais Professor Gilberto Mestrinho, Euclides Correa Vieira e Getúlio Vargas, localizadas no município de Beruri. </p>
<p class="wp-block-paragraph">A ação teve origem na Notícia de Fato nº 240.2024.000030, instaurada pela Promotoria de Justiça local, após denúncias sobre a precariedade da infraestrutura das unidades de ensino. As irregularidades foram confirmadas durante inspeções realizadas por MP e DPE, além de laudos periciais produzidos no curso do processo. </p>
<h2 class="wp-block-heading">PROBLEMAS GRAVES</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Na Escola Estadual Professor Gilberto Mestrinho, foram constatados graves problemas na rede elétrica, que provocavam a queima constante de lâmpadas e aparelhos de ar-condicionado. Das sete salas de aula existentes, apenas uma possuía climatização adequada. A unidade também apresentava banheiros sem portas e sem pias, infiltrações, vazamentos, fiação exposta e rotas de fuga comprometidas, colocando em risco a segurança de estudantes e servidores. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Já na escola Euclides Correa Vieira, a situação foi marcada pela paralisação de uma obra de reforma que se arrasta há aproximadamente quatro anos. O abandono resultou no comprometimento da infraestrutura do prédio, com infiltrações e corrosão. </p>
<h2 class="wp-block-heading">Decisão</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Na sentença, o Judiciário reconheceu a omissão do Executivo estadual na manutenção das unidades escolares e ressaltou que o direito à educação não se limita ao fornecimento de vagas, mas inclui a garantia de ambientes seguros, dignos e adequados ao processo de ensino-aprendizagem. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Os órgãos responsáveis deverão realizar, dentro do prazo de 15 dias, a instalação e a substituição de aparelhos de ar-condicionado em todas as salas de aula das três escolas estaduais, sob pena de multa diária.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, será necessária a readequação integral das instalações elétricas de todas as três unidades escolares, juntamente com a revisão e manutenção integral dos sistemas hidráulicos e sanitários, garantindo que todas as instituições de ensino passem a contar com banheiros funcionais.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, foi solicitado o cronograma detalhado de execução das obras de conclusão da reforma da Escola Estadual Euclides Correa Vieira, com a finalidade de acompanhar a conclusão da obra dentro do prazo planejado.   </p>
<p class="wp-block-paragraph">A impossibilidade de utilização da escola obrigou o remanejamento de centenas de estudantes para outra unidade de ensino, causando impactos diretos no acesso à educação. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Já na escola Getúlio Vargas, o cenário também era preocupante. Além de enfrentar problemas estruturais como falta de climatização, janelas danificadas, banheiros inadequados e salas sujeitas a alagamentos, a unidade passou a absorver os alunos da Escola Euclides Correa Vieira.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">Com isso, espaços essenciais para o aprendizado, como biblioteca, laboratório de ciências e sala de informática, precisaram ser transformados em salas de aula improvisadas, prejudicando ainda mais a qualidade do ensino ofertado. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Durante o processo, perícias técnicas classificaram as três escolas em estado crítico de conservação, apontando a ausência de manutenção preventiva e corretiva ao longo dos anos. Os laudos também identificaram falhas graves nos sistemas elétricos, hidráulicos e de climatização, além de problemas que comprometiam a segurança, a salubridade e a funcionalidade dos ambientes escolares. </p>
<p class="wp-block-paragraph">A situação foi considerada ainda mais grave após relatos apresentados em audiência pública realizada em maio deste ano, quando pais, alunos e profissionais da educação informaram que estudantes estavam sendo liberados antes do término das aulas devido ao calor excessivo causado pela falta de climatização adequada.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">CRISE</p>
<p class="wp-block-paragraph">Esse é mais um capítulo que expõe a crise na Educação Estadual comandada pela Seduc. Recentemente a Pasta foi alvo do TCE, por contato bilionário com um instituto do Espírito Santo, sem licitação, que iria terceirizar o controle do Estado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além, disso, há relatos no TCE do uso do dinheiro da Educação para viagens de luxo, acompanhada da falta de merenda nas escolas, protestos de professores por valorização entre outras demandas que o Portal Política Franca vem acompanhando de perto.</p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS:  Professores acusam Roberto Cidade de repetir Wilson e manter crise na Seduc: ‘exatamente igual’</p>
