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	<title>integral Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Lésbicas cobram saúde integral, trabalho digno e fim de violências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 23:34:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Praticamente oito em cada dez mulheres lésbicas enfrentam diversos tipos de violência cotidianamente, como mostra o LesboCenso Nacional: Mapeamento de Vivências Lésbicas no Brasil, realizado pela Liga Brasileira de Lésbicas e pela Coturno de Vênus (Associação Lésbica Feminista de Brasília) e divulgado ainda em 2022. A lesbofobia ocupa a segunda posição em registros de violências, e o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Praticamente oito em cada dez mulheres lésbicas enfrentam diversos tipos de violência cotidianamente, como mostra o LesboCenso Nacional: Mapeamento de Vivências Lésbicas no Brasil, realizado pela Liga Brasileira de Lésbicas e pela Coturno de Vênus (Associação Lésbica Feminista de Brasília) e divulgado ainda em 2022. A lesbofobia ocupa a segunda posição em registros de violências, e o assédio moral e o sexual estão entre as formas mais recorrentes, de acordo com o levantamento.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Lesbicas-cobram-saude-integral-trabalho-digno-e-fim-de-violencias.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para marcar o combate à lesbofobia (preconceito, ódio ou discriminação contra mulheres que se relacionam com outras mulheres), o Dia Nacional do Orgulho Lésbico é lembrado nesta quarta-feira (19) no Brasil. O 19 de agosto simboliza, também, a luta pela visibilidade desse público e por avanços de direitos.</p>
<p>Para analisar as principais reivindicações, avanços e desafios dessa agenda social e econômica, a Agência Brasil entrevistou a assistente social Michele Seixas, coordenadora política nacional na Articulação Brasileira de Lésbicas (ABL).</p>
<p>Entre as prioridades listadas pela ativista social, está a busca por uma saúde integral de qualidade e por oportunidades para lésbicas no mercado de trabalho.</p>
<h2>Saúde</h2>
<p>A militante defende o atendimento qualificado no Sistema único de Saúde (SUS), para atender às especificidades de todos os corpos lésbicos, com profissionais de saúde capacitados. “A saúde é um gargalo para a população lésbica. Deparamo-nos com uma saúde que vem sendo invisibilizada e violada há muitos anos para nós.”</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Lesbicas-cobram-saude-integral-trabalho-digno-e-fim-de-violencias.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Dia Nacional da Visibilidade Lésbica. Michele Seixas&#13;&#10;, Assistente Social,&#13;&#10; Especialista em Direitos Humanos, Gênero, e Sexualidade (DIHS/ENSP/FIOCRUZ) e Coordenadora Política Nacional na Articulação Brasileira de Lésbicas - ABL. Foto: Michele Seixas/ Arquivo Pessoal" title="Michele Seixas/ Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">A assistente social Michele Seixas é especialista em direitos humanos, gênero e sexualidade e coordenadora da Articulação Brasileira de Lésbicas (ABL) &#8211; Foto: Michele Seixas/Arquivo pessoal</h6>
</p>
<p>Michele Seixas lamenta que as lésbicas ainda sofram com o senso comum de preconceito e, nos atendimentos em saúde, exista um fundamentalismo religioso somado à falta de formação continuada em educação permanente em saúde.</p>
<p>Apesar do despreparo existente nos serviços de saúde ressaltado por Michele, ela cita que alguns municípios brasileiros até oferecem aulas <em>online</em> sobre a temática, mas a participação dos profissionais de saúde é voluntária e, na maior parte das vezes, ocorre em número reduzido.</p>
<p>Outro ponto exigido pelo movimento lésbico é que a entrevista clínica realizada por um profissional de saúde no início de um atendimento colete, obrigatoriamente, a informação de orientação sexual do paciente, a fim de direcionar o cuidado clínico adequado.</p>
<p>“Há alguns anos, não era obrigatório marcar raça/cor, durante a anamnese. Agora é. E precisa ser obrigatório preencher o quesito orientação sexual. Isso vai determinar como será o atendimento em saúde daquela lésbica.”</p>
<h2>Direitos reprodutivos</h2>
<p>Ao falar de direitos reprodutivos, Michele conclui que a Política de Planejamento Familiar no Brasil não assiste as lésbicas. Uma das reivindicações é que elas tenham acesso à dupla maternidade por via de reprodução humana.</p>
<p>“Toda mulher deve ter o direito de escolher ser ou não mãe. Mas, quando as lésbicas chegam a uma clínica da família, os próprios funcionários dizem que não sabem o que fazer conosco em pleno 2026”, critica.</p>
<p>Segundo Michele, na maioria das vezes, o direito de formar uma família fica restrito àquelas que tem melhores condições econômicas.</p>
<h2>Assistência social</h2>
<p>Outro ponto crítico é a falta de reconhecimento e de cadastramento de arranjos familiares de lésbicas nos programas da Política Nacional de Assistência Social (PNAS). “Famílias lésbico-afetivas não são reconhecidas como tal. Então, estas não são contabilizadas dentro da Política de Assistência Social no Brasil”, constata a representante da Articulação Brasileira de Lésbicas (ABL).</p>
<h2>Mercado de trabalho</h2>
<p>A lesbofobia também pauta a falta de acesso a postos de trabalho dignos que poderiam combater a vulnerabilidade social e a informalidade das mulheres lésbicas.</p>
<p>Michele Seixas, que também é especialista em direitos humanos, gênero e sexualidade no Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta que as lésbicas que adotam uma identidade que desafia os padrões de gênero e o conceito de feminilidade passam por um processo de exclusão maior.</p>
<p>A rejeição à não conformidade de gênero recai com mais força nas lésbicas classificadas como desfeminilizadas (o termo abreviado é desfem).</p>
<p>“Lésbicas desfems, lésbicas caminhoneiras, lésbicas que não performam a feminilidade dos colonizadores tendem a passar por um processo de exclusão do mercado de trabalho”, aponta.</p>
<p>Michele relata casos de mulheres lésbicas que, para conseguir uma vaga de emprego, se ajustam para performar uma feminilidade padrão – usando maquiagem e roupas que não utilizam no dia a dia –, pois a não conformidade com esse estereótipo resulta em exclusão nos processos seletivos.</p>
<p>“Ela [a mulher lésbica] vive ainda uma vida totalmente escondida no trabalho. É sempre aquela solteira que não tem ninguém, porque ela não pode dizer, simplesmente, que é sapatão, que é casada ou namora [outra mulher]. Isso ainda perpassa nos nossos cotidianos.”</p>
