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	<title>fora Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Unesco: 273 milhões de crianças estão fora da escola em todo o mundo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/unesco-273-milhoes-de-criancas-estao-fora-da-escola-em-todo-o-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 23:50:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) apresentou nesta quarta-feira (25) o Relatório de Monitoramento Global da Educação (Relatório GEM) 2026 sobre a situação mundial da educação. Após cair 33% entre 2000 e 2015, a população fora da escola aumentou pelo sétimo ano consecutivo, subindo 3% desde 2015 e atingindo 273 milhões em 2024. Isso significa que uma em cada seis crianças, adolescentes e jovens em todo o mundo está excluído da educação. Outra conclusão do documento é que apenas dois terços dos jovens concluem a educação secundária. Os principais fatores apontados são o crescimento populacional, crises e a redução de orçamentos. Contagem Regressiva  A Unesco afirma que essa população jovem é subestimada em pelo menos 13 milhões se informações suplementares de fontes humanitárias forem...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) apresentou nesta quarta-feira (25) o Relatório de Monitoramento Global da Educação (Relatório GEM) 2026 sobre a situação mundial da educação.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Unesco-273-milhoes-de-criancas-estao-fora-da-escola-em.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Após cair 33% entre 2000 e 2015, a população fora da escola aumentou pelo sétimo ano consecutivo, subindo 3% desde 2015 e atingindo 273 milhões em 2024. Isso significa que uma em cada seis crianças, adolescentes e jovens em todo o mundo está excluído da educação. Outra conclusão do documento é que apenas dois terços dos jovens concluem a educação secundária.</p>
<p>Os principais fatores apontados são o crescimento populacional, crises e a redução de orçamentos.</p>
<h2>Contagem Regressiva </h2>
<p>A Unesco afirma que essa população jovem é subestimada em pelo menos 13 milhões se informações suplementares de fontes humanitárias forem usadas para corrigir lacunas de dados nos dez países mais afetados por conflitos.</p>
<p>O relatório é o primeiro da série Contagem Regressiva para 2030, composta por três partes. A publicação seriada pretende avaliar o progresso da educação em termos de acesso e equidade (2026), qualidade e aprendizagem (2027) e relevância (2028-2029).</p>
<h2>Matrículas</h2>
<p>Com 1,4 bilhão de estudantes matriculados em 2024, as matrículas aumentaram em 327 milhões (30%) no ensino primário e secundário desde 2000. O Relatório de Monitoramento Global da Educação mostra que também houve aumento de 45% na pré-escola e de 161% no ensino pós-secundário (superior). Isso equivale a mais de 25 crianças que obtêm acesso à escola, a cada um minuto.</p>
<p>Por exemplo, a taxa de matrícula na educação primária da Etiópia aumentou de 18%, em 1974, para 84%, em 2024, e a expansão do acesso ao ensino superior na China cresceu em um ritmo sem precedentes, passando de 7%, em 1999, para mais de 60%, em 2024.</p>
<h2>Educação pré-primária</h2>
<p>O relatório avalia se uma criança de 5 anos está em sala de aula. Apesar do indicador global afirmar que 75% das crianças com essa idade tinha acesso à educação, os dados mostram que apenas 60% dos alunos do ensino fundamental tiveram pelo menos um ano de educação pré-primária.</p>
<p>Isso pode indicar um irreal sucesso da educação infantil ao incluir crianças que já &#8220;pularam&#8221; essa etapa de ensino (infantil) e foram direto para o ensino fundamental.</p>
<h2>Permanência na escola</h2>
<p>O documento mostra também que o progresso na permanência de crianças na escola desacelerou em quase todas as regiões desde 2015.</p>
<p>O destaque negativo é a desaceleração acentuada na África Subsaariana, sobretudo em razão do crescimento populacional. Diversas crises — incluindo conflitos — também comprometeram os avanços.</p>
<p>Outra região apontada pelo levantamento com milhões de crianças fora das salas de aula e sob maior risco de atraso educacional é o Oriente Médio, após o início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã que forçaram o fechamento de muitas escolas da região.</p>
<p>“Mais de uma em cada seis crianças vive em áreas afetadas por conflitos, representando milhões a mais fora da escola, além daqueles identificados pelas estatísticas”, disse a Unesco.</p>
<p>Mas o progresso foi observado em alguns países, que reduziram as taxas de evasão em pelo menos 80% desde 2000.</p>
<p>É o caso de Madagascar e do Togo entre crianças; de Marrocos e Vietnã entre adolescentes; e de Geórgia e Turquia entre os jovens. No mesmo período, a Costa do Marfim reduziu pela metade suas taxas de exclusão nas três faixas etárias.</p>
<p>Entre 2000 e 2024, o México reduziu as taxas de evasão em mais de 20 pontos percentuais a mais que El Salvador; Serra Leoa aumentou as taxas de conclusão do primário 22 pontos a mais que a Libéria; e o Iraque aumentou sua taxa de conclusão do ensino médio 10 pontos a mais que a Argélia.</p>
<h2>Conclusão do ensino</h2>
<p>Mais crianças estão concluindo sua educação, e não apenas iniciando. Desde 2000, a taxa de conclusão escolar aumentou de 77% para 88% no ensino primário, de 60% para 78% nos finais do ensino fundamental (fundamental II) e de 37% para 61% no ensino médio. O ritmo de aumento tem sido, por exemplo, de um ponto percentual por ano no ensino médio desde 2000.</p>
<p>Nas taxas atuais de expansão, o mundo alcançaria 95% de conclusão do ensino médio apenas em 2105.</p>
<h2>Repetência</h2>
<p>As altas taxas de repetência caíram desde 2000 em 62% no primário e em 38% no ensino médio inferior.</p>
<p>A Unesco relata que muitas crianças ainda se matriculam tarde na escola e repetem anos em países de baixa e média-baixa renda, o que significa que muitos concluem cada ciclo com vários anos de atraso.</p>
<p>A lacuna entre a conclusão &#8220;no tempo certo&#8221; (entre três a cinco anos da idade oficial de formatura) e a conclusão &#8220;final&#8221; (mesmo que tardia) no ensino médio inferior é de quatro pontos percentuais globalmente, mas chega a nove pontos em países de baixa renda. “Uma diferença que vem crescendo desde 2005”, diz o relatório.</p>
<h2>Universalização da educação</h2>
<p>O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 (ODS 4) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) tem a meta central de garantir, até 2030, que todas as meninas e meninos concluam o ensino primário e secundário gratuito, equitativo e de qualidade. </p>
<p>Desde 2022, 80% dos países comunicaram metas nacionais para pelo menos alguns dos oito indicadores do ODS 4 a serem alcançados até 2030.</p>
<p>O progresso para alcançar as metas é monitorado anualmente pela Unesco.</p>
<p>O Relatório GEM 2026 da Unesco releva que muitos países têm registrado progressos significativos, o que evidencia a importância do contexto nacional na definição de metas e na formulação de políticas.</p>
