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	<title>LGBTQIA Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>LGBTQIA Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Parada LGBTQIA+ no Rio defende mais representantes no Legislativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 21:39:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ foi comemorado neste domingo (28) pela 4ª Parada LGBTQIA+, na Lapa, região central do Rio de Janeiro, com o tema &#8220;Nosso Orgulho Também se Defende nas Urnas&#8221;. Um manifesto será lançado durante o ato estimulando a presença de mais representantes da população LGBT no Congresso Nacional. Ao ocupar os Arcos da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ foi comemorado neste domingo (28) pela 4ª Parada LGBTQIA+, na Lapa, região central do Rio de Janeiro, com o tema &#8220;Nosso Orgulho Também se Defende nas Urnas&#8221;.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Parada-LGBTQIA-no-Rio-defende-mais-representantes-no-Legislativo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Um manifesto será lançado durante o ato estimulando a presença de mais representantes da população LGBT no Congresso Nacional.</p>
<p>Ao ocupar os Arcos da Lapa, a parada teve, além da celebração, como objetivo ser um espaço de mobilização social, fortalecimento comunitário e enfrentamento às violências históricas que atingem pessoas dessa comunidade (travestis, transexuais, pessoas trans periféricas, lésbicas, bissexuais, intersexo).</p>
<p>A fundadora da Casa Nem, Indianarae Siqueira, destacou a necessidade de se eleger pessoas que, de fato, entendam as demandas da comunidade. </p>
<p>“Como estamos em um ano eleitoral, o povo será, mais uma vez, chamado a decidir os rumos do país. Mas não basta eleger governos. Nós precisamos eleger parlamentares comprometidos com a democracia, os direitos sociais, a vida do povo. Não queremos parlamentares inimigos do povo e amigos de banqueiros”.</p>
<p>Indianarae Siqueira assegurou que a luta é também por uma vida digna para a classe trabalhadora, entre elas as pessoas LGBTQIA+ que têm trabalhos precarizados.</p>
<p>“Defendemos o fim da escala 6 x 1 e um salário mínimo digno de R$ 2 mil ainda este ano para os trabalhadores brasileiros e condições justas para as pessoas autônomas e profissionais informais”.</p>
<p>O manifesto reivindica também a empregabilidade trans, educação e saúde pública de qualidade, políticas públicas humanizadas e acesso universal aos direitos básicos.<br /> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Parada-LGBTQIA-no-Rio-defende-mais-representantes-no-Legislativo.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 28/06/2026 - 4ª edição da Parada LGBTQIAPN+ da Lapa, com o tema Nosso Orgulho Também se Defende nas Urnas, marca o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+, nos Arcos da Lapa. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Rio de Janeiro (RJ), 28/06/2026 &#8211; 4ª edição da Parada LGBTQIAPN+ da Lapa, com o tema Nosso Orgulho Também se Defende nas Urnas, marca o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+, nos Arcos da Lapa. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Violência</h2>
<p>Os coletivos que assinam o documento reivindicam segurança para as mulheres, pessoas negras e periféricas e LGBTQIA+, “para que possam ser vistas dentro dessa segurança e não como problema na segurança, nem como réus e criminosos porque, historicamente, essas são as pessoas mais atingidas pela violência&#8221;. </p>
<p>Indianarae Siqueira garantiu que os eleitores LGBTQIA+ irão às urnas em outubro para defender a democracia e contra golpistas. </p>
<p>“Nossos corpos são políticos, nosso voto é resistência”, disse.</p>
<p>Marcio Villard, coordenador do Grupo Pela Vidda do Rio de Janeiro, destacou que a comunidade LGBTQIA+ ainda enfrenta vários problemas devido à não existência de leis sobre direitos dessa população.</p>
<p>&#8220;Nós não temos, através do Legislativo, nenhuma lei. A gente tem garantias através da Justiça, do Supremo Tribunal Federal (STF), de decisões de juízes nos estados. Precisamos ter, como a Argentina e a Colômbia têm, leis aprovadas pelo Legislativo que garantam direitos&#8221;, disse, ao citar a LFGBTfobia que passou a ser equiparada ao crime de racismo, a partir de 2019, após decisão do STF, &#8220;mas que, na prática, não funciona”.</p>
