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	<title>impactos Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>impactos Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Brasil vai buscar novos parceiros para dimunuir impactos comerciais</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/brasil-vai-buscar-novos-parceiros-para-dimunuir-impactos-comerciais-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 15:47:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (3), que o Brasil vai continuar buscando outros parceiros de negócios para minimizar os impactos da política comercial adotada pelos Estados Unidos. Lula coordenou reunião ministerial, no Palácio do Planalto, que ocorre em meio ao anúncio de novas taxações estadunidenses a produtos brasileiros. “Nós vamos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (3), que o Brasil vai continuar buscando outros parceiros de negócios para minimizar os impactos da política comercial adotada pelos Estados Unidos. Lula coordenou reunião ministerial, no Palácio do Planalto, que ocorre em meio ao anúncio de novas taxações estadunidenses a produtos brasileiros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1780501631_679_Brasil-vai-buscar-novos-parceiros-para-dimunuir-impactos-comerciais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Nós vamos procurar outros parceiros. Se ele não quer comprar, a gente vai vender para quem quiser comprar. Não vamos ficar reclamando. Se não quiser investir aqui, nós vamos procurar outro. O Brasil é dono do seu nariz. Isso aqui é um país democrático e soberano”, disse o presidente aos ministros de Estado.</p>
<p>“Nós resolvemos não adotar mais a política do vira-lata diante das grandes potências. Nós não somos melhores do que ninguém, mas não somos piores. Vamos respeitar todo mundo, mas queremos respeito”, acrescentou.</p>
<p>Na segunda-feira (1º), o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sugeriu, entre outras ações, a taxação de 25% sobre parte das importações brasileiras ao país. O relatório do USTR é resultado de uma investigação iniciada há um ano no governo de Donald Trump contra supostas “práticas desleais” do Brasil no comércio com os EUA.</p>
<p>Entre outros temas, para justificar a medida, a instituição acusa o Pix de prejudicar &#8220;injustamente” empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico, como operadoras de cartões de crédito, como MasterCard e Visa, e o <em>Whatsapp Pay. </em></p>
<p>Lula afirmou que, agora, vai participar da reunião do G7 em junho na França, o que não estava nos planos. O evento reúne os líderes da Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. O Brasil vai como convidado do anfitrião, o presidente francês, Emmanuel Macron.</p>
<p>“Eu nem ia no G7, agora eu vou. É preciso alguém tentar colocar ordem na casa e parar essa coisa de desmonte do multilateralismo, da democracia e desvalorização das instituições. Se a ONU não está funcionando hoje, não é destruindo a ONU que a gente vai consertar o mundo, é reconstruindo a ONU”, disse Lula, reafirmando sua defesa de fortalecimento das Nações Unidas e da reforma do seu Conselho de Segurança.</p>
<h2>Negociação</h2>
<p>De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) a decisão tarifária dos Estados Unidos ameaça diretamente 21% do total das exportações brasileiras rumo ao mercado norte-americano.</p>
<p>O governo brasileiro e empresas prejudicadas poderão se manifestar sobre o relatório final da USTR até o dia 15 de julho, quando os EUA poderão passar a adotar “medidas corretivas” contra o Brasil.</p>
<p>Para Lula, a atitude dos estadunidenses é insensata já que havia uma negociação em curso entre os dois países. Ele lembrou que, em maio, acordou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um prazo de 30 dias para que se chegasse a um acordo sobre a questão comercial.</p>
<p>Os dois se reuniram na Casa Branca e, na ocasião, o presidente brasileiro entregou documentos que comprovavam a relação comercial favorável dos EUA com o Brasil. Segundo ele, nos últimos 15 anos, o superávit comercial dos Estados Unidos foi US$ 415 bilhões.</p>
