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	<title>expostas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>expostas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Brasil: 30 milhões de crianças estão expostas aos riscos climáticos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasil-30-milhoes-de-criancas-estao-expostas-aos-riscos-climaticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 10:24:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma nova análise do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) alerta que crianças e adolescentes podem sofrer uma desproporcionalmente os impactos do El Niño 2026–2027. O fenômeno chega ao Brasil onde mais de 30 milhões de crianças e adolescentes, seis em cada dez, já estão expostos a dois ou mais riscos climáticos. Desses, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova análise do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) alerta que crianças e adolescentes podem sofrer uma desproporcionalmente os impactos do <em>El Niño</em> 2026–2027. O fenômeno chega ao Brasil onde mais de 30 milhões de crianças e adolescentes, seis em cada dez, já estão expostos a dois ou mais riscos climáticos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Brasil-30-milhoes-de-criancas-estao-expostas-aos-riscos-climaticos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Desses, 16 milhões convivem com três ou mais riscos. Segundo o Unicef, eventos recentes mostram como extremos podem interromper direitos: em 2024, as enchentes no Rio Grande do Sul afetaram a educação de 741 mil estudantes, enquanto a seca extrema na Amazônia atingiu outros 436 mil. No total, 1,17 milhão de crianças e adolescentes tiveram as aulas interrompidas.</p>
<p>O <em>El Niño</em> é parte de um ciclo natural nas temperaturas do Oceano Pacífico equatorial, caracterizado por temperaturas mais altas do oceano que influenciam padrões de chuva e temperatura em diferentes partes do planeta.</p>
<p>Com as mudanças climáticas e a degradação ambiental causadas pela ação humana, as consequências do <em>El Niño</em> têm se agravado a cada novo ciclo. Esses impactos estão relacionados com outros fenômenos meteorológicos, as condições ambientais, as vulnerabilidades existentes e a capacidade dos serviços públicos de se preparar e responder. Ocorre em média a cada dois a sete anos.</p>
<p>“Preparar o Brasil, portanto, não significa apenas atravessar o ciclo de 2026–2027, mas construir uma rede de proteção capaz de responder aos próximos El Niños e a outros eventos extremos, com crianças, famílias e serviços essenciais mais protegidos do que no passado”, diz o Unicef.</p>
<p>No Brasil, o alerta ganha urgência diante das previsões mais recentes. Boletim divulgado em 1º de setembro por órgãos oficiais aponta mais de 90% de probabilidade de o fenômeno atingir intensidade muito forte no trimestre setembro-outubro-novembro.</p>
<p>Para o período, há tendência de chuva abaixo da média em grande parte do Norte e Nordeste e acima da média especialmente no Sul, além de temperaturas acima da média em praticamente todo o país. Calor e estiagem também podem prolongar condições favoráveis às queimadas em áreas do Centro e do Norte.</p>
<p>Danilo Moura, especialista em Clima e Meio Ambiente do Unicef no Brasil, explica que o dado meteorológico mostra onde pode chover mais ou menos e onde o calor ou a seca podem se intensificar. Segundo ele, o papel do Unicef é olhar para o que acontece quando esse extremo chega à vida de uma criança. Uma seca pode significar falta de água segura, fumaça, dificuldade para chegar à escola ou ao posto de saúde.</p>
<p>“Uma enchente pode significar escola fechada, vacinação interrompida ou perda da renda da família. E muitos desses impactos podem ser reduzidos se a preparação acontecer antes da emergência”, acrescenta.</p>
<p>Para crianças, há uma vulnerabilidade adicional. Por estarem em desenvolvimento, são particularmente sensíveis ao calor extremo, à desidratação, à fumaça, à má nutrição e a doenças favorecidas por mudanças de temperatura e nos padrões de chuva. Ao mesmo tempo, dependem de adultos e de serviços públicos para ter acesso à água, alimentação, escola, saúde e proteção.</p>
<p>Por isso, o <em>El Niño </em>pode gerar uma cadeia de impactos que vai muito além das anomalias climáticas, e que podem chegar à infância e a adolescência por diferentes caminhos:</p>
<p>· Saúde – Calor extremo pode aumentar riscos de desidratação e outros problemas de saúde. Secas e enchentes podem comprometer a disponibilidade e a qualidade da água, favorecer doenças diarreicas e dificultar o acesso a unidades de saúde. Alterações de temperatura e umidade também podem influenciar a transmissão de doenças como a dengue, ao criar condições favoráveis à proliferação do mosquito <em>Aedes aegypti</em>. Entre as ações de preparação estão o fortalecimento da vigilância epidemiológica, com atenção específica às doenças que afetam crianças; a garantia da continuidade de serviços como a vacinação e da atuação das equipes de saúde da família; e o pré-posicionamento de medicamentos e insumos essenciais.</p>
