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	<title>maternidade Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>maternidade Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Parto raro de trigêmeos é realizado com sucesso na maternidade Ana Braga</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/parto-raro-de-trigemeos-e-realizado-com-sucesso-na-maternidade-ana-braga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 17:51:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A dona de casa Francis Dalva Braga, de 40 anos, deu à luz trigêmeos, nessa sexta-feira (17), na maternidade Ana Braga, localizada no bairro São José I, na zona Leste de Manaus. Moradora do município de Tefé (a 523 quilômetros de Manaus), ela estava na 33ª semana de gestação de duas meninas e um menino [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A dona de casa Francis Dalva Braga, de 40 anos, deu à luz trigêmeos, nessa sexta-feira (17), na maternidade Ana Braga, localizada no bairro São José I, na zona Leste de Manaus. Moradora do município de Tefé (a 523 quilômetros de Manaus), ela estava na 33ª semana de gestação de duas meninas e um menino que nasceram saudáveis, embora precisem permanecer internados para ganhar peso.</p>
<p>A primeira a nascer foi Kiara, às 16h05, com 2,260 kg e 45 centímetros. Em seguida, Gustavo veio ao mundo às 16h06, pesando 1,960 kg e medindo 45 centímetros. Por último, às 16h08, nasceu Hanna, com 1,940 kg e 44 centímetros.</p>
<p>Os três recém-nascidos precisaram de suporte ventilatório não invasivo para auxiliar na respiração e seguem em acompanhamento na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN).</p>
<h2 class="wp-block-heading">Gestação de alto risco</h2>
<p>Mãe de seis filhos, Francis conta que esta foi a primeira vez que deu à luz fora de sua cidade natal. Ela realizou o pré-natal em uma unidade de saúde do município de origem, sendo posteriormente encaminhada para a capital, por se tratar de uma gestação de alto risco.</p>
<p>A gravidez não era esperada, a descoberta ocorreu durante uma internação, aos dois meses de gestação, após a realização de exames, trazendo surpresa e emoção à família.</p>
<p>“O impacto foi muito grande quando recebi a notícia de que estava grávida de trigêmeos. Naquele momento, fiquei sem chão. Com o passar do tempo, fui assimilando melhor a situação e entendendo que, se Deus me confiou essa missão, é porque tudo vai dar certo”, afirmou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Recepção com acolhimento</h2>
<p>Francis relata que se sentiu acolhida desde o momento em que chegou à maternidade Ana Braga. Ela destaca o cuidado da equipe e o acompanhamento contínuo durante a internação como fundamentais para que se sentisse segura e confiante ao longo de todo o processo.</p>
<p>“Mesmo com a ansiedade, todo esse cuidado me deixou mais confiante para o parto”, declarou.</p>
<p>O nascimento ocorreu de forma tranquila e dentro do esperado, com atuação multiprofissional. Para o procedimento, foi mobilizada uma equipe com 15 profissionais, entre obstetras, pediatras, neonatologistas, enfermeiros e anestesistas, seguindo protocolos específicos para partos múltiplos.</p>
<p>“Por se tratar de um parto de alto risco, há todo um protocolo para a realização desse tipo de procedimento, com estrutura e suporte necessários. Estamos cuidando de quatro vidas, mãe e bebês, e, para isso, contamos com uma equipe completa para garantir um parto seguro”, afirmou o ginecologista obstetra responsável pelo parto, Célio Melo.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Outro procedimento</h2>
<p>Além do parto, a paciente também realizou a laqueadura tubária, um método contraceptivo cirúrgico, definitivo e de alta eficácia, indicado para mulheres que optam por não ter mais filhos. O procedimento pode ser solicitado com antecedência mínima de 60 dias antes do parto, conforme previsto em protocolo.</p>
<p>Durante a internação, os pais e os recém-nascidos também foram contemplados com kits de enxoval da rede estadual de saúde, compostos por roupas para bebês, fraldas e itens de higiene.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Rede estruturada</h2>
<p>Em 21 anos de atuação, a Maternidade Ana Braga já realizou pelo menos oito partos de trigêmeos, sendo o mais recente em 2024. O diretor Edilson Albuquerque destaca que a unidade dispõe de estrutura adequada para atender casos de alta complexidade, garantindo assistência segura em todas as etapas, da gestação ao parto e ao pós-parto, incluindo o acompanhamento dos recém-nascidos.</p>
