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	<title>gênero Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>gênero Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Gênero, raça e origem familiar definem mobilidade social, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 03:08:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Atlas da Mobilidade Social, divulgado nesta sexta-feira (31), mostra que gênero, raça e origem familiar são os principais condicionantes para a baixa mobilidade social no Brasil. O Atlas é uma plataforma pública desenvolvida pelo Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (Imds), em parceria com o grupo de pesquisa Prospera Lab. De acordo com o levantamento, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Atlas da Mobilidade Social, divulgado nesta sexta-feira (31), mostra que gênero, raça e origem familiar são os principais condicionantes para a baixa mobilidade social no Brasil. O Atlas é uma plataforma pública desenvolvida pelo Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (Imds), em parceria com o grupo de pesquisa Prospera Lab.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Genero-raca-e-origem-familiar-definem-mobilidade-social-diz-estudo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com o levantamento, entre jovens brancos que nasceram em famílias situadas entre os 25% mais pobres da distribuição de renda, 36,3% permanecem nesse mesmo grupo quando adultos. Entre os não brancos, essa probabilidade sobe para 51,6%, indicando que a questão racial é ainda mais determinante para esse grupo.</p>
<p>Segundo os dados do Atlas, o gênero também altera significativamente as possibilidades de mobilidade social. Entre os filhos de pais que estavam entre os 25% mais pobres da população, cerca de um terço dos homens (32,9%) permanece nesse mesmo estrato de renda na vida adulta. Entre as mulheres, a proporção chega a 65,1%. </p>
<p>Essa disparidade aparece também no recorte racial: enquanto 69% das mulheres não brancas continuam entre os 25% mais pobres quando adultas, entre as mulheres brancas esse percentual é menor, de 52,9%.</p>
<h2>Origem familiar</h2>
<p>O estudo mostra ainda que filhos de pais que estavam entre os 25% mais pobres da população têm 48% de chance de permanecer nesse mesmo grupo quando atingem a idade adulta. As possibilidades de romper esse ciclo são reduzidas: apenas 8,32% conseguem alcançar o grupo dos 25% mais ricos e somente 1,28% chegam ao estrato dos 10% com maior renda do país.</p>
<p>Já a situação para quem nasce em famílias de maior renda é bastante diferente. Jovens cujos pais pertenciam à faixa intermediária da distribuição de renda (entre os 26% e os 75% dos mais ricos) têm 17,5% de probabilidade de alcançar o grupo dos 25% mais ricos na vida adulta. Entre os filhos das famílias que pertenciam aos 25% mais ricos, 56,5% permanecem nesse mesmo estrato quando adultos e 30,8% chegam ao grupo dos 10% mais ricos. </p>
<h2>Gerações</h2>
<p>A hierarquia de oportunidades, de acordo com o Atlas, mostra-se resiliente ao longo do tempo. Ao comparar duas gerações, nascidas de 1983 a 1987 e de 1988 a 1990, os dados mostram que, embora tenha havido um pequeno aumento na mobilidade social entre os dois grupos analisados, a possibilidade de ascensão social dos filhos permanece similar à dos pais.</p>
<p>Filhos de pais que pertenciam aos 25% mais pobres da população e nasceram entre 1983 e 1987 tinham 7,9% de probabilidade de ascender aos 25% mais ricos quando adultos. Entre os nascidos de 1988 a 1990, essa probabilidade subiu para 8,8%. </p>
<p>O cenário se repete entre os filhos de famílias de renda média: a chance de ascender aos 25% mais ricos passou de 16,6% para 18,6%, uma variação pequena que reforça a persistência da baixa mobilidade social.</p>
<h2>Regiões</h2>
<p>O Atlas analisou as chances de ascensão social de jovens oriundos de famílias de baixa renda nas diferentes regiões do país. As maiores probabilidades de mobilidade concentram-se nas regiões Sul, Sudeste e em partes do Centro-Oeste. Já grande parte do Norte e do Nordeste apresenta as menores taxas de mobilidade, revelando territórios onde a pobreza tende a ser mais persistente entre gerações.</p>
<p>A reprodução das desvantagens sociais, em que filhos de famílias de renda mais baixa têm maior chance de permanecer no mesmo grupo da distribuição, se mostra mais intensa em municípios das regiões Norte e Nordeste.</p>
<p>Os contrastes entre os municípios brasileiros ilustram a magnitude das desigualdades de oportunidades. Em Assis Brasil (AC), 84,4% dos jovens oriundos de famílias que pertenciam aos 25% mais pobres permanecem nesse mesmo grupo de renda quando adultos, um dos piores resultados do país. Já em Ponte Serrada (SC), apenas 2,13% dos jovens permanecem nesse estrato de renda, evidenciando um ambiente muito mais favorável à ascensão socioeconômica.</p>
<h2>Educação</h2>
<p>Entre os indicadores socioeconômicos incorporados ao Atlas, a educação apareceu como a dimensão mais associada à mobilidade social. Municípios com melhores indicadores educacionais, como maior Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e menor distorção idade-série, tendem a apresentar maiores chances de mobilidade ascendente.</p>
<p>&#8220;A mobilidade social depende da capacidade de reduzir as desigualdades de origem. O Atlas mostra que políticas educacionais são fundamentais, mas precisam ser acompanhadas de estratégias econômicas capazes de ampliar oportunidades ao longo da vida. Nosso objetivo é oferecer evidências que ajudem gestores públicos a desenhar políticas mais eficazes para promover a ascensão social&#8221;, destacou o presidente do Imds, Paulo Tafner.</p>
<p>Segundo o Atlas, os números apresentados no mapeamento têm como base os dados e a metodologia desenvolvidos no artigo acadêmico Intergenerational Mobility in the Land of Inequality (Britto et al., 2025). </p>
