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	<title>Estupro Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Estupro Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Operação prende 18 condenados por estupro de vulnerável no Amazonas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/operacao-prende-18-condenados-por-estupro-de-vulneravel-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 21:46:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Uma operação deflagrada nesta sexta-feira (27) resultou na prisão de 18 homens condenados pelo crime de estupro de vulnerável no Amazonas. Batizada de Operação Alvo Certo: Infância Protegida, a ação foi coordenada pela Delegacia Especializada em Capturas e Polinter (DECP), com apoio da Polícia Federal e delegacias do interior. Ao todo, nove prisões ocorreram em Manaus e oito no interior do estado, nos municípios de Barreirinha, Parintins, Silves, Tabatinga e Tefé. Um dos alvos, que tentava fugir da Justiça, foi localizado e preso na cidade de Navegantes, em Santa Catarina. Tecnologia e integração no combate ao abuso infantil O delegado Fábio Aly, titular da Polinter, destacou que o sucesso da operação se deve ao uso de tecnologia e à integração entre as forças de segurança. O sistema...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Uma operação deflagrada nesta sexta-feira (27) resultou na prisão de 18 homens condenados pelo crime de estupro de vulnerável no Amazonas. Batizada de Operação Alvo Certo: Infância Protegida, a ação foi coordenada pela Delegacia Especializada em Capturas e Polinter (DECP), com apoio da Polícia Federal e delegacias do interior.</p>
<p>Ao todo, nove prisões ocorreram em Manaus e oito no interior do estado, nos municípios de Barreirinha, Parintins, Silves, Tabatinga e Tefé. Um dos alvos, que tentava fugir da Justiça, foi localizado e preso na cidade de Navegantes, em Santa Catarina.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Tecnologia e integração no combate ao abuso infantil</h2>
<p>O delegado Fábio Aly, titular da Polinter, destacou que o sucesso da operação se deve ao uso de tecnologia e à integração entre as forças de segurança. O sistema de reconhecimento facial Paredão, espalhado por pontos estratégicos de Manaus, foi fundamental para rastrear os condenados.</p>
<p>“Muitas dessas condenações ultrapassam os 20 anos de reclusão. O interior também apresentou um crescimento significativo nas prisões após o reforço de novos policiais e o trabalho firme da Depca na condução dos inquéritos”, afirmou o delegado.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Crimes bárbaros chocam o interior do estado</h2>
<p>Durante a coletiva, o diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI), delegado Paulo Mavignier, revelou casos extremamente graves solucionados recentemente. Em Alvarães, uma criança de apenas dois anos foi estuprada pelo próprio pai — a criança era fruto de um estupro anterior cometido pelo homem contra a mãe da menina.</p>
<p>Outro caso registrado foi em Novo Aripuanã, onde um homem foi preso em flagrante após estuprar a própria irmã. A vítima segurava a filha no colo no momento do crime e precisou fugir para uma área de mata para salvar a si mesma e à criança.</p>
<p>“Apenas em 2025, prendemos mais de 270 abusadores no interior. Estamos trazendo esses crimes à tona para incentivar a população a denunciar cada vez mais”, ressaltou Mavignier.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Canais de Denúncia</h2>
<p>A Polícia Civil do Amazonas reforça que a proteção de crianças e adolescentes é prioridade e que o sigilo do denunciante é garantido. Se você tiver informações sobre crimes ou paradeiro de condenados, utilize os canais:</p>
<li>WhatsApp da Polinter: (92) 3667-7727</li>
<li>Disque-Denúncia PC-AM: 197</li>
<li>Telefone: (92) 3667-7575</li>
<p>Todos os detidos nesta sexta-feira passarão por audiência de custódia e serão encaminhados ao sistema prisional para o cumprimento imediato de suas penas.</p>
<p>Veja vídeo</p>
<p><video height="480" style="aspect-ratio: 848 / 480;" width="848" controls="" src="https://emtempo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Video-2026-03-27-at-09.54.45.mp4"/></p>
<p>Leia mais:</p>
<p>CCJ do Senado aprova castração química para presos por crimes sexuais</p>
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		<title>Adolescentes são apreendidos por estupro coletivo de menina de 13 anos em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/adolescentes-sao-apreendidos-por-estupro-coletivo-de-menina-de-13-anos-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 23:47:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Três adolescentes, de 13, 14 e 15 anos, foram apreendidos nesta quinta-feira (26) pela Polícia Civil do Amazonas. Eles são investigados por ato infracional análogo ao crime de estupro de vulnerável coletivo contra uma adolescente de 13 anos. A apreensão ocorreu por meio da Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais (Deaai), no bairro Jorge Teixeira, zona leste da capital. Emboscada e violência na zona leste O crime aconteceu no dia 3 de março deste ano. Segundo as investigações, a vítima foi até a casa de um dos suspeitos, um vizinho de 14 anos, para pedir água. Ao entrar na residência, o adolescente trancou a porta e iniciou o abuso. Pouco depois, outros dois amigos do agressor chegaram ao local e também participaram do crime. A vítima...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Três adolescentes, de 13, 14 e 15 anos, foram apreendidos nesta quinta-feira (26) pela Polícia Civil do Amazonas. Eles são investigados por ato infracional análogo ao crime de estupro de vulnerável coletivo contra uma adolescente de 13 anos.</p>
<p>A apreensão ocorreu por meio da Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais (Deaai), no bairro Jorge Teixeira, zona leste da capital.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Emboscada e violência na zona leste</h2>
