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	<title>exigem Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>exigem Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Com juros altos, dívidas aumentam e exigem mais Desenrola, diz Boulos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/com-juros-altos-dividas-aumentam-e-exigem-mais-desenrola-diz-boulos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 17:39:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As altas taxas de juros são um grande fator para o endividamento das famílias brasileiras, avaliou o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Guilherme Boulos. De acordo com o ministro, o cenário atual promove uma &#8220;drenagem de recursos dos trabalhadores&#8221; pelo sistema bancário que não pode ser resolvida apenas com medidas de educação financeira. Em entrevista, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As altas taxas de juros são um grande fator para o endividamento das famílias brasileiras, avaliou o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Guilherme Boulos. De acordo com o ministro, o cenário atual promove uma &#8220;drenagem de recursos dos trabalhadores&#8221; pelo sistema bancário que não pode ser resolvida apenas com medidas de educação financeira.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Com-juros-altos-dividas-aumentam-e-exigem-mais-Desenrola-diz.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em entrevista, nesta terça-feira (12), ao programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Boulos afirmou que, sem uma redução significativa dos juros cobrados dos cidadãos serão necessárias cada vez mais edições de programas como o Desenrola Brasil, voltados a ajudar as famílias a diminuírem suas dívidas.</p>
<p>“Educação financeira é sempre bom, mas não adianta ter educação financeira com juros de 15% ao ano. Aí não tem educação financeira que resolva”, disse o ministro.</p>
<p>O ministro defende que a taxa de juros não pode ficar “baixando a conta-gotas”. “Se for assim, o juro vai ficar decente só daqui a 20 anos. Essa taxa de juros é escandalosa e não tem parâmetro nem justificativa”, acrescentou.</p>
<p>Boulos lembrou que vários países que têm risco-país maior que o do Brasil têm juros muito menores. “Isso só interessa aos bancos, que fazem drenagem de recursos dos trabalhadores e das empresas no Brasil”.</p>
<p>Durante a entrevista, Boulos comparou a inadimplência média para linhas de crédito semelhantes no Brasil e na Espanha que, segundo ele, são de 4,2% e 3,5%, respectivamente. Na sequência, o ministro disse não haver justificativa para que a taxa cobrada aqui, para esta linha específica, seja de 65%, enquanto na Espanha fica em 3%.</p>
<h2>Limitações do programa</h2>
<p>O ministro destacou que o Desenrola Brasil tem ajudado a aliviar o endividamento, com previsão de descontos médios de 65% nas dívidas e limites de juros mais baixos na renegociação. Em apenas uma semana, acrescentou, o programa já havia registrado R$ 1 bilhão em renegociações.</p>
<p>Apesar dos resultados, Boulos alertou que a iniciativa não resolve estruturalmente o problema. “Lula criou isso para diminuir o estrangulamento das famílias. Mas, se os juros não baixarem, teremos de fazer mais edições do programa”, disse.</p>
<h2>Bets, dívidas e lavagem de dinheiro</h2>
<p>Ao final da entrevista, o ministro associou o aumento das apostas online ao agravamento do endividamento das famílias. Além disso, segundo ele, há muitos indícios de uso das bets para a lavagem de dinheiro por organizações criminosas.</p>
<p>“As bets viraram uma epidemia. Não adianta nada você proibir o cassino no Brasil, se o cassino está ali, no seu filho, no quarto dele, fechado”, disse.</p>
<p>O ministro ainda destacou que as bets estão sendo usadas para finalidades ilícitas. &#8220;Um monte de operações da PF mostram elas envolvidas com lavagem de dinheiro”.</p>
<p>Boulos criticou também a carga tributária aplicada contra esses sites de apostas. “As bets conseguiram fazer um lobby no Congresso para evitar a taxação, e hoje pagam apenas 12% de imposto, enquanto profissionais como jornalistas pagam 27,5% de Imposto de Renda. Isso é um escândalo”, concluiu.</p>
