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	<title>igualdade Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>igualdade Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Ministério da Igualdade Racial quer apurar racismo em ato bolsonarista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2026 16:18:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Igualdade Racial encaminhou nesta manhã (25) ofícios ao Ministério da Justiça e Segurança Pública e à Procuradoria Regional Eleitoral no Estado do Rio de Janeiro para que os dois órgãos investiguem um episódio de crime racista ocorrido na tarde de ontem (24) durante manifestação em favor do candidato Flavio Bolsonaro. Um vídeo publicado em diversas redes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Igualdade Racial encaminhou nesta manhã (25) ofícios ao Ministério da Justiça e Segurança Pública e à Procuradoria Regional Eleitoral no Estado do Rio de Janeiro para que os dois órgãos investiguem um episódio de crime racista ocorrido na tarde de ontem (24) durante manifestação em favor do candidato Flavio Bolsonaro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Ministerio-da-Igualdade-Racial-quer-apurar-racismo-em-ato-bolsonarista.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Um vídeo publicado em diversas redes sociais e sites de notícias mostraram um militante bolsonarista branco conduzindo um homem negro acorrentado, durante o último ato de campanha do candidato à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL), neste sábado (24), na Praça do Ó, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.</p>
<p>O candidato estava em um trio elétrico acompanhado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL), do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do governador eleito do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL).</p>
<p>Na imagem é possível ver que o apoiador de Flávio Bolsonaro estava vestido de calça e jaqueta verde e branco com aplicações da bandeira do Brasil, camisa e tênis azuis. O homem negro acorrentado estava com uma camisa com listras vermelho e preto, bermuda preta e carregava um tridente. O homem branco se refere ao homem negro como “Luladrão, Satanás e Capiroto”.</p>
<p>“É inaceitável que uma pessoa negra seja acorrentada e humilhada, especialmente por reproduzir uma dinâmica já reconhecida pela Organização das Nações Unidas como o maior crime já cometido contra a humanidade”, apontou em nota do Ministério da Igualdade Racial.</p>
<p>“Cenas como essa, especialmente no contexto eleitoral, têm um significado ainda mais profundo sobre as marcas que nossa sociedade ainda carrega sobre o período escravagista e como ele segue ferindo nossa nação”, completou a pasta.</p>
<p>Mais cedo, a deputada federal eleita pelo Rio de Janeiro Anielle Franco (PT) publicou uma mensagem no seu perfil na rede social X informando que iria acionar o Ministério da Igualdade Racial para que adotasse as medidas necessárias tanto em relação ao caso de racismo no Rio de Janeiro quanto ao de intolerância religiosa em Belo Horizonte, ambos ocorridos em atos bolsonaristas.</p>
<p>Na capital mineira, uma mulher rasgou uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, durante um ato pró Flávio Bolsonaro.</p>
<p>“Estive na live do Exército do Lula com Janones, Muka e Rafael Infante. Falamos de mobilização e virada de votos, mas também de dois absurdos: racismo na Barra e intolerância religiosa em BH. Vou procurar o Ministério da Igualdade Racial para entender as medidas cabíveis. Não vamos deixar passar!”, disse Anielle na publicação.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-10/ministerio-da-igualdade-racial-quer-apurar-racismo-em-ato-bolsonarista" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>TSE dá 24 horas para Meta dar informações sobre igualdade de campanhas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/tse-da-24-horas-para-meta-dar-informacoes-sobre-igualdade-de-campanhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 14:18:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Marco Aurélio Buzzi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deu 24 horas para que a empresa Meta &#8211; responsável por plataformas como Facebook, Instagram e WhatsApp &#8211; comprove a adoção de medidas de isonomia na distribuição de posts políticos e na veiculação de anúncios de campanha, em meio ao segundo turno da corrida presidencial.  [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Marco Aurélio Buzzi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deu 24 horas para que a empresa Meta &#8211; responsável por plataformas como Facebook, Instagram e WhatsApp &#8211; comprove a adoção de medidas de isonomia na distribuição de posts políticos e na veiculação de anúncios de campanha, em meio ao segundo turno da corrida presidencial. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/TSE-da-24-horas-para-Meta-dar-informacoes-sobre-igualdade.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A medida foi tomada depois de a Meta não cumprir um prazo inicial de 72 horas para apresentar as informações. </p>