<p>As estimativas de mobilidade intergeracional de renda foram calculadas utilizando métodos contemporâneos de mensuração da mobilidade social e dados administrativos da Receita Federal, dos Ministérios do Trabalho e Emprego e do Desenvolvimento Social, além de pesquisas domiciliares do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O estudo completo pode ser consultado em: https://atlasmobilidadesocial.org.br/</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/genero-raca-e-origem-familiar-definem-mobilidade-social-diz-estudo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>TRE mantém cassação de quatro vereadores no interior do Amazonas por por fraude à cota de gênero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 13:05:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) manteve, por unanimidade, a sentença da 49ª Zona Eleitoral que determinou a cassação dos mandatos de quatro vereadores eleitos e seus respectivos suplentes, vinculados às legendas do União Brasil e Avante, no município de Maraã. Durante a sessão desta terça-feira (28/07), a corte acompanhou o voto do relator, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) manteve, por unanimidade, a sentença da 49ª Zona Eleitoral que determinou a cassação dos mandatos de quatro vereadores eleitos e seus respectivos suplentes, vinculados às legendas do União Brasil e Avante, no município de Maraã. Durante a sessão desta terça-feira (28/07), a corte acompanhou o voto do relator, o juiz eleitoral Érico Rodrigo Freitas Pinheiro, pelo desprovimento dos recursos, mantendo a nulidade dos votos obtidos pelos partidos envolvidos nas eleições de 2024 devido à prática de candidaturas femininas fictícias.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O julgamento da Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME) foi concluído após o juiz Cássio André devolver o pedido de vista e acompanhar integralmente o voto da relatora à época, a juíza federal Mara Elisa Andrade.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">A decisão alcança os vereadores eleitos Luzenilson de Oliveira Roberto (Dicota), Sebastião Pereira Amâncio Filho (Sabá das Máquinas), e Valcinei Tavares da Silva, todos do União Brasil, além de Sherlane Vieira da Silva (Lane da Pesca), eleita pelo Avante. Também permanecem cassados os diplomas dos suplentes das respectivas chapas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre as candidatas apontadas no processo estão Dariney Pereira Dario, Jeiciane Medeiros e Alyne Gisele Pereira do Nascimento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com a decisão, permanecem válidas a cassação dos diplomas dos vereadores eleitos e suplentes, a anulação dos votos recebidos pelas duas legendas e a recontagem dos quocientes eleitoral e partidário para a redistribuição das vagas na Câmara Municipal.</p>
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		<title>Projeto mobiliza bibliotecas no combate à violência de gênero</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/projeto-mobiliza-bibliotecas-no-combate-a-violencia-de-genero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 18:49:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entender as bibliotecas como um espaço para além do acesso à informação, mas também como um lugar de conscientização e desenvolvimento do pensamento crítico, é o que levou a pesquisadora Luciane Cavalcante a criar o projeto Medeia.Info. Uma iniciativa de mediação cultural em bibliotecas, focada no enfrentamento a violência de gênero.  “A gente precisa entender [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entender as bibliotecas como um espaço para além do acesso à informação, mas também como um lugar de conscientização e desenvolvimento do pensamento crítico, é o que levou a pesquisadora Luciane Cavalcante a criar o projeto Medeia.Info. Uma iniciativa de mediação cultural em bibliotecas, focada no enfrentamento a violência de gênero. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Projeto-mobiliza-bibliotecas-no-combate-a-violencia-de-genero.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“A gente precisa entender que o acesso à informação tem que também vir potencializado de ferramentas para estruturar essa informação para um uso. Então, por exemplo, eu posso colocar livros que falam sobre feminicídio, que falam sobre violência, mas o que eu posso fazer de atividade dentro das bibliotecas?”, explicou a pesquisadora.</p>
<p>Com formação em biblioteconomia, Luciane Cavalcante conta que atuou como docente nos programas de pós-graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade Estadual de Londrina. Durante uma orientação, a pergunta de uma aluna sobre o papel das bibliotecas comunitárias no combate à violência de gênero a provocou. </p>
<p>“Foi nessa parte que eu comecei a me envolver com os estudos de gênero e com os estudos feministas, com as perspectivas latino-americanas em relação a essa questão. E, aí, eu comecei a envolver pesquisas para entender melhor o que as bibliotecas fazem em relação a isso”. </p>
<h2>Bibliotecas escolares</h2>
<p>As ações do projeto Medeia.Info incluem palestras, cursos e debates voltados a profissionais que atuam em bibliotecas e outros espaços culturais. A proposta é abordar como esses profissionais podem não apenas aprender a reconhecer as manifestações que compõem a violência de gênero como também a conduzir ações de combate e conscientização a partir da cultura. </p>
<p>Entre os jovens em idade escolar do sexo masculino, a disseminação de termos misóginos, popularizados na internet através de conteúdos masculinistas, vem ascendendo um alerta nas escolas. Essa ideologia, que prega a superioridade do homem dentro de uma “hierarquia social”, ganhou força no meio digital pela capacidade de mobilização e alcance da internet. </p>
<p>Segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, 83% das crianças e dos adolescentes de 9 a 17 anos que usam internet no país têm ao menos um perfil em redes sociais, e são alvos fáceis desse tipo de conteúdo, por ser um período importante para a formação da identidade e da consciência. </p>