<p>Márcio Villard ressaltou o aumento anual de assassinatos e casos de violência cometidos contra as pessoas LGBTs, e que, segundo ele, são subnotificados pelas autoridades policiais. &#8220;Parece que não acontece, quando, na verdade, acontece todos os dias”.</p>
<p>Ele mencionou ainda retrocessos recentes para a comunidade LGBT, como proibição de terapia hormonal antes dos 21 anos e tentativa de proibir a realização das paradas em vias públicas e sem a participação de crianças e adolescentes. “Nós somos uma democracia. Existem famílias de LGBTs que têm filhos”.<br /> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1782682794_785_Parada-LGBTQIA-no-Rio-defende-mais-representantes-no-Legislativo.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 28/06/2026 - 4ª edição da Parada LGBTQIAPN+ da Lapa, com o tema Nosso Orgulho Também se Defende nas Urnas, marca o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+, nos Arcos da Lapa. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Rio de Janeiro (RJ), 28/06/2026 &#8211; 4ª edição da Parada LGBTQIAPN+ da Lapa, com o tema Nosso Orgulho Também se Defende nas Urnas, marca o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+, nos Arcos da Lapa. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil<br type="_moz"/><br />
</h6>
</p>
<h2>Atividades</h2>
<p>A 4ª Parada LGBTQIA+ foi organizada pelos movimentos sociais CasaNem, Grupo Transrevolução, Fórum Estadual de Travestis e Transexuais do Rio de Janeiro (Fórum TT RJ), Marcha Trans RJ, Liga Transmasculina Carioca João W. Nery, coletivos trans das universidades Federal Fluminense (UFF), Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Associação de Gays e Amigos de Nova Iguaçu e Mesquita (AGANIM), Artgay, BrCidades-Rio, Fórum LGBT de Maricá, Frente LGBTIA+, Grupo Pela Vidda e o Coletivo LGBTI+ do Movimento Negro Unificado (MNU LGBT).</p>
<p>Um festival de pipas abriu o evento, no Aterro do Flamengo, organizado pelo Grupo Arco Íris, seguido do piquenique do Orgulho, Amor e Direitos, também com o Grupo Arco Íris, na Praça Paris.</p>
<p>Houve ainda teste rápidos de HIV e de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), distribuição de camisinhas e gel lubrificante. Além disso, 30 empreendedores LGBTQIA+ mostraram sus produtos e serviços em uma feira. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/parada-lgbtqia-no-rio-defende-mais-representantes-no-legislativo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Polícia legislativa proíbe bandeira LGBTQIA+ em gramado do Congresso</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/policia-legislativa-proibe-bandeira-lgbtqia-em-gramado-do-congresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 20:08:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste domingo (28), Dia do Orgulho LGBTQIA+, ativistas da causa foram proibidos, por policiais legislativos da Câmara dos Deputados, de estender a bandeira do movimento no gramado em frente ao Congresso Nacional, em Brasília.  A bandeira com as cores do arco-íris, de aproximadamente 50 metros de comprimento, foi levada por ao menos 20 ativistas que pretendiam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste domingo (28), Dia do Orgulho LGBTQIA+, ativistas da causa foram proibidos, por policiais legislativos da Câmara dos Deputados, de estender a bandeira do movimento no gramado em frente ao Congresso Nacional, em Brasília. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Policia-legislativa-proibe-bandeira-LGBTQIA-em-gramado-do-Congresso.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A bandeira com as cores do arco-íris, de aproximadamente 50 metros de comprimento, foi levada por ao menos 20 ativistas que pretendiam realizar um ato pacífico no local. </p>
<p>Segundo o ativista Michel Platini, o grupo chegou antes das 10h e, assim que a bandeira foi estendida inteira no gramado, policiais legislativos chegaram em viaturas. </p>
<p>“A polícia veio de uma forma violenta para gente. Nós nos ajoelhamos e mostramos que estávamos desarmados e que não haveria confronto”.</p>
<p>Platini explicou aos policiais que a bandeira era um símbolo para representar a comunidade LGBTQIA+ e o orgulho. “É nosso orgulho em resposta às violências”.</p>
<h2>“Sem justificativa”</h2>
<p>Platini testemunha que os policiais alegaram não haver autorização para o ato.</p>
