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	<title>impactos Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>impactos Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Brasil ainda mede mal os impactos do racismo, diz especialista</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasil-ainda-mede-mal-os-impactos-do-racismo-diz-especialista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 00:36:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de haver inúmeros estudos sobre discriminação racial no Brasil, o país ainda tem dificuldades para entender como o racismo impacta nas desigualdades raciais. A avaliação é de um grupo de pesquisadores, a maioria deles negra, que criou núcleo que se propõe a preencher essa lacuna de avaliação. Eles lançaram, no fim de junho, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de haver inúmeros estudos sobre discriminação racial no Brasil, o país ainda tem dificuldades para entender como o racismo impacta nas desigualdades raciais. A avaliação é de um grupo de pesquisadores, a maioria deles negra, que criou núcleo que se propõe a preencher essa lacuna de avaliação.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Brasil-ainda-mede-mal-os-impactos-do-racismo-diz-especialista.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Eles lançaram, no fim de junho, o Dara, Dados e Análises do Racismo e do Antirracismo.</p>
<p>O núcleo é ligado ao Instituto de Estudos Sociais e Políticos (Iesp) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e formado por 18 pessoas, entre coordenadores, pesquisadores e equipe de comunicação e de tecnologia.</p>
<p>Vinculado à Uerj, o Dara conta com financiamento misto de suas atividades, recebendo recursos de agências públicas de financiamento à pesquisa e de instituições filantrópicas.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Brasil-ainda-mede-mal-os-impactos-do-racismo-diz-especialista.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasil ainda mede mal os impactos do racismo, afirma especialista. Na foto o professor Luiz Augusto Campos. Foto: Dara/ Divulgação" title="Dara/ Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">Professor de sociologia e ciência política, Luiz Augusto Campos é coordenador-geral do núcleo recém-criado. Foto: Dara/ Divulgação</h6>
</p>
<p>A Agência Brasil entrevistou o professor de sociologia e ciência política Luiz Augusto Campos, coordenador-geral do núcleo recém-criado. Na conversa, ele aponta dificuldade de estudos sobre o racismo.</p>
<p>“É muito mais complexo estimar como o racismo impacta nas desigualdades raciais”, avalia o especialista no acompanhamento de ações afirmativas.</p>
<p>Na visão dele, pesquisas experimentais “ainda engatinham no Brasil”.</p>
<p>Luiz Augusto Campos ressalta que o próprio time de pesquisa é fruto de ações que permitiram maior acesso de pessoas pretas e pardas ao ensino superior.</p>
<p>“Muitos pesquisadores do Dara fazem parte desse processo histórico”, diz Campos, que integra conselhos consultivos de iniciativas voltadas à inovação democrática, políticas públicas e diversidade racial.</p>
<p>O especialista sustenta que ações antirracistas ainda podem ser melhoradas. Confira a entrevista:</p>
<p>Agência Brasil: O que o Dara pode oferecer à sociedade?<br />Luiz Augusto Campos: O Dara se dedica à produção, análise e comunicação de dados sobre o racismo e o antirracismo. Nós desenvolvemos pesquisas com rigor metodológico e estratégias de comunicação acessíveis para contribuir com o debate público e com a formulação de políticas baseadas em evidências.</p>
<p>Agência Brasil: Há no Brasil diversos núcleos acadêmicos e de organizações da sociedade civil que fazem pesquisas sobre questões raciais. O Dara se propõe a se diferenciar de alguma forma?<br />Luiz Augusto Campos: De fato, o Brasil assistiu a uma multiplicação de vários centros acadêmicos de pesquisa sobre questões raciais nos últimos tempos. Várias organizações da sociedade civil também criaram setores específicos para a pesquisa. Mas, embora sejam plurais e de grande relevância, essas pesquisas ainda dialogam pouco entre si e utilizam metodologias ainda tradicionais nesses campos.</p>
<p>Vale lembrar que o Brasil é um dos países mais produtivos do mundo quando pensamos em pesquisas sobre desigualdades raciais, mas o mesmo não vale em relação às pesquisas sobre o racismo enquanto mecanismo produtor dessas desigualdades. Apesar da similaridade desses rótulos, é muito mais complexo estimar como o racismo impacta nas desigualdades raciais do que mensurar essas últimas.</p>
<p>Nesse sentido, o Dara pretende trabalhar em duas frentes. Primeiro, nossa intenção é colaborar com os grupos e pesquisas que já existem, ajudando a integrá-los e pensando em inovações metodológicas para expandir a fronteira do nosso conhecimento sobre o racismo e o antirracismo. Segundo, pretendemos aplicar ao Brasil novas metodologias que, aliás, vêm se sofisticando rapidamente no contexto internacional.</p>
<p>Agência Brasil: Nos levantamentos e análises preliminares realizados pelo Dara, há alguma constatação ou fato que surpreendeu os pesquisadores?<br />Luiz Augusto Campos: Talvez a principal constatação atual que, de certo modo, levou à criação do grupo, seja a de que o Brasil regrediu no seu processamento de dados para compreender o funcionamento do racismo. Não apenas o acesso aos dados oficiais, mas também a interlocução de pesquisas preexistentes é muito falha. Pode-se dizer que, em vários aspectos, o acesso aos dados regrediu no Brasil. Outra constatação importante tem a ver com uma alta concentração das pesquisas brasileiras na mensuração das desigualdades raciais, mas pouca atenção ao modo como práticas racistas produzem essas desigualdades.</p>
