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	<title>estuda Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>estuda Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>TSE estuda pedir ajuda das Forças Armadas no primeiro e segundo turno</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/tse-estuda-pedir-ajuda-das-forcas-armadas-no-primeiro-e-segundo-turno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 14:48:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As Forças Armadas poderão atuar nas Eleições Gerais de 2026 em ações de Garantia da Votação e da Apuração (GVA) e de apoio logístico à Justiça Eleitoral. O emprego de força federal para assegurar o livre exercício do voto, a normalidade da votação e a apuração dos resultados segue as regras da Resolução TSE nº 21.843/2004, que permanece vigente para o pleito deste ano.   Pelas regras, cabe aos tribunais regionais eleitorais (TREs) encaminhar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a relação das localidades em que considerem necessária a presença de força federal. O pedido deve ser acompanhado de justificativa com os fatos e as circunstâncias que indiquem risco de perturbação dos trabalhos eleitorais. A fundamentação deve ser apresentada separadamente para cada zona eleitoral e deve informar o endereço e o nome da juíza ou do juiz eleitoral a quem o efetivo deverá se apresentar.   A competência para requisitar a força federal é do TSE. O Código Eleitoral estabelece, no artigo 23, inciso XIV, que cabe ao TSE requisitar o efetivo necessário para o cumprimento da legislação e das decisões da Justiça Eleitoral, a fim de garantir a votação e a apuração. Aos TREs, o artigo 30, inciso XII, atribui a competência para solicitar ao TSE essa requisição.  A análise, no entanto, depende da demonstração da necessidade do auxílio. A jurisprudência reunida pelo TSE registra a relevância da manifestação do chefe do Poder Executivo estadual sobre a capacidade das forças locais de garantir o transcurso normal do pleito. O pedido de força federal não é automaticamente homologado: cabe ao TSE avaliar as circunstâncias apresentadas antes de autorizar a requisição.   As solicitações tramitam no Processo Judicial Eletrônico (PJe), na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">As Forças Armadas poderão atuar nas Eleições Gerais de 2026 em ações de Garantia da Votação e da Apuração (GVA) e de apoio logístico à Justiça Eleitoral. O emprego de força federal para assegurar o livre exercício do voto, a normalidade da votação e a apuração dos resultados segue as regras da Resolução TSE nº 21.843/2004, que permanece vigente para o pleito deste ano.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">Pelas regras, cabe aos tribunais regionais eleitorais (TREs) encaminhar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a relação das localidades em que considerem necessária a presença de força federal. O pedido deve ser acompanhado de justificativa com os fatos e as circunstâncias que indiquem risco de perturbação dos trabalhos eleitorais. A fundamentação deve ser apresentada separadamente para cada zona eleitoral e deve informar o endereço e o nome da juíza ou do juiz eleitoral a quem o efetivo deverá se apresentar.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">A competência para requisitar a força federal é do TSE. O Código Eleitoral estabelece, no artigo 23, inciso XIV, que cabe ao TSE requisitar o efetivo necessário para o cumprimento da legislação e das decisões da Justiça Eleitoral, a fim de garantir a votação e a apuração. Aos TREs, o artigo 30, inciso XII, atribui a competência para solicitar ao TSE essa requisição. </p>
<p class="wp-block-paragraph">A análise, no entanto, depende da demonstração da necessidade do auxílio. A jurisprudência reunida pelo TSE registra a relevância da manifestação do chefe do Poder Executivo estadual sobre a capacidade das forças locais de garantir o transcurso normal do pleito. O pedido de força federal não é automaticamente homologado: cabe ao TSE avaliar as circunstâncias apresentadas antes de autorizar a requisição.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">As solicitações tramitam no Processo Judicial Eletrônico (PJe), na classe “Processo Administrativo”. Depois de aprovado o pedido e feita a requisição pelo TSE, o respectivo TRE entra em contato com o comando local da força federal para o planejamento da operação. Durante a atuação, o contingente fica sujeito às instruções da autoridade judiciária eleitoral competente.  </p>
