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	<title>Imposto Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Imposto Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>BBB 26: imposto pode reduzir prêmio de R$ 5,4 milhões do vencedor</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/bbb-26-imposto-pode-reduzir-premio-de-r-54-milhoes-do-vencedor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 20:47:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A final do Big Brother Brasil 2026 acontece na noite desta terça-feira (24), com a disputa pelo prêmio de R$ 5,4 milhões entre Ana Paula Renault, Juliano Floss e Milena Moreira (Tia Milena). Além da expectativa pelo resultado, o vencedor também precisa considerar os impactos fiscais sobre o valor recebido. Imposto de Renda já entra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A final do Big Brother Brasil 2026 acontece na noite desta terça-feira (24), com a disputa pelo prêmio de R$ 5,4 milhões entre Ana Paula Renault, Juliano Floss e Milena Moreira (Tia Milena). Além da expectativa pelo resultado, o vencedor também precisa considerar os impactos fiscais sobre o valor recebido.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Imposto de Renda já entra no planejamento</h2>
<p>Enquanto o país vive o período de declaração do Imposto de Renda 2026, especialistas explicam que o prêmio do reality entra nas regras de tributação de rendimentos. No entanto, o ganhador deverá declarar o valor apenas no ciclo de 2027.</p>
<p>Ainda assim, o montante divulgado não chega integralmente ao vencedor. Isso ocorre porque a legislação tributária prevê retenção de imposto na fonte em premiações desse tipo.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Tributação pode chegar a 30%</h2>
<p>Segundo Camila Tapias, sócia fundadora do Utumi Advogados, o prêmio do BBB se enquadra como acréscimo patrimonial e, portanto, sofre tributação.</p>
<p>“Prêmios em dinheiro pagos por pessoas jurídicas são tributados exclusivamente na fonte, nos termos do art. 14 da Lei nº 4.506/1964 e do Decreto nº 9.580/2018”, explica.</p>
<p>Nesse cenário, a retenção pode chegar a até 30% do valor total. Assim, em um prêmio de R$ 5,44 milhões, cerca de R$ 1,6 milhão ficam com a Receita Federal, e o vencedor recebe aproximadamente R$ 3,8 milhões líquidos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Outra interpretação pode reduzir a alíquota</h2>
<p>Por outro lado, especialistas do Ronaldo Martins Advogados avaliam que o prêmio também pode se enquadrar como rendimento de desempenho, o que muda a tributação.</p>
<p>Nesse caso, aplica-se a tabela progressiva do Imposto de Renda, com alíquota máxima de 27,5%.</p>
<p>“No que diz respeito ao montante, com base na tabela vigente em 2026, o valor do imposto a pagar (retido) seria de R$ 1.494.924,29, conforme cálculo realizado pelo simulador da Receita Federal do Brasil, remanescendo um valor líquido ao participante de R$ 3.945.075,71”, afirmou a equipe.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Tipos de premiação influenciam cobrança</h2>
<p>Os especialistas explicam ainda que a Receita Federal diferencia os tipos de prêmios. Dessa forma, cada categoria possui regras próprias:</p>
<li>Loterias e sorteios: tributação exclusiva na fonte de 30%</li>
<li>Concursos de desempenho: tabela progressiva com ajuste anual</li>
<li>Prêmios em bens ou serviços: retenção de 20% na fonte</li>
<p>Além disso, a origem do pagamento também interfere na tributação.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Origem do prêmio altera regra fiscal</h2>
<p>Quando o pagamento ocorre no Brasil, a retenção acontece diretamente pela fonte pagadora. No entanto, quando o prêmio vem do exterior, o contribuinte precisa fazer a declaração como rendimento internacional.</p>
<p>“Em casos em que a premiação vem de fonte estrangeira e é recebida por pessoa física residente no Brasil, a lógica muda”, explicam os advogados.</p>
<p>Portanto, não há regra única. Cada situação exige análise específica para definir a forma de recolhimento do imposto.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Final do BBB 26 define novo milionário</h2>
<p>A grande final do Big Brother Brasil 2026 começa às 22h25 e contará com show do DJ Alok, além de retrospectiva da edição e presença dos ex-participantes.</p>
<p>Segundo enquete da CNN Brasil, Ana Paula lidera com 62% dos votos, seguida por Milena com 24% e Juliano com 13%. Até o momento, a votação já ultrapassa 51 mil participações.</p>
<p>Assim, o público define nesta noite quem leva o prêmio milionário — e quanto desse valor realmente ficará no bolso do campeão.</p>
<p>(*) Com informações da CNN Brasil </p>
<p>Leia mais: </p>
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		<item>
