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	<title>indígena Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>indígena Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Líder indígena Raoni passa por exames e segue internado em Sinop</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 19:03:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O líder indígena Cacique Raoni Metuktire, de 94 anos de idade, segue internado no Hospital Dois Pinheiros, em Sinop, no Mato Grosso, onde ingressou na terça-feira (5). Ele foi transferido de Peixoto de Azevedo, com dores abdominais. Os exames laboratoriais e de imagem constataram um quadro de hérnia diafragmática traumática crônica, condição que o cacique [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder indígena Cacique Raoni Metuktire, de 94 anos de idade, segue internado no Hospital Dois Pinheiros, em Sinop, no Mato Grosso, onde ingressou na terça-feira (5). Ele foi transferido de Peixoto de Azevedo, com dores abdominais. Os exames laboratoriais e de imagem constataram um quadro de hérnia diafragmática traumática crônica, condição que o cacique já tinha.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Lider-indigena-Raoni-passa-por-exames-e-segue-internado-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com o hospital, Raoni apresentou boa resposta ao tratamento clínico para controle da dor e do desconforto abdominal, além da fisioterapia respiratória. Novos exames foram feitos nesta sexta-feira (8), mostrando boa evolução.</p>
<p>Segundo boletim médico do hospital, Raoni foi avaliado pela equipe médica do hospital, incluindo acompanhamento cardiológico conduzido pelo Dr. Raphael Arikawa e pelo cirurgião torácico Dr. Luilson Geraldo Coelho Junior. O tratamento foi definido pelo corpo clínico do hospital e pelo Dr. Douglas Antônio Rodrigues, que acompanha o líder indígena há mais de 30 anos.</p>
<p>“Considerando a idade e as comorbidades pré-existentes, entre elas doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e uso de marcapasso cardíaco, optou-se pela adoção de tratamento conservador, sem indicação de procedimento cirúrgico neste momento”, diz o boletim.</p>
<p>Durante a internação foram realizados exames de sangue, tomografia computadorizada, eletrocardiograma e ecocardiograma. O exame cardiológico mais recente não apresentou alterações em relação aos anteriores.</p>
<p>Há previsão de alta nos próximos dias, porém sem data definida.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-05/lider-indigena-raoni-passa-por-exames-e-segue-internado-em-sinop" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Indígena aprovada no Sisu antes de concluir ensino médio garante vaga na Ufam</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/indigena-aprovada-no-sisu-antes-de-concluir-ensino-medio-garante-vaga-na-ufam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 16:27:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há exatos 40 dias, a jovem indígena Emanuelle Õkapa deu início à realização de um sonho de infância: estudar para se tornar uma bióloga. Essa conquista só foi possível graças a uma atuação conjunta da Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) e da Defensoria Pública da União (DPU). Isso porque a estudante, da etnia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há exatos 40 dias, a jovem indígena Emanuelle Õkapa deu início à realização de um sonho de infância: estudar para se tornar uma bióloga. Essa conquista só foi possível graças a uma atuação conjunta da Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) e da Defensoria Pública da União (DPU).</p>
<p>Isso porque a estudante, da etnia Apurinã, nascida e criada em Tapauá, foi aprovada pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para cursar o bacharelado em Ciências Biológicas em Manaus antes de concluir o Ensino Médio.</p>
<p>Dado o curto prazo para a matrícula e o fato de ela ainda não ter completado os 18 anos, a família buscou a ajuda da Defensoria Pública para recorrer ao Judiciário a fim de garantir a vaga e a realização de um exame final extraordinário que permitiu a conclusão antecipada do 3º ano na escola, o que possibilitou que ela iniciasse a graduação.</p>
<p>O caso de Emanuelle chegou à DPE-AM por meio da unidade da Defensoria em Tapauá no início do ano. A mãe da jovem, Isa Santarém, conta que procurou a instituição por orientação do diretor da escola onde a primogênita estudava.</p>
<p>“Fui no mesmo dia até a Defensoria e já me informei sobre quais documentos seriam necessários e tudo mais”, recorda a mãe. Ela lembra que o prazo, entre a publicação da lista de aprovados e a data final para a realização da matrícula, era de apenas cinco dias.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Articulação institucional</h2>
<p>Diante da urgência, o defensor público Renato Fernandes ressaltou que a situação exigiu articulação institucional e a atuação coordenada.</p>
<p>“A adolescente já havia sido convocada para matrícula, mas ainda precisava cursar o terceiro ano do Ensino Médio. Se nada fosse feito, ela perderia a vaga. Nós estruturamos o mandado de segurança pedindo a aplicação de uma prova para aferição de conhecimento e a reserva da vaga na universidade até a emissão do certificado”, detalha o defensor.</p>
<p>Como o processo, além da Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc), envolvia a Ufam, cuja competência jurisdicional é da Justiça Federal, a DPU precisou ser acionada.</p>
