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	<title>Gritzbach Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Gritzbach Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Julgamento do caso Gritzbach é anulado e terá de recomeçar</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/julgamento-do-caso-gritzbach-e-anulado-e-tera-de-recomecar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 23:33:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O júri responsável pelo julgamento de três policiais militares acusados de participação na morte do empresário Vinícius Gritzbach foi anulado nesta segunda-feira (22). A defesa dos réus abandonou o plenário após desentendimento com o promotor, e, com isso, houve a dissolução do conselho de sentença.  A medida força a realização de um novo julgamento, que ainda [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/julgamento-do-caso-gritzbach-e-anulado-e-tera-de-recomecar/">Julgamento do caso Gritzbach é anulado e terá de recomeçar</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O júri responsável pelo julgamento de três policiais militares acusados de participação na morte do empresário Vinícius Gritzbach foi anulado nesta segunda-feira (22). A defesa dos réus abandonou o plenário após desentendimento com o promotor, e, com isso, houve a dissolução do conselho de sentença. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Julgamento-do-caso-Gritzbach-e-anulado-e-tera-de-recomecar.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A medida força a realização de um novo julgamento, que ainda não tem data definida.</p>
<p>Gritzbach era réu por homicídio e acusado de envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro para a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Antes de ser assassinado, em 2024, ele havia assinado uma delação premiada com o Ministério Público, entregando nomes de pessoas ligadas ao PCC e também acusando policiais de corrupção.</p>
<p>A execução do empresário ocorreu em 8 de novembro de 2024 no Terminal 2 do Aeroporto Internacional de Guarulhos.</p>
<p>Na tarde de hoje, foram ouvidas sete testemunhas da acusação, mas com o aceite do pedido de invalidação feito pela defesa, esses depoimentos terão de ser refeitos. </p>
<p>A previsão inicial era de cinco dias de julgamento, com 21 testemunhas ouvidas, das quais nove de acusação.</p>
<p>Serão julgados o tenente Fernando Genauro da Silva, o cabo Denis Antônio Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues, que estão presos. </p>
<p>Além do envolvimento na execução de Gritzbach, eles são acusados pela morte do motorista de aplicativo Celso Novais, que passava pelo local no momento dos tiros, e pelo ferimento de duas pessoas, atingidas por estilhaços dos disparos.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-06/julgamento-do-caso-gritzbach-e-anulado-e-tera-de-recomecar" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Defesa diz que investigação da morte de Gritzbach foi manipulada</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/defesa-diz-que-investigacao-da-morte-de-gritzbach-foi-manipulada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 15:06:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sob forte esquema de segurança, tem início hoje (22), no Fórum Criminal de Guarulhos, o julgamento de três policiais militares acusados de participar do assassinato do empresário e delator Vinicius Gritzbach. O julgamento terá início com a seleção dos sete jurados que vão compor o júri popular. A previsão inicial é de que o júri dure [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/defesa-diz-que-investigacao-da-morte-de-gritzbach-foi-manipulada/">Defesa diz que investigação da morte de Gritzbach foi manipulada</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sob forte esquema de segurança, tem início hoje (22), no Fórum Criminal de Guarulhos, o julgamento de três policiais militares acusados de participar do assassinato do empresário e delator Vinicius Gritzbach.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Defesa-diz-que-investigacao-da-morte-de-Gritzbach-foi-manipulada.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O julgamento terá início com a seleção dos sete jurados que vão compor o júri popular. A previsão inicial é de que o júri dure em torno de cinco dias.</p>
