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	<title>Judiciário Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Judiciário Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Manaus recebe 2º Ciclo pela Diversidade no Judiciário em julho</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/manaus-recebe-2o-ciclo-pela-diversidade-no-judiciario-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 19:28:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus receberá, nos dias 9 e 10 de julho, o 2º Ciclo Pelo Orgulho e Pela Diversidade no Poder Judiciário do Amazonas. O evento reunirá representantes do Judiciário, da academia e da sociedade civil. O objetivo é debater inclusão, empregabilidade e cidadania da população LGBTQI+. A programação acontecerá das 8h às 13h, no auditório da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Manaus receberá, nos dias 9 e 10 de julho, o 2º Ciclo Pelo Orgulho e Pela Diversidade no Poder Judiciário do Amazonas. O evento reunirá representantes do Judiciário, da academia e da sociedade civil. O objetivo é debater inclusão, empregabilidade e cidadania da população LGBTQI+.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A programação acontecerá das 8h às 13h, no auditório da Escola Superior de Tecnologia (EST), da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), na avenida Darcy Vargas, zona Centro-Sul de Manaus.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além dos debates, o evento oferecerá a Feira Empregay, serviços de saúde e orientação jurídica especializada para a comunidade LGBTQI+.</p>
<p class="wp-block-paragraph">As inscrições já estão abertas no site oficial da organização.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Evento reúne instituições para fortalecer a inclusão</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Com o tema “Diversidade, Empregabilidade e Justiça: uma construção interinstitucional”, o Comitê de Equidade de Raça, Gênero e Diversidade do TRT-11 organizará o evento em parceria com a Comissão de Prevenção ao Assédio e Discriminação do TJAM.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, participarão da programação a Comissão de Diversidade da OAB Amazonas (CAAAM/OAB-AM), o Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal do Amazonas (PPGDIR/UFAM), a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e organizações da sociedade civil, entre elas o Coletivo Empregay.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Durante os dois dias, especialistas discutirão a inclusão de pessoas trans no sistema de Justiça. Também abordarão empreendedorismo, economia criativa e políticas públicas voltadas à população LGBTQIAPN+.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ao final do encontro, os participantes apresentarão o Manifesto Interinstitucional pela Inclusão, Diversidade e Empregabilidade no Sistema de Justiça do Amazonas. O documento reunirá propostas construídas coletivamente para fortalecer a inclusão no Judiciário.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Evento busca ampliar inclusão e combater a transfobia</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o juiz do Trabalho André Fernando dos Anjos Cruz, magistrado LGBT+ e integrante do Comitê de Equidade de Raça, Gênero e Diversidade do TRT-11, a segunda edição do evento reforça o compromisso institucional firmado no ano passado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Ao unir as estruturas dos tribunais a parceiros essenciais e trazer o foco deste ano especificamente para a população trans e travesti, que enfrenta os maiores índices de exclusão no Amazonas, buscamos construir caminhos concretos de inclusão e cidadania. O evento foi desenhado para gerar impacto real em três frentes: promover a empregabilidade dessa população no mercado de trabalho tradicional e no próprio ambiente jurídico; ampliar o letramento institucional de magistrados e servidores para eliminar a transfobia estrutural; e facilitar o acesso a direitos fundamentais por meio de ações concomitantes, como orientação jurídica e serviços de saúde direcionados. A novidade deste ano é realizar o encontro em um espaço mais acessível ao público, permitindo que toda a sociedade possa prestigiar, participar e se beneficiar do conhecimento produzido nesses dias.”</p>
