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	<title>governo Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>governo Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>David Almeida escala ex-primeira-dama para atacar Governo e elogiar Prefeitura: &#8216;vamos separar&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:27:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A ex-primeira-dama de Manaus, Izabelle Almeida, surgiu nas redes sociais defendendo o legado do ex-prefeito David Almeida (Avante), e afirmando que se ele fosse governador, o Amazonas não estaria passando por crises no serviço público. A estratégia não é nova mas mostra um sinal de que a pré-candidatura do ex-chefe do Executivo Municipal quer alcançar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A ex-primeira-dama de Manaus, Izabelle Almeida, surgiu nas redes sociais defendendo o legado do ex-prefeito David Almeida (Avante), e afirmando que se ele fosse governador, o Amazonas não estaria passando por crises no serviço público. A estratégia não é nova mas mostra um sinal de que a pré-candidatura do ex-chefe do Executivo Municipal quer alcançar o público feminino.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No vídeo Izabelle aparece de óculos, falando seriamente e pedindo a atenção do internauta para as entregas do marido, contrastando com o que ela chama de problemas grandes em áreas sensíveis geridas pelo Governo do Amazonas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Izabelle ainda diz que é preciso separar o que é responsabilidade do Governo e da Prefeitura de Manaus. Izabelle segue o tom da coordenação de campanha e reforça estratégia de ataques do ex-prefeito ao grupo do ex-governador Wilson Lima (UB), que lançou Roberto Cidade (UB) na corrida pelo governo esta semana.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A ex-primeira-dama ainda adota uma linguagem acessível, deixando evidenciar que pretende falar para as camadas mais populares, onde estão a maioria dos eleitores afetados pelas deficiência dos serviços do Estado. “É justamente aí que estão os maiores problemas”, aponta  Izabelle, relacionando casos como a  crise da falta de oxigênio na pandemia e mazelas da Saúde ao Governo do Estado. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Se a estratégia dará resultados, só o tempo dirá. </p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS: Dada a largada, pré-candidatos abrem temporada de ataques aos adversários</p>
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		<title>Governo diz que vai acertar salários do programa Rio Sem LGBTIfobia</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/governo-diz-que-vai-acertar-salarios-do-programa-rio-sem-lgbtifobia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 23:37:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governo do Estado do Rio de Janeiro informou que vai acertar nos próximos dias os salários atrasados dos trabalhadores do Programa Estadual Rio Sem LGBTIfobia. Eles estão sem receber integralmente desde abril e chegaram a decretar estado de greve na semana passada. O compromisso com a regularização do pagamento foi feito por meio de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Estado do Rio de Janeiro informou que vai acertar nos próximos dias os salários atrasados dos trabalhadores do Programa Estadual Rio Sem LGBTIfobia. Eles estão sem receber integralmente desde abril e chegaram a decretar estado de greve na semana passada.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Governo-diz-que-vai-acertar-salarios-do-programa-Rio-Sem.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O compromisso com a regularização do pagamento foi feito por meio de nota enviada à reportagem da Agência Brasil e nas falas de secretários do governo que participaram da audiência pública desta terça-feira (7) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).</p>
<p>O secretário de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Anderson Coelho, justificou o atraso com base em decreto assinado em abril pelo governador interino Ricardo Couto, que estabelece fiscalização mais rigorosa sobre contratos acima de R$ 10 milhões. Aqueles que ultrapassam o valor devem ser submetidos à aprovação de um órgão jurídico.</p>
<p>“É uma questão de honra resolver isso. Aqui, todas as forças estão se somando: governo, deputados, vereadores, movimento sociais. A causa é justa e nobre. Somos parceiros e nosso objetivo é construir pontes”, disse Anderson Coelho.</p>
<p>O governo estadual também disse que está “adotando os ajustes administrativos e jurídicos necessários para garantir a continuidade do programa”. O subsecretário-geral da Casa Civil, Sérgio Pimentel, reconheceu que houve um erro de comunicação ao falar anteriormente em reestruturação do programa.</p>
<p>“Isso gera um temor de quem está há meses sem receber. Reconheço esse problema e estamos comprometidos em busca da solução”, disse Pimentel. “Essa não é apenas uma política de governo, é um projeto de Estado que precisa ser reconhecido.”</p>
<p>Ainda não houve posicionamento governo sobre a suspensão das contratações para o programa previstas em processo seletivo realizado em 2025. Os candidatos aprovados já haviam sido convocados para exames admissionais e assinatura de contrato.</p>
<p>A coordenadora do Centro de Cidadania LGBTI+ Baixada, Sharlene Rosa, cobrou a convocação dos aprovados. “Hoje nós temos vários trabalhadores que deixaram outros trabalhos para estar nesse programa, passaram no processo seletivo e não foram chamados&#8221;, disse.</p>
<h2>Resistência de décadas</h2>
<p>Durante a audiência pública, trabalhadores do programa afirmaram que mantiveram o atendimento da população e que tiveram de custear do próprio bolso despesas para garantir o funcionamento dos serviços.</p>
