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	<title>infância Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>infância Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Unicef cobra compromisso com a infância do próximo governador do Rio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/unicef-cobra-compromisso-com-a-infancia-do-proximo-governador-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 21:21:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A prevenção das violências contra crianças e adolescentes devem orientar as políticas públicas do próximo governo do estado do Rio de Janeiro, defendeu o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Nesta terça-feira (11), a organização fez um chamado às candidaturas, diante do alto índice de mortes violentas intencionais no estado e divulgou uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A prevenção das violências contra crianças e adolescentes devem orientar as políticas públicas do próximo governo do estado do Rio de Janeiro, defendeu o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Nesta terça-feira (11), a organização fez um chamado às candidaturas, diante do alto índice de mortes violentas intencionais no estado e divulgou uma agenda com sugestões divididas em três eixos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Unicef-cobra-compromisso-com-a-infancia-do-proximo-governador-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“O estado [do Rio] precisa de um plano para reduzir homicídios, esclarecer cada morte e proteger os territórios mais afetados fazendo uma política de segurança pública de fato protetiva, que preserve vidas, com metas e transparência e governança”, destacou a chefe do escritório do Unicef para o Rio de Janeiro, Flávia Antunes. A redução da violência letal é um dos três tópicos da agenda do Fundo.</p>
<p>No Rio, 1.261 crianças e adolescentes foram mortos e mais 12 mil estuprados, entre 2021 e 2023, segundo o Unicef e Fórum Brasileiro de Segurança Pública.</p>
<p>Para a organização internacional, os números revelam uma violência persistente, dentro e fora de casa, que interrompe vidas, compromete a aprendizagem o próprio futuro do país. Por isso, afirma o Unicef, a proteção da infância e da adolescência deve orientar o programa de governo e as ações do próximo governador.</p>
<p>Flávia Antunes, chefe do escritório do Unicef, explica que o chamado busca provocar um compromisso público, de não perder mais nenhuma criança ou adolescente para a violência. Segundo a especialista, proteger essa faixa de idade é estratégico.</p>
<p>“Quando a gente protege esse público a gente fortalece a educação, a saúde, a segurança pública, a economia e a democracia ao mesmo tempo”, afirmou Antunes.</p>
<p>Além das ações para reduzir as mortes violentas, a agenda do Unicef inclui medidas para garantir a permanência na escola, ampliar a coordenação entre áreas de governos e fortalecer a rede de proteção e atendimento às vítimas. As ações foram construídas com especialistas, sociedade civil, adolescentes e os próprios jovens.</p>
<p>Ao divulgar a agenda, em evento na cidade do Rio, o Unicef também se ofereceu para apoiar o próximo governo a colocar em prática as medidas recomendas.</p>
<p>Conheça os principais pontos da agenda:</p>
<p>Educação que protege:</p>
<p>. Garantir acesso, permanência e conclusão da educação básica, por meio da busca ativa e estratégias de prevenção às violências na escola;</p>
<p>. Ampliar oportunidade de formação profissional, aprendizagem e inclusão produtiva para adolescentes e jovens.</p>
<p>Segurança pública que preserva vidas:</p>
<p>. Implementar integralmente a Lei Estadual Ágatha Félix (9.180/2021) e ampliar a investigação de dos homicídios de crianças e adolescentes;</p>
<p>https://www.alerj.rj.gov.br/Visualizar/Noticia/50027</p>
<p>. Criar uma política estadual de redução dos homicídios de adolescentes e jovens, com metas, monitoramento e participação social;</p>
<p>. Instituir uma governança intersetorial permanente entre segurança pública, educação, saúde e assistência social para a proteção da infância;</p>
<p>. Garantir mobilidade segura para acrianças e adolescentes em territórios afetados pela violência.</p>
<p>Rede de proteção que não abandona nenhuma criança:</p>
<p>. Implementação plena da Lei Federal da Escuta Protegida (13.431/2017) no estado, buscando impedir novo sofrimento de vítimas ou testemunhas de violência;</p>
<p>. Criar o primeiro Centro de Atendimento Integrado para crianças e adolescentes vítimas de violência na capital e expandir o modelo no estado;</p>
<p>. Ampliar o acesso a serviços especializados de proteção e atendimento às vítimas;</p>
<p>Fortalecer a rede de atenção à saúde mental de crianças, adolescentes e jovens.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-08/unicef-cobra-compromisso-com-infancia-do-proximo-governador-do-rio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Controle do colesterol deve começar na infância, alerta cardiologista</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/controle-do-colesterol-deve-comecar-na-infancia-alerta-cardiologista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 14:02:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alerta]]></category>