<p class="wp-block-paragraph">Da mesma forma, Rodrigo Silva de Melo, integrante da Comissão de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e à Discriminação do TJAM, destacou a importância da união entre o Judiciário, a academia e a sociedade civil.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Como resultado palpável, neste ano temos a proposta de ouvir a sociedade civil e construir um manifesto interinstitucional que contemple eixos fundamentais, como a empregabilidade e a inclusão das pessoas LGBTQI+ no sistema de Justiça, seja por meio de cotas ou pela discussão sobre o acesso dessa população aos prédios públicos. Esse manifesto será elaborado a partir das principais demandas que surgirem da escuta da sociedade, consolidando um compromisso coletivo de transformação e inclusão.”</p>
<h2 class="wp-block-heading">Feira Empregay e serviços gratuitos fazem parte da programação</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Além dos painéis, o evento oferecerá uma programação paralela voltada à cidadania.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre as atrações está a Feira Empregay, que incentivará o empreendedorismo e a inclusão produtiva da população LGBTQIAPN+.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, equipes do Comitê Comunitário de Educação sobre HIV e ISTs (Educom), da Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado, realizarão testagem rápida e prestarão orientações em saúde.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o público poderá receber orientação jurídica especializada por meio do Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal do Amazonas (PPGDIR/UFAM).</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o juiz André dos Anjos, aproximar esses serviços da comunidade fortalece a cidadania e amplia o acesso aos direitos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Quando aproximamos esses serviços da comunidade, estamos não apenas oferecendo acolhimento, mas devolvendo a autonomia e a dignidade que muitas vezes são negadas historicamente. Para o Poder Judiciário, apoiar e liderar essas práticas interinstitucionais é indispensável para que possamos cumprir nossa missão de forma plena. A Justiça não se faz apenas julgando processos dentro dos gabinetes, mas sim construindo pontes com a academia, com os órgãos de classe e, fundamentalmente, com os movimentos sociais que conhecem a realidade das ruas”, enfatiza o juiz André dos Anjos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, Rodrigo Silva destacou que a programação ultrapassa o debate jurídico e promove inclusão social.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Apesar dos avanços recentes dentro do Poder Judiciário em relação à população LGBTQI+, as necessidades dessa comunidade vão muito além dos serviços jurídicos. Elas envolvem cultura e, principalmente, empregabilidade, que garante dignidade de existir. O Ciclo, portanto, é uma ação concreta de cidadania, que empodera pessoas para exercer seus direitos e mostra que o Judiciário precisa estar junto de outras instituições”, salienta.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Inscrições</h2>
<p class="wp-block-paragraph">As inscrições para o 2º Ciclo Pelo Orgulho e Pela Diversidade no Poder Judiciário do Amazonas já estão abertas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os interessados podem se inscrever pela plataforma oficial do evento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A programação é gratuita. Além disso, ela é destinada a magistrados, servidores, estudantes, profissionais do Direito e ao público interessado na promoção da diversidade, da inclusão e dos direitos da população LGBTQIAPN+.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
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		<title>Cármen Lúcia: Judiciário deve buscar credibilidade, não popularidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 22:02:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia defendeu nesta sexta-feira (19) que a reestruturação do Poder Judiciário deve focar na construção da confiança dos cidadãos na conduta dos magistrados, e não na busca por popularidade. A declaração foi no encerramento do evento &#8220;A Justiça do Amanhã&#8221;, no Rio de Janeiro, que debateu ética, transparência, eficiência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia defendeu nesta sexta-feira (19) que a reestruturação do Poder Judiciário deve focar na construção da confiança dos cidadãos na conduta dos magistrados, e não na busca por popularidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Carmen-Lucia-Judiciario-deve-buscar-credibilidade-nao-popularidade.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A declaração foi no encerramento do evento &#8220;A Justiça do Amanhã&#8221;, no Rio de Janeiro, que debateu ética, transparência, eficiência e o futuro da Justiça brasileira.</p>