<p>Agência Brasil: Há ainda algo sobre o racismo no Brasil que seja impossível medir por falta de dados?<br />Luiz Augusto Campos: A rigor, o Brasil ainda enfrenta inúmeras dificuldades em mensurar o seu racismo e os seus efeitos. Os efeitos do racismo nas desigualdades socioeconômicas são mensurados de vários modos no Brasil, mas a crescente dificuldade de acesso e integração de microdados oficiais vem reduzindo a capacidade de gerar estimativas sobre seu funcionamento e seus efeitos de médio e longo prazos. Embora tenhamos várias pesquisas de opinião e percepção do racismo, elas dialogam pouco entre si, o que prejudica a comparabilidade dos dados e a geração de estimativas longitudinais. Um dos projetos em curso no Dara envolve justamente a integração dessas pesquisas de opinião.</p>
<p>Finalmente, só é possível mensurar causalmente os efeitos do racismo se incorporarmos as chamadas pesquisas experimentais, especialmente os chamados experimentos de campo. Essas ainda engatinham no Brasil.</p>
<p>Agência Brasil: Vocês citam já no nome do Dara (Dados e Análises do Racismo e do Antirracismo) os termos racismo e antirracismo. Falta à sociedade brasileira o entendimento sobre em que consiste o antirracismo?<br />Luiz Augusto Campos: De certo modo, o antirracismo avançou e evoluiu muito na sociedade nos últimos anos, mas, ao mesmo tempo, encontra novos desafios hoje. As diferentes políticas de ação afirmativa na educação superior, no funcionalismo público ou nas eleições são consequências palpáveis do sucesso dos movimentos antirracistas em um país que, até pouco tempo, via-se como livre de qualquer racismo.</p>
<p>Por outro lado, existem vários movimentos hoje que buscam conter ou mesmo contestar esses avanços. Vários setores vêm insistindo que tais ações afirmativas já teriam resolvido o problema do racismo, o que mina o avanço de outras políticas antirracistas. Romper essa resistência exige novos dados e análises que não apenas mostrem como o racismo produz nossas desigualdades, mas também como as políticas antirracistas podem ser melhoradas.</p>
<p>Agência Brasil: A maioria da equipe do Dara é negra. Não é coincidência. O que significa essa representatividade majoritária?<br />Luiz Augusto Campos: A diversidade de experiências sociais também influencia as perguntas que orientam a produção científica. Durante muito tempo, determinados grupos sociais estiveram sub-representados nos espaços de produção de conhecimento. A expansão das políticas de ação afirmativa modificou parcialmente esse cenário, permitindo que novas gerações de pesquisadores chegassem às universidades e à pós-graduação.</p>
<p>Muitos pesquisadores do Dara fazem parte desse processo histórico. A presença de diferentes trajetórias e experiências sociais contribui para que questões, problemas e dimensões da sociedade brasileira que antes tinham menor espaço na produção acadêmica sejam incorporados às agendas de pesquisa.</p>
<p>Isso não significa estabelecer uma oposição entre experiência social e rigor científico. Pelo contrário, a diversidade amplia as perguntas, os objetos e as perspectivas da ciência, enquanto o rigor metodológico permite transformar essas questões em conhecimento sistemático, verificável e aberto ao debate público.</p>
<p>Acreditamos que uma ciência social mais diversa também amplia nossa capacidade de formular novas perguntas e produzir conhecimento sobre a sociedade brasileira.</p>
<h2>Quem é</h2>
<p>Coordenador-geral do Dara e professor associado de sociologia e ciência política no Iesp/Uerj, Luiz Augusto Campos é doutor em sociologia pela Uerj e bolsista de produtividade em pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).</p>
<ul>
<li>Atua em pesquisas sobre desigualdades raciais, democracia, ação afirmativa e produção científica. É editor-chefe da revista Dador e também do Consórcio das Ações Afirmativas e do Observatório das Ciências Sociais.</li>
<li>Foi coordenador do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (Gemaa), da Área Temática da Raça e Política da Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP) e do Grupo de Trabalho de Relações Raciais da Associação Nacional de Pós-graduação em Ciências Sociais (Anpocs).</li>
<li>Foi pesquisador visitante na Sciences Po de Paris (França) e na New York University (EUA).</li>
</ul>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/brasil-ainda-mede-mal-os-impactos-do-racismo-diz-especialista" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Terceirização reduz impactos de afastamentos nas empresas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/terceirizacao-reduz-impactos-de-afastamentos-nas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 19:33:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[afastamentos]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O aumento dos casos de viroses e doenças respiratórias tem ampliado os desafios das empresas na gestão de equipes. Em Manaus, organizações de diferentes segmentos recorrem à terceirização de serviços de limpeza para evitar interrupções operacionais causadas pelo absenteísmo. Quando colaboradores se afastam por motivos de saúde, muitas empresas enfrentam sobrecarga de equipes, atrasos nas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O aumento dos casos de viroses e doenças respiratórias tem ampliado os desafios das empresas na gestão de equipes. Em Manaus, organizações de diferentes segmentos recorrem à terceirização de serviços de limpeza para evitar interrupções operacionais causadas pelo absenteísmo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Quando colaboradores se afastam por motivos de saúde, muitas empresas enfrentam sobrecarga de equipes, atrasos nas atividades e aumento de custos. Por isso, especialistas apontam a terceirização como uma alternativa para garantir a continuidade dos serviços.