<p>A especialista aponta a relação entre a lesbofobia e o racismo, pois a situação no ambiente de trabalho piora se essas mulheres lésbicas são negras.</p>
<h2>Dados</h2>
<p>O Brasil convive com a falta de estatísticas sobre mulheres lésbicas, o que limita a formulação de políticas públicas direcionadas à proteção de mulheres lésbicas.</p>
<p>Os únicos dados nacionais de referência permanecem restritos a levantamentos independentes. A estudiosa menciona o Dossiê do Lesbocídio (com dados de 2014 a 2017) produzido pelo Núcleo de Inclusão Social (NIS), vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Nós: Dissidências Feministas.</p>
<p>Em nível nacional, Michele relata ainda a primeira fase do Lesbocenso, divulgado em 2022. A segunda fase do mapeamento sociodemográfico das vivências de lésbicas e sapatão do Brasil está em andamento. A iniciativa é da Coturno de Vênus (Associação Lésbica Feminista de Brasília) e da Liga Brasileira de Lésbicas (LBL).</p>
<p>“Infelizmente, nós não temos dados produzidos pelo Estado sobre essas violências sobre os nossos corpos”, lamentou Michele.</p>
<h2>Vitórias coletivas</h2>
<p>Embora existam avanços, Michele contabiliza que estes decorrem de vitórias de toda a comunidade LGBTQIA+, como a adoção de filhos por casais homoafetivos e o casamento entre pessoas do mesmo sexo, garantido em todo o Brasil desde 2013. Porém, não há marcos exclusivos da pauta lésbica. &#8220;Conquista só nossa? Ainda nós não tivemos essa felicidade.&#8221;</p>
<h2>Viver sem violência</h2>
<p>Casos de violências contra pessoas LGBTQIAPN+ podem ser denunciados no Disque Direitos Humanos, o Disque 100. O serviço do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) funciona diariamente, 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados. O atendimento é imediato.</p>
<p>As denúncias de violações de direitos humanos são registradas e analisadas pela equipe do Disque 100 e, posteriormente, encaminhadas aos órgãos competentes (de proteção, defesa e responsabilização em direitos humanos). Em situações de emergência, a Polícia Militar local deve ser acionada pelo telefone 190.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-08/lesbicas-cobram-saude-integral-trabalho-digno-e-fim-de-violencias" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Instituto Natura Brasil analisa Ideb 2025 de escolas 100% integral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 19:27:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025 mostram que entre as 100 escolas de ensino médio de menor nível socioeconômico com melhor desempenho, 77 funcionam em formato 100% integral. A análise inédita que cruza desempenho escolar do Ideb 2025 e o Indicador de Nível Socioeconômico (INSE) dos estudantes brasileiros foi feita [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025 mostram que entre as 100 escolas de ensino médio de menor nível socioeconômico com melhor desempenho, 77 funcionam em formato 100% integral.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/1787081246_65_Instituto-Natura-Brasil-analisa-Ideb-2025-de-escolas-100-integral.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A análise inédita que cruza desempenho escolar do Ideb 2025 e o Indicador de Nível Socioeconômico (INSE) dos estudantes brasileiros foi feita pelo Instituto Sonho Grande e o Instituto Natura e mostra ainda que a escola de ensino médio de tempo integral tem performance superior em todos os níveis socioeconômicos.</p>
<p>O levantamento mais detalhado revela o maior ganho do tempo integral chega principalmente aos estudantes mais vulneráveis: as 1.166 escolas 100% integrais com menor nível socioeconômico (níveis II e III) apresentam uma vantagem de 0,6 pontos no Ideb em relação às 1.713 escolas parciais do mesmo nível –um desempenho 15% maior.</p>
<p>E quando comparado o ganho no Ideb com a jornada ampliada entre as escolas classificadas como níveis diferentes, nas mais vulneráveis o impacto é quase 70% superior ao registrado nas unidades de contextos menos vulneráveis.</p>
<p>O Instituto Natura Brasil conclui que a política do ensino integral leva mais oportunidades de aprendizagem a quem mais precisa, como constata a superintendente de Políticas Educacionais da instituição, Maria Slemenson.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Instituto-Natura-Brasil-analisa-Ideb-2025-de-escolas-100-integral.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt=" Maria Slemenson, Superintendente do Instituto Natura Brasil. Foto:  Divulgação Instituto Natura" title="Divulgação Instituto Natura"/></p>
<p><h6 class="meta">Maria Slemenson, Superintendente do Instituto Natura Brasil. Foto: Divulgação Instituto Natura</h6>
</p>
<p>“Por muito tempo, tratamos a qualidade educacional como consequência da riqueza do território. O que o ensino médio integral vem provando, edição após edição do Ideb, é que onde a política é priorizada e bem implementada, o resultado de aprendizagem se descola da renda da família e da capacidade fiscal do estado.”</p>
<p>Por isso, o Instituto Natura entende que o programa Escola em Tempo Integral do Ministério da Educação (MEC) é a política pública mais efetiva, atualmente, “para reduzir, de forma estrutural, a desigualdade educacional herdada pelo Brasil.”</p>
<h2>Salto no SAEB equivale a anos extra de estudo</h2>
<p>Os impactos das escolas de ensino médio 100% em tempo integral também se manifestaram nos resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) 2025, que mede a qualidade do ensino nas escolas de todo o território nacional, a cada dois anos. Os alunos fazem provas nas disciplinas de matemática e língua portuguesa.</p>
<p>Em matemática, nas escolas de baixo nível socioeconômico, os alunos do ensino 100% integral obtiveram 23 pontos a mais no SAEB 2025 em relação aos estudantes do ensino parcial. Essa diferença de proficiência em matemática equivale a 4,6 anos a mais de aprendizado. </p>
<p>A especialista em educação do Instituto Natura Brasil aponta que o tempo estendido permite recompor as aprendizagens defasadas ao longo do ensino fundamental, na tentativa de neutralizar os gargalos na aprendizagem. “Isso só é possível porque o tempo extra é usado para dois movimentos que, em uma escola parcial, competem pelo mesmo período curto: avançar no conteúdo da série e, ao mesmo tempo, recompor o que ficou para trás”, disse Maria Slemenson.</p>
<p>Ela observa que nas unidades de tempo parcial, esse tipo de intervenção quase nunca cabe na grade, mas que nas escolas que funcionam em formato 100% integral, a recomposição das aprendizagens faz parte da rotina.</p>