<p class="wp-block-paragraph">A promotora de Justiça Jarla Ferraz Brito, autora da ACP, destacou que, <em>“desde 2024, foram constatados problemas estruturais nas escolas estaduais de Beruri, incluindo uma unidade com reforma inacabada há mais de oito anos, salas de aula sem ar-condicionado e vidros quebrados”. “Diante desse cenário, o Ministério Público ajuizou uma ação civil pública e vem demonstrando nos autos, por meio de provas, que as irregularidades persistem”</em>, afirmou.</p>
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		<title>Projeto leva debate sobre igualdade de gênero às escolas municipais de Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/projeto-leva-debate-sobre-igualdade-de-genero-as-escolas-municipais-de-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 21:04:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), iniciou nesta quinta-feira (18) o projeto “Cunhantãs e Curumins da Igualdade”. A ação ocorre em parceria com a Ouvidoria da Mulher, do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM). O lançamento aconteceu na escola municipal Themistocles Pinheiro Gadelha, no bairro Jorge Teixeira, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), iniciou nesta quinta-feira (18) o projeto “Cunhantãs e Curumins da Igualdade”. A ação ocorre em parceria com a Ouvidoria da Mulher, do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM).</p>
<p class="wp-block-paragraph">O lançamento aconteceu na escola municipal Themistocles Pinheiro Gadelha, no bairro Jorge Teixeira, zona Leste da capital. Além disso, o projeto será desenvolvido ao longo de todo o ano letivo em unidades da rede municipal.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Projeto promove igualdade e cultura de paz</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa tem como foco promover a igualdade de gênero, o respeito mútuo e a cultura de paz no ambiente escolar. Além disso, busca incentivar reflexões sobre cidadania, convivência e prevenção da violência.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O projeto é coordenado pelo Núcleo de Parcerias Institucionais (Nupi), da Semed. Dessa forma, a proposta reúne ações educativas voltadas à formação cidadã dos estudantes.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Estudantes participam de atividades educativas</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Nesta primeira etapa, a programação reuniu alunos do 8º e 9º anos. Os estudantes participaram de rodas de conversa, dinâmicas interativas, oficinas pedagógicas e momentos de diálogo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Assim, as atividades estimularam a reflexão sobre relações mais justas, equilibradas e respeitosas no ambiente escolar.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Parceria reforça formação cidadã</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O coordenador do Nupi, Ricardo Simões, destacou que o projeto amplia o alcance das ações de formação cidadã na rede municipal.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Essa parceria contribui significativamente para a formação cidadã dos nossos alunos, ao trabalhar valores como respeito, empatia e convivência saudável com as diferenças. O projeto reforça que a educação vai além dos conteúdos pedagógicos, contribuindo também para o desenvolvimento social e emocional dos estudantes. Nossa expectativa é levar essa iniciativa para toda a rede municipal, fortalecendo uma educação construída de forma coletiva e participativa”, enfatizou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Educação como instrumento de transformação</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A diretora da Ouvidoria da Mulher, Ana Paula Aguiar, ressaltou que a iniciativa busca conscientizar estudantes, famílias e comunidade escolar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Acreditamos que a educação tem o poder de transformar vidas. Por isso, levamos essa discussão para dentro das escolas, envolvendo alunos, famílias e profissionais da educação. Nosso objetivo é contribuir para a formação de crianças e adolescentes mais conscientes, capazes de construir uma sociedade baseada no respeito, na igualdade e na cultura de paz. Ao final do ano, os participantes serão recebidos no Tribunal de Contas para um evento de certificação, e as escolas envolvidas receberão um selo da Ouvidoria da Mulher”, afirmou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Identidade amazônica no projeto</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O projeto utiliza os termos da cultura amazônica “cunhantãs” (meninas) e “curumins” (meninos). Dessa forma, valoriza a identidade regional enquanto promove debates sobre igualdade de direitos e oportunidades.