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	<title>malária Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>malária Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Cientistas da Fiocruz podem produzir vacina completa contra a malária</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/cientistas-da-fiocruz-podem-produzir-vacina-completa-contra-a-malaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 11:22:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deram passo importante para obter uma vacina mais completa contra a malária. Os pesquisadores identificaram um conjunto inédito de fragmentos de proteínas do parasita Plasmodium que podem viabilizar o desenvolvimento de um imunizante capaz de proteger contra diferentes espécies e atuar em várias fases da doença. A descoberta foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deram passo importante para obter uma vacina mais completa contra a malária. Os pesquisadores identificaram um conjunto inédito de fragmentos de proteínas do parasita <em>Plasmodium</em> que podem viabilizar o desenvolvimento de um imunizante capaz de proteger contra diferentes espécies e atuar em várias fases da doença. A descoberta foi publicada nessa quarta-feira (1º) na revista  Nature.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Cientistas-da-Fiocruz-podem-produzir-vacina-completa-contra-a-malaria.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O estudo adotou abordagem inovadora para entender como o sistema imunológico reconhece o parasita causador da malária. Em vez de focar apenas na produção de anticorpos, estratégia mais comum nas vacinas atuais, a equipe investigou o papel dos linfócitos T CD8+, células de defesa capazes de identificar e destruir diretamente as células infectadas.</p>
<p>“Há mais de 50 anos se busca desenvolver uma vacina contra a malária e, só recentemente, tivemos aprovados imunizantes com eficácia limitada, voltados principalmente para o P. falciparum e para crianças. Um dos principais desafios sempre foi encontrar bons alvos vacinais”, explica a pesquisadora Caroline Junqueira, da Fiocruz Minas, coordenadora do estudo.</p>
<p>Segundo ela, o diferencial da pesquisa foi justamente mostrar que as células T CD8+ também desempenham papel central no combate ao parasita e identificar quais as proteínas dele que são reconhecidas pelo sistema imune.</p>
<p>A investigação foi feita em etapas. Primeiro, os cientistas identificaram os peptídeos, pequenos fragmentos de proteínas do parasita exibidos na superfície das células infectadas e reconhecidos pelos linfócitos T CD8+. No total, foram identificados 453 peptídeos derivados de 166 proteínas do parasita.</p>
<p>Em seguida, o grupo mapeou a origem desses fragmentos e observou que a maioria vinha de proteínas chamadas housekeeping, responsáveis por funções básicas e indispensáveis à sobrevivência do parasita.</p>
<p>“Essas proteínas são necessárias em todos os estágios do ciclo de vida do parasita e altamente conservadas entre diferentes espécies. Isso as torna alvos muito interessantes para uma vacina universal”, explica a pesquisadora. Na prática, significa que uma vacina baseada nesses alvos teria mais chances de funcionar de forma ampla, atingindo o parasita em diferentes momentos da infecção e em suas diversas variantes.</p>
<h2>Resposta imune</h2>
<p>Na etapa seguinte, a equipe testou se esses peptídeos realmente eram combatidos pelo sistema imune. Os resultados mostraram que células de pacientes infectados, tanto por P. vivax quanto por P. falciparum, reagiram aos antígenos identificados.</p>
<p>Além disso, a resposta foi observada em outras três espécies de Plasmodium, incluindo aquelas que infectam primatas e camundongos. “Confirmamos a resposta imunológica em cinco espécies diferentes e em múltiplos hospedeiros, incluindo humanos naturalmente infectados, humanos submetidos à infecção experimental e modelos animais, tanto em camundongos quanto em primatas”, afirmou Caroline.</p>
<p>Os testes foram realizados tanto em amostras humanas quanto em modelos experimentais. Em primatas e camundongos, os antígenos também induziram resposta de células T, inclusive em órgãos-chave como o fígado, onde ocorre a etapa inicial da infecção, e no sangue. Em modelos animais, alguns desses alvos chegaram a demonstrar efeito protetor, reduzindo a carga do parasita.</p>