<p>Já na língua portuguesa, na mesma comparação, o ganho foi de 21 pontos no SAEB 2025, o que representa uma aceleração de 3,2 anos de escolarização adicional para os jovens em situação de maior vulnerabilidade. </p>
<p>Maria Slemenson observa que o modelo de ensino integral impulsiona esse salto de leitura e escrita.</p>
<p>“O ganho em leitura e escrita se conecta ao tempo maior na escola, à maior proximidade com o corpo docente e à conexão com o projeto de vida, um dos pilares da política de ensino médio integral”.</p>
<h2>Inclusão racial e equidade</h2>
<p>Além do recorte de renda, os dados revelam que a vantagem do integral também é maior em escolas com maioria de matrículas de pessoas pretas, pardas ou indígenas (PPIs). </p>
<p>No Brasil, cerca de 74% das escolas 100% integrais do país atendem estudantes com maioria composta por PPIs, quando consideradas as escolas estaduais urbanas e com resultados divulgados no Ideb 2025.</p>
<p>Nas instituições de ensino médio onde os estudantes com perfil racial PPIs representam são mais de 80%, a nota média do Ideb alcança 4,9 no formato 100% integral, contra 4,3 no ensino parcial. Um avanço de 0,6 ponto.</p>
<p>Segundo o Instituto Natura Brasil, o resultado evidencia que a expansão do tempo integral tem contribuído diretamente para diminuir as disparidades de desempenho relacionadas à cor e à raça no ambiente escolar. </p>
<p>“A política de tempo integral já está majoritariamente a serviço de quem mais precisa dela. O Ideb comprova, com dado concreto, que o tempo integral tem um efeito equalizador racial, além do efeito socioeconômico”, celebra Maria Slemenson, do Instituto Natura.</p>
<h2>O segredo do sucesso</h2>
<p>Para o Instituto Natura, o sucesso e o impacto superior do ensino médio 100% integral no grupo de alunos de baixa renda não decorrem simplesmente do aumento de horas dentro da escola, mas sim de como esse tempo é utilizado.</p>
<p>O eixo pedagógico se sustenta em um conjunto interligado de pilares:</p>
<p>&#8211; construção do projeto de vida e protagonismo juvenil para estimular a autonomia e o planejamento de futuro dos jovens.</p>
<p>&#8211; acolhimento para oferecer acompanhamento socioemocional próximo e individualizado.</p>
<p>&#8211; aprendizado na prática para promover a conexão com o mundo real.</p>
<p>&#8211; orientação de estudos e tutoria para estruturar e potencializar a aprendizagem diária.</p>
<p>A superintendente do IN Maria Slemenson lista esse conjunto que posiciona a educação integral em vantagem em relação ao parcial, em especial, onde ela é mais necessária, nas regiões mais vulneráveis socioeconomicamente.</p>
<p>“Para o aluno de baixa renda, que muitas vezes não tem em casa o suporte, o acompanhamento ou a segurança que passam a existir dentro da escola de tempo integral, esse modelo pesa ainda mais.”</p>
<p> Por isso, o IN defende que a política de Ensino Médio Integral seja reconhecida, cada vez mais, como inegociável para o desenvolvimento do país, com benefícios da jornada ampliada, redução de vulnerabilidade social e maior proteção aos estudantes.</p>
<h2>Desafios e gargalos</h2>
<p>Em 2025, embora as escolas de ensino médio 100% integrais já somem 4.235 unidades no país (21% do total), elas respondem por cerca de 214 mil matrículas urbanas avaliadas.</p>
<p>Em contrapartida, o modelo de jornada parcial ainda concentra mais de 1 milhão de estudantes.</p>
<p>Ao analisar os principais gargalos enfrentados pelas redes estaduais para acelerar a transição do ensino parcial para integral em mais escolas, o Instituto Natura do Brasil avalia que a prioridade política explica o sucesso do modelo. A superintendente da instituição enfatiza que a maior barreira não é financeira, mas sim de gestão governamental sustentada ao longo do tempo.</p>
<p>“O Ideb 2025 mostra que estados com menos capacidade fiscal, quando tratam o tempo integral como prioridade de governo e não como projeto pontual, conseguem avançar tão rápido quanto, ou mais rápido, que estados mais ricos.”</p>
<p>Maria Slemenson ainda destacou o estado Piauí como referência nacional no ensino médio público e liderança nacional em educação profissional e tecnológica integrada. O estado nordestino foi pioneiro e é o único do Brasil com 100% das escolas estaduais de ensino médio em tempo integral.</p>
<p>“Essa transformação foi construída em poucos anos, entre 2022 e 2025, e prova que universalizar o tempo integral com qualidade é uma escolha possível mesmo para estados com menos recursos financeiros disponíveis”, ressaltou a especialista.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-08/ensino-integral-acelera-aprendizado-de-vulner%C3%A1veisis" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Instituto Natura Brasil analisa Ideb 2025 de escolas 100% integral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 18:31:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025 mostram que entre as 100 escolas de ensino médio de menor nível socioeconômico com melhor desempenho, 77 funcionam em formato 100% integral. A análise inédita que cruza desempenho escolar do Ideb 2025 e o Indicador de Nível Socioeconômico (INSE) dos estudantes brasileiros foi feita [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025 mostram que entre as 100 escolas de ensino médio de menor nível socioeconômico com melhor desempenho, 77 funcionam em formato 100% integral.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Instituto-Natura-Brasil-analisa-Ideb-2025-de-escolas-100-integral.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A análise inédita que cruza desempenho escolar do Ideb 2025 e o Indicador de Nível Socioeconômico (INSE) dos estudantes brasileiros foi feita pelo Instituto Sonho Grande e do Instituto Natura e mostra ainda que a escola de ensino médio de tempo integral tem performance superior em todos os níveis socioeconômicos.</p>
<p>O levantamento mais detalhado revela o maior ganho do tempo integral chega principalmente aos estudantes mais vulneráveis: as 1.166 escolas 100% integrais com menor nível socioeconômico (níveis II e III) apresentam uma vantagem de 0,6 pontos no Ideb em relação às 1.713 escolas parciais do mesmo nível –um desempenho 15% maior.</p>
<p>E quando comparado o ganho no Ideb com a jornada ampliada entre as escolas classificadas como níveis diferentes, nas mais vulneráveis o impacto é quase 70% superior ao registrado nas unidades de contextos menos vulneráveis.</p>
<p>O Instituto Natura Brasil conclui que a política do ensino integral leva mais oportunidades de aprendizagem a quem mais precisa, como constata a superintendente de Políticas Educacionais da instituição, Maria Slemenson.</p>
