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	<title>Herzog Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Herzog Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Agência Brasil e TV Brasil recebem prêmio Vladimir Herzog</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/agencia-brasil-e-tv-brasil-recebem-premio-vladimir-herzog/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 17:41:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O fotógrafo Tomaz Silva, da Agência Brasil, e a equipe do programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, receberam nesta semana o Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. Os veículos integram a Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Tomaz Silva venceu com o trabalho Viúva se despede do marido morto na operação policial [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O fotógrafo Tomaz Silva, da Agência Brasil, e a equipe do programa <em>Caminhos da Reportagem</em>, da TV Brasil, receberam nesta semana o Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. Os veículos integram a Empresa Brasil de Comunicação (EBC).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agencia-Brasil-e-TV-Brasil-recebem-premio-Vladimir-Herzog.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Tomaz Silva venceu com o trabalho <em>Viúva se despede do marido morto na operação policial mais letal do Rio de Janeiro</em>. A fotografia, feita no Complexo da Penha, em outubro de 2025, retrata a dor de Fernanda da Silva Martins, ao abraçar o corpo do companheiro. A imagem foi republicada em jornais e sites do país e do exterior.</p>
<p>&#8220;Os jurados e o prêmio Vladimir Herzog reconheceram, nesta fotografia, a história e a dor de tantas pessoas atingidas pela violência policial. Ela foi feita no dia mais difícil que já vivi como repórter, diante de dezenas de corpos. O que mais me marcou naquela manhã não foram os números, mas os rostos, os gritos e o desespero de quem encontrava seus familiares mortos&#8221;, contou o fotógrafo.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agencia-Brasil-e-TV-Brasil-recebem-premio-Vladimir-Herzog.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo (SP), 20/10/2026 - Entrega do 48º Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos no teatro TUCARENA. Tomaz Silva, fotojornalista da Agencia Brasil. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Entrega do 48º Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos ao fotógrafo Tomaz Silva, da Agência Brasil. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>O gerente executivo de Imagem, Arte e Web da EBC, Joédson Alves, ressaltou que a fotografia jornalística tem o papel de documentar a realidade e preservar a memória, sempre com respeito às pessoas retratadas.</p>
<p>&#8220;Esse prêmio reconhece não apenas o trabalho do fotógrafo Tomaz Silva, mas também o compromisso coletivo da Agência Brasil com um jornalismo de interesse público, responsável e comprometido com a sociedade&#8221;, avaliou.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Agencia-Brasil-e-TV-Brasil-recebem-premio-Vladimir-Herzog.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro - 01/10/2026- Fotógrafo Tomaz Silva, da Agência Brasil, vence Prêmio Vladimir Herzog. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil " title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">A foto <em>Viúva se despede do marido morto na operação policial mais letal do Rio de Janeiro</em> venceu Prêmio Vladimir Herzog. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Já o episódio <em>Trabalho escravo doméstico: silêncio e servidão</em>, do programa <em>Caminhos da Reportagem</em>, da TV Brasil, venceu na categoria vídeo. A produção, que foi ao ar em 20 de abril de 2026, leva ao telespectador histórias de mulheres submetidas a condições análogas à escravidão e discute formas de aprimorar o pós-resgate.</p>
<p>&#8220;Receber um prêmio tão importante quanto o Herzog é uma honra para qualquer jornalista. A premiação foi emocionante, principalmente pelo fato de que três mulheres entrevistadas no programa, hoje libertas, puderam comparecer ao evento. O reconhecimento mostra que nosso trabalho jogou luz sobre uma violação, infelizmente, ainda presente no Brasil&#8221;, destacou a repórter Marieta Cazarré.</p>