<p>Para a magistrada, que atua há duas décadas no STF, a credibilidade das decisões judiciais depende da garantia de que o juiz agiu com isenção e cumprimento rigoroso das leis.</p>
<p>&#8220;Precisamos estruturar um poder no qual a sociedade confie. Não quero que ela goste, porque é claro que quem perde uma causa não gosta da decisão, menos ainda de quem a proclamou&#8221;, disse a ministra.</p>
<p>&#8220;O importante é que a pessoa saiba que eu agi de maneira correta de acordo com a lei e que o único compromisso foi cumprir o que eu jurei cumprir quando tomei posse há 20 anos no STF: a Constituição, as leis da República&#8221;, completou.</p>
<h2>Código de Ética</h2>
<p>A busca pela confiança e pela transparência na atuação dos magistrados dialoga com o projeto de Código de Ética do qual Cármen Lúcia é relatora. A criação da norma foi estabelecida como prioridade pelo ministro Edson Fachin, que designou a ministra para a função no início deste ano.</p>
<p>A proposta, ainda em fase de elaboração, deve estabelecer limites e deveres para evitar conflitos de interesse. São esperadas normas sobre a participação de ministros em eventos e palestras promovidos por empresas com processos no STF, além de disciplinar a atuação de parentes de magistrados em escritórios de advocacia que litigam no tribunal.</p>
<h2>Origem da proposta</h2>
<p>O debate sobre a necessidade de um código normativo para o tribunal ganhou força em meio às investigações envolvendo o Banco Master e citações a integrantes do STF. O ministro Alexandre de Moraes rechaçou publicamente ter mantido contatos com o banqueiro Daniel Vorcaro, investigado na Operação Compliance Zero.</p>
<p>Paralelamente, o ministro Dias Toffoli retirou-se da relatoria do inquérito sobre fraudes na mesma instituição financeira. O afastamento ocorreu após relatórios policiais apontarem irregularidades em um fundo de investimento ligado ao banco, que adquiriu cotas de um empreendimento turístico do qual o magistrado é sócio.</p>
<h2>Resistências na Corte</h2>
<p>A aprovação do projeto ainda divide os ministros nos bastidores, segundo o ministro Edson Fachin. Discussões internas avaliam a conveniência política do momento para a votação das regras e a viabilidade prática de sua fiscalização.</p>
<p>Entre as divergências técnicas está a obrigatoriedade de divulgação prévia de compromissos acadêmicos e agendas de palestras dos ministros, o que gera preocupações sobre a segurança institucional dos magistrados, além das regras específicas de impedimento em julgamentos.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-06/carmen-lucia-judiciario-deve-buscar-credibilidade-nao-popularidade" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Judiciário do Rio atende pedidos de medida protetiva no feriado</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/judiciario-do-rio-atende-pedidos-de-medida-protetiva-no-feriado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 15:25:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Devido ao aumento de pedidos de medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha, o Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) está atendendo  urgentes nesta quinta-feirra (4), dia de Corpus Christi. Somente nos quatro primeiros meses de 2026, o Tribunal de Justiça recebeu mais de 14 mil pedidos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Devido ao aumento de pedidos de medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha, o Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) está atendendo  urgentes nesta quinta-feirra (4), dia de Corpus Christi.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Judiciario-do-Rio-atende-pedidos-de-medida-protetiva-no-feriado.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Somente nos quatro primeiros meses de 2026, o Tribunal de Justiça recebeu mais de 14 mil pedidos de medidas protetivas a mulheres vítimas de violência. Os dados são do Painel da Violência Doméstica, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).</p>
<p>No Plantão Judiciário da Comarca da Capital, de janeiro a maio deste ano, foram analisadas 5.490 medidas protetivas de urgência.</p>
<h2>Plantão</h2>
<p>Na capital, o plantão funcionará ininterruptamente, com turnos noturnos (18h às 11h do dia seguinte) e diurnos (das 11h às 18h). Os atendimentos terminam às 11h da segunda-feira, (8), quando o Tribunal retoma o expediente normal.</p>
<p>Também são medidas urgentes: habeas corpus, autorização para viagem de crianças e adolescentes, de prisão, pedidos de liminar, mandados de segurança, entre outros casos que precisem de decisão imediata.</p>