		<title>Justiça libera cobrança de imposto sobre exportação de petróleo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/justica-libera-cobranca-de-imposto-sobre-exportacao-de-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 23:42:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta sexta-feira (17) que a Justiça Federal no Rio de Janeiro suspendeu a decisão que proibiu a cobrança da alíquota de 12% de imposto sobre a exportação de petróleo. A decisão foi proferida pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), desembargador Luiz Paulo da Silva Araújo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta sexta-feira (17) que a Justiça Federal no Rio de Janeiro suspendeu a decisão que proibiu a cobrança da alíquota de 12% de imposto sobre a exportação de petróleo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Justica-libera-cobranca-de-imposto-sobre-exportacao-de-petroleo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A decisão foi proferida pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), desembargador Luiz Paulo da Silva Araújo Filho.</p>
<p>O magistrado concordou com os argumentos apresentados pela AGU, que alegou que a proibição de cobrança pode causar grave lesão à economia.</p>
<p>A cobrança do imposto foi questionada na Justiça por cinco empresas multinacionais de petróleo: Total Energies (França), Repsol Sinopec (Espanha e China), Petrogal (Portugal), Shell (anglo-holandesa) e Equinor (Noruega).</p>
<p>“As impetrantes possuem plena capacidade econômica para arcar com a exigência tributária, bem como poderão pleitear repetição de indébito, caso a juridicidade da exigência não se confirme ao final”, decidiu o desembargador.</p>
<p>A cobrança de 12% de Imposto de Exportação consta na Medida Provisória (MP) 1.340/2026, publicada em 12 de março.</p>
<p>A MP foi editada pelo governo federal como uma tentativa de conter a escalada no preço de derivados de petróleo no país, notadamente o óleo diesel, em meio à guerra no Oriente Médio, que levou distúrbios à cadeia produtiva do petróleo, diminuindo a oferta do óleo.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/justica-libera-cobranca-de-imposto-sobre-exportacao-de-petroleo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Justiça mantém liminar que derruba imposto na exportação de petróleo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/justica-mantem-liminar-que-derruba-imposto-na-exportacao-de-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 14:26:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) negou recurso da União e manteve a decisão liminar, ou seja, de caráter provisório, que proíbe a alíquota de 12% de imposto de exportação de petróleo. A decisão é da desembargadora federal Carmen Silvia Lima de Arruda, da Quarta Turma Especializada, em despacho assinado pouco antes das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) negou recurso da União e manteve a decisão liminar, ou seja, de caráter provisório, que proíbe a alíquota de 12% de imposto de exportação de petróleo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Justica-mantem-liminar-que-derruba-imposto-na-exportacao-de-petroleo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A decisão é da desembargadora federal Carmen Silvia Lima de Arruda, da Quarta Turma Especializada, em despacho assinado pouco antes das 22h da quinta-feira (9).</p>
<p>A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), órgão jurídico vinculado ao Ministério da Fazenda, havia interposto o recurso, chamado de agravo de instrumento, contra uma decisão de primeira instância, tomada na terça-feira (7).</p>
<p>A decisão liminar atendia o pleito de cinco empresas multinacionais de petróleo: Total Energies (França), Repsol Sinopec (Espanha e China), Petrogal (Portugal), Shell (anglo-holandesa) e Equinor (Noruega). </p>
<p>Ao analisar o agravo de instrumento, a desembargadora Carmen Lima de Arruda entendeu que a Fazenda Nacional “falhou em demonstrar o risco de perigo concreto, grave e atual emergente da manutenção da decisão agravada, não se vislumbrando prejuízo em aguardar o julgamento final”.</p>
<p>O TRF2 ainda não marcou a data do julgamento definitivo da questão.</p>
<h2>Entenda o caso</h2>
<p>A cobrança de 12% de Imposto de Exportação consta na Medida Provisória (MP) 1.340/2026, publicada em 12 de março. </p>
<p>A MP foi editada pelo governo como uma tentativa de conter à escalada no preço de derivados de petróleo no país, notadamente o óleo diesel, em meio à guerra no Oriente Médio, que levou distúrbios à cadeia produtiva do petróleo, diminuindo a oferta do óleo.</p>
<p>O imposto de exportação compensaria a queda de arrecadação provocada pela zeragem das alíquotas do PIS e da Cofins, tributos federais que incidem sobre o óleo diesel. Com alíquota zero, os preços poderiam chegar mais baratos ao consumidor final. Outro efeito seria o desestímulo para que as exportadoras vendessem petróleo para fora do país.</p>
<p>O governo promoveu também subvenção (espécie de reembolso) para incentivar importadores e produtores de diesel que não vendessem aqui no país o diesel a preços maiores que os determinados.</p>
<p>As companhias exportadoras de petróleo que se sentiram prejudicadas alegam que o imposto tinha finalidade “meramente arrecadatória”, ferindo o princípio da anterioridade, que proíbe a cobrança de tributos sem um tempo mínimo determinado. </p>