<p>O editor de texto do programa, Paulo Leite, comemorou que &#8220;é um prazer e uma honra conquistar o prêmio mais valorizado do jornalismo brasileiro&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esta foi a 48ª edição do Vladimir Herzog, o que mostra a força, a credibilidade e a resiliência da premiação. Mais uma prova de que jornalismo é um processo coletivo e de que a comunicação pública é essencial para a sociedade&#8221;, completou.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1792690879_550_Agencia-Brasil-e-TV-Brasil-recebem-premio-Vladimir-Herzog.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo (SP), 20/10/2026 - Entrega do 48º Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos no teatro TUCARENA. Trabalho Escravo da TV Brasil. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Equipe do Caminhos da Reportagem recebe Prêmio Vladimir Herzog com mulheres resgatadas que foram entrevistadas no programa. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Participaram da equipe de produção do episódio Marieta Cazarré, Paulo Leite, Ana Graziela Aguiar, Ana Passos, Cleiton Freitas, Patrícia Araújo, Gabriel Penchel, JM Barboza, Rogério Verçoza, Sigmar Gonçalves, Alexandre Souza, Marcelo Vasconcelos, Rafael Carvalho, Rivaldo Martins, Aleixo Leite, Caroline Ramos e Wagner Maia.</p>
<p>A diretora de Jornalismo da EBC, Myrian Pereira, celebrou o reconhecimento do talento e da sensibilidade das equipes da empresa.</p>
<p>“Cobrir temas complexos e dolorosos, como a realidade do trabalho escravo doméstico e o impacto humano da violência nas comunidades do Rio, traduzido em uma foto de despedida tão forte, exige coragem, apuro ético e respeito. Esse prêmio reforça o papel da EBC como referência em um jornalismo que não se omite”.</p>
<h2>Assista ao episódio premiado do Caminhos da Reportagem</h2>
</p>
<h2>Vladimir Herzog</h2>
<p>Desde a sua primeira edição, concedida em 1979, o prêmio celebra a vida e a obra do jornalista Vladimir Herzog, torturado e assassinado pela ditadura civil-militar no dia 25 de outubro de 1975, nas dependências do Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI), em São Paulo.</p>
<p>Em 2026, na 48ª edição, a premiação homenageia e reconhece o trabalho de jornalistas, repórteres fotográficos e artistas do traço que, por meio do trabalho cotidiano, defendem a democracia, a justiça e os direitos humanos.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-10/agencia-brasil-e-tv-brasil-recebem-premio-vladimir-herzog" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, vence Prêmio Vladimir Herzog</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/caminhos-da-reportagem-da-tv-brasil-vence-premio-vladimir-herzog/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 00:37:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O episódio Trabalho escravo doméstico: silêncio e servidão, do programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, venceu a categoria vídeo da 48ª edição do Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (30). A produção jornalística, que foi ao ar em 20 de abril de 2026, leva ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O episódio <em>Trabalho escravo doméstico: silêncio e servidão</em>, do programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, venceu a categoria vídeo da 48ª edição do Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (30).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Caminhos-da-Reportagem-da-TV-Brasil-vence-Premio-Vladimir-Herzog.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A produção jornalística, que foi ao ar em 20 de abril de 2026, leva ao telespectador histórias de mulheres que foram submetidas a condições análogas à escravidão e discute formas de aprimorar o pós-resgate.</p>
<p>“Este trabalho é fruto de um esforço coletivo da equipe do Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, da qual tenho muito orgulho de fazer parte. Receber o 48º Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos é um reconhecimento que, para nós, também reafirma a importância e a responsabilidade da comunicação pública no Brasil”, destacou a repórter Marieta Cazarré. “Falar sobre trabalho escravo doméstico é especialmente desafiador porque essa violação acontece dentro das casas brasileiras, muitas vezes longe dos olhos da sociedade.”, acrescentou.</p>
<p>São apresentados casos como o de Madalena Gordiano, que foi resgatada da situação de trabalho análogo à escravidão em Patos de Minas, no final de 2020.  </p>