		<category><![CDATA[cardiologista]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Nacional de Prevenção e Controle do Colesterol, comemorado neste sábado (8), o vice-presidente do Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Renato Jorge Alves, reforça que investir em prevenção é a melhor forma de evitar complicações cardiovasculares. Em entrevista à Agência Brasil, o cardiologista destacou que um estudo publicado em setembro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia Nacional de Prevenção e Controle do Colesterol, comemorado neste sábado (8), o vice-presidente do Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Renato Jorge Alves, reforça que investir em prevenção é a melhor forma de evitar complicações cardiovasculares.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Controle-do-colesterol-deve-comecar-na-infancia-alerta-cardiologista.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, o cardiologista destacou que um estudo publicado em setembro de 2025 recomenda que todas as pessoas façam a dosagem do colesterol aos 10 anos de idade. &#8220;O conselho que eu dou é que todo mundo faça um exame preventivo de colesterol, junto com o de glicose&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo Alves, também é fundamental adotar hábitos saudáveis para evitar que outros fatores de risco se somem ao colesterol elevado e aumentem as chances de infarto. Caso o exame detecte níveis altos de colesterol, a orientação é procurar acompanhamento médico e seguir corretamente o tratamento prescrito.</p>
<p>&#8220;Não vá atrás de médicos que falam na internet para não tomar remédios contra colesterol, porque isso é uma falácia&#8221;, alertou. De acordo com ele, interromper o tratamento aumenta o risco de complicações. &#8220;Assim como acontece com diabetes e hipertensão, o colesterol volta a subir quando a medicação é suspensa.&#8221;</p>
<h2>Dieta carnívora</h2>
<p>A Sociedade Brasileira de Cardiologia também alerta que o colesterol elevado está associado a hábitos de vida que comprometem não apenas a saúde do coração, mas o metabolismo como um todo.</p>
<p>Para Alves, a chamada dieta carnívora — baseada exclusivamente no consumo de carne e que elimina alimentos de origem vegetal — não é indicada para reduzir o colesterol.</p>
<p>&#8220;Isso é uma invenção&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo o cardiologista, uma alimentação saudável deve ser equilibrada, com proteínas, carboidratos e gorduras em quantidades adequadas. Segundo o especialista, uma dieta baseada apenas em carne é rica em gordura saturada, que aumenta o colesterol LDL, conhecido como colesterol ruim.</p>
<p>Quem já apresenta colesterol elevado deve evitar o consumo excessivo de carne vermelha, pois isso pode elevar ainda mais os níveis de LDL. Além disso, esse tipo de alimentação pode aumentar o ácido úrico e favorecer a formação de placas de gordura nas artérias, elevando o risco cardiovascular.</p>
<p>&#8220;Não é uma dieta aconselhável&#8221;, resumiu.</p>
<h2>Estilo de vida</h2>
<p>Para reduzir o colesterol, a primeira recomendação é investir em alimentação saudável e atividade física.</p>
<p>Segundo Alves, deve-se evitar o excesso de gordura saturada, presente principalmente em carne vermelha, chocolates, frios e embutidos, além da gordura trans, encontrada em alimentos ultraprocessados, como salgadinhos e biscoitos recheados.</p>
<p>&#8220;A pior gordura que tem é essa&#8221;, disse, referindo-se à gordura trans.</p>
<p>O especialista explicou que mudanças na alimentação costumam reduzir o colesterol entre 5% e 10%, porque cerca de 70% da substância é produzida pelo próprio organismo.</p>
<p>Alves pontuou que quando os níveis ultrapassam 300 miligramas por decilitro (mg/dL), entretanto, há forte indicação de origem genética. Nesses casos, além das mudanças no estilo de vida, é necessário tratamento medicamentoso.</p>
<p>A prática de atividade física também é essencial. A recomendação é acumular entre 150 e 300 minutos de exercícios por semana.</p>
<p>O cardiologista ressaltou ainda que a qualidade do sono influencia o metabolismo. Dormir mal pode favorecer o aumento do colesterol e dos triglicérides, gordura associada ao processo inflamatório das artérias.</p>
<p>&#8220;O processo de aterosclerose não acontece apenas pelo acúmulo de gordura, mas também pela inflamação&#8221;, explicou.</p>
<p>O estresse também pode contribuir para elevar a pressão arterial e prejudicar o controle do colesterol.</p>
<h2>Estatinas</h2>
<p>Nos casos de hipercolesterolemia de origem genética, o tratamento inclui o uso de medicamentos, principalmente as estatinas, prescritas por um médico.</p>
<p>&#8220;O paciente não deve interromper esse tratamento&#8221;, reforçou.</p>