<p>O crime aconteceu no dia 3 de março deste ano. Segundo as investigações, a vítima foi até a casa de um dos suspeitos, um vizinho de 14 anos, para pedir água. Ao entrar na residência, o adolescente trancou a porta e iniciou o abuso.</p>
<p>Pouco depois, outros dois amigos do agressor chegaram ao local e também participaram do crime. A vítima relatou à polícia que, além da violência sexual, sofreu diversas agressões físicas durante o ato.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Filmagem e divulgação em redes sociais</h2>
<p>Um detalhe cruel do caso chamou a atenção das autoridades: os infratores filmaram toda a ação. Posteriormente, o conteúdo foi divulgado por eles em redes sociais, o que ajudou na identificação dos envolvidos.</p>
<p>O delegado Luiz Rocha, titular da Deaai, afirmou que a investigação avançou rapidamente após o registro do Boletim de Ocorrência. “Identificamos os autores e representamos pela internação provisória, que foi prontamente decretada pelo Poder Judiciário”, explicou o delegado.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Procedimentos e internação provisória</h2>
<p>Após a apreensão, os três adolescentes passaram pelos procedimentos legais na unidade especializada. Eles devem seguir para uma audiência com o Ministério Público do Amazonas (MPAM).</p>
<p>Em seguida, os jovens serão encaminhados à Unidade de Internação Provisória (UIP). Eles permanecerão à disposição do Juizado da Infância e Juventude Infracional do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Psicóloga é vítima de estupro coletivo dentro de condomínio</p>
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		<title>AGU dá parecer contrário à flexibilização do estupro de vulnerável</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/agu-da-parecer-contrario-a-flexibilizacao-do-estupro-de-vulneravel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 22:51:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou nesta quarta-feira (18) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer pela inconstitucionalidade de decisões judiciais que flexibilizaram o crime de estupro de vulnerável contra crianças e adolescentes. O parecer foi anexado a uma ação direita de inconstitucionalidade protocolada pelo PT. O partido pretende impedir a relativização do entendimento de que menores de 14 anos não possuem capacidade para consentir a prática de atos sexuais. Conforme o Artigo 217-A, do Código Penal, praticar ato libidinoso e ter conjunção carnal com menor de 14 anos é crime. Apesar do texto da lei, diversas decisões da Justiça entendem que relacionamento íntimo com menores pode ser considerado consensual, como ocorreu no  caso do desembargador que absolveu um homem acusado de estupro contra uma menina de 12 anos, em Minas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou nesta quarta-feira (18) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer pela inconstitucionalidade de decisões judiciais que flexibilizaram o crime de estupro de vulnerável contra crianças e adolescentes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/AGU-da-parecer-contrario-a-flexibilizacao-do-estupro-de-vulneravel.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O parecer foi anexado a uma ação direita de inconstitucionalidade protocolada pelo PT. O partido pretende impedir a relativização do entendimento de que menores de 14 anos não possuem capacidade para consentir a prática de atos sexuais.</p>
<p>Conforme o Artigo 217-A, do Código Penal, praticar ato libidinoso e ter conjunção carnal com menor de 14 anos é crime.</p>
<p>Apesar do texto da lei, diversas decisões da Justiça entendem que relacionamento íntimo com menores pode ser considerado consensual, como ocorreu no  caso do desembargador que absolveu um homem acusado de estupro contra uma menina de 12 anos, em Minas Gerais.</p>
<p>“As decisões judiciais introduzem não apenas instabilidade normativa, criando cenário de insegurança jurídica e tratamento desigual a situações semelhantes, mas também dificultam a atuação preventiva da política pública, fragilizam campanhas educativas e estratégias de conscientização”, afirmou o órgão.</p>
<p>A ação é relatada pela ministra Cármen Lúcia. A data do julgamento ainda não foi definida.</p>
<h2>Caso de Minas Gerais</h2>
<p>No final de fevereiro, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou o afastamento do desembargador Magid Nauef Láuar, da 9ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).</p>
<p>A medida foi tomada após ele ser alvo de pedidos de investigação por ter proferido voto que levou à absolvição de um homem de 35 anos acusado de estupro de vulnerável contra uma adolescente de 12 anos e da mãe da menina, que teria sido conivente com o crime.</p>
<p>O acusado e a menina viviam juntos como um casal na cidade de Indianópolis, no Triângulo Mineiro. </p>
<p>Após a repercussão do caso, o CNJ recebeu denúncias de que o magistrado teria praticado delitos sexuais durante o período em que atuou como juiz nas comarcas de Ouro Preto (MG) e Betim (MG).</p>
<p>Dias antes de ser afastado pelo conselho, o desembargador proferiu uma decisão individual e restabeleceu a decisão de primeira instância que condenou o homem e a mãe da adolescente. Ele também determinou a prisão dos acusados.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/agu-da-parecer-contrario-flexibilizacao-do-estupro-de-vulneravel" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Entenda como nova lei põe fim a atenuantes para estupro de vulnerável</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/entenda-como-nova-lei-poe-fim-a-atenuantes-para-estupro-de-vulneravel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 12:39:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vulnerabilidade da vítima de estupro menor de 14 anos não pode ser relativizada ou reduzida. É o que determina a Lei nº 15.353/2026 que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou no último domingo (8), Dia Internacional da Mulher, em edição extra do Diário Oficial da União. A lei não estabelece novo crime ou cria penalidades, pois o estupro de vulneráveis já estava previsto no Código Penal. Na realidade, a nova norma altera o artigo 217-A e acrescenta os parágrafos quarto e quinto, que explicam a absoluta presunção de vulnerabilidade da criança e do adolescente, independentemente do comportamento ou do histórico da vítima. Vale esclarecer que, no Brasil, são considerados vulneráveis os menores de 14 anos e as pessoas que não têm discernimento ou não podem oferecer resistência ao estupro, devido a enfermidade, deficiência mental ou...