<p>“Mesmo com três meses de salários atrasados, estamos fazendo plantão para atender às pessoas, porque esse programa não pode fechar. É um programa que já tem 16 anos. Estamos lutando e resistindo todo o dia, porque essa é a nossa história”, disse Fernanda Machado, que atua no Rio Sem LGBTfobia.</p>
<p>A ativista transgênero Indianara Siqueira, presidente do grupo Transrevolução, destacou a necessidade de valorização daqueles que têm mantido o programa há tanto tempo.</p>
<p>“Precisamos valorizar as pessoas que já estão lá dentro: técnicos, gerentes, trabalhadores de uma maneira geral, para que não se tornem pessoas precarizadas”, disse Indianara. “Esperamos que o governador e os secretários olhem para o programa de uma maneira humana. Pessoas da comunidade já tem, historicamente, dificuldades para conseguir trabalho”, acrescentou.</p>
<p>A deputada estadual Dani Balbi (PCdoB) reforçou que, para além de resolver os atuais problemas relacionados ao programa, o governo precisa investir na ampliação dele.</p>
<p>“Enquanto mulher transexual sei o que é a vulnerabilidade das esquinas, o que é a interdição dos espaços institucionais e sei o que é procurar emprego mesmo tendo qualificação profissional e não encontrar. Esse programa precisa ser um pilar da sociedade”, disse a deputada.</p>
<p>“Não é razoável em hipótese nenhuma qualquer inflexão no programa, diminuição de pessoal e de verba. Programa não precisa apenas se manter, precisa ganhar mais musculatura”, complementou.</p>
<p>A vereadora Mônica Benício (PSOL) endossou a necessidade de fortalecer políticas públicas para a comunidade. “Não estamos pedindo favor nenhum. Estamos aqui cobrando um direito”, disse Mônica.</p>
<p>“Devemos ampliar a amplitude de políticas públicas como essa. Esse programa existe e insiste apesar de governos. Não podemos ter desmonte de direitos desse tipo. Foi a luta organizada que garantiu a existência desse programa”, destacou.</p>
<h2>Estrutura</h2>
<p>Criado pela Lei Estadual nº 9.496/2021, o Programa Rio Sem LGBTIfobia é executado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSODH), em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). A iniciativa oferece atendimento psicológico, orientação jurídica, acolhimento social, acompanhamento de vítimas de violência em delegacias, articulação com a rede de proteção, capacitação de profissionais e ações educativas em todo o estado.</p>
<p>De acordo com os trabalhadores, o programa atende a milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade e mantém uma rede composta por 23 centros regionalizados, além de prestar suporte técnico a municípios, Ministério Público, Defensoria Pública e demais órgãos da rede de garantia de direitos.</p>
<p>Atualmente, a estrutura do programa conta com mais de 300 profissionais, sendo 282 trabalhadores e 24 estagiários, distribuídos em 24 equipamentos: 20 centros de Cidadania LGBTI+, três centros comunitários e um Polo de Cidadania. Em 2024, o programa realizou 17.643 atendimentos a 11.518 pessoas usuárias.</p>
<p>Em 2025, foram registrados 12.470 atendimentos e 4.133 usuários cadastrados. Já em 2026, até o momento, são 3.666 atendimentos e 1.682 pessoas atendidas. Os trabalhadores destacam que os números de 2025 e 2026 ainda são parciais, uma vez que os lançamentos dos atendimentos desses períodos ainda não foram concluídos.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/governo-diz-que-vai-acertar-salarios-do-programa-rio-sem-lgbtifobia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Governo Lula diz que medida dos EUA contra PCC pode abrir espaço para ação militar no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 17:37:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que uma eventual classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas pelos Estados Unidos pode abrir espaço para uma atuação militar norte-americana em território brasileiro. A avaliação consta em um documento enviado pelo Ministério das Relações Exteriores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que uma eventual classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas pelos Estados Unidos pode abrir espaço para uma atuação militar norte-americana em território brasileiro.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A avaliação consta em um documento enviado pelo Ministério das Relações Exteriores à Câmara dos Deputados. O texto responde a um requerimento de informação apresentado pelo deputado Evair de Melo (Republicanos-ES).</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Itamaraty, a legislação antiterrorismo dos Estados Unidos permite ampla margem de interpretação. Por isso, a medida pode gerar consequências para cidadãos brasileiros nas áreas financeira, migratória e penal. Além disso, o ministério cita a possibilidade de uso da força militar dos Estados Unidos em território brasileiro.</p>
<p class="wp-block-paragraph">📲 Quer ficar por dentro de tudo? Entre no canal do Portal EM TEMPO no WhatsApp</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O uso da legislação de contraterrorismo pode ocorrer com amplo grau de discricionariedade. Além disso, há sérias possibilidades de implicações para cidadãos brasileiros nos planos financeiro, migratório e penal. Finalmente, há a possibilidade do uso da força militar dos Estados Unidos em território brasileiro”, diz o documento.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Governo cita impactos à soberania</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O Itamaraty também afirmou que classificar as facções como organizações terroristas não traria benefícios concretos para a cooperação entre Brasil e Estados Unidos no combate ao crime organizado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pasta, a medida pode provocar impactos econômicos. Além disso, pode afetar a soberania nacional. O ministério também afirma que os Estados Unidos poderiam adotar medidas administrativas e judiciais de caráter extraterritorial contra pessoas, empresas e organizações brasileiras.