</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/com-juros-altos-dividas-aumentam-e-exigem-mais-desenrola-diz-boulos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Dia Mundial do Rim: doenças renais são silenciosas e exigem atenção</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/dia-mundial-do-rim-doencas-renais-sao-silenciosas-e-exigem-atencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 12:55:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[atenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em maio de 2025, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a doença renal como prioridade mundial em saúde pública. Com isso, a doença renal crônica (DRC) passou a figurar entre as chamadas doenças crônicas não transmissíveis prioritárias, ao lado das doenças cardiovasculares, neoplasias, diabetes e doenças respiratórias crônicas. Para a Sociedade Brasileira de Nefrologia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em maio de 2025, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a doença renal como prioridade mundial em saúde pública. Com isso, a doença renal crônica (DRC) passou a figurar entre as chamadas doenças crônicas não transmissíveis prioritárias, ao lado das doenças cardiovasculares, neoplasias, diabetes e doenças respiratórias crônicas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Dia-Mundial-do-Rim-doencas-renais-sao-silenciosas-e-exigem.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), o reconhecimento amplia a visibilidade da DRC no cenário internacional e reforça a necessidade de investimentos em educação, prevenção, diagnóstico precoce e tratamento. No Dia Mundial do Rim, lembrado nesta quinta-feira (12), a entidade alerta ainda para o impacto de fatores ambientais sobre o risco de doença renal ao longo da vida.</p>
<p>“Esse tema amplia o olhar para além do tratamento, estimulando ações que promovam práticas sustentáveis no cuidado renal e reduzam impactos ecológicos, especialmente em serviços de saúde. Sustentabilidade, nesse contexto, significa também prevenção qualificada e redução de exposições evitáveis desde os primeiros estágios da vida”, destacou a instituição.</p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, o médico nefrologista do Hospital Universitário de Brasília (HUB), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Geraldo Freitas, destacou que os rins são órgãos considerados essenciais para o funcionamento do organismo, mantendo o metabolismo equilibrado, realizando a filtragem do sangue e eliminando toxinas por meio da urina.</p>
<p>“Além disso, eles controlam nosso equilíbrio de eletrólitos ou sais do corpo, portanto, eles mantêm sódio, potássio, cálcio, tudo equilibrado pra que a gente mantenha todo o funcionamento dos outros sintomas”, disse. “Eles também produzem alguns hormônios relacionados ao controle de pressão”, completou.</p>
<p>O especialista alerta, entretanto, que algumas condições podem afetar o bom funcionamento dos rins ou mesmo paralisar a função renal por completo. Segundo Freitas, há fatores de risco específicos que acabam colaborando para o desenvolvimento desse tipo de quadro. Entre eles estão:</p>
<ul>
<li>diabetes mellitus;</li>
<li>hipertensão arterial sistêmica;</li>
<li>histórico familiar de doença renal;</li>
<li>obesidade;</li>
<li>sedentarismo;</li>
<li>tabagismo;</li>
<li>uso crônico ou inadequado de anti-inflamatórios não esteroidais e outros nefrotóxicos;</li>
<li>doenças cardiovasculares;</li>
<li>infecções do trato urinário recorrentes ou obstrução urinária;</li>
<li>desidratação frequente;</li>
<li>consumo inadequado de água.</li>
</ul>
<p>“Alguns medicamentos também podem ser nefrotóxicos e causarem a perda da função renal ao longo do tempo. Os mais relacionados com isso são os anti-inflamatórios não hormonais, que devem ser evitados de maneira geral. No caso de pacientes com doenças em que o uso é obrigatório, isso deve ser monitorado.”</p>
<p>Ainda de acordo com o médico, muitas vezes, doenças renais acabam surgindo e avançando de forma silenciosa. “É frequente nos consultórios de nefrologia que os pacientes apareçam, já na primeira consulta, com perdas importantes da função renal”. Por esse motivo, identificar os sinais de alerta é considerado fundamental.</p>
<p>“É importante fazer os exames para rastreio das funções renais, que são basicamente a creatinina e um exame de urina, incluindo a pesquisa de albuminúria. Com esses exames básicos, já é possível fazer o rastreio de alguma lesão ainda no início. Também é relevante fazer a aferição da pressão e exames de glicemia e hemoglobina glicada para avaliação de uma possível diabetes.”</p>
<p>Dentre os principais sintomas que, de acordo com o nefrologista, indicam a necessidade de procurar ajuda médica estão:</p>
<ul>
<li>inchaço nas pernas, nos tornozelos e no rosto;</li>
<li>urina muito escura e/ou espumosa;</li>
<li>mudança súbita no padrão urinário, incluindo frequência e urgência;</li>
<li>inversão do ritmo urinário, com maior volume urinário no período noturno;</li>
<li>dor intensa no flanco ou cólicas renais;</li>
<li>fadiga excessiva;</li>
<li>perda de apetite acompanhada de náuseas e vômitos persistentes;</li>
<li>aumento persistente da pressão arterial;</li>
<li>glicemias de difícil controle;</li>
<li>alterações neurológicas agudas, com presença de confusão mental ou falta de ar súbita.</li>