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vulnerabilidade da vítima de estupro menor de 14 anos não pode ser relativizada ou reduzida. É o que determina a Lei nº 15.353/2026 que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou no último domingo (8), Dia Internacional da Mulher, em edição extra do <em>Diário Oficial da União.</em><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Entenda-como-nova-lei-poe-fim-a-atenuantes-para-estupro.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A lei não estabelece novo crime ou cria penalidades, pois o estupro de vulneráveis já estava previsto no Código Penal. Na realidade, a nova norma altera o artigo 217-A e acrescenta os parágrafos quarto e quinto, que explicam a absoluta presunção de vulnerabilidade da criança e do adolescente, independentemente do comportamento ou do histórico da vítima.</p>
<p>Vale esclarecer que, no Brasil, são considerados vulneráveis os menores de 14 anos e as pessoas que não têm discernimento ou não podem oferecer resistência ao estupro, devido a enfermidade, deficiência mental ou qualquer outra causa.</p>
<h2>Segurança jurídica</h2>
<p>A transformação da jurisprudência em texto de lei foi encarada como vitória da ‘segurança jurídica’. Isso porque padroniza o rigor da lei em todo o território nacional, de forma imediata e incontestável.</p>
<p>A secretária nacional de Enfrentamento à Violência Contra Mulheres do Ministério das Mulheres, Estela Bezerra, avalia que a nova legislação é pertinente e consolida o entendimento de que a proteção às vítimas de estupro de vulnerável deve prevalecer de forma absoluta, sem questionamentos. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Entenda-como-nova-lei-poe-fim-a-atenuantes-para-estupro.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF),  12/03/2026 - Nova lei põe fim à relativização de estupro de vulneráveis, secretária nacional de enfrentamento à violência contra mulheres, Estela Bezerra&#13;&#10;Foto: Marla Galdino/Ministério das Mulheres" title="Marla Galdino/Ministério das Mulheres"/></p>
<p><h6 class="meta">Secretária nacional de Enfrentamento à Violência Contra Mulheres, Estela Bezerra, diz que nova lei é põe fim a atenuantes &#8211; Foto Marla Galdino/Ministério das Mulheres</h6>
</p>
<p>Na opinião de Itamar Gonçalves, superintendente da Childhood Brasil, – entidade da sociedade civil que atua na proteção às crianças e adolescentes – quando o entendimento sobre os casos de estupro de vulnerável dependia apenas de decisões de tribunais superiores, havia margem para interpretações ambíguas em instâncias inferiores do Judiciário, o que que gerava brechas para impunidade.</p>
<p>“Ao positivar a vulnerabilidade absoluta do menor de 14 anos no Código Penal, o Estado brasileiro envia uma mensagem clara: o consentimento de uma criança nessa idade é juridicamente irrelevante. Não se discute mais a vontade da vítima, mas sim a gravidade do ato cometido pelo agressor”, afirmou Itamar Gonçalves.</p>
<p>A proteção às vítimas menores de 14 anos também foi destacada pelo presidente Lula em mensagem publicada em suas redes sociais. Ele mencionou que se trata de mais uma medida para &#8220;fechar o cerco&#8221; a quem comete esse tipo de “crime brutal”. Em pleno século 21, não podemos mais aceitar esse tipo de violência contra nossas meninas. E essa mudança é um passo civilizatório nas leis brasileiras&#8221;,</p>
<h2>Proteção absoluta como resposta</h2>
<p>A lei que passa a vigorar é uma resposta à decisão do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais que, em fevereiro, relativizou o caso entre um homem de 35 anos e uma menina de 12 anos. </p>
<p>Pelo novo texto, a vulnerabilidade é presumida pela idade e absolutamente nada pode relativizar o crime de estupro contra uma pessoa com menos de 14 anos.</p>
<p>A secretária do Ministério das Mulheres, Estela Bezerra, explica que a lei diminui a violência institucional e rebate para o sistema de Justiça a responsabilidade de não emitir sentenças que permitam que menores até 14 anos vivam em união matrimonial com homens mais velhos.</p>
<p>“O sistema de Justiça está sendo chamado a ser protagonista para não permitir interpretações em que o corpo das mulheres e das meninas são usados como se fosse um objeto, violado de todas as maneiras. O feminicídio é o ápice, mas o estupro é o crime mais comum e mais assíduo contra as mulheres e as meninas”, observa.</p>
<p>O cumprimento da lei exige o abandono de estereótipos que culpabilizam as vítimas, na opinião do superintendente da Childhood Brasil. “Muitas vezes, o machismo institucional busca justificativas sociais para crimes de abuso, especialmente em casos de proximidade familiar”, disse Itamar Gonçalves</p>
<p>Mariana Albuquerque Zan, advogada do Instituto Alana – organização da sociedade civil, sem fins lucrativos – disse à Agência Brasil que é urgente que o sistema de Justiça e a sociedade como um todo parem de relativizar todas as violências contra crianças, entre elas as de contexto sexual.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1773405549_432_Entenda-como-nova-lei-poe-fim-a-atenuantes-para-estupro.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF),  12/03/2026 - Nova lei põe fim à relativização de estupro de vulneráveis.&#13;&#10;Foto: Camila Svenson/Instituto Alana" title="Camila Svenson/Instituto Alana"/></p>
<p><h6 class="meta">Mariana Albuquerque Zan, advogada do Instituto Alana, diz que é preciso acabar com a relativização de estupro de vulneráveis &#8211; Foto Camila Svenson/Instituto Alana</h6>
</p>