<p>Na semana passada, o TSE atendeu a um pedido da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, para que a Meta fosse obrigada a se explicar. </p>
<p>A coligação Brasil Pronto pra Mais, de apoio a Lula, apresentou dados segundo os quais a Meta estaria desfavorecendo conteúdos do campo político de Lula e dando destaque ao campo adversário, infringindo a legislação eleitoral. Outra queixa está numa possível desigualdade no impulsionamento de anúncios pagos. </p>
<p>A campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro também ingressou com reclamação semelhante no TSE. </p>
<p>Na última sexta-feira (16), o plenário do TSE manteve uma primeira decisão de Bellizze, que ordenou à Meta o tratamento isonômico imediato das campanhas em suas plataformas. A multa diária por descumprimento, caso a empresa não demonstre a adoção de medidas que garantam a exposição igualitária das campanhas, foi estipulada em R$ 500 mil.</p>
<p>Nesta segunda (19), Bellizze proferiu nova decisão, determinando o envio das informações em 24 horas, e elevou a multa para R$ 1 milhão.  O ministro elencou os seguintes pontos a serem esclarecidos: </p>
<p>Como funcionam os sistemas de recomendação de posts nas plataformas;</p>
<p>Dados sobre o alcance dos anúncios das duas candidaturas que disputam o segundo turno; </p>
<p>Apresentação de investigações sobre possíveis redes de perfis inautênticos; </p>
<p>Informações sobre conteúdos que deveriam receber identificação por terem sido produzidos ou alterados sinteticamente.</p>
<h2>Outro lado</h2>
<p>Após o PT denunciar as falhas, a Meta declarou que a recomendação de candidatos foi proibida, conforme determinação do TSE. A plataforma também informou que tomou medidas adicionais para restringir as recomendações.</p>
<p>“Em cumprimento às regras eleitorais do Brasil, nós proibimos temporariamente a recomendação de candidatos ou a geração de imagens deles. Tomamos medidas adicionais para que comandos usando apenas o primeiro nome dos candidatos e seu número nas urnas também não produzam imagens”, afirmou a empresa.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-10/tse-da-24-horas-para-meta-dar-informacoes-sobre-igualdade-de-campanhas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Consulta pública sobre políticas de igualdade racial termina hoje</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/consulta-publica-sobre-politicas-de-igualdade-racial-termina-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 15:21:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O prazo para envio de contribuições da sociedade civil para a construção do 2º Plano Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Planapir) termina nesta sexta-feira (16). As sugestões podem ser enviadas por meio da consulta pública disponível na Plataforma Participa + Brasil, do governo federal. A consulta pública é aberta para representantes de organizações da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O prazo para envio de contribuições da sociedade civil para a construção do 2º Plano Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Planapir) termina nesta sexta-feira (16).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Consulta-publica-sobre-politicas-de-igualdade-racial-termina-hoje.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As sugestões podem ser enviadas por meio da consulta pública disponível na Plataforma Participa + Brasil, do governo federal.</p>
<p>A consulta pública é aberta para representantes de organizações da temática da igualdade racial, movimentos de mulheres negras, quilombolas, povos tradicionais de matriz africana e de terreiro e sociedade em geral.</p>