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com o documento, essas medidas poderiam atingir pessoas, empresas ou organizações brasileiras. Isso ocorreria mesmo sem vínculos diretos com os Estados Unidos. O texto também cita casos de ligação indireta ou involuntária com os grupos classificados.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o Ministério das Relações Exteriores defendeu que enquadrar organizações criminosas como terroristas é inadequado do ponto de vista jurídico. Além disso, afirmou que a medida não fortalece a cooperação internacional no combate ao crime organizado transnacional. Para o governo, a iniciativa também representa riscos concretos à soberania brasileira.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais</p>
<p class="wp-block-paragraph">EUA sancionam brasileiros e empresas por suposta ligação com o PCC</p>
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		<item>
		<title>STF marca para 19 de agosto julgamento sobre sucessão no governo do RJ</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/stf-marca-para-19-de-agosto-julgamento-sobre-sucessao-no-governo-do-rj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 19:20:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 19 de agosto o julgamento do processo que trata da realização de novas eleições para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro. Em abril, o julgamento foi suspenso após um pedido de vista do ministro Flávio Dino.  O caso trata da ação na qual o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 19 de agosto o julgamento do processo que trata da realização de novas eleições para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/STF-marca-para-19-de-agosto-julgamento-sobre-sucessao-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em abril, o julgamento foi suspenso após um pedido de vista do ministro Flávio Dino. </p>
<p>O caso trata da ação na qual o diretório estadual do PSD defende a realização de eleições diretas (populares) para o comando interino do estado, e não votação indireta, por meio dos deputados estaduais da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), como definiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>
<p>No dia 23 de março, um dia depois de ter renunciado ao cargo, o ex-governador Cláudio Castro foi condenado à inelegibilidade pelo TSE.</p>
<p>Como o ex-vice-governador Thiago Pampolha deixou o cargo, em 2025, para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do estado, e o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) Rodrigo Bacellar tinha sido cassado, o tribunal determinou a realização de eleições indiretas para um mandato-tampão, até o fim de 2026.</p>
<p>Contudo, o PSD recorreu ao Supremo e defendeu eleições diretas. A renúncia de Castro foi vista pela legenda como uma manobra para forçar a realização de eleições indiretas, e não diretas, já que o ex-governador poderia deixar o cargo até o dia 4 de abril. </p>
<p>Atualmente, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), Ricardo Couto de Castro, exerce interinamente o cargo de governador do estado. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/stf-marca-para-19-de-agosto-julgamento-sobre-sucessao-no-governo-do-rj" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/stf-marca-para-19-de-agosto-julgamento-sobre-sucessao-no-governo-do-rj/">STF marca para 19 de agosto julgamento sobre sucessão no governo do RJ</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Eduardo Braga aciona Governo Federal e prepara reação jurídica em defesa da Zona Franca de Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/eduardo-braga-aciona-governo-federal-e-prepara-reacao-juridica-em-defesa-da-zona-franca-de-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 17:46:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Eduardo Braga (MDB-AM) informou, nesta quarta-feira (1º), que acionou o Ministério da Fazenda e prepara medidas judiciais para tentar reverter o novo entendimento da Receita Federal, que restringe a aplicação da alíquota zero de PIS e Cofins nas vendas de empresas de fora da Zona Franca de Manaus para indústrias instaladas no Polo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O senador Eduardo Braga (MDB-AM) informou, nesta quarta-feira (1º), que acionou o Ministério da Fazenda e prepara medidas judiciais para tentar reverter o novo entendimento da Receita Federal, que restringe a aplicação da alíquota zero de PIS e Cofins nas vendas de empresas de fora da Zona Franca de Manaus para indústrias instaladas no Polo Industrial de Manaus.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A mudança foi formalizada na Nota Cosit/Sutri/RFB nº 141/2026. Segundo Braga, a nova interpretação pode elevar os custos das cadeias produtivas, reduzir a competitividade do Polo Industrial de Manaus e gerar insegurança jurídica, pois contraria o tratamento tributário historicamente assegurado à Zona Franca.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Receita muda interpretação sobre PIS e Cofins</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Mesmo durante agenda no sul do Amazonas ao lado do senador Omar Aziz (PSD-AM), Braga afirmou que os dois parlamentares iniciaram, ainda pela manhã, articulações junto ao Ministério da Fazenda para buscar a revisão da medida.