<p>· Alimentação e nutrição – Perdas agrícolas, redução da renda e aumento do preço dos alimentos podem ampliar a insegurança alimentar e a má nutrição. Esses efeitos nem sempre são imediatos e podem aparecer meses depois de uma safra ruim. Por isso, a preparação inclui fortalecer o monitoramento e a vigilância nutricional, ampliar a detecção precoce e garantir que os serviços de saúde, inclusive em áreas remotas ou isoladas, tenham capacidade para identificar e tratar crianças com desnutrição. Também é importante garantir insumos nutricionais essenciais antes que a demanda aumente, com foco nos municípios remotos que podem ficar isolados durante emergências.</p>
<p>· Água e saneamento – Secas podem reduzir a disponibilidade de água segura, enquanto inundações podem contaminar fontes e danificar sistemas de saneamento. Proteger e monitorar fontes de água, preparar planos de contingência para garantir o funcionamento dos sistemas de água durante eventos extremos e garantir insumos para tratamento estão entre as medidas que podem ser tomadas antecipadamente. Frente a riscos de seca extrema, implementar estratégias comunitárias de armazenamento de água são fundamentais.</p>
<p>· Educação – Falta de água, perda da navegabilidade, calor extremo, fumaça, inundações ou danos à infraestrutura podem interromper aulas, alimentação escolar e outros serviços. Redes de ensino podem revisar planos de gestão de riscos e preparar alternativas para garantir a continuidade da aprendizagem, como por exemplo em casa.</p>
<p>· Proteção e renda – Perdas de moradia, trabalho ou produção reduzem a capacidade das famílias de garantir necessidades básicas. Sistemas de proteção social preparados para choques podem manter ou ampliar benefícios e conectar rapidamente famílias afetadas aos serviços essenciais. Municípios podem atualizar o cadastro das famílias vulneráveis em áreas de risco antes dos desastres.</p>
<p>Segundo o especialista do Unicef, esperar a escola fechar, o posto de saúde ficar isolado ou uma comunidade perder acesso à água para começar a agir é chegar tarde. “Nós já sabemos que há um <em>El Niño</em> forte em curso e conhecemos os tipos de impacto que podem atingir diferentes regiões. Preparar os serviços agora custa menos, permite responder mais rápido e, principalmente, evita que a emergência climática se transforme em uma emergência para as crianças”, afirma Danilo.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-10/brasil-30-milhoes-de-criancas-estao-expostas-aos-riscos-climaticos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Unicef: 15 milhões de crianças foram expostas a conteúdo sexual online</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Sep 2026 17:41:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de 20 milhões de crianças e adolescentes de 21 países já sofreram, no período de um ano, algum tipo de exploração ou abuso sexual facilitado pela tecnologia. Acredita-se, ainda, que 9 milhões tenham sido induzidas a manter conversas de teor sexual ou compartilhar imagens desse cunho contra sua vontade e que 4 milhões tiveram imagens [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 20 milhões de crianças e adolescentes de 21 países já sofreram, no período de um ano, algum tipo de exploração ou abuso sexual facilitado pela tecnologia. Acredita-se, ainda, que 9 milhões tenham sido induzidas a manter conversas de teor sexual ou compartilhar imagens desse cunho contra sua vontade e que 4 milhões tiveram imagens delas vazadas. O quantitativo de crianças expostas a conteúdo sexual indesejado é estimado em 15 milhões.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Unicef-15-milhoes-de-criancas-foram-expostas-a-conteudo-sexual.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados fazem parte do relatório <em>Pelos Olhos das Crianças: Como as Tecnologias Digitais Facilitam o Abuso Sexual Infantil</em>  lançado nesta semana pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). </p>
<p>Na avaliação dos especialistas do Unicef, contudo, os números devem ser ainda maiores. A explicação é a de que muitas vítimas não chegam a comunicar a ninguém o que aconteceu a elas. </p>
<p>Mais de 40% das ocorrências informadas durante a coleta de informações não foram reveladas pelas vítimas. O principal motivo para deixarem de contar é não saber aonde ir ou a quem recorrer. </p>
<h2>Redes sociais</h2>
<p>Quanto às plataformas digitais com maior número de violações, os dados revelam que, em média, cerca de 60% aconteceu em redes como o Facebook, Instagram, Snapchat, TikTok e WhatsApp. </p>
<p>Cerca de 14% dos crimes ocorreram enquanto as vítimas se divertiam em jogos online. O relatório assinala que o ambiente de jogos online é especialmente propício para o cometimento dessas formas de abuso porque a dinâmica nas relações se baseia em um jogador explorar a confiança do outro.</p>
<p>Mais da metade (57%) dos casos declarados aos pesquisadores envolviam alguém do convívio da criança e do adolescente, incluindo familiares, conhecidos, amigos, namorados e namoradas. O dado contraria o imaginário de que a violência online é perpetrada principalmente por estranhos.</p>