<p>Caso a estatina isoladamente não seja suficiente para atingir a meta de colesterol estabelecida pelo médico, outros medicamentos podem ser associados, de acordo com o risco cardiovascular de cada paciente.</p>
<p>Segundo Alves, atualmente existem versões genéricas das estatinas, que se tornaram mais acessíveis.</p>
<p>Ele lamentou, porém, a disseminação de informações falsas nas redes sociais sobre esses medicamentos.</p>
<p>&#8220;Vejo muitas pessoas, inclusive médicos, dizendo que colesterol não existe ou que estatinas fazem mal. Isso não é verdade. Muitas vezes é marketing pessoal.&#8221;, avaliou.</p>
<p>O cardiologista destacou que as evidências científicas sobre os benefícios das estatinas são consistentes há mais de três décadas.</p>
<p>&#8220;O primeiro grande estudo foi publicado em 1994. Desde então, há evidências robustas de redução de infarto, acidente vascular cerebral e morte por doença cardiovascular.&#8221;</p>
<p>Segundo ele, a desinformação sobre o tema preocupa especialmente porque o colesterol elevado permanece entre os principais fatores de risco para doenças cardiovasculares.</p>
<h2>Hipercolesterolemia familiar</h2>
<p>Alves chamou atenção para a hipercolesterolemia familiar, doença genética que pode provocar níveis extremamente elevados de colesterol ainda na infância.</p>
<p>Existem casos em que crianças apresentam infarto aos 10 anos de idade por causa da doença.</p>
<p>&#8220;Nesses pacientes, o colesterol sobe de tal forma que pode obstruir as coronárias ainda na infância.&#8221;</p>
<p>Quanto mais cedo o diagnóstico e o início do tratamento, maiores são as chances de aumentar a sobrevida desses pacientes.</p>
<h2>Obesidade</h2>
<p>O cardiologista explicou que a obesidade está relacionada principalmente à síndrome metabólica, condição que costuma estar associada a diabetes, hipertensão e aumento da gordura abdominal.</p>
<p>Essa gordura favorece alterações metabólicas que podem atingir órgãos como fígado, rins e pâncreas.</p>
<p>No caso da hipercolesterolemia familiar, entretanto, a obesidade normalmente não faz parte do quadro inicial e tende a aparecer apenas mais tarde, quando se somam fatores relacionados ao estilo de vida.</p>
<h2>Fatores de risco</h2>
<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde, infarto e acidente vascular cerebral (AVC) continuam sendo as principais causas de morte no Brasil e no mundo.</p>
<p>Segundo Alves, colesterol elevado, diabetes, tabagismo e hipertensão formam os principais fatores de risco para essas doenças.</p>
<p>A obesidade também vem ganhando importância diante do crescimento de sua incidência na população.</p>
<p>&#8220;Eu diria que ela já é o quinto fator de risco&#8221;, afirmou.</p>
<p>O especialista explicou que a obesidade provoca um estado inflamatório crônico que favorece a instabilidade das placas de gordura nas artérias, aumentando o risco de infarto.</p>
<p>Além da obesidade, outras doenças inflamatórias crônicas, como lúpus, HIV, artrite reumatoide, fibromialgia e doença inflamatória intestinal, também podem contribuir para alterações nas artérias e aumentar o risco cardiovascular, embora em menor escala devido à menor frequência desses casos.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/controle-do-colesterol-deve-comecar-na-infancia-alerta-cardiologista" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Manaus recebe Caminhão ODS com cultura e proteção à infância</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/manaus-recebe-caminhao-ods-com-cultura-e-protecao-a-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:31:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[caminhão]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de 2 de junho, Manaus recebe uma nova edição do Ecoarte Container Itinerante nas Escolas + Circuito Cultural ODS — 2ª Edição. A iniciativa promove atividades gratuitas que unem arte, sustentabilidade, cidadania e proteção social em escolas públicas e na Praia da Ponta Negra. Há sete anos, o Caminhão ODS percorre diferentes regiões [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A partir de 2 de junho, Manaus recebe uma nova edição do Ecoarte Container Itinerante nas Escolas + Circuito Cultural ODS — 2ª Edição. A iniciativa promove atividades gratuitas que unem arte, sustentabilidade, cidadania e proteção social em escolas públicas e na Praia da Ponta Negra.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Há sete anos, o Caminhão ODS percorre diferentes regiões do Brasil. Ao longo desse período, o projeto tem promovido conscientização, participação comunitária e acesso à cultura por meio dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nesta edição, as atividades integram a agenda de impacto social da Vibra. Além disso, no dia 14 de junho, o Caminhão ODS realizará uma programação especial aberta ao público na Praia da Ponta Negra.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Projeto fortalece sustentabilidade e proteção social</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Realizado pelo Ministério da Cultura e pela NTICS Projetos, com patrocínio da Vibra por meio da Lei de Incentivo à Cultura, o projeto transforma escolas e espaços públicos em ambientes de aprendizado, convivência e troca de experiências.