<p>“Tornar lei significa não deixar restrito, por exemplo, à jurisprudência dos tribunais superiores essa decisão. A nova lei endereça uma mensagem para o sistema de Justiça e também para a comunidade de que não é cabível, em quaisquer circunstâncias ou situações, a relativização desse crime [de estupro de vulnerável]”.</p>
<h2>Mobilização do Legislativo</h2>
<p>O projeto que deu origem à lei é de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ). Pelas redes sociais, a parlamentar comemorou a sanção presidencial. “É um avanço significativo. Estávamos tendo um retrocesso. Reafirmamos a vulnerabilidade de meninas menores de 14 anos, como determina o Código Penal.”</p>
<p>A advogada Mariana Albuquerque Zan comentou a resposta clara do Poder Legislativo. “É uma maneira de endereçar uma resposta de que é inadmissível, de que não será aceita qualquer relativização em relação a esses crimes. Vivemos em um contexto social de dados absurdos e de violência sexual contra crianças e adolescentes.”</p>
<h2>Foco na conduta do abusador</h2>
<p>A nova norma ratifica que a caracterização do crime não pode ser prejudicada pela alegação de experiência sexual anterior da vítima ou de seu comportamento.</p>
<p>Da mesma forma, o crime não é atenuado ou descaracterizado mesmo se houver a ocorrência de gravidez resultante da prática do estupro de vulnerável, pelo consentimento da vítima menor de 14 anos ou por eventual compreensão equivocada da família quanto à violação de direitos. Em todas as situações, as penas previstas para o crime de estupro de vulnerável devem ser aplicadas.</p>
<p>Essa alteração no Código Penal blinda a dignidade da criança ao encerrar estratégias de defesa de acusados que tentavam transferir a culpa para a vítima, esclarece o representante da Childhood Brasil. “Ainda é comum vermos tentativas de investigar o comportamento, a maturidade precoce ou o histórico da criança para atenuar o crime.”</p>
<p>Com a nova lei, esses elementos tornam-se nulos para o desfecho processual.</p>
<p>“A proteção é efetiva porque retira o foco de quem sofreu a violência e o coloca exclusivamente sobre a conduta do abusador”, disse Itamar.</p>
<p>A advogada do Instituto Alana, Mariana Zan, explica como a lei aumenta a proteção infanto-juvenil no Brasil.</p>
<p>“Essa é uma maneira de não expor a vida pessoal, o comportamento ou o histórico da vítima durante toda a investigação do crime, desde a apuração à resposta, e também todo o processo judicial”.</p>
<h2>Não revitimização</h2>
<p>Como consequência, a advogada prevê que a lei deve reduzir drasticamente o espaço para a revitimização de quem sofre violência sexual infantil. “A lei, como uma ferramenta, garante que não haja no sistema de Justiça, e também no sistema de garantia de direitos, a revitimização de crianças e adolescentes”, defendeu Mariana.</p>
<p>A profissional cita a Lei da Escuta Protegida (nº 13.431/2017) como marco que estabelece protocolos de como o Estado deve ouvir essas vítimas no processo de busca por justiça, sem exposição.</p>
<p>O interrogatório deve ser realizado por profissionais capacitados, em local apropriado e acolhedor. A escuta especializada, deve se limitar aos fatos que comprovem o ato, sem invadir a intimidade ou a trajetória de vida da criança, garantindo que o depoimento especial, previsto na lei, seja um instrumento de prova e não uma ferramenta de humilhação e violência.</p>
<h2>Responsabilidade coletiva</h2>
<p>Embora essencial para combater a impunidade, a responsabilização de quem comete o crime é resposta que chega quando o trauma já foi cometido.</p>
<p>O superintendente da Childhood Brasil, Itamar Gonçalves, afirma que a solução definitiva passa pelo fortalecimento da rede de proteção nos municípios e estados e pela compreensão de que a proteção da infância e adolescência é um dever coletivo, não apenas uma questão policial.</p>
<p>“Precisamos conscientizar famílias, escolas e a própria criança à autoproteção para que saibam identificar e denunciar os sinais de alerta precocemente”, enfatiza Itamar.</p>
<p>Neste mesmo sentido, a advogada Mariana Albuquerque Zan classifica a punição prevista na nova norma como passo essencial, mas que deve caminhar lado a lado com uma estratégia ampla de educação e de prevenção a violações de direitos, conforme previsto no artigo 227 da Constituição Federal de 1988.</p>
<p>“O trabalho de responsabilidade compartilhada deve partir do Estado, das famílias, da sociedade, como terceiro setor, e pelo papel da mídia. Devemos pautar os direitos de crianças e adolescentes, todas as ameaças que esses direitos sofrem e, sobretudo, todas as violências sofridas por eles”, reiterou a advogado do Instituto Alana.</p>
<h2>Formação profissional</h2>
<p>O superintendente da Childhood Brasil propõe, para o pleno cumprimento da lei, o abandono de estereótipos que culpabilizam as vítimas, e a via é o investimento contínuo na formação de toda rede de proteção dos direitos de crianças e adolescentes, inclusive de magistrados, promotores e delegados de polícia. “O operador do Direito precisa entender que a criança é um sujeito de direitos em desenvolvimento e que o sistema não pode ser um segundo agressor”, disse Itamar Gonçalves.</p>
<p>Mariana Zan reforçou a necessidade de urgência de um &#8220;refinamento na formação de profissionais&#8221; que compõem o Sistema de Garantia de Direitos e o Sistema de Justiça para uma resposta adequada, acessível e sensível às crianças e adolescentes</p>
<h2>Desafios da proteção infantil</h2>
<p>Para a Childhood Brasil, o próximo passo fundamental para a proteção de crianças e adolescentes contra abusos é investir na prevenção primária por meio da educação e do letramento, inclusive no âmbito digital. “É urgente cobrar responsabilidade das plataformas digitais na criação de ambientes seguros para crianças e adolescentes”, diz Itamar Gonçalves,</p>
<p>Um dos pontos centrais defendidos pela representante do Instituto Alana é a necessidade de romper o silêncio que envolve o tema. Segundo ela, existe no “imaginário social” pensamento equivocado de que falar sobre violência poderia aumentá-la, quando, na verdade, o efeito é oposto.</p>