<p>Luciane Cavalcante conta que um dos trabalhos realizado nos projetos é voltado justamente a bibliotecas escolares, pensando em atividades e mediações para crianças e adolescentes que estimulem a participação e a conscientização social também por meios lúdicos. </p>
<p>“Hoje, com a questão dos jogos digitais, os adolescentes são muito chamados a isso. Então, por exemplo, por que não colocar para os adolescentes para criarem um jogo de enfrentamento?”, diz ela, mas pontua que a falta de recursos de muitos espaços é um desafio para o projeto. </p>
<p>“No contexto escolar, infelizmente, muitas bibliotecas ainda são relegadas, então, é importante também essa construção conjunta disso. Trabalhar com as crianças é importantíssimo, mas o bibliotecário não vai conseguir fazer isso sozinho”. </p>
<h2>Inciativa Medeia.Info</h2>
<p>O projeto é vinculado ao Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (BICT), com apoio de outras instituições, como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). </p>
<p>Nas redes sociais, o principal trabalho é a democratização de pesquisas, traduzindo artigos acadêmicos complexos para uma linguagem clara e contemporânea, com o apoio de profissionais do serviço social, da psicologia e do direito. Já presencialmente, o projeto realiza cursos de extensão e outras ações na Biblioteca Parque Estadual, no centro do Rio de Janeiro. </p>
<p>“A ideia é expandir para outras bibliotecas, trabalhar em parcerias com bibliotecas escolares, com universitárias e comunitárias, porque é um elo diferente. Elas partem da própria necessidade daquela comunidade, é  uma construção social daquela comunidade”, finalizou Luciane Cavalcante. </p>
<p><em>*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia. </em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/projeto-mobiliza-bibliotecas-no-combate-violencia-de-genero" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Dia Mundial do Rock: veja cinco artistas e bandas que mantêm o gênero vivo e em constante renovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 17:44:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Celebrado nesta segunda-feira (13), o Dia do Rock continua mobilizando admiradores do gênero musical em todo o mundo. Em 2026, enquanto nomes consagrados seguem influenciando novas gerações, artistas e bandas apresentam novas sonoridades para manter o rock presente na cena musical. Além disso, grupos de diferentes origens combinam referências clássicas com novas abordagens, ampliando o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Celebrado nesta segunda-feira (13), o Dia do Rock continua mobilizando admiradores do gênero musical em todo o mundo. Em 2026, enquanto nomes consagrados seguem influenciando novas gerações, artistas e bandas apresentam novas sonoridades para manter o rock presente na cena musical.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, grupos de diferentes origens combinam referências clássicas com novas abordagens, ampliando o alcance do gênero e conquistando públicos diversos. Confira cinco nomes que representam esse movimento.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Novas composições</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Criada em 2024 pelo baixista Shavo Odadjian, integrante do System of a Down, a banda Seven Hours After Violet chamou a atenção dos fãs de metal com suas primeiras composições.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O grupo reúne ainda Alejandro Aranda, Taylor Barber, do Left to Suffer, além de Michael Montoya e Josh Johnson, do Winds of Plague.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em maio, a formação abriu o show do Korn em São Paulo, marcando um momento importante para os fãs brasileiros da banda, que não recebiam uma apresentação do grupo no país desde 2017.</p>
</p>
<h2 class="wp-block-heading">Identidade do rock clássico</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Na estrada desde 2000, o Blackberry Smoke continua apresentando novidades ao público sem abandonar as referências clássicas que fazem parte de sua identidade musical.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com uma sonoridade ligada a outras décadas, a banda segue atraindo novos ouvintes. Em abril, o grupo retornou ao Brasil para uma sequência de apresentações em espaços menores, criando uma experiência mais próxima entre músicos e fãs.</p>
</p>
<h2 class="wp-block-heading">Nostalgia e novas influências</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Formado em 2022 por James Bartholomew (voz), Tyler Arrowsmith (guitarra), Ed Evans (bateria) e Ricky Hodgkiss (baixo), o quarteto britânico Jayler ganhou atenção entre admiradores do rock clássico.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com influências de Led Zeppelin e Robert Plant, a banda combina elementos tradicionais do gênero com uma identidade própria. Embora tenha uma discografia curta, o grupo ampliou sua visibilidade após a repercussão de vídeos publicados nas redes sociais.</p>
</p>
<h2 class="wp-block-heading">Força do rock tradicional</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A banda de Los Angeles conquistou um marco importante no rock norte-americano ao liderar uma das principais paradas do gênero nos Estados Unidos em 2017 com o single “When I’m Gone”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A música foi lançada de forma independente no mesmo ano em que o grupo foi formado. Desde então, o Dirty Honey vem consolidando sua presença na cena e lançando novos trabalhos para um público interessado em faixas que retomam elementos do rock tradicional.</p>
</p>
<h2 class="wp-block-heading">Pop-rock de novas gerações</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Um dos nomes de destaque do pop-rock contemporâneo, Olivia Rodrigo ampliou sua relação com o gênero ao lançar, em junho, o álbum “You Seem Pretty Sad for a Girl So in Love”, projeto que reúne diferentes elementos do rock.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O trabalho alcançou fãs que acompanham a cantora desde sua fase na Disney e também atraiu ouvintes do rock, especialmente por abordar temas ligados a experiências e perspectivas femininas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com isso, Olivia Rodrigo reforça a presença do pop-rock entre novos públicos e mostra como o gênero continua incorporando diferentes influências.</p>