<p>“Não é só reconhecimento: vimos indícios de proteção, o que é fundamental para o desenvolvimento de uma vacina”, afirma a pesquisadora.</p>
<h2>Diferencial</h2>
<p>Atualmente, as vacinas disponíveis contra a malária têm eficácia parcial e são direcionadas principalmente ao P. falciparum, atuando na fase inicial da infecção. Além disso, sua proteção tende a diminuir com o tempo.</p>
<p>O novo estudo aponta caminho diferente: uma vacina capaz de atuar em múltiplos estágios do parasita, tanto no fígado quanto no sangue, e eficaz contra diferentes espécies.</p>
<p>“Hoje, as vacinas não cobrem completamente todas as fases da infecção. Nosso trabalho mostra que esses antígenos estão presentes em vários momentos, o que atende a uma demanda importante da Organização Mundial da Saúde”, explicou Caroline.</p>
<p>Apesar do avanço ainda há um longo caminho até o desenvolvimento de um imunizante. Os achados precisam passar por novas etapas de validação e testes clínicos.</p>
<p>“Nosso objetivo foi mostrar que existem caminhos diferentes e promissores. Agora, outros grupos podem explorar esses alvos e avançar no desenvolvimento de uma vacina realmente eficaz contra a malária”, concluiu a pesquisadora.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/cientistas-da-fiocruz-podem-produzir-vacina-completa-contra-malaria" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Rio: belga testa positivo para malária, mas Fiocruz não descarta ebola</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/rio-belga-testa-positivo-para-malaria-mas-fiocruz-nao-descarta-ebola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 17:24:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), investiga desde sábado (30) o caso de um viajante belga que veio de Uganda, na África, para o Rio de Janeiro com sintomas virais. O resultado do exame de sangue do paciente não foi concluído, mas as primeiras amostras biológicas deram positivo somente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), investiga desde sábado (30) o caso de um viajante belga que veio de Uganda, na África, para o Rio de Janeiro com sintomas virais. O resultado do exame de sangue do paciente não foi concluído, mas as primeiras amostras biológicas deram positivo somente para malária.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Rio-belga-testa-positivo-para-malaria-mas-Fiocruz-nao-descarta.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Assim que o homem chegou ao Instituto Evandro Chagas com tosse, calafrios e diarreia, a Fiocruz acionou o protocolo para atendimento especializado. O paciente ficará isolado até o diagnóstico conclusivo, considerando que Uganda, o país de origem dele, tem registros de casos de ebola. &#8220;A medida é de precaução, considerando o histórico de viagem do paciente&#8221;, informou a Fiocruz, em nota à imprensa neste domingo (31).</p>
<p>Os primeiros diagnósticos baseados em amostras de saliva e urina, no próprio sábado, confirmaram a malária. Nelas, as análises deram negativo para o ebola. O teste diagnóstico referente à amostra de sangue segue em análise. A Fiocruz não informou quando o resultado deve ficar pronto.</p>
<p>Além do paciente, estão sendo monitoradas pessoas que tiveram contato com ele, com apoio das secretarias municipal e estadual de Saúde, que acompanham o caso. Mesmo assim, a Fiocruz reitera que o vírus não é transmitido por via respiratória, como a gripe, mas somente por contato direto com sangue, tecidos ou fluidos corporais de indivíduos e/ou animais infectados.</p>
<p>No momento, há um surto de ebola em países da África Central, com o epicentro no Congo e casos registrados em Uganda. O vírus provoca febre hemorrágica e apresenta alta letalidade.</p>