<p>Por meio da atuação do defensor público federal João Thomas Luchsinger, a DPU formalizou a petição na Justiça Federal com base na minuta elaborada pela DPE-AM.</p>
<p>Emanuelle diz que os momentos entre a aprovação no Sisu e a efetivação da matrícula foram de aflição.</p>
<p>“Eu tive muito medo de perder a vaga, mas minha mãe me deu muita força, dizendo que iriamos conseguir por meio da Defensoria. Foi muito legal ver a maneira como asseguraram os meus direitos para eu poder estar aqui hoje”, ressalta a jovem universitária.</p>
<p>Isa Santarém afirma que sempre teve fé que a filha conseguiria realizar o sonho, mas que ainda assim se surpreendeu com o trabalho da Defensoria Pública.</p>
<p>“Tenho muita gratidão ao trabalho do defensor Renato Fernandes. Eu falo para todo mundo que foi algo extraordinário, que ele é um profissional de alta competência, porque o tempo era muito pequeno”, ressalta, ao lembrar que pessoas próximas, preocupadas com a situação, tentavam reduzir as expectativas das duas em relação ao processo, observando que algumas decisões judiciais demoram para sair.</p>
<p>“Mas, não. A decisão saiu em um dia e, no dia seguinte, a Ufam deferiu a matrícula dela”, enfatiza.</p>
<p>Ao descrever o atendimento da DPE-AM, a mãe afirma que viu “empenho e uma vontade muito grande de ajudar”.</p>
<p>“Teve ocasiões em que o doutor Renato me mandou mensagem à noite pedindo documentos. Então, isso alegrava muito o meu coração, de saber que tinha alguém se importando que tudo desse certo, que estava trabalhando até fora do seu horário de trabalho regular. Por isso sou muito grata”, relembra.</p>
<p>Após a decisão favorável do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), Emanuelle fez a prova, foi aprovada e pôde dar sequência aos procedimentos para iniciar a graduação em Manaus.</p>
<p>Do despertar para a biologia à aprovação para a Ufam</p>
<p>Emanuelle Õkapa conta que, por ser indígena e por ter crescido no interior, sempre teve muito contato com a natureza e sempre foi curiosa. “Era um hobby meu pesquisar sobre a vida no geral, a vida humana, animal e as plantas também”, recorda.</p>
<p>“No interior, eu sempre perguntava para a minha vó qual o curso que a gente estuda isso. Um dia resolvemos assistir a um programa de TV e aí vimos biólogos falando. Ali nasceu uma semente, mas eu fui crescendo e vendo outros cursos também”, acrescenta.</p>
<p>A jovem sempre estudou em escolas públicas e não teve condições de pagar cursinhos pré-vestibulares. “Eu estudava sozinha em casa. Lia, corria para o YouTube e fiz o Enem. Quando eu vi minha nota, lembrei da biologia, e apliquei no Sisu para ver, vi que tinha chances. Fui olhar a grade do curso e me reencontrei com o sonho de infância. Então, me inscrevi”, relata.</p>
<p>A aprovação do Sisu, ressalta Emanuelle, foi um dos momentos mais felizes da vida. “Foram noites estudando, renunciando a muita coisa porque tinha esse objetivo de passar. Quando vi que fui aprovada, corri para contar para minha mãe. Foi muita alegria”, finaliza.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Conquista coletiva</h2>
<p>Isa Santarém diz que, além de uma vitória pessoal da família, a conquista da filha ingressar na Ufam é simbólica para os povos do interior, especialmente de Tapauá, município da calha do Purus que fica a dois dias de viagem de barco de Manaus.</p>
<p>“Sempre fiz de tudo para meus filhos alcançarem coisas que eu não alcancei, para pisarem lugares que eu não pisei. Eu me sinto realizada através da vida da minha filha. Tenho 42 anos e agora que eu estou terminando a minha primeira graduação, mas ela está entrando para faculdade com 17. Então, isso significa muita coisa. Ela vai ser referência para os outros jovens da família e da nossa comunidade”, afirma.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Estratégia jurídica</h2>
<p>Estudantes aprovados em universidades antes da conclusão do Ensino Médio costumam recorrer ao exame supletivo para obter certificação antecipada. No entanto, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) vedou a emissão de certificado por meio de supletivo para jovens com menos de 18 anos, o que inviabilizou essa alternativa para Emanuelle.</p>
<p>Diante disso, a Defensoria Pública adotou outra estratégia jurídica. O pedido apresentado não buscou supletivo, mas a aplicação de uma avaliação extraordinária pela própria rede estadual de ensino, nos moldes de avanço de série. Como se trata do último ano do Ensino Médio, a aprovação na prova resulta na certificação regular.</p>
<p>O desfecho favorável estabelece um parâmetro no Amazonas, que poderá ser aplicado em novos casos de alunos aprovados precocemente em universidades.</p>
<p>Segundo o defensor público Renato Fernandes, o processo foi considerado, desde o início, um caso complexo. Para que a Emanuelle conseguisse efetivar a matrícula no curso, a reunião da documentação necessária e a atuação da Defensoria foram uma corrida contra o tempo.</p>
<p>“Quando a matrícula na Ufam começou, a Emanuelle ainda não tinha concluído o Ensino Médio. Trabalhamos na orientação dela e da mãe para o preenchimento dos documentos corretos e corremos contra o tempo para acionar todas as instituições envolvidas. Era um caso que envolvia o sonho de uma adolescente e isso mexe muito com a gente, porque sabemos da importância do acesso ao Ensino Superior. Quando saiu a liminar, foi emocionante”, ressaltou.</p>
