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	<title>estudo Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>estudo Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Vacina da herpes-zóster é segura para pacientes reumáticos, diz estudo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/vacina-da-herpes-zoster-e-segura-para-pacientes-reumaticos-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 20:08:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo inédito, conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), revelou que a vacina contra herpes-zóster é segura para pacientes com doenças reumáticas autoimunes (DRAI), como artrite reumatoide e lúpus. A pesquisa mostrou que não houve aumento do risco de agravamento das doenças pré-existentes nos pacientes, incluindo aqueles com doença ativa ou em tratamento com imunossupressores.  O estudo acompanhou 1.192 pacientes com nove diagnósticos diferentes. Cerca de 90% desenvolveram anticorpos adequados após as duas doses da vacina. De acordo com a responsável pela pesquisa e titular de Reumatologia do Departamento de Clínica Médica da FMUSP, Eloisa Bonfá, a pesquisa é a maior do mundo a avaliar, de forma sistemática, a segurança e a capacidade da vacina de estimular as defesas do corpo nesses pacientes, que já tem o sistema imunológico fragilizado por...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo inédito, conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), revelou que a vacina contra herpes-zóster é segura para pacientes com doenças reumáticas autoimunes (DRAI), como artrite reumatoide e lúpus.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Vacina-da-herpes-zoster-e-segura-para-pacientes-reumaticos-diz-estudo.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A pesquisa mostrou que não houve aumento do risco de agravamento das doenças pré-existentes nos pacientes, incluindo aqueles com doença ativa ou em tratamento com imunossupressores. </p>
<p>O estudo acompanhou 1.192 pacientes com nove diagnósticos diferentes. Cerca de 90% desenvolveram anticorpos adequados após as duas doses da vacina.</p>
<p>De acordo com a responsável pela pesquisa e titular de Reumatologia do Departamento de Clínica Médica da FMUSP, Eloisa Bonfá, a pesquisa é a maior do mundo a avaliar, de forma sistemática, a segurança e a capacidade da vacina de estimular as defesas do corpo nesses pacientes, que já tem o sistema imunológico fragilizado por causa das doenças reumáticas autoimunes.</p>
<p>“Trinta porcento dos nossos pacientes estavam com a doença em atividade, tomaram a vacina e não tiveram piora, mostrando que ela é altamente segura para essa população”.</p>
<p>Segundo os dados, a taxa de piora nos pacientes vacinados foi de 14%, valor equivalente aos 15% observados no grupo que recebeu apenas placebo.</p>
<p>Os pacientes relataram menos eventos adversos, como dor no local da aplicação e febre, do que o grupo de controle formado por pessoas saudáveis.</p>
<p>“Tivemos pacientes em sua maioria com artrite reumatoide, que acontece em 1% da população adulta, e lúpus, que é um pouco mais rara. Também testamos em pessoas com esclerodermia, espondilartrite e outras patologias mais raras”, explicou.</p>
<p>No entanto, em pacientes que usam medicamentos específicos, como o rituximabe e o micofenolato de mofetila, a resposta imune foi menor. “Esses não responderam bem, então é preciso fazer uma análise separada, talvez tomar uma dose a mais, fazer algum reforço”, disse a médica.</p>
<p>Eloisa Bonfá destacou que a vacina recombinante já está disponível no mercado e é recomendada para as pessoas acima de 50 anos, faixa etária com aumento de risco para a herpes-zóster.</p>
<p>“É uma vacina muito boa, porque quando há infecção nos pacientes com doenças reumáticas o custo é muito alto para o sistema de saúde, já que eles precisam ser internados. A vacina evita essa complicação que pode levar até a morte”, afirmou a especialista.</p>
<p>O artigo com os resultados do estudo está publicado na revista científica <em>The Lancet Rheumatology</em>.</p>