<p>“A Maternidade Ana Braga está preparada para atender casos de alta complexidade do Estado, com tecnologia de ponta, equipamentos modernos e profissionais qualificados para realizar esses procedimentos. Após o parto, a unidade organiza toda a assistência necessária, com suporte neonatal e o Banco de Leite Humano, garantindo o cuidado contínuo aos recém-nascidos”, afirmou Edilson.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Maternidade referência</h2>
<p>A Maternidade Ana Braga abriga um banco de leite humano, como parte da estratégia para redução da mortalidade neonatal no estado. A unidade também dispõe de Centro de Parto Normal Intrahospitalar (CPNI), onde são realizados partos humanizados, com atendimento multicultural para mulheres indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência.</p>
<p>O espaço também é referência no método Canguru, modelo de assistência iniciado durante a gravidez de risco e que segue até a alta do recém-nascido. A prática consiste em colocar o bebê em contato com o corpo dos pais, em uma posição semelhante à que o canguru carrega seus filhotes. Um dos pilares dessa prática é o estímulo ao aleitamento materno, incentivando a presença constante da mãe junto ao recém-nascido.</p>
<p><em>(*) Com informações da assessoria</em></p>
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		<title>Morta há 50 anos, Zuzu Angel usou a maternidade como arma política</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/morta-ha-50-anos-zuzu-angel-usou-a-maternidade-como-arma-politica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 12:34:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Angel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há 50 anos, a estilista Zuzu Angel dirigia pelo túnel Dois Irmãos, no Rio de Janeiro, quando outro veículo veio ao seu encontro. Ela foi empurrada contra a proteção de um viaduto e despencou de um barranco. O atentado, forjado como acidente, silenciou uma das vozes mais ativas contra a ditadura militar brasileira. Zuzu tinha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há 50 anos, a estilista Zuzu Angel dirigia pelo túnel Dois Irmãos, no Rio de Janeiro, quando outro veículo veio ao seu encontro. Ela foi empurrada contra a proteção de um viaduto e despencou de um barranco. O atentado, forjado como acidente, silenciou uma das vozes mais ativas contra a ditadura militar brasileira.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Morta-ha-50-anos-Zuzu-Angel-usou-a-maternidade-como.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Zuzu tinha 53 anos quando foi assassinada. Ela era mãe de Stuart Edgard Angel, militante da organização revolucionária MR8, que pegou em armas para combater a ditadura. Em 1971, Stuart foi preso, torturado e morto nas dependências do Centro de Informações da Aeronáutica (Cisa). Durante cinco anos, a estilista buscou pelo filho e denunciou publicamente o regime.<br /> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Zuzu-Angel-quando-a-maternidade-virou-arma-politica-contra-a.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Acidente de carro com a estilista Zuzu Angel (Divulgação/Comissão Nacional da Verdade)" title="Arquivo O Globo"/></p>
<p>Acidente de carro com a estilista Zuzu Angel (Divulgação/Comissão Nacional da Verdade) &#8211; Arquivo O Globo</p>
<p>Segundo a historiadora Cristina Scheibe Wolff, professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a jornada de Zuzu faz parte de um movimento amplo de mães que transformaram a dor em ação durante as ditaduras da América do Sul. As Mães da Praça de Maio, na Argentina, são um dos exemplos mais emblemáticos.</p>
<p>A maternidade foi mobilizada como linguagem política para sensibilizar a opinião pública e expor a violência dos regimes.</p>
<p>“Essa estratégia dialogava com padrões de gênero da época que eram aceitos por muitos, inclusive pelos próprios agentes da ditadura. As mulheres eram pensadas a partir do lugar da maternidade. Então, mães de desaparecidos apresentavam uma imagem mais humanizada de pessoas que a ditadura considerava bandidas e terroristas”, diz a historiadora.</p>
<p>“Esse tipo de movimento acabou sendo muito importante para enfraquecer as ditaduras na América do Sul. Tornava-as menos simpáticas para o grande público. Acabou sendo mais efetivo do que a luta armada, porque essa acabou vencida e praticamente desapareceu no Brasil na década de 1970. Movimentos de familiares chamaram a atenção para o lado perverso da ditadura militar”, completa.</p>
<h2>Gênero e luta</h2>
