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	<title>inclusão Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Inclusão digital no Brasil é feita pela metade, mostra pesquisa </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 12:08:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Existe um muro aqui” diz Ana Cláudia Miguel, enquanto aponta na direção da Rua do Moinho, que separa a comunidade do Pilar de um dos maiores polos de tecnologia do país, o Porto Digital, no coração do Recife Antigo.  “Existia um arco que era a divisão desse pedaço com o bairro. Mesmo o muro sendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Existe um muro aqui” diz Ana Cláudia Miguel, enquanto aponta na direção da Rua do Moinho, que separa a comunidade do Pilar de um dos maiores polos de tecnologia do país, o Porto Digital, no coração do Recife Antigo. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Inclusao-digital-no-Brasil-e-feita-pela-metade-mostra-pesquisa.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Existia um arco que era a divisão desse pedaço com o bairro. Mesmo o muro sendo derrubado, ainda existe essa barreira”. O muro, construído por holandeses na capital pernambucana no século 17, foi demolido no final do século 19. Mais de 100 anos depois, Ana Cláudia, líder comunitária da única área residencial do Recife Antigo, explica como a barreira que já foi de pedra, agora é de <em>bytes</em>:</p>
<p>“A gente mora no polo tecnológico, mas tem um déficit de tecnologia”, explica Ana Cláudia.</p>
<p>O Pilar é uma comunidade de baixa renda que nasceu com a ocupação das ruínas do Recife Antigo por quem não tinha onde morar, ou tinha e foi expulso de outros cantos da cidade. Nos quase 600 domicílios do Pilar vivem famílias majoritariamente negras (73%), chefiadas por mulheres (76%), onde o trabalho informal é a principal fonte de renda (74%) e a remuneração média não passa de um salário mínimo e meio, segundo pesquisa feita em 2023 pela própria comunidade, com o apoio da Universidade das Nações Unidas. </p>
<p>Atravessando a rua, fica o Porto Digital, endereço de mais de 500 empresas de tecnologia que, em 2025, faturaram R$ 7,4 bilhões. Pierre Lucena, presidente do Porto Digital, explica o que é essa espécie de vale do silício brasileiro: “Somos uma plataforma de inovação”, diz. “Aqui, a  gente tem seis incubadoras aceleradoras, públicas e privadas, uma faculdade própria, um conjunto de universidades parceiras e mais de 500 empresas”. </p>
<h2>Inclusão pela metade</h2>
<p>A disparidade tecnológica dos dois lados da rua escancara o desafio que o Brasil precisa enfrentar para garantir inclusão digital de qualidade. </p>
<p>O percentual de pessoas que usam a internet no Brasil chegou a 90,5% em 2025, índice que vem crescendo ano após ano. Em 2019, não chegava a 80%. Mas a qualidade do acesso é desigual. Enquanto 86% dos domicílios têm banda larga fixa e móvel ao mesmo tempo,  10,7% dependem exclusivamente dos dados da telefonia móvel para conseguir acessar bancos, serviços públicos, estudar, trabalhar e se comunicar. A grande maioria, 59,2% dos domicílios, não tem computadores ou tablets. Os dados estão na PNAD-TIC 2026, o capítulo de Tecnologia, Informação e Comunicação, da Pesquisa  Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). </p>
<p>“As pessoas deixam de ter computador e internet fixa em casa porque é caro e elas acessam a internet por planos de telefonia móvel com uma quantidade limitada de dados que podem utilizar por mês, explica Flávia Lefrève, advogada, especialista em telecomunicações e direitos digitais. Geralmente, uma franquia baixa, que não passa de 100 gigabytes por mês. A partir do momento em que a franquia acaba, o acesso à internet é bloqueado”. </p>
<p>Flávia diz que esse tipo de limitação é ilegal, segundo o Marco Civil da Internet. As provedoras não podem interromper a internet, exceto em casos de inadimplência. Na prática, o serviço é suspenso e limita a cidadania:</p>
<p>“A grande maioria dos serviços públicos, por exemplo, você só faz pela internet: Bolsa Família, Enem, boletim de ocorrência, o imposto de renda. Tudo o que você faz hoje é pela internet. Então, para exercer a cidadania, precisa da internet. E o que acontece se você tem um plano limitado? Acabou a sua franquia, como é que vai se virar?”, questiona.</p>