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a iniciativa busca formar estudantes como agentes multiplicadores de valores como respeito, empatia e cooperação.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Estudante destaca importância da iniciativa</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A estudante Kathlem Vitória Pinto Tavares, de 16 anos, do 9º ano, avaliou positivamente a experiência.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Essa experiência para mim foi muito interessante, porque debate muito sobre bullying, igualdade e diferenças. Acredito que todos temos nossas diferenças e debates como esse são sempre muito importantes”, concluiu.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
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		<title>Projeto leva oficinas de circo a escolas e abrigos de Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/projeto-leva-oficinas-de-circo-a-escolas-e-abrigos-de-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 19:17:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aproximar crianças e adolescentes da arte circense e transformar o circo em ferramenta de aprendizagem. Esses são os principais objetivos do projeto Funâmbulos da Amazônia, criado pela companhia amazonense Circo Caboclo. Desde o início de 2025, a iniciativa leva oficinas gratuitas de tecido acrobático, bambolê e acrobacia de solo para instituições de ensino de Manaus. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Aproximar crianças e adolescentes da arte circense e transformar o circo em ferramenta de aprendizagem. Esses são os principais objetivos do projeto <em>Funâmbulos da Amazônia</em>, criado pela companhia amazonense Circo Caboclo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Desde o início de 2025, a iniciativa leva oficinas gratuitas de tecido acrobático, bambolê e acrobacia de solo para instituições de ensino de Manaus. Neste mês de junho, a ação chegou à Casa Mamãe Margarida, que atua como abrigo e unidade educacional na capital amazonense.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Formação artística gratuita e acessível</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O fundador da Circo Caboclo, artista, educador e produtor cultural Jean Winder, explica que as oficinas ocorrem semanalmente. Além disso, atendem participantes de diferentes níveis, do básico ao avançado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">As turmas oferecem até 20 vagas. Para participar, os interessados realizam a inscrição com apoio das instituições parceiras.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A ideia do ‘Funâmbulos da Amazônia’ é proporcionar uma formação artística livre, em formato de oficinas de técnicas circenses. Nós já desenvolvemos o projeto nas Escolas Municipais Rodolpho Valle, Mário Lago e Rui Barbosa Lima e agora estamos atuando na Casa Mamãe Margarida, com atividades às segundas e sextas”, detalha.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Projeto amplia acesso à cultura</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O projeto conquistou apoio por meio do Edital de Chamamento Público nº 007/2024, vinculado à Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Governo do Amazonas executa a iniciativa por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e do Conselho Estadual de Cultura. Além disso, o projeto conta com recursos do Ministério da Cultura.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, a proposta fortalece o compromisso da Circo Caboclo com a democratização do acesso às artes performáticas e com a inclusão social.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo Jean Winder, o <em>Funâmbulos da Amazônia</em> amplia ações desenvolvidas pela companhia desde 2017.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Esse projeto é uma ampliação do que já temos feito desde a criação da companhia, em 2017, a exemplo do ‘Viveiro Acrobático’, que leva oficinas de técnicas circenses para escolas públicas localizadas em zonas de vulnerabilidade social. O grande diferencial do ‘Funâmbulos da Amazônia’ é que agora conseguimos ter mais tempo para desenvolver uma formação aprofundada junto aos alunos, permitindo que eles tenham mais contato com as técnicas apresentados, em virtude das aulas mais regulares”, observa.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Equipe reúne profissionais especializados</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="987" data-id="474535" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1781810267_628_Projeto-leva-oficinas-de-circo-a-escolas-e-abrigos-de.jpeg?resize=740%2C987&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-474535"  /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="987" data-id="474536" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1781810267_872_Projeto-leva-oficinas-de-circo-a-escolas-e-abrigos-de.jpeg?resize=740%2C987&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-474536"  /></p>