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo José da Gama, gerente comercial da JAN-PRO Manaus, a gestão especializada permite respostas mais rápidas diante de faltas inesperadas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O modelo de gestão especializada assegura a continuidade dos serviços através de um plano de contingência imediato, eliminando sobrecargas, custos com horas extras e riscos trabalhistas para o contratante”, destaca.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Casos de síndromes respiratórias preocupam empresas</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Dados da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-RCP) mostram que o estado registrou mais de 2,5 mil notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em 2026.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com a circulação de vírus respiratórios, as empresas precisam reorganizar equipes e adaptar rotinas. Como consequência, setores que dependem de trabalho presencial sentem os efeitos das ausências com mais intensidade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, afastamentos frequentes podem comprometer prazos e aumentar a pressão sobre os demais colaboradores.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“As faltas sobrecarregam a equipe, gerando desconforto e ineficiência. A terceirização elimina esse ciclo de desgaste, permitindo que a empresa foque no seu core business”, reforça José da Gama.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Indústria e saúde estão entre os setores mais afetados</h2>
<p class="wp-block-paragraph">No Amazonas, o absenteísmo impacta principalmente setores que exigem operação contínua. Entre eles estão a indústria da Zona Franca de Manaus e os serviços de saúde.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nessas áreas, qualquer redução de pessoal pode comprometer processos produtivos e protocolos operacionais. Por isso, muitas empresas buscam alternativas para manter as atividades em funcionamento mesmo durante períodos de maior incidência de doenças sazonais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para Wanderleia Perdigão, franqueada da JAN-PRO Manaus, a reposição rápida de profissionais representa um dos principais diferenciais da terceirização.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O comentário que mais ouvimos dos clientes após uma substituição é: ‘Nem percebemos que houve uma falta’. Em épocas de viroses, mobilizamos recursos e reorganizamos escalas com agilidade, antecipando necessidades que modelos centralizados não alcançam”, afirma.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Plano de contingência reduz riscos operacionais</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A empresa adota um sistema de substituição imediata para minimizar impactos causados por ausências. Assim que recebe uma notificação de falta, a equipe operacional aciona profissionais treinados para assumir as atividades.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os substitutos já conhecem os protocolos e procedimentos exigidos pelos clientes. Dessa forma, a transição ocorre de maneira rápida e organizada.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Nossos substitutos passam por treinamentos técnicos e conhecem os protocolos antes mesmo de serem acionados. Eles chegam ao posto no menor tempo possível, muitas vezes logo nas primeiras horas do expediente, garantindo que o nível de excelência seja mantido”, reforça.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Planejamento ajuda a manter a produtividade</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Especialistas destacam que o planejamento de contingência ganhou ainda mais importância nos últimos anos. Afinal, empresas que dependem de serviços contínuos precisam responder rapidamente a situações inesperadas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além de reduzir os impactos dos afastamentos, a terceirização pode diminuir gastos com horas extras, remanejamentos internos e contratações emergenciais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Da mesma forma, o modelo permite maior previsibilidade operacional. Assim, as organizações mantêm a produtividade mesmo durante períodos de alta circulação de doenças respiratórias.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Consequentemente, as empresas reduzem riscos operacionais e preservam a continuidade das atividades sem comprometer a qualidade dos serviços.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
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		<title>Brasil vai buscar novos parceiros para dimunuir impactos comerciais</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/brasil-vai-buscar-novos-parceiros-para-dimunuir-impactos-comerciais-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 15:47:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (3), que o Brasil vai continuar buscando outros parceiros de negócios para minimizar os impactos da política comercial adotada pelos Estados Unidos. Lula coordenou reunião ministerial, no Palácio do Planalto, que ocorre em meio ao anúncio de novas taxações estadunidenses a produtos brasileiros. “Nós vamos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (3), que o Brasil vai continuar buscando outros parceiros de negócios para minimizar os impactos da política comercial adotada pelos Estados Unidos. Lula coordenou reunião ministerial, no Palácio do Planalto, que ocorre em meio ao anúncio de novas taxações estadunidenses a produtos brasileiros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1780501631_679_Brasil-vai-buscar-novos-parceiros-para-dimunuir-impactos-comerciais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Nós vamos procurar outros parceiros. Se ele não quer comprar, a gente vai vender para quem quiser comprar. Não vamos ficar reclamando. Se não quiser investir aqui, nós vamos procurar outro. O Brasil é dono do seu nariz. Isso aqui é um país democrático e soberano”, disse o presidente aos ministros de Estado.</p>