<p>O Plantão Judiciário está localizado no prédio do Palácio da Justiça, na Praça XV, na região central da cidade.</p>
<h2>Interior</h2>
<p>No interior do Rio de Janeiro, haverá plantão apenas no período diurno (11h às 18h), de quinta a domingo (7). É escalado um magistrado por região para atendimento das demandas urgentes.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-06/plantao-judiciario-atende-pedidos-de-medidas-protetivas-no-rio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Cármen Lúcia diz que crise de confiabilidade no Judiciário é grave</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/carmen-lucia-diz-que-crise-de-confiabilidade-no-judiciario-e-grave/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 21:12:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta sexta-feira (17) que a crise de confiabilidade no Judiciário é grave e precisa ser reconhecida. Ela participou, na manhã de hoje, de uma palestra a alunos de direito da Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. “A crise de confiabilidade é séria, grave [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta sexta-feira (17) que a crise de confiabilidade no Judiciário é grave e precisa ser reconhecida.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Carmen-Lucia-diz-que-crise-de-confiabilidade-no-Judiciario-e.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ela participou, na manhã de hoje, de uma palestra a alunos de direito da Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p>
<p>“A crise de confiabilidade é séria, grave e precisa de ser reconhecida, e não apenas por nós, juízes e juízas. Queremos que os jovens queiram ser juízes. Não é porque é fácil, não é. É muito difícil. Tive mais momentos de alegria como advogada do que 20 anos como juíza”, afirmou.</p>
<h2>Crise</h2>
<p>Mais cedo, o presidente do STF, Edson Fachin, também reconheceu que a Corte vive uma crise institucional e disse que é preciso enfrentá-la.</p>
<p>Nesta semana, a tentativa do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) de indiciar os ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli no relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado ampliou a crise interna na Corte, que já estava abalada pelas investigações envolvendo o Banco Master.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/carmen-lucia-diz-que-crise-de-confiabilidade-no-judiciario-e-grave" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>STF decide limitar pagamento de penduricalhos no Judiciário e MP</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/stf-decide-limitar-pagamento-de-penduricalhos-no-judiciario-e-mp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 21:26:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (25) limitar o pagamento dos chamados penduricalhos a membros do Judiciário e Ministério Público em todo o país. Penduricalhos são benefícios concedidos a servidores públicos e que, somados ao salário, não cumprem o teto remuneratório constitucional de R$ 46,3 mil. Conforme a decisão, indenizações adicionais, gratificações e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (25) limitar o pagamento dos chamados penduricalhos a membros do Judiciário e Ministério Público em todo o país. Penduricalhos são benefícios concedidos a servidores públicos e que, somados ao salário, não cumprem o teto remuneratório constitucional de R$ 46,3 mil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/STF-decide-limitar-pagamento-de-penduricalhos-no-Judiciario-e-MP.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Conforme a decisão, indenizações adicionais, gratificações e auxílios deverão ser limitados a 35% do valor do salário dos ministros do STF, que tem o teto como referência. A limitação é equivalente a R$ 16,2 mil. </p>
<p>Entre os benefícios que poderão ser pagos, estão vantagens como tempo de antiguidade, diárias, indenização por férias não gozadas, acumulação de jurisdição, entre outros.</p>
<p>Por estarem previstos em lei e serem considerados verbas indenizatórias, os benefícios não entram no cálculo do teto. Na prática, juízes e promotores continuarão a receber acima do teto.</p>
<p>Se tiverem direito a penduricalhos, os ganhos de juízes e promotores deverão chegar a pelo menos R$ 62,5 mil mensais. </p>
<p>De acordo com a Corte, a limitação deve gerar economia anual de R$ 7,3 bilhões aos cofres públicos. </p>
<h2>Votos </h2>
<p>Por unanimidade, as regras foram definidas no julgamento no qual o plenário confirmou que somente penduricalhos previstos em lei podem ser pagos. A regra também vale para os servidores dos poderes Executivo e Legislativo. </p>
