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	<title>integração Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>integração Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Soluções para o trânsito de Manaus passam por menos carro e mais integração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 19:08:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus acorda cedo e, para muitos, o dia começa antes mesmo do sol nascer. Entre ônibus lotados, longos engarrafamentos e deslocamentos que podem ultrapassar duas horas, a mobilidade urbana se tornou um dos principais desafios da capital amazonense. Dados do Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-AM) indicam que, em 2025, a cidade ultrapassou a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus acorda cedo e, para muitos, o dia começa antes mesmo do sol nascer. Entre ônibus lotados, longos engarrafamentos e deslocamentos que podem ultrapassar duas horas, a mobilidade urbana se tornou um dos principais desafios da capital amazonense.</p>
<p>Dados do Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-AM) indicam que, em 2025, a cidade ultrapassou a marca de 1,3 milhão de veículos registrados, o equivalente a cerca de 80% de toda a frota do Amazonas. </p>
<p>Em pouco mais de uma década, o crescimento da frota chegou a 119%, enquanto a população aumentou cerca de 27%. O resultado aparece diariamente em vias como Djalma Batista, Constantino Nery e Torquato Tapajós, onde o fluxo frequentemente supera a capacidade das avenidas.</p>
<p>Além dos congestionamentos, o impacto atinge diretamente a qualidade de vida. Dados do Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que 32% dos trabalhadores levam entre 30 minutos e uma hora para chegar ao trabalho, enquanto outros 20% gastam de uma a duas horas no trajeto.</p>
<p>Para quem depende do transporte público, a rotina é ainda mais desgastante. “Fico em média 1h40 no ônibus tanto para ir quanto para voltar. Se eu sair cinco minutos atrasada, eu já sei que vou chegar tarde”, relatou a diarista Natália Silva.</p>
<p>A superlotação, a insegurança e os atrasos constantes são apontados como os principais problemas. “A gente sai de casa com medo, passa muito tempo em pé e no calor. Isso pesa muito no dia a dia”, afirmou.</p>
<p>Foto: Clóvis Miranda/DPE-AM</p>
<p>Essa realidade ajuda a explicar o aumento da procura por veículos próprios, que, por sua vez, agrava ainda mais o trânsito, um ciclo difícil de quebrar.</p>
<p>Para o especialista em mobilidade urbana Manoel Paiva, a saída mais imediata passa pela valorização do transporte coletivo, aliada a uma visão integrada e mais ampla da mobilidade.</p>
<p>“As medidas mais eficientes e urgentes passam por um transporte coletivo acessível, integrado e mais veloz, com menor tempo de espera e maior capacidade”, afirmou. Segundo ele, o sistema precisa funcionar de forma articulada, incorporando diferentes modais e ampliando a oferta de deslocamento na Região Metropolitana de Manaus (RMM). </p>
<p>Paiva também destaca que o debate não pode se limitar apenas aos ônibus. “Os caminhos para a mobilidade urbana sustentável e segura exigem políticas integradas, com visão sistêmica. A mobilidade é transversal a várias áreas e envolve desde urbanismo até saúde pública e justiça climática”, explicou.</p>
<p>Nesse contexto, ele defende o fortalecimento da chamada mobilidade ativa, que inclui deslocamentos a pé e por bicicleta. “É preciso priorizar pedestres, garantir caminhabilidade, investir em mobiliário urbano e segurança viária, especialmente para estudantes, idosos e pessoas com deficiência”, pontuou.</p>
<p>Entre as propostas, está a criação de uma rede metropolitana de ciclovias, capaz de incentivar e dar segurança ao uso da bicicleta no dia a dia. A ideia, segundo o especialista, é ampliar o acesso à cidade e reduzir a dependência do transporte motorizado, tornando a mobilidade mais inclusiva e sustentável.</p>
<p>Pensando em sanar os desafios, o Executivo Municipal lançou no início de 2026 o edital para contratar projetos de corredores exclusivos de ônibus nas zonas Norte e Leste, com investimento previsto de R$ 6,3 milhões. A proposta retoma iniciativas como a “faixa azul”, implantada em 2015 para priorizar o transporte coletivo e reduzir o tempo de viagem.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="499" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1777748901_771_Solucoes-para-o-transito-de-Manaus-passam-por-menos-carro.jpeg?resize=740%2C499&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-463163" style="aspect-ratio:1.4842730830555153;width:833px;height:auto"  />Foto: Altemar Alcantara/Semcom</p>
