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		<title>Paradas LGBT+ do Rio juntam forças por direitos e políticas públicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 18:19:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma vez por ano, as ruas de Madureira, no subúrbio carioca, são tomadas por diferentes cores em celebração ao orgulho LGBTI+. Organizar o evento, que mistura festa e luta por direitos, envolve desafios que vão além de apenas colocar trios elétricos na pista. Para a segurança de todos, é preciso suspender o emaranhado de fios [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vez por ano, as ruas de Madureira, no subúrbio carioca, são tomadas por diferentes cores em celebração ao orgulho LGBTI+. Organizar o evento, que mistura festa e luta por direitos, envolve desafios que vão além de apenas colocar trios elétricos na pista.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Paradas-LGBT-do-Rio-juntam-forcas-por-direitos-e-politicas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para a segurança de todos, é preciso suspender o emaranhado de fios que conectam os postes do bairro. Quando chove, a logística é suspensa e a manifestação precisa se adequar às limitações do ambiente.</p>
<p>“Não é igual à Copacabana, na Avenida Atlântica, onde os trios podem colocar coberturas contra a chuva e seguir desfilando tranquilos. Madureira tem outras dificuldades”, explica Rogéria Meneguel, presidente e organizadora da Parada LGBT+ de Madureira.</p>
<p>“Já aconteceu de chover muito em um ano e a Parada não conseguiu andar. Ficou, literalmente, parada. Desde o ano passado, estamos fazendo o evento dentro do Parque de Madureira, para lidar com essas questões”, complementa.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Paradas-LGBT-do-Rio-juntam-forcas-por-direitos-e-politicas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 25/04/2025 - A presidente da ONG Movimento de Gays, Travestis e Transformistas - MGTT e articuladora da Parada LGBTQIA+ de Madureira, Rogéria Meneghel, participa do Encontro Estadual de Paradas do Orgulho LGBTI+ do Rio de Janeiro, realizado pela Comissão Organizadora da 31ª Parada do Orgulho LGBTI+ Rio 2026 e pelo Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI+, no Teatro Carlos Gomes. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Presidente da ONG Movimento de Gays, Travestis e Transformistas, Rogéria Meneghel. Foto:Rovena Rosa/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Da mesma forma como ocorre entre os bairros, municípios menores lidam com problemas diferentes em relação à capital fluminense. O Encontro Estadual de Paradas do Orgulho LGBTI+, que acontece neste sábado (25), no centro do Rio, pretende fortalecer a troca de experiências entre lideranças de diferentes territórios.</p>
<p>“É  fundamental que as cidades maiores também deem sustentação e suporte político, institucional e cultural para as cidades com maior dificuldade”, diz Cláudio Nascimento, presidente do Grupo Arco-Íris, organizador da Parada de Copacabana.</p>
<p>“O que deu certo para um pode servir de referência para outro. E nos reunimos para pensar juntos quais são as principais pautas da comunidade. Unidos, aumentamos as vozes e damos mais visibilidade para nossas lutas”, completa.</p>
<h2>Demandas do interior</h2>
<p>Portanto, nem tudo se resume à estrutura e logística. Organizar uma Parada envolve também enfrentar uma reação conservadora que tenta limitar direitos e demandas da população LGBTI+.</p>
<p>O presidente do coletivo Arraial Free, Rafael Martins, que organiza a manifestação em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, conta que os últimos 14 anos foram de constante luta para colocar o movimento nas ruas.</p>
<p>“O município ainda tem muitas pessoas preconceituosas, sabe? Mas estamos resistindo e mostrando para a nossa região, muito conservadora, que nós existimos, estamos ali e que precisamos de políticas públicas para a população LGBTI+”, diz Rafael.</p>
<p>Ele explica de que forma as experiências do município podem contribuir para o debate coletivo.</p>
<p>“Nós nos movimentamos, antes mesmo da Parada, com os comerciantes para pedir apoio e patrocínio. Contamos com parceiros na hotelaria e em mercados. Às vezes, é só um engradado de água, mas que já ajudam muito. O que eu tento levar para todo mundo é que não precisa ficar fissurado apenas na Prefeitura, no apoio institucional. Também podemos dar as mãos para quem está do nosso lado e avançar juntos”, diz Rafael.</p>
<h2>Espaço coletivo</h2>
<p>Pelo menos 35 municípios estão representados no evento, que ocorreu pela última vez há dez anos. A organização é do Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI+, com apoio do Programa Estadual Rio Sem LGBTIfobia, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, do Teatro Carlos Gomes e da Secretaria Municipal de Cultura.</p>
<p>Durante o dia, rodas de debates abordam temas como: a estrutura institucional e a viabilidade dos eventos; a organização prática das Paradas; engajamento social e voluntariado; apoios e patrocínios; promoção de direitos e sustentabilidade ambiental e agendas socioculturais.</p>
<p>Também está prevista a construção coletiva do calendário estadual das Paradas, para fortalecer estratégias de cooperação entre os territórios e ampliar a visibilidade das mobilizações.</p>
<p>As Paradas de Arraial do Cabo e de Copacabana, por exemplo, já definiram as datas: vão acontecer nos dias 13 de setembro e 22 de novembro, respectivamente. A de Madureira ainda não foi fechada, mas a previsão é que ocorra em novembro também.</p>