<p>“A Constituição garante que a gente realize uma manifestação pacífica e a gente informou com mais de 24 horas de antecedência”, disse. Os ativistas garantem que pediram autorização para o ato na última semana.</p>
<p>“Reprimiram o ato sem justificativa. Eles não pararam os atos antidemocráticos de 8 de janeiro (de 2023), que promoveram destruição, mas nos pararam porque estávamos com uma bandeira”. </p>
<p>Para Michel Platini, essa expressão de hostilidade materializa a violência estatal contra a comunidade. </p>
<h2>Representação</h2>
<p>O ativista diz que o Grupo Estruturação e o Centro Brasiliense de Defesa dos Direitos Humanos do Distrito Federal, do qual ele faz parte, pretendem entrar com representação na Câmara para pedir investigação da conduta dos policiais ao obstruírem uma ação legítima.</p>
<p>Outro ativista presente ao ato, o design Rafael Lira, de 39 anos, lamentou o episódio e disse que o grupo Ficou assustado com a presença das viaturas e com a abordagem dos policiais. “Foi uma confusão que os policiais proporcionaram. Queríamos fazer um ato pacífico em nome da visibilidade de nossa luta&#8221;.</p>
<p>Ao tomar ciência do episódio em um encontro de ativistas em Brasília, nesta tarde de domingo, o deputado distrital Fábio Felix, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Câmara Distrital do DF, disse que pedirá explicações sobre a abordagem dos policiais legislativos. </p>
<p>A reportagem da Agência Brasil buscou esclarecimentos com a assessoria de comunicação da Câmara dos Deputados, mas não obteve retorno até o momento. O espaço está aberto para a participação.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/policia-legislativa-proibe-bandeira-lgbtqia-em-gramado-do-congresso" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Antes estigmatizado, Pajubá guarda memória da resistência LGBTQIA+</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/antes-estigmatizado-pajuba-guarda-memoria-da-resistencia-lgbtqia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:57:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com quase um século de registros, a linguagem Pajubá constitui uma importante ferramenta de proteção e comunicação para a comunidade LGBTQIA+, principalmente entre pessoas transgêneras e travestis, sobretudo negras. Em meio ao Mês do Orgulho LGBTQIA+, o Museu da Diversidade Sexual (MDS) promove, nesta quinta-feira (25), uma discussão aberta para todos os públicos sobre o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com quase um século de registros, a linguagem Pajubá constitui uma importante ferramenta de proteção e comunicação para a comunidade LGBTQIA+, principalmente entre pessoas transgêneras e travestis, sobretudo negras.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Antes-estigmatizado-Pajuba-guarda-memoria-da-resistencia-LGBTQIA.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em meio ao Mês do Orgulho LGBTQIA+, o Museu da Diversidade Sexual (MDS) promove, nesta quinta-feira (25), uma discussão aberta para todos os públicos sobre o reconhecimento da linguagem Pajubá como patrimônio linguístico.</p>
<p>Esta linguagem foi criada para cifrar conversas da comunidade e ganhou força durante o período da Ditadura Militar. O vocabulário incorpora termos de línguas africanas, como o iorubá e o banto, além de contribuições do francês, italiano, espanhol e inglês. A palavra “pajubá”, inclusive, significa segredo, conversa ou novidade em iorubá.</p>
<p>Por muito tempo, contudo, a linguagem foi estigmatizada por ser amplamente utilizada por trabalhadoras sexuais travestis, segundo conta Amara Moira, escritora e curadora da Masterclass Pajubá:</p>
<p>“A própria comunidade, muitas vezes, olhou para essa linguagem como uma língua de marginais e fazia questão de se distanciar. Hoje, a gente pode sentir orgulho dela, mas é importante pensar que até algum tempo atrás essa era uma linguagem estigmatizada”.</p>
<p>Ao longo do tempo, à medida em que a discriminação contra pessoas LGBTQIA+ diminuiu, a língua Pajubá começou a entrar em desuso. As gerações mais novas pararam de utilizá-la, o que contribuiu para seu esquecimento.</p>
<h2>Memória</h2>
<p>Amara argumenta que a linguagem precisa ser relembrada porque representa um importante recorte da vida da comunidade LGBTQIA+.</p>