<p>A rotina do Pilar ajuda a entender como a limitação vira exclusão. Em 2023, a comunidade passou a contar com o programa Pilar Universitário, que garante bolsas de estudos integrais nas faculdades do Senac [Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial] para os moradores numa política de universalização sem restrições: “Qualquer pessoa do Pilar que queira e esteja apta a fazer um curso superior, pode escolher qual curso quer fazer”, diz Pierre Lucena. </p>
<p>Ainda que o estudante não precise se preocupar com a mensalidade, ainda resta o muro digital: “A internet que tem é do celular. E aí acabam os dados, como é que faz? Como é que se mantém na universidade?”, pergunta Ana Cláudia. “Hoje, a tecnologia da universidade é muito maior. A apresentação não é naquele papelzinho pautado. Hoje tem que fazer tudo digital.  Então é preciso ter o mínimo de condição de poder permanecer”, conclui . </p>
<h2>Sem laptop </h2>
<p>Em 2024,  Eurídize Lima de Santana, 23 anos, entrou no programa. Se matriculou no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Um ano e meio depois, trancou a faculdade. Eurídize não tinha o básico: um computador. “No primeiro semestre eu não senti tanta dificuldade em não ter um notebook, porque a gente ainda não fazia códigos. No segundo, comecei a sentir. E quando chegou no terceiro semestre, tranquei”, afirmou.</p>
<p>Segundo ela, um equipamento básico para quem trabalha com códigos custa, no mínimo, R$ 3,5 mil.  “Como a gente que é pobre, que ganha um salário mínimo, pode pensar em comprar um notebook? Como, se só tem o dinheiro pra sobreviver? Se a gente só pensa em pagar as contas de casa e comer?” pergunta. </p>
<p>Depois de trancar a faculdade, a jovem ainda tentou mudar de curso, mas foi informada que o programa não permitia uma segunda inscrição para alunos que trancaram a faculdade. Hoje ela estuda Gestão Financeira, na modalidade de Ensino à Distância (EaD), usando o celular e a franquia de dados do telefone e pagando mensalidade de R$ 170. </p>
<p>Ana Cláudia diz que na comunidade, a inclusão digital pela metade é regra: “A gente tem empresa de robótica aqui dentro da ilha [o Recife Antigo], mas não tem nenhuma criança sabendo disso. A gente precisa ter internet na escola, precisa trabalhar com os jovens na tecnologia”. </p>
<h2>Desconforto</h2>
<p>Fabi Andrade é coordenadora de ESG do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar). A instituição de ensino e incubadora de empresas é uma das precursoras do Porto Digital e ocupa alguns andares do Complexo do Moinho, um edifício de mais de 100 anos que fica bem ao lado do Pilar. O prédio foi todo modernizado para acolher empresas de tecnologia:</p>
<p>“O projeto arquitetônico previa uma parede para que a gente não enxergasse a comunidade do Pilar”, explica Fabi. A proposta foi recusada e no lugar foi colocada uma parede de vidro que não deixa esquecer que a desigualdade é incômoda até para quem está do lado tecnológico do muro. “Incomoda muito porque estamos aqui trabalhando numa faculdade para educar pessoas em tecnologia, e não temos um único aluno da comunidade aqui do lado.  Isso incomoda”, conclui Fabi.  </p>
<p>“Esse contraste é real, há uma dívida real e uma forma ainda desorganizada de todos,  inclusive nossa [do Porto Digital], para agir com soluções”, reconhece o presidente do Porto Digital, que sabe que os vizinhos vivem realidade parecida com a de muitas outras comunidades do país.</p>
<p>Ana Cláudia sabe que o impacto dessa inclusão digital pela metade tem custo alto: “a gente está perdendo os jovens na comunidade”. Questionada sobre o que significa perder os jovens, ela é direta: “Perdendo os jovens para o mundo ilícito, porque não se tem oportunidade”.</p>
<h2>Sem neutralidade</h2>
<p>Em 2025, pela primeira vez, mais de 90% dos brasileiros usaram a internet, segundo a PNAD-TIC, mas Flávia Lefrève chama a atenção para outro dado: o tipo de uso que tem sido feito da rede: “O uso principal que as pessoas fazem é de rede social. Por quê? Acabou a franquia, bloqueia o acesso à internet e a pessoa só acessa as aplicações da Meta: Instagram, Facebook e WhatsApp”.</p>