<p>A parceria com a DPU foi essencial para a resolução do processo, visto que a Ufam não é de competência do Estado. Para o defensor público da União João Thomas Luchsinger, a atuação conjunta teve um final feliz para todos os envolvidos.</p>
<p>“A sensação é de missão cumprida. Esse foi um caso emocionante, onde notamos essa falha da Universidade Federal do Amazonas em reconhecer a trajetória da nossa assistida, que estudou integralmente em uma escola pública a vida toda. Faltou uma atenção maior para o potencial da Emanuelle, que, sem a atuação conjunta das Defensorias, talvez não pudesse realizar o seu sonho de viver a ciência”, ressaltou.</p>
<p><em>(*) Com informações da assessoria</em></p>
<p>Leia Mais:</p>
<p>No Dia dos Povos Indígenas, organizações cobram demarcações e proteção</p>
<p>Últimos dias de inscrições para formação em Cultura Digital para índigenas</p>
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		<title>Mostra &#8216;Olhar Indígena&#8217; tem exibição gratuita em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/mostra-olhar-indigena-tem-exibicao-gratuita-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 18:10:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Mostra de Cinema Olhar Indígena chega à terceira edição com exibição gratuita neste sábado (18). A programação começa às 18h30, no Cineteatro Guarany, na Villa Ninita, anexo ao Palácio Rio Negro, no Centro de Manaus. O evento integra o projeto Cinema de Arte. Além disso, o Governo do Amazonas promove a programação por meio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Mostra de Cinema Olhar Indígena chega à terceira edição com exibição gratuita neste sábado (18). A programação começa às 18h30, no Cineteatro Guarany, na Villa Ninita, anexo ao Palácio Rio Negro, no Centro de Manaus.</p>
<p>O evento integra o projeto Cinema de Arte. Além disso, o Governo do Amazonas promove a programação por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Produções indígenas ganham protagonismo</h2>
<p>A mostra reúne curtas-metragens produzidos por indígenas. As obras foram desenvolvidas durante oficinas de formação audiovisual em comunidades de Manaus. A classificação é livre.</p>
<p>A iniciativa é organizada pelo cineasta Diogo Ferreira. O projeto foi contemplado em duas edições do programa Manaus Faz Cultura. Com isso, busca levar o audiovisual para dentro das comunidades.</p>
<p>Além disso, a proposta capacita moradores. Assim, eles passam a contar suas próprias histórias com base em suas vivências.</p>
<p>Segundo o diretor, o diferencial está na construção de um cinema feito de dentro para fora.</p>
<p>“A ideia é que os próprios moradores sejam os agentes do audiovisual, trazendo o olhar da comunidade, e não um olhar externo sobre ela”, destaca Diogo Ferreira.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Filmes destacam cultura e vivências</h2>
<p>A programação reúne seis produções feitas entre 2023 e 2024. Os filmes foram gravados em territórios indígenas como Parque das Tribos, comunidade Waikiru, Aldeia Gavião e Aldeia Três Unidos.</p>
<p>Entre os destaques está o curta “Mapinguari” (2023). O filme é inédito na mostra. Ele apresenta uma narrativa inspirada na mitologia amazônica sob a perspectiva de jovens indígenas.</p>
<p>Além disso, o público poderá assistir a outros títulos. Entre eles estão “Nusoken: Nosso lugar, nossa Waikiru” (2023), “Impacto” (2023), “A Caça” (2023), “Valentes” (2023) e “Tawa Hywi” (2024).</p>
<p>Dessa forma, a mostra apresenta um panorama diverso de histórias, tradições e vivências.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Sinopses dos filmes</h2>
<p>“Mapinguari” (2023 | 3 min): Um jovem descrente das lendas de seu povo desafia seus amigos ao propor uma prova de coragem envolvendo a entidade mitológica Mapinguari, questionando os limites entre crença e realidade.</p>
<p>“A Caça” (2023 | 4min53s): Um jovem indígena, obcecado pela caça, ignora os alertas sobre o protetor da floresta. Ao desafiar esses avisos, ele se depara com as consequências de suas escolhas.</p>
<p>“Impacto” (2023 | 2min32s): Durante uma caçada, um jovem encontra algo inesperado, um avião, e decide segui-lo, iniciando uma jornada que transforma sua visão de mundo.</p>
<p>“Valentes” (2023 | 4min02s): Um grupo de jovens compartilha histórias de visagens e acontecimentos misteriosos às margens de um igarapé, em uma disputa entre imaginação e possíveis verdades.</p>
<p>“Nusoken: Nosso lugar, nossa Waikiru” (2023 | 23min01s): O documentário apresenta a importância da escola de língua materna para a comunidade Waikiru, destacando identidade, educação e desenvolvimento coletivo.</p>
<p>“Tawa Hywi” (2024 | 14min14s): Produzido na Aldeia Gavião, o filme retrata o cotidiano e a cultura do povo Sateré-Mawé, evidenciando o protagonismo indígena na construção de narrativas audiovisuais.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Evento fortalece diálogo intercultural</h2>
<p>A mostra ocorre em abril, mês dedicado aos povos indígenas. Por isso, reforça a valorização dessas culturas.</p>
<p>Além disso, o evento se consolida como espaço para produções independentes e comunitárias. Ao mesmo tempo, promove o diálogo intercultural.</p>
<p>Assim, indígenas e não indígenas compartilham experiências e visões.</p>