<p>&#8220;Quanto mais a gente fala, a partir de um viés preventivo e educativo, não em um discurso de ódio, trazendo dados e jogando luz à realidade violenta que crianças e adolescentes vivem no Brasil, mais ajudamos a comunidade, o sistema de Justiça e as famílias a deixarem de naturalizar esse tipo de violência&#8221;, explicou a especialista.</p>
<h2>Conhecimento para prevenir</h2>
<p>Mariana Zan prioriza, ainda, que os jovens precisam compreender os limites do próprio corpo e do corpo alheio para identificar riscos e evitar que se tornem futuros criminosos. &#8220;Precisamos educar nossas crianças e adolescentes para que saibam que se trata de violência sexual, possam identificar os riscos e não se tornem perpetradores de violência sexual.”</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/entenda-como-nova-lei-poe-fim-atenuantes-para-estupro-de-vulneravel" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Polícia de SP investiga denúncia de estupro coletivo em escola</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/policia-de-sp-investiga-denuncia-de-estupro-coletivo-em-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 23:32:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil de São Paulo investiga uma denúncia de estupro coletivo de um estudante de 12 anos em uma escola estadual na zona norte da capital paulista. O crime teria ocorrido dentro de um dos banheiros da unidade, envolvendo alunos da idade da vítima e outros mais velhos.  Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o caso foi registrado como ato infracional – estupro de vulnerável no 46º DP e encaminhado para o 74º DP, responsável pela área da escola.  A vítima e outros estudantes envolvidos devem prestar depoimento nos próximos dias.  A secretaria estadual de educação, responsável pela unidade onde ocorreu o crime, disse que realiza apuração própria, inclusive sobre a conduta da gestão. A pasta acionou o Conselho Tutelar e os responsáveis pelos estudantes, além de enviar equipes...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/policia-de-sp-investiga-denuncia-de-estupro-coletivo-em-escola/">Polícia de SP investiga denúncia de estupro coletivo em escola</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil de São Paulo investiga uma denúncia de estupro coletivo de um estudante de 12 anos em uma escola estadual na zona norte da capital paulista. O crime teria ocorrido dentro de um dos banheiros da unidade, envolvendo alunos da idade da vítima e outros mais velhos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Policia-de-SP-investiga-denuncia-de-estupro-coletivo-em-escola.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o caso foi registrado como ato infracional – estupro de vulnerável no 46º DP e encaminhado para o 74º DP, responsável pela área da escola. </p>
<p>A vítima e outros estudantes envolvidos devem prestar depoimento nos próximos dias. </p>
<p>A secretaria estadual de educação, responsável pela unidade onde ocorreu o crime, disse que realiza apuração própria, inclusive sobre a conduta da gestão.</p>
<p>A pasta acionou o Conselho Tutelar e os responsáveis pelos estudantes, além de enviar equipes do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva-SP), incluindo um psicólogo, para a unidade. Essa equipe acompanha e faz o acolhimento dos estudantes e professores, em ações coletivas.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/policia-de-sp-investiga-denuncia-de-estupro-coletivo-em-escola" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/policia-de-sp-investiga-denuncia-de-estupro-coletivo-em-escola/">Polícia de SP investiga denúncia de estupro coletivo em escola</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Amazonense Alexandre TitaN, gamer de LoL, é suspeito de estupro e de enviar nudes para adolescente</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/amazonense-alexandre-titan-gamer-de-lol-e-suspeito-de-estupro-e-de-enviar-nudes-para-adolescente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 15:08:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O jogador profissional de League of Legends, o amazonense Alexandre “TitaN” Lima, de 25 anos é investigado pela Polícia Civil de São Paulo por estupro de vulnerável, divulgação de pornografia e importunação sexual contra três mulheres, entre elas uma adolescente de 16 anos. As acusações vieram à tona após a ex-namorada Gabriela Zambrozuski, descobrir os casos e procurar a delegacia para denunciar o jogador. Gabriela encerrou o relacionamento de um ano ao tomar conhecimento dos crimes. De acordo com a policia, uma jovem relatou que estava desacordada após ingerir bebida alcoólica quando acordou com Alexandre introduzindo o dedo em suas partes íntimas. Outra denúncia detalha a abordagem de TitaN contra uma menor de idade pela internet. Ele teria usado o Instagram para perguntar se a adolescente era virgem e insistido...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O jogador profissional de League of Legends, o amazonense Alexandre “TitaN” Lima, de 25 anos é investigado pela Polícia Civil de São Paulo por estupro de vulnerável, divulgação de pornografia e importunação sexual contra três mulheres, entre elas uma adolescente de 16 anos.</p>
<p>As acusações vieram à tona após a ex-namorada Gabriela Zambrozuski, descobrir os casos e procurar a delegacia para denunciar o jogador. Gabriela encerrou o relacionamento de um ano ao tomar conhecimento dos crimes.</p>
<p>De acordo com a policia, uma jovem relatou que estava desacordada após ingerir bebida alcoólica quando acordou com Alexandre introduzindo o dedo em suas partes íntimas.</p>
<p>Outra denúncia detalha a abordagem de TitaN contra uma menor de idade pela internet. Ele teria usado o Instagram para perguntar se a adolescente era virgem e insistido para que ela fosse até a casa dele. Durante a conversa, o jogador enviou fotos apenas de cueca sem que a jovem pedisse. </p>
<p>Foto: Reprodução</p>
<p>Além disso, surgiram relatos de que ele compartilhava vídeos de mulheres nuas em redes sociais sem o consentimento delas.</p>