<p>Segundo a pesquisa, entre as pessoas que usaram a internet, mais de 95% usaram para conversar por chamadas de voz ou vídeo, mais de 90% para enviar ou receber mensagens de texto, voz ou imagens sem ser por e-mail e 85% para usar as redes sociais (84,9%).Todos os serviços são prestados pela empresa de Mark Zuckerberg. </p>
<p>Flávia explica que esse tipo de “oferta” também viola o Marco Civil da Internet: a neutralidade da rede, a regra que determina que os provedores não podem discriminar o tráfego de dados por origem, destino ou por tipo de aplicativo. “Uma medida fundamental para garantir que a internet continue aberta, democrática, que não haja discriminação”, diz Flávia. “A partir do momento em que o consumidor só tem acesso às aplicações da Meta, isso é quebra da neutralidade. Isso é muito cruel, porque esses planos atendem especialmente as pessoas das classes C,D e E”, conclui. </p>
<p>Em janeiro de 2023, a  Coalizão de Direitos da Rede, que reúne organizações e ativistas, como Flávia Lefrève, que atuam pelo direito à comunicação, abriu um processo administrativo na Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça questionando o bloqueio ao acesso à internet por parte das provedoras e a quebra da neutralidade da rede. Entramos em contato com o Ministério da Justiça questionando qual a situação desse processo, mas não houve resposta. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/inclusao-digital-no-brasil-e-feita-pela-metade-mostra-pesquisa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Orgulho LGBT: pessoas trans celebram projeto de inclusão pelo futebol</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/orgulho-lgbt-pessoas-trans-celebram-projeto-de-inclusao-pelo-futebol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 21:24:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Meninas de um lado. Meninos de outro”. Na escola ou na faculdade de educação física, o educador físico brasiliense Loeh da Silva Araújo, de 32 anos, homem trans, não esperava esse tipo de orientação. Brasília (DF), 28/06/2026 &#8211; Loeh da Silva Araújo, professor. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil “E agora?”, se perguntava. Hoje, o professor, como repudia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Meninas de um lado. Meninos de outro”. Na escola ou na faculdade de educação física, o educador físico brasiliense Loeh da Silva Araújo, de 32 anos, homem trans, não esperava esse tipo de orientação.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Orgulho-LGBT-pessoas-trans-celebram-projeto-de-inclusao-pelo-futebol.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Orgulho-LGBT-pessoas-trans-celebram-projeto-de-inclusao-pelo-futebol.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 28/06/2026 - Loeh da Silva Araújo, durante entrevista para a Agência Brasil, em evento do Dia do orgulho LGBT+ no Eixão do Lazer. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Brasília (DF), 28/06/2026 &#8211; Loeh da Silva Araújo, professor. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>“E agora?”, se perguntava. Hoje, o professor, como repudia a exclusão, abraçou um projeto que reúne pessoas trans masculinas e femininas para jogar futebol em espaços públicos no Distrito Federal. </p>
<p>“Mas é muito mais do que futebol. Conversamos, nos unimos, cuidamos da nossa saúde mental, nos conhecemos e não nos sentimos mais solitários”, diz o professor.</p>
<p>Ele participou, neste domingo (28), de uma celebração do Dia do Orgulho LGBTQIA+ no centro de Brasília. </p>
<p>No evento, aproveitou para pedir visibilidade ao projeto “Instituto Menines Bons de Bola”, que se reúne às quintas e domingos em nome de pertencimento, um “golaço” dentro e fora das quadras. Já são 150 pessoas inscritas.</p>
<p>Para ele, é fundamental garantir espaço de visibilidade, representação e união para um público que lida diariamente com hostilidades e processos de exclusão.</p>
<p>O coordenador do núcleo trans do grupo ativista Estruturação, Ceu Otaviano, de 37 anos, avalia que pessoas trans têm sido excluídas de práticas esportivas.</p>
<p>“O projeto do futebol ajuda na saúde mental de muitas pessoas”. </p>
<h2>Inclusão</h2>
