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	<title>falhas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>falhas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Moradores de comunidade em Iranduba denunciam falhas no fornecimento de energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 19:27:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Iranduba (AM) – Moradores da comunidade Castanheira, nas proximidades do bairro Alto de Nazaré, no município de Iranduba, na Região Metropolitana de Manaus, enfrentam problemas no fornecimento de energia elétrica há várias semanas. Segundo relatos, as oscilações são frequentes e têm provocado prejuízos a moradores e comerciantes da localidade. De acordo com os moradores, as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Iranduba (AM) – Moradores da comunidade Castanheira, nas proximidades do bairro Alto de Nazaré, no município de Iranduba, na Região Metropolitana de Manaus, enfrentam problemas no fornecimento de energia elétrica há várias semanas. Segundo relatos, as oscilações são frequentes e têm provocado prejuízos a moradores e comerciantes da localidade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os moradores, as oscilações começaram há mais de um mês. Na semana passada, após vários dias de instabilidade, o fornecimento foi totalmente interrompido e a comunidade permaneceu cerca de 48 horas sem energia elétrica.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Conforme o morador Márcio Silva, o problema estaria relacionado ao transformador que atende a comunidade. Segundo ele, o equipamento não teria capacidade suficiente para suportar a demanda da localidade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O transformador começa a soltar óleo e para. Mas esse problema já vem há vários dias e nada é resolvido de fato. A equipe vem, realiza o trabalho, mas as oscilações continuam. O transformador não aguenta. Precisamos de um com uma potência maior para atender a comunidade”, relatou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Novo apagão deixa moradores novamente sem energia</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Nesta quarta-feira (10), menos de uma semana após o fornecimento ter sido restabelecido, os moradores voltaram a enfrentar uma nova interrupção.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo os relatos, a comunidade está novamente sem energia há mais de 15 horas. Os moradores afirmam que a situação tem se repetido mesmo após equipes realizarem serviços no local.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A instabilidade preocupa principalmente quem depende da energia elétrica para trabalhar e conservar alimentos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Comerciantes relatam prejuízos</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Comerciantes da comunidade afirmam que estão acumulando prejuízos com as constantes interrupções no fornecimento. Produtos que precisam ser mantidos refrigerados acabam estragando durante os períodos prolongados sem energia.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além da perda de mercadorias, os trabalhadores relatam dificuldades para manter o funcionamento dos estabelecimentos, já que equipamentos como freezers, geladeiras e outros aparelhos ficam impossibilitados de operar.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Mães cobram solução para crianças</h2>
<p class="wp-block-paragraph">As constantes quedas de energia também preocupam mães da comunidade, especialmente aquelas que têm crianças que necessitam de cuidados especiais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo os relatos, o calor provocado pelas altas temperaturas registradas no Amazonas torna a situação ainda mais difícil, principalmente durante os períodos em que as famílias ficam sem ventiladores e aparelhos de climatização.</p>
<p class="wp-block-paragraph">As mães cobram uma solução definitiva para o problema e afirmam que não basta apenas restabelecer temporariamente o fornecimento. A principal reivindicação é a substituição ou adequação do transformador para evitar que as oscilações e interrupções continuem ocorrendo.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Âmbar Energia é procurada</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A reportagem entrou em contato com a assessoria da Âmbar Energia, concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica na região, para solicitar esclarecimentos sobre as interrupções, as constantes oscilações e a situação do transformador que atende a comunidade. Até a publicação desta reportagem, não houve resposta.</p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS:</p>
<p class="wp-block-paragraph">Deputados cobram Âmbar por falhas no fornecimento de energia no AM</p>
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		<item>
