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	<title>história Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>David Almeida afirma que Wilson e Cidade quebraram o Amazonas: &#8216;pior momento da história&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 22:42:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ex-prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), não poupou críticas ao atual cenário do Amazonas, citando que o Governo comandado por Wilson Lima (UB) e “herdado” por Roberto Cidade (UB), deixou o Estado em situação de crise nas contas públicas, saúde, educação e segurança. A fala veio durante o lançamento da pré-candidatura do médico psiquiatra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O ex-prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), não poupou críticas ao atual cenário do Amazonas, citando que o Governo comandado por Wilson Lima (UB) e “herdado” por Roberto Cidade (UB), deixou o Estado em situação de crise nas contas públicas, saúde, educação e segurança. A fala veio durante o lançamento da pré-candidatura do médico psiquiatra Augusto Cury  à Presidência da República.</p>
<p class="wp-block-paragraph">David disse que a Educação vive  “o pior momento da história” e ainda acrescentou que a saúde “está na UTI, com os índices  iguais aos da pandemia”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O ex-prefeito de Manaus, pré-candidato à governador do Amazonas, citou ainda que está realizando um levantamento sobre as dívidas do Estado. E disse que a situação é de falência. </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Se você pegar a segurança, o Amazonas é o quinto estado mais inseguro do Brasil. A cidade de Manaus é a sétima cidade mais violenta do Brasil, tudo fruto das políticas públicas do estado. Você vê agora, o estado está praticamente declarando a insolvência, assinaram a falência do estado”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Recentemente o governador Roberto Cidade suspendeu uma série de pagamentos de dívidas deixadas pelo antecessor. Mas, até a publicação desta matéria, não respondeu às críticas de David Almeida.</p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS: Coronel Menezes ironiza “poder” de Salazar e diz que em Brasília ‘não terá vídeos e marretadas’</p>
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		<title>Registros guardam história de poupança para alforria de escravizados</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/registros-guardam-historia-de-poupanca-para-alforria-de-escravizados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 18:22:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alforria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um capítulo importante da história brasileira começa a ser desvendado. Pesquisas revelam registros financeiros de pessoas escravizadas no século 19 e indicam que esses valores podem ser quantificados, atualizados e restituídos para os descendentes.  A hipótese é que o dinheiro depositado em contas da Caixa Econômica Federal tenha sido poupado para pagar a alforria de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um capítulo importante da história brasileira começa a ser desvendado. Pesquisas revelam registros financeiros de pessoas escravizadas no século 19 e indicam que esses valores podem ser quantificados, atualizados e restituídos para os descendentes. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Registros-guardam-historia-de-poupanca-para-alforria-de-escravizados.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A hipótese é que o dinheiro depositado em contas da Caixa Econômica Federal tenha sido poupado para pagar a alforria de pessoas escravizadas até a abolição da escravidão, ocorrida há mais de 130 anos, em 1888.</p>
<p>Naquele momento, existiam no Brasil 723.419 pessoas escravizadas, conforme contabilizava a Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas &#8211; o Ministério da Agricultura da época.</p>
<p>Até o momento, o Ministério Público Federal (MPF) identificou 158 cadernetas de poupança abertas por escravizados no acervo histórico do banco. Para ampliar esse escopo, o MPF determinou que a Caixa forneça informações detalhadas sobre os registros financeiros de escravizados. </p>
<p>O MPF quer saber qual equipe será envolvida pela Caixa na apuração, que metodologia será adotada, e qual a quantidade disponível dos chamados “livros de conta corrente”, com anotações de depósitos e saques dos ex-escravizados em poupança, existe no acervo do banco público. Os livros de conta corrente ainda contém a remuneração dos juros (6% a cada 6 meses).</p>