<h2>O que é herpes-zóster</h2>
<p>A herpes-zóster, também conhecida como cobreiro, é uma doença causada pelo vírus Varicela-Zóster (VVZ), o mesmo que causa a catapora. Esse vírus permanece em latência durante toda a vida da pessoa.</p>
<p>A reativação ocorre na idade adulta ou em quem tem comprometimento imunológico, como os portadores de doenças crônicas, de acordo com informações do Ministério da Saúde.</p>
<p>Os principais sintomas são dor intensa, formigamento, ardor, coceira ou sensibilidade exagerada ao toque na região afetada. Pode haver febre baixa, dor de cabeça, mal-estar e dores nos nervos.</p>
<p>Na fase ativa, quando aparecem as lesões, surgem manchas vermelhas seguidas de pequenas bolhas agrupadas e cheias de líquido transparente. As bolhas rompem, secam e formam crostas em cerca de sete a 10 dias, com a pele se recuperando totalmente em até quatro semanas.</p>
<p>O tratamento é feito com antivirais que devem ser iniciados nas primeiras 72 horas após o surgimento das lesões. Para manejar a dor, é recomendado o uso de analgésicos. Se houver infecção secundária, recomenda-se o uso de antibióticos.</p>
<p>Entre as complicações mais comuns estão:</p>
<ul>
<li>Dor crônica que persiste por meses ou anos após a cicatrização das feridas;</li>
<li>Afetar o equilíbrio, fala, deglutição, movimento dos olhos, mãos, pernas, dedos e braços;</li>
<li>Queda na quantidade de plaquetas, responsáveis pela coagulação, no sangue;</li>
<li>Síndrome de Reye, doença rara que causa inflamação no cérebro e que pode ser fatal;</li>
<li>Varicela disseminada ou varicela hemorrágica em pessoas com comprometimento imunológico;</li>
<li>Infecção bacteriana secundária de pele (impetigo, abscesso, celulite, erisipela) ou quadros sistêmicos de sepse, com artrite, pneumonia, endocardite, encefalite ou meningite e glomerulonefrite.</li>
</ul>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/vacina-da-herpes-zoster-e-segura-para-pacientes-reumaticos-diz-estudo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Sete em cada dez mulheres relatam já terem sofrido assédio, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 23:15:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sete em cada dez mulheres dizem já ter sofrido assédio moral ou sexual, principalmente em ruas e espaços públicos. Os dados fazem parte da pesquisa Viver nas Cidades: Mulheres, lançada nesta quinta-feira (5). O levantamento é de autoria do Instituto Cidades Sustentáveis e da Ipsos-Ipec, empresa especializada em pesquisa sociais e de mercado. Foram entrevistadas 3,5 mil pessoas, em dezembro de 2025, nas cidades de Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. “A insegurança é uma regra na nossa vida, não é uma exceção. Há uma proporção alta de mulheres que seguem dizendo que já sofreram assédio”, alertou Patrícia Pavanelli, diretora de Opinião Pública e Política da Ipsos-Ipec, durante o lançamento da pesquisa, no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc SP. Considerando...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sete em cada dez mulheres dizem já ter sofrido assédio moral ou sexual, principalmente em ruas e espaços públicos. Os dados fazem parte da pesquisa Viver nas Cidades: Mulheres, lançada nesta quinta-feira (5).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sete-em-cada-dez-mulheres-relatam-ja-terem-sofrido-assedio.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O levantamento é de autoria do Instituto Cidades Sustentáveis e da Ipsos-Ipec, empresa especializada em pesquisa sociais e de mercado. Foram entrevistadas 3,5 mil pessoas, em dezembro de 2025, nas cidades de Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.</p>
<p>“A insegurança é uma regra na nossa vida, não é uma exceção. Há uma proporção alta de mulheres que seguem dizendo que já sofreram assédio”, alertou Patrícia Pavanelli, diretora de Opinião Pública e Política da Ipsos-Ipec, durante o lançamento da pesquisa, no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc SP.</p>
