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	<title>injúria Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Jornalista denuncia tapa no rosto, injúria racial e ação de seguranças no Festival de Parintins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 18:48:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O jornalista Marcelo Rocha, de 28 anos, denunciou à Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) ter sofrido agressão física e injúria racial durante a cobertura da última noite do 59º Festival de Parintins. Conforme o registro da ocorrência, uma mulher deu um tapa em seu rosto e o chamou de “vagabundo” e “neguinho”. Além disso, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O jornalista Marcelo Rocha, de 28 anos, denunciou à Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) ter sofrido agressão física e injúria racial durante a cobertura da última noite do 59º Festival de Parintins. Conforme o registro da ocorrência, uma mulher deu um tapa em seu rosto e o chamou de “vagabundo” e “neguinho”. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o jornalista afirma que seguranças privados o derrubaram e o levaram à força para a Delegacia Itinerante instalada no Bumbódromo. O caso aconteceu na madrugada de segunda-feira (29) e é investigado pela Polícia Civil.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o boletim de ocorrência, a confusão começou quando uma mulher pediu que Marcelo retirasse o celular da frente dela. O jornalista respondeu que fazia a cobertura oficial do festival. Em seguida, segundo o depoimento, a mulher o agrediu e passou a ofendê-lo com insultos racistas.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Jornalista relata agressão e atuação de seguranças</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Marcelo também relatou que integrantes da equipe de segurança o imobilizaram e o conduziram até a Delegacia Itinerante. Ainda conforme o depoimento, ele permaneceu sozinho em uma sala, enquanto a mulher apontada como autora da agressão e os seguranças ficaram em outro ambiente.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“[Ele] afirma que somente foram conduzidos o chefe da equipe de segurança, outro segurança, a mulher apontada como autora da agressão inicial e uma testemunha apresentada por esta, sustentando que lhe foi negado o direito de indicar e conduzir outras pessoas que presenciaram os fatos”, diz trecho do boletim de ocorrência.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Polícia detalha atendimento da ocorrência</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Em nota, a Polícia Civil informou que adotou imediatamente as providências para apurar a ocorrência envolvendo uma mulher de 38 anos, que acompanhava o espetáculo no espaço destinado às Pessoas com Deficiência (PCD), e um profissional de imprensa de 28 anos que realizava a cobertura oficial do evento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a corporação, os policiais levaram os envolvidos ao posto da Polícia Civil instalado no Bumbódromo, onde a autoridade policial realizou os procedimentos. Em seguida, a equipe manteve cada um em ambientes separados para preservar a ordem e a integridade de todos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a Polícia Civil registrou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), colheu os depoimentos preliminares e encaminhou o procedimento ao Juizado Especial Criminal da Comarca de Parintins, que dará continuidade à apuração.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Empresa diz que seguiu protocolos</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Em nota, a empresa responsável pela segurança do Bumbódromo afirmou que atuou na ocorrência do dia 29 de junho “em conformidade com os protocolos de segurança”. Segundo a Sioux, a equipe encaminhou todos os envolvidos às autoridades competentes para a adoção das medidas cabíveis.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a empresa destacou que atua há mais de dez anos na segurança do Festival de Parintins e exerce suas atividades com “profissionalismo, imparcialidade e compromisso com a segurança de todos”.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Caso mobiliza governo e bois</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Após a repercussão do caso, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Amazonas informou que a organização do 59º Festival de Parintins não tolera práticas discriminatórias nem violações de direitos fundamentais. Além disso, afirmou que colabora com as autoridades responsáveis pela investigação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A secretaria também informou que prestou apoio ao jornalista. Segundo a pasta, a equipe do Governo do Estado auxiliou Marcelo Rocha na busca por advogados e acionou a defensora pública de plantão no festival, que entrou em contato com ele ainda durante a madrugada.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os bois Caprichoso e Garantido também se manifestaram. O Caprichoso prestou solidariedade ao jornalista e destacou a importância da imprensa livre e do respeito aos profissionais da comunicação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o Garantido repudiou “qualquer manifestação de racismo, preconceito, discriminação ou violência” e afirmou que essas condutas contrariam os princípios de respeito, dignidade e diversidade defendidos pela agremiação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais</p>