<p>Segundo a historiadora, o gênero não era um aspecto secundário, mas elemento central na forma como a resistência foi construída e comunicada no Cone Sul (Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai e Bolívia) entre as décadas de 1960 e 1970.</p>
<p>Enquanto organizações armadas estavam envolvidas em discursos associados à masculinidade, valorizando coragem, força, ação e sacrifício, entre os movimentos de direitos humanos e de familiares, o discurso era associado à feminilidade, mobilizando emoção, dor e sensibilidade.</p>
<p>No caso de Zuzu, as denúncias tiveram ainda mais alcance pela posição dela de estilista famosa, com articulações internacionais.</p>
<p>“Ela fez um trabalho de sensibilização falando do filho com aquele carinho maternal e teve solidariedade de outras mães que estavam em situações semelhantes”, recorda Hildegard Angel, jornalista e filha de Zuzu.</p>
<p>“Era um destemor muito atípico na época, porque o que a gente presenciava era o silêncio submisso e amedrontado de muita gente. Ela começou a denunciar a morte do Stuart ainda no governo do [Emílio Garrastazu] Médici e continuou o seu ativismo durante o governo do [Ernesto] Geisel. Desafiou dois governos totalitários. E pagou um preço por isso”, completa.</p>
<h2>Luta de Zuzu</h2>
<p>Zuleika de Souza Netto nasceu na cidade mineira de Curvelo em 1921. Foi morar em 1939 no Rio de Janeiro, onde trabalhava como costureira. Na cidade, casou-se com o estadunidense Norman Angel Jones. Entre os anos de 1940 e 1970, construiu a carreira como estilista. Misturava elementos da cultura brasileira &#8211; como rendas, bordados e pedrarias &#8211; ao vestuário de modelagem simples e contemporâneo. As criações tiveram alcance internacional.</p>
<p>O filho mais velho, Stuart Angel, era estudante de economia e ingressou na resistência armada contra a ditadura militar no fim dos anos 1960. Depois do desaparecimento de Stuart, Zuzu levou a denúncia além das fronteiras do país. Buscou apoio nos Estados Unidos e em organismos internacionais. A estratégia ajudou a dar visibilidade maior às violações de direitos humanos no Brasil, em momento de censura interna forte.</p>
<p>Um desses contatos frequentes era com o então secretário de Estado dos Estados Unidos, Henry Kissinger. Ela também mobilizou jornalistas estrangeiros para dar entrevistas e expor o desaparecimento do filho.</p>
<p>Uma marca da luta de Zuzu foi o uso da moda como forma de protesto. Ela passou a inserir símbolos de denúncia em suas coleções, com referências à violência e à repressão, transformando desfiles em manifestações políticas.</p>
<p>Bordados com anjos feridos, figuras de crianças mortas, tanques de guerra e pássaros em gaiolas foram usados como metáforas visuais da repressão e do luto. Trilha sonora e cenografia reforçavam o tom fúnebre e crítico.</p>
<p>Zuzu recebeu cartas com ameaças e avisou aos amigos que, caso aparecesse morta, teria sido vítima dos mesmos assassinos do filho.</p>
<p>“Naquela época, desafiar o sistema era considerado uma loucura, porque era quando você desafiava sua própria sobrevivência. Perto do ateliê dela, às vezes, parava uma patrulhinha e ela confrontava os agentes. Dizia: ‘Não tenho medo de vocês. Sei que estão me seguindo, mas já tiraram meu filho e não trarão ele de volta’”, lembra Hildegard.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Morta-ha-50-anos-Zuzu-Angel-usou-a-maternidade-como.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ) -  Família de Stuart Angel vai periciar suposto documento sobre tortura. Carta-confissão de militar de 1976 tem autenticidade questionada por especialistas. Foto: TV Brasil/Reprodução" title="TV Brasil/Reprodução"/></p>
<p>Hildegard Angel, jornalista e filha de Zuzu. Foto: TV Brasil/Reprodução</p>
<p>“Essa luta foi gerando um ódio muito grande nos militares. Como aquela mulher tinha coragem de desafiar o regime e sair nas matérias dos jornais?”, acrescenta.</p>
<p>Durante décadas, a versão oficial da morte de Zuzu foi a de acidente. Em 2014, a Comissão Nacional da Verdade, depois de um processo de investigação, que envolveu o depoimento de um ex-delegado do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS), confirmou o assassinato.</p>
<p>No fim do ano passado, a família recebeu do Estado brasileiro uma certidão de óbito retificada, em que a causa da morte é descrita como violenta e causada pelo próprio Estado.</p>
<h2>Legado</h2>
<p>Décadas após sua morte, Zuzu Angel segue como símbolo de luta. Para a historiadora Cristina Scheibe, a trajetória da estilista amplia a compreensão sobre como enfrentar poderes autoritários.</p>