<p>Experiências como a de Curitiba, referência mundial em BRT (Bus Rapid Transit), mostram que corredores exclusivos, integração tarifária e embarque ágil podem transformar o sistema e reduzir significativamente os congestionamentos.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Mobilidade ativa ainda é desafio</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="647" height="425" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Solucoes-para-o-transito-de-Manaus-passam-por-menos-carro.jpg?resize=647%2C425&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-463160" style="aspect-ratio:1.522428119714685;width:836px;height:auto"  />Foto: Divulgação</p>
<p>Outra frente considerada essencial é o incentivo a modais alternativos, como bicicletas. No entanto, a realidade de Manaus ainda está distante desse cenário.</p>
<p>Com cerca de 28 quilômetros de ciclovias, menos de 1% da malha viária, a capital tem uma das menores infraestruturas cicloviárias entre as capitais brasileiras. Em comparação, Belém possui cerca de 150 quilômetros de ciclovias.</p>
<p>A falta de estrutura impacta diretamente quem tenta adotar a bicicleta como meio de transporte. “O desafio maior com certeza é o trânsito caótico. Os motoristas não dão prioridade para a gente em momento algum”, compartilhou a ciclista Glenda Araújo. “Eu fujo das avenidas e ando por dentro das comunidades, porque tenho muito medo”.</p>
<p>Ela destaca que a diferença para outras cidades é evidente. “Em Belém, você vê ciclofaixa por toda parte. Dá vontade de pedalar. Aqui, isso desmotiva”, pontuou.</p>
<p>A insegurança também é um fator decisivo. “Não me sinto segura. Tem lugares que são impossíveis de pedalar, como a Rodrigo Otávio”, completou.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="640" height="410" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1777748901_870_Solucoes-para-o-transito-de-Manaus-passam-por-menos-carro.jpeg?resize=640%2C410&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-463159" style="width:840px;height:auto"  />Foto: Divulgação/Semcom</p>
<p>Projetos como o Programa de Estímulo ao uso de bicicletas e modais alternativos, em tramitação na Câmara Municipal, buscam justamente incentivar esse tipo de deslocamento, mas ainda enfrentam dificuldades estruturais.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Tecnologia avança, mas não resolve sozinha</h3>
<p>Enquanto mudanças estruturais avançam lentamente, a tecnologia surge como aliada na gestão do trânsito.</p>
<p>Em nota, o Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) informou que cerca de 48% dos semáforos de Manaus já são inteligentes, com mais de 130 cruzamentos monitorados em tempo real. Os equipamentos utilizam câmeras para ajustar o tempo dos sinais conforme o fluxo de veículos, podendo reduzir em até 30% o tempo de deslocamento em determinados trechos.</p>
<p>Além disso, sistemas de inteligência artificial, como o Go Data Intelligence, analisam dados de aplicativos e do monitoramento urbano para identificar congestionamentos e acidentes com mais rapidez. Ferramentas como o aplicativo “Cadê Meu Ônibus” também permitem que os usuários acompanhem o transporte coletivo em tempo real.</p>
<p>Apesar dos avanços, o impacto das medidas ainda é limitado diante do crescimento acelerado da frota de veículos.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="493" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1777748901_974_Solucoes-para-o-transito-de-Manaus-passam-por-menos-carro.jpg?resize=740%2C493&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-463167"  />Foto: Dhyeizon Lemos/Semcom</p>
<p>Outro fator estrutural que agrava a mobilidade em Manaus é o modelo de expansão urbana. A cidade cresceu de forma horizontal e concentrada, com forte dependência do Centro e do Distrito Industrial. Esse formato gera deslocamentos longos e sobrecarrega os principais corredores viários.</p>
<p>Para especialistas, a solução passa por transformar Manaus em uma cidade policêntrica, com mais serviços, empregos e infraestrutura distribuídos pelas zonas Norte e Leste.</p>
<p>“Os caminhos para a mobilidade exigem políticas integradas, com visão sistêmica. A mobilidade não é um tema isolado, ela envolve urbanismo, saúde e qualidade de vida”, destacou Manoel Paiva.</p>
<p>Além disso, os estudos são unânimes: não existe solução única. Melhorar o transporte coletivo, ampliar a infraestrutura para ciclistas, investir em tecnologia e repensar o crescimento urbano são medidas complementares e urgentes.</p>
<p>A constatação reforça um ponto central: mais do que escolher entre carro, ônibus ou bicicleta, o desafio de Manaus é construir um sistema de mobilidade que funcione para todos.</p>
<p>Leia mais</p>
<p>Frota de 1,3 milhão de veículos pressiona trânsito e desafia mobilidade em Manaus</p>