		<title>Justiça reconhece falhas da Enel em apagão de dezembro de 2025 em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 17:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[apagão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça de São Paulo reconheceu falhas na prestação do serviço de fornecimento de energia pela Enel Distribuição São Paulo durante o apagão provocado pelo ciclone extratropical ocorrido em 9 e 10 de dezembro de 2025 em São Paulo. Mais de 2 milhões de consumidores foram afetados. Em resposta à ação civil pública ajuizada pelo Ministério [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça de São Paulo reconheceu falhas na prestação do serviço de fornecimento de energia pela Enel Distribuição São Paulo durante o apagão provocado pelo ciclone extratropical ocorrido em 9 e 10 de dezembro de 2025 em São Paulo. Mais de 2 milhões de consumidores foram afetados.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Justica-reconhece-falhas-da-Enel-em-apagao-de-dezembro-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em resposta à ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), a Justiça rejeitou o argumento da concessionária de que o fenômeno climático, por si só, seria suficiente para excluir sua responsabilidade.    </p>
<p>De acordo com o MPSP, embora o fenômeno climático tenha desencadeado as interrupções, essa não foi a causa exclusiva da extensão dos danos e da demora no restabelecimento do serviço.</p>
<p>O Ministério Público acrescenta que eventos climáticos, sejam eles de quaisquer intensidades, fazem parte dos riscos previstos na atividade e serviços prestados pela Enel.</p>
<p> “Por essa razão, [tais ocorrências] não afastam automaticamente a responsabilidade da concessionária, que deve manter infraestrutura, planejamento e capacidade operacional adequados para prevenir e reduzir os impactos sobre a população.”  </p>
<p>Na ação, foram apontadas as seguintes falhas:</p>
<ol>
<li>concentração das equipes no horário comercial;</li>
<li>forte redução do efetivo durante a noite e a madrugada;</li>
<li>uso insuficiente de veículos de grande porte;</li>
<li>emprego de equipes sem preparação para ocorrências complexas;</li>
<li>baixa resolutividade dos atendimentos;</li>
<li>deficiências no controle da vegetação próxima à rede.   <br /> </li>
</ol>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Justica-reconhece-falhas-da-Enel-em-apagao-de-dezembro-de.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo (SP), 10/12/2025 -  Queda de árvores sobre carros na rua Paula Ney, na Vila Mariana. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></p>
<p>Queda de árvores sobre carros na Rua Paula Ney, na Vila Mariana, em 10 de dezembro de 2025. Paulo Pinto/Agência Brasil</p>
<h2>Números</h2>
<p>Dados da Aneel registram que a rede teve 6.715 ocorrências de interrupção do fornecimento em 10 de dezembro. Desse total, 3.056 ocorrências (46%) demoraram mais de 24 horas para ser solucionadas e, em conjunto, atingiram 759.304 unidades consumidoras.  </p>
<p>“O número de 6.715, portanto, não corresponde à quantidade de pessoas ou imóveis afetados, mas aos registros de interrupção na rede, cada um deles potencialmente capaz de alcançar diversos consumidores. Houve consumidores sem energia até o sexto dia após o evento climático, e a ocorrência mais longa durou 142,8 horas”, completa o MPSP.  </p>
<p>A Justiça entendeu que os dados mostram que a intensidade do ciclone pode explicar o início das interrupções, mas não justifica a demora excessiva na recomposição do serviço. A decisão afirma que os prejuízos foram agravados por insuficiências de planejamento, manutenção e capacidade de resposta da concessionária.  </p>
<h2>O que diz a Enel </h2>
<p>Por meio de nota, a Enel informou que sua atuação no evento climático severo iniciado em 10 de dezembro de 2025 foi compatível com a magnitude excepcional do fenômeno.</p>
<p>Para a concessionária, o principal fator de impacto foram os ventos fortes e prolongados, que se estenderam por mais de dois dias consecutivos.  </p>
<p>“Mesmo nesse cenário, a companhia apresentou resposta mais rápida do que nos eventos de novembro de 2023 e outubro de 2024: em nove horas, restabeleceu o fornecimento para 2,5 milhões de unidades consumidoras. Em 24 horas, 80% dos clientes impactados, cerca de 3,4 milhões, já estavam com o serviço normalizado.” </p>
<p>Segundo a empresa, a operação mobilizou cerca de 1,6 mil equipes ao longo do dia, período de maior concentração por ter produtividade maior do que à noite, quando há restrições de segurança e visibilidade.  </p>
<p>A Enel disse ainda que o número de equipes trabalhando para retomar a transmissão foi de 25% a 33% maior do que os parâmetros previstos no Plano de Recuperação apresentado a Aneel. Também reforçou que equipes de outras especialidades e capacitadas, atuaram de forma complementar. </p>