<p>Ao mesmo tempo, ressalta o relatório, 38% das vítimas encontraram seus agressores pela primeira vez na internet, indicativo de que contas fake e o envio de mensagens privadas facilitam as violações. </p>
<p>&#8220;Essas experiências causam profundo desgaste emocional e mental. Muitas crianças sofrem em silêncio, sem saber ao certo onde procurar ajuda. Nós não podemos ignorar isso&#8221;, afirmou a diretora-executiva do Unicef Catherine Russell.</p>
<h2>Coerção</h2>
<p>O relatório foi produzido a partir das percepções de 21 mil crianças e adolescentes com idade entre 12 e 17 anos, provenientes de 21 países, entre 2020 e 2025. Nas entrevistas realizadas com os participantes, observou-se como agressores exercem poder sobre as vítimas não somente as convencendo a agir de determinadas maneiras mediante presentes, dinheiro e atenção, mas também por meio da coerção. </p>
<p>Uma jovem brasileira relatou como seu agressor a chantageou, ameaçando encaminhar à mãe dela mensagens anteriores trocadas entre os dois, caso ela não mandasse a ele mais uma foto. Outra entrevistada comentou que, por anos, vasculhou a internet para garantir que nenhuma imagem sua, inclusive criada como montagem, estivesse circulando sem seu consentimento. O Brasil teve 19% dos entrevistados marcados por este tipo de violência, o equivalente a quase 3 milhões de crianças e adolescentes, e uma parcela de menos de 1% de ocorrências denunciadas. </p>
<p>A internet respondeu por 55,5% dos casos brasileiros e a escola por 24,5%. Como os canais mais perigosos apareceram os aplicativos de mensagens e as redes sociais (66,5%), com destaque para Instagram (57,2%) e WhatsApp (52,1%). Os jogos online responderam por 12,3%. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-09/unicef-15-milhoes-de-criancas-foram-expostas-conteudo-sexual-online" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>SUS ganha neste mês teleatendimento para mulheres expostas à violência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 15:53:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mulheres expostas à violência ou em vulnerabilidade psicossocial que vivem no Recife e no Rio de Janeiro terão acesso a teleatendimento em saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS) a partir deste mês. O cronograma do Ministério da Saúde prevê que, em maio, a ação chegará a cidades com mais de 150 mil habitantes e, em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mulheres expostas à violência ou em vulnerabilidade psicossocial que vivem no Recife e no Rio de Janeiro terão acesso a teleatendimento em saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS) a partir deste mês. O cronograma do Ministério da Saúde prevê que, em maio, a ação chegará a cidades com mais de 150 mil habitantes e, em junho, ao restante do país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/SUS-ganha-neste-mes-teleatendimento-para-mulheres-expostas-a-violencia.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em nota, a pasta informou que estão previstos 4,7 milhões de teleatendimentos psicológicos ao ano, por meio de parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) e com o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).</p>
<p>Para ter acesso ao serviço, as mulheres poderão ser orientadas e encaminhadas por unidades da atenção primária à saúde, unidades básicas de saúde (UBS) e serviços da rede de proteção.</p>
<p>Também será possível buscar o atendimento diretamente pelo aplicativo Meu SUS Digital, por meio de um mini app previsto para começar a funcionar no fim do mês.</p>
<p>Na plataforma, a mulher fará um cadastro para avaliação inicial da situação de violência e, a partir dessas informações, o aplicativo enviará uma mensagem com o dia e o horário do teleatendimento.</p>
<p>A primeira consulta, segundo o ministério, identificará riscos, rede de apoio e demandas, com articulação junto a serviços de referência.</p>
<p>“A gente lançou esta semana o teleatendimento como suporte para pessoas que já estão em situação de compulsão por jogos eletrônicos. E a gente vai construir o mesmo modelo, mas com arranjos diferentes na relação com a atenção primária em saúde e na pactuação com estados e municípios”, detalhou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.</p>
<p>“Ofertar esse teleatendimento com psiquiatra, psicólogo, assistente social e, em algumas situações, com terapeuta ocupacional para mulheres – não só aquelas que já foram vítimas de violência, mas àquelas que estão sinalizando ou que estão em extrema vulnerabilidade”, completou.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/sus-ganha-neste-mes-teleatendimento-para-mulheres-expostas-violencia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sus-ganha-neste-mes-teleatendimento-para-mulheres-expostas-a-violencia/">SUS ganha neste mês teleatendimento para mulheres expostas à violência</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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