<p>Entre as participantes, a lojista Mayura Kali, de 24 anos, gostaria de ter mais tempo para a prática esportiva, mas ainda trabalha em escala de seis dias trabalhados para um de descanso (6&#215;1).</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1782681891_943_Orgulho-LGBT-pessoas-trans-celebram-projeto-de-inclusao-pelo-futebol.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 28/06/2026 - Mayura Kali, durante entrevista para a Agência Brasil, em evento do Dia do orgulho LGBT+ no Eixão do Lazer. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Brasília (DF), 28/06/2026 &#8211; Mayura Kali, de 24 anos, gostaria de ter mais tempo para a prática esportiva. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>“Mas quando chego no futebol, tudo fica melhor. Já me destaquei no gol. Agora sou atacante. No futebol, posso ter conversas que não tenho no trabalho”.</p>
<p>Da mesma forma, a autônoma Lilith Lunar, de 25 anos, que trabalha como artesã e bartender.</p>
<p>“Esses encontros que nos proporcionamos nos fortalecem para o dia a dia da vida da gente, que é tão difícil”. </p>
<h2>Espaços violentos </h2>
<p>O professor Loeh lamenta que recebe das participantes um retorno que muitos não gostavam das aulas de educação física da escola, porque quadras e vestiários eram reconhecidos como espaços de violência, incluindo de agressões físicas a bullying. </p>
<p>“Precisamos escolher os espaços que frequentamos para que sejam de construção e que a gente possa se blindar das violências”, afirma.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1782681891_153_Orgulho-LGBT-pessoas-trans-celebram-projeto-de-inclusao-pelo-futebol.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 28/06/2026 - Lilith Lunar, durante entrevista para a Agência Brasil, em evento do Dia do orgulho LGBT+ no Eixão do Lazer. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Brasília (DF), 28/06/2026 &#8211; Lilith Lunar, de 25 anos, que trabalha como artesã e bartender. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>O professor diz que, enquanto as pessoas esperam a hora de jogar, durante os revezamentos em quadra, podem desabafar. “Piadinhas ou apelidos não autorizados são proibidos na nossa atividade”.</p>
<h2>Sonho de pai</h2>
<p>Para o professor, o projeto mostra que a população tem possibilidades de viver e se divertir.</p>
<p>“Não é só estar vivo. Além de uma época de luta, é tempo comemoração também”.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1782681891_155_Orgulho-LGBT-pessoas-trans-celebram-projeto-de-inclusao-pelo-futebol.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 28/06/2026 - Daymon Luis, durante entrevista para a Agência Brasil, em evento do Dia do orgulho LGBT+ no Eixão do Lazer. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Brasília (DF), 28/06/2026 &#8211; Daymon Luiz durante evento do Dia do Orgulho LGBTQIA+. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Entre as pessoas que celebravam a data, outro atleta era Daymon Luiz, de 27 anos, que ama o futebol e trabalha em uma rede de bares no Distrito Federal. </p>
<p>Ele, que já teve uma gestação, é pai de uma menina de três anos de idade.</p>
<p>“Eu a levo para o futebol e também para os nossos atos. Ela é uma menina preta e já conversamos com ela sobre diversidade. Espero que, quando ela crescer, o mundo seja bem melhor”. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/orgulho-lgbt-pessoas-trans-celebram-projeto-de-inclusao-pelo-futebol" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/orgulho-lgbt-pessoas-trans-celebram-projeto-de-inclusao-pelo-futebol/">Orgulho LGBT: pessoas trans celebram projeto de inclusão pelo futebol</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Hapvida realiza “Copa da Inclusão 2026” com vivências terapêuticas para crianças neurodivergentes em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 21:18:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O clima da Copa do Mundo também será utilizado como ferramenta de desenvolvimento infantil em Manaus. Entre os dias 25 e 29/05, a Hapvida promove a “Copa da Inclusão 2026”, na Unidade TEA Vieiralves. A iniciativa reúne atividades terapêuticas voltadas para crianças neurodivergentes, com elementos do futebol para estimular habilidades importantes no cotidiano. A proposta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O clima da Copa do Mundo também será utilizado como ferramenta de desenvolvimento infantil em Manaus. Entre os dias 25 e 29/05, a Hapvida promove a “Copa da Inclusão 2026”, na Unidade TEA Vieiralves. A iniciativa reúne atividades terapêuticas voltadas para crianças neurodivergentes, com elementos do futebol para estimular habilidades importantes no cotidiano.