</p>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o senador, a equipe protocolou documentação técnica fundamentada no direito tributário e na legislação aprovada durante a reforma tributária. O material também reúne um resumo analítico com os impactos econômicos e jurídicos da nova interpretação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Eu e Omar estamos trabalhando junto ao Ministério da Fazenda e ingressamos com uma documentação toda fundamentada pelo direito tributário, aprovada pela reforma tributária, com resumo analítico. Ao mesmo tempo, já tomamos providências na questão jurídica para que, se não resolvermos do ponto de vista administrativo e político, possamos ingressar, como sempre fizemos, em defesa da Zona Franca, na Justiça brasileira, seja no STF, seja no STJ”, afirmou Braga.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Braga explicou que a estratégia será conduzida em duas frentes. Primeiramente, os parlamentares buscarão reverter a medida por meio do diálogo institucional com o Governo Federal. Caso não haja solução administrativa, eles pretendem adotar medidas judiciais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Estamos lutando batalha por batalha para vencer a guerra em defesa da Zona Franca, dos trabalhadores e dos investimentos. O Amazonas sabe que pode contar com dois senadores que lutam com firmeza, força, dedicação, foco e habilidade política para alcançar resultados objetivos e práticos”, completou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o senador Omar Aziz também defendeu a revisão da medida e classificou o novo entendimento da Receita Federal como um equívoco.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“É um equívoco da Receita Federal. Nós aprovamos essa lei complementar e, caso isso não seja revertido, vamos tomar as medidas cabíveis. A Receita sempre teve uma dificuldade com a Zona Franca de Manaus, não é de hoje. Já ganhamos várias decisões no STJ e no Supremo. Eu e Eduardo não vamos descansar enquanto não resolvermos isso”, afirmou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Senadores defendem segurança jurídica da Zona Franca</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Braga destacou que a defesa da Zona Franca de Manaus exige atuação permanente nas frentes técnica, política e jurídica. Além disso, afirmou que preservar a segurança jurídica do modelo é fundamental para proteger milhares de empregos, manter a competitividade da indústria instalada no Amazonas e garantir a continuidade de um instrumento constitucional voltado ao desenvolvimento econômico, à geração de renda e à preservação ambiental.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais: Receita Federal reduz incentivo da ZFM e mobiliza indústria e bancada do AM.</p>
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		<title>Empresários atacam PEC 6&#215;1 no Senado; sindicatos e governo defendem</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/empresarios-atacam-pec-6x1-no-senado-sindicatos-e-governo-defendem-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 12:22:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>overno, oposição, empresários e sindicatos dos trabalhadores discutem no Senado, nesta quarta-feira (1º), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de 6×1, em audiência pública no plenário da Casa. A PEC completou mais de um mês travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Empresários dos setores do comércio, dos transportes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">overno, oposição, empresários e sindicatos dos trabalhadores discutem no Senado, nesta quarta-feira (1º), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de 6×1, em audiência pública no plenário da Casa. A PEC completou mais de um mês travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1782994931_292_Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.gif?w=740&#038;ssl=1" data-pagespeed-url-hash="3150432972" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">Empresários dos setores do comércio, dos transportes e da indústria e senadores da oposição criticaram a PEC, alegando que a proposta eleva custos do trabalho e prejudica a economia. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Os líderes patronais defendem que a jornada seja definida por negociação direta entre empregados e empregadores, e não por mudança legislativa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os representantes de centrais sindicais e do governo federal ponderam que os custos da PEC para economia são pequenos, semelhantes a um aumento de salário mínimo. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Para os defensores da proposta, os trabalhadores estão exaustos da escala 6×1 e precisam de mais tempo para família, estudos e lazer.<br /> </p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 01/07/2026 - Sessão semipresencial para debater os impactos sociais, econômicos e produtivos da proposta de emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da chamada escala 6x1 no Brasil. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil." data-pagespeed-url-hash="1414630332" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<h6 class="wp-block-heading">Ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira (D), defende que os ganhos dos últimos 40 anos na economia brasileira sejam repartidos com os trabalhadores – Foto: Lula Marques/Agência Brasil</h6>
<p class="wp-block-paragraph">Além de instituir dois dias de descanso por semana, a PEC reduz a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Federação de Comércio de São Paulo (Fecomércio-SP), Ivo Dall’Acqua, destacou que o desafio não é escolher entre trabalhar “mais ou menos”, mas como o Brasil pode “produzir mais”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O problema não é o trabalhador. O problema é a produtividade da economia. Primeiro, precisamos produzir mais riqueza, depois, distribuí-la. Foi esse o caminho percorrido pelas economias que hoje servem de referência internacional”, argumenta o empresário.</p>