<p>Por fim, com entrada gratuita, a Mostra Olhar Indígena convida o público a conhecer histórias reais. As narrativas ampliam o acesso ao cinema e fortalecem a produção cultural nas comunidades.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Serviço</h2>
<p>Evento: Mostra de Cinema Olhar Indígena<br />Data: sábado (18/04)<br />Horário: 18h30<br />Local: Cineteatro Guarany, Villa Ninita – Centro de Manaus<br />Entrada: gratuita</p>
<p>Leia mais: </p>
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		<title>Verba para super poço em reserva indígena está garantido, diz ministro</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/verba-para-super-poco-em-reserva-indigena-esta-garantido-diz-ministro-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 16:44:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, anunciou nesta quinta-feira (9) que já estão disponíveis os R$ 53 milhões destinados à construção de um sistema de abastecimento de água para a maior reserva indígena urbana do país, em Dourados, no Mato Grosso do Sul. Formada pelas aldeias Bororó e Jaguapiru, a reserva reúne cerca de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, anunciou nesta quinta-feira (9) que já estão disponíveis os R$ 53 milhões destinados à construção de um sistema de abastecimento de água para a maior reserva indígena urbana do país, em Dourados, no Mato Grosso do Sul.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1775753083_233_Verba-para-super-poco-em-reserva-indigena-esta-garantido-diz.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Formada pelas aldeias Bororó e Jaguapiru, a reserva reúne cerca de 20 mil indígenas dos povos Guarani Nhandeva, Guarani Kaiowá e Terena, que há mais de cinco anos enfrentam escassez da água.</p>
<p>A situação foi agravada com um surto recente de chikungunya no município, que vitimou principalmente os povos indígenas. </p>
<p>De acordo com os últimos dados divulgados pelo Ministério da Saúde, no sábado (4), o município já somava 3.596 notificações, com 1.314 casos confirmados, dos quais 914 entre os indígenas.</p>
<p>“Nós já acompanhávamos essa situação crítica da reserva indígena de Dourados e como primeiro ato [ao assumir o ministério] assinamos essa ordem de serviço justamente para que as obras comecem”, declarou o ministro.</p>
<p>Eloy Terena disse que as lideranças desses povos pedem a criação de uma instância representativa de governança, para acompanhamento semanal dos recursos destinados aos governos locais e federal para execução das obras e ações na reserva indígena.</p>
<p>“Esse é um compromisso que eu assumi lá com as lideranças indígenas, não só em relação a esse recurso dos poços, mas em relação aos outros recursos que nós anunciamos também para o enfrentamento da epidemia de chikungunya”, disse.</p>
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<h2>Andamento</h2>
<p>De acordo com o ministro, o último documento que faltava para o início das obras que viabilizarão dois super poços com sistema de distribuição para as aldeias Bororó e Jaguapiru foi assinado na sexta-feira (3) e o recurso já foi disponibilizado ao estado do Mato Grosso do Sul, que executará a obra por meio da empresa de saneamento estadual, a Sanesul.</p>
<p>De acordo com nota divulgada pela empresa, o projeto para execução da obra passa atualmente por aprovação da Caixa Econômica Federal, instituição responsável pelo repasse dos recursos.</p>
<p>“Paralelamente, já foi realizado o cadastramento junto à Agesul [Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos] da etapa de perfuração dos poços, com previsão de contratação e início das atividades ainda neste semestre”, destacou o informe.</p>
<p>A Sanesul informou ainda que os editais para o início das próximas etapas de contratação para execução da obra deverão ser publicados logo após a liberação dos recursos pela Caixa e com o início da obra. A previsão de conclusão é de dois anos.</p>
<p>De acordo com o ministro Eloy Terena, no momento as comunidades são provisoriamente abastecidas por pequenos poços instalados de forma emergencial, por meio de uma parceria com a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).</p>
<p>São 15 poços equipados com caixa d’água, bomba e painel solar para atender a demanda até que o sistema definitivo de abastecimento seja concluído. </p>
<p>“Agora vem o que nós chamamos de super poços, que são os que irão resolver mesmo o problema estrutural. É por isso que nós alocamos ali uma ordem de R$ 53 milhões, para construir esses poços estruturais e fazer a ligação da rede de distribuição”, disse.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/verba-para-super-poco-em-reserva-indigena-esta-garantida-diz-ministro" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Verba para super poço em reserva indígena está garantido, diz ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 15:20:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, anunciou nesta quinta-feira (9) que já estão disponíveis os R$ 53 milhões destinados à construção de um sistema de abastecimento de água para a maior reserva indígena urbana do país, em Dourados, no Mato Grosso do Sul. Formada pelas aldeias Bororó e Jaguapiru, a reserva reúne cerca de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, anunciou nesta quinta-feira (9) que já estão disponíveis os R$ 53 milhões destinados à construção de um sistema de abastecimento de água para a maior reserva indígena urbana do país, em Dourados, no Mato Grosso do Sul.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Verba-para-super-poco-em-reserva-indigena-esta-garantido-diz.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Formada pelas aldeias Bororó e Jaguapiru, a reserva reúne cerca de 20 mil indígenas dos povos Guarani Nhandeva, Guarani Kaiowá e Terena, que há mais de cinco anos enfrentam escassez da água.</p>