<h2>Equidade</h2>
<p>Ao analisar a educação mundial nos últimos anos, em grande medida, as disparidades de gênero na educação primária e secundária foram reduzidas na média. No Nepal, por exemplo, as meninas alcançaram rapidamente os meninos, e, em algumas regiões, os superaram, graças a reformas sustentadas em favor da igualdade de gênero.</p>
<h2>Educação inclusiva </h2>
<p>Desde 2000, a proporção de países com leis de educação inclusiva aumentou de 1% para 24%, enquanto a daqueles que incluem em suas leis o ensino inclusivo para crianças com deficiência cresceu de 17% para 29%. A proporção de países que adotaram uma definição de educação inclusiva aumentou de 68% em 2020 para 84% em 2025; destes, a parcela cuja definição vai além da deficiência aumentou de 51% para 69%.</p>
<p>Entre 1998 e 2023, em 158 países, a proporção de pessoas com 12 anos de escolaridade obrigatória aumentou de 8% para 26%; em 130 países, a duração média da educação gratuita aumentou de 10 anos para 10,8 anos.</p>
<h2>Financiamento da educação</h2>
<p>A proporção de países que utilizam quatro mecanismos de financiamento e aproveitam seu potencial para beneficiar populações desfavorecidas no ensino fundamental e médio – transferências para governos subnacionais, para escolas e para alunos e famílias – aumentou de quatro a seis vezes nos últimos 25 anos. Os programas de merenda escolar, que partiram de uma base mais alta, dobraram de tamanho.</p>
<p>Na educação pré-primária, 54% dos países transferem recursos para instituições que atendem crianças desfavorecidas, 26% transferem recursos para as famílias por meio do Ministério da Educação e 55% transferem recursos para as famílias por meio de algum outro ministério.</p>
<p>No ensino superior, 1 em cada 3 países não cobra mensalidades em universidades públicas, quase 1 em cada 2 países subsidia o alojamento estudantil, 4 em cada 10 apoiam o transporte e pouco menos de 3 em cada 10 subsidiam livros didáticos.</p>
<h2>Recomendações</h2>
<p>Com a aproximação do prazo de 2030 e os países rumo a cumprimento do ODS 4, a Unesco entende que os processos de definição de metas dos países podem ser mais firmemente incorporados aos processos nacionais de planejamento e orçamento, com base nas taxas de progresso anteriores e nas experiências de outros países. O organismo recomenda que essas metas sejam melhor comunicadas internamente. </p>
<p>A Unesco defende que é necessário um uso mais eficiente dos dados disponíveis em pesquisas e censos para monitorar a participação e a equidade na educação.</p>
<p>Para a formulação de políticas públicas, a Unesco enfatiza que é preciso aprimorar o monitoramento da educação por meio da produção de estatísticas com informações mais precisas sobre participação e aproveitamento escolar.</p>
<p>As políticas também precisam ser monitoradas, e não apenas os resultados e os impactos.</p>
<p>A Unesco valoriza os intercâmbios entre países para gerar ideias, mas alerta que experiências estrangeiras devem ser analisadas e filtradas para o que é aplicável à realidade local de cada país.</p>
<p>O organismo internacional observa também que o desenvolvimento de políticas educacionais deve ser pautado pela equidade e os resultados devem ser avaliados.</p>
<p>Para acessar o conteúdo completo do Relatório GEM 2026, clique aqui.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/unesco-273-milhoes-de-criancas-estao-fora-da-escola-em-todo-o-mundo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Morador de Juiz de Fora vive entre escombros de casa atingida por lama</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/morador-de-juiz-de-fora-vive-entre-escombros-de-casa-atingida-por-lama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 12:58:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na comunidade Três Moinhos, em Juiz de Fora, o morador Gilvan Leal Luzia, de 55 anos, passa dia e noite em um colchão posicionado no que restou da garagem. De um lado, a casa destruída pela lama. Do outro, parte do carro soterrada. Para se abrigar da chuva, um teto improvisado com colchonete, pedaços de telha e outros destroços. Há um mês, na noite de 23 de fevereiro, ele escapou por pouco de ser um dos mortos das enchentes e deslizamentos de terra que atingiram a Zona da Mata Mineira. No total, 73 pessoas perderam a vida em Juiz de Fora e Ubá. “Eu ia entrar aqui para pegar uns documentos, aí a minha irmã falou para eu não fazer isso. Na hora que eu pensei em entrar, desmoronou tudo”,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na comunidade Três Moinhos, em Juiz de Fora, o morador Gilvan Leal Luzia, de 55 anos, passa dia e noite em um colchão posicionado no que restou da garagem. De um lado, a casa destruída pela lama. Do outro, parte do carro soterrada. Para se abrigar da chuva, um teto improvisado com colchonete, pedaços de telha e outros destroços.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Morador-de-Juiz-de-Fora-vive-entre-escombros-de-casa.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Há um mês, na noite de 23 de fevereiro, ele escapou por pouco de ser um dos mortos das enchentes e deslizamentos de terra que atingiram a Zona da Mata Mineira. No total, 73 pessoas perderam a vida em Juiz de Fora e Ubá.</p>
<p>“Eu ia entrar aqui para pegar uns documentos, aí a minha irmã falou para eu não fazer isso. Na hora que eu pensei em entrar, desmoronou tudo”, lembra Gilvan.</p>
<p>A residência ficou inabitável. Gilvan passou a dormir do lado de fora, mesmo com a previsão de novas chuvas.</p>
<p>“Se tiver de morrer, eu vou morrer. Eu nasci e fui criado aqui. Tem lugar para eu ir?”, questiona.</p>
<p>Nascido e criado na região, ele afirma nunca ter presenciado algo semelhante. A tragédia agravou uma situação de saúde já delicada. Gilvan sofreu um infarto recentemente e diz que não pode realizar esforço físico, mas depende de trabalhos informais para sobreviver.</p>
<p>“Não posso pegar peso, mas, mesmo assim, estou trabalhando para sobreviver. Até agora não tive ajuda nenhuma. Eu não quero dinheiro. Só quero uma solução para morar”, diz Gilvan.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Morador-de-Juiz-de-Fora-vive-entre-escombros-de-casa.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Juiz de Fora (MG), 19/03/2026 - Casa de Gilvan Leal Luzia, 55 anos, no bairro Três Moinhos, uma das regiões mais afetadas pelas chuvas. Um mês depois dos deslizamentos e alagamentos que causaram a morte de mais de 70 pessoas em Juiz de Fora, além de deixar milhares de pessoas desabrigadas.   Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p>Juiz de Fora (MG), 19/03/2026 &#8211; Casa de Gilvan Leal Luzia, 55 anos, no bairro Três Moinhos, uma das regiões mais afetadas pelas chuvas. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil</p>
<p>Sem definição sobre a liberação da área ou planos de reassentamento, o morador tenta planejar sozinho a reconstrução, mesmo com recursos limitados.</p>
<p>“Vou limpar tudo e fazer um quarto, um banheiro e uma cozinha para mim”, diz.</p>