<p class="wp-block-paragraph">Jean Winder coordena o projeto. O artista possui formação pela Escola Nacional de Circo do Rio de Janeiro e pela Universidad Nacional de San Martín, na Argentina.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, uma equipe multidisciplinar conduz as oficinas. Integram o grupo a bailarina e acrobata Fernanda Bezerra, graduada em Dança pela UEA; a artista circense Ayla Taynã, formada em Educação Física pela UFAM, em Artes Circenses pela Escola Nacional de Circo e mestre em Ensino das Artes pela UEA; e a atriz, coreógrafa e artista circense Laísa Silva, professora de ballet e estudante de Fisioterapia na UFAM.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Circo como ferramenta de aprendizagem integral</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Além do desenvolvimento artístico, o projeto estimula habilidades importantes para a formação dos participantes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Jean Winder, o contato com as técnicas circenses fortalece a concentração, a criatividade, a colaboração e a autoconfiança. Além disso, amplia a capacidade de adaptação e convivência em grupo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“No ‘Funâmbulos da Amazônia’, a arte circense entra em sala como ferramenta de aprendizagem integral: desenvolve o foco, amplia a percepção, estimula a escuta e a colaboração. O aluno que pratica circo aprende a cair e levantar, a rir dos erros e a persistir com leveza, porque o palco da vida também exige equilíbrio. Ao integrar o circo ao contexto escolar, reafirmamos que educar também é encantar”, finaliza.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Cultura, inclusão e transformação social</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Ao ocupar escolas e instituições sociais de Manaus, o <em>Funâmbulos da Amazônia</em> amplia o acesso à cultura. Além disso, cria oportunidades para que crianças e jovens descubram novas formas de expressão artística.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por meio da linguagem circense, o projeto amplia horizontes, incentiva a inclusão e contribui para o desenvolvimento integral dos participantes. Assim, reafirma o papel da arte como instrumento de transformação social.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
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		<title>Escolas de SP abrem inscrições para alimentação durante as férias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 18:01:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir desta segunda-feira (8), estão abertas as inscrições para alimentação durante o período de férias nas escolas estaduais de São Paulo. Os familiares dos estudantes devem realizar um cadastro até 26 de junho por meio da Secretaria Escolar Digital ou diretamente na unidade de ensino do aluno. O período de recesso será entre os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta segunda-feira (8), estão abertas as inscrições para alimentação durante o período de férias nas escolas estaduais de São Paulo. Os familiares dos estudantes devem realizar um cadastro até 26 de junho por meio da Secretaria Escolar Digital ou diretamente na unidade de ensino do aluno.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Escolas-de-SP-abrem-inscricoes-para-alimentacao-durante-as-ferias.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O período de recesso será entre os dias 7 e 23 de julho, de acordo com o calendário escolar da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP).</p>
<p>Durante as férias, as refeições serão servidas de segunda a sexta-feira, das 11h às 13h30, nas unidades que possuem contratos de cozinheiras e compras de insumos diretamente pela Seduc.</p>
<p>Os cardápios, elaborados por nutricionistas da Seduc, seguem diretrizes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-06/escolas-de-sp-abrem-inscricoes-para-alimentacao-durante-ferias" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Bienal nas Escolas entra em clima de Copa para estimular leitura no RJ</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/bienal-nas-escolas-entra-em-clima-de-copa-para-estimular-leitura-no-rj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 16:27:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em clima de Copa do Mundo, os organizadores da Bienal do Livro do Rio de Janeiro realizam neste ano a primeira edição da Bienal nas Escolas fora do ano de realização do evento principal, que ocorre na capital fluminense nos anos ímpares. A ação começou em abril, com alunos da Escola Municipal Maria das Dores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em clima de Copa do Mundo, os organizadores da Bienal do Livro do Rio de Janeiro realizam neste ano a primeira edição da Bienal nas Escolas fora do ano de realização do evento principal, que ocorre na capital fluminense nos anos ímpares.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Bienal-nas-Escolas-entra-em-clima-de-Copa-para-estimular.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A ação começou em abril, com alunos da Escola Municipal Maria das Dores Negrão, em Oswaldo Cruz, na zona norte do Rio. No próximo dia 11 de junho, será a vez da Escola Municipal Sarmiento, no Engenho Novo, também na zona norte. A previsão é passar por ao menos seis escolas ao longo do ano.</p>