<p>Enquanto o julgamento estiver ocorrendo, as demais audiências do Fórum de Guarulhos ficarão suspensas. Também foi estabelecida uma área de segurança ao redor do fórum, com bloqueios de ruas.</p>
<p> O julgamento dos policiais será conduzido pelo juiz Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo, o mesmo que atuou no julgamento do Massacre do Carandiru </p>
<p>&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<p>Serão julgados o tenente Fernando Genauro da Silva, o cabo Denis Antônio Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues, que estão presos. </p>
<p>Além do envolvimento na execução de Gritzbach, eles também são acusados pela morte do motorista de aplicativo Celso Novais, que passava pelo local no momento dos tiros, e pelo ferimento de duas pessoas, atingidas por estilhaços dos disparos.</p>
<p>A execução do empresário ocorreu em 8 de novembro de 2024 no Terminal 2 do Aeroporto Internacional de Guarulhos.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Defesa-diz-que-julgamento-da-morte-de-Gritzbach-foi-manipulado.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Guarulhos (SP), 22/06/2026 - Julgamento dos acusados da morte de Vinícius Gritzbach começa hoje, em Guarulhos, o julgamento dos três policiais militares acusados de matar Vinícius Gritbach, delator do PCC. Ele foi morto a tiros no aeroporto de Guarulhos em novembro de 2024. O júri começa hoje e deve seguir até sexta-feira, no Fórum da Comarca de Guarulhos. Movimento na frente do Fórum.&#13;&#10;Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Julgamento dos acusados da morte de Vinícius Gritzbach começa hoje em Guarulhos &#8211; Foto Paulo Pinto/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Gritzbach era réu por homicídio e acusado de envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro para a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Antes de ser assassinado, ele havia assinado uma delação premiada com o Ministério Público, entregando nomes de pessoas ligadas ao PCC e também acusando policiais de corrupção.</p>
<h2>Mãe de vítima</h2>
<p>Antes de entrar no fórum, a mãe do motorista de aplicativo, a babá Aparecida Camilo, 65 anos, disse esperar por justiça.</p>
<p>“Espero justiça. Justiça. O meu filho estava trabalhando, né? Era um filho maravilhoso, um bom pai, um bom marido e infelizmente eles tiraram a vida dele inocentemente”, disse. </p>
<h2>Defesa </h2>
<p>Antes do início do júri popular, os advogados que defendem os réus conversaram com a imprensa, na chegada ao fórum. Segundo eles, os réus são inocentes, não estavam no local do crime naquele dia e são vítimas de uma “manipulação” feita pela Polícia Civil. </p>
<p>“Hoje nós vamos desmascarar essa opinião publicada que perdurou”, disse Cláudio Dalledone, advogado de Juan.</p>
<p>“E hoje, para o destinatário da prova, que é o jurado, nós vamos mostrar que existem duas hipóteses absolutamente plausíveis ali dentro. Nós temos a banda podre da Polícia Civil, que foi investigada pelo Gaeco [Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado], extorquindo Vinicius Grietzbach e que tinha todo o interesse e a motivação para dar cabo da vida dele. Nós temos prova documental, material e testemunhal disso”, reforçou o advogado. </p>
<p>O advogado Mauro Ribeiro, que defende Genauro, disse que a defesa vai comprovar que os réus sequer estavam em Guarulhos no dia em que Gritzbach foi assassinado. “Nos vamos comprovar que todos, não só Genauro, todos os réus não estavam em Guarulhos, não cometeram esse crime, não têm ligação alguma com quem foi apontado como mandante ou com policiais civis delatados nessa situação”, disse ele a jornalistas. </p>
<p>“Essa acusação, na verdade,  foi construída para acobertar os verdadeiros mandantes e executores que serão demonstrados em plenário pela defesa”, reforçou Ribeiro. </p>
<p>Para o advogado Renan Canto, que defende os três policiais, “eles foram arrastados por uma acusação dirigida, dissimulada e manipulada, que os trouxe para o banco dos réus”. </p>
<p>“O que temos aqui é igual ao que aconteceu com o caso Marielle no Rio de Janeiro, onde a banda podre da Polícia Civil estava envolvida e manipulando acusações, trazendo inocentes para o banco dos réus”, disse Canto. </p>