<p>A feirante Kasciany Pozzi Bispo, de 36 anos, ainda tenta entender como reconstruir a rotina em meio ao isolamento, à falta de renda e às incertezas sobre o futuro. Ela depende da venda de cana-de-açúcar para sobreviver, atividade que ficou completamente paralisada nos últimos 30 dias.</p>
<p>“Muita cana jogada fora. É a única renda que a gente tem. Sem acesso para veículos, o transporte da produção se tornou impossível. O caminhão não consegue sair. A gente improvisa, pega carro emprestado e vai ao canavial cortar o que dá para tentar sobreviver”, disse.</p>
<p>O plano imediato é esperar o barro secar, retirar a Kombi da família, que está presa na lama, e tentar retomar o trabalho em outro lugar. A casa onde vivia foi interditada, assim como a de vizinhos. As crianças também foram afetadas.</p>
<p>“Todos sem ir para a escola. Estão querendo colocar em colégio longe. É complicado”, lamenta.</p>
<p>Enquanto tenta resolver questões burocráticas para ter acesso aos auxílios do governo, Kasciany pede por medidas urgentes na comunidade.</p>
<p>“Podiam, pelo menos, liberar uma máquina para limpar a rua, para o pessoal tirar o que sobrou de dentro de casa. Estamos ilhados em um bairro e ninguém faz nada. Os próprios moradores é que estão limpando a rua. Só pedimos um pouco de dignidade para o pessoal daqui&#8221;, pede Kasciany.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774097885_671_Morador-de-Juiz-de-Fora-vive-entre-escombros-de-casa.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Juiz de Fora (MG), 19/03/2026 - Kasciany Pozzi Bispo, e sua kombi atolada no alto do Bairro Três Moinhos, um dos mais afetados pelas fortes chuvas. Um mês depois dos deslizamentos e alagamentos que causaram a morte de mais de 70 pessoas em Juiz de Fora, além de deixar milhares de pessoas desabrigadas. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p>Juiz de Fora (MG), 19/03/2026 &#8211; A feirante Kasciany Pozzi Bispo, e sua kombi atolada no alto do Bairro Três Moinhos, um dos mais afetados pelas fortes chuvas. Um mês depois dos deslizamentos e alagamentos que causaram a morte de mais de 70 pessoas em Juiz de Fora, além de deixar milhares de pessoas desabrigadas. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil</p>
<p>A Prefeitura de Juiz Fora informou, em nota, que o auxílio calamidade municipal será creditado na próxima segunda-feira (23) nas contas do Cadastro Único (CadÚnico) das famílias afetadas.</p>
<p>Também contabilizou 1.008 moradias completamente destruídas e oito imóveis demolidos. E registrou ter encaminhado famílias desabrigadas, que estavam inicialmente em abrigos temporários, para hotéis da cidade.</p>
<p>Disse ainda que a rede municipal já retomou as atividades em 101 unidades, e cinco escolas permanecem sem retorno às aulas até o momento: EM Adenilde Bispo, EM Clotilde Hargreaves, EM Antônio Faustino, EM Santa Catarina Labouré e EM Murilo Mendes.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/morador-de-juiz-de-fora-vive-entre-escombros-de-casa-atingida-por-lama" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/morador-de-juiz-de-fora-vive-entre-escombros-de-casa-atingida-por-lama/">Morador de Juiz de Fora vive entre escombros de casa atingida por lama</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Buscas em Juiz de Fora estão encerradas; moradores seguem fora de casa</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/buscas-em-juiz-de-fora-estao-encerradas-moradores-seguem-fora-de-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 17:48:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil de Minas Gerais informou que as buscas por vítimas das chuvas em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, estão encerradas. O corpo do último desaparecido , o menino Pietro, de 9 anos ,foi localizado na noite de sábado (28), no bairro Paineiras. O número de mortos em decorrência das chuvas chegou a 72 na manhã deste domingo (1º), segundo atualização da Polícia Civil do estado. Ao todo, 72 corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML), sendo 65 de Juiz de Fora e de Ubá. Uma pessoa continua desaparecida em Ubá, onde as buscas serão intensificadas. No bairro Paineiras, área de classe média com casarões antigos e prédios residenciais, moradores seguem fora de casa após o deslizamento de terra que atingiu imóveis na noite de segunda-feira (24). A Defesa Civil...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil de Minas Gerais informou que as buscas por vítimas das chuvas em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, estão encerradas. O corpo do último desaparecido , o menino Pietro, de 9 anos ,foi localizado na noite de sábado (28), no bairro Paineiras.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Buscas-em-Juiz-de-Fora-estao-encerradas-moradores-seguem-fora.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O número de mortos em decorrência das chuvas chegou a 72 na manhã deste domingo (1º), segundo atualização da Polícia Civil do estado. Ao todo, 72 corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML), sendo 65 de Juiz de Fora e de Ubá. Uma pessoa continua desaparecida em Ubá, onde as buscas serão intensificadas.</p>
<p>No bairro Paineiras, área de classe média com casarões antigos e prédios residenciais, moradores seguem fora de casa após o deslizamento de terra que atingiu imóveis na noite de segunda-feira (24). A Defesa Civil orientou a retirada das famílias diante do risco de novos desmoronamentos, especialmente pela instabilidade na encosta do Morro do Cristo.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Buscas-em-Juiz-de-Fora-estao-encerradas-moradores-seguem-fora.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Juiz de Fora (MG), 27/02/2026 - Deslizamento de terra do Morro do Cristo, ocorrido durante a tempestade de segunda-feira, 23 de fevereiro, no Bairro Paineiras. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Deslizamento de terra do Morro do Cristo atinge o Bairro Paineiras, em Juiz de Fora &#8211; Foto Rovena Rosa/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>O engenheiro civil Guilherme Belini Golver, atualmente desempregado, mora em um casarão na rua atingida, onde vive com os pais. Ele não estava em casa no momento do deslizamento, mas percebeu a gravidade da situação ainda durante o temporal : “Quando eu saí, já havia muita água, parecia um rio, de cor assim, amarronzada. Tava igualzinho um rio”, relatou. Guilherme saiu por volta das 22h10 para buscar a filha na faculdade. Cerca de 20 minutos depois, recebeu a ligação de um vizinho:“Quando ele chegou aqui fora, já estava essa tragédia toda. A terra invadindo a casa, dentro do portão, da garagem.”</p>
<p>Desde então, a família não pôde permanecer no imóvel.</p>
<p>“A Defesa Civil pediu para a gente sair porque não se sabe a gravidade, né? Não sabe se pode vir mais alguma coisa lá do Morro do Cristo.”</p>
<p>Ele tem retornado apenas para tentar limpar a lama e vigiar o imóvel, que ficou vulnerável após o impacto da terra : “Limpar, tentar acabar com esse lamaçal. E também ficar de olho na casa, que ficou vulnerável. Ficou aberta, a gente perdeu a tranca.”</p>