<p>“Nós resolvemos não adotar mais a política do vira-lata diante das grandes potências. Nós não somos melhores do que ninguém, mas não somos piores. Vamos respeitar todo mundo, mas queremos respeito”, acrescentou.</p>
<p>Na segunda-feira (1º), o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sugeriu, entre outras ações, a taxação de 25% sobre parte das importações brasileiras ao país. O relatório do USTR é resultado de uma investigação iniciada há um ano no governo de Donald Trump contra supostas “práticas desleais” do Brasil no comércio com os EUA.</p>
<p>Entre outros temas, para justificar a medida, a instituição acusa o Pix de prejudicar &#8220;injustamente” empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico, como operadoras de cartões de crédito, como MasterCard e Visa, e o <em>Whatsapp Pay. </em></p>
<p>Lula afirmou que, agora, vai participar da reunião do G7 em junho na França, o que não estava nos planos. O evento reúne os líderes da Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. O Brasil vai como convidado do anfitrião, o presidente francês, Emmanuel Macron.</p>
<p>“Eu nem ia no G7, agora eu vou. É preciso alguém tentar colocar ordem na casa e parar essa coisa de desmonte do multilateralismo, da democracia e desvalorização das instituições. Se a ONU não está funcionando hoje, não é destruindo a ONU que a gente vai consertar o mundo, é reconstruindo a ONU”, disse Lula, reafirmando sua defesa de fortalecimento das Nações Unidas e da reforma do seu Conselho de Segurança.</p>
<h2>Negociação</h2>
<p>De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) a decisão tarifária dos Estados Unidos ameaça diretamente 21% do total das exportações brasileiras rumo ao mercado norte-americano.</p>
<p>O governo brasileiro e empresas prejudicadas poderão se manifestar sobre o relatório final da USTR até o dia 15 de julho, quando os EUA poderão passar a adotar “medidas corretivas” contra o Brasil.</p>
<p>Para Lula, a atitude dos estadunidenses é insensata já que havia uma negociação em curso entre os dois países. Ele lembrou que, em maio, acordou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um prazo de 30 dias para que se chegasse a um acordo sobre a questão comercial.</p>
<p>Os dois se reuniram na Casa Branca e, na ocasião, o presidente brasileiro entregou documentos que comprovavam a relação comercial favorável dos EUA com o Brasil. Segundo ele, nos últimos 15 anos, o superávit comercial dos Estados Unidos foi US$ 415 bilhões.</p>
<p>“Eu saí de lá convencido de que a gente estava estabelecendo uma nova lógica no relacionamento democrático e civilizado entre Brasil e Estados Unidos. E confesso a vocês que fui pego de surpresa ontem com a decisão deles”, disse Lula hoje.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-06/brasil-vai-buscar-novos-parceiros-para-diminuir-impactos-comerciais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Brasil vai buscar novos parceiros para dimunuir impactos comerciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 15:33:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (3), que o Brasil vai continuar buscando outros parceiros de negócios para minimizar os impactos da política comercial adotada pelos Estados Unidos. Lula coordenou reunião ministerial, no Palácio do Planalto, que ocorre em meio ao anúncio de novas taxações estadunidenses a produtos brasileiros. “Nós vamos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (3), que o Brasil vai continuar buscando outros parceiros de negócios para minimizar os impactos da política comercial adotada pelos Estados Unidos. Lula coordenou reunião ministerial, no Palácio do Planalto, que ocorre em meio ao anúncio de novas taxações estadunidenses a produtos brasileiros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Brasil-vai-buscar-novos-parceiros-para-dimunuir-impactos-comerciais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Nós vamos procurar outros parceiros. Se ele não quer comprar, a gente vai vender para quem quiser comprar. Não vamos ficar reclamando. Se não quiser investir aqui, nós vamos procurar outro. O Brasil é dono do seu nariz. Isso aqui é um país democrático e soberano”, disse o presidente aos ministros de Estado.</p>
<p>“Nós resolvemos não adotar mais a política do vira-lata diante das grandes potências. Nós não somos melhores do que ninguém, mas não somos piores. Vamos respeitar todo mundo, mas queremos respeito”, acrescentou.</p>
<p>Na segunda-feira (1º), o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sugeriu, entre outras ações, a taxação de 25% sobre parte das importações brasileiras ao país. O relatório do USTR é resultado de uma investigação iniciada há um ano no governo de Donald Trump contra supostas “práticas desleais” do Brasil no comércio com os EUA.</p>
<p>Entre outros temas, para justificar a medida, a instituição acusa o Pix de prejudicar &#8220;injustamente” empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico, como operadoras de cartões de crédito, como MasterCard e Visa, e o <em>Whatsapp Pay. </em></p>
<p>Lula afirmou que, agora, vai participar da reunião do G7 em junho na França, o que não estava nos planos. O evento reúne os líderes da Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. O Brasil vai como convidado do anfitrião, o presidente francês, Emmanuel Macron.</p>
<p>“Eu nem ia no G7, agora eu vou. É preciso alguém tentar colocar ordem na casa e parar essa coisa de desmonte do multilateralismo, da democracia e desvalorização das instituições. Se a ONU não está funcionando hoje, não é destruindo a ONU que a gente vai consertar o mundo, é reconstruindo a ONU”, disse Lula, reafirmando sua defesa de fortalecimento das Nações Unidas e da reforma do seu Conselho de Segurança.</p>