</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais: Natura vai levar consumidores para área VIP do Rock in Rio 2026; veja como participar.</p>
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		<title>Projeto leva debate sobre igualdade de gênero às escolas municipais de Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/projeto-leva-debate-sobre-igualdade-de-genero-as-escolas-municipais-de-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 21:04:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), iniciou nesta quinta-feira (18) o projeto “Cunhantãs e Curumins da Igualdade”. A ação ocorre em parceria com a Ouvidoria da Mulher, do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM). O lançamento aconteceu na escola municipal Themistocles Pinheiro Gadelha, no bairro Jorge Teixeira, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), iniciou nesta quinta-feira (18) o projeto “Cunhantãs e Curumins da Igualdade”. A ação ocorre em parceria com a Ouvidoria da Mulher, do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM).</p>
<p class="wp-block-paragraph">O lançamento aconteceu na escola municipal Themistocles Pinheiro Gadelha, no bairro Jorge Teixeira, zona Leste da capital. Além disso, o projeto será desenvolvido ao longo de todo o ano letivo em unidades da rede municipal.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Projeto promove igualdade e cultura de paz</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa tem como foco promover a igualdade de gênero, o respeito mútuo e a cultura de paz no ambiente escolar. Além disso, busca incentivar reflexões sobre cidadania, convivência e prevenção da violência.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O projeto é coordenado pelo Núcleo de Parcerias Institucionais (Nupi), da Semed. Dessa forma, a proposta reúne ações educativas voltadas à formação cidadã dos estudantes.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Estudantes participam de atividades educativas</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Nesta primeira etapa, a programação reuniu alunos do 8º e 9º anos. Os estudantes participaram de rodas de conversa, dinâmicas interativas, oficinas pedagógicas e momentos de diálogo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Assim, as atividades estimularam a reflexão sobre relações mais justas, equilibradas e respeitosas no ambiente escolar.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Parceria reforça formação cidadã</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O coordenador do Nupi, Ricardo Simões, destacou que o projeto amplia o alcance das ações de formação cidadã na rede municipal.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Essa parceria contribui significativamente para a formação cidadã dos nossos alunos, ao trabalhar valores como respeito, empatia e convivência saudável com as diferenças. O projeto reforça que a educação vai além dos conteúdos pedagógicos, contribuindo também para o desenvolvimento social e emocional dos estudantes. Nossa expectativa é levar essa iniciativa para toda a rede municipal, fortalecendo uma educação construída de forma coletiva e participativa”, enfatizou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Educação como instrumento de transformação</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A diretora da Ouvidoria da Mulher, Ana Paula Aguiar, ressaltou que a iniciativa busca conscientizar estudantes, famílias e comunidade escolar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Acreditamos que a educação tem o poder de transformar vidas. Por isso, levamos essa discussão para dentro das escolas, envolvendo alunos, famílias e profissionais da educação. Nosso objetivo é contribuir para a formação de crianças e adolescentes mais conscientes, capazes de construir uma sociedade baseada no respeito, na igualdade e na cultura de paz. Ao final do ano, os participantes serão recebidos no Tribunal de Contas para um evento de certificação, e as escolas envolvidas receberão um selo da Ouvidoria da Mulher”, afirmou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Identidade amazônica no projeto</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O projeto utiliza os termos da cultura amazônica “cunhantãs” (meninas) e “curumins” (meninos). Dessa forma, valoriza a identidade regional enquanto promove debates sobre igualdade de direitos e oportunidades.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a iniciativa busca formar estudantes como agentes multiplicadores de valores como respeito, empatia e cooperação.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Estudante destaca importância da iniciativa</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A estudante Kathlem Vitória Pinto Tavares, de 16 anos, do 9º ano, avaliou positivamente a experiência.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Essa experiência para mim foi muito interessante, porque debate muito sobre bullying, igualdade e diferenças. Acredito que todos temos nossas diferenças e debates como esse são sempre muito importantes”, concluiu.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