<p>Segundo ele, os três policiais não têm antecedentes criminais e nunca haviam respondido a processo antes. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1782137488_562_Defesa-diz-que-julgamento-da-morte-de-Gritzbach-foi-manipulado.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Guarulhos (SP), 22/06/2026 - Julgamento dos acusados da morte de Vinícius Gritzbach começa hoje, em Guarulhos, o julgamento dos três policiais militares acusados de matar Vinícius Gritbach, delator do PCC. Ele foi morto a tiros no aeroporto de Guarulhos em novembro de 2024. O júri começa hoje e deve seguir até sexta-feira, no Fórum da Comarca de Guarulhos. Movimento na frente do Fórum.&#13;&#10;Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Policiais militares acusados de matar Vinícius Gritbach, delator do PCC, são julgados a partir de hoje em São Paulo &#8211; Foto Paulo Pinto/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Júri popular</h2>
<p>O júri popular é um órgão especial da Justiça, previsto na Constituição, com competência exclusiva para julgar crimes dolosos contra a vida. Nesse tipo de julgamento há a participação de sete jurados, que são selecionados entre a população em geral, e que vão decidir se os réus são inocentes ou culpados do crime.</p>
<p>O julgamento tem início com a seleção dos jurados. Depois, começam a ser ouvidas as testemunhas que foram arroladas tanto pela defesa quanto pela acusação, formada pelo Ministério Público, que será representado pelos promotores Vania Caceres Stefanoni e Rodrigo Merli Antunes. </p>
<p>Para o julgamento deverão ser ouvidas 21 testemunhas.</p>
<p>Na etapa seguinte, os três réus serão interrogados. Em seguida ocorre a fase de debates, com a argumentação da acusação e da defesa e só então os sete jurados vão se reunir para decidir o destino dos três policiais: se eles serão condenados ou absolvidos pelos crimes.</p>
<h2>Inquérito</h2>
<p>Em março do ano passado, a Polícia Civil concluiu a investigação sobre o assassinato de Gritzbach e indiciou seis pessoas pelo crime. Segundo a polícia, o crime foi motivado por vingança e também pelo fato de o delator ter mandado matar dois aliados de lideranças do grupo criminoso na região metropolitana de São Paulo. Na ocasião foram indiciados:</p>
<p>    Emílio Carlos Gongorra Castilho (o Cigarreira): líder do PCC e mandante do crime</p>
<p>    Diego dos Santos Amaral (o Didi): líder do PCC e mandante do crime</p>
<p>    Kauê do Amaral Coelho: informante, monitorou o delator e avisou os executores</p>
<p>    Fernando Genauro: policial militar e executor do crime</p>
<p>    Denis Antonio Martins: policial militar e executor do crime</p>
<p>    Ruan Silva Rodrigues: policial militar e executor do crime</p>
<p>Os dois primeiros estão foragidos e enfrentam processo separado. Por sua vez, o processo de Kauê do Amaral Coelho foi desmembrado e não será julgado nessa etapa.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Defesa-diz-que-investigacao-da-morte-de-Gritzbach-foi-manipulada.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Guarulhos (SP), 22/06/2026 - Julgamento dos acusados da morte de Vinícius Gritzbach começa hoje, em Guarulhos, o julgamento dos três policiais militares acusados de matar Vinícius Gritbach, delator do PCC. Ele foi morto a tiros no aeroporto de Guarulhos em novembro de 2024. O júri começa hoje e deve seguir até sexta-feira, no Fórum da Comarca de Guarulhos. Movimento na frente do Fórum.&#13;&#10;Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Julgamento dos acusados da morte de Vinícius Gritzbach mvimenta fórum de Guarulhos, em SP &#8211; Foto Paulo Pinto/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Os três policiais (Genauro, Martins e Rodrigues) estão no Presídio Militar Romão Gomes e são os que vão enfrentar o júri popular. O cabo Denis Martins e o soldado Ruan Rodrigues foram acusados pelo Ministério Público de usar fuzis para matar Gritzbach. Já o tenente Fernando Genauro teria levado a dupla de carro até o local da execução e depois ajudado os criminosos a fugirem do local.</p>