<p>Lula mantém plano de indicar novo ministro ao STF após rejeição de Jorge Messias no Senado</p>
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		<title>Doula: regulamentação reforça integração da categoria ao SUS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/doula-regulamentacao-reforca-integracao-da-categoria-ao-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 12:04:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A recente regulação da profissão de doula, ocorrida na quarta-feira (8) da semana passada, permitiu um tratamento igual às profissionais em todo o país, incorporando conquistas que algumas redes estaduais e municipais alcançaram com legislações próprias. Ela trouxe, também, maior integração com o Sistema Único de Saúde (SUS). A medida foi bem recebida pelas associações de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A recente regulação da profissão de doula, ocorrida na quarta-feira (8) da semana passada, permitiu um tratamento igual às profissionais em todo o país, incorporando conquistas que algumas redes estaduais e municipais alcançaram com legislações próprias. Ela trouxe, também, maior integração com o Sistema Único de Saúde (SUS). A medida foi bem recebida pelas associações de trabalhadoras.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Doula-regulamentacao-reforca-integracao-da-categoria-ao-SUS.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O texto da lei define as atribuições das doulas, de uma forma ampla e com algum grau de indeterminação, não limitando sua atuação. Ela, porém, separa a atuação das profissionais em pré-parto, parto e pós-parto, e as posiciona em relação a outras profissões presentes na atenção às mães e bebês. Em relação às funções.</p>
<p>A lei define que não cabe à doula realizar procedimentos médicos, fisioterápicos e de enfermagem, assim como prescrever ou administrar substâncias farmacológicas, como medicamentos.</p>
<p>A limitação não enfraquece a profissão e, ao defini-la, permite uma atuação mais equilibrada e favorece a relação com os outros profissionais envolvidos, como médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, obstetras e enfermeiros-obstetras, técnicos e auxiliares de enfermagem, entre outros.</p>
<p>“A gente atua diretamente com as mulheres e entende que as doulas contribuem muito para esse cuidado mais humanizado e que no SUS assumem um papel de fortalecimento, principalmente para as mulheres que estão em uma situação de vulnerabilidade, para quem a presença das doulas se torna essencial”, explica Gislene Rossini, diretora da Associação das Doulas do Estado de São Paulo (Adosp) e diretora executiva da Federação Nacional de Doulas do Brasil (Fenadoulas).</p>
<p>O papel principal da doula, defende Rossini, está no acolhimento qualificado que a profissão promove, desenvolvendo um elo com a gestante, a família e a rede de apoio, desde os primeiros encontros, ainda no pré-natal.</p>
<p>“Isso modifica a vida daquela mulher e do seu ambiente familiar”, complementa. Esse apoio fortalece os vínculos em formação e apoia a tomada de consciência, por parte da mulher, acerca de seu papel de protagonismo no parto.</p>
<p>Essa atuação ocorre em relação de troca e fortalecimento dos outros profissionais do processo. Não há, afirma Rossini, uma disputa com outras profissões, mas uma possibilidade de construção conjunta em favor das mulheres.</p>
<p>Para a diretora da Adosp, a regulamentação é importante também neste sentido, pois reforça o papel das doulas e permite vencer resistências.</p>
<p>“No geral, a lei traz mais clareza para a população e o reconhecimento de que a profissão existe e o que ela é, e isso deve aumentar, observando os resultados que nosso trabalho traz para a população como um todo”, analisou.</p>
<p>“Ela vem somar com essa equipe, trazendo as mulheres muito mais preparadas para esse momento do parto. É uma presença que qualifica um cuidado que já existe”, completa Rossini, destacando que vê na ampliação do papel das doulas no SUS um caminho natural para os próximos anos, a partir do qual será possível ampliar o acesso aos direitos das mulheres, com atendimento gratuito e de qualidade.</p>
<p>A lei teve boa acolhida institucional. Além do reconhecimento pelo Executivo e pelo Legislativo outras profissões já buscam formas de integrar estas profissionais às equipes. É o caso da área de enfermagem, que inclui enfermeiros, obstetrizes, auxiliares e técnicos, cujo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), tem uma postura de acolhimento à profissão de doula.</p>
<p>“O Cofen vê essa regulamentação com equilíbrio e maturidade institucional. A presença da doula é positiva especialmente no acolhimento, no suporte emocional e no fortalecimento de uma experiência de parto mais humanizada”, diz à Agência Brasil o coordenador da Câmara Técnica de Saúde da Mulher no Cofen, Renne Cosmo da Costa.</p>