<p>“Olhar para essas palavras é também pensar o que estava no horizonte e quais eram as necessidades e urgências [da comunidade]. Além disso, vai mostrando como a nossa imaginação operava e documentando a transformação dos momentos e das épocas,” explica.</p>
<p>Nos últimos anos, a linguagem Pajubá tem ressurgido por meio de produções artísticas. “Acho que o novo caminho para o Pajubá pode ser justamente esse, com o cinema, o teatro, a música e a literatura”, acredita Amara.</p>
<p>O encontro começa às 19h, no Centro de Empreendedorismo e Pesquisa do museu. Rua do Arouche, 24, na República.</p>
<p><em>*Estagiário da Agência Brasil sob supervisão de Odair Braz Junior.</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/antes-estigmatizado-pajuba-guarda-memoria-da-resistencia-lgbtqia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/antes-estigmatizado-pajuba-guarda-memoria-da-resistencia-lgbtqia/">Antes estigmatizado, Pajubá guarda memória da resistência LGBTQIA+</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Governo lança campanha de visibilidade e defesa dos direitos LGBTQIA+</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/governo-lanca-campanha-de-visibilidade-e-defesa-dos-direitos-lgbtqia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 20:36:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania lançou nesta quinta-feira (4), na capital paulista, a campanha O Brasil é de Todas as Cores: Para Todas as Pessoas. A iniciativa tem o objetivo de dar transparência e apresentar os resultados sobre as ações que o governo federal tem desenvolvido para a garantia de direitos à população [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania lançou nesta quinta-feira (4), na capital paulista, a campanha O Brasil é de Todas as Cores: Para Todas as Pessoas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Governo-lanca-campanha-de-visibilidade-e-defesa-dos-direitos-LGBTQIA.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A iniciativa tem o objetivo de dar transparência e apresentar os resultados sobre as ações que o governo federal tem desenvolvido para a garantia de direitos à população LGBTQIA+, além de impulsionar o alcance das políticas públicas para pessoas em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>O lançamento ocorreu durante a 25ª edição da Feira Cultural da Diversidade e Empreendedorismo LGBT+, evento que é promovido pela Parada do Orgulho LGBT+, organizada pela Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT-SP).</p>
<p>Desde 2023, segundo o ministério, foram investidos mais de R$ 61 milhões em ações voltadas para promoção e defesa dos direitos humanos da população LGBTQIA+ no Brasil. De acordo com a pasta, o investimento permitiu que mais de 330 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social fossem atendidas pelo Programa Nacional de Fortalecimento das Casas de Acolhimento LGBTQIA+ (Acolher+).</p>
<p>Além disso, a Estratégia Nacional de Trabalho Digno, Educação e Geração de Renda para Pessoas LGBTQIA+ (Empodera+) possibilitou a capacitação de mais de 5 mil pessoas por meio de programas e iniciativas que promovem autonomia econômica, geração de renda e ampliação de oportunidades.</p>
<p>Para a secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, este foi o maior orçamento da história.</p>
<p>“A gente está aqui no corpo a corpo mostrando para as pessoas o que nós conseguimos fazer mesmo com o apagão que tivemos [no governo anterior], com o desmonte que tivemos.”</p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil a secretária destacou que o investimento do governo federal foi destinado principalmente para ações de empregabilidade, trabalho digno e acolhimento das pessoas LGBT+ em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>“Tem ações de bem-viver, porque queremos chegar nos territórios. A gente não quer falar só com [a população] LGBT+, que é a mais que vem numa migração forçada da sua cidade para os grandes centros urbanos. Então, fomos para o território de fronteira e para as aldeias indígenas e produziu muito diálogo, com acesso a direitos e redes protetivas.”</p>
<h2>A Feira</h2>
<p>A Feira Cultural da Diversidade e Empreendedorismo LGBT+ ocorre nesta quinta-feira (4), no Vale do Anhangabaú, centro da capital paulista. É um festival gratuito que reúne cultura, empreendedorismo e cidadania, reunindo mais de 180 artistas e 100 expositores.</p>