<p>“Ela deixou um legado de combate à ditadura. Mostrou que resistência se faz de múltiplas formas, não só de uma forma convencional. Pode ser política, pode ser feita com armas, mas também pode acontecer por meio da arte e da cultura. E isso serve de lição para os dias de hoje: entender que há outras possibilidades de luta”, analisa.</p>
<p>O legado também se traduz em reconhecimento institucional e na preservação da memória, diz Hildegard.</p>
<p>“Acumulamos uma série de conquistas ao longo desses anos. Conseguimos mudar o nome de um túnel [no Rio de Janeiro] para Zuzu Angel, conseguimos que ela fosse a primeira heroína contemporânea do livro dos heróis e heroínas da pátria. Foram muitas homenagens, medalhas, troféus. Fizemos o primeiro curso superior de moda no estado do Rio de Janeiro e a Casa Zuzu Angel/ Museu da Moda. São alguns exemplos”, enumera a jornalista.</p>
<p>“É um processo contínuo, porque o trabalho dela nunca parou. Ela morreu, mas o legado permanece. A luta da Zuzu frutificou”.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/morta-ha-50-anos-zuzu-angel-usou-a-maternidade-como-arma-politica" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Zuzu Angel: quando a maternidade virou arma política contra a ditadura</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/zuzu-angel-quando-a-maternidade-virou-arma-politica-contra-a-ditadura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 11:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há 50 anos, a estilista Zuzu Angel dirigia pelo túnel Dois Irmãos, no Rio de Janeiro, quando outro veículo veio ao seu encontro. Ela foi empurrada contra a proteção de um viaduto e despencou de um barranco. O atentado, forjado como acidente, silenciou uma das vozes mais ativas contra a ditadura militar brasileira. Zuzu tinha [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/zuzu-angel-quando-a-maternidade-virou-arma-politica-contra-a-ditadura/">Zuzu Angel: quando a maternidade virou arma política contra a ditadura</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há 50 anos, a estilista Zuzu Angel dirigia pelo túnel Dois Irmãos, no Rio de Janeiro, quando outro veículo veio ao seu encontro. Ela foi empurrada contra a proteção de um viaduto e despencou de um barranco. O atentado, forjado como acidente, silenciou uma das vozes mais ativas contra a ditadura militar brasileira.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Zuzu-Angel-quando-a-maternidade-virou-arma-politica-contra-a.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Zuzu tinha 53 anos quando foi assassinada. Ela era mãe de Stuart Edgard Angel, militante da organização revolucionária MR8, que pegou em armas para combater a ditadura. Em 1971, Stuart foi preso, torturado e morto nas dependências do Centro de Informações da Aeronáutica (Cisa). Durante cinco anos, a estilista buscou pelo filho e denunciou publicamente o regime.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Zuzu-Angel-quando-a-maternidade-virou-arma-politica-contra-a.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Acidente de carro com a estilista Zuzu Angel (Divulgação/Comissão Nacional da Verdade)" title="Arquivo O Globo"/></p>
<p>Acidente de carro com a estilista Zuzu Angel (Divulgação/Comissão Nacional da Verdade) &#8211; Arquivo O Globo</p>
<p>Segundo a historiadora Cristina Scheibe Wolff, professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a jornada de Zuzu faz parte de um movimento amplo de mães que transformaram a dor em ação durante as ditaduras da América do Sul. As Mães da Praça de Maio, na Argentina, são um dos exemplos mais emblemáticos.</p>
<p>A maternidade foi mobilizada como linguagem política para sensibilizar a opinião pública e expor a violência dos regimes.</p>
<p>“Essa estratégia dialogava com padrões de gênero da época que eram aceitos por muitos, inclusive pelos próprios agentes da ditadura. As mulheres eram pensadas a partir do lugar da maternidade. Então, mães de desaparecidos apresentavam uma imagem mais humanizada de pessoas que a ditadura considerava bandidas e terroristas”, diz a historiadora.</p>
<p>“Esse tipo de movimento acabou sendo muito importante para enfraquecer as ditaduras na América do Sul. Tornava-as menos simpáticas para o grande público. Acabou sendo mais efetivo do que a luta armada, porque essa acabou vencida e praticamente desapareceu no Brasil na década de 1970. Movimentos de familiares chamaram a atenção para o lado perverso da ditadura militar”, completa.</p>
<h2>Gênero e luta</h2>
<p>Segundo a historiadora, o gênero não era um aspecto secundário, mas elemento central na forma como a resistência foi construída e comunicada no Cone Sul (Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai e Bolívia) entre as décadas de 1960 e 1970.</p>