<p>“A enfermagem brasileira tem compromisso histórico com a humanização do parto e com o respeito às escolhas das mulheres e o ideal é que essa integração aconteça de forma harmoniosa, com papéis bem definidos”, destaca.</p>
<p>“Consideramos positiva toda a iniciativa que fortalece o cuidado, preserva a segurança da assistência e respeita os limites da atuação de cada profissional”, completa.</p>
<p>Da Costa considera, ainda, que essa integração pode fortalecer a humanização no SUS, valorizando o processo de formação de vínculos dentro do papel de atenção multiprofissional que já é característico do nosso sistema de saúde.</p>
<p>“Não são ideias ou atuações opostas. Elas precisam caminhar juntas e quando cada atuação é respeitada dentro do seu campo quem ganha é a mulher, quem ganha é o sus, quem ganha é a qualidade da assistência e toda a sociedade”.</p>
<h2>Presença é antes do parto</h2>
<p>O pré-parto não é apenas o momento de planejar ter uma doula consigo, mas também o começo da atuação dessa profissional. Enquanto a lei posiciona a doulagem nesta fase como facilitadoras para o acesso à informação e incentivadoras do pré-natal, a importância da busca pelos caminhos que a família irá escolher para o parto são parte essencial e importante do processo. O posicionamento é de Maria Ribeiro, presidenta da Associação de Doulas da Bahia (Adoba).</p>
<p>“É atuar no acolhimento, na escuta ativa e no suporte emocional, é o amparo, é a indicação de profissionais que estejam alinhados com o que a família e a mulher desejam. Então a doula se torna uma grande orientadora durante o processo de gestação”, afirma.</p>
<p>Ribeiro considera positivo o caminho de construção e as possibilidades abertas a partir da aprovação da Lei Nº 15.381, pois facilitará vencer a resistência que ainda é vista pela categoria em muitas redes de saúde no país. Nelas, alguns profissionais ainda olham com ressalvas para as doulas, achando que irão interferir em condutas ou sugerir algo que esteja em desacordo com as melhores condutas técnicas.</p>
<p>“Infelizmente muitos profissionais ainda não entendem que somos aliadas”, diz a presidente da Adoba.</p>
<h2>Hora do parto</h2>
<p>“Durante o trabalho de parto, o papel da doula é o de oferecer suporte físico e emocional. Oferecemos técnicas de alívio da dor, que são maneiras não farmacológicas de trazer conforto”, explica Ribeiro.</p>
<p>“Também propomos posições e movimentos, mas muitas vezes é o olho no olho, são as palavras de afirmação e também orientamos a família para que durante o processo do trabalho de parto tome decisões e escolhas conscientes de acordo com aquilo que foi planejado”, completa.</p>
<p>O papel delas, e nisso concorda com Rossini, é o de estabelecer o diálogo entre equipe e família, num momento de cansaço e, para a parturiente, também no qual pode haver um grau considerável de vulnerabilidade. Essa troca, ressalta, pode ser facilitada pela confiança construída durante todo o processo, o que nem sempre é possível de construir com outros membros da equipe.</p>
<p>Para a diretora da Adosp, o perfil acolhedor da doula não é mera vocação ou qualquer sorte de dom natural. A técnica vem de formação contínua e atualização constantes, reforçadas nos encontros que as associações promovem. Assim como outras profissões de saúde que exigem o ensino médio e uma formação específica, a reciclagem é importante e estratégica para a categoria.</p>
<p>“Com a sanção [da lei] fixa-se um curso de pelo menos 120 horas, incluindo estudos e atuação. Hoje a gente tem essas orientações e a preocupação de ter doulas ensinando doulas. A federação tem um levantamento dos cursos existentes e de quais estão dentro do necessário, e entendemos que ser doula é um processo que envolve dedicação contínua”, reforça Rossini.</p>
<h2>Pós-parto</h2>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Doula-regulamentacao-reforca-integracao-da-categoria-ao-SUS.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="partos" title="Arquivo/Marcello Casal Jr/Agência Brasil"/></p>
<p>Pós-parto: papel  não se esgota com a saída da sala de cirurgia ou mesmo a alta hospitalar para mães e bebês. Arquivo/Marcello Casal Jr/Agência Brasil</p>
<p>O papel destas profissionais não se esgota com a saída da sala de cirurgia ou mesmo a alta hospitalar para mães e bebês. A orientação da doula resgata o que foi conversado e mesmo treinado antes da hora e se estende ao auxílio com técnicas para facilitar a rotina, incluindo educação voltada para a amamentação, os cuidados na recuperação da mãe e na adaptação da criança, um momento de muitas dúvidas e inseguranças.</p>