<h2>Negociação</h2>
<p>De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) a decisão tarifária dos Estados Unidos ameaça diretamente 21% do total das exportações brasileiras rumo ao mercado norte-americano.</p>
<p>O governo brasileiro e empresas prejudicadas poderão se manifestar sobre o relatório final da USTR até o dia 15 de julho, quando os EUA poderão passar a adotar “medidas corretivas” contra o Brasil.</p>
<p>Para Lula, a atitude dos estadunidenses é insensata já que havia uma negociação em curso entre os dois países. Ele lembrou que, em maio, acordou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um prazo de 30 dias para que se chegasse a um acordo sobre a questão comercial.</p>
<p>Os dois se reuniram na Casa Branca e, na ocasião, o presidente brasileiro entregou documentos que comprovavam a relação comercial favorável dos EUA com o Brasil. Segundo ele, nos últimos 15 anos, o superávit comercial dos Estados Unidos foi US$ 415 bilhões.</p>
<p>“Eu saí de lá convencido de que a gente estava estabelecendo uma nova lógica no relacionamento democrático e civilizado entre Brasil e Estados Unidos. E confesso a vocês que fui pego de surpresa ontem com a decisão deles”, disse Lula hoje.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-06/brasil-vai-buscar-novos-parceiros-para-dimunuir-impactos-comerciais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Caminhos da Reportagem debate impactos da escala 6&#215;1 no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 19:16:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O programa premiado Caminhos da Reportagem apresenta, na segunda-feira (18), a edição Escala 6&#215;1: um País Cansado, que traz um panorama sobre como a redução do tempo de trabalho está sendo discutida no país. A atração vai ao ar às 23h na TV Brasil, emissora pública da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O fim da escala [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O programa premiado <em>Caminhos da Reportagem</em> apresenta, na segunda-feira (18), a edição<em> Escala 6&#215;1: um País Cansado</em>, que traz um panorama sobre como a redução do tempo de trabalho está sendo discutida no país. A atração vai ao ar às 23h na TV Brasil, emissora pública da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Caminhos-da-Reportagem-debate-impactos-da-escala-6x1-no-Brasil.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O fim da escala de seis dias de trabalho para um dia de folga (6&#215;1) está em debate em todo o país, desde 2015, no Congresso Nacional. A discussão ganhou as ruas, e movimentos sociais têm pressionado pela mudança.</p>
<p>Neste ano, o governo federal, que também levantou a bandeira da redução da jornada, enviou um projeto de lei para o Congresso. Experiências de diminuição do tempo de trabalho apontam possíveis caminhos, com mais tempo de vida fora do trabalho e descanso para trabalhadores.</p>
<p>O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirma que, para o governo, o que está sendo discutido é a redução da jornada de trabalho máxima de 44 horas para 40 horas semanais, com duas folgas e sem perda de salário. &#8220;Isso não impede de delegar para a negociação coletiva para ver qual a grade de jornada. Trabalhadores e empregadores saberão melhor organizar esse processo.&#8221;</p>
<p>O <em>Caminhos da Reportagem</em> apresenta a história de Otoniel Ramos da Silva, que trabalha como porteiro de segunda a sábado no Rio de Janeiro. Além de ser um dos trabalhadores que vivem a escala 6&#215;1, Otoniel mora na região metropolitana onde a população perde mais tempo indo para o trabalho.</p>
<p>O profissional leva, em média, duas horas para ir e duas horas para voltar, nos seis dias da semana em que trabalha. O domingo é o único dia de folga. “O trabalho é tranquilo, já o desgaste para o trabalho, a ida e a volta, é o que mais cansa”, diz.</p>
<p>A escala 6&#215;1 impacta negativamente na felicidade, segundo estudo coordenado pela pesquisadora e fundadora da Reconnect, Renata Rivette. Ela explica que, por muito tempo, se acreditou que era possível separar o trabalho da vida pessoal. “Hoje a gente sabe que não. E dependendo da escala, tem já uma exaustão física, tem uma exaustão mental, e a pessoa vive quase que a vida infinita do trabalho.”</p>
<h2>Iniciativas inovadoras</h2>
<p>A rede hoteleira Hplus, que conta com 18 hotéis no Brasil, vem adotando gradativamente a escala 5&#215;2 entre os funcionários, mas mantém a jornada de 44 horas semanais. A iniciativa partiu da proprietária da rede, a empresária Paula Faure, que aposta nos benefícios para a equipe e para os negócios.</p>
<p>A expectativa é diminuir o número de atestados e a rotatividade dos funcionários. “O nosso<em> turnover</em>, nossa rotatividade, chega a 50% ao ano. Isso significa que todo ano metade da minha equipe pede demissão, e eu tenho que recontratar metade dessa equipe. Isso gera tempo de recrutamento, tempo de treinamento e de seleção.”</p>
<p>Em São Paulo, a Coffee Lab foi fundada em 2004 e, desde o começo, funcionava com a escala 5&#215;2. A empresa foi uma das 19 que participaram do desafio Four Day Week Global, que significa semana de quatro dias em português. Desde então, mudou para a escala 4&#215;3, quatro dias de trabalho e três de descanso.</p>
<p>“A escala 4&#215;3 está sendo melhor que a 5&#215;2 em muitos aspectos, operacionais, financeiros, de clima organizacional.  Inclusive, os funcionários nessa escala são mais concentrados, eles erram menos. Então, a empresa erra menos. O <em>turnover</em> também, né, gente? Nossa, é 8%. O <em>turnover</em> de 8% é muito pequeno”, destaca a torrefadora e proprietária, Isabela Raposeiras.</p>