<p>Diante da complexidade do tema, o Supremo decidiu produzir um voto único sobre a questão, que foi lido pelo decano da Corte, ministro Gilmar Mendes.</p>
<p>Durante sua manifestação, Mendes defendeu o fim dos penduricalhos e citou um caso de concessão de licença compensatória de até 34 dias por dias de folgas que foram trabalhados. </p>
<p>&#8220;Ficava-se mais em casa do que trabalhando&#8221;, comentou.</p>
<p>O ministro Alexandre de Moraes disse houve abusos e &#8220;proliferação&#8221; no pagamento de vantagens. Moraes afirmou que, a partir de agora, todos os tribunais e ramos do Ministério Público deverão ter pagamentos padronizados. </p>
<p>&#8220;Há mais de 1 mil rubricas de verbas e vantagens, acabou havendo abusos, seja por leis estatuais, leis administrativas&#8221;, disse. </p>
<p>Flávio Dino disse que a carreira da magistratura tem &#8220;altos e baixos&#8221; e defendeu &#8220;modulações&#8221; possíveis nas decisões colegiadas do STF. &#8220;Aqui não há ditadores, diferente do que dizem. Um controla o outro e ninguém impõe sua vontade&#8221;, disse.</p>
<p>O presidente do STF, Edson Fachin, defendeu regras de normas transitórias para que o Congresso defina quais pagamentos de verbas indenizatórias são legais.</p>
<p>&#8220;Este colegiado se defrontou com um problema que perdura aproximadamente há 30 anos. Portanto, teve o desafio de encontrar uma fórmula capaz de estabelecer regras transitórias até que advenha lei federal de caráter nacional.&#8221;</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/stf-decide-limitar-pagamento-de-penduricalhos-no-judiciario-e-mp" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Fachin defende distanciamento de interesses no Judiciário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 20:59:24 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, disse nesta terça-feira (10) que é preciso manter distanciamento das partes e dos interesses em jogo no Judiciário.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Fachin-defende-distanciamento-de-interesses-no-Judiciario.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A declaração  foi feita durante encontro realizado na manhã desta terça-feira (10) com presidentes de tribunais superiores, em Brasília.</p>
<p>O encontro ocorreu em meio às críticas aos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes pelo suposto relacionamento pessoal com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que foi preso na semana passada. </p>
<p>Durante a reunião, Fachin discursou sobre o futuro da magistratura no país. O presidente disse que o Judiciário representa a institucionalidade do país e defendeu a imparcialidade dos juízes.</p>
<p>“O saudável distanciamento que mantemos das partes e dos interesses em jogo é o que permite, na prática, um mínimo de justiça social. A imparcialidade não é frieza, é a condição de possibilidade da equidade”, afirmou.</p>
<p>No mês passado, Toffoli deixou a relatoria do caso Master após a Polícia Federal informar que há menções a ele em mensagens encontradas no celular de Vorcaro. Toffoli é um dos sócios do resort Tayayá, localizado no Paraná. O empreendimento foi comprado por um fundo de investimentos que é ligado ao Master e investigado pela PF.</p>
<p>Na semana passada, uma suposta troca de mensagens entre Vorcaro e Alexandre de Moraes foi divulgada pelo jornal O Globo, que teve acesso aos prints de mensagens encontradas no celular do banqueiro, que foi preso durante operação da PF. Moraes negou ter conversado com Vorcaro e disse que as mensagens foram destinadas a outros contatos que constam na agenda do banqueiro.</p>
<h2>Penduricalhos</h2>
<p>O presidente do STF também defendeu que os magistrados devem ser bem remunerados. Contudo, os pagamentos devem estar amparados pela Constituição.</p>
<p>“Os privilégios funcionais da magistratura existem como depósito da confiança pública e só se sustentam enquanto essa confiança existir”, comentou. </p>
<h2>Momento de tensão</h2>
<p>Fachin também reconheceu que o debate sobre os vencimentos dos magistrados ocorre em um “momento de tensão” na Corte.</p>
<p>“Vim dizer, com o respeito que cada um de vocês merece, que o Judiciário não pode sair deste momento menor do que entrou”, completou o presidente.</p>
