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	<title>intolerância Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>intolerância Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Uber terá que indenizar passageira vítima de intolerância religiosa</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/uber-tera-que-indenizar-passageira-vitima-de-intolerancia-religiosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 22:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça da Paraíba condenou a plataforma de transporte urbano Uber a pagar indenização de R$ 15 mil a uma líder religiosa por danos morais. O episódio que motivou o processo ocorreu no ano de 2024, em João Pessoa, cidade onde a mulher solicitou uma corrida pelo aplicativo e teve a viagem cancelada depois que o motorista identificou o local de partida como sendo um terreno de candomblé. Na ocasião, ele teria dito pelo chat da plataforma:  “sangue de Cristo tem poder… quem vai é outro… tô fora”, recusando-se a realizar o transporte. O pedido de indenização da mulher foi negado em primeira instância e ela recorreu. Na decisão proferida nesta quinta-feira (5), o juiz José Ferreira Ramos Júnior, relator do processo, considerou que a plataforma falhou em garantir a segurança...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça da Paraíba condenou a plataforma de transporte urbano Uber a pagar indenização de R$ 15 mil a uma líder religiosa por danos morais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Uber-tera-que-indenizar-passageira-vitima-de-intolerancia-religiosa.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O episódio que motivou o processo ocorreu no ano de 2024, em João Pessoa, cidade onde a mulher solicitou uma corrida pelo aplicativo e teve a viagem cancelada depois que o motorista identificou o local de partida como sendo um terreno de candomblé. Na ocasião, ele teria dito pelo chat da plataforma:  “sangue de Cristo tem poder… quem vai é outro… tô fora”, recusando-se a realizar o transporte.</p>
<p>O pedido de indenização da mulher foi negado em primeira instância e ela recorreu. Na decisão proferida nesta quinta-feira (5), o juiz José Ferreira Ramos Júnior, relator do processo, considerou que a plataforma falhou em garantir a segurança e o respeito &#8220;inerentes à sua atividade econômica&#8221;.  </p>
<h2>Responsabilidade solidária</h2>
<p>A Uber foi considerada responsável pela conduta do motorista por assumir os riscos inerentes à atividade que desempenha, respondendo &#8220;solidariamente&#8221; pelos atos praticados pelos condutores que usam a plataforma.</p>
<p>Conforme o magistrado, não se tratou de apenas um cancelamento de corrida mas, antes, um ato de real intolerância religiosa.</p>
<p>Na decisão foi destacada ainda a &#8220;lógica histórica de segregação&#8221; reforçada pelo episódio, lógica segundo a qual espaços sagrados afro-brasileiros são tratados como &#8220;indesejáveis ou moralmente inferiores&#8221;.</p>
<p>O magistrado acrescenta que as práticas persistem em ações como invasões, destruição de terreiros, ameaças para forçar conversão religiosa, demonização pública de religiões de matriz africana, entre outras atitudes.</p>
<p>&#8220;Condutas dessa natureza reforçam estereótipos discriminatórios, naturalizam a exclusão de pessoas negras e praticantes dessas religiões do pleno exercício de sua fé e contribuem para a perpetuação de desigualdades estruturais&#8221;, resumiu o juiz Antônio Silveira Neto, que acompanhou o voto do relator pelo pagamento da indenização.</p>
<h2>Plataforma</h2>
<p>Frente à condenação, a Uber reafirmou em nota o compromisso de &#8220;promover o respeito, igualdade e inclusão para todas as pessoas que utilizam o aplicativo&#8221;.  </p>
<p>A plataforma diz enviar constantemente materiais educativos e de conscientização para motoristas parceiros sobre racismo e discriminação. Entre as ações que afirma implementar a respeito do tema estão um episódio de um podcast que promove e &#8220;pílulas educativas regulares na Rádio Uber&#8221;, programa diário que mantém em uma rádio comercial.</p>
<p>Não é a primeira vez que a Uber é condenada por intolerância religiosa por parte de um de seus motoristas. No ano passado, por exemplo, a Justiça do Paraná se debruçou sobre o caso de uma consumidora do Estado que, ao sair de um terreiro da umbanda, solicitou uma corrida pelo aplicativo que, da mesma forma, foi cancelada. A justificativa: “macumbeiro não anda no meu carro”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/uber-tera-que-indenizar-passageira-vitima-de-intolerancia-religiosa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>X retira postagem de intolerância religiosa após ação da AGU</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/x-retira-postagem-de-intolerancia-religiosa-apos-acao-da-agu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 22:52:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
		<category><![CDATA[após]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) informou, nesta quinta-feira (19), em Brasília, que a rede social X (antigo Twitter) removeu uma postagem com conteúdo de intolerância religiosa contra judeus e mulçumanos. A postagem foi retirada após a AGU acionar a plataforma extrajudicialmente e comunicar a disseminação de conteúdo ilegal. A mensagem foi motivada por uma reportagem jornalística que tratava do crime de injúria racial cometido contra uma pessoa muçulmana em Barueri (SP). Limites de liberdade de expressão O usuário denunciado escreveu que &#8220;temos de cortar o mal pela raiz, seja judeu ou muçulmano”. Pelo entendimento da AGU, a mensagem extrapolou os limites de liberdade de expressão e não pode servir de salvaguarda para a prática criminosa. No ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que as plataformas que operam as...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) informou, nesta quinta-feira (19), em Brasília, que a rede social X (antigo Twitter) removeu uma postagem com conteúdo de intolerância religiosa contra judeus e mulçumanos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/X-retira-postagem-de-intolerancia-religiosa-apos-acao-da-AGU.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A postagem foi retirada após a AGU acionar a plataforma extrajudicialmente e comunicar a disseminação de conteúdo ilegal.</p>
<p>A mensagem foi motivada por uma reportagem jornalística que tratava do crime de injúria racial cometido contra uma pessoa muçulmana em Barueri (SP).</p>
<h2>Limites de liberdade de expressão</h2>
<p>O usuário denunciado escreveu que &#8220;temos de cortar o mal pela raiz, seja judeu ou muçulmano”.</p>
<p>Pelo entendimento da AGU, a mensagem extrapolou os limites de liberdade de expressão e não pode servir de salvaguarda para a prática criminosa.</p>
<p>No ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que as plataformas que operam as redes sociais devem ser responsabilizadas diretamente pelas postagens ilegais feitas por seus usuários. A responsabilização ocorrerá se as empresas não retirarem do ar o conteúdo ilegal após receberem uma notificação extrajudicial dos envolvidos. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/x-retira-postagem-de-intolerancia-religiosa-apos-acao-da-agu" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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