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	<title>estruturais Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Fatores sociais e estruturais empurram mulheres para cesarianas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/fatores-sociais-e-estruturais-empurram-mulheres-para-cesarianas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:29:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que leva tantas gestantes brasileiras a terem seus filhos por cesariana ao invés do parto normal? De acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira (13) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), não é uma escolha individual isolada, mas uma consequência de fatores psicológicos, sociais e estruturais.  A Organização Mundial da Saúde (OMS) [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/fatores-sociais-e-estruturais-empurram-mulheres-para-cesarianas/">Fatores sociais e estruturais empurram mulheres para cesarianas</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O que leva tantas gestantes brasileiras a terem seus filhos por cesariana ao invés do parto normal? De acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira (13) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), não é uma escolha individual isolada, mas uma consequência de fatores psicológicos, sociais e estruturais. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fatores-sociais-e-estruturais-empurram-mulheres-para-cesarianas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza que até 15% dos nascimentos ocorram via cesariana, cirurgia que salva vidas em situações de emergência, mas também traz riscos por se tratar de um procedimento extenso e complexo. Mas, no Brasil, a proporção de cesarianas passa de 60%, se aproximando de 90% na rede privada de saúde, de acordo com dados oficiais. Isso coloca o nosso país entre os três com a maiores taxas de cesária do mundo. </p>
<p>O estudo partiu de uma pesquisa divulgada em 2014 pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), segundo a qual sete em cada dez gestantes do país desejavam ter um parto normal no começo da gravidez. O objetivo foi entender o que acontece durante a gestação ou parto para que boa parte dessas pessoas acabem passando por uma cesárea. </p>
<p>Intitulada <em>Já decidiu sobre o parto? Influências e barreiras na decisão da via de nascimento entre gestantes</em>, a pesquisa ouviu 94 gestantes e puérperas e 37 profissionais de saúde em São Paulo (SP) e Belém (PA), tanto na rede pública quanto na rede privada. </p>
<h2>Fatores econômicos e psicológicos</h2>
<p>Na capital paulista, em 2024, 56,19% dos nascimentos foram por cesariana, alcançando 71,05% nos hospitais privados. Já em Belém essa taxa sobe para 69,28% dos nascimentos em geral e chega a 80,41% na rede particular. Ambas as cidades têm leis que dão direito à gestante de pedir pela cirurgia no momento do parto.</p>
<p>O Unicef identificou influências positivas e barreiras que favorecem ou impedem a escolha pelo parto normal. &#8220;Embora o desejo de protagonismo e de uma experiência positiva esteja presente, outras condições sociais e estruturais também são determinantes na forma como cada gestante vivencia e constrói sua decisão&#8221;, conclui o estudo. </p>
<p>No plano psicológico, pelo lado positivo, as participantes relataram que a recuperação mais rápida favorece a escolha pelo parto normal. Já o medo da dor faz a balança pender para o lado da cesariana.</p>
<p>Essas crenças estão relacionadas ao plano social, porque as gestantes são fortemente influenciadas pelas experiências de outras mulheres, principalmente mães, avós e demais familiares. </p>
<p>De acordo com a especialista em Saúde e Nutrição do Unicef no Brasil Stephanie Amaral, essas histórias contribuem muito para a construção social do parto normal como uma experiência de grande sofrimento. Mas, na verdade, muitas situações configuram violência obstétrica e não deveriam ter acontecido. </p>
<p>&#8220;Relatos de parto altamente desrespeitosos, com episiotomia presente, com vários procedimentos e intervenções que não eram necessárias, com indução de parto sem necessidade&#8230;Todas essas violências estão muito presentes no imaginário das pessoas e na vivência de outras&#8221;, ela complementa. </p>
<p>Ainda assim, entre as usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS), as experiências familiares tendem a valorizar mais o parto normal, por causa das dificuldades vividas após a cirurgia. Mas, de acordo com Stephanie, isso se deve principalmente a uma faceta cruel da desigualdade social. </p>