<p>*Reportagem alterada às 11h54, com ajustes no título e texto.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-06/defesa-diz-que-investigacao-da-morte-de-gritzbach-foi-manipulada" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/defesa-diz-que-investigacao-da-morte-de-gritzbach-foi-manipulada/">Defesa diz que investigação da morte de Gritzbach foi manipulada</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Defesa diz que julgamento da morte de Gritzbach foi manipulado</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/defesa-diz-que-julgamento-da-morte-de-gritzbach-foi-manipulado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:11:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sob forte esquema de segurança, tem início hoje (22), no Fórum Criminal de Guarulhos, o julgamento de três policiais militares acusados de participar do assassinato do empresário e delator Vinicius Gritzbach. O julgamento terá início com a seleção dos sete jurados que vão compor o júri popular. A previsão inicial é de que o júri dure [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/defesa-diz-que-julgamento-da-morte-de-gritzbach-foi-manipulado/">Defesa diz que julgamento da morte de Gritzbach foi manipulado</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sob forte esquema de segurança, tem início hoje (22), no Fórum Criminal de Guarulhos, o julgamento de três policiais militares acusados de participar do assassinato do empresário e delator Vinicius Gritzbach.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Defesa-diz-que-julgamento-da-morte-de-Gritzbach-foi-manipulado.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O julgamento terá início com a seleção dos sete jurados que vão compor o júri popular. A previsão inicial é de que o júri dure em torno de cinco dias.</p>
<p>Enquanto o julgamento estiver ocorrendo, as demais audiências do Fórum de Guarulhos ficarão suspensas. Também foi estabelecida uma área de segurança ao redor do fórum, com bloqueios de ruas.</p>
<p> O julgamento dos policiais será conduzido pelo juiz Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo, o mesmo que atuou no julgamento do Massacre do Carandiru </p>
<p>Serão julgados o tenente Fernando Genauro da Silva, o cabo Denis Antônio Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues, que estão presos. </p>
<p>Além do envolvimento na execução de Gritzbach, eles também são acusados pela morte do motorista de aplicativo Celso Novais, que passava pelo local no momento dos tiros, e pelo ferimento de duas pessoas, atingidas por estilhaços dos disparos.</p>
<p>A execução do empresário ocorreu em 8 de novembro de 2024 no Terminal 2 do Aeroporto Internacional de Guarulhos.</p>
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<p><h6 class="meta">Julgamento dos acusados da morte de Vinícius Gritzbach começa hoje em Guarulhos &#8211; Foto Paulo Pinto/Agência Brasil</h6>
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<p>Gritzbach era réu por homicídio e acusado de envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro para a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Antes de ser assassinado, ele havia assinado uma delação premiada com o Ministério Público, entregando nomes de pessoas ligadas ao PCC e também acusando policiais de corrupção.</p>
<h2>Mãe de vítima</h2>
<p>Antes de entrar no fórum, a mãe do motorista de aplicativo, a babá Aparecida Camilo, 65 anos, disse esperar por justiça.</p>
<p>“Espero justiça. Justiça. O meu filho estava trabalhando, né? Era um filho maravilhoso, um bom pai, um bom marido e infelizmente eles tiraram a vida dele inocentemente”, disse. </p>
<h2>Defesa </h2>
<p>Antes do início do júri popular, os advogados que defendem os réus conversaram com a imprensa, na chegada ao fórum. Segundo eles, os réus são inocentes, não estavam no local do crime naquele dia e são vítimas de uma “manipulação” feita pela Polícia Civil. </p>
<p>“Hoje nós vamos desmascarar essa opinião publicada que perdurou”, disse Cláudio Dalledone, advogado de Juan.</p>
<p>“E hoje, para o destinatário da prova, que é o jurado, nós vamos mostrar que existem duas hipóteses absolutamente plausíveis ali dentro. Nós temos a banda podre da Polícia Civil, que foi investigada pelo Gaeco [Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado], extorquindo Vinicius Grietzbach e que tinha todo o interesse e a motivação para dar cabo da vida dele. Nós temos prova documental, material e testemunhal disso”, reforçou o advogado. </p>