<p>Segundo Heitor Werneck, coordenador artístico da feira, o espaço foi concebido para fortalecer pequenos negócios, gerar oportunidades comerciais e ampliar a visibilidade de empreendedores LGBTQIA+, incentivando a geração de renda e o desenvolvimento econômico da comunidade.</p>
<p>“TTemos aqui um espaço para falar sobre sexualidade. Além disso, somos o único evento do Brasil que é 100% inclusivo. Damos espaço para LGBTs que são cadeirantes, por exemplo. Aqui tem espaço para eles. E eles estão aqui se apresentando, cantando ou frequentando o espaço”, afirmou Werneck.</p>
<p>Uma das pessoas que esteve visitando o local na tarde de hoje foi o jovem Fabrício Florencio, 23 anos, que vive em São Paulo. “Acho a feira muito importante. Não só por eventos como a Parada, mas também por ter um momento em que podemos encontrar semelhantes aos nossos e que estão aqui lutando pela mesma coisa, o direito de existir”, disse à reportagem.</p>
<p>Durante todo o dia, a feira está oferecendo uma ampla programação cultural e formativa, com exibições de cinema, intervenções artísticas e rodas de conversa voltadas a temas de interesse da comunidade LGBTQIA+ e da sociedade em geral, como saúde mental, redução de danos, direitos humanos, combate à discriminação, inclusão social, diversidade e fortalecimento das políticas públicas.</p>
<p>A  programação também está homenageando artistas e personalidades que contribuíram para a construção da história da comunidade LGBTQIA+ no paísl, reforçando a importância da arte como instrumento de transformação social e resistência cultural.</p>
<p>O encerramento do evento ficará por conta da cantora MC Trans, uma voz importante da representatividade trans no país e que cedeu o seu cachê, já que a ParadaSP deste ano tem enfrentado dificuldades na adesão de patrocínio.</p>
<p>Segundo Werneck, as empresas e o Poder Público vêm diminuindo orçamentos destinados para causas LGBT+, o que tem trazido dificuldades, não só para manter eventos como a Feira da Diversidade e a ParadaSP, como também os projetos sociais e culturais que são mantidos ao longo do ano.</p>
<p>“Estão diminuindo os números de políticas públicas para LGBT. Aí, fazemos um super evento e ttemos que ficar rastejando, tanto para a prefeitura quanto com os patrocinadores. É importante para as pessoas verem que mesmo sem patrocínio ser faz a feita&#8221;, afirmou à Agência Brasil. “E isso, porque estamos com 98% da rede hoteleira de São Paulo [ocupada para a ParadaSP). Só aqui na parada, a gente emprega diretamente 1,8 mil pessoas”.</p>
<h2>A ParadaSP</h2>
<p>A Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo será realizada no próximo domingo (7), na Avenida Paulista.</p>
<p>Neste ano, o evento celebra 30 anos de existência e leva para as ruas o tema <em>30 anos da Parada SP: A rua convoca, a urna confirma</em>. A proposta é promover reflexões sobre cidadania, democracia, direitos conquistados e participação social.</p>
<p>“A gente sabe que precisa estar organizada nas ruas. Foi esse processo organizado que trouxe uma conquista, que é a própria secretaria (nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+). Se hoje eu estou secretária, é fruto dessa luta, é fruto dessa jornada. E a gente não pode deixar de sair nas ruas mesmo quando o discurso de ódio internacional tem se intensificado contra nós. Então,  continuamos firmes para seguir denunciando e a gente vai virar esse jogo”, disse secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/governo-lanca-campanha-de-visibilidade-e-defesa-dos-direitos-lgbtqia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/governo-lanca-campanha-de-visibilidade-e-defesa-dos-direitos-lgbtqia/">Governo lança campanha de visibilidade e defesa dos direitos LGBTQIA+</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Restringir crianças em eventos LGBTQIA+ é questão de ódio, diz jurista</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/restringir-criancas-em-eventos-lgbtqia-e-questao-de-odio-diz-jurista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 12:53:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto de lei (PL) que proíbe, na capital paulista, a participação de crianças e adolescentes em eventos que “façam alusão ou fomentem práticas LGBTQIA+” veicula uma questão de ódio. A avaliação é do jurista Belisário dos Santos Jr., membro da Comissão Arns, que participou de diversas comissões ligadas aos direitos humanos ao longo da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto de lei (PL) que proíbe, na capital paulista, a participação de crianças e adolescentes em eventos que “façam alusão ou fomentem práticas LGBTQIA+” veicula uma questão de ódio. A avaliação é do jurista Belisário dos Santos Jr., membro da Comissão Arns, que participou de diversas comissões ligadas aos direitos humanos ao longo da carreira. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Restringir-criancas-em-eventos-LGBTQIA-e-questao-de-odio-diz.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“É uma questão de ódio, puramente de ódio, é isso que faz com que o Brasil continue dividido entre pessoas que ignoram a diversidade e o resto do país”, disse Belisário. Atualmente, ele integra também a Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo e a Comissão Internacional de Juristas. </p>
<p>O projeto de lei, de autoria do vereador Rubinho Nunes (União Brasil), foi aprovado no dia 20 deste mês na Câmara Municipal de São Paulo. Para virar lei, ainda é necessária a aprovação, em segundo turno, no plenário da Casa. O texto cita especificamente a Parada do Orgulho LGBTQIA+, como um dos eventos que estariam proibidos a crianças e adolescentes.</p>
<p>“A Câmara, junto com ele, votou em primeira votação. Acredito que talvez readquiram a sensibilidade e a coerência [na segunda votação], porque a parada é uma manifestação pública e política, ela não pode ser impedida”, defendeu o jurista.</p>
<p>O PL prevê ainda que os eventos LGBTQIA+ deverão ser realizados em locais públicos ou privados que permitam controle de entrada de crianças e adolescentes, não poderão ocupar ou interditar vias públicas, e deverão ocorrer em espaço fechado e devidamente projetado para aglomeração de pessoas.</p>
<p>“O fato de se limitar a restringir eventos LGBTQIA+, viola o princípio da igualdade, da não discriminação. Por que só esses eventos e não os eventos como o da parada religiosa que se realiza sempre em Santana? Por que não proibiu o carnaval? É uma coisa discriminatória”, mencionou Belisário.</p>
<p>A Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) destacou que “a defesa da infância não pode ser utilizada como instrumento para censura, perseguição ideológica ou institucionalização da LGBTIfobia”. A entidade considera profundamente preocupantes iniciativas como essas, que se utilizam do falso argumento de proteção da infância.</p>
<p>“Trata-se de propostas inconstitucionais, discriminatórias e baseadas na disseminação de desinformação e pânico moral contra a população LGBTQIA+. Além de violarem direitos fundamentais como liberdade de expressão, reunião, igualdade e autonomia familiar, essas medidas reforçam o estigma e a exclusão de crianças, adolescentes e famílias LGBTQIA+, assim como os arranjos familiares de pessoas LGBTQIA+ que tem filhos”, diz a ANTRA.</p>
<h2>PL é inconstitucional</h2>
<p>“Isso é inconstitucional, a justiça vai eliminar isso, tenho absoluta certeza, seja por conta da violação do princípio da igualdade, da liberdade de expressão, da liberdade de reunião, por usurpar o poder familiar, por violar o estatuto da criança e do adolescente”, afirmou Belisário dos Santos Jr.</p>
<p>O jurista lembrou ainda da contribuição de eventos como a Parada LGBTQIA+ em setores diversos, tanto pelo seu caráter de educação para a diversidade de crianças e adolescentes quanto econômico, já que atrai grande público e recursos para a cidade.</p>
<p>Professor de Direito da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde também coordena o Núcleo TransUnifesp, o advogado Renan Quinalha explica que o projeto de lei de Rubinho Nunes é inconstitucional por alguns fundamentos.</p>
<p>“Primeiro, porque viola a liberdade de associação e de reunião, viola a própria competência privativa da União para legislar sobre isso, não cabe a um município editar uma legislação.”</p>
<p>“Além disso, configura uma maneira de censura prévia e uma discriminação indireta à população LGBTQIA+”, disse Renan, que é presidente do Grupo de Trabalho de Memória e Verdade LGBTQIA+ do Ministério de Direitos Humanos e Cidadania (MDHC).</p>
<p>O advogado mencionou que há um precedente, inclusive, sendo discutido no Supremo Tribunal Federal, sob a relatoria do ministro Gilmar Mendes, cujo parecer é favorável à inconstitucionalidade de uma lei do estado do Amazonas.</p>