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<p><h6 class="meta">Maria Slemenson, Superintendente do Instituto Natura Brasil. Foto: Divulgação Instituto Natura</h6>
</p>
<p>“Por muito tempo, tratamos a qualidade educacional como consequência da riqueza do território. O que o ensino médio integral vem provando, edição após edição do Ideb, é que onde a política é priorizada e bem implementada, o resultado de aprendizagem se descola da renda da família e da capacidade fiscal do estado.”</p>
<p>Por isso, o Instituto Natura entende que o programa Escola em Tempo Integral do Ministério da Educação (MEC) é a política pública mais efetiva, atualmente, “para reduzir, de forma estrutural, a desigualdade educacional herdada pelo Brasil.”</p>
<h2>Salto no SAEB equivale a anos extra de estudo</h2>
<p>Os impactos das escolas de ensino médio 100% em tempo integral também se manifestaram nos resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) 2025, que mede a qualidade do ensino nas escolas de todo o território nacional, a cada dois anos. Os alunos fazem provas nas disciplinas de matemática e língua portuguesa.</p>
<p>Em matemática, nas escolas de baixo nível socioeconômico, os alunos do ensino 100% integral obtiveram 23 pontos a mais no SAEB 2025 em relação aos estudantes do ensino parcial. Essa diferença de proficiência em matemática equivale a 4,6 anos a mais de aprendizado. </p>
<p>A especialista em educação do Instituto Natura Brasil aponta que o tempo estendido permite recompor as aprendizagens defasadas ao longo do ensino fundamental, na tentativa de neutralizar os gargalos na aprendizagem. “Isso só é possível porque o tempo extra é usado para dois movimentos que, em uma escola parcial, competem pelo mesmo período curto: avançar no conteúdo da série e, ao mesmo tempo, recompor o que ficou para trás”, disse Maria Slemenson.</p>
<p>Ela observa que nas unidades de tempo parcial, esse tipo de intervenção quase nunca cabe na grade, mas que nas escolas que funcionam em formato 100% integral, a recomposição das aprendizagens faz parte da rotina.</p>
<p>Já na língua portuguesa, na mesma comparação, o ganho foi de 21 pontos no SAEB 2025, o que representa uma aceleração de 3,2 anos de escolarização adicional para os jovens em situação de maior vulnerabilidade. </p>
<p>Maria Slemenson observa que o modelo de ensino integral impulsiona esse salto de leitura e escrita.</p>
<p>“O ganho em leitura e escrita se conecta ao tempo maior na escola, à maior proximidade com o corpo docente e à conexão com o projeto de vida, um dos pilares da política de ensino médio integral”.</p>
<h2>Inclusão racial e equidade</h2>
<p>Além do recorte de renda, os dados revelam que a vantagem do integral também é maior em escolas com maioria de matrículas de pessoas pretas, pardas ou indígenas (PPIs). </p>
<p>No Brasil, cerca de 74% das escolas 100% integrais do país atendem estudantes com maioria composta por PPIs, quando consideradas as escolas estaduais urbanas e com resultados divulgados no Ideb 2025.</p>
<p>Nas instituições de ensino médio onde os estudantes com perfil racial PPIs representam são mais de 80%, a nota média do Ideb alcança 4,9 no formato 100% integral, contra 4,3 no ensino parcial. Um avanço de 0,6 ponto.</p>
<p>Segundo o Instituto Natura Brasil, o resultado evidencia que a expansão do tempo integral tem contribuído diretamente para diminuir as disparidades de desempenho relacionadas à cor e à raça no ambiente escolar. </p>
<p>“A política de tempo integral já está majoritariamente a serviço de quem mais precisa dela. O Ideb comprova, com dado concreto, que o tempo integral tem um efeito equalizador racial, além do efeito socioeconômico”, celebra Maria Slemenson, do Instituto Natura.</p>
<h2>O segredo do sucesso</h2>
<p>Para o Instituto Natura, o sucesso e o impacto superior do ensino médio 100% integral no grupo de alunos de baixa renda não decorrem simplesmente do aumento de horas dentro da escola, mas sim de como esse tempo é utilizado.</p>
<p>O eixo pedagógico se sustenta em um conjunto interligado de pilares:</p>
<p>&#8211; construção do projeto de vida e protagonismo juvenil para estimular a autonomia e o planejamento de futuro dos jovens.</p>
<p>&#8211; acolhimento para oferecer acompanhamento socioemocional próximo e individualizado.</p>
<p>&#8211; aprendizado na prática para promover a conexão com o mundo real.</p>
<p>&#8211; orientação de estudos e tutoria para estruturar e potencializar a aprendizagem diária.</p>
<p>A superintendente do IN Maria Slemenson lista esse conjunto que posiciona a educação integral em vantagem em relação ao parcial, em especial, onde ela é mais necessária, nas regiões mais vulneráveis socioeconomicamente.</p>
<p>“Para o aluno de baixa renda, que muitas vezes não tem em casa o suporte, o acompanhamento ou a segurança que passam a existir dentro da escola de tempo integral, esse modelo pesa ainda mais.”</p>
<p> Por isso, o IN defende que a política de Ensino Médio Integral seja reconhecida, cada vez mais, como inegociável para o desenvolvimento do país, com benefícios da jornada ampliada, redução de vulnerabilidade social e maior proteção aos estudantes.</p>
<h2>Desafios e gargalos</h2>
<p>Em 2025, embora as escolas de ensino médio 100% integrais já somem 4.235 unidades no país (21% do total), elas respondem por cerca de 214 mil matrículas urbanas avaliadas.</p>
<p>Em contrapartida, o modelo de jornada parcial ainda concentra mais de 1 milhão de estudantes.</p>
<p>Ao analisar os principais gargalos enfrentados pelas redes estaduais para acelerar a transição do ensino parcial para integral em mais escolas, o Instituto Natura do Brasil avalia que a prioridade política explica o sucesso do modelo. A superintendente da instituição enfatiza que a maior barreira não é financeira, mas sim de gestão governamental sustentada ao longo do tempo.</p>
<p>“O Ideb 2025 mostra que estados com menos capacidade fiscal, quando tratam o tempo integral como prioridade de governo e não como projeto pontual, conseguem avançar tão rápido quanto, ou mais rápido, que estados mais ricos.”</p>
<p>Maria Slemenson ainda destacou o estado Piauí como referência nacional no ensino médio público e liderança nacional em educação profissional e tecnológica integrada. O estado nordestino foi pioneiro e é o único do Brasil com 100% das escolas estaduais de ensino médio em tempo integral.</p>
