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	<title>esgoto Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Professora alerta para endividamento com taxa de água e esgoto na Maré</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/professora-alerta-para-endividamento-com-taxa-de-agua-e-esgoto-na-mare/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 12:36:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falta de transparência nas cobranças da concessionária Águas do Rio, na Maré, é uma prática de mercado identificada em outras regiões atendidas pela empresa, como Japeri, um dos municípios mais pobres do estado do Rio de Janeiro. A constatação é da professora Ana Lucia de Britto, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Na avaliação da professora da UFRJ, o problema ocorre porque a concessionária atua “orientada por uma lógica de ampliação de receitas”, uma vez que cobranças pelo abastecimento e coleta de esgoto são insuficientes para remunerar os acionistas. “Essas empresas têm uma série de mecanismos para formação de caixa que vão além da prestação de um serviço de água e esgoto”, frisa Ana Lucia. Ela cita taxas para o corte do abastecimento, religação e a cobrança de juros em casos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A falta de transparência nas cobranças da concessionária Águas do Rio, na Maré, é uma prática de mercado identificada em outras regiões atendidas pela empresa, como Japeri, um dos municípios mais pobres do estado do Rio de Janeiro. A constatação é da professora Ana Lucia de Britto, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Professora-alerta-para-endividamento-com-taxa-de-agua-e-esgoto.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Na avaliação da professora da UFRJ, o problema ocorre porque a concessionária atua “orientada por uma lógica de ampliação de receitas”, uma vez que cobranças pelo abastecimento e coleta de esgoto são insuficientes para remunerar os acionistas.</p>
<p>“Essas empresas têm uma série de mecanismos para formação de caixa que vão além da prestação de um serviço de água e esgoto”, frisa Ana Lucia. Ela cita taxas para o corte do abastecimento, religação e a cobrança de juros em casos de inadimplência.</p>
<p>“São vários custos altíssimos e penduricalhos que elevam o valor da conta&#8221;, explica.</p>
<p>Em março, moradores da Maré receberam as primeiras contas de água, que sucederam o anúncio de investimentos de R$ 120 milhões na comunidade. Os valores foram considerados altos, e moradores recorreram às associações. Em Rubens Vaz, uma das 16 comunidades da Maré, as cobranças chegaram a R$ 1.153.</p>
<p>“Onde era para vir [uma conta de] R$ 5, veio [de] R$ 260, R$ 280, teve conta de quatro moradores aqui de R$ 1.153, em março, sendo que eles [a concessionária] falaram que iam cobrar só em abril”, relata o presidente da associação local, Vilmar Gomes Crisóstomo, conhecido como Maga.</p>
<p>“Eu estou preocupado”, diz ele. A tarifa de R$ 5 foi uma promessa da concessionária para os moradores da Maré, por pelo menos um ano.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Professora-alerta-para-endividamento-com-taxa-de-agua-e-esgoto.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 01/04/2026 - Cartaz da Águas do Rio avisa das obras de infraestrutura na comunidade de Nova Holanda. Saneamento básico em localidades do Complexo da Maré. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Cartaz da Águas do Rio avisa das obras de infraestrutura no Complexo da Maré &#8211; Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Maga também relata que, na Maré, faturas chegaram sem o nome do responsável pelo domicílio. “Teve gente que recebeu conta alta sem nome, sem CPF, sem endereço da rua… Está escrito: [morador] não cadastrado, mas chegou lá para alguém pagar”, afirma.</p>
<p>“Mas como que vou pagar algo que não está no meu nome?”, pergunta Vilmar. Ele orientou os mareenses a não pagarem cobranças sem a identificação pelo nome e CPF.</p>
<p>A concessionária informou que identificou problemas no sistema e cancelou as cobranças.</p>
<p>Ao contrário de outras localidades atendidas, na Maré também não haverá cobrança pela instalação de hidrômetros nem pela ligação do esgoto à rede, principal intervenção da empresa na comunidade.</p>