<p>A ideia é que a escuta da sociedade exponha as necessidades e experiências para construção de políticas mais próximas à realidade enfrentada no país.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Igualdade Racial (MIR), a participação social tem o objetivo de enviar propostas que orientem a atuação do Estado brasileiro no enfrentamento do racismo estrutural, na reparação histórica, na redução das desigualdades, na promoção de justiça racial e econômica e na efetivação de direitos.</p>
<p>A consulta popular ocorre após a realização da 5ª Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial (5ª Conapir), realizada em setembro de 2025.</p>
<p>Com o tema Igualdade e Democracia: Reparação e Justiça Racial, a conferência mobilizou cerca de 15 mil pessoas em todas as etapas locais, estaduais, temáticas e na nacional.</p>
<h2>Como contribuir</h2>
<p>Os interessados podem apresentar contribuições diretamente nos objetivos estratégicos do 2º Planapir, que estão organizados em 16 eixos temáticos:</p>
<ul>
<li>Eixo 1: Trabalho e Inclusão Produtiva</li>
<li>Eixo 2: Educação</li>
<li>Eixo 3: Saúde Integral e Enfrentamento ao Racismo no SUS</li>
<li>Eixo 4: Desenvolvimento Social, Assistência Social e Segurança Alimentar</li>
<li>Eixo 5: Cultura, Memória e Reparação Simbólica</li>
<li>Eixo 6: Justiça, Segurança Pública e Defesa de Direitos</li>
<li>Eixo 7: Comunidades Quilombolas</li>
<li>Eixo 8: Povos de Terreiro e de Matriz Africana</li>
<li>Eixo 9: Povos Ciganos</li>
<li>Eixo 10: Mulheres Negras</li>
<li>Eixo 11: Crianças, Adolescentes e Juventude Negra</li>
<li>Eixo 12: População LGBTQIAPN+ negra</li>
<li>Eixo 13: Justiça Climática e Enfrentamento ao Racismo Ambiental</li>
<li>Eixo 14: Comunicação Antirracista, Justiça Digital</li>
<li>Eixo 15: Política Internacional</li>
<li>Eixo 16: Fortalecimento do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial – Sinapir e Conselhos de Promoção da Igualdade Racial</li>
</ul>
<p>Veja as formas de contribuir nesta consulta pública:</p>
<ol>
<li>Aprimorar a redação: sugerir uma forma mais acessível, precisa ou abrangente de escrever o objetivo;</li>
<li>Incluir elementos: propor a inclusão de temas, públicos, territórios, direitos ou resultados que ampliem o alcance do objetivo;</li>
<li>Alterar o conteúdo: propor mudanças na abrangência ou na orientação do objetivo, de acordo com as transformações que considera prioritárias;</li>
<li>Sugerir reorganizações ou exclusões: indicar trechos que possam ser reunidos, reformulados ou retirados para aprimorar o objetivo;</li>
<li>Propor um novo objetivo estratégico: apresentar uma proposta que contemple outras questões relevantes para o eixo.</li>
</ol>
<p>A orientação é que, sempre que possível, o cidadão deve descrever sua proposta e explicar como ela pode contribuir para a promoção da igualdade racial.</p>
<p>Em caso de dúvida ou de necessidade de mais informações, sobre esta consulta pública, o cidadão pode entrar em contato por e-mail: consultaplanapir@igualdaderacial.gov.br</p>
<h2>Análise e consolidação</h2>
<p>Após o período de coleta de contribuições da consulta pública, as propostas recebidas serão organizadas e analisadas no processo de consolidação do 2º Planapir.</p>
<p>A análise subsidiará as decisões sobre ajustes de redação, ampliação ou reorganização dos objetivos e inclusão ou aprofundamento de temas na versão final do Plano.</p>
<h2>2º Planapir</h2>
<p>A participação da sociedade contribui para definir e construir as transformações e prioridades que orientarão a política nacional de promoção da igualdade racial nos próximos anos. </p>
<p>O 2º Plano Nacional de Promoção da Igualdade Racial pretende estabelecer compromissos concretos do Estado brasileiro para o enfrentamento ao racismo, com ações articuladas entre diferentes áreas, metas, indicadores, recursos e mecanismos de monitoramento e avaliação.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-10/consulta-publica-sobre-politicas-de-igualdade-racial-termina-hoje" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Governo reúne dados sobre igualdade salarial de homens e mulheres</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/governo-reune-dados-sobre-igualdade-salarial-de-homens-e-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 17:49:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Começou na segunda-feira (3) o prazo para que empresas com 100 ou mais empregados atualizem informações que serão usadas na elaboração do 6º Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios. O envio dos dados deve ser feito até 31 de agosto, por meio da área do empregador no Portal Emprega Brasil. O relatório é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Começou na segunda-feira (3) o prazo para que empresas com 100 ou mais empregados atualizem informações que serão usadas na elaboração do 6º Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Governo-reune-dados-sobre-igualdade-salarial-de-homens-e-mulheres.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O envio dos dados deve ser feito até 31 de agosto, por meio da área do empregador no Portal Emprega Brasil.</p>