<p>O engenheiro lembra que, há cerca de 40 anos, pequenas pedras deslizaram da encosta, o que levou à instalação de contenções. “Mas isso há 40 anos, não foram pedras grandes. Foram pequenas&#8221;.  Apesar da experiência passada, ele admite o receio de novos episódios. “A cabeça da gente fica meio preocupada, aquele medo de acontecer de novo.”</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1772387289_192_Buscas-em-Juiz-de-Fora-estao-encerradas-moradores-seguem-fora.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Juiz de Fora (MG), 27/02/2026 - Deslizamento de terra do Morro do Cristo, ocorrido durante a tempestade de segunda-feira, 23 de fevereiro, no Bairro Paineiras. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Casas e apartamentos são atingidos por deslizamento de terra do Morro do Cristo no Bairro Paineiras, em Juiz de Fora &#8211; Foto Rovena Rosa/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Na mesma rua, um policial penal que morava ali há cerca de quatro meses, morreu durante o deslizamento. A poucos metros do casarão de Guilherme, três prédios residenciais alugados por uma mesma família também foram atingidos. Em um dos apartamentos mora o motoboy Paulo Barbosa Siqueira, de 25 anos. Ele estava fora quando o desabamento ocorreu, por volta das 22h50.</p>
<p>“No momento eu tinha ido buscar minha irmã no serviço por causa da chuva. Quando curvei aqui para entrar  no prédio, já tinha caído tudo”, conta Barbosa.</p>
<p>Segundo ele, moradores precisaram improvisar uma rota de fuga entre apartamentos para escapar: “Teve gente que pulou de dois apartamentos para poder ir para o outro. Aí a gente fez o caminho. Isso, salvamos todo mundo. Ninguém veio ajudar a gente. Eu e um policial militar que fizemos o caminho para salvar todos.”</p>
<p>Um vizinho, que trabalhava como policial penal , morreu no episódio. “A gente perdeu um policial do nosso prédio.”, lamenta Paulo.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1772387290_622_Buscas-em-Juiz-de-Fora-estao-encerradas-moradores-seguem-fora.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Juiz de Fora (MG), 27/02/2026 - Deslizamento de terra do Morro do Cristo, ocorrido durante a tempestade de segunda-feira, 23 de fevereiro, no Bairro Paineiras. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Chuvas em Juiz de Fora provocam deslizamentos de terra no Bairro Paineiras &#8211; Foto Rovena Rosa/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Desde então, os moradores aguardam autorização para entrar nos imóveis e retirar documentos e pertences. O acesso permanece interditado por risco estrutural :</p>
<p>“A gente quer pegar o básico, documento, roupa. A gente está sem nada, de favor na casa dos outros. A gente está usando roupa dos outros. Sem nada para comer.”</p>
<p>Paulo afirma que, até o momento, não houve um posicionamento formal sobre a situação dos prédios: “Até agora a Defesa não deu um parecer para a gente, nem bombeiro.”</p>
<p>Ele relata dificuldades para se alimentar e dormir desde a tragédia. “Desde o dia do acontecimento, eu não como, não consigo comer. Nem dormindo direito a gente está.”</p>
<p>Moradores também denunciam saques durante a madrugada nos imóveis interditados. “Porque de madrugada, quando o pessoal para de trabalhar, estão vindo roubar, saquear nosso prédio.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1772387290_767_Buscas-em-Juiz-de-Fora-estao-encerradas-moradores-seguem-fora.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Juiz de Fora (MG), 27/02/2026 - Deslizamento de terra do Morro do Cristo, ocorrido durante a tempestade de segunda-feira, 23 de fevereiro, no Bairro Paineiras. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Moradores denunciam saques nos imóveis interditados &#8211; Foto Rovena Rosa/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Os deslizamentos no Paineiras atingiram dois pontos distintos, em ruas próximas. Em uma delas, onde ficam casarões e prédios de classe média, ocorreram danos estruturais e uma morte. Na rua seguinte, equipes de resgate atuaram intensamente após registros de vítimas e desaparecimento, incluindo o caso do menino encontrado no sábado.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/chuvas-em-minas-buscas-em-juiz-de-fora-estao-encerradas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/buscas-em-juiz-de-fora-estao-encerradas-moradores-seguem-fora-de-casa/">Buscas em Juiz de Fora estão encerradas; moradores seguem fora de casa</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>&#8220;Eu só fui”: ex-soldado salva criança de inundação em Juiz de Fora</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/eu-so-fui-ex-soldado-salva-crianca-de-inundacao-em-juiz-de-fora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 00:21:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ex-soldado do Exército Yuri Souza, de 19 anos de idade, viveu seu maior ato de bravura na última semana de serviço. Na terça-feira (24), poucos dias antes de ser desligado, ele enfrentou uma rua alagada, com água na cintura, para salvar uma bebezinha de 5 meses durante a enchente em Juiz de Fora, Minas Gerais. As fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira entram para a história como um dos eventos mais extremos na região, deixando 65 mortos, além de milhares de desabrigados e desalojados, segundo o balanço de sexta-feira (27) do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. Yuri atuava no resgate de crianças e idosos no bairro Industrial, um dos mais afetados pelas chuvas, quando o pai da bebê pediu ajuda.  &#8220;Eu e mais um soldado...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/eu-so-fui-ex-soldado-salva-crianca-de-inundacao-em-juiz-de-fora/">&#8220;Eu só fui”: ex-soldado salva criança de inundação em Juiz de Fora</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-soldado do Exército Yuri Souza, de 19 anos de idade, viveu seu maior ato de bravura na última semana de serviço. Na terça-feira (24), poucos dias antes de ser desligado, ele enfrentou uma rua alagada, com água na cintura, para salvar uma bebezinha de 5 meses durante a enchente em Juiz de Fora, Minas Gerais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Eu-so-fui-ex-soldado-salva-crianca-de-inundacao-em-Juiz.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira entram para a história como um dos eventos mais extremos na região, deixando 65 mortos, além de milhares de desabrigados e desalojados, segundo o balanço de sexta-feira (27) do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais.</p>
<p>Yuri atuava no resgate de crianças e idosos no bairro Industrial, um dos mais afetados pelas chuvas, quando o pai da bebê pediu ajuda. </p>
<p>&#8220;Eu e mais um soldado saímos perguntando quem estava precisando de ajuda e queria ser resgatado, quando o pai da criança me chamou para tirar a bebê e a mãe, presas no segundo andar da casa&#8221;, contou.</p>
<p>A família estava em uma das últimas casas da rua onde os soldados atuavam, de difícil acesso.</p>