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		<title>STF: maioria é contra lei que permite pais vetarem aulas sobre gênero</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/stf-maioria-e-contra-lei-que-permite-pais-vetarem-aulas-sobre-genero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 14:02:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou por derrubar lei, no Maranhão, que concede aos pais e responsáveis o direito de não permitir a participação dos filhos em aulas sobre diversidade sexual, identidade de gênero e temas correlatos.  Até o momento, votaram nesse sentido seis ministros dos 11 ministros: Gilmar Mendes, Alexandre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou por derrubar lei, no Maranhão, que concede aos pais e responsáveis o direito de não permitir a participação dos filhos em aulas sobre diversidade sexual, identidade de gênero e temas correlatos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/STF-maioria-e-contra-lei-que-permite-pais-vetarem-aulas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Até o momento, votaram nesse sentido seis ministros dos 11 ministros: Gilmar Mendes, Alexandre de Morares, Dias Toffoli, Edson Fachin, Cristiano Zanin e Flávio Dino. O julgamento ocorre em sessão virtual até as 23h59 desta sexta-feira (29). </p>
<p>O resultado fica confirmado se não houver pedido de vista (mais tempo de análise) ou destaque (remessa ao plenário físico). </p>
<p>O relator, ministro Gilmar Mendes, disse que o Supremo já derrubou lei do Espírito Santo sobre o mesmo assunto, e que deve manter o entendimento de que cabe somente à União propor leis sobre temas envolvendo gênero, identidade de gênero e orientação sexual nas escolas. </p>
<p>Zanin e Fachin acompanharam Mendes, com a ressalva de que a decisão obrigue as escolas a “assegurar a adequação pedagógica e metodológica dos conteúdos e abordagens relacionados às temáticas de gênero, identidade e orientação sexual às diferentes etapas, níveis de ensino e estágios de desenvolvimento físico, emocional e intelectual dos estudantes”. </p>
<p>Ainda não há maioria formada sobre se a decisão deve ou não trazer essa exigência às escolas. </p>
<p>A ação direita de inconstitucionalidade (ADI) questionando a lei maranhense foi aberta por três entidades: Aliança Nacional LGBTI+, da Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas e do Fórum Nacional de Travestis e Transexuais Negras e Negros.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/stf-maioria-e-contra-lei-que-permite-pais-vetarem-aulas-sobre-genero" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Unilab e Instituto Maria da Penha abrem turma de educação em gênero</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/unilab-e-instituto-maria-da-penha-abrem-turma-de-educacao-em-genero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 14:52:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professoras e professores da rede pública de ensino podem se inscrever no curso Maria da Penha: Educação em Direitos Humanos nas Escolas até o dia 13 de junho. A formação, oferecida pelo Centro Interdisciplinar de Estudos de Gênero (Cieg Dandara), vinculado à Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), é on-line e gratuita. Ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Professoras e professores da rede pública de ensino podem se inscrever no curso Maria da Penha: Educação em Direitos Humanos nas Escolas até o dia 13 de junho.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Unilab-e-Instituto-Maria-da-Penha-abrem-turma-de-educacao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A formação, oferecida pelo Centro Interdisciplinar de Estudos de Gênero (Cieg Dandara), vinculado à Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), é on-line e gratuita.</p>
<p>Ao todo, são disponibilizadas 270 vagas, distribuídas entre todas as unidades federativas.</p>
<p>A carga horária é de 180 horas. Com as atividades, os educadores poderão aprender mais sobre a cultura de paz, igualdade de gênero e a prevenir ou identificar violências desse tipo no ambiente escolar. </p>
<p>O curso é resultado de parceria com o Instituto Maria da Penha e conta com o apoio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), do Ministério da Educação (MEC). A iniciativa faz parte do Programa Rede Nacional de Formação Continuada de Professores da Educação Básica (Renafor).<br /> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-05/unilab-e-instituto-maria-da-penha-abrem-turma-de-educacao-em-genero" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>EBC conquista Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça pela terceira vez</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ebc-conquista-selo-pro-equidade-de-genero-e-raca-pela-terceira-vez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 21:32:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) foi reconhecida com o Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça, concedido pelo Ministério das Mulheres no âmbito da 7ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. A cerimônia de entrega será no dia 25 de maio, em Brasília, consolidando o compromisso da empresa pública com a promoção da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) foi reconhecida com o Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça, concedido pelo Ministério das Mulheres no âmbito da 7ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. A cerimônia de entrega será no dia 25 de maio, em Brasília, consolidando o compromisso da empresa pública com a promoção da igualdade no ambiente de trabalho.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/EBC-conquista-Selo-Pro-Equidade-de-Genero-e-Raca-pela-terceira.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Esta é a terceira vez que a EBC recebe o selo, iniciativa criada para estimular organizações públicas e privadas a desenvolverem políticas voltadas à promoção da equidade de gênero e raça, com foco na valorização da diversidade, na inclusão e no enfrentamento às desigualdades no mundo do trabalho.</p>
<p>“Ganhar o Selo, mais do que um atestado de reconhecimento, é prova de que o nosso Proeq conseguiu superar as barreiras da discriminação e do preconceito que ainda se superpõem ao exercício pleno da igualdade entre homens e mulheres no mundo do trabalho&#8221;, avalia Mara Régia, coordenadora do Comitê de Pró-Equidade de Gênero e Raça da EBC (Proeq). </p>
<p>A conquista da EBC ocorre após ações promovidas pelo Proeq como campanhas de conscientização, atividades formativas, debates internos, iniciativas de acolhimento e medidas de fortalecimento da cultura organizacional voltada aos direitos humanos e à igualdade de oportunidades.</p>