<p>A situação foi agravada com um surto recente de chikungunya no município, que vitimou principalmente os povos indígenas. </p>
<p>De acordo com os últimos dados divulgados pelo Ministério da Saúde, no sábado (4), o município já somava 3.596 notificações, com 1.314 casos confirmados, dos quais 914 entre os indígenas.</p>
<p>“Nós já acompanhávamos essa situação crítica da reserva indígena de Dourados e como primeiro ato [ao assumir o ministério] assinamos essa ordem de serviço justamente para que as obras comecem”, declarou o ministro.</p>
<p>Eloy Terena disse que as lideranças desses povos pedem a criação de uma instância representativa de governança, para acompanhamento semanal dos recursos destinados aos governos locais e federal para execução das obras e ações na reserva indígena.</p>
<p>“Esse é um compromisso que eu assumi lá com as lideranças indígenas, não só em relação a esse recurso dos poços, mas em relação aos outros recursos que nós anunciamos também para o enfrentamento da epidemia de chikungunya”, disse.</p>
<h2>Andamento</h2>
<p>De acordo com o ministro, o último documento que faltava para o início das obras que viabilizarão dois super poços com sistema de distribuição para as aldeias Bororó e Jaguapiru foi assinado na sexta-feira (3) e o recurso já foi disponibilizado ao estado do Mato Grosso do Sul, que executará a obra por meio da empresa de saneamento estadual, a Sanesul.</p>
<p>De acordo com nota divulgada pela empresa, o projeto para execução da obra passa atualmente por aprovação da Caixa Econômica Federal, instituição responsável pelo repasse dos recursos.</p>
<p>“Paralelamente, já foi realizado o cadastramento junto à Agesul [Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos] da etapa de perfuração dos poços, com previsão de contratação e início das atividades ainda neste semestre”, destacou o informe.</p>
<p>A Sanesul informou ainda que os editais para o início das próximas etapas de contratação para execução da obra deverão ser publicados logo após a liberação dos recursos pela Caixa e com o início da obra. A previsão de conclusão é de dois anos.</p>
<p>De acordo com o ministro Eloy Terena, no momento as comunidades são provisoriamente abastecidas por pequenos poços instalados de forma emergencial, por meio de uma parceria com a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).</p>
<p>São 15 poços equipados com caixa d’água, bomba e painel solar para atender a demanda até que o sistema definitivo de abastecimento seja concluído. </p>
<p>“Agora vem o que nós chamamos de super poços, que são os que irão resolver mesmo o problema estrutural. É por isso que nós alocamos ali uma ordem de R$ 53 milhões, para construir esses poços estruturais e fazer a ligação da rede de distribuição”, disse.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/verba-para-super-poco-em-reserva-indigena-esta-garantido-diz-ministro" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Rádio Nacional da Amazônia faz cobertura especial do Abril Indígena</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/radio-nacional-da-amazonia-faz-cobertura-especial-do-abril-indigena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 10:23:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Rádio Nacional da Amazônia, veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), faz programação especial dedicada ao “Abril Indígena”, período que destaca a luta, a resistência e a resiliência dos povos indígenas brasileiros. Com reconhecida vocação para dar visibilidade a essas pautas, a emissora reforça, ao longo do mês, seu compromisso com a valorização e a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rádio Nacional da Amazônia, veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), faz programação especial dedicada ao “Abril Indígena”, período que destaca a luta, a resistência e a resiliência dos povos indígenas brasileiros. Com reconhecida vocação para dar visibilidade a essas pautas, a emissora reforça, ao longo do mês, seu compromisso com a valorização e a ampliação dessas vozes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Radio-Nacional-da-Amazonia-faz-cobertura-especial-do-Abril-Indigena.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A partir desta segunda-feira (6), a Rádio Nacional da Amazônia estreia o especial “Abril Indígena” em seu Serviço Internacional com programetes em inglês e espanhol que vão ao ar diariamente às 4h50, 7h20 e 22h50. Os conteúdos são voltados ao público de outros países que acompanham a programação via ondas curtas. As peças abordam as histórias, culturas, línguas, movimentos, resistência e expressões artísticas dos povos indígenas.</p>
<p>Os tradicionais programas da Rádio Nacional da Amazônia também vão enfatizar a pauta indígena no mês de abril. Os conteúdos vão pautar as edições dos programas diários <em>Mosaico</em> (12h30), <em>Nacional Jovem</em> (13h30), <em>Tarde Nacional</em> (15h) e <em>Viva Maria</em> (11h e 16h05). O <em>Natureza Viva</em>, que vai ao ar às 9h dos domingos, também repercute o tema.</p>