<p>O relatório é um documento previsto na Lei da Igualdade Salarial (Lei nº 14.611/2023) e tem como objetivo dar transparência às diferenças salariais e remuneratórias entre mulheres e homens nas empresas.</p>
<p>A legislação determina que empresas com 100 ou mais empregados adotem medidas para garantir essa igualdade, como transparência salarial, mecanismos de fiscalização e canais seguros para denúncias de discriminação.</p>
<p>Elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o relatório reúne dados do eSocial e informações complementares fornecidas pelos empregadores.</p>
<p>Entre os itens informados pelas empresas, estão critérios de remuneração e promoção profissional, existência de plano de cargos e salários, incentivos à contratação de mulheres e ações de apoio à parentalidade e à diversidade.</p>
<p>As informações são usadas para comparar salários, remunerações e a participação de homens e mulheres nos diferentes cargos das empresas.</p>
<p>Caso sejam identificadas desigualdades salariais em função do gênero, a empresa pode ser notificada a apresentar um plano para corrigir as distorções encontradas.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-08/governo-reune-dados-sobre-igualdade-salarial-de-homens-e-mulheres" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/governo-reune-dados-sobre-igualdade-salarial-de-homens-e-mulheres/">Governo reúne dados sobre igualdade salarial de homens e mulheres</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Projeto leva debate sobre igualdade de gênero às escolas municipais de Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/projeto-leva-debate-sobre-igualdade-de-genero-as-escolas-municipais-de-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 21:04:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), iniciou nesta quinta-feira (18) o projeto “Cunhantãs e Curumins da Igualdade”. A ação ocorre em parceria com a Ouvidoria da Mulher, do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM). O lançamento aconteceu na escola municipal Themistocles Pinheiro Gadelha, no bairro Jorge Teixeira, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), iniciou nesta quinta-feira (18) o projeto “Cunhantãs e Curumins da Igualdade”. A ação ocorre em parceria com a Ouvidoria da Mulher, do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM).</p>
<p class="wp-block-paragraph">O lançamento aconteceu na escola municipal Themistocles Pinheiro Gadelha, no bairro Jorge Teixeira, zona Leste da capital. Além disso, o projeto será desenvolvido ao longo de todo o ano letivo em unidades da rede municipal.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Projeto promove igualdade e cultura de paz</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa tem como foco promover a igualdade de gênero, o respeito mútuo e a cultura de paz no ambiente escolar. Além disso, busca incentivar reflexões sobre cidadania, convivência e prevenção da violência.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O projeto é coordenado pelo Núcleo de Parcerias Institucionais (Nupi), da Semed. Dessa forma, a proposta reúne ações educativas voltadas à formação cidadã dos estudantes.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Estudantes participam de atividades educativas</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Nesta primeira etapa, a programação reuniu alunos do 8º e 9º anos. Os estudantes participaram de rodas de conversa, dinâmicas interativas, oficinas pedagógicas e momentos de diálogo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Assim, as atividades estimularam a reflexão sobre relações mais justas, equilibradas e respeitosas no ambiente escolar.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Parceria reforça formação cidadã</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O coordenador do Nupi, Ricardo Simões, destacou que o projeto amplia o alcance das ações de formação cidadã na rede municipal.