<p>Alexandre “TitaN” é natural de Manaus e construiu carreira no eSports. Após a divulgação do caso, a organização desligou o jogador do time. </p>
<p>Leia mais</p>
<p>Homem é preso ao tentar fugir da polícia com maconha em Manaus</p>
<p>VÍDEO: Corpo de homem é encontrado às margens de igarapé em Manaus</p>
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		<item>
		<title>Professor é denunciado pelo MPAM por estupro contra alunos em Tapauá</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/professor-e-denunciado-pelo-mpam-por-estupro-contra-alunos-em-tapaua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 02:34:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Alunos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>MPAM denuncia professor em Tapauá por estupro de vulnerável. Medidas legais garantem proteção das vítimas e depoimentos especiais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tapauá (AM) – O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), por meio da Promotoria de Justiça de Tapauá, ofereceu denúncia contra um professor acusado de estupro de vulnerável e outros crimes praticados contra alunos de 9 a 11 anos. O homem já está preso e, segundo a investigação, se aproveitava da posição de confiança que tinha junto à comunidade escolar.</p>
<p>A apuração revelou que, além dos atos libidinosos supostamente cometidos, o professor teria exposto a saúde, integridade física e psicológica das crianças a risco, utilizando supostos métodos de correção disciplinar que colocavam os alunos em situação de vulnerabilidade.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Denúncia foi motivada por denúncias do “Projeto Gabriela”</h2>
<p>As informações sobre os abusos chegaram à rede de proteção municipal de crianças e adolescentes por meio do “Projeto Gabriela”. Após a articulação inicial, a denúncia foi encaminhada ao MPAM, que requisitou à Polícia Civil a instauração de inquérito para investigação dos fatos.</p>
<p>Para preservar as vítimas e evitar revitimização, o MPAM solicitou à Justiça a realização de depoimentos especiais das crianças, com produção antecipada de provas. A medida segue a Lei nº 13.431/2017, que estabelece mecanismos de escuta protegida para crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Depoimentos em ambiente protegido</h2>
<p>A Promotoria de Justiça também pediu a realização de audiências urgentes em ambiente adequado, acompanhadas por equipe técnica especializada. O objetivo é garantir a proteção psicológica das vítimas e assegurar que os depoimentos possam contribuir de forma segura para a instrução processual.</p>
<p>Além disso, o MP requisitou que a sentença final fixe valor mínimo para reparação dos danos morais e psicológicos de cada criança afetada pelo crime.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Cooperação interinstitucional é fundamental</h2>
<p>A promotora de Justiça Maria Cynara Rodrigues Cavalcante, responsável pelo caso, destacou a importância da articulação entre órgãos de proteção e investigação. Segundo ela, a atuação conjunta foi essencial para impedir a continuidade das práticas delitivas e garantir a proteção imediata das crianças.</p>
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		<item>
		<title>Adolescente envolvido em estupro coletivo no Rio se entrega à polícia</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/adolescente-envolvido-em-estupro-coletivo-no-rio-se-entrega-a-policia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 20:41:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
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		<category><![CDATA[rio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O adolescente de 17 anos indiciado pelo estupro coletivo de outra adolescente, com a mesma idade, se entregou nesta sexta-feira (6), na 54ª Delegacia de Polícia (Belford Roxo), e foi apreendido pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. Com a apreensão, encontram-se presos os cinco indiciados pelo crime, que ocorreu em um apartamento em Copacabana, na zona sul da capital fluminense, em janeiro deste ano. Os adultos presos, com idades de 18 e 19 anos, responderão pelo crime de estupro, e o adolescente, por ato infracional análogo ao mesmo crime. Mais dois inquéritos foram abertos para investigar novas denúncias contra o grupo, segundo a Polícia Civil. “Ao tomarem conhecimento do caso pela mídia e vendo o resultado do trabalho da Polícia Civil, outras vítimas se sentiram encorajadas e procuraram a...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/adolescente-envolvido-em-estupro-coletivo-no-rio-se-entrega-a-policia/">Adolescente envolvido em estupro coletivo no Rio se entrega à polícia</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O adolescente de 17 anos indiciado pelo estupro coletivo de outra adolescente, com a mesma idade, se entregou nesta sexta-feira (6), na 54ª Delegacia de Polícia (Belford Roxo), e foi apreendido pela Polícia Civil do Rio de Janeiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Adolescente-envolvido-em-estupro-coletivo-no-Rio-se-entrega-a.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com a apreensão, encontram-se presos os cinco indiciados pelo crime, que ocorreu em um apartamento em Copacabana, na zona sul da capital fluminense, em janeiro deste ano.</p>
<p>Os adultos presos, com idades de 18 e 19 anos, responderão pelo crime de estupro, e o adolescente, por ato infracional análogo ao mesmo crime. Mais dois inquéritos foram abertos para investigar novas denúncias contra o grupo, segundo a Polícia Civil.</p>
<p>“Ao tomarem conhecimento do caso pela mídia e vendo o resultado do trabalho da Polícia Civil, outras vítimas se sentiram encorajadas e procuraram a delegacia para denunciar outros crimes vinculados aos envolvidos”, diz texto divulgado pela corporação.</p>
<p>Os outros quatro indiciados foram detidos nesta semana. Na terça-feira (2), se entregaram à polícia Matheus Veríssimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho. Já Vitor Hugo Oliveira Simonin e Bruno Felipe dos Santos Allegretti se apresentaram na quarta-feira (4).</p>
