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	<title>igualdade Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>igualdade Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Governo reúne dados sobre igualdade salarial de homens e mulheres</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/governo-reune-dados-sobre-igualdade-salarial-de-homens-e-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 17:49:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Começou na segunda-feira (3) o prazo para que empresas com 100 ou mais empregados atualizem informações que serão usadas na elaboração do 6º Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios. O envio dos dados deve ser feito até 31 de agosto, por meio da área do empregador no Portal Emprega Brasil. O relatório é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Começou na segunda-feira (3) o prazo para que empresas com 100 ou mais empregados atualizem informações que serão usadas na elaboração do 6º Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Governo-reune-dados-sobre-igualdade-salarial-de-homens-e-mulheres.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O envio dos dados deve ser feito até 31 de agosto, por meio da área do empregador no Portal Emprega Brasil.</p>
<p>O relatório é um documento previsto na Lei da Igualdade Salarial (Lei nº 14.611/2023) e tem como objetivo dar transparência às diferenças salariais e remuneratórias entre mulheres e homens nas empresas.</p>
<p>A legislação determina que empresas com 100 ou mais empregados adotem medidas para garantir essa igualdade, como transparência salarial, mecanismos de fiscalização e canais seguros para denúncias de discriminação.</p>
<p>Elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o relatório reúne dados do eSocial e informações complementares fornecidas pelos empregadores.</p>
<p>Entre os itens informados pelas empresas, estão critérios de remuneração e promoção profissional, existência de plano de cargos e salários, incentivos à contratação de mulheres e ações de apoio à parentalidade e à diversidade.</p>
<p>As informações são usadas para comparar salários, remunerações e a participação de homens e mulheres nos diferentes cargos das empresas.</p>
<p>Caso sejam identificadas desigualdades salariais em função do gênero, a empresa pode ser notificada a apresentar um plano para corrigir as distorções encontradas.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-08/governo-reune-dados-sobre-igualdade-salarial-de-homens-e-mulheres" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Projeto leva debate sobre igualdade de gênero às escolas municipais de Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/projeto-leva-debate-sobre-igualdade-de-genero-as-escolas-municipais-de-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 21:04:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), iniciou nesta quinta-feira (18) o projeto “Cunhantãs e Curumins da Igualdade”. A ação ocorre em parceria com a Ouvidoria da Mulher, do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM). O lançamento aconteceu na escola municipal Themistocles Pinheiro Gadelha, no bairro Jorge Teixeira, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), iniciou nesta quinta-feira (18) o projeto “Cunhantãs e Curumins da Igualdade”. A ação ocorre em parceria com a Ouvidoria da Mulher, do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM).</p>
<p class="wp-block-paragraph">O lançamento aconteceu na escola municipal Themistocles Pinheiro Gadelha, no bairro Jorge Teixeira, zona Leste da capital. Além disso, o projeto será desenvolvido ao longo de todo o ano letivo em unidades da rede municipal.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Projeto promove igualdade e cultura de paz</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa tem como foco promover a igualdade de gênero, o respeito mútuo e a cultura de paz no ambiente escolar. Além disso, busca incentivar reflexões sobre cidadania, convivência e prevenção da violência.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O projeto é coordenado pelo Núcleo de Parcerias Institucionais (Nupi), da Semed. Dessa forma, a proposta reúne ações educativas voltadas à formação cidadã dos estudantes.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Estudantes participam de atividades educativas</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Nesta primeira etapa, a programação reuniu alunos do 8º e 9º anos. Os estudantes participaram de rodas de conversa, dinâmicas interativas, oficinas pedagógicas e momentos de diálogo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Assim, as atividades estimularam a reflexão sobre relações mais justas, equilibradas e respeitosas no ambiente escolar.