<p>O advogado Mauro Ribeiro, que defende Genauro, disse que a defesa vai comprovar que os réus sequer estavam em Guarulhos no dia em que Gritzbach foi assassinado. “Nos vamos comprovar que todos, não só Genauro, todos os réus não estavam em Guarulhos, não cometeram esse crime, não têm ligação alguma com quem foi apontado como mandante ou com policiais civis delatados nessa situação”, disse ele a jornalistas. </p>
<p>“Essa acusação, na verdade,  foi construída para acobertar os verdadeiros mandantes e executores que serão demonstrados em plenário pela defesa”, reforçou Ribeiro. </p>
<p>Para o advogado Renan Canto, que defende os três policiais, “eles foram arrastados por uma acusação dirigida, dissimulada e manipulada, que os trouxe para o banco dos réus”. </p>
<p>“O que temos aqui é igual ao que aconteceu com o caso Marielle no Rio de Janeiro, onde a banda podre da Polícia Civil estava envolvida e manipulando acusações, trazendo inocentes para o banco dos réus”, disse Canto. </p>
<p>Segundo ele, os três policiais não têm antecedentes criminais e nunca haviam respondido a processo antes. </p>
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<p><h6 class="meta">Policiais militares acusados de matar Vinícius Gritbach, delator do PCC, são julgados a partir de hoje em São Paulo &#8211; Foto Paulo Pinto/Agência Brasil</h6>
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<h2>Júri popular</h2>
<p>O júri popular é um órgão especial da Justiça, previsto na Constituição, com competência exclusiva para julgar crimes dolosos contra a vida. Nesse tipo de julgamento há a participação de sete jurados, que são selecionados entre a população em geral, e que vão decidir se os réus são inocentes ou culpados do crime.</p>
<p>O julgamento tem início com a seleção dos jurados. Depois, começam a ser ouvidas as testemunhas que foram arroladas tanto pela defesa quanto pela acusação, formada pelo Ministério Público, que será representado pelos promotores Vania Caceres Stefanoni e Rodrigo Merli Antunes. </p>
<p>Para o julgamento deverão ser ouvidas 21 testemunhas.</p>
<p>Na etapa seguinte, os três réus serão interrogados. Em seguida ocorre a fase de debates, com a argumentação da acusação e da defesa e só então os sete jurados vão se reunir para decidir o destino dos três policiais: se eles serão condenados ou absolvidos pelos crimes.</p>
<h2>Inquérito</h2>
<p>Em março do ano passado, a Polícia Civil concluiu a investigação sobre o assassinato de Gritzbach e indiciou seis pessoas pelo crime. Segundo a polícia, o crime foi motivado por vingança e também pelo fato de o delator ter mandado matar dois aliados de lideranças do grupo criminoso na região metropolitana de São Paulo. Na ocasião foram indiciados:</p>
<p>    Emílio Carlos Gongorra Castilho (o Cigarreira): líder do PCC e mandante do crime</p>
<p>    Diego dos Santos Amaral (o Didi): líder do PCC e mandante do crime</p>
<p>    Kauê do Amaral Coelho: informante, monitorou o delator e avisou os executores</p>
<p>    Fernando Genauro: policial militar e executor do crime</p>
<p>    Denis Antonio Martins: policial militar e executor do crime</p>
<p>    Ruan Silva Rodrigues: policial militar e executor do crime</p>
<p>Os dois primeiros estão foragidos e enfrentam processo separado. Por sua vez, o processo de Kauê do Amaral Coelho foi desmembrado e não será julgado nessa etapa.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Defesa-diz-que-julgamento-da-morte-de-Gritzbach-foi-manipulado.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Guarulhos (SP), 22/06/2026 - Julgamento dos acusados da morte de Vinícius Gritzbach começa hoje, em Guarulhos, o julgamento dos três policiais militares acusados de matar Vinícius Gritbach, delator do PCC. Ele foi morto a tiros no aeroporto de Guarulhos em novembro de 2024. O júri começa hoje e deve seguir até sexta-feira, no Fórum da Comarca de Guarulhos. Movimento na frente do Fórum.