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	<title>Judiciário Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Judiciário Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Ministros do STF batem boca, se acusam e sessão mais tensa da história do judiciário é interrompida</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/ministros-do-stf-batem-boca-se-acusam-e-sessao-mais-tensa-da-historia-do-judiciario-e-interrompida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 17:12:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta terça-feira (15) a imparcialidade da Corte na sessão plenária que decide se o ministro Alexandre de Moares poderá ser investigado por sua suposta relação com Daniel Vorcaro, o ex-dono do Banco Master. Ao pedir a palavra, Gilmar Mendes questionou o fato de o presidente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta terça-feira (15) a imparcialidade da Corte na sessão plenária que decide se o ministro Alexandre de Moares poderá ser investigado por sua suposta relação com Daniel Vorcaro, o ex-dono do Banco Master.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Ministros-do-STF-batem-boca-se-acusam-e-sessao-mais.gif?w=740&#038;ssl=1" data-pagespeed-url-hash="514986851" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">Ao pedir a palavra, Gilmar Mendes questionou o fato de o presidente da Corte, Edson Fachin, ter assumido a relatoria do caso envolvendo mensagens de Vorcaro supostamente enviadas ao também ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Sugeri à Vossa Excelência [Fachin] que atraísse a PET 16.662 para a Presidência com a finalidade de delimitar o objeto do julgamento”, disse.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A sugestão, contudo, não tinha como objetivo que Vossa Excelência assumisse definitivamente a relatoria de tal procedimento.”</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Em nenhum momento cogitei que o presidente dessa Corte devesse assumir, em caráter definitivo, a relatoria da PET 16.662. E não poderia fazê-lo mesmo porque o regimento interno deste Supremo determina a distribuição dos processos que aportam nesta Corte, à exceção das hipóteses taxativas de registro à Presidência”, completou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, os ministros Kassio Nunes Marques e José Antonio Dias Toffoli declararam que não votarão no julgamento. Após a leitura do relatório, feita por Fachin, Nunes Marques sinalizou impedimento, enquanto Toffoli citou suspeição por foro íntimo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na abertura da sessão, pouco depois das 10h, Fachin chegou a pedir que os demais ministros do Supremo deixem de lado qualquer tipo de disputa pessoal e observem o equilíbrio, a serenidade e a responsabilidade ao julgar se iniciam investigação contra um de seus membros.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Entenda</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O relatório com menções a Moraes veio à tona em 1º de setembro, quando o ministro André Mendonça levantou o sigilo sobre o documento. O ato desencadeou uma crise institucional sem precedentes no STF, com a divulgação recíproca de relatórios comprometedores e pedidos mútuos de investigação. </p>
<p class="wp-block-paragraph">A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a Fachin a anulação do relatório parcial. O órgão argumenta que o documento é irregular porque Mendonça permitiu que a investigação avançasse sobre um ministro do Supremo sem comunicar isso ao presidente da Corte ou ao plenário. </p>
<p class="wp-block-paragraph">A PGR sugere que isso pode representa direcionamento por parte de Mendonça, entre outros argumentos. O nome do procurador-geral da República, Paulo Gonet, contudo, também aparece nas mensagens que a PF diz terem sido enviadas por Vorcaro a Moraes. </p>
<p class="wp-block-paragraph">O relatório divulgado por Mendonça apresenta 52 mensagens que os investigadores dizem ter sido enviadas por Daniel Vorcaro a Alexandre de Moraes. Nelas, o ex-banqueiro aparente ter uma relação de proximidade com o ministro. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Em um trecho do que aparenta ser uma conversa, Vorcaro sugere ter enviado para a consideração de Moraes um contrato de R$ 131 milhões do Master com o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Em outro trecho, Vorcaro parece buscar junto a Moraes informações sobre uma operação iminente para prendê-lo. Segundo a PF, as mensagens foram enviadas entre 2023 e 17 de novembro de 2025, data em que o ex-banqueiro foi preso preventivamente. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Em defesa apresentada na madrugada desta terça (15), o ministro negou ter cometido qualquer tipo de irregularidade e classificou o relatório que contém supostas mensagens enviadas pelo ex-banqueiro a ele como inconstitucional e ilegal.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Reação</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Em reação ao relatório da PF, Moraes divulgou, em 2 de setembro, o que disse ser um relatório de inteligência também da PF, no qual se sugere que Mendonça possa ter direcionado as investigações da Operação Compliance Zero para atingir desafetos políticos. </p>