<p>A Fiocruz é referência para tratar casos suspeitos de ebola com atendimento médico e testagem diagnóstica no Brasil e informa que o risco de transmissão no país é baixo.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/rio-belga-testa-positivo-para-malaria-mas-fiocruz-nao-descarta-ebola" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Fiocruz obtém patente para tratamento contra malária resistente</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/fiocruz-obtem-patente-para-tratamento-contra-malaria-resistente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 00:05:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) conseguiu a patente de um método de tratamento que utiliza um composto considerado promissor no tratamento da malária, especialmente em casos resistentes aos medicamentos tradicionais. A patente foi concedida pelo United States Patent and Trademark Office (USPTO) e reúne inventores do Instituto René Rachou, unidade da Fiocruz em Minas Gerais. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) conseguiu a patente de um método de tratamento que utiliza um composto considerado promissor no tratamento da malária, especialmente em casos resistentes aos medicamentos tradicionais. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Fiocruz-obtem-patente-para-tratamento-contra-malaria-resistente.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A patente foi concedida pelo United States Patent and Trademark Office (USPTO) e reúne inventores do Instituto René Rachou, unidade da Fiocruz em Minas Gerais.</p>
<p>O método utiliza o composto conhecido como DAQ, que demonstrou capacidade de atuar contra cepas resistentes do <em>Plasmodium falciparum</em>, parasita responsável pelas formas mais graves da doença. Segundo os pesquisadores, o diferencial está na capacidade de superar mecanismos de resistência desenvolvidos pelo microrganismo.</p>
<p>Embora o DAQ não seja uma molécula inédita, já que sua atividade antimalárica foi descrita ainda na década de 1960, o grupo da Fiocruz coordenado pela pesquisadora Antoniana Krettli retomou os estudos utilizando abordagens mais recentes da química e da biologia molecular.</p>
<p>“Essa molécula já tinha sido descrita como promissora, mas acabou sendo deixada de lado. O nosso grupo retomou esse estudo e mostrou um mecanismo único de superar mecanismos de resistência desenvolvidos pelo parasita, ao identificar uma característica estrutural decisiva: a presença de uma ligação tripla na cadeia química”, explica Wilian Cortopassi, pesquisador colaborador da Fiocruz.</p>
<p>O composto atua de forma semelhante à cloroquina, interferindo em um processo essencial para a sobrevivência do parasita. Durante a digestão da hemoglobina humana, o microrganismo produz substâncias tóxicas que normalmente consegue neutralizar. O DAQ bloqueia esse mecanismo de defesa, levando à morte do parasita.</p>
<p>Os estudos indicaram ação rápida do composto nas fases iniciais da infecção e eficácia tanto contra cepas sensíveis quanto resistentes do Plasmodium falciparum. Os pesquisadores também identificaram resultados promissores contra o Plasmodium vivax, responsável pela maior parte dos casos de malária registrados no Brasil.</p>
<p>Outro ponto destacado pelos pesquisadores é o baixo custo potencial da molécula, fator considerado estratégico para países de baixa e média renda, onde a malária permanece endêmica.</p>
<p>As pesquisas contaram com colaboração de instituições como a University of California San Francisco (UCSF), a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Novos estudos seguem em andamento em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).</p>
<p>Apesar dos resultados considerados promissores, o desenvolvimento do DAQ como medicamento ainda depende de novas etapas, como testes de toxicidade, definição de doses seguras e eficazes e desenvolvimento da formulação farmacêutica adequada.</p>
<p>Concedida em março deste ano, a patente tem validade até 5 de setembro de 2041. Para Antoniana Krettli, a estrutura da Fiocruz também pode acelerar futuras etapas de desenvolvimento do tratamento.</p>
<p>“A instituição tem forte atuação na Amazônia, com diagnóstico e acompanhamento de pacientes, além de experiência em testes clínicos. Isso facilita parcerias e o avanço de novos medicamentos”, afirma.</p>
