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	<title>Facções Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Facções Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Relatório da CPI do Crime conecta facções com sistema financeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 17:26:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em cerca de 220 páginas, o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado (CPI) no Senado, apresentado nesta terça-feira (14) pelo relator Alessandro Vieira (MDB-SE), conecta o crime organizado em facções e milícias com operações do mercado financeiro realizadas para lavagem de dinheiro.  “Os grupos criminosos, além de criptoativos e outros ativos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em cerca de 220 páginas, o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado (CPI) no Senado, apresentado nesta terça-feira (14) pelo relator Alessandro Vieira (MDB-SE), conecta o crime organizado em facções e milícias com operações do mercado financeiro realizadas para lavagem de dinheiro. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Relatorio-da-CPI-do-Crime-conecta-faccoes-com-sistema-financeiro.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Os grupos criminosos, além de criptoativos e outros ativos – virtuais ou não –, têm igualmente se valido do sistema financeiro formal para ocultar ou dissimular a natureza ilícita dos bens originários”, escreveu o relator.</p>
<p>Vieira aponta o caso do Banco Master como exemplo do uso do sistema financeiro para lavagem de dinheiro do crime organizado no Brasil.</p>
<p>“O caso Master evidenciou de forma incontornável que o crime organizado brasileiro atingiu um patamar de sofisticação em que facções criminosas de base territorial, como o PCC, operam em simbiose com operadores do mercado financeiro formal, valendo-se de fundos de investimento, gestoras de ativos e instituições bancárias para lavar bilhões de reais, corromper agentes públicos e capturar parcelas do aparato estatal e regulatório”, explicou.</p>
<p>O relator acrescentou que a CPI constatou que a lavagem de dinheiro permanece como o mecanismo central de sustentação do crime organizado, que utiliza mercados lícitos para reciclar o dinheiro do tráfico de drogas e armas.</p>
<p>“A infiltração em setores como tabaco, ouro, combustíveis, mercado imobiliário e bebidas, aliada ao uso sofisticado de fintechs, criptomoedas e fundos de investimento, demonstra que a criminalidade organizada opera com grau de sofisticação empresarial que exige resposta igualmente qualificada do Estado”, pontuou Alessandro Vieira.</p>
<p>O relatório apresentado ainda precisa de aprovação da CPI do Crime Organizado, que ainda pode pedir vistas do texto, em sessão marcada para a tarde desta terça-feira (14).</p>
<h2>Áreas dominadas pelas facções</h2>
<p>Diante da relação do crime organizado com o sistema financeiro, o relator da CPI Alessandro Vieira defende que o enfrentamento à criminalidade não pode se limitar ao combate ostensivo de facções em territórios dominados.</p>
<p>“É igualmente necessário atuar sobre as cadeias econômicas que financiam essas estruturas, com especial atenção para mercados de consumo massivo, rotas logísticas já consolidadas e setores em que a aparência de legalidade”, disse.</p>
<p>O relator da CPI acrescenta que, sem esse olhar econômico e patrimonial, a repressão tende a incidir apenas “sobre manifestações visíveis da criminalidade, preservando-se, entretanto, os mecanismos que garantem sua reprodução financeira e institucional”.</p>
<p>A CPI do Crime no Senado foi instalada após operação policial no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro, que resultou na morte de 122 pessoas, a maior letalidade de uma operação na história do país.</p>
<h2>Controle de armas</h2>
<p>O relator Alessandro Vieira ainda destacou a importância de aumentar a fiscalização das armas e munições no Brasil. Segundo ele, alterações legislativas e falhas de fiscalização, “criam ambiente propício a desvios e usos indevidos de armas e munições. Esse ponto interessa diretamente ao crime organizado”.</p>