<p>A reportagem conta que ela chegou à casa da família que a explorou como uma “afilhada”, mas foi submetida a mais de 30 anos de trabalho doméstico sem salário nem acesso a documentos. </p>
<p>A repercussão desse caso na época em que veio a público levou a novas denúncias e a mais resgates de mulheres em situação de trabalho doméstico análogo à escravidão no país. </p>
<p>Para Paulo Leite, editor de texto do programa, “é um orgulho imenso vencer um prêmio tão importante contando histórias que ficaram anos ou décadas escondidas. É a comunicação pública fazendo seu papel. Agradeço a quem topou conversar conosco e a todos que participaram desse projeto.”</p>
<p>Já a produtora Patrícia Araújo agradeceu aos parceiros do Rio de Janeiro, São Paulo e da Rede Minas, que registraram com extrema sensibilidade cada depoimento dessas mulheres que tiveram anulados seus direitos, sua identidade e sua dignidade.</p>
<p>“Nós só colocamos luz sobre essas histórias, esperando que os horrores da escravidão doméstica não mais se repitam no País. Daí a importância de um Prêmio como Vladimir Herzog, que reconhece o jornalismo público como fonte de Direitos Humanos no Brasil. Muito honrada!”</p>
<p>Participaram da equipe de produção do episódio Marieta Cazarré, Paulo Leite, Ana Graziela Aguiar, Ana Passos, Cleiton Freitas, Patrícia Araújo, Gabriel Penchel, JM Barboza, Rogério Verçoza, Sigmar Gonçalves, Alexandre Souza, Marcelo Vasconcelos, Rafael Carvalho, Rivaldo Martins, Aleixo Leite, Caroline Ramos, Wagner Maia.</p>
<h2>Assista ao episódio premiado do Caminhos da Reportagem</h2>
</p>
<p>O Caminhos da reportagem também concorria ao prêmio com outro finalista, o episódio <em>O Eterno Abril de Carajás: 30 anos de um massacre</em>.</p>
<p>O programa repercute uma das maiores repressões policiais da história do país no campo, que resultou em 21 mortes e dezenas de feridos em Eldorado do Carajás, no Pará, em 1996.</p>
<p>O programa foi exibido em 13 de abril de 2026. Participaram da produção Thiago Padovan, Acácio Barros, JM Barboza, Rafael Carvalho, Márcio Garoni, Rodrigo Botosso, Nelson Lin, Fábio de Albuquerque.</p>
<h2>Assista ao episódio que também foi finalista da premiação</h2>
</p>
<p>A Agência Brasil também foi premiada nesta edição do Vladimir Herzog. A foto <em>Viúva se despede do marido morto na operação policial mais letal do Rio de Janeiro</em>, do fotógrafo Tomaz Silva, foi a escolhida pelo júri da premiação. </p>
<p>A fotografia retrata a dor de Fernanda da Silva Martins, ao abraçar o corpo do companheiro, morto na operação policial mais letal da história do Rio de Janeiro, em outubro de 2025. A imagem foi republicada em jornais e sites do país e do exterior.</p>
<p>A premiação é uma homenagem ao jornalista Vladimir Herzog, torturado e assassinado pela ditadura militar em 25 de outubro de 1975, nas dependências do Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), em São Paulo.</p>
<p>O DOI-Codi foi o principal órgão de repressão política, detenção e tortura do regime militar (1964-1985) .À época, a versão oficial apresentada pelo regime militar era de que Herzog havia cometido suicídio.</p>
<h2>Missão pública</h2>
<p>A presidente da EBC, Antonia Pellegrino, destacou a relação entre os trabalhos premiados e a missão do jornalismo público.</p>
<p>&#8220;Os dois trabalhos premiados levam o público a lugares onde a dor costuma ficar escondida: o chão da Penha no dia da operação policial mais letal da história do Rio e o interior das casas onde mulheres ainda são mantidas em condição de escravidão. Essa é a vocação do jornalismo público: dar visibilidade a quem o país insiste em não ver e colocar os direitos humanos no centro da cobertura. O Prêmio Vladimir Herzog carrega a memória de um jornalista assassinado pela ditadura por fazer o seu trabalho. A EBC foi premiada duas vezes nesta edição. Esse resultado mostra a consistência das equipes da Agência Brasil e da TV Brasil. Parabenizo Tomaz Silva, Marieta Cazarré e toda a equipe do Caminhos da Reportagem. Parabenizo também Thiago Padovan e os colegas de O Eterno Abril de Carajás, que chegaram à final&#8221;, disse Antonia.</p>
<p>A diretora de Jornalismo da EBC, Myrian Pereira, também reconheceu o trabalho das equipes da empresa.</p>