<p>“Essa transformação foi construída em poucos anos, entre 2022 e 2025, e prova que universalizar o tempo integral com qualidade é uma escolha possível mesmo para estados com menos recursos financeiros disponíveis”, ressaltou a especialista.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-08/instituto-natura-brasil-analisa-ideb-2025-de-escolas-100-integral" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/instituto-natura-brasil-analisa-ideb-2025-de-escolas-100-integral/">Instituto Natura Brasil analisa Ideb 2025 de escolas 100% integral</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Omar confirma Alessandra como vice e promete novos hospitais e escolas de tempo integral no AM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 17:02:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a convenção que confirmou sua candidatura ao Governo do Amazonas, Omar Aziz (PSD) destacou a saúde como principal bandeira da campanha. Além disso, o candidato confirmou a deputada estadual Alessandra Campêlo (PSD) como vice da chapa e apresentou propostas para saúde e educação. Omar promete hospitais e critica fila do Sisreg Durante o discurso, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Durante a convenção que confirmou sua candidatura ao Governo do Amazonas, Omar Aziz (PSD) destacou a saúde como principal bandeira da campanha. Além disso, o candidato confirmou a deputada estadual Alessandra Campêlo (PSD) como vice da chapa e apresentou propostas para saúde e educação.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Omar promete hospitais e critica fila do Sisreg</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Durante o discurso, Omar afirmou que a falta de investimentos na rede hospitalar aumentou a fila do Sistema Nacional de Regulação (Sisreg). Segundo ele, cerca de 159 mil pessoas aguardam atendimento pelo sistema.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o candidato disse que a ausência de novos hospitais contribuiu para a superlotação das unidades de saúde no Amazonas. Para Omar, os governos seguintes deixaram de ampliar a estrutura hospitalar no estado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Hoje, 159 mil pessoas estão no Sisreg, a fila da morte. Tem gente esperando atendimento e ninguém atende. A razão é que, depois dos hospitais construídos nas nossas gestões, não fizeram nenhuma unidade hospitalar, nem na capital nem no interior. Por isso os hospitais vivem lotados”, declarou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Omar também destacou as ações realizadas durante suas gestões e as de Eduardo Braga. De acordo com o candidato, os dois governos construíram hospitais com recursos menores. Caso seja eleito, ele afirmou que pretende retomar esse modelo de investimento na saúde pública.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Omar cita escolas de tempo integral</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Além da saúde, Omar colocou a educação entre as prioridades da campanha. Segundo ele, projetos para novas escolas de tempo integral deixaram de avançar nos últimos anos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o candidato afirmou que pretende retomar investimentos na área e ampliar a oferta de unidades com jornada ampliada no Amazonas.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Candidato critica Roberto Cidade e Wilson Lima</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Ainda durante o discurso, Omar fez críticas ao governador Roberto Cidade (União Brasil), candidato à reeleição, e ao ex-governador Wilson Lima (União Brasil), que disputa uma vaga ao Senado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Tem gente que ganhou eleição dançando, batendo no peito e dizendo que a bronca era com ele. A bronca ficou com vocês. Não dá para brincar. É hora da mudança, e ela precisa vir com experiência e conhecimento. Quem já fez uma vez pode fazer de novo”, afirmou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Alessandra Campêlo integra chapa do PSD</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a convenção confirmou Alessandra Campêlo como candidata a vice-governadora na chapa de Omar Aziz. A composição vai disputar o Governo do Amazonas nas eleições deste ano.</p>
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		<title>Inscrições de gestores para formação em tempo integral vão até dia 16</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/inscricoes-de-gestores-para-formacao-em-tempo-integral-vao-ate-dia-16/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 17:57:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os secretários de Educação, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios devem indicar, e confirmar, entre esta quinta-feira (9) e a próxima (16) os gestores e coordenadores pedagógicos das escolas para a Formação Continuada 2026 de escolas de tempo integral. No caso dos estados, do Distrito Federal e de municípios de maior porte, as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os secretários de Educação, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios devem indicar, e confirmar, entre esta quinta-feira (9) e a próxima (16) os gestores e coordenadores pedagógicos das escolas para a Formação Continuada 2026 de escolas de tempo integral.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Inscricoes-de-gestores-para-formacao-em-tempo-integral-vao-ate.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No caso dos estados, do Distrito Federal e de municípios de maior porte, as vagas estarão disponíveis para profissionais das redes públicas de ensino que atuarão como multiplicadores dos conhecimentos recebidos.</p>
<p>A iniciativa de educação continuada de profissionais da educação tem o objetivo de apoiar a qualificação e a reformulação dos Projetos Político-Pedagógicos (PPPs) das escolas.</p>
<h2>Vagas</h2>
<p>O Ministério da Educação (MEC) oferece 12 mil vagas na formação continuada de gestores escolares e coordenadores pedagógicos.</p>
<p>As vagas para formação foram distribuídas conforme o maior número de matrículas em tempo integral em cada rede de ensino, a quantidade de escolas e, também, foram considerados os critérios regionais.</p>
<p>Nesta primeira edição da formação, serão atendidos ao menos dois gestores em cada uma das 4.487 redes municipais com maior quantitativo de matrículas em tempo integral, bem como todas as redes estaduais e do Distrito Federal.</p>
<h2>Inscrição</h2>
<p>As informações sobre o curso serão encaminhadas para as secretarias de Educação dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, via conta de e-mail institucional das secretarias e dos secretários de Educação locais.</p>