<p>Entre os assuntos, está o Acampamento Terra Livre – maior mobilização indígena da América e Latina – que ocorre entre os dias 5 e 11 de abril, em Brasília (DF). Com o tema “Nosso futuro não está à venda: a resposta somos nós”, o encontro deste ano deve reunir milhares de indígenas de diversas regiões do país para discutir direitos territoriais, políticas públicas e os desafios enfrentados por eles diante do atual cenário político e ambiental.</p>
<p>Os programas Mosaico, Nacional Jovem e Natureza Viva também ganham transmissão pelas ondas da Rádio Nacional do Alto Solimões.</p>
<p>Serviço – Rádio Nacional na cobertura do Abril Indígena, por meio dos seguintes programas:</p>
<p> &#8211; <em>Mosaico</em></p>
<p>Rádio Nacional da Amazônia e Rádio Nacional do Alto Solimões – Segunda a sexta, às 12h30 (horário de Brasília) e 10h30 (horário local de Tabatinga/AM)</p>
<p>&#8211; <em>Nacional Jovem</em></p>
<p>Rádio Nacional da Amazônia e Rádio Nacional do Alto Solimões – Segunda a sexta, às 13h30 (horário de Brasília) e 11h30 (horário local de Tabatinga/AM)</p>
<p>&#8211; <em>Tarde Nacional</em></p>
<p>Rádio Nacional da Amazônia – Segunda a sexta, às 15h (horário de Brasília)</p>
<p>&#8211; <em>Viva Maria</em></p>
<p>Rádio Nacional da Amazônia – Segunda a sexta, às 11h e 16h05 (horário de Brasília)</p>
<p>&#8211; <em>Natureza Viva</em></p>
<p>Rádio Nacional da Amazônia, Rádio Nacional AM Brasília e Rádio Nacional do Alto Solimões – Domingos, às 9h (horário de Brasília) e 7h (horário local de Tabatinga/AM)</p>
<p>Como sintonizar a Rádio Nacional</p>
<p>&#8211; Brasília: FM 96,1 MHz e AM 980 Khz</p>
<p>&#8211; Rio de Janeiro: FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz</p>
<p>&#8211; São Paulo: FM 87,1 MHz</p>
<p>&#8211; Recife: FM 87,1 MHz</p>
<p>&#8211; São Luís: FM 93,7 MHz</p>
<p>&#8211; Amazônia: 11.780KHz e 6.180KHz OC</p>
<p>&#8211; Alto Solimões: FM 96,1 MHz</p>
<p> WhatsApp da Nacional</p>
<p>&#8211; Rádio Nacional FM: (61) 99989-1201</p>
<p>&#8211; Rádio Nacional AM: (61) 99674-1536</p>
<p>&#8211; Rádio Nacional da Amazônia: (61) 99674-1568</p>
<p>&#8211; Rádio Nacional do Rio de Janeiro: (21) 97119-9966</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/radio-nacional-da-amazonia-faz-cobertura-especial-do-abril-indigena" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Mentor de estupro coletivo contra criança indígena de 3 anos é preso no AM</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/mentor-de-estupro-coletivo-contra-crianca-indigena-de-3-anos-e-preso-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 20:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Beruri (AM) — Um homem de 19 anos foi preso apontado como mentor de um estupro de vulnerável coletivo contra uma criança indígena de apenas três anos. A prisão preventiva ocorreu nesta quarta-feira (1º/04), em uma ação conjunta entre a 80ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Beruri e a Polícia Militar do Amazonas (PMAM). [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Beruri (AM) — Um homem de 19 anos foi preso apontado como mentor de um estupro de vulnerável coletivo contra uma criança indígena de apenas três anos. A prisão preventiva ocorreu nesta quarta-feira (1º/04), em uma ação conjunta entre a 80ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Beruri e a Polícia Militar do Amazonas (PMAM).</p>
<p>O crime aconteceu em dezembro de 2025, na comunidade Fortaleza, zona rural do município. Enquanto o mentor estava foragido até então, outros dois comparsas, de 24 e 25 anos, já haviam sido presos em flagrante na época do crime.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Vítima foi atacada enquanto dormia</h2>
<p>Segundo o delegado Jailton Santos, a vítima e a irmã dormiam em casa com as luzes acesas no momento do crime. A mãe das crianças estava em uma confraternização na residência vizinha quando percebeu que as luzes do imóvel haviam sido apagadas.</p>
<p>Ao retornar para verificar, a mãe encontrou a filha chorando muito e com sangramentos. No local, ela avistou um dos criminosos, enquanto os outros dois davam cobertura do lado de fora e se revezavam nos abusos. Os homens fugiram assim que foram flagrados pela genitora.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Investigação e captura nas “Terras Vermelhas”</h2>
<p>Devido à distância da comunidade, o caso só foi registrado no dia seguinte. O abuso sexual foi confirmado por meio de exame de corpo de delito. Enquanto dois envolvidos foram capturados imediatamente, as investigações continuaram para localizar o mentor intelectual do ataque.</p>
<p>“Após o levantamento de novos elementos, nós nos deslocamos até a região conhecida como Terras Vermelhas durante essa madrugada, onde ele foi encontrado e preso”, detalhou o delegado Jailton Santos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Procedimentos Judiciais</h2>
<p>O homem responderá pelo crime de estupro de vulnerável. Após a prisão, ele foi encaminhado para a delegacia, onde passará por audiência de custódia e permanecerá à disposição da Justiça.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Homem é preso por estuprar criança no bairro Colônia Antônio Aleixo</p>
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		<item>