<p class="wp-block-paragraph">O documento, contudo, não é assinado nem traz o timbre da corporação, além de trazer na capa o alerta de que o material foi produzido como uma conjectura e “sem valor probatório”. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Moraes pediu a Fachin a abertura de investigação contra Mendonça por suspeita de abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade. O presidente do Supremo marcou o julgamento deste pedido para 23 de setembro. </p>
<p class="wp-block-paragraph">IMPEDIMENTO </p>
<p class="wp-block-paragraph">Os ministros Kássio Nunes Marques e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), declararam-se impedido e suspeito, respectivamente, para participar do julgamento sobre a possível abertura de uma investigação inédita contra um de seus membros, o ministro Alexandre de Moraes. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1789492355_636_Ministros-do-STF-batem-boca-se-acusam-e-sessao-mais.png?w=740&#038;ssl=1" data-pagespeed-url-hash="2659571242" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1789492355_858_Ministros-do-STF-batem-boca-se-acusam-e-sessao-mais.gif?w=740&#038;ssl=1" data-pagespeed-url-hash="3886343425" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">Nesta terça-feira (15), o plenário do STF analisa um relatório da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF) que vincula Moraes ao ex-banqueiro Daniel Bueno Vorcaro, dono do antigo Banco Master. A sessão extraordinária foi marcada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo Marques, seu impedimento ocorre em virtude do impacto eleitoral do julgamento sobre a eleição presidencial de outubro, tendo em vista ser ele o atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). </p>
<p class="wp-block-paragraph">Em discurso antes do início da votação, Marques argumentou que o cargo impediria que ele proferisse um voto que possa ter impacto sobre a corrida presidencial. Ele destacou ainda não ter julgado “nenhum caso ligado ao Master” e ter votado pela manutenção da prisão preventiva de Vorcaro. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Já Toffoli, por sua vez, recordou já ter se declarado suspeito para julgar qualquer procedimento ligado ao caso Master em abril, após o surgimento de um relatório da Polícia Federal (PF) que sugeria ligação entre ele e Vorcaro. </p>
<p class="wp-block-paragraph">O ministro, que à época era relator do caso Master, alegou motivo de foro íntimo e negou outros motivos para sua suspeição, que frisou ser diferente de um impedimento. </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Me senti na obrigação também de preservar a Corte, de manifestar a minha suspeição por motivo de foro íntimo. Não impedimento. Por motivo de foro íntimo. Para não constranger e não ter algum tipo de viés de constrangimento à Corte”, justificou Toffoli. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Após as falas de Nunes Marques e Toffoli, a sessão plenária seguiu com um aparte do ministro Flávio Dino, que suscitou questões preliminares a serem discutidas antes do início do julgamento. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, o decano do Supremo, ministro Gilmar Mendes, começou a apresentar argumentos relativos à legitimidade de Mendonça para ter permitido que a PF avançasse em investigação sobre um dos membros da Corte, sem comunicar ao plenário. </p>
<p class="wp-block-paragraph">A Constituição da República e o Regimento Interno do STF preveem que cabe somente ao plenário da Corte processar e julgar um de seus membros. </p>
<h2 class="wp-block-heading">Filho </h2>
<p class="wp-block-paragraph">Em sua fala, Nunes Marques negou ainda que seu filho, o advogado Kevin Nunes Marques, tenha interesses vinculados ao Master, conforme noticiado pela imprensa nos últimos dias.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Meu filho nunca prestou serviço ao banco nem nunca foi remunerado pelo banco”, afirmou o ministro. “Quanto a isso eu tenho a absoluta isenção, e a sua isenção está calcada e comprovada nos votos que proferi”, acrescentou Nunes Marques. </p>
<h2 class="wp-block-heading">Mensagens</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O relatório com menções a Moraes veio à tona em 1º de setembro, quando o ministro André Mendonça levantou o sigilo sobre o documento. O ato desencadeou uma crise institucional sem precedentes no STF, com a divulgação recíproca de relatórios comprometedores e pedidos mútuos de investigação. </p>