<p>&#8220;O bairro Industrial inteiro estava debaixo d&#8217;água&#8221;, lembrou Yuri. &#8220;Foi até difícil para o Exército chegar, fomos com a viatura até onde deu, até a água bater no motor&#8221;.</p>
<p>As imagens que viralizaram nas redes sociais mostram Yuri com água barrenta quase na cintura, caminhando calmamente em um trecho completamente inundado, embaixo de fios da rede elétrica, com a bebezinha no colo.</p>
<p>O ex-soldado conta que o caminhão do Exército estava 300 metros adiante e que era preciso andar até lá para deixar todos em segurança. Então, acompanhado do pai e da mãe da pequena, que não aparecem nas imagens por estarem mais atrás, Yuri segurou firme a criança e caminhou.</p>
<p>&#8220;Na hora, você não pensa [em riscos, como correnteza]. Na hora eu só fui&#8221;, disse. &#8220;Estava ali para ajudar e ajudei&#8221;, afirmou. </p>
<p>Nesse mesmo dia, ele salvou também duas crianças de colo e idosos, todos carregados no colo até o caminhão. No vídeo, é possível ver uma idosa sendo atendida por soldados.</p>
<p>Yuri não tem filhos, mas disse que ficou emocionado com o pedido de ajuda da família e agradece às inúmeras mensagens e elogios que vem recebendo. Ele ficou dois anos no Exército, corporação da qual se despediu na sexta-feira, ao meio-dia. Ele foi dispensado após cumprir o Serviço Militar obrigatório.</p>
<p>O pai da criança, Jeferson Rinco, também homenageou Yuri com uma mensagem emocionante nas redes. </p>
<p>&#8220;No meio daquela inundação, da água levando nossos sonhos, lembranças e tudo o que construímos com tanto esforço, estava a minha filha, pequena, frágil, nos braços do soldado Yuri&#8221;, escreveu. </p>
<p>&#8220;Quando eu vi aquela imagem, de novo chorei. Eu vi um anjo de farda, que escolheu arriscar a vida para salvar o que temos de mais precioso nesse mundo&#8221;, completou. </p>
<p>Na mensagem, Jeferson Rinco revela que o momento era de desespero.</p>
<p>Preocupado em evitar mais exposição para a criança, Jeferson preferiu não dar entrevista em detalhes. Mas informou que a família, incluindo seis gatos, passa bem. A mãe e a bebê se abrigaram na casa de parentes, enquanto ele e os animais estão no telhado da residência alagada. Eles perderam bens e móveis com as chuvas, mas esperam conseguir recuperar com apoio e doações.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/eu-so-fui-ex-soldado-salva-crianca-de-inundacao-em-juiz-de-fora" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/eu-so-fui-ex-soldado-salva-crianca-de-inundacao-em-juiz-de-fora/">&#8220;Eu só fui”: ex-soldado salva criança de inundação em Juiz de Fora</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>&#8220;Eu só fui”: ex-soldado salva criança em inundação em Juiz de Fora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 23:41:06 +0000</pubDate>
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<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/eu-so-fui-ex-soldado-salva-crianca-em-inundacao-em-juiz-de-fora/">&#8220;Eu só fui”: ex-soldado salva criança em inundação em Juiz de Fora</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-soldado do Exército Yuri Souza, de 19 anos de idade, viveu seu maior ato de bravura na última semana de serviço. Na terça-feira (24), poucos dias antes de ser desligado, ele enfrentou uma rua alagada, com água na cintura, para salvar uma bebezinha de 5 meses durante a enchente em Juiz de Fora, Minas Gerais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Eu-so-fui-ex-soldado-salva-crianca-em-inundacao-em-Juiz.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira entram para a história como um dos eventos mais extremos na região, deixando 65 mortos, além de milhares de desabrigados e desalojados, segundo o balanço de sexta-feira (27) do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais.</p>
<p>Yuri atuava no resgate de crianças e idosos no bairro Industrial, um dos mais afetados pelas chuvas, quando o pai da bebê pediu ajuda. </p>
<p>&#8220;Eu e mais um soldado saímos perguntando quem estava precisando de ajuda e queria ser resgatado, quando o pai da criança me chamou para tirar a bebê e a mãe, presas no segundo andar da casa&#8221;, contou.</p>
<p>A família estava em uma das últimas casas da rua onde os soldados atuavam, de difícil acesso.</p>
<p>&#8220;O bairro Industrial inteiro estava debaixo d&#8217;água&#8221;, lembrou Yuri. &#8220;Foi até difícil para o Exército chegar, fomos com a viatura até onde deu, até a água bater no motor&#8221;.</p>
<p>As imagens que viralizaram nas redes sociais mostram Yuri com água barrenta quase na cintura, caminhando calmamente em um trecho completamente inundado, embaixo de fios da rede elétrica, com a bebezinha no colo.</p>
<p>O ex-soldado conta que o caminhão do Exército estava 300 metros adiante e que era preciso andar até lá para deixar todos em segurança. Então, acompanhado do pai e da mãe da pequena, que não aparecem nas imagens por estarem mais atrás, Yuri segurou firme a criança e caminhou.</p>
<p>&#8220;Na hora, você não pensa [em riscos, como correnteza]. Na hora eu só fui&#8221;, disse. &#8220;Estava ali para ajudar e ajudei&#8221;, afirmou. </p>
<p>Nesse mesmo dia, ele salvou também duas crianças de colo e idosos, todos carregados no colo até o caminhão. No vídeo, é possível ver uma idosa sendo atendida por soldados.</p>
<p>Yuri não tem filhos, mas disse que ficou emocionado com o pedido de ajuda da família e agradece às inúmeras mensagens e elogios que vem recebendo. Ele ficou dois anos no Exército, corporação da qual se despediu na sexta-feira, ao meio-dia. Ele foi dispensado após cumprir o Serviço Militar obrigatório.</p>
<p>O pai da criança, Jeferson Rinco, também homenageou Yuri com uma mensagem emocionante nas redes. </p>
<p>&#8220;No meio daquela inundação, da água levando nossos sonhos, lembranças e tudo o que construímos com tanto esforço, estava a minha filha, pequena, frágil, nos braços do soldado Yuri&#8221;, escreveu. </p>
<p>&#8220;Quando eu vi aquela imagem, de novo chorei. Eu vi um anjo de farda, que escolheu arriscar a vida para salvar o que temos de mais precioso nesse mundo&#8221;, completou. </p>
<p>Na mensagem, Jeferson Rinco revela que o momento era de desespero.</p>