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Essa parceria contribui significativamente para a formação cidadã dos nossos alunos, ao trabalhar valores como respeito, empatia e convivência saudável com as diferenças. O projeto reforça que a educação vai além dos conteúdos pedagógicos, contribuindo também para o desenvolvimento social e emocional dos estudantes. Nossa expectativa é levar essa iniciativa para toda a rede municipal, fortalecendo uma educação construída de forma coletiva e participativa”, enfatizou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Educação como instrumento de transformação</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A diretora da Ouvidoria da Mulher, Ana Paula Aguiar, ressaltou que a iniciativa busca conscientizar estudantes, famílias e comunidade escolar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Acreditamos que a educação tem o poder de transformar vidas. Por isso, levamos essa discussão para dentro das escolas, envolvendo alunos, famílias e profissionais da educação. Nosso objetivo é contribuir para a formação de crianças e adolescentes mais conscientes, capazes de construir uma sociedade baseada no respeito, na igualdade e na cultura de paz. Ao final do ano, os participantes serão recebidos no Tribunal de Contas para um evento de certificação, e as escolas envolvidas receberão um selo da Ouvidoria da Mulher”, afirmou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Identidade amazônica no projeto</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O projeto utiliza os termos da cultura amazônica “cunhantãs” (meninas) e “curumins” (meninos). Dessa forma, valoriza a identidade regional enquanto promove debates sobre igualdade de direitos e oportunidades.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a iniciativa busca formar estudantes como agentes multiplicadores de valores como respeito, empatia e cooperação.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Estudante destaca importância da iniciativa</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A estudante Kathlem Vitória Pinto Tavares, de 16 anos, do 9º ano, avaliou positivamente a experiência.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Essa experiência para mim foi muito interessante, porque debate muito sobre bullying, igualdade e diferenças. Acredito que todos temos nossas diferenças e debates como esse são sempre muito importantes”, concluiu.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
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		<title>Governo regulamenta adesão ao sistema nacional de igualdade racial</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/governo-regulamenta-adesao-ao-sistema-nacional-de-igualdade-racial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:43:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adesão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Igualdade Racial atualizou diretrizes e ampliou formas de adesão ao Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir).  Portaria publicada nesta sexta-feira (12) consolida novas diretrizes para organização do sistema e prevê critérios para participação em políticas estratégicas da pasta, no âmbito da cooperação entre União, estados, Distrito Federal e municípios. Instituído pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Igualdade Racial atualizou diretrizes e ampliou formas de adesão ao Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Governo-regulamenta-adesao-ao-sistema-nacional-de-igualdade-racial.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Portaria publicada nesta sexta-feira (12) consolida novas diretrizes para organização do sistema e prevê critérios para participação em políticas estratégicas da pasta, no âmbito da cooperação entre União, estados, Distrito Federal e municípios.</p>
<p>Instituído pelo Estatuto da Igualdade Racial, o Senapir é responsável, entre outros pontos, por organizar e articular políticas públicas de combate ao racismo.</p>
<p>A adesão ao Sinapir continua sendo voluntária e pode ser feita por estados, o DF, municípios, consórcios públicos intermunicipais e associações municipalistas.</p>
<h2>Requisitos </h2>
<p>Os interessados devem formalizar a adesão por meio de solicitação ao Ministério da Igualdade Racial. </p>
<p>São requisitos:</p>
<ul>
<li>criação de um órgão específico;</li>
<li>instituição de conselho com participação da sociedade civil;</li>
<li>indicação de um gestor responsável pela política local.</li>
</ul>
<p>Também devem ser apresentados atos normativos, registros de funcionamento do conselho, plano ou ações em andamento e informações sobre capacidade orçamentária. </p>