&#13;&#10;Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Julgamento dos acusados da morte de Vinícius Gritzbach movimenta fórum em Guarulhos &#8211; Foto Paulo Pinto/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Os três policiais (Genauro, Martins e Rodrigues) estão no Presídio Militar Romão Gomes e são os que vão enfrentar o júri popular. O cabo Denis Martins e o soldado Ruan Rodrigues foram acusados pelo Ministério Público de usar fuzis para matar Gritzbach. Já o tenente Fernando Genauro teria levado a dupla de carro até o local da execução e depois ajudado os criminosos a fugirem do local.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-06/defesa-diz-que-julgamento-da-morte-de-gritzbach-foi-manipulado" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Júri de PMs acusados pela morte de Gritzbach começa na próxima segunda</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/juri-de-pms-acusados-pela-morte-de-gritzbach-comeca-na-proxima-segunda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 19:04:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Três policiais militares acusados de participarem do assassinato do empresário e delator Vinicius Gritzbach serão julgados por um júri popular a partir da próxima segunda-feira (22). O júri será realizado no Fórum Criminal de Guarulhos, na Grande São Paulo, e a previsão inicial é de que o julgamento dure em torno de cinco dias. Serão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Três policiais militares acusados de participarem do assassinato do empresário e delator Vinicius Gritzbach serão julgados por um júri popular a partir da próxima segunda-feira (22).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Juri-de-PMs-acusados-pela-morte-de-Gritzbach-comeca-na.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O júri será realizado no Fórum Criminal de Guarulhos, na Grande São Paulo, e a previsão inicial é de que o julgamento dure em torno de cinco dias.</p>
<p>Serão julgados o tenente Fernando Genauro da Silva, o cabo Denis Antônio Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues, que estão presos.</p>
<p>Além do envolvimento na execução de Gritzbach, eles também são acusados pela morte do motorista de aplicativo Celso Novais, que passava pelo local no momento dos tiros, e pelo ferimento de duas pessoas, atingidas por estilhaços dos disparos. A execução do empresário ocorreu em 8 de novembro de 2024 no Terminal 2 do Aeroporto Internacional de Guarulhos.</p>
<p>Gritzbach era réu por homicídio e acusado de envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro para a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Antes de ser assassinado, ele havia assinado uma delação premiada com o Ministério Público, entregando nomes de pessoas ligadas ao PCC e também acusando policiais de corrupção.</p>
<h2>Júri popular</h2>
<p>O júri popular é um órgão especial da justiça, previsto na Constituição, com competência exclusiva para julgar crimes dolosos contra a vida. Nesse tipo de julgamento há a participação de sete jurados, que são selecionados entre a população em geral, e que vão decidir se os réus são inocentes ou culpados do crime.</p>
<p>O julgamento tem início com a seleção dos sete jurados que vão julgar o caso. Depois começam a ser ouvidas as testemunhas que foram arroladas tanto pela defesa dos réus quanto pela acusação, formada pelo Ministério Público, que será representado pelos promotores Vania Caceres Stefanoni e Rodrigo Merli Antunes. Para o julgamento deverão ser ouvidas um total de 21 testemunhas.</p>
<p>Na etapa seguinte, os três réus serão interrogados. Em seguida ocorre a fase de debates, com a argumentação da acusação e da defesa e só então os sete jurados irão se reunir para decidir o destino dos três policiais: se eles serão condenados ou absolvidos pelos crimes.</p>
<h2>Inquérito</h2>
<p>Em março do ano passado, a Polícia Civil concluiu a investigação sobre o assassinato de Gritzbach e indiciou seis pessoas pelo crime. Segundo a polícia, o crime foi motivado por vingança e também pelo fato de o delator ter mandado matar dois aliados de lideranças do grupo criminoso na região metropolitana de São Paulo. Na ocasião foram indiciados:</p>
<ul>
<li>    Emílio Carlos Gongorra Castilho (o Cigarreira): líder do PCC e mandante do crime</li>
<li>    Diego dos Santos Amaral (o Didi): líder do PCC e mandante do crime</li>
<li>    Kauê do Amaral Coelho: informante, monitorou o delator e avisou os executores</li>