<p>Os endereços eletrônicos devem estar registrados no Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle (Simec). O acesso é feito com login na conta da plataforma Gov.br.</p>
<p>A mensagem do governo tem orientações sobre o processo de inscrição e o link de acesso ao sistema de inscrições.</p>
<p>Antes de indicar os gestores e coordenadores pedagógicos, as secretarias de Educação deverão conferir a lista de escolas elegíveis no sistema Simec, disponível na Página do Programa Escola em Tempo Integral no Portal do MEC.</p>
<p>O secretário de Educação deverá indicar oficialmente um articulador para confirmar os nomes dos os gestores escolares e coordenadores pedagógicos que farão o curso.</p>
<p>Após a indicação, cada profissional indicado receberá mensagens com orientações sobre a sua confirmação de interesse e as próximas etapas da formação.</p>
<p>Os textos chegarão nos e-mails dos contemplados. </p>
<p>O MEC recomenda que os selecionados para a formação continuada acompanhem regularmente a caixa de entrada das mensagens e verifique também a pasta de lixo eletrônico para não perder as notificações oficiais.</p>
<p>As aulas terão início entre 3 a 17 de agosto, conforme calendário regional. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-07/inscricoes-de-gestores-para-formacao-em-tempo-integral-vao-ate-dia-16" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Conselho Nacional de Educação atualiza regras do ensino integral</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/conselho-nacional-de-educacao-atualiza-regras-do-ensino-integral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 11:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Educação (CNE) alterou diretrizes do ensino integral na educação básica e definiu prazo até 31 de outubro para que cada rede atualize suas normas.  A medida está publicada na edição desta terça-feira (23) do Diário Oficial da União. Pelo novo texto, estados, municípios e o Distrito Federal deverão revisar e atualizar todos os atos normativos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Educação (CNE) alterou diretrizes do ensino integral na educação básica e definiu prazo até 31 de outubro para que cada rede atualize suas normas. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Conselho-Nacional-de-Educacao-atualiza-regras-do-ensino-integral.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A medida está publicada na edição desta terça-feira (23) do <em>Diário Oficial da União</em>.</p>
<p>Pelo novo texto, estados, municípios e o Distrito Federal deverão revisar e atualizar todos os atos normativos que regulamentam a educação integral, como resoluções, portarias, diretrizes curriculares, regimentos escolares e projetos pedagógicos.</p>
<p>Esses atos deverão passar pelos respectivos conselhos de educação e seguir orientações do Ministério da Educação.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-06/conselho-nacional-de-educacao-atualiza-regras-do-ensino-integral" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/conselho-nacional-de-educacao-atualiza-regras-do-ensino-integral/">Conselho Nacional de Educação atualiza regras do ensino integral</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Pré-natal integral é menor entre indígenas e mulheres com pouco estudo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pre-natal-integral-e-menor-entre-indigenas-e-mulheres-com-pouco-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 23:12:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, quase todas as grávidas (99,4%) fazem pelo menos uma consulta de pré-natal, mas o acesso a esse atendimento, fundamental para a saúde da mãe e do bebê, diminui, ao longo da gestação, para as mulheres indígenas, com menos escolaridade e do Norte do país. É o que revela um estudo divulgado nesta segunda-feira [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pre-natal-integral-e-menor-entre-indigenas-e-mulheres-com-pouco-estudo/">Pré-natal integral é menor entre indígenas e mulheres com pouco estudo</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, quase todas as grávidas (99,4%) fazem pelo menos uma consulta de pré-natal, mas o acesso a esse atendimento, fundamental para a saúde da mãe e do bebê, diminui, ao longo da gestação, para as mulheres indígenas, com menos escolaridade e do Norte do país. É o que revela um estudo divulgado nesta segunda-feira (13), e elaborado por pesquisadores do Centro Internacional de Equidade em Saúde da Universidade Federal de Pelotas (ICEH/UFPel), em parceria com a Umane, organização sem fins lucrativos que tem por objetivo assegurar a qualidade e universalidade do sistema público de saúde.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Pre-natal-integral-e-menor-entre-indigenas-e-mulheres-com-pouco.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em média, considerados todos os perfis de gestantes, a cobertura entre a primeira e a sétima consulta cai de 99,4% para 78,1%. O ideal é que o acompanhamento tenha início assim que elas confirmarem a gestação ou mesmo desconfiarem que estejam grávidas, preferencialmente até a 12ª semana de gestação.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, as grávidas com menor escolaridade são as que menos completam o pacote de consultas do pré-natal. De um lado, estão gestantes com maior nível de educação formal (86,5%) e, na outra ponta, com o percentual caindo para quase a metade, as que ficaram mais tempo fora da escola (44,2%). </p>
<p>Também se destacam, como exemplo dos abismos sociais, as indígenas com baixa escolaridade, que acumulam dois fatores como obstáculos à garantia à saúde: o total de anos de estudo formal e a origem étnico-racial. Ao todo, 19% delas conseguiram seguir a quantidade recomendada de idas ao médico para o pré-natal, proporção bastante inferior aos 88,7% de brancas com 12 anos ou mais de escolaridade, parcela mais privilegiada.</p>
<p>As mães indígenas são mais excluídas do que as pretas e pardas, que compõem a população negra. Apenas 51,5% das mulheres de povos originários chegam a finalizar o acompanhamento, contra 84,3% das mulheres brancas, 75,7% das pretas e 75,3% das pardas. Em quase metade dos casos (46,2 pontos percentuais), o acompanhamento das indígenas é abandonado, índice três vezes maior do que o registrado entre mulheres brancas (15,3 pontos percentuais).</p>
<p>Outro contingente desfavorecido é o de gestantes da Região Norte, onde 63,3% têm seu direito ao pré-natal plenamente respeitado. Em seguida vêm o Nordeste (76,1%) e o Centro-Oeste (77%). As regiões com melhores taxas são o Sudeste (81,5%) e o Sul (85%).</p>