<h2>Programa</h2>
<p>O Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça foi criado pelo governo federal para incentivar organizações a adotar práticas de gestão comprometidas com a igualdade de gênero e raça.</p>
<p>As instituições participantes assumem compromissos e implementam planos de ação acompanhados pelo Ministério das Mulheres, sendo avaliadas periodicamente para a concessão do selo.</p>
<p>Ao conquistar pela terceira vez a certificação, a EBC reforça sua atuação institucional em defesa da diversidade e da promoção de direitos, consolidando iniciativas voltadas à construção de um ambiente de trabalho mais igualitário e representativo.</p>
<h2>Compromissos da EBC com equidade</h2>
<p>A EBC integra a Rede Equidade, coordenada pelo Senado Federal, e participa do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça do Ministério das Mulheres. </p>
<p>A empresa também é signatária do Pacto pela Diversidade, Equidade e Inclusão nas Empresas Estatais, coordenado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/ebc-conquista-selo-pro-equidade-de-genero-e-raca-pela-terceira-vez" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Brasil e Espanha se unem por igualdade de gênero e fim da misoginia</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasil-e-espanha-se-unem-por-igualdade-de-genero-e-fim-da-misoginia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:59:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os governos do Brasil e da Espanha assinaram, nesta sexta-feira (17), memorando de entendimento para igualdade de gênero e erradicação da violência contra as mulheres, durante a 1ª Cúpula Brasil-Espanha. O documento foi firmado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo presidente do governo da Espanha, Pedro Sánchez na cidade espanhola de Barcelona, Em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os governos do Brasil e da Espanha assinaram, nesta sexta-feira (17), memorando de entendimento para igualdade de gênero e erradicação da violência contra as mulheres, durante a 1ª Cúpula Brasil-Espanha.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Brasil-e-Espanha-se-unem-por-igualdade-de-genero-e.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O documento foi firmado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo presidente do governo da Espanha, Pedro Sánchez na cidade espanhola de Barcelona,</p>
<p>Em declaração à imprensa, o presidente Lula comentou que não é possível avançar como sociedade quando as mulheres, que correspondem a cerca de metade da população, não têm respeitado “o direito mais básico de todos, o direito à vida”.</p>
<p>O mandatário brasileiro destacou que o país tem muito a aprender com a Espanha, que conseguiu reduzir em 30% o número de feminicídios em dez anos, de 2003 a 2023, por meio de uma abordagem integral da questão.</p>
<p>Lula entende que o aumento da violência de gênero também está relacionado à violência digital.</p>
<p>“O mundo virtual se tornou um ambiente tóxico que afeta a saúde mental dos nossos jovens. A Espanha criou a primeira agência de supervisão da inteligência artificial da Europa, uma iniciativa que visa garantir o uso ético desta ferramenta.”</p>
<p>O presidente espanhol, Pedro Sánchez, também tratou da propagação de discursos de ódio contra as mulheres na internet e necessidade de agir urgentemente.</p>
<p>“As plataformas fazem com que chegue até os celulares dos nossos jovens conteúdos violentos e pornográficos que crucificam a mulher e que fazem com que tudo que fazemos no mundo offline e de luta contra a violência de gênero, defesa da igualdade real entre homens e mulheres, seja derrotado”, constatou a liderança espanhola.</p>
<p>A assinatura do memorando de entendimento integra o roteiro inicial da viagem do presidente brasileiro à três países da Europa, Espanha, Alemanha e Portugal, em seis dias. O presidente Lula viaja acompanhado de uma comitiva de ao menos 14 ministros e presidentes de estatais.</p>
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<h2>Gênero</h2>
<p>A ministra das Mulheres do Brasil, Márcia Lopes, e a ministra da Igualdade da Espanha, Ana María Redondo García, tiveram um encontro, na capital da Catalunha, para apresentação de projetos e programas nacionais.</p>
<p>As autoridades debateram sobre iniciativas brasileiras, como a Central de Atendimento à Mulher Ligue-180, a Casa da Mulher Brasileira, a Tenda Lilás, o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio e o Projeto Alerta Mulher Segura.</p>
<p>“Esse memorando assegura o conhecimento das boas práticas de projetos e programas que têm tido resultados importantes”, disse a ministra Márcia Lopes à Agência Brasil.</p>
<p>A ministra reforça que a determinação do presidente Lula é de que, quando se assina um memorando, este tem que concretizar o que se dispõe a fazer</p>
<p>Sobre a questão da violência digital, a ministra das Mulheres defendeu a prevenção e o enfrentamento da situação, com a regulamentação das plataformas.</p>
<p>“Em relação à igualdade de gênero e raça, é mais grave porque causa impacto na vida das mulheres e das meninas com a exposição de seus corpos, de sua forma de viver. Há muito machismo, misoginia, muito desrespeito e, mais ainda, em momento eleitoral.”</p>
<p>Do lado espanhol, foi exposto o Sistema Integrado de Monitoramento em Casos de Violência de Gênero (Viogen). O aplicativo tem a função de monitorar e proteger vítimas de violências de gênero, por meio da avaliação de risco de violência às mulheres.</p>
<p>A ferramenta tecnológica e policial, criada em 2007 pelo Ministério do Interior do país ibérico, despertou o interesse do governo brasileiro.</p>
<p>Além disso, durante a troca de conhecimentos, as ministras abordaram questões como colaboração em sistemas de proteção de dados e formação profissional, masculinidades positivas e a articulação com meninas e mulheres.</p>