<li>    Fernando Genauro: policial militar e executor do crime</li>
<li>    Denis Antonio Martins: policial militar e executor do crime</li>
<li>    Ruan Silva Rodrigues: policial militar e executor do crime</li>
</ul>
<p>Os dois primeiros estão foragidos e enfrentam um processo separado. Por sua vez, o processo de Kauê do Amaral Coelho foi desmembrado e não será julgado nessa etapa.</p>
<p>Já os três policiais (Genauro, Martins e Rodrigues) estão presos no Presídio Militar Romão Gomes e são os que vão enfrentar o júri popular. O cabo Denis Martins e o soldado Ruan Rodrigues foram acusados pelo Ministério Público de usarem fuzis para matar Gritzbach. Já o tenente Fernando Genauro teria levado a dupla de carro até o local da execução e depois ajudado os criminosos a fugirem do local.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-06/juri-de-pms-acusados-pela-morte-de-gritzbach-comeca-na-proxima-segunda" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Gilmar Mendes manda soltar delegado investigado no caso Gritzbach</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/gilmar-mendes-manda-soltar-delegado-investigado-no-caso-gritzbach/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 23:39:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caso]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira (31) soltar o delegado da Polícia Civil de São Paulo Fábio Baena Martin, investigado no caso do assassinato do empresário Vinícius Gritzbach, ocorrido em 2024. O delegado foi preso, em dezembro do mesmo ano, sob a acusação de tentativa de extorsão de Gritzbach, que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira (31) soltar o delegado da Polícia Civil de São Paulo Fábio Baena Martin, investigado no caso do assassinato do empresário Vinícius Gritzbach, ocorrido em 2024.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Gilmar-Mendes-manda-soltar-delegado-investigado-no-caso-Gritzbach.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O delegado foi preso, em dezembro do mesmo ano, sob a acusação de tentativa de extorsão de Gritzbach, que atuou como delator de uma investigação que envolve corrupção policial para proteger membros da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).</p>
<p>Na decisão, Mendes entendeu que o delegado não tem antecedentes criminais e não há comprovação de que ele integre a organização criminosa.</p>
<p>“O contexto de sua prisão preventiva não apresenta os pressupostos necessários para a manutenção de sua custódia, permitindo que ele responda ao processo em liberdade sob condições que garantam a ordem pública”, decidiu o ministro.</p>
<p>Mendes também decidiu substituir a prisão preventiva por medidas cautelares, como pagamento de fiança de R$ 100 mil, uso de tornozeleira eletrônica, proibição de acesso a repartições policiais e de ter contato com outros investigados.</p>
<h2>Defesa</h2>
<p>Em nota à imprensa, o advogado Daniel Bialski declarou que recebeu com alívio a decisão. Segundo a defesa, o delegado foi vítima de coação ilegal.</p>
<p>“Reitera-se que é inadmissível no Brasil se banalizar o direito à liberdade, se decretando e mantendo prisão automática, vedada por nossa legislação, sem contemporaneidade e o mais grave, por fatos que já haviam sido investigados e arquivados pela Justiça, por recomendação do próprio Ministério Público”, afirmou a defesa.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/gilmar-mendes-manda-soltar-delegado-investigado-no-caso-gritzbach" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/gilmar-mendes-manda-soltar-delegado-investigado-no-caso-gritzbach/">Gilmar Mendes manda soltar delegado investigado no caso Gritzbach</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Júri popular de policiais réus por morte de Gritzbach será em junho</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/juri-popular-de-policiais-reus-por-morte-de-gritzbach-sera-em-junho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 20:59:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Gritzbach]]></category>