<p>Em nota, a Caixa informa que tem contribuído com o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro e apresentou, dentro do prazo requerido, todas as informações solicitadas. O banco público destacou ainda que a guarda, conservação e pesquisa do seu acervo histórico é um processo contínuo e permanente, efetuado por equipes multidisciplinares no âmbito da Caixa Cultural, com respeito aos limites e às condições materiais do acervo histórico.</p>
<p>&#8220;A Caixa reforça seu papel histórico na promoção da igualdade racial no país e dispõe de políticas estruturantes de combate ao racismo e a promoção da igualdade na sociedade brasileira&#8221;, reforçou, em nota. </p>
<h2>Maior que Copacabana</h2>
<p>A papelada a ser investigada não diz respeito apenas ao século 19, mas à toda história do banco. Se dispostos lado a lado, os documentos para triagem se estendem por 15 quilômetros &#8211; medida 3,6 vezes maior que o iconográfico calçadão da Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.<br /> <br />De acordo com a historiadora Keila Grinberg, responsável pela estimativa da extensão dos documentos, a tarefa será separar o joio do trigo, verificar as condições do material, catalogar, analisar e tornar disponível para a sociedade.</p>
<p>“É preciso organizar apropriadamente, digitalizar, criar instrumentos de busca para que os pesquisadores e a população em geral possam consultar apropriadamente”, explica a professora do Departamento de História e Diretora do Center for Latin American Studies da Universidade de Pittsburgh (Pensilvânia, EUA).</p>
<p>A acadêmica e outros historiadores não têm estimativas de quantas cadernetas de poupança foram abertas na Caixa antes da abolição.</p>
<p>“Nem onde foi parar o dinheiro”, destaca a pesquisadora que colabora com o inquérito civil em trâmite na Procuradoria da República, no Rio, sobre os registros financeiros.</p>
<p>Segundo ela, a ação do MPF é justamente para fazer com que a Caixa organize e disponibilize a sua documentação, de forma que as pesquisas a respeito do tema possam avançar.</p>
<h2>Para romper o silêncio</h2>
<p>O avanço desejado pelos estudiosos da escravidão e pelos movimentos sociais negros é romper com sigilos históricos e com o senso comum que disfarça, oculta ou nega a segregação racial no Brasil, avalia o historiador Itan Cruz Ramos, da Universidade Federal da Bahia (UFBA).<br /> <br />“A estrutura das relações raciais no Brasil e do racismo seguem uma lógica do silêncio e da dissimulação, o que dá espaço para que aquela ideia de que no país, cada um é uma ilha de antirracismo mas cercada de racistas. Assim, o racismo está sempre no outro.”<br /> <br />No plano institucional, falsear a realidade se junta com apagar o passado – daí as dificuldades de localizar registros e recuperar a história. “As perdas, a degradação dos arquivos são projetos de um país que não quer lidar com o trauma e com o incômodo da escravidão, e também com a luta por direitos do povo negro brasileiro”, assinala o historiador.<br /> <br />“Na verdade, isso não é acidente, não é o acaso. O Brasil nunca deu tanta importância ao seu passado escravista a partir de lentes das pessoas negras. A escravidão sempre é vista como algo horrível que deve ficar no passado”, acrescenta Cruz Ramos.<br /> <br />Ele é autor de um artigo publicado em 2024 na Revista de História da Universidade de São Paulo (USP), que conta como o fundo nacional de emancipação, que a princípio tinha como finalidade auxiliar os escravizados na conquista da sua liberdade, acabou sendo apropriado por fazendeiros para pagar a importação de mão de obra europeia &#8211; em especial trabalhadores italianos, para as lavouras de café no sudeste do Brasil.<br /> <br />O fundo foi previsto para negros na Lei do Ventre Livre (1871) e foi desvirtuado na Lei do Sexagenário (1885). Após a abolição da escravatura (1888), deixou de ter destinação para reparar a escravidão, apesar de reinvindicações diretas de negros junto a autoridades como Ruy Barbosa, ministro da Fazenda e da Justiça no governo provisório do marechal Deodoro da Fonseca – o primeiro da República, proclamada em 1889.<br /> <br />O fundo de emancipação, que em 1889 guardava a quantia de 12.622:308$776 (doze mil, seiscentos e vinte e dois contos, trezentos e oito mil e setecentos e setenta e seis réis), desaparece nos anos iniciais da República, quando passa a ser chamado de ‘rendas especiais’ antes de sumir dos registros, descreve Itan Cruz Ramos.