<p>O barista e instrutor Claudevan Leão afirma que ter três dias de folga na semana permite que ele descanse mentalmente e fisicamente. “Ter a escala 4&#215;3 fez com que a gente lembrasse que eu tenho uma vida fora do trabalho”, diz o funcionário.</p>
<h2>Consumidor</h2>
<p>A Confederação Nacional da Indústria (CNI) tem encabeçado a apreensão dos empresários que temem a redução da jornada. O presidente do Conselho de Assuntos Legislativos da CNI, Paulo Afonso Ferreira, explica que a confederação não é contra discutir o tema, mas alerta que, caso haja a mudança, quem vai acabar pagando a conta é o consumidor, uma vez que as empresas precisarão pagar o mesmo salário de 44 horas semanais para 40 horas semanais.</p>
<p>“Vamos fazer esse comprometimento, os sindicatos laborais junto com os sindicatos patronais, vamos fazer um acordo, como nós já fizemos no meu setor da construção, mas não foi uma coisa imposta.”</p>
<p>O pesquisador e professor da FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia), Fernando de Holanda Barbosa, acredita que o ponto principal de preocupação da proposta é justamente a redução da carga total de trabalho, com a consequente diminuição da produção, e manutenção do salário.</p>
<p>“O que significa? Que o trabalhador vai ficar mais caro por hora trabalhada. Obviamente você espera que haja uma reação ao longo do tempo das empresas.”</p>
<h2>Avanços</h2>
<p>Uma reação que o sociólogo Clemente Ganz Lúcio, assessor das centrais sindicais, afirma não ser nova. Ele diz que a experiência mostra que as empresas procuram outros caminhos que não necessariamente o repasse imediato para o preço, e que os empresários usaram as mesmas justificativas em 1988, quando houve, pela Constituição Federal, a redução de 48 horas para 44 horas semanais.</p>
<p>&#8220;Vocês nos disseram em 1988 a mesma coisa que estão dizendo hoje, que as empresas iam quebrar, que o país ia quebrar, a inflação ia aumentar, os empregos iam aumentar, a informalidade ia aumentar, as mesmas coisas. Nada disso que vocês falaram aconteceu.”</p>
<p>Da área da economia, a pesquisadora e professora da Unicamp Marilane Teixeira defende que o Brasil está pronto para trabalhar menos. Segundo ela, avanços tecnológicos foram observados nos últimos 38 anos, desde a última redução da jornada de trabalho.</p>
<p>“Eu acho que a tecnologia já permite que o Brasil trabalhe menos, e as pessoas possam usufruir de uma jornada de trabalho menor.”</p>
<h2>Sobre o programa</h2>
<p>No ar desde 2008, o <em>Caminhos da Reportagem </em>é uma das produções jornalísticas brasileira mais prestigiadas pelo público e a crítica. No final de 2025, o programa da TV Brasil ultrapassou a marca de 100 prêmios recebidos. Os reconhecimentos atestam a relevância editorial, a qualidade jornalística e o compromisso da equipe com reportagens aprofundadas sobre os mais variados temas de interesse público.</p>
<p>Exibido às segundas, às 23h, o <em>Caminhos da Reportagem</em> tem horário alternativo na madrugada para terça, às 2h30. A produção disponibiliza as edições especiais no <em>site</em> e no YouTube da emissora pública. As matérias anteriores também estão no aplicativo TV Brasil Play, disponível nas versões Android e iOS, e no <em>site</em> http://tvbrasilplay.com.br.</p>
<h2>Ao vivo e <em>on demand</em></h2>
<p>Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Saiba aqui como sintonizar.</p>
<p>Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo <em>site</em> http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no <em>smartphone</em>. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv.</p>
<p>Serviço</p>
<p><em>Caminhos da Reportagem</em> – <em>Escala 6&#215;1: um País Cansado</em> – Segunda-feira (18), às 23h, na TV Brasil</p>
<h2>TV Brasil na internet e nas redes sociais  </h2>
<p><em>Site</em> – https://tvbrasil.ebc.com.br<br />Instagram – https://www.instagram.com/tvbrasil<br />YouTube – https://www.youtube.com/tvbrasil<br />X – https://x.com/TVBrasil<br />Facebook – https://www.facebook.com/tvbrasil<br />TikTok – https://www.tiktok.com/@tvbrasil<br />TV Brasil Play &#8211; http://tvbrasilplay.com.br</p>
<p>    <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script><script async src="//www.tiktok.com/embed.js"></script></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/caminhos-da-reportagem-debate-impactos-da-escala-6x1-no-brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Audiência debate pavimentação e impactos ambientais da BR-317 no Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:54:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) participará de audiência pública na próxima terça-feira (12), às 18h (horário de Manaus), no auditório da Câmara Municipal de Boca do Acre, no interior do Amazonas, para apresentar e discutir o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) das obras de pavimentação da BR-317/AM. A iniciativa é conduzida pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) participará de audiência pública na próxima terça-feira (12), às 18h (horário de Manaus), no auditório da Câmara Municipal de Boca do Acre, no interior do Amazonas, para apresentar e discutir o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) das obras de pavimentação da BR-317/AM. A iniciativa é conduzida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e integra a fase de obtenção da Licença Prévia do licenciamento ambiental federal.</p>
<p>O encontro vai abordar os impactos ambientais em trechos estratégicos da rodovia, que, embora exista desde 1956, ainda possui segmentos sem pavimentação. A obra prevê a melhoria da trafegabilidade, especialmente no período chuvoso, reduzindo o isolamento de comunidades e facilitando o acesso a serviços essenciais.</p>