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Parceria reforça formação cidadã</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O coordenador do Nupi, Ricardo Simões, destacou que o projeto amplia o alcance das ações de formação cidadã na rede municipal.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Essa parceria contribui significativamente para a formação cidadã dos nossos alunos, ao trabalhar valores como respeito, empatia e convivência saudável com as diferenças. O projeto reforça que a educação vai além dos conteúdos pedagógicos, contribuindo também para o desenvolvimento social e emocional dos estudantes. Nossa expectativa é levar essa iniciativa para toda a rede municipal, fortalecendo uma educação construída de forma coletiva e participativa”, enfatizou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Educação como instrumento de transformação</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A diretora da Ouvidoria da Mulher, Ana Paula Aguiar, ressaltou que a iniciativa busca conscientizar estudantes, famílias e comunidade escolar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Acreditamos que a educação tem o poder de transformar vidas. Por isso, levamos essa discussão para dentro das escolas, envolvendo alunos, famílias e profissionais da educação. Nosso objetivo é contribuir para a formação de crianças e adolescentes mais conscientes, capazes de construir uma sociedade baseada no respeito, na igualdade e na cultura de paz. Ao final do ano, os participantes serão recebidos no Tribunal de Contas para um evento de certificação, e as escolas envolvidas receberão um selo da Ouvidoria da Mulher”, afirmou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Identidade amazônica no projeto</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O projeto utiliza os termos da cultura amazônica “cunhantãs” (meninas) e “curumins” (meninos). Dessa forma, valoriza a identidade regional enquanto promove debates sobre igualdade de direitos e oportunidades.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a iniciativa busca formar estudantes como agentes multiplicadores de valores como respeito, empatia e cooperação.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Estudante destaca importância da iniciativa</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A estudante Kathlem Vitória Pinto Tavares, de 16 anos, do 9º ano, avaliou positivamente a experiência.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Essa experiência para mim foi muito interessante, porque debate muito sobre bullying, igualdade e diferenças. Acredito que todos temos nossas diferenças e debates como esse são sempre muito importantes”, concluiu.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
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		<title>Governo regulamenta adesão ao sistema nacional de igualdade racial</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/governo-regulamenta-adesao-ao-sistema-nacional-de-igualdade-racial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:43:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Igualdade Racial atualizou diretrizes e ampliou formas de adesão ao Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir).  Portaria publicada nesta sexta-feira (12) consolida novas diretrizes para organização do sistema e prevê critérios para participação em políticas estratégicas da pasta, no âmbito da cooperação entre União, estados, Distrito Federal e municípios. Instituído pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Igualdade Racial atualizou diretrizes e ampliou formas de adesão ao Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Governo-regulamenta-adesao-ao-sistema-nacional-de-igualdade-racial.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Portaria publicada nesta sexta-feira (12) consolida novas diretrizes para organização do sistema e prevê critérios para participação em políticas estratégicas da pasta, no âmbito da cooperação entre União, estados, Distrito Federal e municípios.</p>
<p>Instituído pelo Estatuto da Igualdade Racial, o Senapir é responsável, entre outros pontos, por organizar e articular políticas públicas de combate ao racismo.</p>
<p>A adesão ao Sinapir continua sendo voluntária e pode ser feita por estados, o DF, municípios, consórcios públicos intermunicipais e associações municipalistas.</p>
<h2>Requisitos </h2>
<p>Os interessados devem formalizar a adesão por meio de solicitação ao Ministério da Igualdade Racial. </p>
<p>São requisitos:</p>
<ul>
<li>criação de um órgão específico;</li>
<li>instituição de conselho com participação da sociedade civil;</li>