<p>Enquanto organizações armadas estavam envolvidas em discursos associados à masculinidade, valorizando coragem, força, ação e sacrifício, entre os movimentos de direitos humanos e de familiares, o discurso era associado à feminilidade, mobilizando emoção, dor e sensibilidade.</p>
<p>No caso de Zuzu, as denúncias tiveram ainda mais alcance pela posição dela de estilista famosa, com articulações internacionais.</p>
<p>“Ela fez um trabalho de sensibilização falando do filho com aquele carinho maternal e teve solidariedade de outras mães que estavam em situações semelhantes”, recorda Hildegard Angel, jornalista e filha de Zuzu.</p>
<p>“Era um destemor muito atípico na época, porque o que a gente presenciava era o silêncio submisso e amedrontado de muita gente. Ela começou a denunciar a morte do Stuart ainda no governo do [Emílio Garrastazu] Médici e continuou o seu ativismo durante o governo do [Ernesto] Geisel. Desafiou dois governos totalitários. E pagou um preço por isso”, completa.</p>
<h2>Luta de Zuzu</h2>
<p>Zuleika de Souza Netto nasceu na cidade mineira de Curvelo em 1921. Foi morar em 1939 no Rio de Janeiro, onde trabalhava como costureira. Na cidade, casou-se com o estadunidense Normal Angel Jones. Entre os anos de 1940 e 1970, construiu a carreira como estilista. Misturava elementos da cultura brasileira &#8211; como rendas, bordados e pedrarias &#8211; ao vestuário de modelagem simples e contemporâneo. As criações tiveram alcance internacional.</p>
<p>O filho mais velho, Stuart Angel, era estudante de economia e ingressou na resistência armada contra a ditadura militar no fim dos anos 1960. Depois do desaparecimento de Stuart, Zuzu levou a denúncia além das fronteiras do país. Buscou apoio nos Estados Unidos e em organismos internacionais. A estratégia ajudou a dar visibilidade maior às violações de direitos humanos no Brasil, em momento de censura interna forte.</p>
<p>Um desses contatos frequentes era com o então secretário de Estado dos Estados Unidos, Henry Kissinger. Ela também mobilizou jornalistas estrangeiros para dar entrevistas e expor o desaparecimento do filho.</p>
<p>Uma marca da luta de Zuzu foi o uso da moda como forma de protesto. Ela passou a inserir símbolos de denúncia em suas coleções, com referências à violência e à repressão, transformando desfiles em manifestações políticas.</p>
<p>Bordados com anjos feridos, figuras de crianças mortas, tanques de guerra e pássaros em gaiolas foram usados como metáforas visuais da repressão e do luto. Trilha sonora e cenografia reforçavam o tom fúnebre e crítico.</p>
<p>Zuzu recebeu cartas com ameaças e avisou aos amigos que, caso aparecesse morta, teria sido vítima dos mesmos assassinos do filho.</p>
<p>“Naquela época, desafiar o sistema era considerado uma loucura, porque era quando você desafiava sua própria sobrevivência. Perto do ateliê dela, às vezes, parava uma patrulhinha e ela confrontava os agentes. Dizia: ‘Não tenho medo de vocês. Sei que estão me seguindo, mas já tiraram meu filho e não trarão ele de volta’”, lembra Hildegard.</p>
<p>“Essa luta foi gerando um ódio muito grande nos militares. Como aquela mulher tinha coragem de desafiar o regime e sair nas matérias dos jornais?”, acrescenta.</p>
<p>Durante décadas, a versão oficial da morte de Zuzu foi a de acidente. Em 2014, a Comissão Nacional da Verdade, depois de um processo de investigação, que envolveu o depoimento de um ex-delegado do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS), confirmou o assassinato.</p>
<p>No fim do ano passado, a família recebeu do Estado brasileiro uma certidão de óbito retificada, em que a causa da morte é descrita como violenta e causada pelo próprio Estado.</p>
<h2>Legado</h2>
<p>Décadas após sua morte, Zuzu Angel segue como símbolo de luta. Para a historiadora Cristina Scheibe, a trajetória da estilista amplia a compreensão sobre como enfrentar poderes autoritários.</p>
<p>“Ela deixou um legado de combate à ditadura. Mostrou que resistência se faz de múltiplas formas, não só de uma forma convencional. Pode ser política, pode ser feita com armas, mas também pode acontecer por meio da arte e da cultura. E isso serve de lição para os dias de hoje: entender que há outras possibilidades de luta”, analisa.</p>
<p>O legado também se traduz em reconhecimento institucional e na preservação da memória, diz Hildegard.</p>