<p>“A companhia reforça que vem apresentando evolução consistente nos indicadores de atendimento emergencial nos últimos três anos, como tempo médio de atendimento e interrupções prolongadas, que estão melhores do que a média nacional das grandes distribuidora.”</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-09/justica-reconhece-falhas-da-enel-em-apagao-de-dezembro-de-2025-em-sp" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Moraes pede explicações após falhas na tornozeleira de Débora do Batom</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/moraes-pede-explicacoes-apos-falhas-na-tornozeleira-de-debora-do-batom/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 22:11:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (27) que a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo esclareça as falhas apresentadas na tornozeleira eletrônica da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como Débora do Batom. A medida foi tomada após a Procuradoria-Geral da República (PGR) pedir que seja esclarecido [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (27) que a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo esclareça as falhas apresentadas na tornozeleira eletrônica da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como Débora do Batom.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Moraes-pede-explicacoes-apos-falhas-na-tornozeleira-de-Debora-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A medida foi tomada após a Procuradoria-Geral da República (PGR) pedir que seja esclarecido se a perda de sinal decorre de falhas operacionais ou violação do equipamento. O prazo para manifestação é de cinco dias.</p>
<p>Débora foi condenada a 14 anos de prisão por participar dos atos golpistas de 2023 e pichar a frase &#8220;Perdeu, mané&#8221; na estátua A Justiça, em frente ao edifício-sede do Supremo, com um batom. </p>
<p>Desde março do ano passado, Débora cumpre prisão domiciliar em Paulínia, São Paulo, onde mora. Ela é monitorada por tornozeleira eletrônica, não pode usar redes sociais e ter contato com outros investigados. No caso de descumprimento das normas, ela pode voltar para o presídio. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/moraes-pede-explicacoes-apos-falhas-na-tornozeleira-de-debora-do-batom" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Pilotos da Voepass não relatavam falhas nas aeronaves, diz Cenipa</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pilotos-da-voepass-nao-relatavam-falhas-nas-aeronaves-diz-cenipa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 00:57:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Falhas no sistema, alertas ignorados, revisões mecânicas insuficientes e uma cultura organizacional de não reportar falhas em voos anteriores estão entre as causas da queda da aeronave PS-VPB, da Voepass, em 2024. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) concluiu as investigações e divulgou os resultados nesta quinta-feira (23). No dia 9 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Falhas no sistema, alertas ignorados, revisões mecânicas insuficientes e uma cultura organizacional de não reportar falhas em voos anteriores estão entre as causas da queda da aeronave PS-VPB, da Voepass, em 2024.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Pilotos-da-Voepass-nao-relatavam-falhas-nas-aeronaves-diz-Cenipa.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) concluiu as investigações e divulgou os resultados nesta quinta-feira (23).</p>
<p>No dia 9 de agosto de 2024, o turboélice da marca francesa ATR, da empresa Voepass, caiu em Vinhedo, município vizinho de Campinas, no interior de São Paulo, vindo de Cascavel, no Paraná. A aeronave seguia para Guarulhos (SP). Foram 62 mortos no acidente, sendo 4 deles tripulantes.</p>
<p>Na ocasião, um representante da empresa afirmou que a aeronave havia passado por manutenção de rotina antes do voo e não apresentava nenhum problema técnico. As investigações, no entanto, mostraram “várias fragilidades nas atividades de manutenção”.</p>
<p>O Cenipa analisou os últimos voos anteriores da mesma aeronave com tripulações diferentes. Em todos eles, realizados entre cidades do estado de São Paulo, houve detecção de gelo e falha no sistema que retira esse gelo das partes do avião. Porém, não houve relato dessas falhas no registro de bordo.</p>
<p>“Três tripulações diferentes realizando normalização de desvio [de procedimento]. Fizemos uma análise mais ampla e notamos que outras tripulações também faziam isso, o que demonstra uma cultura organizacional”, afirmou o Investigador-Encarregado do Cenipa, Tenente-Coronel Fróes.</p>
<p>As investigações também mostraram que as manutenções nas aeronaves da empresa não cumpriam requisitos necessários de segurança. Mecânicos entrevistados afirmaram que havia troca de componentes em falha entre aeronaves. Pegavam componentes em falha de uma aeronave, instalavam em outra e liberavam para voo.</p>
<h2>Cultura organizacional</h2>