<p>A Bienal nas Escolas é realizada pela GL Events Exhibitions, empresa que organiza o evento literário, e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL). Diretor de Marketing e Conteúdo da GL, Bruno Henrique explicou, em entrevista à Agência Brasil, o objetivo de ir até os estudantes:</p>
<p>“É lá [na escola] que se forma o senso crítico e se tem, como em casa também, os principais valores de educação, de aculturamento”, afirmou. “Esse é um projeto que a gente tem muito carinho. O Bienal das Escolas surge da compreensão do propósito da força da Bienal do Livro do Rio”.</p>
<h2>Álbum da Copa</h2>
<p>Para dialogar com o evento da Fifa, a Bienal leva às escolas “um álbum de figurinhas” com uma seleção literária, com personagens da literatura clássica de diferentes países, como Dom Quixote, Sherazade, Iara, Sherlock Holmes e Peter Pan.</p>
<p>“Não tem como fugir desse assunto, porque a Copa do Mundo mobiliza vários países, e o Brasil, obviamente, é um deles. E, para a criançada, tem a brincadeira do álbum de figurinhas, que está sempre associado ao evento, mesmo para quem não gosta de futebol”, comentou o diretor.</p>
<p>As crianças podem trocar figurinhas e completar o álbum, criando, dessa forma, uma relação lúdica com as histórias e ampliando o contato com diferentes referências literárias.</p>
<p>Bruno Henrique acredita que a Bienal tem como propósito colocar o livro no lugar mais lúdico, no lugar de entretenimento, de prazer, que também é lugar de educação e cultura. O tema do projeto neste ano é Livros Mudam o Jogo. </p>
<p>Neste ano, o projeto tem patrocínio de OLX e Accenture e vai distribuir 100 livros para cada escola, visando fortalecer bibliotecas e salas de leitura.</p>
<h2>Diálogo com escritoras</h2>
<p>Na Escola Municipal Maria das Dores Negrão, a convidada foi a escritora Kiusam de Oliveira, referência em literatura afrodidática. Kiusam reforça a importância da representatividade, da educação e do incentivo ao imaginário desde a infância. </p>
<p>Para ela, o encontro com os alunos foi potente, “especialmente porque reconheço as histórias e as vivências desses estudantes. Eu sou uma mulher preta, professora há mais de 40 anos, e trago essa trajetória para dentro da minha escrita”, disse.</p>
<p>No entender de Kiusam de Oliveira, tudo começa com a leitura do mundo, antes mesmo da leitura das palavras. </p>
<p>“É isso que me move como educadora e como escritora. Quando a criança se vê, quando ela se reconhece, ela entende que pode sonhar, que pode transformar a própria realidade. E é esse o meu compromisso: escrever para que essas crianças aprendam a sonhar e se reconheçam como potentes”.</p>
<p>Uma das estudantes, Lara Braga, de 10 anos, afirmou que Kiusam tem dois livros de que ela gosta muito: <em>Com qual penteado eu vou</em> e <em>Tayó em quadrinhos</em>. </p>
<p>“Eu gosto porque eles falam de coisas importantes, como o respeito com o cabelo e com a cor da pele. Ler faz a gente sair um pouco das telas e ir para outros lugares. Acho que ajuda na imaginação e faz a gente aprender mais para o futuro”, disse a menina.</p>
<p>O próximo encontro será com a escritora Andrea Taubman​, que dialogará com os estudantes sobre seu livro <em>Não me toca, seu boboca!</em>, que tem feito muito sucesso com a criançada. ​A escolha dos autores é feita em parceria com as secretarias municipais e estaduais de Educação.</p>
<p>Bruno Henrique informou que, em um primeiro momento, estão programadas cinco escolas para serem visitadas pelo projeto neste ano, beneficiando pelo menos 1 mil alunos de 6 a 10 anos.</p>
<p>“Mas esse número pode ser estendido, dependendo se for obtido mais apoio da iniciativa privada”.</p>
<h2>Incentivo à leitura</h2>
<p>Desde 2019 até agora, já foram visitadas 25 escolas, com média de 170 alunos atendidos a cada visita. Somente no ano passado, foram 11 escolas que integraram o projeto, com total de 2,2 mil alunos. </p>
<p>Os escritores Bia Bedran, Thalita Rebouças, Jessé Andarilho e Rodrigo França estiveram presentes em escolas da capital e da Baixada Fluminense no ano passado.</p>
<p>Pesquisa realizada junto às escolas visitadas em 2025 indicou aumento de 25% na procura por livros nas bibliotecas municipais e estaduais. </p>