<p>Durante o governo de Jair Bolsonaro, foram editados decretos e regulamentos que flexibilizaram a posse de armas de fogo, em consequência da plataforma do governo anterior que defendia a flexibilização das regras para venda e posse de armas no Brasil. </p>
<p>Estudo do Instituto Sou da Paz aponta que medidas de flexibilização favoreceu que parte desse armamento fosse desviada para as mãos de criminosos. </p>
<p>Em 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou decretos para restringir o acesso a armas no país, revertendo a flexibilização no monitoramento e acesso a armas que havia sido promovida durante o governo anterior. </p>
<h2>Redes Sociais e crianças</h2>
<p>Um dos focos da CPI do Crime Organizado no Senado foi investigar o papel das plataformas digitais para a criminalidade organizada e os ganhos econômicos das <em>bigtechs</em> por meio da prática de crimes pela internet. </p>
<p>No relatório final, o senador Alessandro Vieira aponta que o ambiente digital é elemento estruturante no aliciamento e exploração de crianças e adolescente.  </p>
<p>“Evidências mostram que plataformas amplamente utilizadas, como Facebook e Instagram, são centrais no aliciamento, enquanto sistemas de recomendação podem conectar usuários a redes ilícitas, inclusive de abuso sexual infantil”, escreveu.</p>
<p>O relatório aponta que esse quadro é agravado pela atuação “predominantemente passiva das plataformas”, a partir de denúncias realizadas por usuários.</p>
<p>“Esse modelo, no entanto, revela limitações evidentes quando se considera que o ambiente é amplamente frequentado por crianças e adolescentes, que não dispõem de plena capacidade de identificar, compreender e reagir adequadamente a situações de violência e exploração”, completou Vieira.</p>
<p>A SaferNet Brasil registrou, entre janeiro e julho de 2025, 49.336 denúncias de abuso e exploração sexual infantil <em>online</em>, aumento de 18,9%, correspondendo a 64% das denúncias de crimes cibernéticos.</p>
<h2>Déficit do sistema prisional e das forças de segurança</h2>
<p>O “alarmante” déficit de vagas no sistema prisional brasileiro, que ultrapassa as 202 mil, é apontado no relatório como grave porque os presídios seriam a principal plataforma das facções no Brasil.  </p>
<p>“[Essa situação] permitiu que os presídios se tornassem o berço e o centro de comando das organizações criminosas no país”, escreveu o relator. O Brasil possui a terceira maior população prisional do mundo, com 701 mil pessoas presas.  </p>
<p>Para suprir esse déficit, o relator calculou que seriam necessários aportes de RS 14 bilhões para construção de novas vagas.</p>
<p>Vieira ainda destaca o efetivo “diminuto” das forças de segurança em função das dimensões continentes do país, com a Polícia Federal operando com 40% de déficit no quadro funcional.</p>
<p>“A descapitalização dos órgãos de controle e inteligência representa, paradoxalmente, um dos maiores estímulos à expansão do crime organizado, pois reduz a capacidade do Estado de detectar, investigar e reprimir atividades ilícitas”, completou.</p>
<h2>Indiciamentos e Intervenção do RJ</h2>
<p>O relator da CPI do Crime Organizado no Senado Alessandro Vieira ainda pediu, no mesmo relatório, os indiciamentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet. </p>
<p>A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master. Vieira aponta que há indícios do cometimento de crimes de responsabilidades de “proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa”; e de “proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções”.</p>
<p>Além disso, o relatório recomenda que o presidente da República decrete uma intervenção federal no estado do Rio de Janeiro (RJ) como medida “indispensável” diante da infiltração do crime no Poder Público local, o que comprometeria a capacidade do estado “de conduzir, com autonomia e idoneidade, as ações de enfrentamento necessárias”. </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/relatorio-da-cpi-do-crime-conecta-faccoes-com-sistema-financeiro" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Classificação de facções como terroristas pelos EUA ameaça soberania</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 15:55:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O promotor de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, do Ministério Público de São Paulo, Lincoln Gakiya, afirmou que a eventual designação, pelos Estados Unidos, do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas representa um potencial risco à soberania brasileira. “Vamos abrir um flanco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O promotor de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, do Ministério Público de São Paulo, Lincoln Gakiya, afirmou que a eventual designação, pelos Estados Unidos, do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas representa um potencial risco à soberania brasileira.