		<title>Líder indígena brasileiro é anistiado 43 anos após sua morte</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/lider-indigena-brasileiro-e-anistiado-43-anos-apos-sua-morte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 23:16:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Anistia declarou anistiado nesta sexta-feira (27), post-mortem, Marçal Souza Tupã-Y, renomado líder indígena brasileiro da etnia Guarani-Kaiowá.  A decisão unânime dos conselheiros da Comissão de Anistia ocorre 43 anos após o assassinato do indígena, ocorrido em 25 de novembro de 1983.  A anistia política post mortem foi concedida com base na lei [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Anistia declarou anistiado nesta sexta-feira (27), post-mortem, Marçal Souza Tupã-Y, renomado líder indígena brasileiro da etnia Guarani-Kaiowá. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Lider-indigena-brasileiro-e-anistiado-43-anos-apos-sua-morte.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A decisão unânime dos conselheiros da Comissão de Anistia ocorre 43 anos após o assassinato do indígena, ocorrido em 25 de novembro de 1983. </p>
<p>A anistia política post mortem foi concedida com base na lei que repara pessoas atingidas por atos de exceção com motivação política entre 1946 e 1988.</p>
<p>O pedido de anistia foi encaminhado em 2023 pela família de Marçal, em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF). </p>
<h2>Desculpas</h2>
<p>“Em nome do Estado brasileiro peço desculpas aos seus parentes pelas atrocidades que lhes causou o Estado ditatorial”, afirmou a ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, Macaé Evaristo, durante o julgamento do pedido de anistia, em Brasília.</p>
<p>“Ao Marçal, à sua família, aos seus companheiros de luta e a toda a sociedade, ao mesmo tempo que lhe agradecemos pela sua luta e resistência contra o Estado ditatorial e em favor da democracia”, acrescentou.</p>
<h2>Parecer</h2>
<p>O parecer técnico que embasou a decisão registra que Marçal era técnico de enfermagem e servidor do quadro funcional da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), tendo sido alvo de vigilância desde 1971, conforme ficha de investigação social. </p>
<p>O documento aponta que ele foi punido com transferências forçadas a título de punição, como registrado em ofício de 21 de fevereiro de 1983. </p>
<p>“Estamos também aplicando uma punição ao atendente de enfermagem Marçal de Souza e transferindo-o daquela comunidade”, aponta o ofício. </p>
<p>Com a decisão, a União admite responsabilidade pelas violações cometidas contra a liderança e concede reparação econômica aos familiares, no valor de R$ 100 mil, limite máximo previsto em lei.</p>
<p>Em discurso durante a sessão da Comissão de Anistia, a filha de Marçal, Edna Silva de Souza, disse que “como meu pai dizia, o mundo guarani, o mundo indígena hoje é visto como um mundo obscuro, mas neste mundo obscuro, na cosmovisão do povo indígena, existem pontos brilhantes e esses pontos são as pessoas que de uma certa forma têm a mesma sensibilidade do patamar da sensibilidade indígena”. </p>
<p>“Por isso vocês estão aqui. Vocês são esses pontos brilhantes. Ele lutou por isso até a morte e ele sabia: &#8216;Eu sou uma pessoa marcada para morrer, mas por uma causa justa a gente morre.&#8217; Ele morreu pelo seu povo”.</p>
<h2>Omissão</h2>
<p>O secretário-executivo do Ministério dos Povos Indígenas, Eloy Terena, afirmou que “Marçal de Souza é sim uma vítima da omissão sistêmica do Estado brasileiro, que permitiu por meio do seu aparato autoritário a perseguição de lideranças indígenas, a transferência, o deslocamento de comunidades indígenas inteiras e a própria desproteção territorial”.</p>
<p>Terena lembrou ainda que a terra indígena onde Marçal vivia, a Nhanderu Marangatu, foi homologada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2005, no seu primeiro mandato.</p>
<p>“Mas nós só conseguimos entregar efetivamente essa terra agora em 2024, por meio inclusive de um acordo que fizemos no território federal”, disse. </p>
<p>“Portanto, mesmo depois da Constituição ter assegurado esse direito, mesmo depois do presidente Lula ter homologado essa terra, foi preciso ainda a comunidade indígena esperar mais 19 anos para efetivamente ter o seu território demarcado”, acrescentou.</p>
<p>A ministra Macaé Evaristo destacou, ao final da sessão, o papel da resistência indígena como elemento central na formação do país e cobrou do Estado o enfrentamento ao apagamento histórico.</p>
<p>“Não tem democracia possível sem memória, não há justiça possível sem verdade e não há futuro possível enquanto persistir o apagamento da história dos povos indígenas”, disse a ministra. </p>
<p>“O direito à memória, à verdade e à justiça não é uma abstração. Ela é uma obrigação concreta do Estado brasileiro”, afirmou.</p>
<h2>Marçal</h2>
<p>Marçal de Souza Tupã-Y nasceu em 1920 em Rincão Júlio, na região de Ponta Porã, no Mato Grosso dos Sul. Aos 63 anos, foi assassinado com cinco tiros na porta de sua casa na aldeia Campestre, TI Nhanderu Marangatu, em Antônio João, após décadas de atuação em defesa dos povos originários. </p>
<p>Considerado um dos pioneiros do movimento indígena no Brasil, integrou a comissão que deu origem à União das Nações Indígenas, criada em junho de 1980 em Campo Grande, da qual foi vice-presidente a partir de 1981.</p>
<p>Marçal de Souza foi postumamente declarado Herói Nacional do Brasil, conforme consta na Lei 14.402/2022. </p>