<h3 class="wp-block-heading">Atuação nos locais de votação  </h3>
<p class="wp-block-paragraph">Mesmo quando houver emprego das Forças Armadas, há limite para a presença do efetivo nas proximidades das seções eleitorais. De acordo com o artigo 182 da Resolução TSE nº 23.751/2026, que regulamenta os atos gerais das Eleições 2026, a Força Armada deve permanecer a 100 metros da seção eleitoral e não pode se aproximar do local de votação ou nele entrar sem ordem judicial ou da Presidência da mesa receptora, durante as 48 horas que antecedem o pleito e as 24 horas que o sucedem.   </p>
<p class="wp-block-paragraph">A mesma regra prevê exceção para estabelecimentos penais e unidades de internação de adolescentes, desde que preservado o sigilo do voto. O dispositivo regulamenta o artigo 141 do Código Eleitoral, que também determina o afastamento da Força Armada a 100 metros da seção eleitoral.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">O período de aplicação da medida está especificado no Calendário Eleitoral de 2026 (Resolução TSE nº 23.760/2026). No 1º turno, a restrição vigora de 2 a 5 de outubro. Em eventual 2º turno, de 23 a 26 de outubro.  </p>
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		<title>Lula estuda como usar Lei de reciprocidade e desafiar Trump após tarifaço</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/lula-estuda-como-usar-lei-de-reciprocidade-e-desafiar-trump-apos-tarifaco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 12:55:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão do governo dos Estados Unidos, divulgada nesta quarta-feira (15), de impor tarifas de 25% sobre produtos exportados pelo Brasil, trouxe uma reação imediata do governo brasileiro. Em resposta, o Palácio do Planalto afirmou que a Lei de Reciprocidade brasileira será acionada “imediatamente”. A lei, sancionada em 11 de abril de 2025, foi motivada também por decisões do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A decisão do governo dos Estados Unidos, divulgada nesta quarta-feira (15), de impor tarifas de 25% sobre produtos exportados pelo Brasil, trouxe uma reação imediata do governo brasileiro. Em resposta, o Palácio do Planalto afirmou que a Lei de Reciprocidade brasileira será acionada “imediatamente”.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lula-estuda-como-usar-Lei-de-reciprocidade-e-desafiar-Trump.gif?w=740&#038;ssl=1" data-pagespeed-url-hash="1070881471" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">A lei, sancionada em 11 de abril de 2025, foi motivada também por decisões do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Já naquela ocasião, Trump escalou em uma guerra comercial contra diversos países, inclusive o Brasil, e anunciou sobretaxas de importação. </p>
<p class="wp-block-paragraph">A Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, se um país com o qual o Brasil tem relação comercial adota uma medida que o prejudique nessa relação, o governo pode adotar uma série de contramedidas. Dentre elas, impor tributos ou taxas, acabar com isenções ou redução de valores de tarifas de importação, ou restringir importações de bens ou serviços.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Essas contramedidas devem ser, na medida do possível, aplicadas na mesma proporção do prejuízo econômico causado por outro país ou bloco econômico ao Brasil.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Soberania</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A Lei da Reciprocidade destaca que cabe a suspensão de concessões comerciais, entre outras medidas, a países ou blocos de países que “interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Assim, a lei se aplica a um país que ameace aplicar ou aplique medidas comerciais na tentativa de interferir em atos específicos ou práticas no Brasil.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A legislação também abre espaço ao diálogo e entendimento para que medidas retaliatórias não sejam tomadas obrigatoriamente. Em seu Artigo 4º, determina que a diplomacia entre em ação para reduzir ou anular a necessidade das contramedidas previstas.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Meio ambiente</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A Lei de Reciprocidade também inclui países que tomem medidas unilaterais com base em requisitos ambientais mais onerosos do que os padrões de proteção ambiental adotados no país.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nesse caso, o Brasil deve considerar, além das normas ambientais adotadas internamente, como o Código Florestal, de 2012, as metas estabelecidas na Política Nacional do Clima, de 2009, e os compromissos assumidos no Acordo de Paris, de 2015.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Se um país aplicar medidas comerciais unilaterais alegando descumprimento de normas ambientais não contempladas por esses institutos, e que sejam mais dispendiosas ao Brasil, está prevista a aplicação de contramedidas.</p>