<p>“É um PL que foi aprovado nesse mesmo sentido, proibindo presença de crianças e adolescentes nas paradas do orgulho no estado do Amazonas, então já tem um voto favorável do relator e mais quatro votos acompanhando. Então a gente já tem uma sinalização de cinco ministros no Supremo Tribunal Federal de que esse tipo de legislação tem essas causas formais e materiais de inconstitucionalidade”, citou Renan.</p>
<p>O advogado e membro da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ariel de Castro Alves, também considera o PL inconstitucional. Segundo ele, a proibição se mostra discriminatória e demonstra a lgbtfobia, que está prevista como crime, conforme a jurisprudência do STF.</p>
<p>“Entendo que o projeto é inconstitucional, já que Constituição Federal não admite nenhuma discriminação, e prevê o princípio da igualdade, de que todos são iguais perante a lei”, destacou Ariel, que também é ex-secretário nacional dos direitos da criança e do adolescente e ex-presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda).</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/restringir-criancas-em-eventos-lgbtqia-e-questao-de-odio-diz-jurista" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>PL que veta criança em evento LGBTQIA+ é inconstitucional, diz jurista</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pl-que-veta-crianca-em-evento-lgbtqia-e-inconstitucional-diz-jurista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 21:05:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Criança]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O advogado e membro da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Ariel de Castro Alves considerou inconstitucional o projeto de lei (PL) que proíbe, na capital paulista, a participação de crianças e adolescentes em eventos que façam alusão ou fomentem práticas LGBTQIA+, principalmente a Parada do Orgulho LGBTQIA+.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/PL-que-veta-crianca-em-evento-LGBTQIA-e-inconstitucional-diz.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O projeto de lei, de autoria do vereador Rubinho Nunes (União Brasil), foi aprovado esta semana na Câmara Municipal de São Paulo. Para virar lei, ainda é necessária a aprovação, em segundo turno, no plenário da Casa. </p>
<p>O texto prevê que os eventos LGBTQIA+ deverão ser realizados em locais públicos ou privados que permitam controle de entrada de crianças e adolescentes, não poderão  ocupar ou interditar vias públicas, e deverão ocorrer em espaço fechado e devidamente projetado para aglomeração de pessoas.</p>
<p>“Entendo que o projeto é inconstitucional, já que Constituição Federal não admite nenhuma discriminação, e prevê o princípio da igualdade, de que todos são iguais perante a lei. Não se pode proibir a entrada de crianças e adolescentes, inclusive acompanhadas pelos pais ou responsáveis, em nenhum evento que ocorra durante o dia, como a Parada LGBT”, destacou Ariel, que também é ex-secretário nacional dos direitos da criança e do adolescente e ex-presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). </p>
<p>Ariel ressalta que o PL é discriminatório, porque não prevê, por exemplo, a mesma proibição no carnaval, na virada cultural e demais shows públicos. “Então, uma proibição que só afeta a Parada LGBT se mostra discriminatória e proibida pela Constituição Federal. E até demonstra a lgbtfobia, que está prevista como crime, conforme a jurisprudência do STF [Supremo Tribunal Federal]”, disse à Agência Brasil, neste domingo (24).</p>
<p>O jurista afirma ainda que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê direitos de participação, liberdade de expressão, cultura e exercício da cidadania, assim como a legislação assegura, principalmente com relação aos adolescentes, o direito à liberdade.</p>
<p>“A proibição também contraria a liberdade de expressão e de reunião, já que a parada é um evento em prol da cidadania, de reivindicação política e social por direitos, além de ser uma atividade cultural, festiva e turística, que faz parte do calendário turístico e cultural oficial da cidade.”</p>
<h2>Proteção</h2>
<p>Ariel ressalva que as crianças e adolescentes precisam ser protegidos com base na legislação, e os eventos precisam estabelecer regras para receber esse público.</p>
<p>“Não deve ser recomendada a participação de menores de 14 anos desacompanhados dos pais ou responsáveis, já que a legislação estabelece que os menores de 14 anos são considerados vulneráveis, então devem estar acompanhados dos pais e responsáveis.”</p>