<p>A Corte deve retomar no dia 25 de março o julgamento das decisões dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes que suspenderam o pagamento de penduricalhos nos Três Poderes, benefícios que são concedidos a servidores públicos e que, somados ao salário, não cumprem o teto remuneratório constitucional de R$ 46,3 mil.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/fachin-defende-distanciamento-de-interesses-no-judiciario" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Gilmar Mendes suspende penduricalhos a membros do Judiciário e MP</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/gilmar-mendes-suspende-penduricalhos-a-membros-do-judiciario-e-mp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 13:30:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu o pagamento de verbas indenizatórias sem previsão legal, os chamados penduricalhos, a integrantes do Poder Judiciário e do Ministério Público (MP) O ministro determinou que os tribunais de Justiça e os MPs estaduais suspendam, em até 60 dias, o pagamento dessas verbas com base em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu o pagamento de verbas indenizatórias sem previsão legal, os chamados penduricalhos, a integrantes do Poder Judiciário e do Ministério Público (MP) <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Gilmar-Mendes-suspende-penduricalhos-a-membros-do-Judiciario-e-MP.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O ministro determinou que os tribunais de Justiça e os MPs estaduais suspendam, em até 60 dias, o pagamento dessas verbas com base em leis estaduais.</p>
<p>A decisão determina ainda que os pagamentos baseados em decisões administrativas e em atos normativos secundários sejam interrompidos em até 45 dias. A suspensão vale também para o Poder Judiciário Federal e para o Ministério Público da União.</p>
<p>“Após o transcurso dos prazos assinalados, que deverão ser contados a partir da publicação desta decisão, somente poderão ser pagas, aos membros do Poder Judiciário e do MP, as verbas previstas expressamente em leis editadas pelo Congresso Nacional e, se for o caso nos termos acima delineados, após a edição de ato regulamentar conjunto do CNJ e do CNMP.”</p>
<p>O ministro destaca que, encerrados os prazos estabelecidos, “o pagamento de quaisquer verbas em desconformidade com a presente decisão consubstanciará ato atentatório à dignidade da justiça e deverá ser apurado no âmbito administrativo-disciplinar e penal, sem prejuízo do dever de devolução de tais valores”.</p>
<p>Para Gilmar Mendes, o regime remuneratório de magistrados e membros do MP deve ser uniforme em todo o país. E a atuação dos conselhos Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) deve limitar-se à edição de atos normativos destinados a regulamentar o que estiver expressamente previsto em lei, com indicação explícita da base de cálculo, do percentual e do teto do benefício.</p>
<p>“As verbas indenizatórias estão sujeitas à uniformidade exigida pelo texto constitucional. Desse modo, por razões vinculadas à isonomia e ao caráter nacional do Poder Judiciário, mostra-se imprescindível uma normatização padronizada, veiculada em lei nacional, sendo necessário, ainda, o estabelecimento de um quantitativo máximo para pagamento de valores dessa natureza”, diz a decisão.</p>
<p>De acordo com o ministro, há um “desequilíbrio enorme&#8221; no que se refere à concessão dos penduricalhos:</p>
<p>“Estas [verbas indenizatórias] possuem, no âmbito da Justiça Estadual, abrangência muito maior, o que leva a uma disparidade no quanto efetivamente é percebido [recebido] por seus magistrados quando comparado com os juízes federais”, assinalou Mendes, definindo que os subsídios de desembargadores e procuradores-gerais dos Tribunais de Justiça devem estar estritamente vinculado aos de ministros do Supremo Tribunal Federal, na proporção de 90,25%.</p>
<p>Ainda segundo Gilmar Mendes, hoje, há “uma proliferação descoordenada de verbas, o que, além de cindir com os postulados que regem o Poder Judiciário Nacional, dificulta o efetivo controle quanto à legitimidade constitucional da instituição de tais verbas e aos gastos públicos com pessoal”.</p>
<p>A decisão de Mendes corrobora uma decisão complementar da última quinta-feira (19), do ministro Flávio Dino, do STF, que proibiu a publicação e a aplicação de novas leis sobre o pagamento a servidores públicos de parcelas remuneratórios e indenizatórias que ultrapassem o teto constitucional, os chamados “penduricalhos”.</p>
<p>A Corte deve começar a julgar o mérito da decisão liminar de Dino nesta terça-feira (24).</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/gilmar-mendes-suspende-penduricalhos-membros-do-judiciario-e-mp" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/gilmar-mendes-suspende-penduricalhos-a-membros-do-judiciario-e-mp/">Gilmar Mendes suspende penduricalhos a membros do Judiciário e MP</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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