<p>Diferentemente de Japeri, o cadastro na tarifa social será automático para os moradores e dará direito à tarifa residencial de R$ 5, segundo a concessionária. Residências com comércio serão avaliadas separadamente.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1775997386_398_Professora-alerta-para-endividamento-com-taxa-de-agua-e-esgoto.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 01/04/2026 - Funcionários da Águas do Rio trabalham na infraestrutura de tratamento do esgoto na comunidade Nova Holanda. Saneamento básico em localidades do Complexo da Maré. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Concessionária Águas do Rio anunciou investimentos de R$ 120 milhões para ampliar a rede de esgoto na Maré &#8211; Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Apesar de as cobranças terem sido canceladas, Maga, da associação de moradores, vê com preocupação a chegada da Águas do Rio. Ele avalia que, mesmo na tarifa social, os valores são altos, e prevê inadimplência.</p>
<p>“Aqui as pessoas não têm R$ 1 para comprar um pão de manhã para filhos e netos, não têm R$ 60 para a conta”, diz o presidente da associação de moradores.</p>
<p>Para ele, com o início das cobranças, moradores vão acabar “com o nome negativado”.</p>
<p>A solução do presidente da associação é o subsídio pelo Estado, com parte de uma agenda de justiça climática ─ conceito usado para explicar o impacto desproporcional do aquecimento global, como calor extremo, chuvas e alagamentos em comunidades negras, pobres e periféricas, mas as que menos contribuíram para o problema.</p>
<p> </p>
<p>Galeria de fotos &#8211; Saneamento básico no Complexo da Maré</p>
<h2>Japeri</h2>
<p>Denúncias de cobranças abusivas de água e esgoto em Japeri levaram a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro a requerer um estudo da situação ao Programa de Pós-Graduação em Urbanismo da UFRJ, da professora Ana Lucia de Britto. Há anos, a instituição pesquisa o saneamento no estado.</p>
<p>A pesquisa Reflexo da Privatização no Acesso à Água em Japeri constatou que pessoas inscritas no Cadastro Único, como idosos e analfabetos, não eram atendidas pela tarifa social mesmo tendo direito, o que gerava cobranças acima da possibilidade de pagamento. O levantamento encontrou pessoas com “dívidas impagáveis para a sua situação socioeconômica” e que mesmo assim tiveram a água cortada.</p>
<p>Na tarifa social, na qual os moradores de Japeri deveriam ter sido incluídos, a cobrança mensal pela água e esgoto deveria ser de R$ 28,18 cada. O valor cobre 15 mil litros de água, considerados suficientes para uma família de quatro pessoas, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). No entanto, em Japeri, como pode ter ocorrido na Maré, o cadastro na tarifa não foi imediato e houve cobranças sem transparência.</p>
<p>Como resultado, em Japeri, a pesquisa da UFRJ identificou “agravamento do endividamento da população” que já era pobre.</p>
<p>“É uma questão de inacessibilidade econômica, de não ter dinheiro para outras coisas, de ficar com o nome sujo e sem água”, diz Ana Lucia de Britto.</p>
<p>No último sábado (11), em Japeri, moradores que há seis meses enfrentam falta de água foram atendidos por equipes da Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor (Sedcon) e do Procon-RJ. A ação incluiu a atualização de cadastros e o cancelamento de dívidas pela Águas do Rio.</p>
<p>&#8220;O consumidor não pode ser cobrado por um serviço que não foi entregue&#8221;, explicou o Procon, em nota. Segundo o órgão estadual, a medida permitiu a regularização &#8220;sem o peso de débitos acumulados indevidamente durante o período de desabastecimento&#8221;.</p>
<h2>Outro lado</h2>
<p>À Agência Brasil, a Águas do Rio informou que é uma empresa estruturada para atender a um cenário marcado pela falta de saneamento no estado do Rio de Janeiro e aplica a tarifa social para 2 milhões de consumidores.</p>
<p>Em Japeri, a partir de novos investimentos, mais de 6 mil pessoas passaram a ter acesso regular ao abastecimento de água segura, afirma a concessionária, em substituição ao cenário anterior, &#8220;de ligações improvisadas&#8221;, que colocavam a saúde em risco.</p>
<p>Em obras na rede de esgoto, na localidade, a empresa investe R$ 140 milhões, e constrói uma nova estação de tratamento. &#8220;A unidade atenderá Japeri, Queimados e parte de Nova Iguaçu, o que levará saúde a 270 mil pessoas e ainda contribuirá para a proteção da Bacia do Guandu&#8221;, destaca a Águas do Rio em nota.</p>
<p>Em relação as cobranças na Maré, a companhia reforça que dados incorretos ou incompletos, além da alteração do tipo de imóvel, impactaram nas cobranças. A empresa pede que os moradores procurem atendimento nessas situações.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/professora-alerta-para-endividamento-com-taxa-de-agua-e-esgoto-na-mare" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/professora-alerta-para-endividamento-com-taxa-de-agua-e-esgoto-na-mare/">Professora alerta para endividamento com taxa de água e esgoto na Maré</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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