<p>Preocupado em evitar mais exposição para a criança, Jeferson preferiu não dar entrevista em detalhes. Mas informou que a família, incluindo seis gatos, passa bem. A mãe e a bebê se abrigaram na casa de parentes, enquanto ele e os animais estão no telhado da residência alagada. Eles perderam bens e móveis com as chuvas, mas esperam conseguir recuperar com apoio e doações.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/eu-so-fui-ex-soldado-salva-crianca-em-inundacao-em-juiz-de-fora" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/eu-so-fui-ex-soldado-salva-crianca-em-inundacao-em-juiz-de-fora/">&#8220;Eu só fui”: ex-soldado salva criança em inundação em Juiz de Fora</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>&#8220;Perdi quase 20 pessoas da família”, diz moradora de Juiz de Fora</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/perdi-quase-20-pessoas-da-familia-diz-moradora-de-juiz-de-fora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 21:15:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma tenda improvisada no bairro Parque Jardim Burnier, em Juiz de Fora, Cláudia da Silva oferece alimentos e bebidas para todos que passam pelo local. Ela está ali há cinco dias ajudando moradores, bombeiros, voluntários e profissionais da imprensa. É difícil acreditar que, por trás de todo esse empenho, ela viva um luto recente. “Perdi quase 20 pessoas da minha família. Vários sobrinhos, cunhada, muita gente&#8221;, conta. Cláudia tem 71 anos e sempre morou no bairro. Enquanto uma das sobrinhas continuava desaparecida nos escombros de uma casa ao lado, a cunhada era enterrada no cemitério da cidade. “Eu não tenho condições psicológicas de ir aos enterros. A gente vê isso em outras cidades e não acredita que vai acontecer com a gente. Eu prefiro ficar aqui mesmo, tentando contribuir...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/perdi-quase-20-pessoas-da-familia-diz-moradora-de-juiz-de-fora/">&#8220;Perdi quase 20 pessoas da família”, diz moradora de Juiz de Fora</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma tenda improvisada no bairro Parque Jardim Burnier, em Juiz de Fora, Cláudia da Silva oferece alimentos e bebidas para todos que passam pelo local. Ela está ali há cinco dias ajudando moradores, bombeiros, voluntários e profissionais da imprensa. É difícil acreditar que, por trás de todo esse empenho, ela viva um luto recente.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Perdi-quase-20-pessoas-da-familia-diz-moradora-de-Juiz.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Perdi quase 20 pessoas da minha família. Vários sobrinhos, cunhada, muita gente&#8221;, conta.</p>
<p>Cláudia tem 71 anos e sempre morou no bairro. Enquanto uma das sobrinhas continuava desaparecida nos escombros de uma casa ao lado, a cunhada era enterrada no cemitério da cidade.</p>
<p>“Eu não tenho condições psicológicas de ir aos enterros. A gente vê isso em outras cidades e não acredita que vai acontecer com a gente. Eu prefiro ficar aqui mesmo, tentando contribuir com as pessoas. Só vou em casa para tomar banho e volto”, diz a moradora.</p>
<p>Ela reclama da falta de apoio das autoridades municipais e estaduais. Alimentos e bebidas oferecidos na tenda chegaram por meio de doações da própria população.</p>
<p>“Tudo aqui é voluntário. Vemos os políticos subindo aqui, fazendo vídeos para as redes sociais, mas ainda não chegou nenhum centavo para as famílias”, diz Cláudia.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Perdi-quase-20-pessoas-da-familia-diz-moradora-de-Juiz.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Juiz de Fora (MG), 27/02/2026 - Buscas pela última criança desaparecida no deslizamento de terra ocorrido durante tempestade da noite de segunda-feira, 22 de fevereiro, que vitimou 21 pessoas e deixou várias casas destruídas no bairro Jardim Burnier. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Buscas por desaparecidos em Juiz de Fora &#8211; Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>As chuvas que atingem a Zona da Mata mineira desde a última segunda-feira (23) deixaram pelo menos 65 mortos, sendo 59 em Juiz de Fora e seis em Ubá, e provocaram deslizamentos em diferentes pontos da região. O número de desabrigados e de desalojados é superior a 4,2 mil.</p>
<p>Em Juiz de Fora, os bombeiros ainda estão mobilizados em três frentes de trabalho: bairros Paineiras, Parque Jardim Burnier e Linhares. Nesta quinta-feira (26), houve um novo deslizamento, que atingiu três casas, no Bairro Bom Clima, em Juiz de Fora, com o registro de uma vítima desaparecida.</p>
<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém o alerta de perigo para chuvas intensas até as 23h59 desta sexta-feira na Zona da Mata, com chuva entre 30 e 60 milímetros por hora (mm/h) ou 50 e 100 mm/dia e ventos intensos (60 a 100 quilômetros por hora). Permanece o risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/perdi-quase-20-pessoas-da-familia-diz-moradora-de-juiz-de-fora" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Uma em cada quatro pessoas vive em áreas de risco em Juiz de Fora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 14:23:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A prefeita de Juiz de Fora (MG), Margarida Salomão, afirmou, nesta sexta-feira (27), que uma em cada quatro pessoas da cidade mora em área de risco e que é preciso fazer intervenções por toda a cidade para evitar novas tragédias. Deslizamentos e enchentes, causados pelas fortes chuvas que atingem a Zona da Mata mineira desde segunda-feira (23), deixaram 64 mortos: 58 em Juiz de Fora e seis no município de Ubá. “Essa triste tragédia é, de certo modo, um chamado da natureza para que todos nós prestemos atenção. A cidade é – como Petrópolis [RJ], Angra [dos Reis -RJ], e tantas cidades aqui dessa região – construída na serra. As pessoas vão ocupando as encostas e não são só as pessoas pobres, mesmo a população mais afortunada, classe média alta, vive em...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/uma-em-cada-quatro-pessoas-vive-em-areas-de-risco-em-juiz-de-fora/">Uma em cada quatro pessoas vive em áreas de risco em Juiz de Fora</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A prefeita de Juiz de Fora (MG), Margarida Salomão, afirmou, nesta sexta-feira (27), que uma em cada quatro pessoas da cidade mora em área de risco e que é preciso fazer intervenções por toda a cidade para evitar novas tragédias.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Uma-em-cada-quatro-pessoas-vive-em-areas-de-risco.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Deslizamentos e enchentes, causados pelas fortes chuvas que atingem a Zona da Mata mineira desde segunda-feira (23), deixaram 64 mortos: 58 em Juiz de Fora e seis no município de Ubá.</p>
<p>“Essa triste tragédia é, de certo modo, um chamado da natureza para que todos nós prestemos atenção. A cidade é – como Petrópolis [RJ], Angra [dos Reis -RJ], e tantas cidades aqui dessa região – construída na serra. As pessoas vão ocupando as encostas e não são só as pessoas pobres, mesmo a população mais afortunada, classe média alta, vive em lugares que são de risco.”</p>
<p>Em entrevista ao programa <em>Alô Alô Brasil</em>, da Rádio Nacional, Margarida contou que, nesta quinta-feira (27), por exemplo, houve desmoronamento de uma casa considerada mansão, porém, construída numa encosta. Uma pessoa morreu. Segundo a prefeita, há muita dificuldade para as pessoas deixarem essas localidades.</p>
<p>“Convencer as pessoas a largarem as suas casas é quase que pedir a elas que se arranquem dos seus próprios corpos. Muitas vezes, essa casa é conquista de uma vida inteira. É um esforço, de fato, monstruoso esse que nós estamos fazendo; tem que ter muita paciência, muita capacidade de acolhimento, de escuta para conseguir que as pessoas saiam.”</p>