<p>“Eu saí de lá convencido de que a gente estava estabelecendo uma nova lógica no relacionamento democrático e civilizado entre Brasil e Estados Unidos. E confesso a vocês que fui pego de surpresa ontem com a decisão deles”, disse Lula hoje.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-06/brasil-vai-buscar-novos-parceiros-para-diminuir-impactos-comerciais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Brasil vai buscar novos parceiros para dimunuir impactos comerciais</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/brasil-vai-buscar-novos-parceiros-para-dimunuir-impactos-comerciais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 15:33:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (3), que o Brasil vai continuar buscando outros parceiros de negócios para minimizar os impactos da política comercial adotada pelos Estados Unidos. Lula coordenou reunião ministerial, no Palácio do Planalto, que ocorre em meio ao anúncio de novas taxações estadunidenses a produtos brasileiros. “Nós vamos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (3), que o Brasil vai continuar buscando outros parceiros de negócios para minimizar os impactos da política comercial adotada pelos Estados Unidos. Lula coordenou reunião ministerial, no Palácio do Planalto, que ocorre em meio ao anúncio de novas taxações estadunidenses a produtos brasileiros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Brasil-vai-buscar-novos-parceiros-para-dimunuir-impactos-comerciais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Nós vamos procurar outros parceiros. Se ele não quer comprar, a gente vai vender para quem quiser comprar. Não vamos ficar reclamando. Se não quiser investir aqui, nós vamos procurar outro. O Brasil é dono do seu nariz. Isso aqui é um país democrático e soberano”, disse o presidente aos ministros de Estado.</p>
<p>“Nós resolvemos não adotar mais a política do vira-lata diante das grandes potências. Nós não somos melhores do que ninguém, mas não somos piores. Vamos respeitar todo mundo, mas queremos respeito”, acrescentou.</p>
<p>Na segunda-feira (1º), o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sugeriu, entre outras ações, a taxação de 25% sobre parte das importações brasileiras ao país. O relatório do USTR é resultado de uma investigação iniciada há um ano no governo de Donald Trump contra supostas “práticas desleais” do Brasil no comércio com os EUA.</p>
<p>Entre outros temas, para justificar a medida, a instituição acusa o Pix de prejudicar &#8220;injustamente” empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico, como operadoras de cartões de crédito, como MasterCard e Visa, e o <em>Whatsapp Pay. </em></p>
<p>Lula afirmou que, agora, vai participar da reunião do G7 em junho na França, o que não estava nos planos. O evento reúne os líderes da Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. O Brasil vai como convidado do anfitrião, o presidente francês, Emmanuel Macron.</p>
<p>“Eu nem ia no G7, agora eu vou. É preciso alguém tentar colocar ordem na casa e parar essa coisa de desmonte do multilateralismo, da democracia e desvalorização das instituições. Se a ONU não está funcionando hoje, não é destruindo a ONU que a gente vai consertar o mundo, é reconstruindo a ONU”, disse Lula, reafirmando sua defesa de fortalecimento das Nações Unidas e da reforma do seu Conselho de Segurança.</p>
<h2>Negociação</h2>
<p>De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) a decisão tarifária dos Estados Unidos ameaça diretamente 21% do total das exportações brasileiras rumo ao mercado norte-americano.</p>
<p>O governo brasileiro e empresas prejudicadas poderão se manifestar sobre o relatório final da USTR até o dia 15 de julho, quando os EUA poderão passar a adotar “medidas corretivas” contra o Brasil.</p>
<p>Para Lula, a atitude dos estadunidenses é insensata já que havia uma negociação em curso entre os dois países. Ele lembrou que, em maio, acordou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um prazo de 30 dias para que se chegasse a um acordo sobre a questão comercial.</p>
<p>Os dois se reuniram na Casa Branca e, na ocasião, o presidente brasileiro entregou documentos que comprovavam a relação comercial favorável dos EUA com o Brasil. Segundo ele, nos últimos 15 anos, o superávit comercial dos Estados Unidos foi US$ 415 bilhões.</p>