<p>Os pesquisadores alertam que, apesar da existência atual de tratamentos eficazes, o parasita da malária continua evoluindo e desenvolvendo resistência. Por isso, defendem que o desenvolvimento de novas alternativas terapêuticas precisa ocorrer desde já, para evitar uma possível escassez de medicamentos eficazes no futuro.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/fiocruz-obtem-patente-para-tratamento-contra-malaria-resistente" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Óbitos por malária na terra Yanomami caíram 80% em 2025, diz governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 19:51:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde publicou nesta quarta-feira (8) um novo informe sobre a situação dos indígenas do território Yanomami, em Roraima, o maior em extensão  do país. Segundo a pasta, foi registrada uma redução de 80,8% de óbitos por malária, na comparação entre o fim de 2025 e janeiro de 2023, ano em que o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde publicou nesta quarta-feira (8) um novo informe sobre a situação dos indígenas do território Yanomami, em Roraima, o maior em extensão  do país. Segundo a pasta, foi registrada uma redução de 80,8% de óbitos por malária, na comparação entre o fim de 2025 e janeiro de 2023, ano em que o governo declarou Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) para enfrentar a crise humanitária vivida pela comunidade tradicional, que sofria com invasão de garimpeiros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Obitos-por-malaria-na-terra-Yanomami-cairam-80-em-2025.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O informe cita um aumento de 75,9% do número de exames realizados por detecção ativa. A testagem para a doença também foi ampliada de 144.986 para 257.930 testes em 2025.</p>
<p>Conforme o documento, os óbitos por desnutrição também registraram significativa queda de 53,2% entre 2023 e 2025. No período, o número de crianças menores de cinco anos com peso adequado aumentou de 45,4% para 53,8%.</p>
<p>Também houve aumento no número de crianças acompanhadas de 70,1% para 85,1%. A desnutrição grave também teve queda. Crianças com muito baixo peso reduziram de 24,2% para 15,2% no período. Os dados constam no Informe nº 9 do Centro de Operações de Emergências Yanomami (COE).</p>
<p>De acordo com o boletim, o atendimento por infecções respiratórias agudas aumentou em 254% entre 2023 e 2025. Com isso, a letalidade da doença reduziu em 76% e o número de óbitos em 16,7% desde o início da resposta à Emergência de Saúde Pública.</p>
<p>Na área de imunização, o Ministério da Saúde confirmou aumento de 40% no número de doses aplicadas em 2025 em comparação a 2023 &#8211; de 31.999 para 44.754. O percentual de crianças menores de um ano com esquema vacinal completo mais que dobrou no período, com aumento de 27% em 2023 para 60,6% em 2025. Entre crianças menores de cinco anos, o avanço foi de 47,4% para 78,3%, refletindo o fortalecimento das ações de vacinação de rotina.</p>
<p>Segundo a secretaria de Saúde Indígena do Ministério, Lucinha Tremembé, os resultados refletem a ampliação do acesso à saúde no território, reafirmando o compromisso com a proteção da vida e a promoção da saúde dos povos indígenas. </p>
<p>&#8220;Estamos avançando de forma consistente na melhoria da saúde no território Yanomami, com redução de óbitos e, principalmente, das mortes por causas evitáveis, como a desnutrição e a malária. Esses resultados refletem o esforço permanente da atual gestão em fortalecer a presença do Estado, garantindo uma atenção integral, qualificada e respeitosa às especificidades culturais dos povos indígenas&#8221;, apontou.</p>
<h2>Atendimentos</h2>
<p>Entre os avanços citados pelo governo federal está a ampliação da força de trabalho em saúde no território. Desde o início da emergência sanitária, o número de profissionais mais que triplicou, passando de 690 para mais de 2.130 trabalhadores atuando diretamente nas aldeias, na Casa de Saúde Indígena (Casai), em Boa Vista, e nas estruturas do Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami.</p>
<p>No campo da infraestrutura, o COE Yanomami destacou a realização de 261 intervenções em sistemas de abastecimento de água, além da instalação de mais de 1.400 filtros, contribuindo para o acesso à água segura.</p>
<p>Também foram implantados 61 sistemas de energia solar e executadas melhorias em unidades de saúde, consolidando uma base mais robusta para a atenção primária no território.</p>
<p>Outro marco importante deste período de emergência nacional foi a reforma e ampliação do Centro de Referência em Saúde Indígena (CRSI) no polo base de Surucucu, no interior do território.</p>