<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<h2 class="wp-block-heading">Exaustão</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Secretária-geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, avalia que os custos econômicos da PEC podem ser absorvidos pelas empresas, assim como a economia absorve aumentos reais do salário mínimo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“[Estudo do Ipea calculou um impacto] de 7,8%, que é algo proporcional ao aumento real de salário mínimo. Aumentou-se o salário e nenhuma empresa faliu. Nenhuma empresa deixou de operar, não houve desemprego. Ao contrário, nós estamos na menor taxa de desemprego da série histórica no Brasil”, defendeu Boulos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Estudos sobre o tema têm divergido em relação aos impactos da PEC do fim da 6×1 em relação ao Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país), inflação e nível de emprego.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o ministro, para além da discussão econômica, a PEC do fim da 6×1 traz benefícios humanos para milhões de trabalhadores.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“No ano passado, o Brasil bateu o recorde de afastamentos de trabalhadores por burnout, depressão e ansiedade. Isso é resultado da exaustão de trabalhadores”, destacou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, 4,1 milhões de trabalhadores foram afastados temporariamente por motivos de saúde, aumento de 15% em relação a 2024. Os principais motivos foram dor nas costas e lesões dos discos intervertebrais, como hérnias de disco, além de problemas mentais e depressivos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Boulos lembrou que as experiências de redução de jornada de trabalho levaram ao aumento da produtividade do trabalho, “por razões que deveriam nos parecer óbvias”. </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Um trabalhador mais descansado é um trabalhador mais produtivo”, disse.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Votação</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, defendeu a PEC apresentada pela oposição. A proposta mantém a escala 6×1, não reduz a jornada de trabalho e introduz um contrato por hora trabalhada.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Nós vamos criar situações que vão levar à informalidade? Nós vamos tirar a liberdade das pessoas de fazerem o que querem fazer? Nós vamos tirar a liberdade de as pessoas se entenderem? E como fica a pequena, a micro, a média empresa e os microempreendedores individuais?”, questionou. <br /> </p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1782924200_908_Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 01/07/2026 - Sessão semipresencial para debater os impactos sociais, econômicos e produtivos da proposta de emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da chamada escala 6x1 no Brasil. ( Presidente da Fiesp, Paulo Skaf ) Foto: Lula Marques/ Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil." data-pagespeed-url-hash="2844348483" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<h6 class="wp-block-heading">Presidente da Fiesp, Paulo Skaf, defende votação da PEC depois das eleições – Foto: Lula Marques/Agência Brasil</h6>
<p class="wp-block-paragraph">Skaf apelou para que a PEC 6×1 seja votada apenas depois da eleição de outubro.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Podemos debater, mas não em vésperas de eleição, não com motivação eleitoral, não tirando a liberdade dos senadores ou dos deputados de votarem dentro das suas consciências, dentro daquilo que veem como o melhor para o Brasil”, argumentou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Vander Costa, afirmou que a PEC aumenta os custos dos transportes e pediu uma transição mais longa para redução das jornadas.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Outra alternativa para absorvermos isso é fazer uma transição com mais tempo, com mais prazo para poder se fazer. Se colocarmos 1 hora por ano, é muito provável que os empresários conseguirão absorver com mais facilidade o aumento de custos”, defendeu.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A PEC aprovada na Câmara prevê 60 dias para acabar com a escala  6×1 e 14 meses para se chegar às 40 horas semanais.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Tempo para viver</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, lembrou que uma das primeiras greves do Brasil, em 1917, já pedia a jornada de trabalho de 40 horas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Todos nós temos o direito de viver. Nós gostamos de trabalhar, sou apaixonado pelo trabalho, mas acho que nós merecemos também viver, estar com a família”, disse Patah.<br /> </p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1782924201_10_Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 01/07/2026 - Sessão semipresencial para debater os impactos sociais, econômicos e produtivos da proposta de emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da chamada escala 6x1 no Brasil. ( Presidente da Fiesp, Paulo Skaf ) Foto: Lula Marques/ Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil." data-pagespeed-url-hash="401039200" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<h6 class="wp-block-heading">Audiência pública no Senado para debater o fim da escala 6×1 – Foto: Lula Marques/Agência Brasil</h6>