<p>Considerando o total de mulheres da amostra (2.066), 71% delas disseram já ter sofrido algum tipo de assédio em pelo menos um dos seis locais pesquisados: ruas e espaços públicos, transporte público, ambiente de trabalho, ambiente doméstico, bares/casas noturnas ou transporte particular.</p>
<p>“O espaço público e o transporte público se destacam como os lugares mais hostis para as mulheres, sendo esse um problema recorrente e que limita a nossa liberdade, o nosso direito à cidade”, ressaltou Patrícia.</p>
<h2>Proporção elevada</h2>
<p>Apesar da queda em relação a 2014, quando o índice ficou em 74%, e das variações de acordo com as capitais, as entidades realizadoras do estudo consideram que a proporção de mulheres que sofreram assédio permanece elevada e persistente nas dez cidades.</p>
<h2>Assédio nas ruas</h2>
<p>Ruas e espaços públicos – como praças, parques e praias – são os lugares onde mais ocorrem assédios, sendo citados por 54% das mulheres. Em seguida, aparece o transporte público (citado em 50% das respostas) e, em outro patamar, o ambiente de trabalho (citado por 36% mulheres).</p>
<p>Bares e casas noturnas foram citados por 32%; o ambiente familiar aparece em 26% das menções; e transporte particular como táxi e ou por aplicativo, em 19% das respostas.</p>
<p>A parcela de 5% das mulheres relatou que já sofreu assédio em todos os seis espaços mensurados na pesquisa. </p>
<p>“Embora pareça pouco, a gente está falando de mulheres que vivem em 10 capitais que [concentram] 33 milhões de habitantes, e 5% delas dizem que já sofreram algum tipo de assédio em todos os locais [mencionados]”, acrescentou.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/sete-em-cada-dez-mulheres-relatam-ja-terem-sofrido-assedio-diz-estudo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Estudo mostra que 90% dos cuidadores informais no Brasil são mulheres</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/estudo-mostra-que-90-dos-cuidadores-informais-no-brasil-sao-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 21:06:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As mulheres dedicam, em média, 9,6 horas semanais a mais do que os homens em tarefas domésticas e cuidados, o que representa mais de mil horas dedicadas com o outro &#8211; filho, marido, pais &#8211; mas não remunerado e invisível socialmente, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Anualmente, são mais de mil horas dedicadas a um trabalho fundamental para a sociedade, que é o cuidado com o outro &#8211; filho, marido ou pais -, um trabalho não remunerado e invisível socialmente. Estudo conduzido por pesquisadoras da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) revela que 90% dos cuidadores informais no Brasil são mulheres, principalmente filhas, cônjuges e netas, com média de idade de 48 anos. O fenômeno ocorre no mundo inteiro. Mulheres e...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As mulheres dedicam, em média, 9,6 horas semanais a mais do que os homens em tarefas domésticas e cuidados, o que representa mais de mil horas dedicadas com o outro &#8211; filho, marido, pais &#8211; mas não remunerado e invisível socialmente, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Estudo-mostra-que-90-dos-cuidadores-informais-no-Brasil-sao.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Anualmente, são mais de mil horas dedicadas a um trabalho fundamental para a sociedade, que é o cuidado com o outro &#8211; filho, marido ou pais -, um trabalho não remunerado e invisível socialmente.</p>
<p>Estudo conduzido por pesquisadoras da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) revela que 90% dos cuidadores informais no Brasil são mulheres, principalmente filhas, cônjuges e netas, com média de idade de 48 anos. O fenômeno ocorre no mundo inteiro.</p>
<p>Mulheres e meninas são as mais afetadas na vida profissional e nos estudos, por conta dos cuidados, segundo a pesquisadora Valquiria Elita Renk, professora do Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos e Políticas Públicas da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), uma das autoras do trabalho.</p>