<p>Em primeira instância, o juiz federal Humberto de Vasconcelos Sampaio, da 1ª Vara Federal do Rio de Janeiro, atendeu o pedido das cinco multinacionais.</p>
<h2>Recurso</h2>
<p>Ao recorrer da decisão, a Fazenda Nacional argumentou, entre outros pontos, que a cobrança questionada não incorreu em qualquer desvio de finalidade, estando justificada no cenário internacional da guerra deflagrada no Oriente Médio, “diante do aumento drástico do preço do barril de petróleo e da escassez deste produto, com potenciais efeitos deletérios sobre a economia nacional”.</p>
<p>“Tem como função primordial a regulação do comércio exterior e a proteção do mercado interno”, sustenta a Fazenda Nacional.</p>
<h2>Inflação de combustíveis</h2>
<p>A alta no preço dos combustíveis, pano de fundo da discussão na Justiça Federal, teve uma face revelada nesta sexta-feira pelo termômetro do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a chamada inflação oficial do país.</p>
<p>A inflação de março foi de 0,88%, puxada principalmente pelo grupo transportes. O item combustíveis subiu 4,47%. A gasolina, que em fevereiro tinha 0,61%, subiu 4,59% em março. O diesel passou de aumento de 0,23% em fevereiro para 13,90% em março. </p>
<p>Na última segunda-feira (6) o governo lançou um pacote de medidas para conter a alta no preço dos combustíveis. As medidas tratam de subsídios para diesel e gás de cozinha, além da redução de impostos e apoio ao setor aéreo. </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/justica-mantem-liminar-que-derruba-imposto-na-exportacao-de-petroleo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Governo recorre de liminar que barra imposto na exportação de petróleo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/governo-recorre-de-liminar-que-barra-imposto-na-exportacao-de-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 19:46:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), órgão jurídico vinculado ao Ministério da Fazenda, recorreu contra a decisão da Justiça Federal no Rio de Janeiro que barrou a cobrança de 12% de imposto de exportação de petróleo.   A confirmação do recurso, chamado de agravo de instrumento, é do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), órgão jurídico vinculado ao Ministério da Fazenda, recorreu contra a decisão da Justiça Federal no Rio de Janeiro que barrou a cobrança de 12% de imposto de exportação de petróleo.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Governo-recorre-de-liminar-que-barra-imposto-na-exportacao-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A confirmação do recurso, chamado de agravo de instrumento, é do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), que tem competência sobre os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. </p>
<p>A decisão que suspendeu a cobrança é do juiz federal Humberto de Vasconcelos Sampaio, da 1ª Vara Federal do Rio de Janeiro, foi na terça-feira (7) e atende ao pedido de cinco multinacionais do petróleo: Total Energies (França), Repsol Sinopec (Espanha e China), Petrogal (Portugal), Shell (anglo-holandesa) e Equinor (Noruega).  </p>
<h2>Entenda </h2>
<p>A cobrança de 12% de Imposto de Exportação consta na Medida Provisória (MP) 1.340/2026, publicada em 12 de março. </p>
<p>A MP foi editada em uma tentativa de conter à escalada de derivados de petróleo no país, em meio à guerra no Oriente Médio, que levou distúrbios à cadeia produtiva do petróleo e aumento de preços. </p>
<p>Segundo o governo, imposto de exportação é para compensar a queda de arrecadação provocada pela zeragem das alíquotas do PIS e da Cofins, tributos federais que incidem sobre o óleo diesel. </p>
<p>O governo promoveu também subvenção (espécie de reembolso) para importadores e produtores de diesel.  </p>
<p>As companhias que se sentiram prejudicadas alegam que o imposto tinha finalidade “meramente arrecadatória”, ferindo o princípio da anterioridade, que proíbe a cobrança de tributos sem um tempo mínimo determinado.  </p>
<p>Na decisão, a Justiça Federal contextualiza que o governo sustenta que “não houve criação de imposto novo, mas simples alteração de alíquota, sustentando que a alíquota zero anterior refletia mera política econômica de incentivo às exportações e que o contribuinte não teria direito adquirido à manutenção de alíquota incentivada”. </p>
<p>No entanto, o magistrado cita trecho da MP que assinala que “a receita decorrente da cobrança do imposto de que trata este artigo será destinada ao atendimento das necessidades fiscais emergenciais da União”.  </p>
<p>Dessa forma, o juiz federal entende que a MP “revela de maneira inequívoca a finalidade arrecadatória da medida” e exigiria o princípio da anterioridade, um dispositivo que consta na Constituição.  </p>
<p>Além de suspender a cobrança, Humberto Sampaio determina que está afastada qualquer forma de penalidades ou sanções, tais como impedimento à renovação da certidão de regularidade fiscal, inscrição no Cadastro Informativo de Créditos Não Quitados do Setor Público Federal (Cadin), protesto ou qualquer outra medida restritiva decorrente da não incidência do tributo ora suspenso. </p>
<h2>Indústria </h2>