<p class="wp-block-paragraph">A liderança sindical chamou a atenção para o tempo que o trabalhador passa dentro do transporte para ir e voltar do serviço. </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Nós não podemos ter um país onde poucas pessoas têm privilégios extraordinários e milhões de pessoas estão exauridas”, alertou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, defendeu que os ganhos dos últimos 40 anos na economia brasileira sejam repartidos com os trabalhadores.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Muito dinheiro na mão de poucos é miséria e desigualdade. Pouco dinheiro na mão de muitos é desenvolvimento, é consumo, é uma economia mais dinâmica, são trabalhadores gerando negócios e oportunidades para que inclusive o capital possa se fortalecer”, argumentou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O ministro citou o projeto de lei enviado pelo Executivo à Câmara, com aumento do limite de faturamento dos microempreendedores individuais (MEIs) e a autorização para contratar dois trabalhadores, considerando como  uma medida para aliviar os pequenos negócios em meio a redução da jornada de trabalho. </p>
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		<title>Empresários atacam PEC 6&#215;1 no Senado; sindicatos e governo defendem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:43:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[6x1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governo, oposição, empresários e sindicatos dos trabalhadores discutem no Senado, nesta quarta-feira (1º), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de 6&#215;1, em audiência pública no plenário da Casa. A PEC completou mais de um mês travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Empresários dos setores do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Governo, oposição, empresários e sindicatos dos trabalhadores discutem no Senado, nesta quarta-feira (1º), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de 6&#215;1, em audiência pública no plenário da Casa. A PEC completou mais de um mês travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Empresários dos setores do comércio, dos transportes e da indústria e senadores da oposição criticaram a PEC, alegando que a proposta eleva custos do trabalho e prejudica a economia. </p>
<p>Os líderes patronais defendem que a jornada seja definida por negociação direta entre empregados e empregadores, e não por mudança legislativa.</p>
<p>Os representantes de centrais sindicais e do governo federal ponderam que os custos da PEC para economia são pequenos, semelhantes a um aumento de salário mínimo. </p>
<p>Para os defensores da proposta, os trabalhadores estão exaustos da escala 6&#215;1 e precisam de mais tempo para família, estudos e lazer.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 01/07/2026 - Sessão semipresencial para debater os impactos sociais, econômicos e produtivos da proposta de emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da chamada escala 6x1 no Brasil. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil."/></p>
<p><h6 class="meta">Ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira (D), defende que os ganhos dos últimos 40 anos na economia brasileira sejam repartidos com os trabalhadores &#8211; Foto: Lula Marques/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Além de instituir dois dias de descanso por semana, a PEC reduz a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial.  </p>
<p>O presidente da Federação de Comércio de São Paulo (Fecomércio-SP), Ivo Dall’Acqua, destacou que o desafio não é escolher entre trabalhar “mais ou menos”, mas como o Brasil pode “produzir mais”.</p>
<p>“O problema não é o trabalhador. O problema é a produtividade da economia. Primeiro, precisamos produzir mais riqueza, depois, distribuí-la. Foi esse o caminho percorrido pelas economias que hoje servem de referência internacional”, argumenta o empresário.</p>
<h2>Exaustão</h2>
<p>O ministro da Secretária-geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, avalia que os custos econômicos da PEC podem ser absorvidos pelas empresas, assim como a economia absorve aumentos reais do salário mínimo.</p>
<p>“[Estudo do Ipea calculou um impacto] de 7,8%, que é algo proporcional ao aumento real de salário mínimo. Aumentou-se o salário e nenhuma empresa faliu. Nenhuma empresa deixou de operar, não houve desemprego. Ao contrário, nós estamos na menor taxa de desemprego da série histórica no Brasil”, defendeu Boulos.</p>
<p>Estudos sobre o tema têm divergido em relação aos impactos da PEC do fim da 6&#215;1 em relação ao Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país), inflação e nível de emprego.</p>
<p>Segundo o ministro, para além da discussão econômica, a PEC do fim da 6&#215;1 traz benefícios humanos para milhões de trabalhadores.</p>
<p>“No ano passado, o Brasil bateu o recorde de afastamentos de trabalhadores por burnout, depressão e ansiedade. Isso é resultado da exaustão de trabalhadores”, destacou.</p>
<p>Em 2025, 4,1 milhões de trabalhadores foram afastados temporariamente por motivos de saúde, aumento de 15% em relação a 2024. Os principais motivos foram dor nas costas e lesões dos discos intervertebrais, como hérnias de disco, além de problemas mentais e depressivos.</p>
<p>Boulos lembrou que as experiências de redução de jornada de trabalho levaram ao aumento da produtividade do trabalho, “por razões que deveriam nos parecer óbvias”. </p>
<p>“Um trabalhador mais descansado é um trabalhador mais produtivo”, disse.</p>
<h2>Votação</h2>
<p>O presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, defendeu a PEC apresentada pela oposição. A proposta mantém a escala 6&#215;1, não reduz a jornada de trabalho e introduz um contrato por hora trabalhada.</p>
<p>“Nós vamos criar situações que vão levar à informalidade? Nós vamos tirar a liberdade das pessoas de fazerem o que querem fazer? Nós vamos tirar a liberdade de as pessoas se entenderem? E como fica a pequena, a micro, a média empresa e os microempreendedores individuais?”, questionou. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1782924200_908_Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 01/07/2026 - Sessão semipresencial para debater os impactos sociais, econômicos e produtivos da proposta de emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da chamada escala 6x1 no Brasil. ( Presidente da Fiesp, Paulo Skaf ) Foto: Lula Marques/ Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil."/></p>