<p>Desde que foi reestruturado, o local, que é um ponto de referência dentro da Terra Indígena, já realizou 4.374 atendimentos ambulatoriais. Desses, 2.081 foram exames laboratoriais e 328 exames de ultrassonografia. A unidade atende 48 comunidades, além de concentrar a maior parte das remoções da região.</p>
<p>&#8220;A estrutura qualificada tem contribuído para melhorar o manejo clínico, fortalecer o vínculo com as comunidades e organizar os fluxos assistenciais&#8221;, diz o Ministério da Saúde, em nota.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/obitos-por-malaria-na-terra-yanomami-cairam-80-em-2025-diz-governo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/obitos-por-malaria-na-terra-yanomami-cairam-80-em-2025-diz-governo/">Óbitos por malária na terra Yanomami caíram 80% em 2025, diz governo</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>SUS começa a usar novo tratamento contra a malária em crianças</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sus-comeca-a-usar-novo-tratamento-contra-a-malaria-em-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 21:02:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde iniciou o novo tratamento contra a malária em crianças menores de 16 anos de idade no Sistema Único de Saúde (SUS) com o uso de tafenoquina na formulação pediátrica de 50 mg, indicada para pesos entre 10 kg e 35 kg.  O público infantil concentra cerca de 50% dos casos da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde iniciou o novo tratamento contra a malária em crianças menores de 16 anos de idade no Sistema Único de Saúde (SUS) com o uso de tafenoquina na formulação pediátrica de 50 mg, indicada para pesos entre 10 kg e 35 kg. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/SUS-comeca-a-usar-novo-tratamento-contra-a-malaria-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O público infantil concentra cerca de 50% dos casos da doença no país. Até então, o medicamento era ofertado apenas a jovens e adultos a partir de 16 anos de idade.</p>
<p>A entrega do medicamento está sendo feita de forma gradual, com foco em áreas prioritárias na região Amazônica. </p>
<p>O Brasil tornou-se o primeiro país do mundo a disponibilizar esse tipo de tratamento para crianças. </p>
<p>Inicialmente, serão distribuídos 126.120 comprimidos da tafenoquina pediátrica para ampliar o controle da doença em todo o território nacional. </p>
<p>O ministério esclareceu que o novo medicamento passou a ser indicado para pessoas com malária vivax (Plasmodium vivax), com peso acima de 10 kg, que não estejam grávidas ou em período de amamentação. </p>
<p>O uso do medicamento tem se mostrado eficaz, reduzindo as recaídas e a transmissão da doença. </p>
<p>Até então, o esquema terapêutico disponível exigia tratamento por até 14 dias, o que dificultava a adesão, especialmente entre crianças.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, “a nova apresentação do fármaco será administrada em dose única, o que proporciona mais conforto e praticidade para as famílias e profissionais de saúde, maior adesão à terapia, eliminação completa do parasita e a prevenção de recaídas”</p>
<p>Ainda segundo o ministério, o medicamento “contribui para a interrupção da transmissão da doença, possibilita o ajuste da dose conforme o peso da criança, garantindo maior eficácia do tratamento”.</p>
<p>O ministério investiu R$ 970 mil na compra do medicamento e já recebeu 64.800 doses que serão distribuídos em áreas de maior incidência como os Distritos Sanitários Especiais Indígenas Yanomami, Alto Rio Negro, Rio Tapajós, Manaus, Vale do Javari e Médio Rio Solimões e Afluentes. </p>
<p>Esses territórios concentram cerca de 50% dos casos de malária em crianças e jovens de até 15 anos. </p>
<p>O primeiro a ser contemplado foi o DSEI Yanomami, com 14.550 comprimidos. O território foi a primeira região do país a receber a tafenoquina 150 mg, indicada para pacientes com mais de 16 anos, em 2024.</p>
<p>“A malária é um dos principais desafios de saúde pública na região Amazônica, especialmente em áreas de difícil acesso e territórios indígenas, onde fatores geográficos e sociais ampliam a vulnerabilidade à doença”, reconhece o ministério.</p>
<p>O Ministério da Saúde informou que segue intensificando o monitoramento e o reforço das ações de controle vetorial, a busca ativa e a disponibilização de testes rápidos entre outras estratégias de combate à doença na região.</p>