<p>“A gente percebeu que, por onde o projeto passou, mudou o comportamento, a cultura e a busca pelo livro. Então, eu acho que esse reforço do impacto positivo no ambiente escolar e esse aumento na busca por livros nas escolas do ano passado foi muito importante para entender que estamos no caminho certo com o projeto”, avaliou Bruno Henrique. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-06/bienal-nas-escolas-entra-em-clima-de-copa-para-estimular-leitura-no-rj" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Escolas de Manaus vencem concurso nacional de alimentação escolar do FNDE</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/escolas-de-manaus-vencem-concurso-nacional-de-alimentacao-escolar-do-fnde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 22:35:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com 765 pontos, o Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Manuel Bandeira, da Prefeitura de Manaus, garantiu o primeiro lugar no concurso “Melhores Receitas de Alimentação Escolar”, promovido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Ministério da Educação (MEC). Além disso, a rede municipal também conquistou o segundo lugar na disputa. A unidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Com 765 pontos, o Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Manuel Bandeira, da Prefeitura de Manaus, garantiu o primeiro lugar no concurso “Melhores Receitas de Alimentação Escolar”, promovido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Ministério da Educação (MEC). Além disso, a rede municipal também conquistou o segundo lugar na disputa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A unidade apresentou o prato steak de pirarucu com banana-pacovã, destacando a culinária regional amazônica. Já a creche municipal Magdalena Arce Daou alcançou 720 pontos com a receita “refogadinho de caruru com ovos”, garantindo a segunda colocação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A organização definiu os resultados por meio de votação popular, encerrada no dia 30/5. Em cada estado, o público escolheu duas receitas finalistas, o que ampliou a participação das comunidades escolares e valorizou a alimentação regional.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Criadora da receita celebra conquista nacional</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A manipuladora de alimentos e criadora do prato, Gorete Silva dos Santos, comemorou o resultado e destacou a aceitação das crianças desde o início.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Estou muito feliz e emocionada com essa conquista. Desde a primeira vez que servi a receita para as crianças, percebi que ela tinha sido aprovada por quem mais importa, que são as crianças. Ver esse prato, feito com tanto carinho e valorizando os ingredientes da nossa região, conquistar um reconhecimento nacional é motivo de muito orgulho. Essa vitória não é só minha, mas de toda a equipe da escola, que todos os dias oferece uma alimentação saborosa e de qualidade para as nossas crianças”, comemorou a campeã.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Premiação será entregue em Brasília</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Agora, as duas unidades vencedoras receberão a premiação em Brasília no dia 23 de junho. Cada escola será contemplada com R$ 5 mil. Além disso, as unidades vinculadas às receitas premiadas receberão R$ 8 mil para investimento em equipamentos ou melhoria da infraestrutura da cozinha escolar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, o concurso reunirá as 55 receitas vencedoras em um e-book digital, que irá valorizar as boas práticas da alimentação escolar em todo o país.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Rede municipal destaca valorização da alimentação escolar</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria Municipal de Educação (Semed) destacou que o resultado reforça o compromisso com uma alimentação escolar nutritiva e alinhada à cultura regional.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Recebemos essa conquista com muita alegria e orgulho. Parabenizo o Cmei Manuel Bandeira, a creche municipal Magdalena Arce Daou e todos os profissionais envolvidos por representarem tão bem a educação municipal de Manaus. Esse reconhecimento nacional demonstra o cuidado, a dedicação e o compromisso das nossas equipes com a alimentação escolar. Seguiremos investindo para garantir refeições cada vez mais nutritivas, saudáveis e de qualidade aos nossos estudantes, valorizando também os ingredientes regionais e a nossa cultura alimentar”, concluiu o secretário de Educação, Arone Bentes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
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