<p>“Eu saí de lá convencido de que a gente estava estabelecendo uma nova lógica no relacionamento democrático e civilizado entre Brasil e Estados Unidos. E confesso a vocês que fui pego de surpresa ontem com a decisão deles”, disse Lula hoje.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-06/brasil-vai-buscar-novos-parceiros-para-dimunuir-impactos-comerciais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Caminhos da Reportagem debate impactos da escala 6&#215;1 no Brasil</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/caminhos-da-reportagem-debate-impactos-da-escala-6x1-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 19:16:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O programa premiado Caminhos da Reportagem apresenta, na segunda-feira (18), a edição Escala 6&#215;1: um País Cansado, que traz um panorama sobre como a redução do tempo de trabalho está sendo discutida no país. A atração vai ao ar às 23h na TV Brasil, emissora pública da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O fim da escala [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O programa premiado <em>Caminhos da Reportagem</em> apresenta, na segunda-feira (18), a edição<em> Escala 6&#215;1: um País Cansado</em>, que traz um panorama sobre como a redução do tempo de trabalho está sendo discutida no país. A atração vai ao ar às 23h na TV Brasil, emissora pública da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Caminhos-da-Reportagem-debate-impactos-da-escala-6x1-no-Brasil.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O fim da escala de seis dias de trabalho para um dia de folga (6&#215;1) está em debate em todo o país, desde 2015, no Congresso Nacional. A discussão ganhou as ruas, e movimentos sociais têm pressionado pela mudança.</p>
<p>Neste ano, o governo federal, que também levantou a bandeira da redução da jornada, enviou um projeto de lei para o Congresso. Experiências de diminuição do tempo de trabalho apontam possíveis caminhos, com mais tempo de vida fora do trabalho e descanso para trabalhadores.</p>
<p>O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirma que, para o governo, o que está sendo discutido é a redução da jornada de trabalho máxima de 44 horas para 40 horas semanais, com duas folgas e sem perda de salário. &#8220;Isso não impede de delegar para a negociação coletiva para ver qual a grade de jornada. Trabalhadores e empregadores saberão melhor organizar esse processo.&#8221;</p>
<p>O <em>Caminhos da Reportagem</em> apresenta a história de Otoniel Ramos da Silva, que trabalha como porteiro de segunda a sábado no Rio de Janeiro. Além de ser um dos trabalhadores que vivem a escala 6&#215;1, Otoniel mora na região metropolitana onde a população perde mais tempo indo para o trabalho.</p>
<p>O profissional leva, em média, duas horas para ir e duas horas para voltar, nos seis dias da semana em que trabalha. O domingo é o único dia de folga. “O trabalho é tranquilo, já o desgaste para o trabalho, a ida e a volta, é o que mais cansa”, diz.</p>
<p>A escala 6&#215;1 impacta negativamente na felicidade, segundo estudo coordenado pela pesquisadora e fundadora da Reconnect, Renata Rivette. Ela explica que, por muito tempo, se acreditou que era possível separar o trabalho da vida pessoal. “Hoje a gente sabe que não. E dependendo da escala, tem já uma exaustão física, tem uma exaustão mental, e a pessoa vive quase que a vida infinita do trabalho.”</p>
<h2>Iniciativas inovadoras</h2>
<p>A rede hoteleira Hplus, que conta com 18 hotéis no Brasil, vem adotando gradativamente a escala 5&#215;2 entre os funcionários, mas mantém a jornada de 44 horas semanais. A iniciativa partiu da proprietária da rede, a empresária Paula Faure, que aposta nos benefícios para a equipe e para os negócios.</p>
<p>A expectativa é diminuir o número de atestados e a rotatividade dos funcionários. “O nosso<em> turnover</em>, nossa rotatividade, chega a 50% ao ano. Isso significa que todo ano metade da minha equipe pede demissão, e eu tenho que recontratar metade dessa equipe. Isso gera tempo de recrutamento, tempo de treinamento e de seleção.”</p>
<p>Em São Paulo, a Coffee Lab foi fundada em 2004 e, desde o começo, funcionava com a escala 5&#215;2. A empresa foi uma das 19 que participaram do desafio Four Day Week Global, que significa semana de quatro dias em português. Desde então, mudou para a escala 4&#215;3, quatro dias de trabalho e três de descanso.</p>
<p>“A escala 4&#215;3 está sendo melhor que a 5&#215;2 em muitos aspectos, operacionais, financeiros, de clima organizacional.  Inclusive, os funcionários nessa escala são mais concentrados, eles erram menos. Então, a empresa erra menos. O <em>turnover</em> também, né, gente? Nossa, é 8%. O <em>turnover</em> de 8% é muito pequeno”, destaca a torrefadora e proprietária, Isabela Raposeiras.</p>