<p>Visita de Lula</p>
<p>Neste sábado (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva visita e sobrevoa a região afetada. Está prevista reunião com lideranças locais na prefeitura de Juiz de Fora. </p>
<p>“[Ele] vai estar aqui amanhã para oferecer conforto à população de Juiz de Fora, de Ubá e de Matias Barbosa, que são as áreas mais atingidas, e trazer recursos para que a gente possa reconstruir a cidade”, disse durante a entrevista.</p>
<p>A Defesa Civil Nacional já reconheceu o estado de calamidade pública nos três municípios e o governo federal liberou mais de R$ 3 milhões para atendimento e reconstrução das cidades. A partir desta sexta-feira, os moradores também poderão solicitar o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O valor a ser retirado é limitado a R$ 6.220.</p>
<p>Segundo a prefeita, mais de 500 pessoas estão nos abrigos do município e cerca de 5 mil estão desalojadas, muitos em casa de parentes. Aqueles que não puderem retornar para suas casas entrarão para o programa de moradia da prefeitura, inicialmente com aluguel social até uma solução definitiva.</p>
<p>“Nesse momento, o esforço é de reparação, de atendimento à emergência, mas ao mesmo tempo estamos nos preparando para fazer as intervenções que a cidade exige de nós, para que ela seja defendida como um espaço de convivência e de segurança.”</p>
<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém o alerta de perigo para chuvas intensas até às 23h59 desta sexta-feira na Zona da Mata, com chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou 50 e 100 mm/dia e ventos intensos (60-100 km/h). Permanece o risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.</p>
<p>Veja mais detalhes no programa <em>Alô Alô Brasil</em>, da Rádio Nacional:</p>
</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/uma-em-cada-quatro-pessoas-vive-em-areas-de-risco-em-juiz-de-fora" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>PL antifacção deixa de fora &#8220;andar de cima&#8221; do crime, diz Sarrubbo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 21:09:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O texto aprovado pela Câmara dos Deputados para o Projeto de Lei Antifacção dificultará a punição das grandes lideranças do crime organizado no país. Segundo o ex-Secretário Nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, as dificuldades serão, inclusive, financeiras, uma vez que, por questões políticas, os deputados inviabilizaram recursos que seriam obtidos junto às bets para abastecer o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP).  Sarrubbo foi o entrevistado do programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional nesta quinta-feira (26).  Ele explicou que, se o texto for sancionado na versão atual, a lei criada “atingirá apenas a base das organizações criminosas”, deixando de lado aqueles que, segundo ele, “estão o andar de cima”. “Era contra eles [os verdadeiros comandantes das organizações criminosas] que a gente queria avançar”, acrescentou ao ressaltar que o foco do...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O texto aprovado pela Câmara dos Deputados para o Projeto de Lei Antifacção dificultará a punição das grandes lideranças do crime organizado no país. Segundo o ex-Secretário Nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, as dificuldades serão, inclusive, financeiras, uma vez que, por questões políticas, os deputados inviabilizaram recursos que seriam obtidos junto às bets para abastecer o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/PL-antifaccao-deixa-de-fora-andar-de-cima-do-crime.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Sarrubbo foi o entrevistado do programa <em>Alô Alô Brasil</em>, da Rádio Nacional nesta quinta-feira (26). </p>
<p>Ele explicou que, se o texto for sancionado na versão atual, a lei criada “atingirá apenas a base das organizações criminosas”, deixando de lado aqueles que, segundo ele, “estão o andar de cima”.</p>
<p>“Era contra eles [os verdadeiros comandantes das organizações criminosas] que a gente queria avançar”, acrescentou ao ressaltar que o foco do texto se restringiu aos crimes violentos, liberando os políticos ligados ao crime organizado, bem como aqueles que, de fato, financiam o crime.</p>
<h2>Alterações na Câmara</h2>
<p>A versão apresentada pelo relator do PL antifacção na Câmara, Guilherme Derrite (PP-SP), rejeitou as alterações feitas no Senado, o que, na avaliação de Sarrubbo, prejudicou até mesmo a destinação de recursos aos estados, para o combate às organizações criminosas, uma vez que excluiu a taxação das bets para a criação do FNSP.</p>
<p>“A Câmara não quis dar recursos para esse fundo por razões políticas. O Derrite [relator na Câmara] retirou isso do texto. Seriam R$ 30 bilhões [que iriam das Bets] para o FNSP. Recursos que, na verdade, iriam para os estados, porque esse não é um recurso do governo federal.”</p>
<h2>Coração financeiro</h2>
<p>Ele lembrou que a proposta inicial criava “mecanismos para atingir os que atuam na Faria Lima e em Fintechs; quem financia essas organizações criminosas”, disse o ex-secretário. “</p>
<p>A Faria Lima não pega fuzil”, acrescentou ao se referir à Operação Carbono Oculto, que identificou um esquema criminoso que teria movimentado recursos de organizações criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC).</p>
<p>Sarrubbo ressaltou que a ideia defendida pelo governo é a de asfixiar financeiramente as facções criminosas. </p>
<p>“A hora de subir o morro é após conseguirmos estancar o fluxo financeiro das organizações criminosos, quando elas estiverem sem fuzis, desorganizadas e sem conseguir pagar para os seus olheiros. Aí sim a gente [as forças de segurança] pode agir com consistência. Com baixa letalidade e com muita eficiência, a gente começa a tomar esses territórios.”</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/pl-antifaccao-deixa-de-fora-andar-de-cima-do-crime-diz-sarrubbo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Sobe para 49 número de mortos em Juiz de Fora e Ubá</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sobe-para-49-numero-de-mortos-em-juiz-de-fora-e-uba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 11:46:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O número de mortos devido aos deslizamentos e enchentes provocados por temporais na Zona da Mata Mineira desde segunda-feira (23) chegou a 49. A informação é do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (CBMG) e foi divulgada na manhã desta quinta-feira (26). Em Juiz de Fora, são 43 mortos e 16 desaparecidos. Já o município de Ubá registra seis mortos e dois desaparecidos. A prefeitura de Juiz de Fora informou que há mais de 3,5 mil desabrigados e desalojados. Desde segunda-feira, a Defesa Civil já registrou 1.257 ocorrências. Mau tempo Segundo a Defesa Civil estadual, a passagem de uma frente fria mantém o cenário de instabilidade meteorológica nesta quinta-feira. Os acumulados de chuva variam entre 40 e 60 milímetros na Zona da Mata mineira, na região metropolitana de Belo Horizonte, na...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de mortos devido aos deslizamentos e enchentes provocados por temporais na Zona da Mata Mineira desde segunda-feira (23) chegou a 49. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Sobe-para-49-numero-de-mortos-em-Juiz-de-Fora.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A informação é do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (CBMG) e foi divulgada na manhã desta quinta-feira (26).</p>