<p>Com investimento estimado em R$ 143,5 milhões, o projeto contempla 45,1 quilômetros de extensão. Estudos ambientais apontam a presença de espécies como a onça-pintada e o gavião-real, além da proximidade com terras indígenas, o que exige medidas mitigadoras, como passagens de fauna, monitoramento ambiental e diálogo com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas.</p>
<p>Considerada um eixo logístico estratégico na Região Norte, a BR-317 conecta os estados do Amazonas e Acre e tem papel relevante no escoamento da produção e na integração com mercados internacionais.</p>
<p>Audiência Pública | BR-317/AM</p>
<p>Data: 12 de maio de 2026 (terça-feira)</p>
<p>Horário: 18h (horário de Manaus/AM) e 19h (horário de Brasília)</p>
<p>Local: Câmara Municipal de Boca do Acre – Av. Cecília Leite, 88, Centro, Boca do Acre/AM</p>
<p>Transporte: Saída de Rio Branco às 16h, retorno às 22h (gratuito, organizado pelo DNIT)</p>
<p>Transmissão ao vivo: Canal oficial do DNIT no YouTube (www.youtube.com/@dnitoficial)</p>
<p>Leia mais</p>
<p>VÍDEO: Carro de aplicativo invade contramão e bate de frente com ônibus em Manaus</p>
<p>VÍDEO: Falsos entregadores assaltam posto e assustam clientes em Manaus</p>
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		<title>Amazonas se prepara para seca severa em 2026 e reúne setor produtivo para reduzir impactos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:49:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo do Amazonas, por meio da Defesa Civil e da Sedecti, realizou uma reunião, nesta terça-feira (14/04), com representantes da indústria, comércio e serviços para discutir as previsões de cheia e vazante no estado em 2026. O encontro teve como foco o planejamento antecipado e a troca de informações para reduzir impactos de eventos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo do Amazonas, por meio da Defesa Civil e da Sedecti, realizou uma reunião, nesta terça-feira (14/04), com representantes da indústria, comércio e serviços para discutir as previsões de cheia e vazante no estado em 2026. O encontro teve como foco o planejamento antecipado e a troca de informações para reduzir impactos de eventos climáticos extremos.</p>
<p>Durante a reunião, foram apresentadas análises sobre cenários climáticos e orientações para minimizar efeitos econômicos, logísticos e sociais. As previsões apontam a influência do fenômeno El Niño a partir de maio, o que pode provocar estiagem mais forte e vazante antecipada em 2026.</p>
<p>A Defesa Civil informou que mantém monitoramento constante das condições climáticas e já trabalha com dados que indicam possível seca severa. O objetivo é reforçar ações preventivas e preparar setores essenciais como transporte, abastecimento e produção.</p>
<p>O governo destacou ainda a importância da parceria com o setor produtivo para garantir planejamento e evitar prejuízos à economia do estado. A proposta é manter um diálogo contínuo entre governo e empresas para ampliar a capacidade de resposta a situações de emergência.</p>
<p>Situação dos municípios</p>
<p>De acordo com informações atualizadas sobre a cheia no estado e decretos municipais, 15 municípios estão em situação de emergência: Atalaia do Norte; Benjamin Constant; Boca do Acre; Canutama; Carauari; Eirunepé; Guajará; Ipixuna; Itamarati; Juruá; Lábrea; Santo Antônio do Içá; Tabatinga; Tapauá; Tonantins.</p>
<p>Outros quatro municípios estão em nível de alerta: Amaturá; Envira; Pauini; São Paulo de Olivença. Já em situação de atenção estão 31 municípios: Alvarães; Anamã; Anori; Apuí; Barreirinha; Beruri; Boa Vista do Ramos; Borba; Caapiranga; Careiro Castanho; Careiro da Várzea; Coari; Codajás; Fonte Boa; Humaitá; Iranduba; Japurá; Jutaí; Manacapuru; Manaquiri; Manicoré; Maraã; Maués; Nhamundá; Nova Olinda do Norte; Novo Aripuanã; Parintins; São Sebastião do Uatumã; Tefé; Uarini; Urucará.</p>
<p>Ao todo, 12 municípios permanecem em condição de normalidade, conforme dados dos painéis de monitoramento da Defesa Civil do Amazonas.</p>
<p>Leia mais</p>
<p>Saiba como se inscrever no Minha Casa, Minha Vida em Manaus</p>
<p>RecuperaFone bloqueia 62 mil celulares com restrição de roubo ou furto no Amazonas</p>
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		<title>Prefeitura atua para reduzir impactos das chuvas em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 17:40:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Manaus informou que equipes da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) atuam desde as primeiras horas deste sábado (4) em diversos pontos da cidade. O objetivo é, sobretudo, minimizar os impactos provocados pelas fortes chuvas. Ações emergenciais nas ruas As equipes executam frentes de obras simultâneas em diferentes áreas da capital. Entre os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Manaus informou que equipes da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) atuam desde as primeiras horas deste sábado (4) em diversos pontos da cidade. O objetivo é, sobretudo, minimizar os impactos provocados pelas fortes chuvas.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Ações emergenciais nas ruas</h2>
<p>As equipes executam frentes de obras simultâneas em diferentes áreas da capital. Entre os serviços, estão a desobstrução de redes de drenagem, a limpeza de bueiros e outras intervenções emergenciais.</p>
<p>Dessa forma, a prefeitura busca garantir a trafegabilidade e, ao mesmo tempo, aumentar a segurança da população durante o período chuvoso.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Descarte irregular agrava situação</h2>
<p>Além disso, a Seminf destaca que grande parte dos alagamentos se agrava pelo descarte irregular de lixo nas vias públicas.</p>