<p>&#8220;Essa escolha pelo parto normal está muito relacionada à necessidade de ter uma recuperação rápida, por não ter uma rede de apoio para cuidar do bebê e até de outros filhos e da casa&#8221;, diz a especialista do Unicef.</p>
<p>Já entre as usuárias do serviço privado, a ausência da rede de apoio como desvantagem para a cesária sequer foi mencionada. </p>
<p>&#8220;No setor privado, as mulheres que escolhem o parto normal fazem isso porque entendem os benefícios para a mãe e para o bebê. Então, elas se preparam e muitas vezes têm condição de contratar uma equipe própria para ter realmente uma experiência positiva de parto&#8221;, complementa. </p>
<p>Outra barreira, verificada exclusivamente entre usuárias do Sistema Único de Saúde, é o desejo de fazer uma laqueadura, o que acaba levando as gestantes a optarem pela cesariana, mesmo reconhecendo os riscos da cirurgia e o desconforto do pós-operatório. </p>
<p>De acordo com Stephanie, isso mostra como as mulheres não são orientadas a respeito de outros métodos contraceptivos de longa duração, eficazes e disponíveis no SUS, como o implante subdérmico e o DIU, ou mesmo sobre a possibilidade de fazer a laqueadura após o parto normal ou fora da gestação.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fatores-sociais-e-estruturais-empurram-mulheres-para-cesarianas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 26/05/2026 –  A grávida que faz tratamento na Maternidade Escola UFRJ, Fernanda Lopes de Almeida posa para foto na instituição, na zona sul do Rio de Janeiro.&#13;&#10;Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Fernanda Lopes de Almeida fez tratamento na Maternidade da UFRJ, na zona sul do Rio de Janeiro. Foto: Arquivo/Tomaz Silva/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Preparação para o parto</h2>
<p>Entre os fatores estruturais, a centralidade das equipes de assistência aparece tanto como facilitador, quanto como barreira. De um lado, a equipe de pré-natal continua tendo maior autoridade, frente à enxurrada de conteúdo das redes sociais, e iniciativas institucionais de incentivo ao parto normal fazem diferença.</p>
<p>Por outro lado, as gestantes afirmam receber informações superficiais sobre o trabalho de parto durante o pré-natal e desconhecer a possibilidade de fazer um plano de parto com as suas preferências, principalmente no SUS. A pesquisa também identificou baixa adesão às atividades de orientação ou início tardio do pré-natal, além de acolhimento inadequado das adolescentes. </p>
<p>Já as gestantes e puérperas do setor privado demonstraram maior preparo, por iniciativa própria. Algumas, inclusive, relataram ter trocado de profissional diversas vezes diante da recusa em realizar o parto vaginal, ou de abordagens desestimulantes. </p>
<p>&#8220;No setor público, elas falam assim: &#8216;Ah, não adianta me preparar. Eu não quero ter expectativa sobre o parto porque na verdade quem vai decidir vai ser o médico&#8217;. Então, tem esse sentimento de impotência. Para que eu vou criar um monte de expectativa, sendo que, lá, vai acontecer o que a equipe médica quer fazer, dependendo se o médico vai com a minha cara ou não?&#8221;, relata Stephanie Amaral. </p>
<p>Outro ponto de diferença entre as duas redes é o acesso à analgesia, amplamente disponível na rede privada e restrito a poucos hospitais de referência no SUS. </p>
<p>&#8220;O parto é um momento muito imprevisível. A gente não sabe quanto tempo ele vai durar, qual o nível de dor que essa mulher vai tolerar, se ela vai precisar ou não de analgesia para não entrar em sofrimento. Então, ter analgesia disponível é uma questão de dignidade&#8221;, defende a especialista do Unicef. </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1783938570_882_Fatores-sociais-e-estruturais-empurram-mulheres-para-cesarianas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Grávida" title="Marcelo Camargo/Arquivo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Grávidas se exercitam na preparação para o parto &#8211; Marcelo Camargo/Arquivo/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Recomendações</h2>
<p>A ampliação da oferta de analgesia e de outros métodos não farmacológicos para alívio da dor é uma das principais recomendações do Unicef para gestores públicos e privados, assim como: </p>
<p>Qualificar e melhorar o pré-natal com informações claras sobre fases do trabalho de parto, manejo da dor, Plano de Parto, direitos, e planejamento reprodutivo, incluindo orientação sobre laqueadura após parto vaginal e métodos contraceptivos reversíveis de longa duração.</p>