<p class="wp-block-paragraph">A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a Fachin a anulação do relatório parcial. O órgão argumenta que o documento é irregular porque Mendonça permitiu que a investigação avançasse sobre um ministro do Supremo sem comunicar isso ao presidente da Corte ou ao plenário. </p>
<p class="wp-block-paragraph">A PGR sugere que isso pode representa direcionamento por parte de Mendonça, entre outros argumentos. O nome do procurador-geral da República, Paulo Gonet, contudo, também aparece nas mensagens que a PF diz terem sido enviadas por Vorcaro a Moraes. </p>
<h2 class="wp-block-heading">Entenda </h2>
<p class="wp-block-paragraph">O relatório divulgado por Mendonça apresenta 52 mensagens que os investigadores dizem ter sido enviadas por Daniel Vorcaro a Alexandre de Moraes. Nelas, o ex-banqueiro aparente ter uma relação de proximidade com o ministro. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Em um trecho do que aparenta ser uma conversa, Vorcaro sugere ter enviado para a consideração de Moraes um contrato de R$ 131 milhões do Master com o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Em outro trecho, Vorcaro parece buscar junto a Moraes informações sobre uma operação iminente para prendê-lo. Segundo a PF, as mensagens foram enviadas entre 2023 e 17 de novembro de 2025, data em que o ex-banqueiro foi preso preventivamente. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Em defesa apresentada na madrugada desta terça (15), o ministro negou ter cometido qualquer tipo de irregularidade e classificou o relatório que contém supostas mensagens enviadas pelo ex-banqueiro a ele como inconstitucional e ilegal.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Reação</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Em reação ao relatório da PF, Moraes divulgou, em 2 de setembro, o que disse ser um relatório de inteligência também da PF, no qual se sugere que Mendonça possa ter direcionado as investigações da Operação Compliance Zero para atingir desafetos políticos. </p>
<p class="wp-block-paragraph">O documento, contudo, não é assinado nem traz o timbre da corporação, além de trazer na capa o alerta de que o material foi produzido como uma conjectura e “sem valor probatório”. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Moraes pediu a Fachin a abertura de investigação contra Mendonça por suspeita de abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade. O presidente do Supremo marcou o julgamento deste pedido para 23 de setembro. </p>
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		<item>
		<title>Manaus recebe 2º Ciclo pela Diversidade no Judiciário em julho</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/manaus-recebe-2o-ciclo-pela-diversidade-no-judiciario-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 19:28:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus receberá, nos dias 9 e 10 de julho, o 2º Ciclo Pelo Orgulho e Pela Diversidade no Poder Judiciário do Amazonas. O evento reunirá representantes do Judiciário, da academia e da sociedade civil. O objetivo é debater inclusão, empregabilidade e cidadania da população LGBTQI+. A programação acontecerá das 8h às 13h, no auditório da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Manaus receberá, nos dias 9 e 10 de julho, o 2º Ciclo Pelo Orgulho e Pela Diversidade no Poder Judiciário do Amazonas. O evento reunirá representantes do Judiciário, da academia e da sociedade civil. O objetivo é debater inclusão, empregabilidade e cidadania da população LGBTQI+.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A programação acontecerá das 8h às 13h, no auditório da Escola Superior de Tecnologia (EST), da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), na avenida Darcy Vargas, zona Centro-Sul de Manaus.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além dos debates, o evento oferecerá a Feira Empregay, serviços de saúde e orientação jurídica especializada para a comunidade LGBTQI+.</p>
<p class="wp-block-paragraph">As inscrições já estão abertas no site oficial da organização.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Evento reúne instituições para fortalecer a inclusão</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Com o tema “Diversidade, Empregabilidade e Justiça: uma construção interinstitucional”, o Comitê de Equidade de Raça, Gênero e Diversidade do TRT-11 organizará o evento em parceria com a Comissão de Prevenção ao Assédio e Discriminação do TJAM.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, participarão da programação a Comissão de Diversidade da OAB Amazonas (CAAAM/OAB-AM), o Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal do Amazonas (PPGDIR/UFAM), a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e organizações da sociedade civil, entre elas o Coletivo Empregay.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Durante os dois dias, especialistas discutirão a inclusão de pessoas trans no sistema de Justiça. Também abordarão empreendedorismo, economia criativa e políticas públicas voltadas à população LGBTQIAPN+.