<p>“Uma mulher para de estudar para cuidar dos irmãos, dos trabalhos domésticos. Faz isso todos os dias e, quando termina, recomeça no dia seguinte. É um trabalho que não tem fim, diz Valquiria.&#8221;</p>
<p>Para a pesquisadora, o trabalho do cuidado tem forte cunho cultural no Brasil.</p>
<h2>Políticas públicas</h2>
<p>Alguns países, porém, já têm políticas de apoio aos cuidadores.</p>
<p>Na Finlândia e na Dinamarca, por exemplo, os assistentes domésticos e de serviços são pagos pela municipalidade.</p>
<p>Na França, Áustria, Alemanha e Holanda também há custeio a alguns serviços feitos por assistentes.</p>
<p>No Reino Unido e na Irlanda, o Estado compensa a perda da renda durante o período em que a pessoa presta assistência a um familiar.</p>
<p>Na Espanha, existe a Lei de Promoção da Autonomia Pessoal e Atenção às pessoas em situação de dependência, que inclui a compensação econômica para os cuidadores familiares.</p>
<p>“No Brasil, a coisa está muito tímida ainda. Nós temos a Política Nacional do Cuidado, instituída no final de 2024, que está sendo ainda implementada.”</p>
<p>A professora defende que muito mais do que só pagar pelo trabalho das mulheres, é preciso que isso seja reconhecido socialmente e que as cuidadoras recebam uma compensação financeira para que não tenham toda essa sobrecarga de trabalho.</p>
<p>Valquiria chama a atenção para o fato de que, no cuidado com o filho ou um idoso, não é só chegar lá e ministrar o remédio, a comida, a higienização. Tem toda uma relação afetiva que se forma em torno dessas pessoas. O ideal seria que o cuidado fosse reconhecido como um trabalho, e a pessoa pudesse contar com esse período para a aposentadoria.</p>
<p>Na América do Sul, o Uruguai já possui lei que permite à mulher se aposentar mais cedo, de acordo com um número limite de filhos.</p>
<p>Segundo a pesquisadora, trata-se de um trabalho invisível que ninguém quer fazer e as mulheres fazem no silêncio, na casa delas.</p>
<p>“Como mulher, a gente vai fazendo, internaliza tanto isso que passa a fazer parte da nossa vida. As donas de casa não deixam de ser também cuidadoras, porque cuidam para que os filhos tenham saúde, sejam bem alimentados, que o marido também tenha alimentação, que a roupa dele esteja limpa para ele ir para o trabalho.&#8221;</p>
<p>O trabalho do cuidado é fundamental para a sociedade, porque ele mantém a engrenagem funcionando. </p>
<h2>Internalização</h2>
<p>A metodologia da pesquisa incluiu a realização de 18 entrevistas com mulheres de áreas urbanas e rurais do Paraná e de Santa Catarina, responsáveis pelo cuidado de familiares idosos, doentes ou com deficiência.</p>
<p>As conclusões revelam que essas mulheres são idosas, dedicam o tempo do descanso e do lazer para cuidar do marido ou dos filhos.</p>
<p>Quando perguntadas por que faziam isso, respondiam “porque é minha obrigação”.</p>
<p>Na relação de parentesco das participantes com a pessoa cuidada, percebe-se que a maioria são filhas (68%), esposas (21%), neta e irmã (5%). O perfil etário é de adultas com idades de 41 a 60 anos (43%), idosas com mais de 60 anos (37%) e jovens adultas com idade entre 21 a 30 anos (22%).</p>
<p>São mulheres escolarizadas, sendo que a maioria (58%) cursou o ensino fundamental, seguido das que têm o curso superior (30%) e ensino médio (11%).</p>
<p>Em termos de profissões, observou-se diversidade: 32% são agricultoras, 26% atuam no mercado de trabalho formal (como funcionária pública, administradora, cabeleireira, entre outras), 26% são aposentadas, 11% são do lar e 5% são estudantes. Deste total, a maioria (61%) afirmou que parou de trabalhar para cuidar do familiar em tempo integral,o que ocorreu com todas as agricultoras.</p>
<p>O estudo mostrou ainda que as mulheres sentem cansaço “porque o cuidado é <em>full time</em> (o tempo todo), às vezes 24 horas por dia. Essas mulheres sentem cansaço, solidão, se sentem desamparadas, não recebem bonificação, não têm previdência. A família nem sempre colabora”.</p>