<p>O ministério terá prazo de até 30 dias para analisar o pedido. Em caso de aprovação, será firmado um Termo de Adesão e Compromisso entre a União e o ente federativo, com definição das responsabilidades de cada parte.</p>
<p>A portaria também amplia a possibilidade de adesão por meio de consórcios intermunicipais e associações municipalistas. Nesses casos, é obrigatória a constituição de instâncias específicas, como o Conselho Intermunicipal de Promoção da Igualdade Racial e, quando aplicável, uma câmara temática dedicada ao tema.</p>
<h2>Modalidades </h2>
<p>Uma das principais novidades da norma é a definição de três modalidades de gestão no âmbito do Sinapir: básica, intermediária e plena. A classificação dependerá do grau de estrutura institucional do ente participante.</p>
<p>A portaria prevê ainda que a modalidade escolhida influenciará a pontuação dos entes em chamamentos públicos do ministério, com maior peso para aqueles com maior nível de estruturação.<br /> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/governo-regulamenta-adesao-ao-sistema-nacional-de-igualdade-racial" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>STF valida lei que garantiu igualdade salarial entre homens e mulheres</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/stf-valida-lei-que-garantiu-igualdade-salarial-entre-homens-e-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 21:31:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (14) validar a lei que garantiu igualdade salarial entre homens e mulheres. Por unanimidade, a Corte reconheceu a constitucionalidade da Lei 14.611 de 2023, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para obrigar as empresas a garantir a igualdade salarial entre homens e mulheres que exercem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (14) validar a lei que garantiu igualdade salarial entre homens e mulheres.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/STF-valida-lei-que-garantiu-igualdade-salarial-entre-homens-e.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Por unanimidade, a Corte reconheceu a constitucionalidade da Lei 14.611 de 2023, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para obrigar as empresas a garantir a igualdade salarial entre homens e mulheres que exercem a mesma função.</p>
<p>A norma alterou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para definir que as empresas deverão pagar multa de dez vezes o valor do salário em caso de discriminação salarial por motivo de gênero.</p>
<p>Além disso, a lei determina a divulgação semestral de relatórios de transparência salarial por empresas com mais de 100 empregados.</p>
<p>Os ministros julgaram três ações: uma ação declaratória de constitucionalidade (ADC), protocolada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) para garantir a aplicação da lei, e duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADI), impetradas pela Confederação Nacional de Indústria (CNI) e pelo Partido Novo contra a norma.</p>
<h2>Votos</h2>
<p>O placar unânime de 10 votos a 0 foi formado a partir do voto do relator, ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>O relator vetou pela constitucionalidade a lei e citou a existência de diversas regras internacionais da Organização das Nações Unidas (ONU), que determinam a igualdade de remuneração entre homens e mulheres.</p>
<p>O ministro também ressaltou que a Constituição brasileira determina a construção de uma sociedade livre, justa e solidária.</p>
<p>&#8220;Não é possível a construção de uma sociedade livre, justa e solidária se houver discriminação de gênero entre mulheres e homens, sendo que mulheres são 51,5% da população brasileira&#8221;, afirmou.</p>
<h2>Cármen Lúcia</h2>
<p> Única ministra da Corte, Cármen Lúcia afirmou que a lei deu efetividade jurídica ao direito constitucional à igualdade, mas ponderou que a norma ainda é insuficiente.</p>
<p>&#8220;O preconceito não passa. O preconceito contra a mulher continua na ordem do dia da maneira mais perversa e cruel. Falo de cátedra. Todas nós mulheres passamos de uma forma ou de outra&#8221;, disse.</p>
<p>A ministra ainda parafraseou a escritora Carolina de Jesus e disse que &#8220;antigamente o que oprimia era a palavra calvário, agora é o salário&#8221;.</p>
<p>&#8220;O preconceito é no olhar, em uma palavra, no riso debochado, em um tipo de desvalor para além daquele que é escancarado&#8221;, completou.</p>
<h2>Redpill</h2>