<p>Até a prisão do quarto suspeito, ainda não havia mandado de apreensão expedido contra o adolescente, apesar de os cinco pedidos terem sido feitos pela polícia no último dia 27 de fevereiro.</p>
<p>A Agência Brasil conseguiu contato apenas com a defesa de João Gabriel Xavier Bertho. Ele nega que ele tenha participado do estupro. O espaço permanece aberto para incluir as versões dos demais envolvidos.</p>
<p>&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<h2>O crime</h2>
<p>Segundo as investigações, a vítima recebeu uma mensagem do adolescente, que estudava em sua escola, convidando-a para ir à casa de um amigo.</p>
<p>Ao chegar ao prédio, ele insinuou que fariam “algo diferente”, o que foi prontamente recusado por ela.</p>
<p>“No interior do apartamento, a vítima foi conduzida a um quarto, onde ficou trancada com quatro homens que insistiam para ela manter relações com eles. Com a negativa, eles passaram a despir-se e a praticar atos libidinosos mediante violência física e psicológica contra ela”, relata a nota da Polícia Civil.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/adolescente-envolvido-em-estupro-coletivo-no-rio-se-entrega-policia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/adolescente-envolvido-em-estupro-coletivo-no-rio-se-entrega-a-policia/">Adolescente envolvido em estupro coletivo no Rio se entrega à polícia</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Polícia quer quebrar sigilo telefônico de réus por estupro coletivo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/policia-quer-quebrar-sigilo-telefonico-de-reus-por-estupro-coletivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 22:48:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[telefônico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Rio de Janeiro pretende obter novas provas contra os envolvidos em estupros de estudantes do Colégio Federal Pedro II, no Rio de Janeiro. Os investigadores ainda esperam conseguir dados do celular e de computadores do adolescente denunciado à Justiça por dois crimes de estupro. O jovem é apontado pela polícia como mentor dos ataques, que seguem a mesma dinâmica. A polícia também não descarta pedir quebra de sigilo telefônico dos quatro réus envolvidos no estupro coletivo a uma jovem de 17 anos, em Copacabana. De acordo com o delegado responsável pelas investigações, Ângelo Lages, o pedido de busca e apreensão de equipamentos do adolescente, que, assim como a prisão dele, não foi acatado pela Justiça, tem potencial de elucidar denúncias. &#8220;O adolescente era a mente por trás disso...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/policia-quer-quebrar-sigilo-telefonico-de-reus-por-estupro-coletivo/">Polícia quer quebrar sigilo telefônico de réus por estupro coletivo</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Rio de Janeiro pretende obter novas provas contra os envolvidos em estupros de estudantes do Colégio Federal Pedro II, no Rio de Janeiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Policia-quer-quebrar-sigilo-telefonico-de-reus-por-estupro-coletivo.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os investigadores ainda esperam conseguir dados do celular e de computadores do adolescente denunciado à Justiça por dois crimes de estupro.</p>
<p>O jovem é apontado pela polícia como mentor dos ataques, que seguem a mesma dinâmica. A polícia também não descarta pedir quebra de sigilo telefônico dos quatro réus envolvidos no estupro coletivo a uma jovem de 17 anos, em Copacabana.</p>
<p>De acordo com o delegado responsável pelas investigações, Ângelo Lages, o pedido de busca e apreensão de equipamentos do adolescente, que, assim como a prisão dele, não foi acatado pela Justiça, tem potencial de elucidar denúncias.</p>
<p>&#8220;O adolescente era a mente por trás disso tudo. Ele tinha a confiança das vítimas, até por ter tido relacionamentos anteriores com elas, então, a gente entende que a apreensão é necessária&#8221;.</p>
<p>Dos cinco rapazes que participaram do estupro da menina de 17 anos, em Copacabana, em janeiro, o adolescente é o único que não teve a internação determinada pela Justiça, apesar de solicitada pela Polícia Civil. Ele responde pelo crime em liberdade. Em nota, o Ministério Público do Rio disse que eventuais medidas cautelares ainda podem ser requeridas no decorrer da investigação.</p>
<p>Segundo o delegado, a apreensão do celular do adolescente, seguida da quebra de sigilo telemático, pode revelar mais detalhes da participação dele e dos demais no crime ocorrido em  Copacabana e em outra denúncia de estupro registrada contra o jovem nessa segunda-feira (2).</p>
<h2>Outros estupros</h2>
<p>Logo depois que o caso de Copacabana se tornou público, a partir da circulação de imagens dos indiciados, mais duas vítimas do Pedro II procuraram a polícia para denunciar outros estupros com a participação de integrantes do mesmo grupo que atacou a menina de 17 anos em janeiro.</p>
<p>Uma das denúncias foi feita por vítima que tinha 14 anos à época. Em depoimento, acompanhada da mãe, ela afirmou que foi estuprada em 2023, em um apartamento no Maracanã, pelo adolescente e mais dois homens.</p>
<p>Segundo a vítima, o ato foi gravado e as imagens foram usadas como forma de chantageá-la, o que levou os investigadores a suspeitarem do conteúdo dos celulares. Dos quatro presos, nenhum entregou o equipamento pessoal à polícia.</p>
<p>A segunda vítima, segundo o delegado, relatou que toda a ação foi filmada.</p>
<p>&#8220;O que chamou atenção da gente é que era o mesmo <em>modus operandi</em> da ação contra essa vítima que sofreu abuso em Copa&#8221;, completou.</p>
<p>O policial voltou a explicar que, nos dois casos, o adolescente preparou uma emboscada.</p>
<p>&#8220;Ela teve um relacionamento anterior com o adolescente que a atraiu até o apartamento e, chegando lá, havia mais dois homens que praticaram a violência sexual e agressões físicas.&#8221;</p>