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ao final do encontro, os participantes apresentarão o Manifesto Interinstitucional pela Inclusão, Diversidade e Empregabilidade no Sistema de Justiça do Amazonas. O documento reunirá propostas construídas coletivamente para fortalecer a inclusão no Judiciário.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Evento busca ampliar inclusão e combater a transfobia</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o juiz do Trabalho André Fernando dos Anjos Cruz, magistrado LGBT+ e integrante do Comitê de Equidade de Raça, Gênero e Diversidade do TRT-11, a segunda edição do evento reforça o compromisso institucional firmado no ano passado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Ao unir as estruturas dos tribunais a parceiros essenciais e trazer o foco deste ano especificamente para a população trans e travesti, que enfrenta os maiores índices de exclusão no Amazonas, buscamos construir caminhos concretos de inclusão e cidadania. O evento foi desenhado para gerar impacto real em três frentes: promover a empregabilidade dessa população no mercado de trabalho tradicional e no próprio ambiente jurídico; ampliar o letramento institucional de magistrados e servidores para eliminar a transfobia estrutural; e facilitar o acesso a direitos fundamentais por meio de ações concomitantes, como orientação jurídica e serviços de saúde direcionados. A novidade deste ano é realizar o encontro em um espaço mais acessível ao público, permitindo que toda a sociedade possa prestigiar, participar e se beneficiar do conhecimento produzido nesses dias.”</p>
<p class="wp-block-paragraph">Da mesma forma, Rodrigo Silva de Melo, integrante da Comissão de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e à Discriminação do TJAM, destacou a importância da união entre o Judiciário, a academia e a sociedade civil.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Como resultado palpável, neste ano temos a proposta de ouvir a sociedade civil e construir um manifesto interinstitucional que contemple eixos fundamentais, como a empregabilidade e a inclusão das pessoas LGBTQI+ no sistema de Justiça, seja por meio de cotas ou pela discussão sobre o acesso dessa população aos prédios públicos. Esse manifesto será elaborado a partir das principais demandas que surgirem da escuta da sociedade, consolidando um compromisso coletivo de transformação e inclusão.”</p>
<h2 class="wp-block-heading">Feira Empregay e serviços gratuitos fazem parte da programação</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Além dos painéis, o evento oferecerá uma programação paralela voltada à cidadania.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre as atrações está a Feira Empregay, que incentivará o empreendedorismo e a inclusão produtiva da população LGBTQIAPN+.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, equipes do Comitê Comunitário de Educação sobre HIV e ISTs (Educom), da Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado, realizarão testagem rápida e prestarão orientações em saúde.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o público poderá receber orientação jurídica especializada por meio do Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal do Amazonas (PPGDIR/UFAM).</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o juiz André dos Anjos, aproximar esses serviços da comunidade fortalece a cidadania e amplia o acesso aos direitos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Quando aproximamos esses serviços da comunidade, estamos não apenas oferecendo acolhimento, mas devolvendo a autonomia e a dignidade que muitas vezes são negadas historicamente. Para o Poder Judiciário, apoiar e liderar essas práticas interinstitucionais é indispensável para que possamos cumprir nossa missão de forma plena. A Justiça não se faz apenas julgando processos dentro dos gabinetes, mas sim construindo pontes com a academia, com os órgãos de classe e, fundamentalmente, com os movimentos sociais que conhecem a realidade das ruas”, enfatiza o juiz André dos Anjos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, Rodrigo Silva destacou que a programação ultrapassa o debate jurídico e promove inclusão social.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Apesar dos avanços recentes dentro do Poder Judiciário em relação à população LGBTQI+, as necessidades dessa comunidade vão muito além dos serviços jurídicos. Elas envolvem cultura e, principalmente, empregabilidade, que garante dignidade de existir. O Ciclo, portanto, é uma ação concreta de cidadania, que empodera pessoas para exercer seus direitos e mostra que o Judiciário precisa estar junto de outras instituições”, salienta.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Inscrições</h2>