<p>A plenária final do encontro prevê a formulação de 25 recomendações para fortalecer os movimentos, estabelecer prioridades de incidência política e propostas para uma nova reunião dos territórios.</p>
<p>“Fico muito feliz de ver esse movimento crescendo tanto pelo país. Hoje, são mais de 500 cidades brasileiras com Paradas. Se a gente for ver proporcionalmente, o Rio de Janeiro é o estado com maior número, levando em consideração que temos 92 municípios e mobilizações em 38 deles”, diz Cláudio Nascimento.</p>
<p>“É um período muito difícil, com muitas tentativas de impedir a liberdade de expressão e os movimentos sociais LGBT+ nas cidades. Continuamos o trabalho para fortalecer a nossa rede”, finaliza.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/paradas-lgbt-do-rio-juntam-forcas-por-direitos-e-politicas-publicas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Prisão de bicheiro é fruto da resiliência de forças policiais, diz PF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 17:06:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, Fábio Galvão, considerou que a prisão do banqueiro de bicho Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, nesta quinta-feira (26), em Cabo Frio, na Região dos Lagos, foi resultado de trabalho árduo e muito difícil, fruto da resiliência das equipes que participam da Força Integrada de Combate ao Crime [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, Fábio Galvão, considerou que a prisão do banqueiro de bicho Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, nesta quinta-feira (26), em Cabo Frio, na Região dos Lagos, foi resultado de trabalho árduo e muito difícil, fruto da resiliência das equipes que participam da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado, composta no Rio de Janeiro, Polícia Federal e Polícia Civil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Prisao-de-bicheiro-e-fruto-da-resiliencia-de-forcas-policiais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Prisao-de-bicheiro-e-fruto-da-resiliencia-de-forcas-policiais.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="26/02/2026 - Bicheiro Adilsinho é preso em Cabo Frio, no Rio de Janeiro. Foto: Polícia Civil RJ/Divulgação" title="Polícia Civil RJ/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">Bicheiro Adilsinho é preso em Cabo Frio, no Rio de Janeiro. Foto: Polícia Civil RJ/Divulgação</h6>
</p>
<p>Não foi a primeira operação para prender o bicheiro.</p>
<p>“Foi a terceira tentativa de prisão, muito dificultada pela proteção, sobretudo, de policiais ligados à máfia do jogo do bicho”, diz vídeo divulgado à imprensa pela PF.</p>
<p>“Hoje a gente conseguiu prender o mais sanguinário dos capos do jogo do bicho. Vale destacar a atuação incessante das nossas equipes juntas”, afirmou.</p>
<p>O superintendente destacou que anteriormente a ação conjunta das duas corporações já havia estourado três fábricas clandestinas de cigarros ligadas ao contraventor. “É um dos meios de dinheiro principal do bicheiro, fora as máquinas de caça níqueis e a exploração do jogo do bicho.”</p>
<p>“É um dos meios de dinheiro principal do bicheiro, fora as máquinas de caça níqueis e a exploração do jogo do bicho. Então foi um presente para a sociedade fluminense a prisão e um baque para a máfia do jogo do bicho.”</p>
<p>Ao lado do superintendente, o secretário de estado de Polícia Civil, Felipe Curi, agradeceu à equipe da Polícia Federal pela parceria e integração das instituições nas ações da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/RJ), que no Rio de Janeiro, segundo ele, vem fazendo um excelente trabalho conjunto no sentido de combate ao crime organizado.</p>
<p>“São inúmeras ações e hoje mais uma ação exitosa fruto dessa parceria, dessa integração e da troca de informações de inteligência das nossas instituições, que resultou nessa prisão importantíssima, tirando esse grande criminoso de circulação”, disse o secretário.</p>
<p>Fábio Galvão e Curi destacaram que Adilsinho é suspeito de ter praticado dezenas de homicídios.</p>
<p>Curi relatou que esses crimes já são investigados pelas Delegacias de Homicídios da Capital e da Baixada Fluminense e da região de Niterói e São Gonçalo. “Homicídios de rivais, de desafetos, de contraventores, de integrantes da máfia de cigarros e também de alguns policiais”, pontuou, acrescentando que Adilsinho já tem, por força de investigações da Polícia Civil, três mandados de prisão por homicídios de pessoas envolvidas nesta organização criminosa.</p>
<p>“Dentre as dezenas de homicídios pelos quais ele é investigado tem um que é a morte do advogado em fevereiro de 2024, assassinado em plena luz do dia em frente à Ordem dos Advogados do Brasil, a OAB, praticamente ao lado do Ministério Público e da Defensoria Pública, em uma ação extremamente ousada da quadrilha desse criminoso”, informou.</p>
<p>O superintendente comentou ainda que em uma das fábricas clandestinas de cigarros que foram estouradas pelos agentes das duas corporações foram constatadas as presenças de mais de 20 paraguaios que estavam submetidos à condição análoga à escravidão.</p>
<p>“Sem falar nas outras duas fábricas que a gente deu a batida e apreendeu os equipamentos, sobretudo, na região da Baixada Fluminense”, concluiu.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/prisao-de-bicheiro-e-fruto-de-resiliencia-de-forcas-policiais-diz-pf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/prisao-de-bicheiro-e-fruto-da-resiliencia-de-forcas-policiais-diz-pf/">Prisão de bicheiro é fruto da resiliência de forças policiais, diz PF</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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