<p>No sábado (28), dia da tentativa de prisão dos indiciados, a polícia não tinha autorização para apreensão de celulares ou aparelhos eletrônicos. &#8220;Tínhamos o interesse em verificar os celulares, porque são muito comuns as filmagens neste tipo de crime&#8221;, disse Lages.</p>
<p>A apreensão também elucidaria a dinâmica da atuação.</p>
<p>&#8220;Eles combinaram antes, conversaram. Esse grupo não apareceu naquele apartamento por acaso&#8221;, explicou.</p>
<p>No domingo, um dia depois da tentativa de prisão dos denunciados, o grêmio estudantil do Colégio Pedro II soltou uma nota pedindo a expulsão dos alunos envolvidos, o adolescente e Vitor Hugo Simonin. </p>
<p>&#8220;Não é de hoje que tais alunos &#8211; e assim como outros &#8211; têm algum tipo de envolvimento em casos de assédio e abuso, incluindo vazamento de vídeos expositivos de uma aluna do campus&#8221;, diz a nota da entidade em rede social.</p>
<p>A Polícia Civil também quer acionar a escola para conhecer as denúncias e eventuais investigações anteriores contra alunos. O colégio não se manifestou.</p>
<p>Mais cedo, na delegacia, a defesa de Vitor Simonin disse à imprensa que o cliente nega o estupro coletivo. Apesar da gravidade das lesões da vitima, atestadas por legista, o advogado Ângelo Máximo sugeriu consentimento.</p>
<p>Ao comentar o caso, o delegado voltou a alertar a sociedade. &#8220;Os meninos, principalmente, precisam saber que não é não&#8221;, afirmou. &#8220;A partir do momento que não houver mais consentimento, há um crime&#8221;, pontuou. &#8220;Inclusive, com uma pena pesada, que pode chegar, se a vítima for adolescente, a 20 anos de prisão&#8221;.</p>
<p>Para denúncias de violência doméstica, procure uma delegacia ou disque do seu telefone o número 180.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/policia-quer-quebrar-sigilo-telefonico-de-reus-por-estupro-coletivo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Quarto foragido por estupro coletivo de adolescente se entrega no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 17:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O último homem foragido da Justiça no caso do estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, em Copacabana, no Rio de Janeiro, se entregou à Polícia Civil no início da tarde desta quarta-feira (4). O crime ocorreu no dia 31 de janeiro, e os suspeitos foram indiciados pela polícia na semana passada. Bruno Felipe dos Santos Allegretti se apresentou à 54ª Delegacia de Polícia, em Belford Roxo, onde foi preso. Ele será enviado a um presídio. Quatro homens, com 18 e 19 anos, e um adolescente, de 17 anos, participaram do crime, segundo a 12ª Delegacia de Polícia, de Copacabana, que conduziu as investigações. Vitor Hugo Oliveira Simonin já tinha se entregado na manhã desta quarta-feira, assim como Matheus Veríssimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho, que procuraram a polícia na...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O último homem foragido da Justiça no caso do estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, em Copacabana, no Rio de Janeiro, se entregou à Polícia Civil no início da tarde desta quarta-feira (4). O crime ocorreu no dia 31 de janeiro, e os suspeitos foram indiciados pela polícia na semana passada.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Quarto-foragido-por-estupro-coletivo-de-adolescente-se-entrega-no.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Bruno Felipe dos Santos Allegretti se apresentou à 54ª Delegacia de Polícia, em Belford Roxo, onde foi preso. Ele será enviado a um presídio.</p>
<p>Quatro homens, com 18 e 19 anos, e um adolescente, de 17 anos, participaram do crime, segundo a 12ª Delegacia de Polícia, de Copacabana, que conduziu as investigações.</p>
<p>Vitor Hugo Oliveira Simonin já tinha se entregado na manhã desta quarta-feira, assim como Matheus Veríssimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho, que procuraram a polícia na terça-feira (3).</p>
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<p>Os quatro presos respondem por estupro, com agravante de a vítima ser adolescente, e também por cárcere privado. </p>
<p>O adolescente que também foi indiciado pelo crime é apontado pelas investigações como responsável por atrair a vítima para a emboscada no apartamento. Não houve prisão decretada no caso dele, que não é considerado foragido. Ele é investigado por ato infracional análogo aos crimes apurados.</p>
<p>O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro não pediu a internação do jovem em unidade socioeducativa, conforme solicitado pela polícia. Em nota, a promotoria disse que eventuais medidas cautelares podem ser requeridas no decorrer da investigação.</p>
<h2>Entenda o caso</h2>
<p>Em janeiro, a vítima, uma aluna do Colégio Federal Pedro II, foi convidada por um colega da escola com quem já teve um relacionamento a ir à casa de um amigo dele, em um apartamento em Copacabana, na zona sul da cidade.</p>
<p>Ao chegar, o adolescente insinuou que eles fariam &#8220;algo diferente&#8221;. Como a jovem recusou, ela foi trancada em um quarto, onde denuncia que sofreu a violência por parte dos cinco indiciados.</p>
<p>Em entrevista à imprensa na terça-feira, o delegado responsável pelo inquérito, Ângelo Lages, informou que investiga mais dois casos semelhantes com a participação dos envolvidos nesse estupro coletivo. Lages ressaltou a importância de os jovens, ao se relacionarem, respeitarem limites.</p>
<p>&#8220;O que deve ficar claro, principalmente para os meninos, é que não é não. Isso é fundamental. A vítima do primeiro caso deixou muito claro, a todo momento, que não se relacionaria com mais ninguém (além do adolescente) em vários momentos&#8221;, destacou.</p>
<p>A Agência Brasil tenta contato com os advogados dos envolvidos. A defesa de João Gabriel Xavier Bertho nega que ele tenha participado do estupro. O espaço permanece aberto para incluir as demais versões.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/quarto-foragido-por-estupro-coletivo-de-adolescente-no-rio-se-entrega" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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