<p>O Cenipa concluiu também que havia uma cultura dentro da empresa de normalizar os desvios nas aeronaves. Pilotos e copilotos, inclusive aqueles envolvidos no acidente, recebiam alertas do sistema e desligavam os alertas, percebiam falhas nos sistemas de correção, mas não reportavam essas falhas.</p>
<p>“O que podemos afirmar é que essa ocorrência foi um acidente com peso elevadíssimo da parte da cultura organizacional. Foram 19 fatores contribuintes, mas a cultura organizacional foi muito presente”, disse o Brigadeiro do Ar Avellar, chefe do Cenipa.</p>
<h2>Alerta de gelo</h2>
<p>Durante o voo de Cascavel para Guarulhos, o sistema da aeronave alertou para o acúmulo de gelo várias vezes. O sistema também avisou, por oito vezes, que a velocidade da aeronave estava caindo em virtude do peso do gelo na fuselagem.</p>
<p>O sistema de degelo da aeronave chegou a ser acionado, mas apresentou falha e, por isso, foi desligado pelos pilotos. Não houve mudança no plano de voo em virtude dessas falhas.</p>
<p>O procedimento correto, de acordo com o Cenipa, é reiniciar o sistema. Caso haja uma segunda falha, o sistema tem que ser desligado e a aeronave levada a voar em níveis mais baixos, onde as temperaturas são menos extremas. Esse procedimento, no entanto, não foi adotado.</p>
<p>Além das falhas no sistema, a aeronave não poderia ter voado naquele momento por um problema nos limpadores de para-brisa. Essa pane limitava a aeronave a voar apenas quando não estivesse chovendo e não houvesse previsão de chuva por uma hora antes da decolagem e uma hora após o pouso.</p>
<p>O Cenipa analisou 15 mil voos da Voepass para entender possíveis padrões. Desses 15 mil, 1.674 voos tiveram algum tipo de alerta de degradação de performance. Um desses voos teve perda de controle em algum momento. O Cenipa, no entanto, nunca foi informado desse episódio, algo que deveria ter ocorrido.</p>
<h2>Componente humano</h2>
<p>Durante o voo, piloto e copiloto falavam sobre os alertas dados no painel. Depois de pouco mais de uma hora de voo, o copiloto aviou o piloto que havia esquecido de ligar o sistema de degelo, mesmo depois dos alertas. Minutos antes da queda, o copiloto comentou que havia “bastante gelo” na aeronave. Em outros momentos, antes desse ponto, o sistema de degelo já havia apresentado falha.</p>
<p>Próximo do destino, quando a aeronave passou a emitir vários alertas, como de excesso de gelo e de queda na velocidade em virtude do peso excessivo provocado por esse gelo, os pilotos passaram a lidar com várias questões ao mesmo tempo, como o procedimento de descida e os problemas com o gelo. Além disso, conversavam com a torre de comando sobre autorização para pouso.</p>
<p>“O cérebro não consegue gerenciar aquelas informações em excesso. Isso pode ter comprometido a reação deles aos alertas”, disse Fróes.</p>
<p>A demora em obter a liberação para pouso, o acúmulo de gelo, as falhas no sistema e a reação tardia dos pilotos aos problemas contribuíram para a perda gradual de controle. O ATR-72 212A da Voepass acabou entrando em rotação em parafuso, colidindo contra o solo.</p>
<p>Acesse aqui o relatório completo do Cenipa. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-07/pilotos-da-voepass-nao-relatavam-falhas-nas-aeronaves-diz-cenipa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>MPAM investiga falhas no atendimento a crianças Yanomami com desnutrição grave no AM</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mpam-investiga-falhas-no-atendimento-a-criancas-yanomami-com-desnutricao-grave-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 18:12:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) instaurou um inquérito civil para investigar possíveis falhas no acompanhamento nutricional e na assistência prestada a crianças indígenas Yanomami diagnosticadas com desnutrição grave em Santa Isabel do Rio Negro, no interior do Amazonas. A investigação busca apurar casos registrados entre 2025 e 2026, além [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Manaus (AM) – O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) instaurou um inquérito civil para investigar possíveis falhas no acompanhamento nutricional e na assistência prestada a crianças indígenas Yanomami diagnosticadas com desnutrição grave em Santa Isabel do Rio Negro, no interior do Amazonas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A investigação busca apurar casos registrados entre 2025 e 2026, além de verificar se houve continuidade do tratamento após a alta hospitalar e se as equipes de saúde mantiveram o acompanhamento das crianças nas comunidades indígenas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o MPAM, a medida foi adotada após relatórios médicos e sociais do Hospital Irmã Edwiges Maria Sikorska (HIEMS) apontarem diversos casos de crianças Yanomami com desnutrição proteico-calórica grave, muitas delas também diagnosticadas com doenças respiratórias, como pneumonia e bronquiolite.</p>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os documentos, parte dos pacientes precisou ser transferida para hospitais de Manaus devido à gravidade do quadro clínico e à limitação da capacidade de atendimento da unidade hospitalar.</p>