<p>Incluir parceiros e acompanhantes no pré-natal e nas orientações sobre trabalho de parto, para que possam apoiar a decisão informada da mulher sem substituí-la ou pressioná-la. Também reconhecer e ampliar a atuação de doulas como apoio físico, emocional e informacional.</p>
<p>Mobilizar mães, avós, sogras, parteiras e referências locais como aliadas do cuidado, reconhecendo saberes tradicionais em territórios indígenas, quilombolas e ribeirinhos, entre outros povos e comunidades tradicionais, e fortalecendo conteúdos confiáveis nos espaços digitais onde gestantes buscam informação.</p>
<p>Ampliar as políticas públicas para apoiar mães antes, durante e depois do parto, como programas de busca ativa e adesão precoce ao pré-natal; garantia da recepção e registro do Plano de Parto nas maternidades; fortalecimento da vinculação prévia da gestante ao local do parto; qualificação das equipes de saúde para o uso de métodos não farmacológicos para alívio da dor, ampliação de Centros de Parto Normal e Parto Humanizado; e expansão do acesso à analgesia e à laqueadura após parto vaginal.</p>
<p>Revisar modelos que favorecem a cesariana sem indicação médica, ao fortalecer a segurança jurídica das equipes para decisões baseadas em evidências; incluir capacitação sobre direitos, desigualdades e cuidado respeitoso na formação de profissionais de saúde; criar modelos de financiamento e remuneração que não incentivem cesarianas sem indicação clínica; e monitorar indicadores de saúde materna e neonatal com transparência.</p>
<p>O Unicef também lançou a campanha <em>Parto normal. Uma escolha que merece respeito, </em>que convida gestantes, famílias, redes de apoio e profissionais de saúde a refletirem sobre como as opiniões podem pressionar as mulheres, a despeito de seus desejos e das melhores recomendações de saúde. </p>
<p>&#8220;A OMS traz esse conceito de experiência positiva de parto. Então, não é um parto qualquer, só para as crianças nascerem e continuarem saudáveis e vivas. A gente tá falando de uma experiência que realmente deve ser respeitosa, que fique como algo importante para a mulher&#8221;.</p>
<p>&#8220;A gente teve pessoas que falaram assim: &#8216;Deus me livre ter outro filho!&#8217;, porque a experiência foi tão ruim que ela não quer passar por isso de novo. Mas o parto não precisa ser traumático. Ele é uma experiência intensa, mas que pode ser positiva e transformadora&#8221;, conclui Stephanie. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/fatores-sociais-e-estruturais-empurram-mulheres-para-cesarea" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Chuvas extremas expõem falhas estruturais e deixam bairros alagados em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 23:49:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A chuva que caiu na tarde de quarta-feira (25), em poucas horas, acumulou 160 milímetros em Manaus, o maior volume registrado desde 2020. O temporal alagou ruas em pelo menos seis bairros, provocou deslizamentos de barrancos e obrigou o Corpo de Bombeiros a utilizar botes para resgatar famílias ilhadas no bairro União da Vitória, na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A chuva que caiu na tarde de quarta-feira (25), em poucas horas, acumulou 160 milímetros em Manaus, o maior volume registrado desde 2020. O temporal alagou ruas em pelo menos seis bairros, provocou deslizamentos de barrancos e obrigou o Corpo de Bombeiros a utilizar botes para resgatar famílias ilhadas no bairro União da Vitória, na Zona Oeste. Só nessa área, cerca de 30 ruas foram afetadas após o transbordamento de um igarapé.</p>
<p>O bairro Santa Etelvina, na zona Norte, registrou o maior acumulado, com 161,8 milímetros de chuva. Na sequência aparecem União (70,2 mm), Cidade de Deus (68,9 mm) e Redenção (59,2 mm). Duas escolas municipais foram adaptadas como abrigos provisórios. Ao todo, 36 famílias receberam assistência direta e cerca de 150 pessoas foram atendidas por equipes da Secretaria Executiva de Proteção e Defesa Civil (Sepdec).</p>
<p>Nos dias seguintes, os impactos persistiram. No sábado (28), outras 19 ocorrências foram registradas em diferentes zonas da capital. O igarapé do Quarenta concentrou a maior precipitação do dia, com 39,6 mm, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), seguido pelo bairro da União, com 32,4 mm.</p>