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Classificacao-de-faccoes-como-terroristas-pelos-EUA-ameaca-soberania.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Vamos abrir um flanco para que, no futuro, possa haver algum tipo de operação militar secreta, da CIA [Agência Central de Inteligência] ou de forças especiais [estadunidenses], na fronteira ou mesmo dentro do território brasileiro”, declarou o promotor ao ser entrevistado pelo jornalista José Luiz Datena, durante o programa Alô Alô Brasil, transmitido pela Rádio Nacional, nesta quinta-feira (12).</p>
<p>Gakiya investiga a atuação do PCC há mais de 20 anos, o que lhe valeu diversas ameaças de morte, obrigando-o a viver há mais de dez anos sob permanente escola policial. Considerado um dos maiores conhecedores do <em>modus operandi</em> do crime organizado no Brasil, ele defende que as facções brasileiras sejam classificadas como organizações criminosas do tipo mafioso, e não terroristas.</p>
<p>“A maioria dos países desenvolvidos adota o conceito da ONU [Organização das Nações Unidas] para terrorismo”, comentou o promotor, explicando que tal conceito exige que, para ser classificado como terrorismo, um ato criminoso violento tem que ter uma motivação ou objetivo ideológico, como os crimes de ódio contra raças, etnias ou religiões ou os praticados por razões políticas.</p>
<p>“A gente não vê estas características nem no PCC, nem no CV, que são organizações criminosas do tipo mafioso […] com atuação transnacional; formação empresarial; infiltração nos poderes do Estado, com a corrupção de agentes públicos; dominação territorial, dentre outras características [típicas de organizações mafiosas]”.</p>
<p>Afirmando ver “mais prejuízos do que benefícios” na eventual classificação do PCC e do CV como organizações terroristas, Gakiya avalia que a mudança de <em>status</em> jurídico das facções permitiria que o governo dos Estados Unidos passasse a tratar a segurança pública do Brasil sob uma ótica militar e de segurança nacional.</p>
<p>“Muita gente que está defendendo a classificação de facções brasileiras como organizações terroristas talvez desconheça que isso trará uma série de implicações gravíssimas para o país”, disse Gakiya, explicando que a legislação dos Estados Unidos prevê a possibilidade de ações militares em outros países em caso de ameaça à segurança e à integridade do território ou da população estadunidense.</p>
<p>Para o promotor, além dos riscos de se tornar alvo de uma operação militar semelhante a que ocorreu na Venezuela, em janeiro deste ano, o Brasil poderia sofrer sanções econômicas severas.</p>
<p>“Também há, nos EUA, previsão legal para que [o governo federal] aplique sanções econômicas [a outros países] quando há esta classificação [de organizações terroristas]. Existe uma série de implicações. Empresas multinacionais podem ter que vir a tirar suas sedes do Brasil, por exemplo”, ponderou Gakiya.</p>
<p>A reclassificação também alteraria o nível de sigilo das informações compartilhadas entre os órgãos de segurança dos dois países, centralizando-as na CIA ou em órgãos militares, o que poderia atrapalhar investigações conjuntas em curso e inviabilizar futuras cooperações.</p>
<p>“Uma parte da população brasileira, influenciada por um determinado viés político, acha que classificar estas facções como terroristas vai endurecer a situação dos criminosos e melhorar as investigações e o aporte de recursos estrangeiros”, avaliou o promotor.</p>