<p class="wp-block-paragraph">As inscrições para o 2º Ciclo Pelo Orgulho e Pela Diversidade no Poder Judiciário do Amazonas já estão abertas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os interessados podem se inscrever pela plataforma oficial do evento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A programação é gratuita. Além disso, ela é destinada a magistrados, servidores, estudantes, profissionais do Direito e ao público interessado na promoção da diversidade, da inclusão e dos direitos da população LGBTQIAPN+.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
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		<title>Judiciário do Rio atende pedidos de medida protetiva no feriado</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/judiciario-do-rio-atende-pedidos-de-medida-protetiva-no-feriado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 15:25:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[atende]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[feriado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Devido ao aumento de pedidos de medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha, o Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) está atendendo  urgentes nesta quinta-feirra (4), dia de Corpus Christi. Somente nos quatro primeiros meses de 2026, o Tribunal de Justiça recebeu mais de 14 mil pedidos de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Devido ao aumento de pedidos de medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha, o Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) está atendendo  urgentes nesta quinta-feirra (4), dia de Corpus Christi.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Judiciario-do-Rio-atende-pedidos-de-medida-protetiva-no-feriado.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Somente nos quatro primeiros meses de 2026, o Tribunal de Justiça recebeu mais de 14 mil pedidos de medidas protetivas a mulheres vítimas de violência. Os dados são do Painel da Violência Doméstica, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).</p>
<p>No Plantão Judiciário da Comarca da Capital, de janeiro a maio deste ano, foram analisadas 5.490 medidas protetivas de urgência.</p>
<h2>Plantão</h2>
<p>Na capital, o plantão funcionará ininterruptamente, com turnos noturnos (18h às 11h do dia seguinte) e diurnos (das 11h às 18h). Os atendimentos terminam às 11h da segunda-feira, (8), quando o Tribunal retoma o expediente normal.</p>
<p>Também são medidas urgentes: habeas corpus, autorização para viagem de crianças e adolescentes, de prisão, pedidos de liminar, mandados de segurança, entre outros casos que precisem de decisão imediata.</p>
<p>O Plantão Judiciário está localizado no prédio do Palácio da Justiça, na Praça XV, na região central da cidade.</p>
<h2>Interior</h2>
<p>No interior do Rio de Janeiro, haverá plantão apenas no período diurno (11h às 18h), de quinta a domingo (7). É escalado um magistrado por região para atendimento das demandas urgentes.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-06/plantao-judiciario-atende-pedidos-de-medidas-protetivas-no-rio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/judiciario-do-rio-atende-pedidos-de-medida-protetiva-no-feriado/">Judiciário do Rio atende pedidos de medida protetiva no feriado</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>STF decide limitar pagamento de penduricalhos no Judiciário e MP</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/stf-decide-limitar-pagamento-de-penduricalhos-no-judiciario-e-mp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 21:26:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (25) limitar o pagamento dos chamados penduricalhos a membros do Judiciário e Ministério Público em todo o país. Penduricalhos são benefícios concedidos a servidores públicos e que, somados ao salário, não cumprem o teto remuneratório constitucional de R$ 46,3 mil. Conforme a decisão, indenizações adicionais, gratificações e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (25) limitar o pagamento dos chamados penduricalhos a membros do Judiciário e Ministério Público em todo o país. Penduricalhos são benefícios concedidos a servidores públicos e que, somados ao salário, não cumprem o teto remuneratório constitucional de R$ 46,3 mil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/STF-decide-limitar-pagamento-de-penduricalhos-no-Judiciario-e-MP.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Conforme a decisão, indenizações adicionais, gratificações e auxílios deverão ser limitados a 35% do valor do salário dos ministros do STF, que tem o teto como referência. A limitação é equivalente a R$ 16,2 mil. </p>
<p>Entre os benefícios que poderão ser pagos, estão vantagens como tempo de antiguidade, diárias, indenização por férias não gozadas, acumulação de jurisdição, entre outros.</p>
<p>Por estarem previstos em lei e serem considerados verbas indenizatórias, os benefícios não entram no cálculo do teto. Na prática, juízes e promotores continuarão a receber acima do teto.</p>