<p>&#8220;Esses dois prêmios são motivo de orgulho para a EBC e reconhecem a força das nossas equipes. Tanto a fotografia de Tomaz Silva quanto o Caminhos da Reportagem sobre trabalho escravo doméstico colocam no centro pessoas cujas dores e histórias precisam ser vistas e ouvidas. São trabalhos que rompem o silêncio, expõem violações e nos convocam a enfrentar essas realidades. Esse é o compromisso do jornalismo público que fazemos: informar com rigor e sensibilidade, em defesa dos direitos humanos e da democracia&#8221;, disse Myrian.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-09/caminhos-da-reportagem-da-tv-brasil-vence-premio-vladimir-herzog" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/caminhos-da-reportagem-da-tv-brasil-vence-premio-vladimir-herzog/">Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, vence Prêmio Vladimir Herzog</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Fotógrafo Tomaz Silva, da Agência Brasil, vence Prêmio Vladimir Herzog</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/fotografo-tomaz-silva-da-agencia-brasil-vence-premio-vladimir-herzog/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 21:11:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O fotógrafo Tomaz Silva, da Agência Brasil, venceu o Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos deste ano pelo trabalho Viúva se despede do marido morto na operação policial mais letal do Rio de Janeiro. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (30). A fotografia retrata a dor de Fernanda da Silva Martins, ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O fotógrafo Tomaz Silva, da Agência Brasil, venceu o Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos deste ano pelo trabalho<em> Viúva se despede do marido morto na operação policial mais letal do Rio de Janeiro</em>. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (30).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Fotografo-Tomaz-Silva-da-Agencia-Brasil-vence-Premio-Vladimir-Herzog.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A fotografia retrata a dor de Fernanda da Silva Martins, ao abraçar o corpo do companheiro, e foi feita no Complexo da Penha, em outubro de 2025. A imagem foi republicada em jornais e sites do país e do exterior.</p>
<p>Segundo a comissão julgadora do prêmio, o trabalho expõe como nenhum outro o impacto emocional que as mortes deixaram sobre a comunidade.</p>
<p>“É na imagem de Tomaz Silva, da EBC, que essa tragédia mostra sua dimensão mais dolorosa, revelando a dor de quem perdeu os seus”, diz nota do relatório da comissão julgadora do prêmio.</p>
<p>O fotógrafo Tomaz Silva conta que, no dia em que fez a fotografia, chegou cedo ao Complexo da Penha, por volta das 7h da manhã, e se deparou com os corpos estendidos no chão e o “cheiro forte da chacina”.</p>
<p>Durante o dia, outras dezenas de corpos foram levados por moradores em caminhonetes e estendidos no asfalto. O profissional conta que foi impossível ficar indiferente ao sofrimento coletivo.</p>
<p>“Quando eu fiz a foto, eu decidi me abaixar por entender que seria mais importante dar visibilidade às pessoas que estavam sofrendo, e não à massa de corpos. E quando eu me abaixei, eu acabei encostando em um dos corpos das vítimas. Nesse momento, eu também chorei, vendo tudo aquilo”, conta Tomaz.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Fotografo-Tomaz-Silva-da-Agencia-Brasil-vence-Premio-Vladimir-Herzog.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 28/10/2025 - Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contenção&#13;&#10;Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>O fotógrafo entende que o prêmio ajuda a valorizar e fortalecer a comunicação pública no país.</p>
<p>“Fico muito emocionado pela escolha, por ter sido um trabalho feito por uma mídia pública e ter sido amplamente divulgado. A foto foi capa de muitos jornais. Isso me dá ânimo e esperança de conseguir fazer um trabalho cada vez melhor para a comunicação pública e para o país”, diz Tomaz.</p>
<h2>Reencontro</h2>
<p>No dia 28 de outubro de 2025, foi realizada a maior e mais letal operação policial do Rio de Janeiro. O balanço oficial aponta que a Operação Contenção deixou 122 pessoas mortas, incluindo três policiais civis e dois militares.</p>
<p>Foi um dia de medo para os mais de 150 mil habitantes dos complexos da Penha e do Alemão, que passaram horas debaixo de tiros e explosões em uma operação policial que afetou também todos aqueles que precisaram transitar pelas principais vias da cidade, em diversos bairros da capital fluminense.</p>
<p>Fernanda da Silva Martins, mesmo viva, é uma das vítimas da operação. Em janeiro de 2026, a reportagem da Agência Brasil localizou e conversou com ela.</p>