<p>Os pesquisadores aconselham, ainda, políticas específicas para as gestantes adolescentes com menos de 20 anos, já que o serviço de pré-natal é integralmente alcançado por apenas 67,7% delas, patamar bem abaixo dos 82,6% observados entre mulheres acima de 35 anos.</p>
<p>O levantamento se baseia em mais de 2,5 milhões de nascimentos registrados no Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc), em 2023, pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>A especialista Luiza Eunice, pesquisadora responsável pelo estudo no ICEH/UFPel, recorda que é recente o parâmetro de sete consultas no país. O governo federal elevou o número de consultas indicado em 2024, ano em que lançou a Rede Alyne, estratégia para reduzir a mortalidade materna em 25% até 2027 – entre as gestantes negras, a meta é reduzir os casos pela metade.</p>
<p>Nutricionista e doutora em saúde pública, Eunice defende medidas de combate ao racismo estrutural e à discriminação na oferta do cuidado, bem como programas voltados a adolescentes, que visem debater sem tabu a relevância da educação sexual e acabar com o estigma da gravidez nessa fase da vida, para que possam tomar conta de sua saúde e da do bebê. Para ela, as mulheres com menos escolaridade devem ser outro público-alvo, pois é necessário mostrar a elas por que o pré-natal deve ser uma prioridade.</p>
<p>Eunice pondera, ainda, que o avanço depende de fatores como a disponibilização de transporte público que leve as gestantes às unidades de saúde e o vínculo delas com os profissionais da área.</p>
<p>&#8220;É esse apoio, esse vínculo, essa captação ativa dessa gestante que vai melhorar a navegação dela para ela retornar às consultas&#8221;, disse a pesquisadora.</p>
<p>O reforço em ações pensadas para quem está sob maior vulnerabilidade, ponto colocado por Eunice, é algo que pode trazer resultados também na perspectiva da gerente de Investimento e Impacto Social da Umane, Evelyn Santos. Ela avalia que, embora tenha havido aprimoramentos na atenção primária, suprir certas demandas exige mais empenho do Poder Público.</p>
<p>&#8220;Independentemente de onde moram, de cor de pele, de escolaridade, nós temos que ser capazes de fornecer o mesmo pré-natal, adequado, a todas as mulheres e não esperar que a pessoa tenha escolaridade mais elevada para buscar mais ativamente seu pré-natal e o sistema ser mais proativo com essas populações. É isso que faz toda a diferença: ver toda a população e essas vulnerabilidades como um chamado para a ação&#8221;, afirmou, em entrevista à Agência Brasil.</p>
<h2>Como funciona o pré-natal</h2>
<p>O pré-natal serve para se detectar, o mais cedo possível, doenças e condições de saúde, permitindo a médicos especialistas o devido tratamento ou reversão dos sintomas e reduzindo riscos durante o parto. É essencial tanto para a gestante como para o bebê, e o ideal é que o pai da criança também compareça às consultas, para que receba orientações e adote uma postura de cuidado. </p>
<p>Como salienta a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), o pré-natal tem ainda outras funções. Entre elas, fornecer instruções sobre amamentação, uma vez que o aleitamento materno deve ser mantido como única fonte de alimento do bebê até os 6 meses de idade. A SBP recomenda que, a partir dos 6 meses, deve-se iniciar a alimentação complementar saudável, e que o leite materno seja mantido como principal fonte de nutrição da criança até os 2 anos ou mais.</p>
<p>O leite da mãe possui todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento da criança, sendo mais saudável do que as chamadas &#8220;fórmulas&#8221; industrializadas, compradas em mercados e farmácias, pois protege o organismo contra infecções, fortalece seu sistema imunológico e traz outras vantagens, como um vínculo afetivo maior entre mãe e filho. No caso da mãe, o que se observa é a diminuição da probabilidade de desenvolver câncer e ajuda na recuperação pós-parto. </p>
<p>A frequência das consultas varia conforme o tempo de gravidez. A paciente deve realizá-las uma vez por mês até a 28ª semana (sétimo  mês); a cada 15 dias, da 28ª até a 36ª semana (sétimo ao nono mês); e semanalmente, no final da gestação.</p>
<p>A lista de exames pedidos pelo pediatra, no pré-natal, pode incluir, como informa a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) hemograma, tipagem sanguínea e fator RH, glicemia em jejum, testes rápidos para sífilis e/ou VDRL, teste rápido para HIV – Anti HIV, toxoplasmose IgM e IgG, sorologia para hepatite B (HbsAg), teste de urina I/urocultura.</p>
<p>Também podem ser solicitados uma ecografia obstétrica com função de verificar a idade gestacional (não é obrigatório) ou de acordo com a necessidade clínica, citopatológico de colo do útero, se necessário, exame de secreção vaginal e parasitológico de fezes.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/pre-natal-integral-e-menor-entre-indigenas-e-mulheres-com-pouco-estudo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Tenente-coronel acusado de feminicídio é aposentado com salário integral</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/tenente-coronel-acusado-de-feminicidio-e-aposentado-com-salario-integral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 19:50:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Militar de São Paulo oficializou, nesta quinta-feira (2), a transferência do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto para a reserva da corporação. Ele segue preso após a morte da esposa, a soldado Gisele Alves Santana. De acordo com a portaria da Diretoria de Pessoal, Geraldo Neto tem direito a se aposentar pelos “critérios proporcionais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Militar de São Paulo oficializou, nesta quinta-feira (2), a transferência do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto para a reserva da corporação. Ele segue preso após a morte da esposa, a soldado Gisele Alves Santana.</p>
<p>De acordo com a portaria da Diretoria de Pessoal, Geraldo Neto tem direito a se aposentar pelos “critérios proporcionais de idade”, mantendo vencimentos integrais. Ou seja, mesmo aposentado, ele continuará recebendo valores próximos ao último salário antes da prisão, cerca de R$ 28 mil bruto. No entanto, aplicando os critérios de proporcionalidade, o valor deve ficar em aproximadamente R$ 20 mil. O próprio oficial solicitou a aposentadoria.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Conselho de justificação e investigação em andamento</h2>