<p>Um grupo de trabalho definirá agendas, com possíveis visitas e intercâmbios futuros.</p>
<h2>Eixos da cooperação</h2>
<p>O memorando de entendimento estabelece um protocolo de intenções para que os dois países colaborem diretamente para avançar na igualdade de gênero, por meio da autonomia física e econômica das mulheres; e para criar políticas integradas para prevenir, sancionar e reparar a violência contra mulheres e meninas.</p>
<p>No marco jurídico, as duas nações se comprometem, no dia a dia, com:</p>
<ul>
<li>Apoio a mulheres migrantes: prevê o diálogo sobre a situação de brasileiras na Espanha e espanholas no Brasil que sofrem violências para garantir seus direitos em território estrangeiro.</li>
<li>Intercâmbio de boas práticas: troca de conhecimento sobre o que funciona em cada país para proteger vítimas e produzir estatísticas confiáveis (dados de feminicídio e violência).</li>
<li>Aliança internacional: os dois países devem atuar juntos em fóruns globais e na região ibero-americana para fortalecer a agenda de gênero.</li>
<li>Combate a estereótipos: para a erradicação da violência de gênero.</li>
</ul>
<p>Pela colaboração mútua, tudo o que for produzido, como estudos, manuais e pesquisas, pertencerá a ambos os Estados e deve ser distribuído gratuitamente, sem fins lucrativos, com citação dos autores e ambos os governos.</p>
<p>O documento deixa claro que não haverá repasse de dinheiro entre os países. Cada ministério arcará com seus próprios custos dentro dos respectivos orçamentos.</p>
<p>As partes também se comprometem a oferecer instalações e pessoal para que as atividades planejadas saiam do papel.</p>
<p>O acordo vale por três anos, podendo ser renovado por iguais períodos. Se um dos países quiser desistir, deve avisar com 90 dias de antecedência.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/brasil-e-espanha-se-unem-por-igualdade-de-genero-e-fim-da-misoginia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Empresas são peça-chave no enfrentamento à violência de gênero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:17:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Empresas têm um papel-chave no enfrentamento à violência contra meninas ou mulheres e devem atuar em três frentes: prevenção, intervenção e acolhimento. A avaliação foi feita nesta terça-feira (31) pelo secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Rosa, no Rio de Janeiro. Para ele, o setor produtivo também deve provocar transformações culturais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Empresas têm um papel-chave no enfrentamento à violência contra meninas ou mulheres e devem atuar em três frentes: prevenção, intervenção e acolhimento. A avaliação foi feita nesta terça-feira (31) pelo secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Rosa, no Rio de Janeiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Empresas-sao-peca-chave-no-enfrentamento-a-violencia-de-genero.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para ele, o setor produtivo também deve provocar transformações culturais necessárias para enfrentar as causas do alto número de feminicídio no país.</p>
<p>No Brasil, seis mulheres são mortas por dia, de acordo com os mais recentes dados do <em>Relatório Anual de Feminicídios no Brasil 2025</em>, elaborado pelo Laboratório de Estudos de Feminicídios da Universidade Estadual de Londrina. Ano passado, foram 2,1 mil vítimas e 4,7 mil tentativas de feminicídios, segundo as estatísticas.</p>
<p>Durante a participação em evento com representantes de grandes empresas públicas e privadas, liderado pela Petrobras e pelo Banco do Brasil, o secretário-executivo afirmou que a violência de gênero não pode se restringir ao endurecimento da legislação penal, depois do fato consumado. Para ele, o foco deve ser agir antes, na prevenção, começando por estabelecer trabalho livre de violência.</p>
<p>“Das empresas, o que se espera é a prevenção, a intervenção, o acolhimento, o suporte”, afirmou Rosa.</p>
<p>Ele participou do evento Responsabilidade Empresarial no Enfrentamento ao Feminicídio, à Violência de Gênero e pela Transformação Cultural, promovido pela Petrobras, Governo Federal e Banco do Brasil, no Museu de Arte Moderna do Rio. No evento, o secretário defendeu também que as empresas cobrem as mesmas práticas de sua cadeia de fornecedores, “indo além de suas fronteiras”.</p>
<p>Rosa classificou a não atuação no tema como uma “omissão institucional” das empresas, o que chamou de falha ética. E criticou práticas corporativas que desestimulam denúncias, expõe vítimas ou deixam de punir agressores.</p>
<p>Segundo ele, empresas que não criam canais seguros de denúncia ou que penalizam as vítimas contribuem para perpetuar o problema.</p>
<p>“É preciso, óbvio, combater a cultura interna permissiva a qualquer forma de assédio ou de violência”, disse.</p>
<p>O secretário propôs também que mulheres sejam protagonistas na construção de políticas internas encampadas pela alta gestão. “A cultura só muda quando vem acompanhada de ações cotidianas, concretas e naturais”, afirmou.</p>
<p>Ao reforçar o compromisso do ministério da Indústria com o tema, Rosa destacou que o Pacto Nacional de Prevenção ao Feminicídio também inclui o governo e a sociedade civil. Para ele, apenas a atuação conjunta romperá o ciclo de violência: “Essa não é uma pauta para amanhã, já deveria ter sido adotada ontem”, concluiu.</p>
<h2>Exemplos</h2>
<p>No evento, a empresária Luiza Trajano, fundadora da Magazine Luiza, apresentou o Canal Mulher, criado para apoiar funcionárias vítimas de violência doméstica. O modelo foi criado depois que uma funcionária foi vítima de feminicídio em 2017, e conta com suporte de psicólogos e advogados, por exemplo.</p>
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<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Empresas-sao-peca-chave-no-enfrentamento-a-violencia-de-genero.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 05/03/2026 - Empresária Luiza Trajano durante coletiva no ministério da Saúde, sobre pacote de medidas voltadas à proteção e ao cuidado integral da saúde das mulheres no SUS, em alusão ao Dia Internacional da Mulher.Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasília"/></p>