<p class="wp-block-paragraph">Jurado desativa redes sociais após nota 9,8 para a Galera do Garantido no Festival de Parintins 2026</p>
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		<item>
		<title>Deputado Gustavo Gayer vira réu no STF por injúria contra Lula</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/deputado-gustavo-gayer-vira-reu-no-stf-por-injuria-contra-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 19:11:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (28) tornar o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) réu pelo crime de injúria contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por unanimidade, o colegiado aceitou denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o parlamentar pela postagem de uma imagem falsa para associar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (28) tornar o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) réu pelo crime de injúria contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Deputado-Gustavo-Gayer-vira-reu-no-STF-por-injuria-contra.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Por unanimidade, o colegiado aceitou denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o parlamentar pela postagem de uma imagem falsa para associar o presidente ao grupo terrorista Hamas e ao nazismo.</p>
<p>Em 2024, o deputado manipulou uma foto de Lula e colocou o presidente com vestimentas militares e uma braçadeira com símbolo da suástica nazista. A imagem falsa foi produzida por inteligência artificial.</p>
<p>Após a publicação, a Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou ao deputado a remoção da postagem e acionou o Ministério da Justiça. Em seguida, a Polícia Federal (PF) abriu um inquérito contra o deputado.</p>
<p>Na sessão desta terça-feira, por 4 votos a 0, a turma acompanhou voto proferido pelo relator, ministro Flávio Dino, pela abertura da ação penal contra Gayer. </p>
<p>Dino argumenta que o uso de inteligência artificial para postar uma montagem não está acobertada pela imunidade parlamentar.</p>
<p>&#8220;Esse tema adquire especial gravidade em tempos de perigosíssimas manipulações de imagem e de vozes&#8221;, afirmou.</p>
<p>O entendimento foi acompanhado pelos ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.</p>
<h2>Defesa</h2>
<p>Durante a tramitação do inquérito, a Procuradoria-Geral da República (PGR) propôs a suspensão do processo, mas a defesa do deputado não compareceu.</p>
<p>Na sessão desta terça-feira, Gayer também não indicou advogado.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/deputado-gustavo-gayer-vira-reu-no-stf-por-injuria-contra-lula" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Argentina ré por injúria racial no Rio está de volta ao seu país</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/argentina-re-por-injuria-racial-no-rio-esta-de-volta-ao-seu-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 13:02:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A advogada argentina Agostina Páez, ré por injúria racial após ofender funcionários de um bar de Ipanema, na zona sul da capital fluminense, em janeiro deste ano, já está de volta ao seu país. Segundo o jornal argentino La Nácion, a advogada pousou em Buenos Aires na noite desta quarta-feira (1).   À imprensa local, ela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A advogada argentina Agostina Páez, ré por injúria racial após ofender funcionários de um bar de Ipanema, na zona sul da capital fluminense, em janeiro deste ano, já está de volta ao seu país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Argentina-re-por-injuria-racial-no-Rio-esta-de-volta.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo o jornal argentino <em>La Nácion</em>, a advogada pousou em Buenos Aires na noite desta quarta-feira (1).  </p>
<p>À imprensa local, ela disse estar arrependida de ter reagido mal no episódio. Na denúncia, Agostina se referiu a um negro, empregado de um bar, de forma pejorativa, e ao deixar o estabelecimento usou a palavra &#8220;mono&#8221;, que em espanhol significa macaco, além de imitar os gestos do animal. </p>
<p>Ainda de acordo com a promotoria, ela voltou a fazer ofensas racistas para os outros dois funcionários do bar, o que caracterizou três crimes.</p>