<p>Morador da rua Adriano Barroso, no bairro Nova Esperança, Zona Oeste, Adriel Arante, de 20 anos, relatou que os alagamentos são antigos, mas se agravaram com o tempo. Segundo ele, até meados de 2015 e 2016, havia ações mais frequentes de dragagem e manutenção. “Hoje, as ruas ficam completamente alagadas, e nenhum serviço de limpeza, nada para resolver de verdade é realizado na área”, afirmou.</p>
<p>Durante as chuvas de março, a água invadiu a casa da mãe de Adriel pelo banheiro. “Quem tem a casa mais baixa acaba sofrendo mais danos, e a única ação do poder público no meu bairro foi colocar uma placa de risco, alguns colchões e uma cesta básica e só para algumas pessoas”, contou.</p>
<p>Além dos danos materiais, os alagamentos comprometem a mobilidade urbana e o acesso a serviços essenciais. “A mobilidade das crianças é severamente comprometida, resultando na interrupção das aulas durante o período chuvoso, quando a rua fica intransitável”, finalizou.</p>
<p><video height="850" style="aspect-ratio: 478 / 850;" width="478" controls="" src="https://emtempo.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Video-2026-04-01-at-13.07.45.mp4"/>Rua Adriano Barroso alagada no dia 31 de março Vídeo: Adriel Arante</p>
<p>Para o especialista em Geografia Urbana, Marcos Castro, o problema vai além das chuvas intensas e reflete falhas estruturais e de gestão. “Não é culpa da chuva ou das águas, que apenas seguem o seu curso, mas do descarte irregular de lixo, da falta de coleta eficiente, sobretudo na drenagem em áreas mais vulneráveis”, pontuou.</p>
<p>Ele destaca ainda que problema tem raízes no próprio modelo de crescimento da cidade. “Manaus cresceu de forma acelerada e sem projeto e planejamento urbanístico prévio. Não se produziu um sistema de drenagem capaz de suportar as chuvas em uma cidade de zona equatorial. É preciso investimento robusto e contínuo, ou continuaremos enfrentando os mesmos problemas”, avaliou.</p>
<p>A avaliação é reforçada pelo pesquisador Elton Andretta, do Serviço Geológico do Brasil (SGB), que frisa a ocupação irregular das planícies de inundação às margens dos igarapés – as chamadas áreas de risco – como um fator agravante.</p>
<p>“Essas áreas são naturalmente sujeitas a alagamentos periódicos. Intervenções como desmatamento, aterramento e impermeabilização intensificam enchentes e processos erosivos”, explicou. </p>
<p>Foto: Semcom</p>
<p>Para os especialistas, a solução exige planejamento de longo prazo e ações integradas. Andretta defende medidas como controle da ocupação urbana, manutenção do sistema de drenagem, ampliação do saneamento básico, recuperação de matas ciliares e educação ambiental. </p>
<p>Castro ressalta a necessidade de intervenções imediatas, como o mapeamento das áreas críticas e obras de infraestrutura, além da adoção de modelos como o das “cidades-esponja”, que utilizam áreas verdes para absorver o excesso de água.</p>
<p>“O orçamento público para infraestrutura de drenagem precisa ser prioridade em Manaus. Se temos um problema recorrente, é preciso priorizar a solução”, concluiu.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="370" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1775346559_481_Chuvas-extremas-expoem-falhas-estruturais-e-deixam-bairros-alagados-em.jpeg?resize=740%2C370&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-457096"/>Foto: Divulgação</p>
<p>Em situações de risco severo, o sistema Defesa Civil Alerta (DCA) envia notificações automáticas para celulares durante chuvas intensas, sem necessidade de aplicativo. </p>
<p>Para emergências, a população pode acionar o órgão pelo Disque 199 ou pelo WhatsApp (92) 98802-3547, disponíveis 24 horas. A Defesa Civil orienta evitar contato com água de enchente, não se abrigar sob árvores durante tempestades com raios e reduzir a velocidade em vias alagadas. </p>
<p>Paralelamente, a Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp) realiza serviços de limpeza em igarapés, feiras e praças, além de receber denúncias de descarte irregular de lixo. Denúncias de descarte irregular e solicitações de limpeza podem ser feitas pelos números (92) 98842-1202, 98842-4738, 98842-1277 e 98842-1276.</p>
<p>Leia mais: VÍDEO: Moradores são resgatados em bote por bombeiros em rua alagada por chuva em Manaus</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/chuvas-extremas-expoem-falhas-estruturais-e-deixam-bairros-alagados-em-manaus/">Chuvas extremas expõem falhas estruturais e deixam bairros alagados em Manaus</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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