<p>O barista e instrutor Claudevan Leão afirma que ter três dias de folga na semana permite que ele descanse mentalmente e fisicamente. “Ter a escala 4&#215;3 fez com que a gente lembrasse que eu tenho uma vida fora do trabalho”, diz o funcionário.</p>
<h2>Consumidor</h2>
<p>A Confederação Nacional da Indústria (CNI) tem encabeçado a apreensão dos empresários que temem a redução da jornada. O presidente do Conselho de Assuntos Legislativos da CNI, Paulo Afonso Ferreira, explica que a confederação não é contra discutir o tema, mas alerta que, caso haja a mudança, quem vai acabar pagando a conta é o consumidor, uma vez que as empresas precisarão pagar o mesmo salário de 44 horas semanais para 40 horas semanais.</p>
<p>“Vamos fazer esse comprometimento, os sindicatos laborais junto com os sindicatos patronais, vamos fazer um acordo, como nós já fizemos no meu setor da construção, mas não foi uma coisa imposta.”</p>
<p>O pesquisador e professor da FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia), Fernando de Holanda Barbosa, acredita que o ponto principal de preocupação da proposta é justamente a redução da carga total de trabalho, com a consequente diminuição da produção, e manutenção do salário.</p>
<p>“O que significa? Que o trabalhador vai ficar mais caro por hora trabalhada. Obviamente você espera que haja uma reação ao longo do tempo das empresas.”</p>
<h2>Avanços</h2>
<p>Uma reação que o sociólogo Clemente Ganz Lúcio, assessor das centrais sindicais, afirma não ser nova. Ele diz que a experiência mostra que as empresas procuram outros caminhos que não necessariamente o repasse imediato para o preço, e que os empresários usaram as mesmas justificativas em 1988, quando houve, pela Constituição Federal, a redução de 48 horas para 44 horas semanais.</p>
<p>&#8220;Vocês nos disseram em 1988 a mesma coisa que estão dizendo hoje, que as empresas iam quebrar, que o país ia quebrar, a inflação ia aumentar, os empregos iam aumentar, a informalidade ia aumentar, as mesmas coisas. Nada disso que vocês falaram aconteceu.”</p>
<p>Da área da economia, a pesquisadora e professora da Unicamp Marilane Teixeira defende que o Brasil está pronto para trabalhar menos. Segundo ela, avanços tecnológicos foram observados nos últimos 38 anos, desde a última redução da jornada de trabalho.</p>
<p>“Eu acho que a tecnologia já permite que o Brasil trabalhe menos, e as pessoas possam usufruir de uma jornada de trabalho menor.”</p>
<h2>Sobre o programa</h2>
<p>No ar desde 2008, o <em>Caminhos da Reportagem </em>é uma das produções jornalísticas brasileira mais prestigiadas pelo público e a crítica. No final de 2025, o programa da TV Brasil ultrapassou a marca de 100 prêmios recebidos. Os reconhecimentos atestam a relevância editorial, a qualidade jornalística e o compromisso da equipe com reportagens aprofundadas sobre os mais variados temas de interesse público.</p>
<p>Exibido às segundas, às 23h, o <em>Caminhos da Reportagem</em> tem horário alternativo na madrugada para terça, às 2h30. A produção disponibiliza as edições especiais no <em>site</em> e no YouTube da emissora pública. As matérias anteriores também estão no aplicativo TV Brasil Play, disponível nas versões Android e iOS, e no <em>site</em> http://tvbrasilplay.com.br.</p>
<h2>Ao vivo e <em>on demand</em></h2>
<p>Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Saiba aqui como sintonizar.</p>
<p>Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo <em>site</em> http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no <em>smartphone</em>. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv.</p>
<p>Serviço</p>
<p><em>Caminhos da Reportagem</em> – <em>Escala 6&#215;1: um País Cansado</em> – Segunda-feira (18), às 23h, na TV Brasil</p>
<h2>TV Brasil na internet e nas redes sociais  </h2>
<p><em>Site</em> – https://tvbrasil.ebc.com.br<br />Instagram – https://www.instagram.com/tvbrasil<br />YouTube – https://www.youtube.com/tvbrasil<br />X – https://x.com/TVBrasil<br />Facebook – https://www.facebook.com/tvbrasil<br />TikTok – https://www.tiktok.com/@tvbrasil<br />TV Brasil Play &#8211; http://tvbrasilplay.com.br</p>