<p>“Acompanhar esse processo é uma forma de torná-lo mais leve e tranquilo, em meio a uma série de novidades e adaptações”, defende Ribeiro.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/doula-regulamentacao-reforca-integracao-da-categoria-ao-sus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Déficit habitacional no AM exige integração urbana, diz Marcellus Campêlo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/deficit-habitacional-no-am-exige-integracao-urbana-diz-marcellus-campelo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 19:59:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O segundo vice-presidente do União Brasil no Amazonas, Marcellus Campêlo, defende a ampliação de políticas integradas para reduzir o déficit habitacional e promover desenvolvimento urbano sustentável no estado. Moradia deve vir acompanhada de infraestrutura Campêlo afirma que a construção de residenciais precisa estar associada à oferta de serviços públicos essenciais. Segundo ele, essa integração contribui [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O segundo vice-presidente do União Brasil no Amazonas, Marcellus Campêlo, defende a ampliação de políticas integradas para reduzir o déficit habitacional e promover desenvolvimento urbano sustentável no estado.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Moradia deve vir acompanhada de infraestrutura</h3>
<p>Campêlo afirma que a construção de residenciais precisa estar associada à oferta de serviços públicos essenciais. Segundo ele, essa integração contribui para melhorar a qualidade de vida e reduzir o déficit habitacional, estimado em cerca de 120 mil moradias apenas em Manaus.</p>
<p>“Quando um conjunto habitacional é construído para famílias em situação de vulnerabilidade social, todas as outras políticas públicas devem ser pensadas para vir junto, no bojo dessa ação. As áreas devem contar com abastecimento de água e rede de esgoto, importantes para a redução de doenças, ruas asfaltadas, acesso a unidades de saúde, escolas, limpeza pública, transporte, entre outras. Ruas asfaltadas e iluminadas facilitam, por exemplo, o trabalho de ronda policial, garantindo mais segurança”, explica.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Atuação em programas habitacionais e urbanos</h3>
<p>Campêlo atuou até o fim de março como secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (SEDURB Amazonas) e da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE Amazonas). Ele deixou os cargos para se colocar como pré-candidato a deputado estadual.</p>
<p>Segundo ele, os órgãos atuaram em projetos de habitação, saneamento básico e mobilidade urbana. Entre as iniciativas estão o Programa Social e Ambiental de Manaus e Interior (PROSAMIM+) e o Programa de Saneamento Integrado (PROSAI), executado em Maués e Parintins.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Programas habitacionais no Amazonas</h3>
<p>Nos últimos anos, o governo estadual priorizou a construção de moradias em áreas integradas à infraestrutura urbana. Campêlo afirma que essa estratégia contribui para reduzir o déficit habitacional e melhorar a qualidade de vida da população.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Resultados do programa Amazonas Meu Lar</h3>
<p>O combate ao déficit habitacional ocorreu em diferentes frentes, segundo Campêlo. Pelo programa Amazonas Meu Lar, mais de 31 mil famílias foram atendidas.</p>
<p>Do total, cerca de 22 mil famílias receberam regularização fundiária e mais de 9,2 mil foram contempladas com soluções de moradia, como construção de unidades habitacionais, indenizações e bônus moradia.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Acesso à casa própria e habitação federal</h3>
<p>Campêlo destaca ainda o subsídio estadual para entrada de imóveis financiados pelo programa federal Minha Casa Minha Vida. Segundo ele, mais de 2,7 mil famílias foram beneficiadas.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Impacto econômico da construção civil</h3>
<p>Ele afirma que o setor habitacional também impulsiona a economia local. “A construção civil gera empregos, movimenta o comércio local e impulsiona diversos setores. Investir em moradia é, portanto, investir no crescimento econômico e na geração de oportunidades para a população”, diz.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Parcerias para ampliar investimentos</h3>
<p>Campêlo avalia que o enfrentamento do déficit habitacional depende da articulação entre diferentes setores.</p>
<p>“Parcerias entre o poder público e a iniciativa privada são essenciais para ampliar investimentos e acelerar projetos para garantir a consistência do acesso das pessoas à casa própria”, pontua.</p>
<p><em>(*) Com informações da assessoria</em></p>
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