<p>O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), que representa empresas do setor, também tinha criticado o imposto.</p>
<p>Para as empresas de óleo, a MP &#8220;impõe uma carga desnecessária a um setor que já destina cerca de 70% de sua renda a tributos e participações governamentais&#8221;. </p>
<p>Participações governamentais são os royalties pagos pela exploração do petróleo e a participação especial, o valor cobrado de poços com alta lucratividade. </p>
<p>Para o IBP, a cobrança do imposto &#8220;compromete a segurança jurídica e a competitividade do petróleo brasileiro&#8221;. </p>
<p>A Agência Brasil buscou posicionamento com o Ministério da Fazenda e está aberta à manifestações.  </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/governo-recorre-de-liminar-que-barra-imposto-na-exportacao-de-petroleo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Governo reduz imposto para eletrônicos após pressão política</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/governo-reduz-imposto-para-eletronicos-apos-pressao-politica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 21:58:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após forte repercussão negativa no Congresso e nas redes sociais, o governo federal decidiu revogar parte do aumento do imposto de importação sobre eletrônicos e bens de capital anunciado no início do mês. A medida foi aprovada nesta sexta-feira (27) pelo Comitê-Executivo de Gestão da Camex (Gecex), ligado à Câmara de Comércio Exterior. Com a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após forte repercussão negativa no Congresso e nas redes sociais, o governo federal decidiu revogar parte do aumento do imposto de importação sobre eletrônicos e bens de capital anunciado no início do mês. A medida foi aprovada nesta sexta-feira (27) pelo Comitê-Executivo de Gestão da Camex (Gecex), ligado à Câmara de Comércio Exterior.</p>
<p>Com a decisão, 15 produtos de informática voltam às alíquotas anteriores, incluindo smartphones e notebooks. No caso dos celulares, a taxa retorna a 16% — o plano anterior previa elevação para 20%. Notebooks também ficam em 16%, enquanto itens como placas-mãe, mouses, mesas digitalizadoras e SSDs voltam a 10,8%.</p>
<p>Além disso, o governo zerou temporariamente a tarifa de importação para 105 máquinas, equipamentos e produtos de informática e telecomunicações por meio do mecanismo de ex-tarifário, aplicado a itens sem similar nacional. A isenção valerá por 120 dias.</p>
<p>O aumento inicial atingia cerca de 1,2 mil itens e gerou reação de parlamentares e do setor produtivo, que alertaram para possível alta de preços. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendia a medida como forma de proteger a indústria nacional. A estimativa oficial era arrecadar até R$ 14 bilhões em 2026.</p>
<p>Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, as alíquotas mais altas anunciadas no início do mês não chegaram a entrar em vigor. Novas revisões poderão ocorrer nas próximas reuniões do Gecex.</p>
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		<title>Senado aprova isenção do Imposto de Renda para trabalhadores com salário de até R$ 5 mil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 02:24:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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<p>A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (24/9) o Projeto de Lei 1.952/2019, de autoria do senador Eduardo Braga (MDB-AM), que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para trabalhadores com rendimentos mensais de até R$ 5 mil.</p>
<p>Atualmente, a isenção alcança apenas quem ganha até dois salários-mínimos, o equivalente a R$ 3.036.</p>
<p>Relatado pelo presidente da CAE, senador Renan Calheiros (MDB-AL), o texto foi aprovado por unanimidade e em caráter terminativo, seguindo diretamente para análise da Câmara dos Deputados, sem passar pelo plenário do <a href="https://www12.senado.leg.br/hpsenado" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Senado</a>.</p>
<p>Segundo Braga, a medida busca corrigir a defasagem da tabela do Imposto de Renda e aliviar a carga tributária sobre as classes média e baixa. “Sabe o que significa desonerar o Imposto de Renda até R$ 5 mil? É simplesmente estabelecer o 14º salário para estes trabalhadores”, declarou o parlamentar.</p>
<p>De acordo com cálculos do governo federal, a aprovação do projeto permitirá que trabalhadores com rendimentos de até R$ 5 mil deixem de pagar cerca de R$ 4.356 por ano em imposto.</p>
<p>O parecer de Renan Calheiros prevê que a isenção será implantada de forma gradual, por meio de um mecanismo de redução progressiva do tributo devido.</p>
<p>Durante a votação, Eduardo Braga destacou que sua proposta foi apresentada em 2019 e não tem relação com o Projeto de Lei 1.087/2025, em tramitação na Câmara dos Deputados, encaminhado neste ano pelo Executivo.</p>
<p>“O principal mérito deste projeto é exatamente restabelecer a finalidade originária do imposto de renda, que é tributar a renda e não apenas o salário”, afirmou.</p>
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