<p>    <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script><script async src="//www.tiktok.com/embed.js"></script></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/caminhos-da-reportagem-debate-impactos-da-escala-6x1-no-brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Audiência debate pavimentação e impactos ambientais da BR-317 no Amazonas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/audiencia-debate-pavimentacao-e-impactos-ambientais-da-br-317-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:54:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) participará de audiência pública na próxima terça-feira (12), às 18h (horário de Manaus), no auditório da Câmara Municipal de Boca do Acre, no interior do Amazonas, para apresentar e discutir o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) das obras de pavimentação da BR-317/AM. A iniciativa é conduzida pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) participará de audiência pública na próxima terça-feira (12), às 18h (horário de Manaus), no auditório da Câmara Municipal de Boca do Acre, no interior do Amazonas, para apresentar e discutir o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) das obras de pavimentação da BR-317/AM. A iniciativa é conduzida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e integra a fase de obtenção da Licença Prévia do licenciamento ambiental federal.</p>
<p>O encontro vai abordar os impactos ambientais em trechos estratégicos da rodovia, que, embora exista desde 1956, ainda possui segmentos sem pavimentação. A obra prevê a melhoria da trafegabilidade, especialmente no período chuvoso, reduzindo o isolamento de comunidades e facilitando o acesso a serviços essenciais.</p>
<p>Com investimento estimado em R$ 143,5 milhões, o projeto contempla 45,1 quilômetros de extensão. Estudos ambientais apontam a presença de espécies como a onça-pintada e o gavião-real, além da proximidade com terras indígenas, o que exige medidas mitigadoras, como passagens de fauna, monitoramento ambiental e diálogo com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas.</p>
<p>Considerada um eixo logístico estratégico na Região Norte, a BR-317 conecta os estados do Amazonas e Acre e tem papel relevante no escoamento da produção e na integração com mercados internacionais.</p>
<p>Audiência Pública | BR-317/AM</p>
<p>Data: 12 de maio de 2026 (terça-feira)</p>
<p>Horário: 18h (horário de Manaus/AM) e 19h (horário de Brasília)</p>
<p>Local: Câmara Municipal de Boca do Acre – Av. Cecília Leite, 88, Centro, Boca do Acre/AM</p>
<p>Transporte: Saída de Rio Branco às 16h, retorno às 22h (gratuito, organizado pelo DNIT)</p>
<p>Transmissão ao vivo: Canal oficial do DNIT no YouTube (www.youtube.com/@dnitoficial)</p>
<p>Leia mais</p>
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<p>VÍDEO: Falsos entregadores assaltam posto e assustam clientes em Manaus</p>
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		<title>Amazonas se prepara para seca severa em 2026 e reúne setor produtivo para reduzir impactos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:49:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo do Amazonas, por meio da Defesa Civil e da Sedecti, realizou uma reunião, nesta terça-feira (14/04), com representantes da indústria, comércio e serviços para discutir as previsões de cheia e vazante no estado em 2026. O encontro teve como foco o planejamento antecipado e a troca de informações para reduzir impactos de eventos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo do Amazonas, por meio da Defesa Civil e da Sedecti, realizou uma reunião, nesta terça-feira (14/04), com representantes da indústria, comércio e serviços para discutir as previsões de cheia e vazante no estado em 2026. O encontro teve como foco o planejamento antecipado e a troca de informações para reduzir impactos de eventos climáticos extremos.</p>
<p>Durante a reunião, foram apresentadas análises sobre cenários climáticos e orientações para minimizar efeitos econômicos, logísticos e sociais. As previsões apontam a influência do fenômeno El Niño a partir de maio, o que pode provocar estiagem mais forte e vazante antecipada em 2026.</p>
<p>A Defesa Civil informou que mantém monitoramento constante das condições climáticas e já trabalha com dados que indicam possível seca severa. O objetivo é reforçar ações preventivas e preparar setores essenciais como transporte, abastecimento e produção.</p>
<p>O governo destacou ainda a importância da parceria com o setor produtivo para garantir planejamento e evitar prejuízos à economia do estado. A proposta é manter um diálogo contínuo entre governo e empresas para ampliar a capacidade de resposta a situações de emergência.</p>
