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	<title>escravo Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>escravo Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>EUA investigam 60 países por omissão no combate ao trabalho escravo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/eua-investigam-60-paises-por-omissao-no-combate-ao-trabalho-escravo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 15:24:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (Ustr, do nome original inglês) anunciou que vai apurar se as medidas que 60 países, incluindo o Brasil, adotam para impedir a exportação de bens supostamente produzidos com o emprego de trabalho forçado são suficientes para evitar a concorrência desleal e eventuais prejuízos às empresas estadunidenses. “Essas investigações determinarão se os governos estrangeiros tomaram medidas suficientes para proibir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado e como a falha em erradicar essas práticas abomináveis impacta os trabalhadores e as empresas americanas”, afirmou o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, em um comunicado que o Ustr divulgou nesta quinta-feira (12). Entre as nações investigadas estão 60 dos maiores parceiros comerciais dos EUA: China; União Europeia; México; Canadá; Israel; Reino Unido...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (Ustr, do nome original inglês) anunciou que vai apurar se as medidas que 60 países, incluindo o Brasil, adotam para impedir a exportação de bens supostamente produzidos com o emprego de trabalho forçado são suficientes para evitar a concorrência desleal e eventuais prejuízos às empresas estadunidenses.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/EUA-investigam-60-paises-por-omissao-no-combate-ao-trabalho.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Essas investigações determinarão se os governos estrangeiros tomaram medidas suficientes para proibir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado e como a falha em erradicar essas práticas abomináveis impacta os trabalhadores e as empresas americanas”, afirmou o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, em um comunicado que o Ustr divulgou nesta quinta-feira (12).</p>
<p>Entre as nações investigadas estão 60 dos maiores parceiros comerciais dos EUA: China; União Europeia; México; Canadá; Israel; Reino Unido e Emirados Árabes, entre outros. Na América Latina, a medida atinge, além de Brasil e México, a Argentina; Colômbia; Costa Rica; Equador; El Salvador; Guatemala; Guiana; Nicarágua; Peru; Uruguai e Venezuela.</p>
<p>“Por muito tempo, trabalhadores e empresas americanas foram forçados a competir com produtores estrangeiros que podem ter uma vantagem de custo artificial obtida com o flagelo do trabalho forçado”, acrescentou Greer, deixando claro que o foco da iniciativa é combater o que as autoridades estadunidenses interpretem como uma prática de concorrência desleal, e não possíveis violações aos direitos humanos.</p>
<p>Vinculada diretamente ao gabinete do presidente dos Estados Unidos, a Ustr é a agência governamental responsável por negociar acordos comerciais com outros países e assessorar o mandatário estadunidense em relação à política comercial. Para começar a apurar se “os atos, políticas e práticas” das 60 economias escrutinadas “são desarrazoados ou discriminatórios e oneram ou restringem o comércio dos EUA”, a agência se vale de uma lei de 1974, que autoriza o representante comercial a instaurar uma investigação por iniciativa própria.</p>
<p>A Seção 301 da Lei de Comércio visa a combater práticas estrangeiras que os EUA julguem desleais e que afetem seus interesses comerciais. Se a USTR determinar que um país investigado não impôs barreiras capazes de impedir a exportação de bens produzidos com o emprego de trabalho análogo à escravidão, a Casa Branca pode aplicar tarifas punitivas ou restrições comerciais contra esses mesmos produtos.</p>
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<p>Segundo o Ustr, autoridades dos 60 países alvos da iniciativa já foram notificados. O escritório realizará audiências em 28 de abril, para ouvir os argumentos dos interessados. Para garantir que suas considerações sejam levadas em conta, as partes interessadas devem enviar comentários por escrito, solicitações para comparecer à audiência, juntamente com um resumo do depoimento, até 15 de abril de 2026.</p>