<p>São mulheres sozinhas, cansadas, exaustas, depressivas. “E elas não têm tempo para se cuidar porque o tempo delas é dedicado primeiro para os outros, depois para elas. Essa é a ética da responsabilidade, que internaliza que a mulher tem que cuidar do outro.”</p>
<h2>Educação</h2>
<p>O trabalho do cuidador é fundamental, porque mantém toda a engrenagem funcionando, mas é tão naturalizado que a responsabilidade acaba recaindo sempre somente sobre as mulheres, diz a pesquisadora.</p>
<p>O estudo sinaliza que, ao contrário, é preciso que haja um esforço no sentido de educar meninas e meninos de que o trabalho doméstico tem que ser mais igualmente dividido dentro das casas, nas famílias, porque essa será a geração do futuro.</p>
<p>“Os meninos também têm responsabilidade, tanto como as meninas. É preciso ver a educação como um processo humanitário e uma mudança cultural muito grande, no sentido de que a sociedade, as famílias, se responsabilizem para que não recaia só sobre as mulheres o cuidar exaustivo”.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, a sobrecarga recai mais gravemente sobre a chamada “Geração Sanduíche”, que engloba mulheres que administram simultaneamente o trabalho formal, a gestão da casa e o cuidado com filhos, marido e os idosos.</p>
<p>“São duas jornadas de quase cinco horas cada. Onde essa mulher vai se ancorar?”, indagou a pesquisadora.</p>
<p>Segundo ela, em poucos casos recentes de separação e divórcio no Brasil, os juízes já estão concedendo que os maridos paguem pelo tempo que as ex-mulheres tenham cuidado dos filhos ou que vão cuidar.</p>
<p>“Parece uma luzinha no fim do túnel”, avaliou Valquíria.</p>
<p>O estudo tem também como autoras as pesquisadoras Ana Silvia Juliatto Bordini e Sabrina P. Buziquia. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/estudo-mostra-que-90-dos-cuidadores-informais-no-brasil-sao-mulheres" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/estudo-mostra-que-90-dos-cuidadores-informais-no-brasil-sao-mulheres/">Estudo mostra que 90% dos cuidadores informais no Brasil são mulheres</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Estudo pede mais políticas públicas para reduzir efeitos da menopausa </title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/estudo-pede-mais-politicas-publicas-para-reduzir-efeitos-da-menopausa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 11:21:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo divulgado nessa terça-feira (3) pelo Instituto Esfera, em Brasília, alerta para a necessidade de políticas públicas específicas a fim de reduzir os impactos para as mulheres no período da menopausa. A pesquisa pede atenção para mulheres negras e em vulnerabilidade. Em entrevista à Agência Brasil, a pesquisadora Clarita Costa Maia, uma das responsáveis pelo estudo, explicou que as mulheres mais vulnerabilizadas no país, entre elas as negras e residentes em comunidades desassistidas, ficam ainda mais sujeitas ao impacto que esse período pode causar no âmbito da saúde e do trabalho.  “O que constatamos é que a menopausa tem um componente biológico que atinge mais as mulheres negras e há o cruzamento de vulnerabilidades. São mulheres que sentem a menopausa com mais peso, biologicamente e socialmente falando”, explicou. Ameaça no...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/estudo-pede-mais-politicas-publicas-para-reduzir-efeitos-da-menopausa/">Estudo pede mais políticas públicas para reduzir efeitos da menopausa </a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo divulgado nessa terça-feira (3) pelo Instituto Esfera, em Brasília, alerta para a necessidade de políticas públicas específicas a fim de reduzir os impactos para as mulheres no período da menopausa. A pesquisa pede atenção para mulheres negras e em vulnerabilidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Estudo-pede-mais-politicas-publicas-para-reduzir-efeitos-da-menopausa.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, a pesquisadora Clarita Costa Maia, uma das responsáveis pelo estudo, explicou que as mulheres mais vulnerabilizadas no país, entre elas as negras e residentes em comunidades desassistidas, ficam ainda mais sujeitas ao impacto que esse período pode causar no âmbito da saúde e do trabalho. </p>