<p>Situação dos municípios</p>
<p>De acordo com informações atualizadas sobre a cheia no estado e decretos municipais, 15 municípios estão em situação de emergência: Atalaia do Norte; Benjamin Constant; Boca do Acre; Canutama; Carauari; Eirunepé; Guajará; Ipixuna; Itamarati; Juruá; Lábrea; Santo Antônio do Içá; Tabatinga; Tapauá; Tonantins.</p>
<p>Outros quatro municípios estão em nível de alerta: Amaturá; Envira; Pauini; São Paulo de Olivença. Já em situação de atenção estão 31 municípios: Alvarães; Anamã; Anori; Apuí; Barreirinha; Beruri; Boa Vista do Ramos; Borba; Caapiranga; Careiro Castanho; Careiro da Várzea; Coari; Codajás; Fonte Boa; Humaitá; Iranduba; Japurá; Jutaí; Manacapuru; Manaquiri; Manicoré; Maraã; Maués; Nhamundá; Nova Olinda do Norte; Novo Aripuanã; Parintins; São Sebastião do Uatumã; Tefé; Uarini; Urucará.</p>
<p>Ao todo, 12 municípios permanecem em condição de normalidade, conforme dados dos painéis de monitoramento da Defesa Civil do Amazonas.</p>
<p>Leia mais</p>
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<p>RecuperaFone bloqueia 62 mil celulares com restrição de roubo ou furto no Amazonas</p>
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		<title>Prefeitura atua para reduzir impactos das chuvas em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 17:40:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Manaus informou que equipes da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) atuam desde as primeiras horas deste sábado (4) em diversos pontos da cidade. O objetivo é, sobretudo, minimizar os impactos provocados pelas fortes chuvas. Ações emergenciais nas ruas As equipes executam frentes de obras simultâneas em diferentes áreas da capital. Entre os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Manaus informou que equipes da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) atuam desde as primeiras horas deste sábado (4) em diversos pontos da cidade. O objetivo é, sobretudo, minimizar os impactos provocados pelas fortes chuvas.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Ações emergenciais nas ruas</h2>
<p>As equipes executam frentes de obras simultâneas em diferentes áreas da capital. Entre os serviços, estão a desobstrução de redes de drenagem, a limpeza de bueiros e outras intervenções emergenciais.</p>
<p>Dessa forma, a prefeitura busca garantir a trafegabilidade e, ao mesmo tempo, aumentar a segurança da população durante o período chuvoso.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Descarte irregular agrava situação</h2>
<p>Além disso, a Seminf destaca que grande parte dos alagamentos se agrava pelo descarte irregular de lixo nas vias públicas.</p>
<p>Resíduos jogados de forma inadequada acabam obstruindo o sistema de drenagem. Como consequência, a água da chuva não escoa corretamente, o que contribui diretamente para os transtornos registrados na cidade.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Alerta à população</h2>
<p>Diante desse cenário, a Seminf reforça a importância do descarte correto do lixo. A colaboração da população, portanto, é essencial para manter a cidade limpa e preservar o funcionamento das redes de drenagem.</p>
<p>Por fim, a Prefeitura de Manaus mantém equipes mobilizadas e segue monitorando as áreas mais afetadas. Assim, o município atua de forma contínua para reduzir os impactos das chuvas na capital.</p>
<p>Leia mais: </p>
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		<title>Jogo mostra impactos do cuidado invisível na vida das mulheres</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/jogo-mostra-impactos-do-cuidado-invisivel-na-vida-das-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 13:16:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[cuidado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadoras da Universidade Federal Fluminense (UFF) criaram um jogo que propõe reflexões sobre o trabalho de cuidado, muitas vezes invisível, e como ele afeta a vida das mulheres. O Jogo do Cuidado – Um Jogo sobre o Direito à Cidade das Mulheres pode ser baixado gratuitamente, e atua como material de apoio pedagógico para alunos do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadoras da Universidade Federal Fluminense (UFF) criaram um jogo que propõe reflexões sobre o trabalho de cuidado, muitas vezes invisível, e como ele afeta a vida das mulheres. O Jogo do Cuidado – Um Jogo sobre o Direito à Cidade das Mulheres pode ser baixado gratuitamente, e atua como material de apoio pedagógico para alunos do ensino médio.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Jogo-mostra-impactos-do-cuidado-invisivel-na-vida-das-mulheres.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A proposta surgiu a partir de um projeto de pesquisa coordenado pela professora  Rossana Brandão Tavares, sobre direito à cidade e reprodução social. O trabalho investiga de que forma fatores como renda, gênero, raça e idade influenciam o acesso a oportunidades e à qualidade de vida nos espaços urbanos.</p>