<p>A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com os ministérios do Trabalho e Emprego (MTE) e Público do Trabalho (MPT) e aguarda por suas manifestações. </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/eua-investigam-60-paises-por-omissao-no-combate-ao-trabalho-escravo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Justiça mantém condenação da Volkswagen por trabalho escravo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/justica-mantem-condenacao-da-volkswagen-por-trabalho-escravo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 18:54:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT8) manteve a condenação da Volkswagen por praticar trabalho escravo contemporâneo durante a ditadura civil-militar, na Fazenda Vale do Rio Cristalino, em Santana do Araguaia (PA). Com a decisão, proferida durante sessão ordinária realizada hoje (24), a montadora deverá arcar com a indenização de R$ 165 milhões, destinada ao financiamento de medidas de proteção a trabalhadores e trabalhadoras, como o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O caso foi denunciado em ação civil pública, ou seja, coletiva, do Ministério Público do Trabalho (MPT), que se mobilizou para obter, além da indenização por danos morais, retratação pública da companhia e a implementação de ferramentas como protocolos que agilizem sua resposta em episódios parecidos, um canal de denúncias e a realização de ações de fiscalização. A condenação da Volkswagen foi anunciada...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT8) manteve a condenação da Volkswagen por praticar trabalho escravo contemporâneo durante a ditadura civil-militar, na Fazenda Vale do Rio Cristalino, em Santana do Araguaia (PA).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Justica-mantem-condenacao-da-Volkswagen-por-trabalho-escravo.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com a decisão, proferida durante sessão ordinária realizada hoje (24), a montadora deverá arcar com a indenização de R$ 165 milhões, destinada ao financiamento de medidas de proteção a trabalhadores e trabalhadoras, como o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).</p>
<p>O caso foi denunciado em ação civil pública, ou seja, coletiva, do Ministério Público do Trabalho (MPT), que se mobilizou para obter, além da indenização por danos morais, retratação pública da companhia e a implementação de ferramentas como protocolos que agilizem sua resposta em episódios parecidos, um canal de denúncias e a realização de ações de fiscalização.</p>
<p>A condenação da Volkswagen foi anunciada em agosto do ano passado. Diante da decisão do juiz Otávio Bruno da Silva Pereira, do TRT8, havia entrado com recurso para tentar revertê-la, levando o processo à segunda instância.</p>
<p>Na sessão desta terça-feira, o presidente da 4ª turma da Corte, desembargador Carlos Zahlouth Júnior, destacou que, à época dos crimes, a polícia abriu inquérito, mas optou por arquivá-lo. Destacou, ainda, a perseguição, em São Bernardo do Campo (SP), a opositores do regime instaurado com o golpe de 1964, com a participação de parte do empresariado brasileiro. </p>
<p>&#8220;Também reconheço que foi uma das raras empresas que reconheceram seu passado&#8221;, acrescentou. </p>
<p>Ao discursar, a desembargadora Alda Maria de Pinho Couto foi no mesmo sentido, apontando para a prática reiterada de violação dos direitos dos trabalhadores. Conforme emendou, trata-se &#8220;de um sistema organizado de exploração humana&#8221;, caracterizado, inclusive, pelo tráfico de pessoas.</p>
<p>A Fazenda Vale do Rio Cristalino pertencia à Companhia Vale do Rio Cristalino Agropecuária Comércio e Indústria (CVRC), uma subsidiária da Volkswagen. Segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, que acompanha o caso, &#8220;a propriedade em questão, com cerca de 140 mil hectares – quase o tamanho da cidade de São Paulo –, recebeu incentivos fiscais e recursos públicos para a criação de gado à época, tornando-se um dos maiores polos do setor, acentuando a responsabilidade institucional da empresa.&#8221;</p>
<p>Para garantir justiça aos trabalhadores explorados, por meio da responsabilização da fabricante alemã, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) reuniu provas das violações de direitos e buscou apoio de parlamentares para dar mais visibilidade a elas. Até agora a entidade acompanha o andamento dos processos judiciais em tramitação. Em outro processo, paralelo à ação civil pública, quatro trabalhadores escravizados pedem, cada um, R$ 1 milhão por danos morais e R$ 1 milhão por danos existenciais.</p>
<p>Os trabalhadores foram atraídos em circunstâncias bastante semelhantes às de outras vítimas desse tipo de crime. Intermediários contratados pela Volkswagen, chamados popularmente de &#8220;gatos&#8221;, que fazem a ponte entre quem escraviza e as vítimas escravizadas, se aproximaram deles com promessas de trabalho digno, condição jamais oferecida de fato.</p>
<p>Procurada pela Agência Brasil, a equipe da Volkswagen em operação no Brasil afirmou que &#8220;seguirá em busca de segurança jurídica nas esferas superiores do Judiciário brasileiro&#8221;.</p>