<p>Entre 2023 e 2025, somente no território Yanomami houve aumento de 103,7% na realização de testes, crescimento de 116,6% no número de diagnósticos e redução de 70% nos óbitos pela doença.  </p>
<p>Em relação a todo o país, em 2025 foi registrado o menor número de casos (120.659) desde 1979, com 15% de redução em relação a 2024. </p>
<p>No mesmo período, também houve uma redução de 16% em áreas indígenas de todo o país. </p>
<p>A Amazônia concentra 99% dos casos do país. No ano passado, foram registrados 117.879 casos na região. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/sus-comeca-usar-novo-tratamento-contra-malaria-em-criancas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Prefeitura alerta para risco de malária no Carnaval</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/prefeitura-alerta-para-risco-de-malaria-no-carnaval/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 17:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[alerta]]></category>
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		<category><![CDATA[malária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Manaus reforça o alerta à população sobre o risco de aumento da transmissão da malária durante o período carnavalesco e feriados prolongados. Nesta época, cresce o deslocamento de pessoas para balneários, retiros religiosos e áreas próximas a rios, igarapés e florestas, ambientes propícios à presença do mosquito Anopheles, transmissor da doença. Segundo [&#8230;]</p>
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<p>A Prefeitura de Manaus reforça o alerta à população sobre o risco de aumento da transmissão da malária durante o período carnavalesco e feriados prolongados. Nesta época, cresce o deslocamento de pessoas para balneários, retiros religiosos e áreas próximas a rios, igarapés e florestas, ambientes propícios à presença do mosquito Anopheles, transmissor da doença.</p>
<p>Segundo o chefe da Divisão de Controle de Doenças Transmitidas por Vetores da Semsa, Alciles Comape, Manaus registrou 892 casos de malária entre janeiro e 4 de fevereiro deste ano. Do total, 48,9% ocorreram entre moradores da zona Leste, 37,2% na zona rural terrestre, 9,1% na zona Oeste, 2,7% na zona rural fluvial e 1,9% na zona Norte.</p>
<p>Com o aumento da circulação de pessoas em áreas de lazer e comunidades rurais e periurbanas, a principal orientação é evitar áreas de mata, beiras de rios e igarapés no fim da tarde e à noite, período de maior atividade do mosquito, que ocorre do anoitecer ao amanhecer.</p>
<p>Além disso, a população deve adotar medidas preventivas, como o uso de repelentes, roupas de mangas longas e calças, além de manter portas e janelas fechadas ou com telas. O uso de mosquiteiros também é recomendado, principalmente durante o sono.</p>
<h4>Diagnóstico e atendimento</h4>
<p>A diretora de Vigilância Epidemiológica, Ambiental, Zoonoses e Saúde do Trabalhador da Semsa, enfermeira Marinélia Ferreira, destaca a importância do diagnóstico precoce e do tratamento rápido para evitar complicações e interromper a cadeia de transmissão.</p>
<p>Atualmente, a rede municipal de saúde conta com 79 pontos de atendimento para diagnóstico da malária. Desse total, 29 unidades oferecem teste rápido e 50 realizam o exame de gota espessa.</p>
<p>“A malária é endêmica na Amazônia. Por isso, qualquer pessoa com febre deve suspeitar da doença. A prevenção é fundamental, mas, diante de sintomas, é essencial buscar atendimento o quanto antes”, reforça Marinélia.</p>
<p>Os principais sintomas incluem febre, calafrios, dor de cabeça, dores no corpo e mal-estar, que podem surgir entre 12 e 15 dias após a exposição ao mosquito.</p>
<p>A orientação é clara: quem apresentar sintomas durante ou após o Carnaval deve procurar imediatamente uma unidade de saúde e informar que esteve em área de risco. Pessoas que tiveram contato com casos confirmados também devem realizar exames, mesmo que não apresentem sintomas.</p>
<p>Em 2025, Manaus registrou 8.370 casos de malária, sendo 40,1% na zona rural terrestre, 37% na zona Leste, 16,9% na zona Oeste, 4,7% na zona rural fluvial e 1,1% na zona Norte.</p>
<p> </p>
</div>
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