</ul>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/dia-mundial-do-rim-doencas-renais-sao-silenciosas-e-exigem-atencao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>“Parem de nos matar”: exigem mulheres no 8 de março em Brasília</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/parem-de-nos-matar-exigem-mulheres-no-8-de-marco-em-brasilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2026 21:25:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os recorrentes casos de feminicídio no Brasil foram o destaque da manifestação que marcou o Dia Internacional da Mulher em Brasília. Com cartazes escritos Parem de Nos Matar, centenas de pessoas denunciaram a violência de gênero no Distrito Federal (DF) nesse domingo (8). O ato ocorreu próximo à Torre de TV, no centro de Brasília, e contou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os recorrentes casos de feminicídio no Brasil foram o destaque da manifestação que marcou o Dia Internacional da Mulher em Brasília. Com cartazes escritos Parem de Nos Matar, centenas de pessoas denunciaram a violência de gênero no Distrito Federal (DF) nesse domingo (8).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Parem-de-nos-matar-exigem-mulheres-no-8-de-marco.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O ato ocorreu próximo à Torre de TV, no centro de Brasília, e contou com a participação de grupos musicais, partidos políticos, sindicatos e diversos coletivos feministas. A manifestação ainda pediu o fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6&#215;1), tida como especialmente difícil para as mulheres.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Parem-de-nos-matar-exigem-mulheres-no-8-de-marco.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 08/03/2026 Ato 8 de Março – Dia Internacional das Mulheres em Brasília. Foto; Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Ato 8 de Março – Dia Internacional das Mulheres em Brasília &#8211; Valter Campanato/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>O governo do DF de Ibaneis Rocha também virou alvo do protesto, que lembrou a tentativa de compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília (BRB), o banco estatal do DF.</p>
<p>Outra pauta de destaque foi a denúncia do imperialismo, tendo em vista as ações dos Estados Unidos (EUA) no Irã, em Cuba e na Venezuela. A ação israelense na Palestina também foi alvo de falas e cartazes na marcha das mulheres.</p>
<h2>Violência de gênero</h2>
<p>A artista plástica Daniela Iguizzi, de 55 anos, levou consigo a obra <em>Medo</em> retratando um revólver apontado contra uma mulher.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1773005153_301_Parem-de-nos-matar-exigem-mulheres-no-8-de-marco.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt=" Brasília-DF- 08/03/2026 - Ato 08M em Brasília.  Daniela Iguizzi, artista plástica, 55 anos &#13;&#10;Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil." title="Valter Campanato/ Agência Brasil."/></p>
<p><h6 class="meta">Daniela Iguizzi retrata o medo em obra- Valter Campanato/ Agência Brasil.</h6>
</p>
<p>“A mulher não tem um minuto de paz. Ela não tem sossego no seu lar. Ela não tem sossego no seu trabalho. Em todos os lugares nós podemos ser assediadas, podemos ser assassinadas. Por isso, o nome dessa obra é medo. Medo é o que toda mulher brasileira sente”, disse à Agência Brasil.</p>
<p>Só em 2025, foram 1.568 mulheres vítimas de feminicídio no Brasil, crescimento de 4,7% em relação ao ano anterior, segundo dados compilados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.</p>
<p>A coordenadora do grupo de maracatu Baque Mulher Brasília, Raquel Braga Rodríguez, destacou os feminicídios como grande preocupação das mulheres brasileiras e que o ato é contra esse tipo de crime.</p>
<p>“O governo lançou esse Pacto Nacional contra o Feminicídio e a gente gostaria muito que essa política pública fosse realmente colocada em prática, que a gente visse resultado na redução desses números”, disse Raquel.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1773005154_435_Parem-de-nos-matar-exigem-mulheres-no-8-de-marco.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília-DF- 08/03/2026 - Ato 08M em Brasília.  Raquel Braga Rodriguez, coordenadora do grupo Baque Mulher Brasília. Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil.&#13;&#10;" title="Valter Campanato/ Agência Brasil."/></p>
<p><h6 class="meta"> Raquel Braga Rodriguez destaca os feminicídios como grande preocupação. &#8211; Valter Campanato/ Agência Brasil.</h6>
</p>
<p>No início de fevereiro, um pacto entre Executivo, Legislativo e Judiciário foi firmado para adoção de medidas contra a violência de gênero no Brasil.</p>