<p>Seu nome batiza o prêmio anual entregue pela Câmara Municipal de Dourados a pessoas e instituições que promovem os direitos indígenas. </p>
<p>A expectativa da família e das organizações indígenas é que a anistia contribua para ampliar o reconhecimento da trajetória de Marçal e da violência histórica sofrida pelos povos originários durante o regime militar.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/lider-indigena-brasileiro-e-anistiado-43-anos-apos-sua-morte" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Indígena é preso suspeito de ameaçar madrasta em Manacapuru</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 17:48:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um indígena de 24 anos foi preso, nesta segunda-feira (23/03) suspeito de ameaçar a madrasta, de 41 anos, no município de Manacapuru, no interior do Amazonas. O fato ocorreu na aldeia Catipirir, na zona rural do município. Conforme a delegada Joyce Coelho, titular da DEP de Manacapuru, a equipe policial tomou conhecimento do caso após [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um indígena de 24 anos foi preso, nesta segunda-feira (23/03) suspeito de ameaçar a madrasta, de 41 anos, no município de Manacapuru, no interior do Amazonas. O fato ocorreu na aldeia Catipirir, na zona rural do município.</p>
<p>Conforme a delegada Joyce Coelho, titular da DEP de Manacapuru, a equipe policial tomou conhecimento do caso após a vítima relatar, na delegacia, que vinha sofrendo furtos reiterados praticados pelo enteado.</p>
<p>“A vítima informou que o indivíduo é usuário de drogas e sustenta o vício mediante a subtração de bens. No dia 15 de março deste ano, ele teria adentrado a residência e furtado um aparelho celular, um perfume e cartões magnéticos”, relatou a delegada.</p>
<p>Segundo a autoridade policial, a mulher também informou que, no domingo (22/03), o autor retornou ao imóvel e, ao ser confrontado sobre os furtos, passou a proferir ameaças de morte contra ela e contra quaisquer pessoas que a defendessem.</p>
<p>“Temendo por sua integridade física, a vítima demonstrou interesse em solicitar medidas protetivas de urgência. Diante das informações, a equipe deslocou-se até a aldeia Catipirir, localizada na estrada de Novo Airão, na zona rural, onde localizou o indivíduo”, explicou Joyce Coelho.</p>
<p>Ainda de acordo com a delegada, em interrogatório, o homem negou a prática dos furtos e das ameaças, alegando que esteve no local apenas para visitar o pai e preparar alimento, afirmando, ainda, que foi acusado injustamente pela vítima.</p>
<p>“Os elementos informativos colhidos, especialmente o relato firme da vítima, indicam a ocorrência de ameaça no contexto de relação familiar, sendo relevante destacar o histórico de conflitos envolvendo subtração de bens”, afirmou.</p>
<p>Procedimentos</p>
<p>O homem foi autuado em flagrante por ameaça e poderá responder, em procedimento próprio, pelos supostos furtos anteriormente relatados. Ele permanece à disposição da Justiça.</p>
<p>Leia mais</p>
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		<title>Três homens são presos por matar indígena de 17 anos no Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 00:49:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Três homens identificados como Erick Emerson Pinheiro, de 29 anos, João Lucas Farias Bernardo, de 22, e José Edson Rodrigues Pinheiro, de 36, foram presos suspeitos de matar o indígena Júnior Ferreira Kulina, de 17 anos, no município de Eirunepé, no interior do Amazonas. As prisões foram realizadas na segunda-feira (16) pela Polícia Civil do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Três homens identificados como Erick Emerson Pinheiro, de 29 anos, João Lucas Farias Bernardo, de 22, e José Edson Rodrigues Pinheiro, de 36, foram presos suspeitos de matar o indígena Júnior Ferreira Kulina, de 17 anos, no município de Eirunepé, no interior do Amazonas.</p>
<p>As prisões foram realizadas na segunda-feira (16) pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Eirunepé, a 1.160 quilômetros de Manaus.</p>
<p>O crime ocorreu no dia 26 de janeiro deste ano, na comunidade Flores, zona rural do município. Além dos três adultos, adolescentes de 14, 16 e 17 anos também foram apreendidos por envolvimento no caso.</p>
<p>De acordo com o delegado Alcir Rodrigues, as investigações começaram após os pais da vítima procurarem a delegacia para registrar a ocorrência.</p>
<p>“Com base nas informações, nos deslocamos até o local e conseguimos identificar seis pessoas envolvidas na ação criminosa”, explicou.</p>
<p>Segundo a polícia, a motivação do crime teria sido um desentendimento ocorrido no dia anterior. A vítima teria, supostamente, apontado uma espingarda contra o filho de um dos suspeitos e, dias antes, efetuado disparos contra outros envolvidos.</p>
<p>Diante da gravidade do caso, a Justiça autorizou a prisão preventiva de dois suspeitos e a prisão temporária do terceiro. Todos foram localizados e presos na mesma comunidade onde o crime aconteceu.</p>
<p>Durante a operação, os três adolescentes foram apreendidos, ouvidos e posteriormente liberados.</p>
<p>Os suspeitos irão responder por homicídio qualificado e corrupção de menores e permanecem à disposição da Justiça.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Motorista é preso por atropelar e matar casal indígena no Amazonas</p>
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