<h2 class="wp-block-heading">MP aponta possível descontinuidade da assistência</h2>
<p class="wp-block-paragraph">As apurações indicam que, após receberem alta médica e retornarem às aldeias, algumas crianças podem não estar recebendo acompanhamento nutricional e de saúde adequado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público aponta indícios de ausência de monitoramento contínuo e de visitas regulares das equipes multiprofissionais de saúde indígena, situação que pode fazer com que os pacientes retornem às mesmas condições de vulnerabilidade alimentar que provocaram o adoecimento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Outro fator que motivou a abertura do inquérito foi a falta de resposta do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Yanomami às solicitações encaminhadas pela Promotoria de Justiça durante a investigação preliminar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o MPAM, mesmo após ofícios enviados nos meses de janeiro, março e maio deste ano, o órgão não apresentou os documentos e informações técnicas solicitados.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Diante dos elementos já colhidos durante a investigação preliminar, o Ministério Público instaurou inquérito civil para aprofundar a apuração, verificar a eventual existência de falhas na assistência prestada pelos órgãos competentes e acompanhar as medidas adotadas para garantir a continuidade do cuidado dessas crianças e prevenir a ocorrência de novos casos”, afirmou a promotora de Justiça Taize Moraes Siqueira.</p>
<h2 class="wp-block-heading">MPAM cobra documentos e plano de combate à desnutrição</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Entre as primeiras medidas determinadas pela Promotoria está o envio de um novo ofício ao DSEI Yanomami, que terá 15 dias para apresentar documentos que comprovem:</p>
<li>o acompanhamento das crianças após a alta hospitalar;</li>
<li>a quantidade de profissionais de saúde que atuam na região do Rio Marauiá;</li>
<li>o Plano de Contingência e Enfrentamento da Desnutrição Infantil Yanomami de 2026;</li>
<li>a disponibilidade de fórmulas nutricionais e outros insumos;</li>
<li>o cronograma de visitas das equipes de saúde às aldeias.</li>
<p class="wp-block-paragraph">O Hospital Irmã Edwiges Maria Sikorska e a Secretaria Municipal de Saúde também deverão informar se houve novos atendimentos de crianças Yanomami com desnutrição grave ou complicações respiratórias entre março e julho deste ano.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o MPAM solicitou esclarecimentos sobre a existência de protocolos de comunicação entre o hospital e o DSEI para garantir a continuidade do tratamento após a alta.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), o Conselho Distrital de Saúde Indígena (Condisi) Yanomami, o Conselho Tutelar e o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Santa Isabel do Rio Negro também foram oficiados para apresentar informações relacionadas à segurança alimentar das comunidades e ao acompanhamento das famílias.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Queremos assegurar que, após a alta hospitalar, essas crianças continuem recebendo supervisão nutricional e de saúde adequada, para que não retornem ao mesmo contexto de vulnerabilidade que ocasionou o adoecimento”, concluiu a promotora.</p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS:</p>
<p class="wp-block-paragraph">Agricultores resgatam filhotes de onça encontrados sozinhos no Amazonas</p>
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		<title>MPT aponta falhas em mecanismos de controle sobre trabalho escravo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 21:28:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Trabalho (MPT) identificou que os sistemas de autorregulação e auditoria de grandes empresas têm sido insuficientes para impedir a presença de trabalho escravo em suas cadeias produtivas. Em apenas dois anos, o órgão notificou mais de 30 companhias líderes em seus setores por adquirirem bens ou serviços de fornecedores flagrados submetendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público do Trabalho (MPT) identificou que os sistemas de autorregulação e auditoria de grandes empresas têm sido insuficientes para impedir a presença de trabalho escravo em suas cadeias produtivas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/MPT-aponta-falhas-em-mecanismos-de-controle-sobre-trabalho-escravo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em apenas dois anos, o órgão notificou mais de 30 companhias líderes em seus setores por adquirirem bens ou serviços de fornecedores flagrados submetendo seus empregados ou colaboradores a condições análogas à escravidão, em condições degradantes.</p>