<p>Resíduos jogados de forma inadequada acabam obstruindo o sistema de drenagem. Como consequência, a água da chuva não escoa corretamente, o que contribui diretamente para os transtornos registrados na cidade.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Alerta à população</h2>
<p>Diante desse cenário, a Seminf reforça a importância do descarte correto do lixo. A colaboração da população, portanto, é essencial para manter a cidade limpa e preservar o funcionamento das redes de drenagem.</p>
<p>Por fim, a Prefeitura de Manaus mantém equipes mobilizadas e segue monitorando as áreas mais afetadas. Assim, o município atua de forma contínua para reduzir os impactos das chuvas na capital.</p>
<p>Leia mais: </p>
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		<title>Jogo mostra impactos do cuidado invisível na vida das mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 13:16:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadoras da Universidade Federal Fluminense (UFF) criaram um jogo que propõe reflexões sobre o trabalho de cuidado, muitas vezes invisível, e como ele afeta a vida das mulheres. O Jogo do Cuidado – Um Jogo sobre o Direito à Cidade das Mulheres pode ser baixado gratuitamente, e atua como material de apoio pedagógico para alunos do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadoras da Universidade Federal Fluminense (UFF) criaram um jogo que propõe reflexões sobre o trabalho de cuidado, muitas vezes invisível, e como ele afeta a vida das mulheres. O Jogo do Cuidado – Um Jogo sobre o Direito à Cidade das Mulheres pode ser baixado gratuitamente, e atua como material de apoio pedagógico para alunos do ensino médio.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Jogo-mostra-impactos-do-cuidado-invisivel-na-vida-das-mulheres.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A proposta surgiu a partir de um projeto de pesquisa coordenado pela professora  Rossana Brandão Tavares, sobre direito à cidade e reprodução social. O trabalho investiga de que forma fatores como renda, gênero, raça e idade influenciam o acesso a oportunidades e à qualidade de vida nos espaços urbanos.</p>
<p>Segundo uma das bolsistas de iniciação científica do grupo de pesquisa, Beatriz Corbacho, a ideia surgiu a partir do tema da redação do Enem de 2023, que falava sobre a invisibilidade do trabalho de cuidado realizado por mulheres no Brasil.</p>
<p>“A gente se sentiu muito motivada a criar uma ferramenta pedagógica para que isso pudesse ser debatido dentro de sala de aula, algo lúdico, algo que pudesse ilustrar o que a gente estuda na pesquisa. Que é a vida feminina dentro do direito à cidade”, conta em entrevista ao programa <em>Nacional Jovem,</em> da Rádio Nacional da Amazônia e Rádio Nacional do Alto Solimões.</p>
<h2>O jogo</h2>
<p>No tabuleiro, os jogadores assumem diferentes personagens que representam grupos sociais diversos. Ao longo da partida, enfrentam desafios ligados ao trabalho, à renda e às responsabilidades de cuidado, percebendo, na prática, como essas questões impactam de forma desigual a vida de cada um.</p>
<p>“O mapa traz uma cartografia da área portuária do Rio de Janeiro, onde estão disponibilizados dez bairros, e são também dez personagens, e cada personagem fica disposto em um bairro. E aí, através da nossa pesquisa, a gente tem a separação dos bairros, de acordo com questões econômicas”, explica Mariana Pio, também bolsista da pesquisa.</p>
<p>“O nosso jogo tem duas formas de cédula de nota, que é o dinheiro do cuidado e o dinheiro do capital econômico. Sendo que o do cuidado é a principal moeda do jogo, onde quem tiver mais capital do cuidado ganha”, completa.</p>
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<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Jogo-mostra-impactos-do-cuidado-invisivel-na-vida-das-mulheres.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 20/03/2026 - Jogo do Cuidado. Foto: jogodocuidado.com.br/Reprodução" title="jogodocuidado.com.br/Reprodução"/></p>
<p><h6 class="meta"><em>Jogo do Cuidado &#8211;  Foto: jogodocuidado.com.br/Reprodução</em></h6>
</p>
<p>O jogo traz questões como rotina, mobilidade urbana, direitos coletivos e acessibilidade. Os personagens, de diferentes raças, gêneros e classes econômicas, servem para mostrar as como pessoas lidam com o mesmo espaço social de formas diferentes.</p>
<p>Em entrevista à Radioagência Nacional, a professora Rossana Brandão Tavares diz que a repercussão sobre o jogo foi tão positiva que decidiram disponibilizar a brincadeira em um <em>site</em> para quem quiser imprimir.</p>
<p>“A gente conseguiu imprimir poucas versões físicas do jogo e por essa razão, em função da repercussão, a gente acabou produzindo uma página eletrônica que é no www.jogodocuidado.com.br, onde qualquer um, qualquer instituição, qualquer escola, qualquer grupo, qualquer pessoa que tiver interessada pode imprimir em casa ou numa copiadora uma versão adaptada”, diz a professora.</p>
<h2>Repercussão</h2>
<p>O projeto é da Escola de Arquitetura e Urbanismo e do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFF, feito a partir do edital do programa Jovem Cientista do Nosso Estado da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).</p>
<p>O trabalho era criar algo para as escolas do estado do Rio de Janeiro e, com a boa repercussão, o jogo passou a ser disponibilizado gratuitamente na internet, como apontado por Rossana.</p>
<p>Além do tabuleiro, o conteúdo inclui um manual com orientações e sugestões de discussão para uso em sala de aula.</p>
<p><em>*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia. </em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/jogo-mostra-impactos-do-cuidado-invisivel-na-vida-das-mulheres" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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