<p>Se tiverem direito a penduricalhos, os ganhos de juízes e promotores deverão chegar a pelo menos R$ 62,5 mil mensais. </p>
<p>De acordo com a Corte, a limitação deve gerar economia anual de R$ 7,3 bilhões aos cofres públicos. </p>
<h2>Votos </h2>
<p>Por unanimidade, as regras foram definidas no julgamento no qual o plenário confirmou que somente penduricalhos previstos em lei podem ser pagos. A regra também vale para os servidores dos poderes Executivo e Legislativo. </p>
<p>Diante da complexidade do tema, o Supremo decidiu produzir um voto único sobre a questão, que foi lido pelo decano da Corte, ministro Gilmar Mendes.</p>
<p>Durante sua manifestação, Mendes defendeu o fim dos penduricalhos e citou um caso de concessão de licença compensatória de até 34 dias por dias de folgas que foram trabalhados. </p>
<p>&#8220;Ficava-se mais em casa do que trabalhando&#8221;, comentou.</p>
<p>O ministro Alexandre de Moraes disse houve abusos e &#8220;proliferação&#8221; no pagamento de vantagens. Moraes afirmou que, a partir de agora, todos os tribunais e ramos do Ministério Público deverão ter pagamentos padronizados. </p>
<p>&#8220;Há mais de 1 mil rubricas de verbas e vantagens, acabou havendo abusos, seja por leis estatuais, leis administrativas&#8221;, disse. </p>
<p>Flávio Dino disse que a carreira da magistratura tem &#8220;altos e baixos&#8221; e defendeu &#8220;modulações&#8221; possíveis nas decisões colegiadas do STF. &#8220;Aqui não há ditadores, diferente do que dizem. Um controla o outro e ninguém impõe sua vontade&#8221;, disse.</p>
<p>O presidente do STF, Edson Fachin, defendeu regras de normas transitórias para que o Congresso defina quais pagamentos de verbas indenizatórias são legais.</p>
<p>&#8220;Este colegiado se defrontou com um problema que perdura aproximadamente há 30 anos. Portanto, teve o desafio de encontrar uma fórmula capaz de estabelecer regras transitórias até que advenha lei federal de caráter nacional.&#8221;</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/stf-decide-limitar-pagamento-de-penduricalhos-no-judiciario-e-mp" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Fachin defende distanciamento de interesses no Judiciário</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/fachin-defende-distanciamento-de-interesses-no-judiciario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 20:59:24 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, disse nesta terça-feira (10) que é preciso manter distanciamento das partes e dos interesses em jogo no Judiciário.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Fachin-defende-distanciamento-de-interesses-no-Judiciario.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A declaração  foi feita durante encontro realizado na manhã desta terça-feira (10) com presidentes de tribunais superiores, em Brasília.</p>
<p>O encontro ocorreu em meio às críticas aos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes pelo suposto relacionamento pessoal com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que foi preso na semana passada. </p>
<p>Durante a reunião, Fachin discursou sobre o futuro da magistratura no país. O presidente disse que o Judiciário representa a institucionalidade do país e defendeu a imparcialidade dos juízes.</p>
<p>“O saudável distanciamento que mantemos das partes e dos interesses em jogo é o que permite, na prática, um mínimo de justiça social. A imparcialidade não é frieza, é a condição de possibilidade da equidade”, afirmou.</p>
<p>No mês passado, Toffoli deixou a relatoria do caso Master após a Polícia Federal informar que há menções a ele em mensagens encontradas no celular de Vorcaro. Toffoli é um dos sócios do resort Tayayá, localizado no Paraná. O empreendimento foi comprado por um fundo de investimentos que é ligado ao Master e investigado pela PF.</p>
<p>Na semana passada, uma suposta troca de mensagens entre Vorcaro e Alexandre de Moraes foi divulgada pelo jornal O Globo, que teve acesso aos prints de mensagens encontradas no celular do banqueiro, que foi preso durante operação da PF. Moraes negou ter conversado com Vorcaro e disse que as mensagens foram destinadas a outros contatos que constam na agenda do banqueiro.</p>
<h2>Penduricalhos</h2>
<p>O presidente do STF também defendeu que os magistrados devem ser bem remunerados. Contudo, os pagamentos devem estar amparados pela Constituição.</p>
<p>“Os privilégios funcionais da magistratura existem como depósito da confiança pública e só se sustentam enquanto essa confiança existir”, comentou. </p>
<h2>Momento de tensão</h2>
<p>Fachin também reconheceu que o debate sobre os vencimentos dos magistrados ocorre em um “momento de tensão” na Corte.</p>
<p>“Vim dizer, com o respeito que cada um de vocês merece, que o Judiciário não pode sair deste momento menor do que entrou”, completou o presidente.</p>