<p>Brasília (DF) 05/03/2026 &#8211; Empresária Luiza Trajanol cria canal para apoiar funcionárias vítimas de violência doméstica.Foto: Fabio-arquivo: Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil &#8211; Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasília</p>
<p>Ao longo dos anos, a empresa já chegou a pagar aluguel para uma funcionária sair de casa. A estratégia foi aperfeiçoada em 2019, quando o aplicativo da empresa para celulares incorporou um botão de denúncia que aciona o 180 imediatamente.</p>
<p>“Nós fizemos um pacto, treinamos também homens para identificar e lidar com essa situação, e nunca mais a nossa empresa vai perder uma mulher por essa violência”, disse.</p>
<p>Trajano elogiou o Pacto Nacional de Prevenção ao Feminicídio, que adotou uma abordagem direcionada aos homens. “O presidente [Luiz Inácio] Lula falou com os homens, e, na nossa empresa, estamos falando direto com eles: olha, vocês precisam atuar, porque um dia pode ser sua filha, uma sobrinha, uma irmã e vocês não sabem. E não é só gente simples, são as secretárias que falam três línguas”.</p>
<h2>Cartazes nas bombas dos postos</h2>
<p>As empresas têm empregado cada vez mais mulheres e é importante que essas mulheres sintam que há um compromisso de seus empregadores com a causa, avaliou a presidenta do Pacto de Promoção da Equidade Racial, Wania Sant’Anna.</p>
<p>“As empresas têm um papel extraordinário na conscientização da sociedade sobre o quão inaceitável é a violência contra mulher”, afirmou.</p>
<p>“Os números não são um mero acaso, refletem uma cultura historicamente violenta contra as mulheres e que é tolerada”, avaliou Sant’Anna, citando a gravidade e os requintes de crueldade dos crimes contra elas. “Que sociedade estamos forjando?”, questiona.</p>
<p>A sugestão da gestora é que cada empresa atue no seu ramo, em diálogo com os trabalhadores e o público. “Se é um posto de gasolina, estampe esse assunto nas bombas. Se você é uma empresa aérea, adesive o seu avião. Aeroportos, trens, metrôs? Comunique-se com os passageiros você mesmo”, recomendou.</p>
<p>Para apoiar as empresas, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Pacto Global. A iniciativa aponta caminhos para que as organizações “tomem ações concretas em direção às transformações que a gente precisa ver na sociedade”, informou a diretora Monica Gregori. Ela palestrou no encontro com as corporações e destacou a importância de as corporações combaterem violências institucionais primeiro.</p>
<p>“As empresas podem adotar mecanismos de prevenção, desde conscientização, em relação à violência de gênero, pois, o feminicídio é o último ponto dessa violência, como combater o assédio moral e sexual, que a gente ainda vê nas corporações”, destacou Gregori.</p>
<p>Entusiasta da iniciativa, a primeira dama Rosângela Lula da Silva, destacou o papel das empresas e cobrou apoio a iniciativas que buscam criminalizar a misoginia, da qual a própria tem sido vítima, principalmente nas redes sociais.</p>
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<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1775045872_386_Empresas-sao-peca-chave-no-enfrentamento-a-violencia-de-genero.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 31/03/2026 - A primeira dama do Brasil, Janja Lula da Silva, fala durante evento “Responsabilidade Empresarial no Enfrentamento ao Feminicídio, à Violência de Gênero e pela Transformação Cultural”, promovido pela Petrobras, Governo Federal e Banco do Brasil, no  Museu de Arte Moderna do Rio (MAM). Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p>Rio de Janeiro (RJ), 31/03/2026 &#8211; A primeira dama do Brasil, Janja Lula da Silva, fala durante evento “Responsabilidade Empresarial no Enfrentamento ao Feminicídio, à Violência de Gênero e pela Transformação Cultural”, promovido pela Petrobras, Governo Federal e Banco do Brasil, no Museu de Arte Moderna do Rio (MAM). Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil</p>
<p>“Quando tentamos entender o porquê dessa escalada da violência, nos deparamos com um ambiente hostil a nós mulheres na internet. Nesse ambiente digital, que parece ser terra de ninguém, vemos a inaceitável proliferação de conteúdos misóginos, violentos e lícitos. Conteúdos que pregam a superioridade masculina e estimulam a violência de gênero”, analisou, citando como exemplo de discurso de ódio e misóginos a troca de mensagens entre a soldado Gisele Alves e o tenente-coronel Geraldo Leite, suspeito de tê-la matado.</p>
<p>A policial militar foi encontrada morta, com um tiro na cabeça, dentro do apartamento do casal na região central de São Paulo, no dia 18 de fevereiro. O rumo da investigação mudou após análise de laudos periciais e de mensagens extraídas do celular dela.</p>
<h2>Papel da mídia</h2>
<p>A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) esteve presente no evento por meio do seu diretor-presidente, Andre Basbaum. Ele defendeu o papel da mídia pública no diálogo com a sociedade.</p>
<p>“Isso é o que vemos na EBC, na TV Brasil, que é a tela do futebol feminino, nas discussões do nosso jornalismo”, citou, sobre ações do conglomerado de mídia, que administra emissoras de rádio, TV e portais. “Esse é um drama nacional, as taxas de violência são altíssimas, enfrentamos isso com o debate”, completou.</p>
<p>A diretora de Conteúdo e Programação da EBC, Antonia Pellegrino, acrescentou que as empresas de mídia são responsáveis pela formação do imaginário, que é a imagem mental que as pessoas constroem sobre vários temas. “A nossa programação produz novos imaginários, produz caminhos que tendem a transformar realidades”. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/empresas-sao-peca-chave-no-combate-violencia-de-genero" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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