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		<item>
		<title>IMMU estuda mudanças no trânsito para reduzir congestionamentos na zona Norte de Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/immu-estuda-mudancas-no-transito-para-reduzir-congestionamentos-na-zona-norte-de-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 17:57:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para avaliar a possibilidade de mudança no tráfego em uma rua do bairro Colônia Santo Antônio, zona Norte da capital, o Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) realizou, nesta quinta-feira (09/04), uma pesquisa para quantificar o volume de veículos que circulam no local. O levantamento ocorreu no cruzamento entre as ruas Monte Horebe e Pascoal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para avaliar a possibilidade de mudança no tráfego em uma rua do bairro Colônia Santo Antônio, zona Norte da capital, o Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) realizou, nesta quinta-feira (09/04), uma pesquisa para quantificar o volume de veículos que circulam no local. O levantamento ocorreu no cruzamento entre as ruas Monte Horebe e Pascoal Ranieri Mazzilli.</p>
<p>O objetivo é, posteriormente, realizar um comparativo sobre os benefícios que a intervenção trará aos condutores que passam por aquela região. Por ser uma via de ligação entre grandes avenidas, como Francisco Queiroz e Max Teixeira, a pesquisa realizada por técnicos do IMMU irá considerar, além das passagens de veículos de passeios, a quantidade de linhas de ônibus do transporte público e veículos de grande porte que trafegam na área.</p>
<p>A intervenção vai melhorar um dos gargalos de trânsito da cidade. A intervenção pode criar uma faixa para solucionar o congestionamento naquela via.</p>
<p>Leia mais</p>
<p>Dermato Saúde Amazonas chega a Barreirinha para atendimentos; veja serviços</p>
<p>VÍDEO: Foragido é baleado ao se jogar pela janela de carro para fugir da polícia</p>
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		<item>
		<title>Um em cada quatro alunos da rede pública estuda em tempo integral</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/um-em-cada-quatro-alunos-da-rede-publica-estuda-em-tempo-integral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 17:18:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgaram nesta quinta-feira (26) os resultados da primeira etapa do Censo Escolar 2025. O levantamento indica um crescimento na cobertura da educação em tempo integral, em todas as etapas da educação básica, nos últimos quatro anos. É considerada matrícula em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgaram nesta quinta-feira (26) os resultados da primeira etapa do Censo Escolar 2025. O levantamento indica um crescimento na cobertura da educação em tempo integral, em todas as etapas da educação básica, nos últimos quatro anos. É considerada matrícula em tempo integral quando o aluno fica na escola 7 horas ou mais por dia, ou 35 horas semanais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Um-em-cada-quatro-alunos-da-rede-publica-estuda-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com os dados, o percentual de matrículas presenciais em tempo integral cresceu 10,7 pontos percentuais na rede pública de ensino, entre 2021 a 2025. O atendimento passou de 15,1% para 25,8% dos alunos.</p>
<p>Com esse resultado, o Brasil atinge a meta prevista no Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024, que previa a ampliação da modalidade para atender pelo menos 25% dos alunos da educação básica da rede pública em tempo integral. </p>
<p>A modalidade tem como finalidade a perspectiva do desenvolvimento e formação integral de bebês, crianças e adolescentes a partir de um currículo intencional e integrado, que amplia e articula diferentes experiências educativas, sociais, culturais e esportivas em espaços dentro e fora da escola com a participação da comunidade escolar. </p>