<h2>Volta</h2>
<p>Na terça-feira (31), a Justiça do Rio de Janeiro autorizou a volta da advogada a seu país natal, com a devolução do passaporte e a retirada da tornozeleira eletrônica. No entanto, ela continuará respondendo ao processo de injúria racial. </p>
<p>Ela chegou a ser presa por algumas horas no dia 6 de fevereiro, mas foi solta com a ordem de usar tornozeleira eletrônica. </p>
<p>Após ter retirado a tornozeleira eletrônica e pagar fiança de R$ 97 mil, equivalente a 60 salários mínimos, determinada pela Justiça, a advogada argentina Agostina Páez, pode deixar o país.</p>
<p>O crime de injúria racial praticado pela advogada ocorreu em 14 de janeiro deste ano, em um bar da Rua Vinícius de Moraes, em Ipanema, zona sul do Rio. Agostina Páez discutiu com funcionários do bar por causa de uma suposta cobrança indevida na conta. </p>
<p>A argentina usou termos pejorativos e chamou um funcionário de momo, macaco em espanhol, e fez gestos imitando um macaco, registrados por uma câmera de segurança da região.</p>
<p>A 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, determinou o pagamento da caução, entre outras medidas, para a advogada argentina deixar o país. </p>
<p>A liminar foi expedida pelo desembargador Luciano Silva Barreto, relator do caso. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/argentina-re-por-injuria-racial-no-rio-esta-de-volta-ao-seu-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/argentina-re-por-injuria-racial-no-rio-esta-de-volta-ao-seu-pais/">Argentina ré por injúria racial no Rio está de volta ao seu país</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Justiça manda soltar turista argentina acusada de injúria racial</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/justica-manda-soltar-turista-argentina-acusada-de-injuria-racial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Feb 2026 04:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça do Rio de Janeiro revogou no final da tarde desta sexta-feira (6) a prisão preventiva da advogada e influencer argentina, Agostina Paez, acusada de ter cometido ofensas racistas, no dia 14 de janeiro, contra quatro funcionários de um bar em Ipanema. Agostina Paez foi liberada agora à noite na delegacia. A turista argentina foi presa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Justiça do Rio de Janeiro revogou no final da tarde desta sexta-feira (6) a prisão preventiva da advogada e influencer argentina, Agostina Paez, acusada de ter cometido ofensas racistas, no dia 14 de janeiro, contra quatro funcionários de um bar em Ipanema. Agostina Paez foi liberada agora à noite na delegacia.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Justica-manda-soltar-turista-argentina-acusada-de-injuria-racial.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A turista argentina foi presa pela manhã em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela 37ª Vara Criminal da capital. Ela foi localizada em um apartamento alugado na Vargem Pequena.</p>
<p>Como o processo está em segredo de Justiça, a assessoria do Tribunal de Justiça limitou-se a informar que “a ordem de prisão preventiva foi revogada pelo juízo de primeira instância&#8221;.</p>
<p><strong>O crime ocorreu no dia 14 de janeiro, quando uma das vítimas compareceu à delegacia e relatou ter sido alvo de xingamentos de cunho racial durante uma discussão envolvendo o pagamento da conta do estabelecimento</strong>. Conforme apurado, a turista apontou o dedo para o trabalhador, utilizou a palavra mono, que significa macaco em espanhol, e passou a imitar gestos e reproduzir sons do animal.</p>
<p>As condutas criminosas foram registradas em vídeo pela própria vítima e confirmadas após análise das imagens de câmeras de segurança. Ao longo da apuração, de acordo com a Polícia Civil, agentes ouviram testemunhas e reuniram elementos probatórios que permitiram esclarecer completamente a dinâmica dos fatos.</p>
<p>Antes de decretar a prisão preventiva, a Justiça do Rio, a pedido do Ministério Público, já tinha proibido a denunciada de deixar o país, reteve o passaporte dela e determinou o uso de tornozeleira eletrônica.</p>
<p>Nessa quinta-feira (5), em uma publicação no Instagram, Agostina diz que recebeu a notificação da prisão por perigo de fuga e disse que estava usando a tornozeleira eletrônica e estava à disposição da polícia. “Estou desesperada, estou morta de medo”.<br />Na ação, consta que a versão apresentada pela denunciada é que os gestos teriam sido meras brincadeiras dirigidas às amigas.</p>
<p>O crime de injúria racial &#8211; previsto no artigo 2º-A, caput, da Lei nº 7.716/89 &#8211; prevê pena de prisão de dois a cinco anos.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/justica-manda-soltar-turista-argentina-acusada-de-injuria-racial" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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