<li>indicação de um gestor responsável pela política local.</li>
</ul>
<p>Também devem ser apresentados atos normativos, registros de funcionamento do conselho, plano ou ações em andamento e informações sobre capacidade orçamentária. </p>
<p>O ministério terá prazo de até 30 dias para analisar o pedido. Em caso de aprovação, será firmado um Termo de Adesão e Compromisso entre a União e o ente federativo, com definição das responsabilidades de cada parte.</p>
<p>A portaria também amplia a possibilidade de adesão por meio de consórcios intermunicipais e associações municipalistas. Nesses casos, é obrigatória a constituição de instâncias específicas, como o Conselho Intermunicipal de Promoção da Igualdade Racial e, quando aplicável, uma câmara temática dedicada ao tema.</p>
<h2>Modalidades </h2>
<p>Uma das principais novidades da norma é a definição de três modalidades de gestão no âmbito do Sinapir: básica, intermediária e plena. A classificação dependerá do grau de estrutura institucional do ente participante.</p>
<p>A portaria prevê ainda que a modalidade escolhida influenciará a pontuação dos entes em chamamentos públicos do ministério, com maior peso para aqueles com maior nível de estruturação.<br /> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/governo-regulamenta-adesao-ao-sistema-nacional-de-igualdade-racial" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>STF valida lei que garantiu igualdade salarial entre homens e mulheres</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/stf-valida-lei-que-garantiu-igualdade-salarial-entre-homens-e-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 21:31:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (14) validar a lei que garantiu igualdade salarial entre homens e mulheres. Por unanimidade, a Corte reconheceu a constitucionalidade da Lei 14.611 de 2023, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para obrigar as empresas a garantir a igualdade salarial entre homens e mulheres que exercem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (14) validar a lei que garantiu igualdade salarial entre homens e mulheres.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/STF-valida-lei-que-garantiu-igualdade-salarial-entre-homens-e.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Por unanimidade, a Corte reconheceu a constitucionalidade da Lei 14.611 de 2023, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para obrigar as empresas a garantir a igualdade salarial entre homens e mulheres que exercem a mesma função.</p>
<p>A norma alterou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para definir que as empresas deverão pagar multa de dez vezes o valor do salário em caso de discriminação salarial por motivo de gênero.</p>
<p>Além disso, a lei determina a divulgação semestral de relatórios de transparência salarial por empresas com mais de 100 empregados.</p>
<p>Os ministros julgaram três ações: uma ação declaratória de constitucionalidade (ADC), protocolada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) para garantir a aplicação da lei, e duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADI), impetradas pela Confederação Nacional de Indústria (CNI) e pelo Partido Novo contra a norma.</p>
<h2>Votos</h2>
<p>O placar unânime de 10 votos a 0 foi formado a partir do voto do relator, ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>O relator vetou pela constitucionalidade a lei e citou a existência de diversas regras internacionais da Organização das Nações Unidas (ONU), que determinam a igualdade de remuneração entre homens e mulheres.</p>
<p>O ministro também ressaltou que a Constituição brasileira determina a construção de uma sociedade livre, justa e solidária.</p>
<p>&#8220;Não é possível a construção de uma sociedade livre, justa e solidária se houver discriminação de gênero entre mulheres e homens, sendo que mulheres são 51,5% da população brasileira&#8221;, afirmou.</p>
<h2>Cármen Lúcia</h2>
<p> Única ministra da Corte, Cármen Lúcia afirmou que a lei deu efetividade jurídica ao direito constitucional à igualdade, mas ponderou que a norma ainda é insuficiente.</p>
<p>&#8220;O preconceito não passa. O preconceito contra a mulher continua na ordem do dia da maneira mais perversa e cruel. Falo de cátedra. Todas nós mulheres passamos de uma forma ou de outra&#8221;, disse.</p>
<p>A ministra ainda parafraseou a escritora Carolina de Jesus e disse que &#8220;antigamente o que oprimia era a palavra calvário, agora é o salário&#8221;.</p>
<p>&#8220;O preconceito é no olhar, em uma palavra, no riso debochado, em um tipo de desvalor para além daquele que é escancarado&#8221;, completou.</p>