<p><h6 class="meta">Presidente da Fiesp, Paulo Skaf, defende votação da PEC depois das eleições &#8211; Foto: Lula Marques/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Skaf apelou para que a PEC 6&#215;1 seja votada apenas depois da eleição de outubro.  </p>
<p>“Podemos debater, mas não em vésperas de eleição, não com motivação eleitoral, não tirando a liberdade dos senadores ou dos deputados de votarem dentro das suas consciências, dentro daquilo que veem como o melhor para o Brasil”, argumentou.</p>
<p>O presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Vander Costa, afirmou que a PEC aumenta os custos dos transportes e pediu uma transição mais longa para redução das jornadas.  </p>
<p>“Outra alternativa para absorvermos isso é fazer uma transição com mais tempo, com mais prazo para poder se fazer. Se colocarmos 1 hora por ano, é muito provável que os empresários conseguirão absorver com mais facilidade o aumento de custos”, defendeu.</p>
<p>A PEC aprovada na Câmara prevê 60 dias para acabar com a escala  6&#215;1 e 14 meses para se chegar às 40 horas semanais.</p>
<h2>Tempo para viver</h2>
<p>O presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, lembrou que uma das primeiras greves do Brasil, em 1917, já pedia a jornada de trabalho de 40 horas.</p>
<p>“Todos nós temos o direito de viver. Nós gostamos de trabalhar, sou apaixonado pelo trabalho, mas acho que nós merecemos também viver, estar com a família”, disse Patah.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1782924201_10_Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 01/07/2026 - Sessão semipresencial para debater os impactos sociais, econômicos e produtivos da proposta de emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da chamada escala 6x1 no Brasil. ( Presidente da Fiesp, Paulo Skaf ) Foto: Lula Marques/ Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil."/></p>
<p><h6 class="meta">Audiência pública no Senado para debater o fim da escala 6&#215;1 &#8211; Foto: Lula Marques/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>A liderança sindical chamou a atenção para o tempo que o trabalhador passa dentro do transporte para ir e voltar do serviço. </p>
<p>“Nós não podemos ter um país onde poucas pessoas têm privilégios extraordinários e milhões de pessoas estão exauridas”, alertou.</p>
<p>O ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, defendeu que os ganhos dos últimos 40 anos na economia brasileira sejam repartidos com os trabalhadores.</p>
<p>“Muito dinheiro na mão de poucos é miséria e desigualdade. Pouco dinheiro na mão de muitos é desenvolvimento, é consumo, é uma economia mais dinâmica, são trabalhadores gerando negócios e oportunidades para que inclusive o capital possa se fortalecer”, argumentou.</p>
<p>O ministro citou o projeto de lei enviado pelo Executivo à Câmara, com aumento do limite de faturamento dos microempreendedores individuais (MEIs) e a autorização para contratar dois trabalhadores, considerando como  uma medida para aliviar os pequenos negócios em meio a redução da jornada de trabalho. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-07/empresarios-atacam-pec-6x1-no-senado-sindicatos-e-governo-defendem" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/empresarios-atacam-pec-6x1-no-senado-sindicatos-e-governo-defendem/">Empresários atacam PEC 6&#215;1 no Senado; sindicatos e governo defendem</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Dino libera para julgamento processo sobre sucessão no governo do Rio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/dino-libera-para-julgamento-processo-sobre-sucessao-no-governo-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 18:20:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou nesta terça-feira (30) para julgamento o processo que trata da realização de novas eleições para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro. Com a liberação, o julgamento deverá ser realizado em agosto deste ano, após o período de recesso na Corte. A data ainda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou nesta terça-feira (30) para julgamento o processo que trata da realização de novas eleições para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Dino-libera-para-julgamento-processo-sobre-sucessao-no-governo-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com a liberação, o julgamento deverá ser realizado em agosto deste ano, após o período de recesso na Corte. A data ainda não foi definida.</p>
<p>Em abril, o julgamento foi suspenso após um pedido de vista do ministro. </p>
<h2>Ex-governador condenado</h2>
<p>O caso trata da ação na qual o diretório estadual do PSD defende a realização de eleições diretas (populares) para o comando interino do estado, e não votação indireta, por meio dos deputados estaduais da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), como definiu inicialmente o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>
<p>No dia 23 de março, o ex-governador Cláudio Castro foi condenado à inelegibilidade pelo TSE. Em função da condenação, o tribunal determinou a realização de eleições indiretas para o mandato-tampão.</p>
<p>No dia anterior ao julgamento, Castro renunciou ao mandato para cumprir o prazo de desincompatibilização e se candidatar ao Senado. A medida foi apontada pelo PSD como uma manobra para forçar a realização de eleições indiretas, e não diretas. O ex-governador poderia deixar o cargo até o dia 4 de abril. </p>
<h2>Sem sucessores</h2>
<p>A eleição para o mandato-tampão deverá ser realizada porque a linha sucessória do estado está desfalcada. </p>