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A proposta foi construída a partir de estratégias clínicas e sensoriais adaptadas às necessidades das crianças atendidas pela unidade. Durante a programação, serão trabalhados aspectos como comunicação, interação social, coordenação motora, organização emocional e autonomia. As atividades acontecem em ambiente preparados, com previsibilidade de rotina e acompanhamento profissional multidisciplinar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A ação contará com participação de equipes de fonoaudiologia, terapia ocupacional, fisioterapia, psicomotricidade, psicopedagogia, nutrição e psicologia. Cada atividade foi planejada de forma integrada entre os profissionais da unidade. O objetivo é transformar o interesse das crianças pelo universo da Copa em experiências terapêuticas funcionais e acessíveis.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além das atividades clínicas, o projeto também busca auxiliar as crianças na adaptação às mudanças de rotina provocadas pelo período da Copa do Mundo. Alterações nos horários, aumento de estímulos e mudanças no ambiente social costumam impactar diretamente crianças neurodivergentes. Por isso, a programação trabalha estratégias ligadas à previsibilidade e segurança emocional.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Lizandra Cortez, coordenadora da unidade TEA Vieiralves, da Hapvida, a proposta da “Copa da Inclusão 2026” vai além de uma programação temática. O projeto foi desenvolvido com foco terapêutico e acompanhamento multidisciplinar. A iniciativa também visa o acolhimento das famílias durante o processo de desenvolvimento infantil.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A Copa da Inclusão foi pensada para que cada criança participe das atividades dentro do seu tempo e das suas necessidades. Trabalhamos com estratégias terapêuticas estruturadas, respeitando limites sensoriais e estimulando habilidades importantes para o dia a dia. A participação da família também faz diferença nesse processo”, destaca Lizandra.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os responsáveis também serão incentivados a participar das atividades ao longo da semana. O envolvimento familiar fortalece os vínculos e amplia os resultados trabalhados durante as terapias. A programação acontece exclusivamente para pacientes acompanhados pela Unidade TEA Vieiralves.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Sobre a Hapvida</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com mais de 80 anos de experiência, a Hapvida é hoje a maior empresa de saúde integrada da América Latina. A companhia, que possui mais de 77 mil colaboradores, atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado de ponta a ponta, a partir de 85 hospitais, 74 prontos atendimentos, 364 clínicas médicas e 309 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
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		<title>Dia da Síndrome de Down busca ampliar inclusão e combater preconceito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 11:53:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Síndrome de Down, condição genética mais frequentemente associada à deficiência intelectual, é lembrada neste sábado (21), data que representa a presença de três cromossomos no par 21.  Instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como Dia Internacional da Trissomia do Cromossomo 21 (T21), o 21 de março tem o objetivo de combater o preconceito, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Síndrome de Down, condição genética mais frequentemente associada à deficiência intelectual, é lembrada neste sábado (21), data que representa a presença de três cromossomos no par 21. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Dia-da-Sindrome-de-Down-busca-ampliar-inclusao-e-combater.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como Dia Internacional da Trissomia do Cromossomo 21 (T21), o 21 de março tem o objetivo de combater o preconceito, promover a conscientização e ampliar oportunidades de inclusão, assegurando direitos fundamentais como acesso à educação, saúde e trabalho.</p>