<p>Ele destaca, porém, que os pais e mães, pela legislação federal, têm direito de levar seus filhos em eventos como a parada, e educá-los sobre diversidade, gênero e cidadania. “Isso não pode ser tolhido, por ser ilegal. Em geral, na Parada LGBT de SP existem alas específicas das famílias com crianças, o que deve ser adotado como regra pela organização.”</p>
<h2>Justificativa</h2>
<p>Na justificativa do PL, o vereador autor Rubinho Nunes diz que a realização dos eventos abertos referidos no projeto “podem causar embaraços a pais que estejam acompanhando seus filhos crianças ou adolescentes e não sejam adeptos à causa defendida pelos manifestantes”.</p>
<p>“Nada mais justo e democrático que seja garantido às pessoas que identificam com as pautas LGBTQIA+ que realizem seus eventos em espaço fechado devidamente projetado para receber grande número de pessoas, protegendo as crianças e adolescentes de acessarem conteúdo impróprio para sua idade”, acrescenta.</p>
<h2>STF</h2>
<p>Duas ações ajuizadas no Supremo Tribunal Federal (STF) questionam uma lei similar, do estado do Amazonas, que proíbe a participação de crianças e adolescentes em paradas do Orgulho LGBTQIA+ no estado. A matéria é objeto das Ações Diretas de Inconstitucionalidade de relatoria do ministro Gilmar Mendes.</p>
<p>As ações já contam com os votos dos ministros Gilmar Mendes (Relator), Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Edson Fachin e Luís Roberto Barroso para tornar a lei inconstitucional.<br /> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/pl-que-veta-crianca-em-evento-lgbtqia-e-inconstitucional-diz-jurista" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Rede Nacional vai reunir Conselhos dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/rede-nacional-vai-reunir-conselhos-dos-direitos-das-pessoas-lgbtqia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 11:36:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os conselhos dos Direitos Humanos das Pessoas LGBTQIA+ terão atuação integrada em no país a partir desta terça-feira (5). Resolução publicada no Diário Oficial da União cria a Rede Nacional de Conselhos dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+.  A finalidade é promover o fortalecimento e cooperação entre os conselhos estaduais, distrital e municipais. Compete à Rede [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os conselhos dos Direitos Humanos das Pessoas LGBTQIA+ terão atuação integrada em no país a partir desta terça-feira (5). Resolução publicada no <em>Diário Oficial da União </em>cria a Rede Nacional de Conselhos dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Rede-Nacional-vai-reunir-Conselhos-dos-Direitos-das-Pessoas-LGBTQIA.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A finalidade é promover o fortalecimento e cooperação entre os conselhos estaduais, distrital e municipais.</p>
<p>Compete à Rede Nacional de Conselhos dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+:</p>
<ul>
<li>aprovar o regimento interno;</li>
<li>consolidar diagnósticos e demandas de diferentes níveis da Federação;</li>
<li>promover reuniões integradas para discussão;</li>
<li>apoiar processos de criação de conselhos;</li>
<li>encaminhar ao Conselho Nacional temáticas que demandem deliberação;</li>
<li>elaborar relatórios periódicos;</li>
<li>monitorar a implementação da Política Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+;</li>
<li>contribuir com a realização das conferências nacionais.</li>
</ul>
<p>A Rede Nacional de Conselhos dos Direitos das Pessoas poderá instituir fóruns temáticos, de caráter permanente ou temporário, conforme a necessidade.</p>
<p>Além disso, a atuação da Rede de Conselhos dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ observará os princípios da gestão democrática, da participação social, dos direitos humanos e do respeito à diversidade sexual e de gênero.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/rede-nacional-vai-reunir-conselhos-dos-direitos-das-pessoas-lgbtqia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/rede-nacional-vai-reunir-conselhos-dos-direitos-das-pessoas-lgbtqia/">Rede Nacional vai reunir Conselhos dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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