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, a iniciativa aproxima crianças, jovens e famílias de temas ligados à sustentabilidade, cidadania, criatividade e fortalecimento das redes de proteção social.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além de oferecer uma programação cultural itinerante, o projeto busca estimular o senso de pertencimento, ampliar o diálogo sobre desenvolvimento sustentável e fortalecer comunidades mais conscientes, inclusivas e seguras para crianças e adolescentes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Após a passagem por Manaus, a ação seguirá para o Rio de Janeiro.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Iniciativa reforça combate à violência sexual contra crianças</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O projeto também integra as ações do Movimento Violência Sexual Zero. A iniciativa foi criada pela Vibra, pela Childhood Brasil, pelo Instituto Liberta e pelo Grupo Mulheres do Brasil.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, o movimento reúne mais de 210 empresas e organizações que atuam na conscientização e na prevenção da violência sexual contra crianças e adolescentes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Ao longo de sete anos de circulação nacional, o Caminhão ODS vem promovendo experiências culturais e educativas voltadas à sustentabilidade, cidadania e impacto social em diferentes territórios do país. A iniciativa também contribui para fortalecer redes de conscientização, participação comunitária e proteção social, conectando escolas, famílias, empresas e lideranças locais”, explica Ana Xavier, CEO da NTICS Projetos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para a Vibra, ações como essa reforçam o compromisso da companhia com o desenvolvimento sustentável e a transformação positiva dos territórios onde atua.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Na Vibra, entendemos que sustentabilidade também significa fortalecer redes de proteção social e ampliar o acesso à educação e à conscientização nos territórios. Projetos como o Caminhão ODS conectam cultura, cidadania e mobilização comunitária para promover ambientes mais seguros e inclusivos para crianças e adolescentes”, afirma Aspen Andersen, vice-presidente de Gente, Tecnologia e ESG da Vibra.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Escolas públicas recebem oficinas e apresentações culturais</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Nas escolas públicas, a programação inclui apresentações do espetáculo “Conhecendo os ODS”, oficinas de artes cênicas, atividades de improvisação, expressão corporal e palestras educativas voltadas para estudantes e educadores.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, a expectativa é impactar cerca de 1.600 alunos nas duas cidades atendidas pelo projeto. Para isso, a iniciativa utiliza a arte e a participação coletiva como ferramentas de engajamento social, criatividade e formação cidadã.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, as atividades estimulam reflexões sobre sustentabilidade, convivência e responsabilidade coletiva.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Praia da Ponta Negra terá programação aberta ao público</h2>
<p class="wp-block-paragraph">No dia 14 de junho, a Praia da Ponta Negra receberá uma programação gratuita voltada para toda a população.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O público poderá acompanhar apresentações culturais, exposição fotográfica, cenografia interativa, conteúdos audiovisuais e experiências relacionadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, instituições e agentes locais participarão das atividades por meio de ações colaborativas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Já no dia 12 de junho, Manaus sediará o Talks ODS. O encontro reunirá empresas, universidades, lideranças e parceiros institucionais para debater sustentabilidade, inovação social e impacto territorial na Amazônia.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com isso, a iniciativa pretende fortalecer o diálogo entre cultura, educação, setor privado e desenvolvimento sustentável.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Caminhão ODS é referência nacional na Agenda 2030</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de sete anos de atuação, o Caminhão ODS passou por diversas cidades brasileiras, entre elas Rio de Janeiro (RJ), Cuiabá (MT), Paranaguá (PR), Rondonópolis (MT) e Lucas do Rio Verde (MT).</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com isso, o projeto consolidou-se como uma das principais iniciativas brasileiras de popularização da Agenda 2030 por meio da cultura, da educação e da participação comunitária.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além de promover acesso gratuito à informação, a iniciativa oferece experiências culturais, atividades educativas e ações de impacto territorial. Dessa forma, aproxima os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável do cotidiano de milhares de pessoas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O projeto também investe em acessibilidade. Entre os recursos disponíveis estão intérprete de Libras, espaços acessíveis, mediação educativa e ferramentas inclusivas em parte da programação.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Programação</h2>