<p>Respondendo por cerca de um quarto dos casos de alterações no desenvolvimento intelectual, característica presente em todos as pessoas com a síndrome, a condição não é uma doença, mas pode estar associada a algumas particularidades físicas, cognitivas e de saúde. </p>
<p>Embora seja mais conhecida como Síndrome de Down, o termo mais adequado é Trissomia do Cromossomo 21 ou T21, pois descreve a condição genética real. </p>
<p>O nome é atribuído ao nome do médico pediatra inglês John Langdon Down, o primeiro a descrever clinicamente a associação dos sinais característicos das pessoas com SD, em 1866.</p>
<p>No Brasil, estima-se que a síndrome ocorra em aproximadamente um a cada 700 nascimentos, o que representa cerca de 270 mil pessoas. Em escala global, a incidência é de cerca de um caso a cada 1 mil nascidos vivos. </p>
<p>O diagnóstico pode ser realizado durante a gestação, por meio de exames de pré-natal. Entre as características físicas mais comuns estão baixa estatura, olhos amendoados, face achatada, dedos curtos e língua proeminente.</p>
<h2>Características</h2>
<p>As condições de saúde mais frequentes das pessoas com Síndrome de Down são atraso no desenvolvimento, cardiopatias congênitas, problemas auditivos, visuais e na coluna, alterações na tireoide e distúrbios neurológicos. O acompanhamento médico multidisciplinar é fundamental para a qualidade de vida.</p>
<p>Segundo a especialista em distúrbios do desenvolvimento Luciana Brites, do Instituto NeuroSaber, a comemoração da data é importante para a reflexão e para chamar a atenção sobre as particularidades da Síndrome de Down. </p>
<p>“Isso ajuda a diminuir uma das maiores barreiras que a gente vê, que é a questão do preconceito, a questão pejorativa. Esse dia nos ajuda a falar mais e a desmistificar esse tema, trazendo informações relevantes e baseadas em evidência científica para que o conceito da acessibilidade e da inclusão seja realmente efetivo”, avalia. </p>
<p>Luciana destaca que a deficiência intelectual possível em pessoas com T21 pode gerar dificuldades na aprendizagem relacionadas à linguagem, raciocínio lógico e memória, aspectos que influenciam no processo de escolarização e tornam essencial a adaptação de estratégias pedagógicas às necessidades individuais.</p>
<p>“O primeiro passo para fazermos a inclusão é entender o transtorno ou a deficiência com que estamos lidando. Como cada pessoa tem suas peculiaridades, diferenças, comorbidades e é muito importante compreender isso no caso da Síndrome de Down, porque também é possível que o indivíduo tenha alterações auditivas, por exemplo.”</p>
<h2>Desenvolvimento e inclusão</h2>
<p>A profissional ressaltou que a escola precisa entender as necessidades de cada aluno para auxiliar no crescimento e desenvolvimento com o objetivo de torná-lo um adulto autônomo e capaz de desempenhar uma função no mercado de trabalho.</p>
<p>“A escola vai participar do desenvolvimento acadêmico com as habilidades de leitura e escrita, adequando o ensino a cada demanda. Como a Síndrome de Down já pode ser identificada ainda na barriga da mãe, quanto mais cedo estimulamos esse bebê, melhor será a cognição e a autonomia”, disse.</p>
<p>Segundo a psicopedagoga, o ensino deve ser feito com adaptações e estratégias pedagógicas baseadas em evidências científicas. Um exemplo é a instrução fônica, com ensino sistemático e explícito das relações entre letras e sons, que apresenta melhores resultados a longo prazo, mesmo que seja mais lento e precise de mais repetição.</p>
<p>“É preciso que a alfabetização parta do desenvolvimento consistente de habilidades precursoras, que são as habilidades que estimulam o processo de alfabetização lá na frente, com abordagens multissensoriais e instruções explícitas, que trazem muito sucesso e ganhos. É muito importante acreditar que eles conseguem aprender e quanto mais aumentarmos a interação e a participação, mais eles aprenderão”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/dia-da-sindrome-de-down-busca-ampliar-inclusao-e-combater-preconceito" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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