		<category><![CDATA[junho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça de São Paulo marcou para junho o julgamento de três policiais militares que respondem pelo assassinato do empresário e delator Vinicius Gritzbach. O crime ocorreu em novembro de 2024, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Região Metropolitana São Paulo.  Eles também são acusados da morte de um motorista de aplicativo que passava pelo local no momento dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça de São Paulo marcou para junho o julgamento de três policiais militares que respondem pelo assassinato do empresário e delator Vinicius Gritzbach. O crime ocorreu em novembro de 2024, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Região Metropolitana São Paulo. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Juri-popular-de-policiais-reus-por-morte-de-Gritzbach-sera.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Eles também são acusados da morte de um motorista de aplicativo que passava pelo local no momento dos tiros e de ferir duas pessoas que foram atingidas por estilhaços de disparos feitos no aeroporto.</p>
<p>O júri popular será realizado entre os dias 22 e 26 de junho, no Fórum Criminal de Guarulhos, na Grande São Paulo. </p>
<p>Órgão especial da Justiça previsto na Constituição, o Tribunal do Júri tem competência exclusiva para julgar crimes dolosos contra a vida. Nesse tipo de julgamento, há a participação de sete jurados, que são selecionados entre a população em geral, e que vão decidir se os réus são inocentes ou culpados pelo crime.</p>
<p>Gritzbach era réu por homicídio e acusado de envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro para a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).</p>
<p>Antes de ser assassinado, ele havia assinado uma delação premiada com o Ministério Público do Estado de São Paulo, entregando nomes de pessoas ligadas ao PCC e também acusando policiais de corrupção.</p>
<h2>O inquérito e a denúncia</h2>
<p>Em março do ano passado, a Polícia Civil concluiu a investigação sobre o assassinato de Gritzbach e indiciou seis pessoas pelo crime. Segundo o inquérito, o homicídio foi motivado por vingança e também pelo fato de o delator ter mandado matar dois aliados de lideranças do grupo criminoso na Região Metropolitana de São Paulo.</p>
<p>Na ocasião, foram indiciados:</p>
<ul>
<li>Emílio Carlos Gongorra Castilho (o Cigarreira): líder do PCC e mandante do crime;</li>
<li>Diego dos Santos Amaral (o Didi): líder do PCC e mandante do crime;</li>
<li>Kauê do Amaral Coelho: informante, monitorou o delator e avisou os executores;</li>
<li>Fernando Genauro: policial militar e executor do crime;</li>
<li>Denis Antonio Martins: policial militar e executor do crime;</li>
<li>Ruan Silva Rodrigues: policial militar e executor do crime.</li>
</ul>
<p>Os três primeiros estão foragidos e enfrentam um processo separado. Já os três policiais (Genauro, Martins e Rodrigues) estão presos no Presídio Militar Romão Gomes e são os que vão enfrentar o júri popular.</p>
<p>Depois de receber este inquérito policial, o Ministério Público decidiu denunciar os seis indiciados por envolvimento no assassinato.</p>
<p>O cabo Denis Martins e o soldado Ruan Rodrigues foram acusados pelo Ministério Público de usarem fuzis para matar Gritzbach. Já o tenente Fernando Genauro teria transportado a dupla de carro até o local da execução e depois ajudado os criminosos a fugirem do local.</p>
<p>Os outros três foram denunciados pelo Ministério Público em um processo que está caminhando de forma separada. Kauê Amaral foi acusado de monitorar os passos de Gritzbach no aeroporto e dar informações para os atiradores. Emílio Gongorra e Diego Amaral foram apontados como mandantes do assassinato.</p>
<p>Procurado pela Agência Brasil, o advogado Claudio Dalledone Júnior, que atua na defesa dos três PMs, disse que &#8220;a defesa atendeu à determinação do juiz para indicar as testemunhas que pretende que sejam ouvidas em plenário&#8221;. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/juri-popular-de-policiais-reus-por-morte-de-gritzbach-sera-em-junho" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/juri-popular-de-policiais-reus-por-morte-de-gritzbach-sera-em-junho/">Júri popular de policiais réus por morte de Gritzbach será em junho</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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