<p>Em Juiz de Fora, são 43 mortos e 16 desaparecidos. Já o município de Ubá registra seis mortos e dois desaparecidos. </p>
<p>A prefeitura de Juiz de Fora informou que há mais de 3,5 mil desabrigados e desalojados. Desde segunda-feira, a Defesa Civil já registrou 1.257 ocorrências.</p>
<h2>Mau tempo</h2>
<p>Segundo a Defesa Civil estadual, a passagem de uma frente fria mantém o cenário de instabilidade meteorológica nesta quinta-feira. </p>
<p>Os acumulados de chuva variam entre 40 e 60 milímetros na Zona da Mata mineira, na região metropolitana de Belo Horizonte, na região central do estado, no Norte e Noroeste de Minas.</p>
<p>Há risco de alagamentos, enxurradas e deslizamentos, além de pancadas fortes com raios, trovoadas, rajadas de vento de até 80 quilômetros por hora e granizo isolado. As temperaturas máximas variam entre 25 graus Celsius (°C) e 28°C. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/sobe-para-49-numero-de-mortos-em-juiz-de-fora-e-uba" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sobe-para-49-numero-de-mortos-em-juiz-de-fora-e-uba/">Sobe para 49 número de mortos em Juiz de Fora e Ubá</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Desabrigados enfrentam incertezas depois de chuvas em Juiz de Fora</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/desabrigados-enfrentam-incertezas-depois-de-chuvas-em-juiz-de-fora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 22:58:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma das salas de aula da Escola Municipal Murilo Mendes, em Juiz de Fora, a auxiliar de cozinha Daniele Saldanha tenta reorganizar a vida. Os pertences estão distribuídos de forma improvisada em cadeiras, e há colchonetes espalhados pelo chão sobre um tapete de borracha infantil. A casa em que Daniele morava com a família no Alto Grajaú, na zona leste da cidade, foi condenada pela Defesa Civil: apenas uma coluna mantém a estrutura de pé, depois do deslizamento de terra que aconteceu no barranco próximo. “Perdemos nossa casa e agora é esperar para ver o que vai acontecer. Muito difícil, ainda mais porque estou com seis crianças e um pai idoso. Estamos nos ajeitando aqui como podemos. Tentando ligar um pouco a televisão para distrair as crianças, que ficam...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/desabrigados-enfrentam-incertezas-depois-de-chuvas-em-juiz-de-fora/">Desabrigados enfrentam incertezas depois de chuvas em Juiz de Fora</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma das salas de aula da Escola Municipal Murilo Mendes, em Juiz de Fora, a auxiliar de cozinha Daniele Saldanha tenta reorganizar a vida. Os pertences estão distribuídos de forma improvisada em cadeiras, e há colchonetes espalhados pelo chão sobre um tapete de borracha infantil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Desabrigados-enfrentam-incertezas-depois-de-chuvas-em-Juiz-de-Fora.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A casa em que Daniele morava com a família no Alto Grajaú, na zona leste da cidade, foi condenada pela Defesa Civil: apenas uma coluna mantém a estrutura de pé, depois do deslizamento de terra que aconteceu no barranco próximo.</p>
<p>“Perdemos nossa casa e agora é esperar para ver o que vai acontecer. Muito difícil, ainda mais porque estou com seis crianças e um pai idoso. Estamos nos ajeitando aqui como podemos. Tentando ligar um pouco a televisão para distrair as crianças, que ficam muito agitadas com tudo isso”, conta a auxiliar de cozinha.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Desabrigados-enfrentam-incertezas-depois-de-chuvas-em-Juiz-de-Fora.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Juiz de Fora (MG), 25/02/2026 –Voluntários recebem doações na Escola Municipal Murilo Mendes, no Alto do Grajaú, em Juiz de Fora. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Voluntários recebem doações na Escola Municipal Murilo Mendes, no Alto do Grajaú, em Juiz de Fora &#8211; Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Ansiedade e angústia aumentam porque, além de não ter nenhuma previsão sobre uma moradia fixa no futuro, Daniele está há meses pagando as contas apenas com o auxílio-desemprego.</p>
<p>Poucas horas depois da entrevista, a prefeitura de Juiz de Fora informou que, por questão de segurança, o abrigo que funcionava na Escola Municipal Murilo Mendes estava sendo transferido para a Escola Estadual Padre Frederico Vienken, no Bairro Bonfim, também na zona leste.</p>
<p>A última atualização do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais indicava um total de 3 mil desabrigados em Juiz de Fora e 26 em Ubá, principais municípios afetados pelas chuvas e deslizamentos de terra que começaram na segunda-feira (23). Até o momento, foram confirmadas pelo menos 46 mortes, e 21 pessoas estão desaparecidas.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1772060313_523_Desabrigados-enfrentam-incertezas-depois-de-chuvas-em-Juiz-de-Fora.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Juiz de Fora (MG), 25/02/2026 – Crianças brincam na quadra da Escola Municipal Murilo Mendes, no Alto do Grajaú, em Juiz de Fora. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Crianças brincam na quadra da Escola Municipal Murilo Mendes, para onde foram levados desabrigados em Juiz de Fora &#8211; Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Pontos de apoio</h2>
<p>Com a situação de calamidade, outros setores da sociedade também passaram a se mobilizar para ajudar os desabrigados. A presidente do Sindicato das Indústrias de Alimentação de Juiz de Fora, Flávia Gonzaga Costa, conta que transformou um espaço comercial no bairro Industrial, na zona norte, em ponto de apoio.</p>
<p>A região fica muito próxima do Rio Paraibuna, que chegou a transbordar durante esta semana. O grupo liderado por Flávia conseguiu botes para levar água e alimento para os que ficaram em áreas ilhadas do bairro.</p>
<p>“Não esperava tanta colaboração do povo. Estamos com volume de doações grande aqui. A gente mandou alimentação, óleo, itens de açougue, marmitas. Tem distribuição de almoço e jantar para os desabrigados e para os trabalhadores”, diz Flávia.</p>
<p>“E os moradores que conseguem chegar até aqui vêm com barro na altura da canela. Pedem rodo, vassouras, material de limpeza, água sanitária, tudo o que possa ajudar dentro de casa”, complementa.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/desabrigados-enfrentam-incertezas-depois-de-chuvas-em-juiz-de-fora" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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