<p>O ministro Flávio Dino disse que ainda há desafios para concretização dos direitos das mulheres, como o combate a discursos misóginos, entre os quais, cursos para &#8220;ensinar homens e serem homens&#8221; e ações do movimento <em>redpill</em>, que prega a crença de que mulheres manipulam e exploram os homens.</p>
<p>&#8220;Os desafios se expressam na epidemia de estupros e feminicídios, na existência da proliferação de discursos misóginos, que estão não só na internet, mas que estão também em exotismos, como cursos ensinando homens a serem homens, quando nós sabemos que, subliminarmente, o discurso é no sentido de que haveria aquilo que, por conta da obra cinematográfica <em>Matrix</em>, se convencionou chamar de movimento <em>redpill</em>. Então, seria a pílula da verdade, a mostrar que os homens estariam sendo escravizados pelas mulheres&#8221;, comentou.</p>
<p>Os demais votos foram proferidos pelos ministros Cristiano Zanin, André Mendonça, Luiz Fux, Dias Toffoli, Gimar Mendes, Edson Fachin e Nunes Marques.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/stf-valida-lei-que-garantiu-igualdade-salarial-entre-homens-e-mulheres" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>STF julga validade de lei da igualdade salarial entre homem e mulher</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/stf-julga-validade-de-lei-da-igualdade-salarial-entre-homem-e-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 22:50:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta quinta-feira (13) o julgamento sobre a constitucionalidade da lei que garantiu igualdade salarial entre homens e mulheres. O plenário analisa três ações: uma ação declaratória de constitucionalidade (ADC), protocolada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) para garantir a aplicação da lei, e duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADI), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta quinta-feira (13) o julgamento sobre a constitucionalidade da lei que garantiu igualdade salarial entre homens e mulheres.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/STF-julga-validade-de-lei-da-igualdade-salarial-entre-homem.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O plenário analisa três ações: uma ação declaratória de constitucionalidade (ADC), protocolada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) para garantir a aplicação da lei, e duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADI), impetradas pela Confederação Nacional de Indústria (CNI) e o Partido Novo contra a norma.</p>
<p>A sessão de hoje foi dedicada às sustentações das partes envolvidas nos processos. Os votos dos ministros serão proferidos na sessão desta quinta-feira (14).</p>
<p>Em julho de 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 14.611 para obrigar as empresas a garantir a igualdade salarial entre homens e mulheres que exercem a mesma função.</p>
<p>A norma alterou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para definir que as empresas deverão pagar multa de dez vezes o valor do salário em caso de discriminação por motivo de sexo, raça, etnia, origem ou idade.</p>
<p>Além disso, a lei determina a divulgação semestral de relatórios de transparência salarial por empresas com mais de 100 empregados.</p>
<h2>Sustentações</h2>
<p>A advogada Camila Dias Lopes, representante do Instituto Nós por Elas, argumentou que as ações contra a lei são equivocadas.</p>
<p>Segundo Camila, a obrigatoriedade de divulgação de relatórios de transparência salarial e a possibilidade de punição das empresas são ferramentas necessárias para concretizar os direitos fundamentais de igualdade e de não discriminação entre homens e mulheres.</p>
<p>&#8220;É inconcebível que mulheres recebam 20% em média a menos que homens exercendo a mesma função. É inconcebível que esta Suprema Corte, em pleno 2026, seja provocada a afirmar o óbvio&#8221;, afirmou.</p>
<p>Mádila Barros de Lima, advogada da Central Única dos Trabalhadores (CUT), disse que a desigualdade não é acidental e se perpetua pela história. Ela ressaltou que as desigualdades enfrentadas pelas mulheres produzem efeitos no mercado de trabalho.</p>
<p>&#8220;Assim como as mulheres negras, outras mulheres enfrentam diariamente os atravessamentos do machismo, do etarismo, do capacitismo. Esses problemas refletem diretamente sobre as remunerações, oportunidades e sobre os sonhos&#8221;, completou. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/stf-julga-validade-de-lei-da-igualdade-salarial-entre-homem-e-mulher" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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