<p>Segundo uma das bolsistas de iniciação científica do grupo de pesquisa, Beatriz Corbacho, a ideia surgiu a partir do tema da redação do Enem de 2023, que falava sobre a invisibilidade do trabalho de cuidado realizado por mulheres no Brasil.</p>
<p>“A gente se sentiu muito motivada a criar uma ferramenta pedagógica para que isso pudesse ser debatido dentro de sala de aula, algo lúdico, algo que pudesse ilustrar o que a gente estuda na pesquisa. Que é a vida feminina dentro do direito à cidade”, conta em entrevista ao programa <em>Nacional Jovem,</em> da Rádio Nacional da Amazônia e Rádio Nacional do Alto Solimões.</p>
<h2>O jogo</h2>
<p>No tabuleiro, os jogadores assumem diferentes personagens que representam grupos sociais diversos. Ao longo da partida, enfrentam desafios ligados ao trabalho, à renda e às responsabilidades de cuidado, percebendo, na prática, como essas questões impactam de forma desigual a vida de cada um.</p>
<p>“O mapa traz uma cartografia da área portuária do Rio de Janeiro, onde estão disponibilizados dez bairros, e são também dez personagens, e cada personagem fica disposto em um bairro. E aí, através da nossa pesquisa, a gente tem a separação dos bairros, de acordo com questões econômicas”, explica Mariana Pio, também bolsista da pesquisa.</p>
<p>“O nosso jogo tem duas formas de cédula de nota, que é o dinheiro do cuidado e o dinheiro do capital econômico. Sendo que o do cuidado é a principal moeda do jogo, onde quem tiver mais capital do cuidado ganha”, completa.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Jogo-mostra-impactos-do-cuidado-invisivel-na-vida-das-mulheres.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 20/03/2026 - Jogo do Cuidado. Foto: jogodocuidado.com.br/Reprodução" title="jogodocuidado.com.br/Reprodução"/></p>
<p><h6 class="meta"><em>Jogo do Cuidado &#8211;  Foto: jogodocuidado.com.br/Reprodução</em></h6>
</p>
<p>O jogo traz questões como rotina, mobilidade urbana, direitos coletivos e acessibilidade. Os personagens, de diferentes raças, gêneros e classes econômicas, servem para mostrar as como pessoas lidam com o mesmo espaço social de formas diferentes.</p>
<p>Em entrevista à Radioagência Nacional, a professora Rossana Brandão Tavares diz que a repercussão sobre o jogo foi tão positiva que decidiram disponibilizar a brincadeira em um <em>site</em> para quem quiser imprimir.</p>
<p>“A gente conseguiu imprimir poucas versões físicas do jogo e por essa razão, em função da repercussão, a gente acabou produzindo uma página eletrônica que é no www.jogodocuidado.com.br, onde qualquer um, qualquer instituição, qualquer escola, qualquer grupo, qualquer pessoa que tiver interessada pode imprimir em casa ou numa copiadora uma versão adaptada”, diz a professora.</p>
<h2>Repercussão</h2>
<p>O projeto é da Escola de Arquitetura e Urbanismo e do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFF, feito a partir do edital do programa Jovem Cientista do Nosso Estado da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).</p>
<p>O trabalho era criar algo para as escolas do estado do Rio de Janeiro e, com a boa repercussão, o jogo passou a ser disponibilizado gratuitamente na internet, como apontado por Rossana.</p>
<p>Além do tabuleiro, o conteúdo inclui um manual com orientações e sugestões de discussão para uso em sala de aula.</p>
<p><em>*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia. </em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/jogo-mostra-impactos-do-cuidado-invisivel-na-vida-das-mulheres" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/jogo-mostra-impactos-do-cuidado-invisivel-na-vida-das-mulheres/">Jogo mostra impactos do cuidado invisível na vida das mulheres</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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