<p>“Pelo contrário. [Com a reclassificação] estas organizações passariam a ser tratadas como um risco à segurança nacional dos EUA e o assunto passaria [à esfera militar], e não mais policial. E, possivelmente, os canais por meio dos quais eu hoje troco informações com o FBI [Departamento Federal de Investigação], com o DEA [Departamento Federal de Repressão às Drogas, vão ser fechados.”</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/classificacao-de-faccoes-como-terroristas-pelos-eua-ameaca-soberania" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Maioria da população apoia enquadrar facções criminosas a grupos terroristas, aponta Quaest</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 16:12:47 +0000</pubDate>
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<p>A proposta de equiparar facções criminosas a grupos terroristas, rejeitada pelo governo do presidente Lula, tem o apoio de 72% dos moradores do Rio de Janeiro, segundo pesquisa Genial/Quaest.</p>
<p>O debate sobre o tema voltou à tona após a megaoperação policial contra o Comando Vermelho, realizada nos complexos da Penha e do Alemão, na semana passada.</p>
<p>O projeto, defendido por parte do Congresso, prevê não apenas o enquadramento das facções como organizações terroristas, mas também o aumento das penas para o uso de armamentos de guerra, o bloqueio de ruas com barricadas e ações de domínio territorial.</p>
<p>Mesmo com resistência do governo federal, a medida encontra amplo respaldo popular e é vista como símbolo de um desejo crescente por mais rigor no combate ao crime.</p>
<figure class="wp-block-image size-full"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-393945" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Maioria-da-populacao-apoia-enquadrar-faccoes-criminosas-a-grupos-terroristas.png?resize=610%2C211&#038;ssl=1" alt="facções criminosas,terrorismo,pesquisa Quaest" width="610" height="211" data-lazyloaded="1" data-="" /></figure>
<p>Apesar da resistência entre eleitores de esquerda (36%) e lulistas (49%), a proposta de equiparar facções ao terrorismo tem forte adesão entre independentes (74%), bolsonaristas (91%) e eleitores de direita (95%).</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>População apoia endurecimento das leis</strong></h2>
<p>A pesquisa revela também que o apoio a medidas mais duras contra o crime organizado é quase unânime no estado. O aumento da pena para homicídios cometidos a mando de facções é defendido por 85% dos entrevistados, enquanto apenas 10% se opõem.</p>
<figure class="wp-block-image size-full"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-393946" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/11/1762175523_881_Maioria-da-populacao-apoia-enquadrar-faccoes-criminosas-a-grupos-terroristas.png?resize=263%2C116&#038;ssl=1" alt="facções criminosas,terrorismo,pesquisa Quaest" width="263" height="116" data-lazyloaded="1" data-="" /></figure>
<p>Já o fim das “saidinhas” de presos em datas comemorativas é aprovado por 53% dos cariocas, e 62% apoiam o fim das visitas íntimas para detentos ligados a organizações criminosas.</p>
<figure class="wp-block-image size-full"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-393947" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/11/1762175523_242_Maioria-da-populacao-apoia-enquadrar-faccoes-criminosas-a-grupos-terroristas.png?resize=420%2C122&#038;ssl=1" alt="facções criminosas,terrorismo,pesquisa Quaest" width="420" height="122" data-lazyloaded="1" data-="" /></figure>
<figure class="wp-block-image size-full"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-393948" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/11/1762175523_174_Maioria-da-populacao-apoia-enquadrar-faccoes-criminosas-a-grupos-terroristas.png?resize=506%2C127&#038;ssl=1" alt="facções criminosas,terrorismo,pesquisa Quaest" width="506" height="127" data-lazyloaded="1" data-="" /></figure>
<p>Enquanto isso, o governo tenta avançar com seu próprio “pacote anti-facção”, apresentado pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski.</p>
<p>O texto cria o tipo penal de “organização criminosa qualificada”, que pode elevar a pena de homicídios cometidos sob comando de facções para até 30 anos.</p>