<p>O ex-vice-governador Thiago Pampolha deixou o cargo, em 2025, para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do estado. Desde estão, o estado não tem vice-governador. </p>
<p>O próximo na linha sucessória seria o presidente da Alerj, o ex-deputado estadual Rodrigo Bacellar. No entanto, o parlamentar foi cassado na mesma decisão do TSE que condenou Castro e já deixou o cargo.</p>
<p>Atualmente, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto de Castro, exerce interinamente o cargo de governador do estado. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-06/dino-libera-para-julgamento-processo-sobre-sucessao-no-governo-do-rio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Nova pesquisa para Governo do Amazonas reforça dúvidas do eleitor no Amazonas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/nova-pesquisa-para-governo-do-amazonas-reforca-duvidas-do-eleitor-no-amazonas-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 14:06:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nova pesquisa divulgada sobre a intenção de votos para o Governo do Amazonas, nesta segunda-feira (29), aponta cenário de muitas dúvidas sobre a corrida eleitoral. De acordo com o Instituto ComuniDados, Omar Aziz (PSD) lidera, mas o segundo lugar é disputado acirradamente, deixando claro que não há como apontar neste momento quem estará no segundo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Nova pesquisa divulgada sobre a intenção de votos para o  Governo do Amazonas, nesta segunda-feira (29), aponta cenário de muitas dúvidas sobre a corrida eleitoral. De acordo com o Instituto ComuniDados, Omar Aziz (PSD) lidera, mas o segundo lugar é disputado acirradamente, deixando claro que não há como apontar neste momento quem estará no segundo turno.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na pesquisa de opinião do ComuniDados, Omar Aziz soma  33% das intenções de voto. Maria do Carmo e David Almeida surgem empatados, com 19%. Roberto Cidade soma a 17% das intenções de voto. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Gilberto Vasconcelos vem com  1%, e  Isael Munduruku aparece com 0%.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais: Políticos tentam faturar visibilidade no Festival de Parintins</p>
<p class="wp-block-paragraph">No fim de semana, Omar, Maria e Cidade, estiveram em Parintins, encontrando aliados e falando sobre política. Brancos e nulos somam 3% dos entrevistados, e ainda temos  7% que não sabem a quem darão o voto.</p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS: Presenças, ausências e declarações de apoio traçam tabuleiro eleitoral em Parintins</p>
<p class="wp-block-paragraph">No segundo turno  Omar Aziz vence com 56% das intenções de voto, deixando Maria do Carmo com 37%. Ele também vence  o ex-prefeito de Manaus, David Almeida. com  57% das intenções de voto, deixando  David Almeida  com 36%. No terceiro cenário, Omar Aziz ten  57% das intenções de voto, contra 35% de Roberto Cidade. </p>
<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 25 de junho de 2026, com 1.066 eleitores em 27 municípios do Amazonas. A margem de erro é de três pontos percentuais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01852/2026.</p>
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		<title>Nova pesquisa para Governo do Amazonas reforça dúvidas do eleitor no Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:51:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
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<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/nova-pesquisa-para-governo-do-amazonas-reforca-duvidas-do-eleitor-no-amazonas/">Nova pesquisa para Governo do Amazonas reforça dúvidas do eleitor no Amazonas</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Nova pesquisa divulgada sobre a intenção de votos para o  Governo do Amazonas, nesta segunda-feira (29), aponta cenário de muitas dúvidas sobre a corrida eleitoral. De acordo com o Instituto ComuniDados, Omar Aziz (PSD) lidera, mas o segundo lugar é disputado acirradamente, deixando claro que não há como apontar neste momento quem estará no segundo turno.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na pesquisa de opinião do ComuniDados, Omar Aziz soma  33% das intenções de voto. Maria do Carmo e David Almeida surgem empatados, com 19%. Roberto Cidade soma a 17% das intenções de voto. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Gilberto Vasconcelos vem com  1%, e  Isael Munduruku aparece com 0%.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No fim de semana, Omar, Maria e Cidade, estiveram em Parintins, encontrando aliados e falando sobre política. Brancos e nulos somam 3% dos entrevistados, e ainda temos  7% que não sabem a quem darão o voto.</p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS: Presenças, ausências e declarações de apoio traçam tabuleiro eleitoral em Parintins</p>
<p class="wp-block-paragraph">No segundo turno  Omar Aziz vence com 56% das intenções de voto, deixando Maria do Carmo com 37%. Ele também vence  o ex-prefeito de Manaus, David Almeida. com  57% das intenções de voto, deixando  David Almeida  com 36%. No terceiro cenário, Omar Aziz ten  57% das intenções de voto, contra 35% de Roberto Cidade. </p>
<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 25 de junho de 2026, com 1.066 eleitores em 27 municípios do Amazonas. A margem de erro é de três pontos percentuais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01852/2026.</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/nova-pesquisa-para-governo-do-amazonas-reforca-duvidas-do-eleitor-no-amazonas/">Nova pesquisa para Governo do Amazonas reforça dúvidas do eleitor no Amazonas</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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