<h2>Redpill</h2>
<p>O ministro Flávio Dino disse que ainda há desafios para concretização dos direitos das mulheres, como o combate a discursos misóginos, entre os quais, cursos para &#8220;ensinar homens e serem homens&#8221; e ações do movimento <em>redpill</em>, que prega a crença de que mulheres manipulam e exploram os homens.</p>
<p>&#8220;Os desafios se expressam na epidemia de estupros e feminicídios, na existência da proliferação de discursos misóginos, que estão não só na internet, mas que estão também em exotismos, como cursos ensinando homens a serem homens, quando nós sabemos que, subliminarmente, o discurso é no sentido de que haveria aquilo que, por conta da obra cinematográfica <em>Matrix</em>, se convencionou chamar de movimento <em>redpill</em>. Então, seria a pílula da verdade, a mostrar que os homens estariam sendo escravizados pelas mulheres&#8221;, comentou.</p>
<p>Os demais votos foram proferidos pelos ministros Cristiano Zanin, André Mendonça, Luiz Fux, Dias Toffoli, Gimar Mendes, Edson Fachin e Nunes Marques.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/stf-valida-lei-que-garantiu-igualdade-salarial-entre-homens-e-mulheres" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>STF julga validade de lei da igualdade salarial entre homem e mulher</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/stf-julga-validade-de-lei-da-igualdade-salarial-entre-homem-e-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 22:50:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta quinta-feira (13) o julgamento sobre a constitucionalidade da lei que garantiu igualdade salarial entre homens e mulheres. O plenário analisa três ações: uma ação declaratória de constitucionalidade (ADC), protocolada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) para garantir a aplicação da lei, e duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADI), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta quinta-feira (13) o julgamento sobre a constitucionalidade da lei que garantiu igualdade salarial entre homens e mulheres.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/STF-julga-validade-de-lei-da-igualdade-salarial-entre-homem.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O plenário analisa três ações: uma ação declaratória de constitucionalidade (ADC), protocolada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) para garantir a aplicação da lei, e duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADI), impetradas pela Confederação Nacional de Indústria (CNI) e o Partido Novo contra a norma.</p>
<p>A sessão de hoje foi dedicada às sustentações das partes envolvidas nos processos. Os votos dos ministros serão proferidos na sessão desta quinta-feira (14).</p>
<p>Em julho de 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 14.611 para obrigar as empresas a garantir a igualdade salarial entre homens e mulheres que exercem a mesma função.</p>
<p>A norma alterou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para definir que as empresas deverão pagar multa de dez vezes o valor do salário em caso de discriminação por motivo de sexo, raça, etnia, origem ou idade.</p>
<p>Além disso, a lei determina a divulgação semestral de relatórios de transparência salarial por empresas com mais de 100 empregados.</p>
<h2>Sustentações</h2>
<p>A advogada Camila Dias Lopes, representante do Instituto Nós por Elas, argumentou que as ações contra a lei são equivocadas.</p>
<p>Segundo Camila, a obrigatoriedade de divulgação de relatórios de transparência salarial e a possibilidade de punição das empresas são ferramentas necessárias para concretizar os direitos fundamentais de igualdade e de não discriminação entre homens e mulheres.</p>
<p>&#8220;É inconcebível que mulheres recebam 20% em média a menos que homens exercendo a mesma função. É inconcebível que esta Suprema Corte, em pleno 2026, seja provocada a afirmar o óbvio&#8221;, afirmou.</p>
<p>Mádila Barros de Lima, advogada da Central Única dos Trabalhadores (CUT), disse que a desigualdade não é acidental e se perpetua pela história. Ela ressaltou que as desigualdades enfrentadas pelas mulheres produzem efeitos no mercado de trabalho.</p>
<p>&#8220;Assim como as mulheres negras, outras mulheres enfrentam diariamente os atravessamentos do machismo, do etarismo, do capacitismo. Esses problemas refletem diretamente sobre as remunerações, oportunidades e sobre os sonhos&#8221;, completou. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/stf-julga-validade-de-lei-da-igualdade-salarial-entre-homem-e-mulher" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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