<p>Segundo especialistas, os números indicam que a segurança pública tende a favorecer pautas de direita no debate eleitoral do ano que vem. Para eles, se o eleitor for às urnas com base nesse tema, tende a escolher propostas mais rígidas, como aumento de penas e restrição de benefícios a presos.</p>
<p>A pesquisa entrevistou 1.500 pessoas em 40 municípios fluminenses entre 30 e 31 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.</p>
<p><strong>Confira o estudo na íntegra:</strong></p>
<p><mark class="has-inline-color has-vivid-red-color" style="background-color: rgba(0, 0, 0, 0);"><strong>Leia Mais:</strong></mark></p>
</div>
<p><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/operacao-mira-faccoes-no-am-e-bloqueia-r-223-milhoes-em-quatro-estados/">Operação mira facções no AM e bloqueia R$ 223 milhões em quatro estados</a></p>
<p><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/mais-de-20-criminosos-do-amazonas-estao-escondidos-em-favelas-do-rio-de-janeiro/">Mais de 20 criminosos do Amazonas estão escondidos em favelas do Rio de Janeiro</a></p>
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		<title>Operação mira facções no AM e bloqueia R$ 223 milhões em quatro estados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 19:03:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Quatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma ação integrada entre os Ministérios Públicos de Minas Gerais, Amazonas, Rio de Janeiro e Espírito Santo, por meio de seus Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaecos), resultou na deflagração da operação Custos Fidelis, na manhã desta quinta-feira (25), em Manaus e Tabatinga. A ofensiva contou ainda com o apoio da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma ação integrada entre os Ministérios Públicos de Minas Gerais, Amazonas, Rio de Janeiro e Espírito Santo, por meio de seus Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaecos), resultou na deflagração da operação <strong>Custos Fidelis</strong>, na manhã desta quinta-feira (25), em Manaus e Tabatinga. A ofensiva contou ainda com o apoio da Diretoria de Inteligência das Polícias Civil e Militar de Minas e da Polícia Civil do Amazonas, consolidando uma articulação nacional no enfrentamento ao crime organizado.</p>
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<p>A operação cumpriu 48 mandados de prisão e 84 de busca e apreensão em quatro estados, além de bloquear judicialmente R$ 223,5 milhões em contas bancárias e criptoativos, valores que, juntos, somam mais de R$ 18 bilhões, segundo o MPMG. Também foram apreendidos oito veículos e um imóvel de luxo avaliado em R$ 3,9 milhões na Praia do Patacho (AL).</p>
<p>Em Manaus, quatro mandados de busca foram cumpridos em empresas de fachada, enquanto em Tabatinga, um mandado de prisão estava em andamento até 10h30 desta quinta-feira.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Estrutura empresarial do crime</h2>
<p>As investigações revelaram que a facção <strong>Família Teófilo Otoni (FTO)</strong>, ligada ao <strong>Comando Vermelho (CV)</strong>, operava como uma “empresa do crime”, com núcleos especializados em logística, finanças e ataques armados. O grupo utilizava empresas de fachada nos setores de gás, internet, câmbio e, principalmente, comércio atacadista de pescados, movimentando milhões e usando criptoativos para dificultar o rastreamento.</p>
<p>Segundo o coordenador do Centro de Apoio Operacional de Combate ao Crime Organizado (Caocrimo-AM), <strong>Leonardo Tupinambá</strong>, a cooperação entre os Gaecos estaduais foi determinante para o êxito da operação. “Empresas de fachada localizadas no Amazonas funcionavam como hubs nacionais de aquisição de drogas, abastecendo facções em diversos estados”, afirmou. Ele destacou que o trabalho conjunto permitiu identificar depósitos pulverizados e a ocultação de valores via criptomoedas, evidenciando a eficácia da atuação coordenada.</p>
<p>A operação <strong>Custos Fidelis</strong> representa mais um marco na estratégia nacional de combate ao crime organizado, ao sufocar financeiramente organizações criminosas e reforçar o compromisso dos Ministérios Públicos em atuar de forma articulada no enfrentamento às facções.</p>
<p><strong>Leia mais </strong></p>
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