<h3 class="wp-block-heading">Atividades nas escolas</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Data: 2 a 10 de junho</p>
<li>2 de junho — Escola Municipal Professor João Crysóstomo de Oliveira</li>
<li>3 de junho — Escola Estadual Don Milton Correa Pereira</li>
<li>10 de junho — Escola Estadual Sant’Ana</li>
<h3 class="wp-block-heading">Talks ODS</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Data: 12 de junho de 2026</p>
<p class="wp-block-paragraph">Local: Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA)<br />Avenida Governador Danilo de Matos Areosa, 160, Distrito Industrial I, Manaus (AM)</p>
<h3 class="wp-block-heading">Ecoarte Container Itinerante + Circuito Cultural ODS — 2ª Edição</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Data: 14 de junho de 2026</p>
<p class="wp-block-paragraph">Local: Praia da Ponta Negra</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entrada gratuita</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
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		<item>
		<title>Livre brincar deve ser um compromisso coletivo com a infância</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/livre-brincar-deve-ser-um-compromisso-coletivo-com-a-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 12:40:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brincar é um direito humano garantido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pela Convenção sobre os Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU). Comemorado na última quarta-feira (28), o Dia Mundial do Brincar estimulou atividades por todo país e mais uma vez provocou reflexões sobre a importância das brincadeiras para o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Brincar é um direito humano garantido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pela Convenção sobre os Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU). Comemorado na última quarta-feira (28), o Dia Mundial do Brincar estimulou atividades por todo país e mais uma vez provocou reflexões sobre a importância das brincadeiras para o desenvolvimento humano, especialmente o das crianças. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Livre-brincar-deve-ser-um-compromisso-coletivo-com-a-infancia.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Agência Brasil conversou com a pesquisadora e professora universitária especialista no tema Sarah Menezes Rocha. Ela é mãe de uma bebê de 1 ano, formadora de docentes e conselheira da Aliança pela Infância, um movimento internacional em defesa da infância e que há duas décadas celebra a data no Brasil.</p>
<p>Em manifesto sobre a importância do brincar publicado nas redes sociais na última semana, a Aliança disse que esta é a principal forma de a criança &#8220;existir, se expressar, elaborar sentimentos e compreender o mundo&#8221;.</p>
<p>A entidade alertou para a importância de reservar tempo para as brincadeiras, em um mundo cada vez mais atravessado por telas. </p>
<p>&#8220;É no brincar livre que crianças se desenvolvem, criam vínculos e se encontram com o outro, desenvolvendo a sua humanidade”, diz o texto da organização. &#8220;Brincar é a maneira da criança participar da sociedade, é expressão cidadã e democrática&#8221;.</p>
<p>Neste ano, as atividades em celebração ao Dia Mundial do Brincar vão até domingo (31). A Aliança pela Infância organizou em seu site uma agenda nacional com atividades em escolas, coletivos, organizações e comunidades por todo o país, como um chamado para que a sociedade se engaje na defesa deste direito. </p>
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<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Violencia-interrompe-transportes-e-afeta-acesso-a-educacao-no-Rio.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 30/10/2025 – Crianças brincam em praça da Vila Cruzeiro ao lado de barricadas que foram colocadas para conter avanço de policiais durante a Operação Contenção. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Crianças brincam em praça da Vila Cruzeiro ao lado de barricadas que foram colocadas para conter avanço de policiais durante a Operação Contenção. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
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<h2>Leia abaixo a entrevista</h2>
<p>Agência Brasil: O que é o brincar? A senhora pode definir exatamente? E qual sua importância?</p>