<p>Na ocasião, Tomaz Silva pôde fotografá-la outra vez, além de saber o que ela mesma pensava sobre a foto que percorreu o Brasil e outros países:</p>
<p>&#8220;Ali, sentiram a minha dor. Muita gente [me] crucificou, mas outras me ligaram, se comoveram. A foto foi de um sentimento muito real&#8221;, disse Fernanda.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1790802681_255_Fotografo-Tomaz-Silva-da-Agencia-Brasil-vence-Premio-Vladimir-Herzog.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 15/01/2026 – Fernanda da Silva Martins posa para fotografia durante entrevista à Agência Brasil, no Complexo da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Fernanda da Silva Martins posa para fotografia durante entrevista à Agência Brasil, no Complexo da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Prêmio </h2>
<p>Desde a sua primeira edição, concedida em 1979, o prêmio celebra a vida e obra do jornalista Vladimir Herzog, torturado e assassinado pela ditadura civil-militar no dia 25 de outubro de 1975, nas dependências do Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI), em São Paulo.</p>
<p>Em 2026, na 48ª edição, a premiação homenageia e reconhece o trabalho de jornalistas, repórteres fotográficos e artistas do traço que, por meio do trabalho cotidiano, defendem a democracia, a justiça e os direitos humanos.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-09/fotografo-tomaz-silva-da-agencia-brasil-vence-premio-vladimir-herzog" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/fotografo-tomaz-silva-da-agencia-brasil-vence-premio-vladimir-herzog/">Fotógrafo Tomaz Silva, da Agência Brasil, vence Prêmio Vladimir Herzog</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>USP confirma título Doutor Honoris Causa ao jornalista Vladimir Herzog</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/usp-confirma-titulo-doutor-honoris-causa-ao-jornalista-vladimir-herzog/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 22:12:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O reitor da Universidade de São Paulo (USP), Aluisio Augusto Cotrim Segurado, confirmou que a instituição irá conceder o título Doutor Honoris Causa in memoriam ao jornalista Vladimir Herzog, assassinado pela ditadura militar em 1975. Herzog atuou como professor no Departamento de Jornalismo e Editoração da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. “A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O reitor da Universidade de São Paulo (USP), Aluisio Augusto Cotrim Segurado, confirmou que a instituição irá conceder o título <em>Doutor Honoris Causa in memoriam</em> ao jornalista Vladimir Herzog, assassinado pela ditadura militar em 1975. Herzog atuou como professor no Departamento de Jornalismo e Editoração da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/USP-confirma-titulo-Doutor-Honoris-Causa-ao-jornalista-Vladimir-Herzog.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“A concessão do título pela USP é um gesto de reparação histórica e um tributo a um professor cuja carreira foi interrompida pela ditadura. É também um reconhecimento à sua atuação como jornalista e comunicador, bem como ao seu compromisso com a comunicação pública, a liberdade de expressão e a defesa dos direitos humanos”, diz texto de ofício do reitor encaminhado ao filho do jornalista, Ivo Herzog, datado de 7 de abril.</p>
<p>O Conselho Universitário da USP havia aprovado a honraria no último mês de fevereiro.  Ainda não há data para a cerimônia.</p>
<h2>Ditadura</h2>
<p>Herzog foi assassinado em uma cela das dependências do Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (antigo Doi-Codi), órgão de repressão e da prática de torturas à época do regime militar, e teve seu atestado de óbito forjado como “suicídio”, fraude que foi descontruída posteriormente.</p>
<p>O jornalista nasceu em 1937, em Osijek, antiga Iugoslávia, atual Croácia. Ele se naturalizou brasileiro e iniciou a carreira de jornalista em 1959.</p>
<p>Em 1975, Vladimir Herzog dirigia o jornalismo da TV Cultura, depois de ter passado pelas redações do jornal O Estado de S. Paulo, da revista Visão; e da BBC, em Londres. Herzog ainda foi professor de telejornalismo na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP).</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/usp-confirma-titulo-doutor-honoris-causa-ao-jornalista-vladimir-herzog" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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