<p>“O que constatamos é que a menopausa tem um componente biológico que atinge mais as mulheres negras e há o cruzamento de vulnerabilidades. São mulheres que sentem a menopausa com mais peso, biologicamente e socialmente falando”, explicou.</p>
<h2>Ameaça no âmbito profissional </h2>
<p>Essa vulnerabilidade deixa a mulher numa posição pior em relação aos outros estratos sociais. “Ela é, em regra, o arrimo de família e líder familiar. São mulheres que ficam numa posição muito frágil no mercado de trabalho”, ressaltou. </p>
<p>Os sintomas da menopausa, incluindo os físicos e psicológicos não tratados, levam, segundo a pesquisadora, a uma insustentabilidade da relação profissional, o que impacta todo o núcleo familiar.</p>
<p>É por isso que no Brasil, segundo as considerações do estudo, é preciso que as políticas públicas levem em consideração que tratar a mulher na menopausa é cuidar de todo o núcleo familiar. </p>
<h2>Saúde mental</h2>
<p>A pesquisadora, que é da área do direito e que trabalhou no estudo com a médica Fabiane Berta de Sousa, acrescenta que os sintomas não tratados podem gerar sérias consequências também de saúde mental.</p>
<p>“Aumentam significativamente as chances de desenvolvimento de Alzheimer, de depressão e diversas outras consequências relacionais advindas disso”, explicou. </p>
<p>Segundo ela, existe um fenômeno hoje em dia de menopausa precoce. Nosso modo de vida está aumentando a menopausa e a andropausa precoce”. Em relação à faixa etária, o documento aborda que, com o envelhecimento populacional, é necessário, mais atenção das redes públicas. </p>
<p>“São fases complicadas, de altos e baixos emocionais. Pode haver rupturas em nível pessoal das quais a pessoa precisa se recuperar com o tempo e não está entendendo o que ocorre consigo mesma”. </p>
<p>O afastamento do trabalho gera reflexos, como explica a pesquisadora, como maior pressão previdenciária. “Ao invés de estarmos com trabalhadoras na sua melhor fase intelectual, surgem mais problemas previdenciários e sociais”, diz. </p>
<h2>Necessidade de mapeamento</h2>
<p>O ideal, nesse momento, de acordo com o estudo, é que o Brasil possa fazer um mapeamento sobre a menopausa para que haja compreensão da realidade nacional.</p>
<p>“A ausência de política pública nacional estruturada para a menopausa não é neutra. Produz efeitos concretos sobre a saúde, a economia e a cidadania de milhões de mulheres, com custos que se projetam sobre o sistema de saúde, a Previdência Social e a produtividade nacional”, mostra o documento. </p>
<p>Os dados internacionais demonstram que esses custos são mensuráveis: US$ 26,6 bilhões por ano nos Estados Unidos e US$ 150 bilhões globalmente, além de queda de 10% nos rendimentos das mulheres afetadas. No Brasil, segundo a estimativa, 29 milhões de mulheres estariam nessa fase e 87,9% apresentariam sintomas. Apenas 22,4% delas buscam tratamento.</p>
<p> “A magnitude do problema é proporcional à sua invisibilidade. Tratar a menopausa como política pública não significa patologizar o envelhecimento feminino, mas reconhecê-lo como etapa legítima do ciclo de vida que demanda cuidado, informação e proteção institucional”, diz o documento. </p>
<h2>&#8220;Maior atenção&#8221;</h2>
<p>No evento do Instituto Esfera, em Brasília, no lançamento do estudo e também de premiação de “mulheres exponenciais”, a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, disse que identifica atualmente maior atenção na prevenção da saúde da mulher com o envelhecimento populacional. </p>
<p>”Essas questões das fases do ciclo de vida feminino também se colocam em outra direção. Recentemente, tivemos um fórum de mulheres criado pelo Ministério da Saúde e é interessante que o grupo que representava as mulheres na menopausa foi um dos mais ativos”, lembrou.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/estudo-pede-mais-politicas-publicas-para-reduzir-efeitos-da-menopausa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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