<p>A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que autorizou a abertura de um conselho de justificação contra Geraldo Neto. A decisão pode resultar em demissão, perda do posto e da patente. Além disso, a SSP destacou que a instrução seguirá mesmo após a transferência para a reserva.</p>
<p>O inquérito policial militar que apura a morte de Gisele Alves Santana está em fase final e será encaminhado ao Judiciário. O tenente-coronel permanece preso preventivamente por decisão judicial, após representação da Corregedoria da PM.</p>
<p>Em contato com a CNN Brasil, a defesa de Geraldo Neto afirmou:</p>
<p>“A aposentadoria de Geraldo Neto foi apenas uma decisão particular do meu constituinte, após ter cumprido sua missão na salvaguarda dos cidadãos.”</p>
<h2 class="wp-block-heading">Caso Gisele Alves Santana</h2>
<p>A soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta em seu apartamento no Brás, região central de São Paulo, em 18 de fevereiro. Inicialmente, a ocorrência foi tratada como suicídio, mas evoluiu para inquérito de feminicídio qualificado e fraude processual.</p>
<p>O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, está preso preventivamente desde 18 de março no Presídio Militar Romão Gomes. Ele foi denunciado pelo Ministério Público e tornou-se réu por feminicídio e fraude processual.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Investigação aponta inconsistências</h2>
<p>A investigação avançou após análise de laudos periciais, depoimentos e evidências extraídas de dispositivos eletrônicos. Segundo relatório da Polícia Civil e denúncia do Ministério Público do Estado de São Paulo, há elementos que descartam completamente a hipótese de suicídio. Entre eles estão contradições do tenente-coronel, indícios de manipulação da cena do crime e sinais de violência anterior à morte.</p>
<p>O oficial afirmou que ouviu o tiro poucos instantes após sair do quarto da esposa. No entanto, o exame necroscópico confirmou que o disparo ocorreu com a arma encostada na cabeça da vítima, em trajetória incompatível com um tiro autoinfligido.</p>
<p><em>(*) Com informações da CNN Brasil </em></p>
<p>Leia mais: </p>
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		<title>Um em cada quatro alunos da rede pública estuda em tempo integral</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/um-em-cada-quatro-alunos-da-rede-publica-estuda-em-tempo-integral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 17:18:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alunos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgaram nesta quinta-feira (26) os resultados da primeira etapa do Censo Escolar 2025. O levantamento indica um crescimento na cobertura da educação em tempo integral, em todas as etapas da educação básica, nos últimos quatro anos. É considerada matrícula em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgaram nesta quinta-feira (26) os resultados da primeira etapa do Censo Escolar 2025. O levantamento indica um crescimento na cobertura da educação em tempo integral, em todas as etapas da educação básica, nos últimos quatro anos. É considerada matrícula em tempo integral quando o aluno fica na escola 7 horas ou mais por dia, ou 35 horas semanais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Um-em-cada-quatro-alunos-da-rede-publica-estuda-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com os dados, o percentual de matrículas presenciais em tempo integral cresceu 10,7 pontos percentuais na rede pública de ensino, entre 2021 a 2025. O atendimento passou de 15,1% para 25,8% dos alunos.</p>
<p>Com esse resultado, o Brasil atinge a meta prevista no Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024, que previa a ampliação da modalidade para atender pelo menos 25% dos alunos da educação básica da rede pública em tempo integral. </p>
<p>A modalidade tem como finalidade a perspectiva do desenvolvimento e formação integral de bebês, crianças e adolescentes a partir de um currículo intencional e integrado, que amplia e articula diferentes experiências educativas, sociais, culturais e esportivas em espaços dentro e fora da escola com a participação da comunidade escolar. </p>
<p>O maior aumento se deu no ensino médio, em que as matrículas em tempo integral passaram de 16,7%, em 2022, para 26,8%, em 2025. O ensino fundamental anos finais (6° ao 9º ano) registrou 23,7%, os anos iniciais (1º ao 5º ano) 20,9%. Já na pré-escola, as matrículas em tempo integral representam 18,3% do total. </p>
<h2>Avanços</h2>
<p>Para a superintendente do Itaú Social, Patricia Mota Guedes, os dados apontam um avanço muito significativo. </p>
<p>&#8220;São 923 mil novas matrículas em um único ano, ultrapassando 8,8 milhões de estudantes na rede pública. Esse crescimento consistente desde 2022 indica que o país está consolidando o tempo integral como uma estratégia estruturante para enfrentar os desafios da aprendizagem e das desigualdades educacionais'&#8221;, afirma.</p>
<p>No entanto, ela destaca que não é suficiente apenas ampliar o tempo de permanência na escola. É necessário que as escolas desenvolvam projetos pedagógicos que ampliem as oportunidades de aprendizagem real, usando esse tempo extra de forma estratégica. </p>
<p>&#8220;Isso significa organizar um currículo diversificado, que inclua atividades artísticas, esportivas e culturais, que dialogue com o território e com a realidade dos estudantes, e que fortaleça tanto as aprendizagens cognitivas quanto o desenvolvimento socioemocional. A ampliação do tempo precisa estar a serviço de experiências formativas mais ricas e significativas”, aponta. </p>
<h2>Investimentos</h2>
<p>Segundo o MEC, os dados são resultado do investimento de R$ 4 bilhões do MEC no Programa Escola em Tempo Integral, criado em 2023, para apoiar redes de ensino na expansão de matrículas em tempo integral, abrangendo todas as etapas e modalidades da educação básica.</p>
<h2>Sobre o Censo Escolar </h2>
<p>O levantamento, realizado anualmente pelo Inep, abrange dados sobre todas as escolas da educação básica, professores, gestores e turmas, além das características dos estudantes. As informações incluem todas as etapas e modalidades da educação básica: ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional.</p>
<p>Participam escolas públicas e privadas de todas as etapas da educação básica de todas as redes de ensino no país.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-02/um-em-cada-quatro-alunos-da-rede-publica-estuda-em-tempo-integral" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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