<p>Com 88 anos completados ontem, a histórica militante do movimento de mulheres negras do Distrito Federal Lydia Garcia foi à manifestação, mesmo com risco de chuva. Professora de música aposentada do Coletivo Mulheres Negras Baobá, Lydia é mãe de cinco filhos, tem 11 netos, três bisnetos, e é pioneira da capital federal.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1773005154_400_Parem-de-nos-matar-exigem-mulheres-no-8-de-marco.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt=" Brasília-DF- 08/03/2026 - Ato 08M em Brasília.  Lydia Garcia, aposentada, de 88 anos, professora de música, do coletivo de mulheres negras Baobá.  Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil.&#13;&#10;" title="Valter Campanato/ Agência Brasil."/></p>
<p><h6 class="meta"> Lydia Garcia diz que a marcha impõe a força da mulher. &#8211; Valter Campanato/ Agência Brasil.</h6>
</p>
<p>“Nós mulheres, principalmente as mulheres negras, estamos impondo a este mundo e a este Brasil a nossa força, as nossas lutas e vitórias por dias melhores contra a violência dos jovens negros, contra o feminicídio”</p>
<h2>Distrito Federal</h2>
<p>Um dos alvos da manifestação do Dia da Mulher em Brasília foi o Governo do Distrito Federal (GDF), liderado por Ibaneis Rocha, e sua vice, Celina Leão.</p>
<p>A representante da Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB) Jolúzia Batista reclamou da falta de dinheiro para políticas públicas de proteção às mulheres no DF. </p>
<p>“Estamos vivendo um escândalo financeiro no Brasil com o banco do GDF [o BRB] sendo rifado e faltando dinheiro para a política pública”, disse à Agência Brasil.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1773005155_338_Parem-de-nos-matar-exigem-mulheres-no-8-de-marco.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília-DF- 08/03/2026 - Ato 08M em Brasília.Joluzia Batista, da Articulação de Mulheres Brasileiras.&#13;&#10;Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil." title="Valter Campanato/ Agência Brasil."/></p>
<p><h6 class="meta">Joluzia destaca a corrupção como uma das causas da falta de dinheiro para políticas públicas- Valter Campanato/ Agência Brasil.</h6>
</p>
<p>A Polícia Federal (PF) investiga a tentativa de compra do Master pelo BRB. O Banco de Brasília estuda dar 12 imóveis públicos do DF como garantia de empréstimos para reforçar o caixa da instituição após perdas estimadas em R$ 2,6 bilhões com a aquisição de créditos do Master.   </p>
<p>A ativista do AMB defendeu ainda que, além da denúncia contra o feminicídio, a luta das mulheres deve ser por orçamento que financie as políticas públicas que melhore a vidas das meninas e mulheres.</p>
<p>“A gente precisa falar de orçamento. Com as emendas parlamentares, as emendas Pix, elas levaram o dinheiro da política pública. Perdemos qualidade de serviço, perdemos capacitação de profissionais, perdemos em campanhas educativas”, comentou.</p>
<h2>Avanços da luta das mulheres </h2>
<p>Uma das organizadoras do ato, Thammy Frisselly destacou os dez anos da Marcha Unificada do 8 de Março em Brasília e os avanços conquistados pelo movimento de mulheres na cidade.</p>
<p>“O 8M [8 de março] é o maior ato político feminista da capital federal. A gente teve muitos avanços, não só nas leis, mas também no aumento no número de delegacias para mulheres”, detalhou Thammy.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1773005156_558_Parem-de-nos-matar-exigem-mulheres-no-8-de-marco.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt=" Brasília-DF- 08/03/2026 - Ato 08M em Brasília.  Thammy Frisselly, da Assembleia Popular pela Vida de Todas as Mulheres, do DF em torno, uma das organizadoras do 8 de Março Unificado do DF. Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil." title="Valter Campanato/ Agência Brasil."/></p>
<p>Thammy Frisselly destacou os dez anos da Marcha Unificada do 8 de Março, em Brasília, e os avanços conquistados pelo movimento de mulheres &#8211; Valter Campanato/ Agência Brasil.</p>
<p>Para a representante da Assembleia Popular pela Vida de Todas as Mulheres, a violência contra a mulher é hoje debatida na sociedade devido a pressão dos movimentos ao longo dos anos.</p>
<p>“Podemos falar hoje abertamente que é violência o seu ‘psiu’ no meio da rua, que é violência você falar da minha roupa. Essa é uma educação bem na base que é resultado da luta das mulheres”, completou Thammy.</p>
<h2>Escala 6&#215;1 e imperialismo</h2>
<p>A ativista do DF acrescentou que a pauta do fim da escala 6&#215;1 é central na luta das mulheres, que já são submetidas a jornadas duplas ou triplas, cuidando da casa, dos idosos, das crianças e ainda tendo que trabalhar.</p>
<p>“As mulheres precisam de tempo para tratar da sua saúde mental, para o lazer, para fazer outras coisas, para estudar”, explicou Thammy.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/parem-de-nos-matar-exigem-mulheres-no-8-de-marco-em-brasilia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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