<p>&#8220;Com legado de mais de 70 anos e como uma das maiores empregadoras do Brasil, a Volkswagen reafirma seu compromisso permanente com o respeito absoluto à Constituição Federal, às leis brasileiras e aos princípios internacionais de direitos humanos, que orientam sua atuação como uma das maiores empregadoras do país. A empresa repudia qualquer forma de trabalho forçado, degradante ou análogo à escravidão e reitera sua dedicação histórica à promoção de um ambiente laboral digno, ético e responsável.&#8221;</p>
<p>Em seu site em inglês, a montadora informa que, no primeiro semestre de 2025, faturou 158,4 bilhões de euros, mesmo tendo desempenho pior do que o primeiro semestre de 2024. Seu relatório mostra que 4,36 milhões de vendas foram fechadas, contra 4,34 milhões do período anterior.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/justica-mantem-condenacao-da-volkswagen-por-trabalho-escravo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Jovem vai comprar droga e acaba escravo sexual de traficante &#8216;apaixonado&#8217;</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/jovem-vai-comprar-droga-e-acaba-escravo-sexual-de-traficante-apaixonado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 16:23:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um jovem de 22 anos foi resgatado pela Polícia Civil de Goiás (PCGO) após ser mantido como escravo sexual por um traficante de drogas durante mais de um ano, em Goiânia. O resgate ocorreu na terça-feira (28). De acordo com a corporação, agentes da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc/PCGO) receberam uma denúncia anônima informando que um traficante mantinha uma pessoa em cárcere privado há mais de um ano e praticava estupros recorrentes contra a vítima. Ao chegarem ao local indicado, os policiais encontraram o jovem trancado dentro de um quarto, pedindo socorro. Ele foi resgatado, e o autor preso em flagrante. Em consulta ao sistema policial, foi constatado que o suspeito já possuía antecedentes por tráfico internacional de drogas. Após ser libertado, o rapaz relatou aos agentes detalhes...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um jovem de 22 anos foi resgatado pela Polícia Civil de Goiás (PCGO) após ser mantido como escravo sexual por um traficante de drogas durante mais de um ano, em Goiânia. O resgate ocorreu na terça-feira (28).</p>
<div>
<p>De acordo com a corporação, agentes da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc/PCGO) receberam uma denúncia anônima informando que um traficante mantinha uma pessoa em cárcere privado há mais de um ano e praticava estupros recorrentes contra a vítima.</p>
<p>Ao chegarem ao local indicado, os policiais encontraram o jovem trancado dentro de um quarto, pedindo socorro. Ele foi resgatado, e o autor preso em flagrante. Em consulta ao sistema policial, foi constatado que o suspeito já possuía antecedentes por tráfico internacional de drogas.</p>
<p>Após ser libertado, o rapaz relatou aos agentes detalhes da sua rotina de confinamento. Segundo ele, permanecia trancado no quarto das 8h às 19h, horário em que o criminoso saía para trabalhar.<br />
“Ele deixava água e comida dentro do quarto. Para urinar, eu usava uma bacia com água que havia lá”, contou a vítima.</p>
<h2 class="wp-block-heading">‘Apaixonado’</h2>
<p>O delegado adjunto da Denarc, Carlos Alfama, afirmou que o cárcere começou depois que o jovem procurou o traficante para comprar drogas.</p>
<p>“A vítima ofereceu sexo em troca da droga, e o autor aceitou. Depois disso, ele não a deixou mais sair, alegando que havia se apaixonado”, explicou o delegado.</p>
<p>De acordo com Alfama, a vítima era agredida e trancada sempre que tentava escapar. “Além do relato do jovem, os policiais encontraram drogas com o autor. A perícia confirmou os indícios de violência sexual”, acrescentou o investigador.</p>
<p>O suspeito deve responder pelos crimes de tráfico de drogas, cárcere privado e estupro.</p>
<figure class="wp-block-video"><video src="https://emtempo.com.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Video-2025-10-30-at-12.07.06.mp4" controls="controls" width="300" height="150"><em>(*) Com informações do Metrópoles</em></p>
<p><strong>Leia mais: Mulher é resgatada de trabalho análogo à escravidão após 22 anos em Manaus</strong></p>
<p><!-- CONTENT END 1 --></p>
<p></video></figure>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/operacao-prende-traficantes-e-apreende-pistola-turca-no-interior-do-am/">Operação prende traficantes e apreende pistola turca no interior do AM</a></li>
</ul>
</div>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/jovem-vai-comprar-droga-e-acaba-escravo-sexual-de-traficante-apaixonado/">Jovem vai comprar droga e acaba escravo sexual de traficante &#8216;apaixonado&#8217;</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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