<p>O maior aumento se deu no ensino médio, em que as matrículas em tempo integral passaram de 16,7%, em 2022, para 26,8%, em 2025. O ensino fundamental anos finais (6° ao 9º ano) registrou 23,7%, os anos iniciais (1º ao 5º ano) 20,9%. Já na pré-escola, as matrículas em tempo integral representam 18,3% do total. </p>
<h2>Avanços</h2>
<p>Para a superintendente do Itaú Social, Patricia Mota Guedes, os dados apontam um avanço muito significativo. </p>
<p>&#8220;São 923 mil novas matrículas em um único ano, ultrapassando 8,8 milhões de estudantes na rede pública. Esse crescimento consistente desde 2022 indica que o país está consolidando o tempo integral como uma estratégia estruturante para enfrentar os desafios da aprendizagem e das desigualdades educacionais'&#8221;, afirma.</p>
<p>No entanto, ela destaca que não é suficiente apenas ampliar o tempo de permanência na escola. É necessário que as escolas desenvolvam projetos pedagógicos que ampliem as oportunidades de aprendizagem real, usando esse tempo extra de forma estratégica. </p>
<p>&#8220;Isso significa organizar um currículo diversificado, que inclua atividades artísticas, esportivas e culturais, que dialogue com o território e com a realidade dos estudantes, e que fortaleça tanto as aprendizagens cognitivas quanto o desenvolvimento socioemocional. A ampliação do tempo precisa estar a serviço de experiências formativas mais ricas e significativas”, aponta. </p>
<h2>Investimentos</h2>
<p>Segundo o MEC, os dados são resultado do investimento de R$ 4 bilhões do MEC no Programa Escola em Tempo Integral, criado em 2023, para apoiar redes de ensino na expansão de matrículas em tempo integral, abrangendo todas as etapas e modalidades da educação básica.</p>
<h2>Sobre o Censo Escolar </h2>
<p>O levantamento, realizado anualmente pelo Inep, abrange dados sobre todas as escolas da educação básica, professores, gestores e turmas, além das características dos estudantes. As informações incluem todas as etapas e modalidades da educação básica: ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional.</p>
<p>Participam escolas públicas e privadas de todas as etapas da educação básica de todas as redes de ensino no país.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-02/um-em-cada-quatro-alunos-da-rede-publica-estuda-em-tempo-integral" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/um-em-cada-quatro-alunos-da-rede-publica-estuda-em-tempo-integral/">Um em cada quatro alunos da rede pública estuda em tempo integral</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Defensoria estuda recurso contra decisão que absolveu PMs de homicídio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/defensoria-estuda-recurso-contra-decisao-que-absolveu-pms-de-homicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 22:26:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro estuda recorrer da decisão que absolveu nesta quarta-feira (11) dois policiais militares da acusação de homicídio qualificado do adolescente de 13 anos Thiago Menezes Flausino. O crime ocorreu em agosto de 2023, na Cidade de Deus, zona sudoeste da cidade do Rio de Janeiro. A informação é do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro estuda recorrer da decisão que absolveu nesta quarta-feira (11) dois policiais militares da acusação de homicídio qualificado do adolescente de 13 anos Thiago Menezes Flausino. O crime ocorreu em agosto de 2023, na Cidade de Deus, zona sudoeste da cidade do Rio de Janeiro. A informação é do defensor público André Castro, que atuou como assistente da acusação no julgamento.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Defensoria-estuda-recurso-contra-decisao-que-absolveu-PMs-de-homicidio.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>&#8220;Diante do conjunto probatório, que nos parece robusto, respeitando, naturalmente, a decisão da maioria dos jurados, [existe] a possibilidade de um recurso&#8221;, disse o defensor, em entrevista à Rádio Nacional.</p>
<p>&#8220;O sentimento da família [representada pela Defensoria Pública do Rio] é de que a verdade ainda não prevaleceu&#8221;, explicou em entrevista ao programa <em>Revista Rio</em>.</p>
<p>Castro destacou a atuação da família de Thiago no caso, que se mobilizou logo após o ocorrido, organizou manifestações e &#8220;chamou atenção das autoridades&#8221; de justiça.</p>
<p>O defensor lamentou, por outro lado, a estratégia de defesa dos policiais, de legítima defesa, mesmo não havendo confronto.</p>