<p>Sarah Menezes Rocha: O brincar é a linguagem da própria infância. É a forma como a criança se relaciona com o mundo, com o outro e consigo mesma. Quando a criança está brincando, ela não está apenas passando o tempo, se distraindo, ela está experimentando o mundo ao seu redor, imaginando, ela está ali tendo a oportunidade de criar hipóteses, de sentir diferentes emoções, construir vínculos e também traduzir a cultura.</p>
<p>A gente tem, no Brasil, um brincar tão diverso. Em cada região, há um tipo de brincadeira peculiar. As crianças também são seres produtores de cultura, dentro do que é a grande cultura brasileira.</p>
<p>Agência Brasil: Existe uma idade limite para brincar?</p>
<p>Sarah Menezes Rocha: Não. O brincar nasce da infância, mas a gente carrega ele na nossa vida para sempre. Enquanto adultos, cabe a nós ter essa sensibilidade de poder acessar essa infância dentro de nós. A criança que a gente foi um dia está sempre conosco.</p>
<p>Agência Brasil: O brincar é fundamental na formação humana? </p>
<p>Sarah Menezes Rocha: O brincar é esse espaço privilegiado de construção do ser humano. Através da nossa brincadeira, a criança aprende a negociar, a esperar, a lidar com diferentes situações e conflitos. O brincar é a centelha da formação humana.</p>
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<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Livre-brincar-deve-ser-um-compromisso-coletivo-com-a-infancia.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Juara (MT), 08/04/2025 – Crianças indígenas brincam com bola na aldeia Pé de Mutum, Terra Indígena Japuíra, do Povo Rikbaktsa. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Crianças indígenas brincam com bola na aldeia Pé de Mutum, Terra Indígena Japuíra, do Povo Rikbaktsa. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</h6>
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<p>Agência Brasil: A Base Nacional Comum Curricular, documento do Ministério da Educação que define o que os estudantes devem aprender, estabelece o brincar como parte do currículo da educação infantil. Como o brincar está sendo aplicado?</p>
<p>Sarah Menezes Rocha: Falando como Aliança pela Infância, há trabalhos maravilhosos sendo feitos dentro de escolas, escolas públicas e em espaços não escolares. Agora, no ensino fundamental, ainda prevalece a visão de que a criança deixou de ser criança.</p>
<p>No contexto escolar, as disciplinas tomam conta desse espaço que antes era tão necessário, tão valorizado, que era o espaço da brincadeira. Porém, o brincar não deve ser periférico no currículo. Ele precisa ser reconhecido.</p>
<p>Existe hoje um risco muito grande de escolher escolarizar precocemente a infância, antecipando conteúdos e cobranças avaliativas, o que atrapalha. A criança precisa desse espaço da brincadeira, inclusive, no ensino fundamental. </p>
<p>Agência Brasil: As escolas estão preparadas para incentivar o brincar?</p>
<p>Sarah Menezes Rocha: Hoje existe uma pressão grande por desempenho dentro das escolas. E a gente precisa discutir isso com responsabilidade.</p>
<p>Vivemos uma antecipação da lógica produtivista na infância, querendo que as crianças também sejam &#8220;seres produtores&#8221;. Até mesmo crianças bem pequenas, muitas já estão convivendo com excesso de atividades dirigidas, de metas, de estímulos. Em contrapartida, têm pouco tempo para uma experiência livre.</p>
<p>Mas esse problema não nasce na escola, nasce da comunidade. Nós precisamos de um compromisso comunitário e social com o brincar. Estamos falando de ações no ambiente escolar e familiar, mas também de políticas públicas.</p>
<p>Agência Brasil: Como podemos incentivar o brincar, por onde começar?</p>
<p>Sarah Menezes Rocha: A gente pode garantir tempos menos acelerados para as crianças dentro do contexto familiar e escolar. A gente pode valorizar as experiências que as crianças têm ao ar livre; ocupar espaços seguros na cidade, praças, parques; cobrar das autoridades esses espaços com segurança; podemos promover brincadeiras coletivas em casa, no condomínio, além de incluir as crianças sempre.</p>
<p>É preciso ampliar o espaço de escuta, porque as crianças precisam ser ouvidas. Elas sabem dizer como que a gente pode abrir espaço para o brincar de forma livre. O desenvolvimento humano, de forma saudável, ocorre quando a gente oportuniza os espaços para que a criança seja criança.</p>
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<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1780144818_728_Livre-brincar-deve-ser-um-compromisso-coletivo-com-a-infancia.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 14/02/2025 - Proibição do uso de celulares nas escolas. Alunos brincam no recreio sem o uso de celulares. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agênci"/></p>
<p><h6 class="meta">Alunos brincam no recreio sem o uso de celulares. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agênci</h6>
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<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/livre-brincar-deve-ser-um-compromisso-coletivo-com-infancia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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