<br /> <br />Ferramenta disponível no site do Banco Central afirma que o valor “não possui equivalência direta ou conversão automática oficial para o Real atual (R$)”. Antes da Proclamação da República, entretanto, o valor superava o orçamento individual dos ministérios do Império, da Marinha, da Justiça, e dos Estrangeiros.<br /> <br />De acordo com o historiador Cruz Ramos, o campo de estudos sobre o tema está longe de esgotar suas fontes. &#8220;Há muito ainda a ser descoberto sobre a escravidão, mas também sobre a liberdade&#8221;.  Conclusão semelhante a que ele chega em seu artigo científico: “há muito dinheiro para seguir e descobrir.”</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/registros-guardam-historia-de-poupanca-para-alforria-de-escravizados" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Shakira faz história em Copacabana com público recorde e divide opiniões sobre playback</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 14:55:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rio de Janeiro (RJ) – A Praia de Copacabana foi palco de um evento histórico no último sábado (2). A cantora Shakira, de 49 anos, levou o projeto “Todo Mundo no Rio” ao delírio, reunindo um público recorde estimado em 2 milhões de pessoas. No entanto, a grandiosidade do espetáculo dividiu as redes sociais entre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Rio de Janeiro (RJ) – A Praia de Copacabana foi palco de um evento histórico no último sábado (2). A cantora Shakira, de 49 anos, levou o projeto “Todo Mundo no Rio” ao delírio, reunindo um público recorde estimado em 2 milhões de pessoas. No entanto, a grandiosidade do espetáculo dividiu as redes sociais entre elogios à performance e críticas ao uso de playback.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Homenagens e encontros de gigantes</h2>
<p>A apresentação foi uma versão ampliada da aclamada “Las Mujeres Ya No Lloran World Tour”. Demonstrando sua conexão com o Brasil, a estrela colombiana surpreendeu ao convidar quatro ícones da música nacional para colaborações inéditas no palco:</p>
<li>Anitta: Juntas, as “patroas” botaram o público para dançar com o hit <em>“Choka Choka”</em>.</li>
<li>Ivete Sangalo: A energia do axé se uniu ao pop latino na clássica <em>“País Tropical”</em>.</li>
<li>Caetano Veloso &amp; Maria Bethânia: Em um momento de pura poesia, Shakira cantou <em>“Leãozinho”</em> e o hino <em>“O que é o que é?”</em> ao lado dos irmãos baianos.</li>
<h2 class="wp-block-heading">Playback gera polêmica na web</h2>
<p>Apesar da superprodução, que contou com coreografias impecáveis e efeitos visuais, nem tudo foi consenso. No X (antigo Twitter) e no Instagram, internautas apontaram o uso excessivo de playback durante as músicas mais agitadas.</p>
<p>“A maior apresentação da carreira dela, mas o áudio estava muito na cara que não era ao vivo”, comentou um seguidor. Por outro lado, fãs defenderam a artista: “Shakira é uma performer completa; com aquela dança, o apoio vocal é necessário para manter o ritmo do show”.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Legado no Rio</h2>
<p>Críticas à parte, o show consolidou Shakira como uma das poucas artistas internacionais capazes de mobilizar uma multidão dessa magnitude no Brasil. O espetáculo celebrou a resiliência feminina e reafirmou o status da colombiana como a maior artista latina do mundo.</p>
<h2 class="wp-block-heading">VEJA ALGUMAS REAÇÕES</h2>
<p lang="pt" dir="ltr">Nossa prestem atenção na diferença gritante, de quando entra o playback #ShakiraNaGlobo pic.twitter.com/W34M8hHGpl</p>
<p>— Passini (@agpassini) May 3, 2026 </p>
<p lang="en" dir="ltr">MDS O FLAGRA NO PLAYBACK 😭 #shakiranaglobo pic.twitter.com/6faMj0oid8</p>
<p>— miss honeyzinha ☆ (@misshoneyzinha) May 3, 2026 </p>
<p lang="pt" dir="ltr">Shakira faltou em uma das aulas mais importantes de cantora pop: fazer uma entrada triunfal com um grande hit</p>
<p>Do nada ela entrou no palco com uma música que muita gente nem conhecia #ShakiraNaGlobo pic.twitter.com/xBXPUSJlq9</p>
<p>— Rick B. 🏳️‍🌈 (@rickbitch) May 3, 2026 </p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Shakira se declara a fãs no Rio antes de megashow em Copacabana</p>
<p>                    <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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