<p>Na avaliação do defensor, para conseguir absolver os PMs, os advogados buscaram transformar o garoto de 13 anos, a vítima, em um traficante de drogas. Ele  classificou a tese da defesa como &#8220;inadmissível&#8221;.</p>
<p>&#8220;Foi uma tentativa, realmente, muito forte, de passar a maior parte dos debates tentando colar no Thiago a imagem de alguém que pudesse ter alguma associação com o tráfico [de drogas]&#8221;, avaliou o defensor. A defesa, no plenário, exibiu fotos do jovem supostamente segurando armas, com símbolos de facção ou em alusão à cultura do gênero musical trap.</p>
<p>O defensor alega, entretanto, que o fato de haver fotos de Thiago portando armas não o transformam em bandido. &#8220;Entre os adolescentes, no estado do Rio, há um fascínio pela arma, pela violência, mas, entre as provas, não havia nada que indicasse envolvimento dele [com o tráfico]&#8221;, disse. Em qualquer cenário, acrescentou, uma pessoa não pode ser morta por fotos de seu celular.</p>
<p>&#8220;Uma situação de legítima defesa precisa ser demonstrada&#8221;, frisou.</p>
<p>Castro explicou, no entanto, que, entre as provas não havia &#8220;nada de concreto de que [o menino] pudesse estar armado ou resistido&#8221; a uma abordagem. &#8220;Não teve nem possibilidade de resistência, porque como os vídeos e a perícia técnica demonstram, nem ordem de parada teve. Os policiais saem do carro e atiram nele&#8221;.</p>
<p>O caso ganhou  repercussão depois que a família de Thiago Flausino buscou comprovar a inocência do adolescente. Além de testemunhas, eles buscaram as câmeras dos estabelecimentos comerciais que pudessem esclarecer os fatos. Apesar de o momento exato da ação não ter sido gravado, os elementos, segundo a acusação, ajudaram a demonstrar que a vítima não estava armada, por exemplo.</p>
<p>&#8220;Houve um trabalho de apuração muito sério por parte dos órgãos públicos, do Ministério Público, da Polícia Civil e  que resultou em dois processos criminais&#8221;, disse Castro.</p>
<h2>Processo</h2>
<p>Além de acusados de assassinato de Thiago e de tentativa de assassinato de Marcos Vinicius de Sousa Queiroz, atingido na mão, os policiais respondem por fraude processual na Auditoria da Justiça Militar. </p>
<p>No curso do processo, vários agentes mentiram em depoimento e depois precisaram alterar a versão dos fatos para confirmar o uso de um carro particular na ação, em vez de um veículo da polícia com sirene, por exemplo. Há norma, no entanto, da Secretaria de Segurança que proíbe o uso de veículos particulares em abordagens policiais.</p>
<p>A defesa dos PMs também sustentou, no julgamento, que Thiago portava uma pistola, com a qual teria disparado contra os policiais. Segundo o Ministério Público, a perícia não identificou nenhum cartucho dessa arma nem buraco de tiro deixado pelos tiros. &#8220;A prova é apenas a palavra de um dos policiais&#8221;, destacou André.</p>
<p>Com a possibilidade do recurso, a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro quer reparar também, segundo Castro, a honra do menino e de sua família. &#8220;Para eles, sem dúvida, foi muito delicado acompanhar o plenário&#8221;, avaliou, pelo ataques à memoria e dignidade do adolescente.</p>
<h2>Decepção</h2>
<p>Nesta quarta-feira (11), ao final do julgamento dos policiais Diego Pereira Leal e Aslan Wagner Ribeiro de Faria, que levou dois dias e foi marcado pela tensão entre acusação e defesa, o defensor público tinha dito que o sentimento com o veredito era de decepção.</p>
<p>&#8220;Nem tanto porque nós acreditemos que a pena de prisão seja uma solução dos problemas no nosso país, da segurança pública, de modo geral, [mas] muito mais pelo Estado não reconhecer a violência que foi cometida&#8221;, declarou, em um vídeo compartilhado pela própria Defensoria.</p>
<p>Os agentes, do Batalhão de Choque, à época do crime, também foram absolvidos da tentativa de homicídio contra Marcos Vinicius de Sousa Queiroz. Ele sobreviveu com um tiro na mão e prestou depoimento confirmando que ambos não estavam armados e não havia confronto no local. Os jovens andavam de moto quando caíram próximo a um carro descaracterizado onde estavam os policiais, que saltaram disparando.</p>
<p>A Anistia Internacional manifestou indignação com a absolvição e condenou o desvio de foco no julgamento.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/defensoria-estuda-recurso-contra-decisao-que-absolveu-pms-de-homicidio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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