<p>“Está havendo uma discrepância muito grande entre o que é dito para os acionistas e para a sociedade em geral e o que está sendo feito, na prática, para prevenir o crime”, afirmou o procurador Ilan Fonseca de Souza, da Coordenadoria de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho (Conafret).</p>
<p>Durante entrevista coletiva na qual o MPT divulgou resultados preliminares do projeto Reação em Cadeia, que busca identificar os vínculos entre grandes companhias e a escravidão moderna, Souza destacou que, invariavelmente, toda grande empresa garante que adota mecanismos de “compliance” para evitar violações aos direitos humanos. </p>
<p>“Geralmente, isso é publicizado para atender a uma demanda dos acionistas, mas ao investigarmos o cumprimento e a efetividade dessas medidas, tivemos uma surpresa ruim. Boa parte desses documentos são meramente formais, lacônicos”, criticou Souza, que gerencia o projeto Reação em Cadeia.</p>
<p>Juntas, as grandes companhias já notificadas a prestar esclarecimentos ao MPT movimentam mais de R$ 48 bilhões. O que, de acordo com Souza, invalida os argumentos de que esse tipo de crime é um fenômeno isolado, restrito a negócios informais sem condições financeiras para pagar os direitos trabalhistas devidos a seus empregados.</p>
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<p>“As atividades econômicas em que o trabalho escravo acontece não são deficitárias. Pelo contrário, são rentáveis”, acrescentou Souza.</p>
<p>Ele revelou que, entre as atividades econômicas “mais sensíveis”, ou seja, aquelas nos quais foram encontrados mais trabalhadores em condições degradantes, estão as carvoarias, fazendas de soja, café ou cana de açúcar, construção civil e a indústria têxtil.</p>
<p>Além das grandes empresas notificadas, o MPT identificou ao menos outras 20 companhias líderes e duas prefeituras suspeitas de negociar, sistematicamente, com fornecedores implicados com o trabalho escravo, muitos dos quais já constavam da Lista Suja do Trabalho Escravo, do Ministério do Trabalho e Emprego.</p>
<p>Como vários casos estão em fase de apuração e as empresas sequer apresentaram suas defesas, o MPT não divulgou os nomes de quem está sendo investigado, limitando-se a informar aquelas que já são alvo de ação civil pública ou que firmaram termos de ajuste de conduta.</p>
<p>De forma geral, entre os investigados estão algumas das maiores redes de supermercados do Brasil, multinacionais do setor de alimentos, gigantes da siderurgia, grandes varejistas de moda e distribuidoras de combustíveis.</p>
<p>Há também, segundo o MPT, companhias que “se beneficiam da exploração ao adquirir, potencialmente, produtos por valores artificialmente mais baixos do que seriam praticados caso a produção observasse os direitos trabalhistas e humanos”.</p>
<p>O MPT diz que quando flagradas adquirindo mercadorias e serviços de fornecedores que sujeitam seus empregados a condições aviltantes e ilegais, as grandes empresas se apressaram a romper o contrato e a anunciar que interromperam o fornecimento, contratando uma nova prestadora de serviços. </p>
<p>O problema, segundo Souza, é que, em muitos casos, ou a empresa substituta recorre às mesmas práticas, ou pior, pertence aos mesmos donos que a anteriormente autuada.  </p>
<p>“É o que chamamos de cegueira deliberada. É muito mais conveniente, mais fácil, escapar juridicamente de situações como essa quando você finge que não a está enxergando”, explicou Souza.</p>
<p>Ele ressalta a gravidade do problema, lembrando que, desde 1995, 65 mil trabalhadores foram resgatados em condições análogas à escravidão. </p>
<p>Esse resultado, segundo especialistas, não reflete a real dimensão do problema que o MPT classifica como uma “falha sistêmica”.</p>
<p>“Se a mercadoria ou serviço continua sendo fornecida e o empresário não vai a campo para identificar as condições dos trabalhadores que as produzem, é porque ele, deliberadamente, escolheu não enxergar o problema”, avalia o procurador.</p>
<p>Para a vice-procuradora-geral do Trabalho, Teresa Basteiro, a moderna exploração do trabalho escravo só será superada, no Brasil, com o envolvimento de toda a sociedade. </p>
<p>“Esta questão não se limita à atuação do Poder Executivo, das forças policiais e do Ministério Público. É fundamental o envolvimento de toda a sociedade. A conscientização da sociedade sobre as práticas produtivas é que podem reduzir a trabalhadora e o trabalhador à condições muito sofridas. Quando trazemos isso a lume, a tendência é que possamos concretizar o princípio do valor social do trabalho e da dignidade da pessoa humana”, defende a vice-procuradora-geral.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/mpt-aponta-falhas-em-mecanismos-de-controle-sobre-trabalho-escravo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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