<p>A Corte deve retomar no dia 25 de março o julgamento das decisões dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes que suspenderam o pagamento de penduricalhos nos Três Poderes, benefícios que são concedidos a servidores públicos e que, somados ao salário, não cumprem o teto remuneratório constitucional de R$ 46,3 mil.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/fachin-defende-distanciamento-de-interesses-no-judiciario" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Gilmar Mendes suspende penduricalhos a membros do Judiciário e MP</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/gilmar-mendes-suspende-penduricalhos-a-membros-do-judiciario-e-mp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 13:30:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu o pagamento de verbas indenizatórias sem previsão legal, os chamados penduricalhos, a integrantes do Poder Judiciário e do Ministério Público (MP) O ministro determinou que os tribunais de Justiça e os MPs estaduais suspendam, em até 60 dias, o pagamento dessas verbas com base em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu o pagamento de verbas indenizatórias sem previsão legal, os chamados penduricalhos, a integrantes do Poder Judiciário e do Ministério Público (MP) <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Gilmar-Mendes-suspende-penduricalhos-a-membros-do-Judiciario-e-MP.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O ministro determinou que os tribunais de Justiça e os MPs estaduais suspendam, em até 60 dias, o pagamento dessas verbas com base em leis estaduais.</p>
<p>A decisão determina ainda que os pagamentos baseados em decisões administrativas e em atos normativos secundários sejam interrompidos em até 45 dias. A suspensão vale também para o Poder Judiciário Federal e para o Ministério Público da União.</p>
<p>“Após o transcurso dos prazos assinalados, que deverão ser contados a partir da publicação desta decisão, somente poderão ser pagas, aos membros do Poder Judiciário e do MP, as verbas previstas expressamente em leis editadas pelo Congresso Nacional e, se for o caso nos termos acima delineados, após a edição de ato regulamentar conjunto do CNJ e do CNMP.”</p>
<p>O ministro destaca que, encerrados os prazos estabelecidos, “o pagamento de quaisquer verbas em desconformidade com a presente decisão consubstanciará ato atentatório à dignidade da justiça e deverá ser apurado no âmbito administrativo-disciplinar e penal, sem prejuízo do dever de devolução de tais valores”.</p>
<p>Para Gilmar Mendes, o regime remuneratório de magistrados e membros do MP deve ser uniforme em todo o país. E a atuação dos conselhos Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) deve limitar-se à edição de atos normativos destinados a regulamentar o que estiver expressamente previsto em lei, com indicação explícita da base de cálculo, do percentual e do teto do benefício.</p>
<p>“As verbas indenizatórias estão sujeitas à uniformidade exigida pelo texto constitucional. Desse modo, por razões vinculadas à isonomia e ao caráter nacional do Poder Judiciário, mostra-se imprescindível uma normatização padronizada, veiculada em lei nacional, sendo necessário, ainda, o estabelecimento de um quantitativo máximo para pagamento de valores dessa natureza”, diz a decisão.</p>
<p>De acordo com o ministro, há um “desequilíbrio enorme&#8221; no que se refere à concessão dos penduricalhos:</p>
<p>“Estas [verbas indenizatórias] possuem, no âmbito da Justiça Estadual, abrangência muito maior, o que leva a uma disparidade no quanto efetivamente é percebido [recebido] por seus magistrados quando comparado com os juízes federais”, assinalou Mendes, definindo que os subsídios de desembargadores e procuradores-gerais dos Tribunais de Justiça devem estar estritamente vinculado aos de ministros do Supremo Tribunal Federal, na proporção de 90,25%.</p>
<p>Ainda segundo Gilmar Mendes, hoje, há “uma proliferação descoordenada de verbas, o que, além de cindir com os postulados que regem o Poder Judiciário Nacional, dificulta o efetivo controle quanto à legitimidade constitucional da instituição de tais verbas e aos gastos públicos com pessoal”.</p>
<p>A decisão de Mendes corrobora uma decisão complementar da última quinta-feira (19), do ministro Flávio Dino, do STF, que proibiu a publicação e a aplicação de novas leis sobre o pagamento a servidores públicos de parcelas remuneratórios e indenizatórias que ultrapassem o teto constitucional, os chamados “penduricalhos”.</p>
<p>A Corte deve começar a julgar o mérito da decisão liminar de Dino nesta terça-feira (24).</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/gilmar-mendes-suspende-penduricalhos-membros-do-judiciario-e-mp" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/gilmar-mendes-suspende-penduricalhos-a-membros-do-judiciario-e-mp/">Gilmar Mendes suspende penduricalhos a membros do Judiciário e MP</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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