<p>“Acumulamos uma série de conquistas ao longo desses anos. Conseguimos mudar o nome de um túnel [no Rio de Janeiro] para Zuzu Angel, conseguimos que ela fosse a primeira heroína contemporânea do livro dos heróis e heroínas da pátria. Foram muitas homenagens, medalhas, troféus. Fizemos o primeiro curso superior de moda no estado do Rio de Janeiro e a Casa Zuzu Angel/ Museu da Moda. São alguns exemplos”, enumera a jornalista.</p>
<p>“É um processo contínuo, porque o trabalho dela nunca parou. Ela morreu, mas o legado permanece. A luta da Zuzu frutificou”.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/zuzu-angel-quando-maternidade-virou-arma-politica-contra-ditadura" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Direção de maternidade em Manaus é exonerada após grávida dar à luz na recepção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 23:40:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[após]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – A Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) exonerou a gestão da Maternidade Dona Nazira Daou após apuração de denúncia de falha no atendimento a uma gestante, registrada no dia 27 de março, em Manaus. A decisão foi tomada após análise do caso em que uma jovem de 18 anos deu à luz [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – A Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) exonerou a gestão da Maternidade Dona Nazira Daou após apuração de denúncia de falha no atendimento a uma gestante, registrada no dia 27 de março, em Manaus.</p>
<p>A decisão foi tomada após análise do caso em que uma jovem de 18 anos deu à luz na recepção da unidade, localizada na Zona Norte da capital.</p>
<h2 class="wp-block-heading">SES-AM afirma que atendimento não seguiu protocolo</h2>
<p>A SES-AM informou que o atendimento prestado não corresponde ao padrão estabelecido pela rede estadual de saúde.</p>
<p>A secretaria reforçou que não tolera práticas de violência obstétrica e destacou que atua para garantir um atendimento humanizado e seguro em todas as maternidades do estado.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Caso aconteceu na Maternidade Nazira Daou</h2>
<p>A jovem Ana Clara, de 18 anos, chegou à maternidade por volta das 21h30 sentindo fortes dores e sinais de trabalho de parto.</p>
<p>Segundo relato da família, a paciente não teria sido colocada imediatamente em uma maca, mesmo com estrutura disponível na unidade.</p>
<p>Pouco tempo depois, o bebê nasceu na recepção da maternidade, antes que ela fosse levada ao pré-parto.</p>
<p>Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra o momento em que a jovem aparece com fortes dores e, em seguida, dá à luz com ajuda de profissionais de saúde.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Pós-parto e atendimento ao recém-nascido</h2>
<p>Após o parto, a paciente teria sido encaminhada para uma maca sem lençol e depois transferida para uma poltrona, devido à alta demanda da unidade.</p>
<p>Até o dia 31 de março, mãe e bebê permaneciam internados. O recém-nascido apresentou quadro de alergia e segue em observação.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Secretaria reforça combate à violência obstétrica</h2>
<p>A SES-AM afirmou que segue investindo na capacitação das equipes e no fortalecimento do parto humanizado, além de cumprir a legislação estadual de combate à violência obstétrica.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>SES-AM amplia oferta de cirurgias ortopédicas em Manaus</p>
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		<title>VÍDEO: Grávida dá à luz na recepção de maternidade em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/video-gravida-da-a-luz-na-recepcao-de-maternidade-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 21:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ana Clara, de 18 anos, deu à luz na recepção da maternidade Dona Nazira Daou, localizada na Zona Norte de Manaus, após esperar atendimento na noite de sexta-feira (27). A jovem chegou ao local por volta das 21h30 sentindo fortes dores e já perdendo líquido, indicando que o parto estava próximo. A família da jovem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Clara, de 18 anos, deu à luz na recepção da maternidade Dona Nazira Daou, localizada na Zona Norte de Manaus, após esperar atendimento na noite de sexta-feira (27). A jovem chegou ao local por volta das 21h30 sentindo fortes dores e já perdendo líquido, indicando que o parto estava próximo. A família da jovem denúncia demora no atendimento.</p>
<p>Segundo informações da família, a situação foi informada na recepção, mas Ana Clara teria permanecido em pé, sem ser colocada em uma maca, mesmo com estrutura disponível. Pouco depois, a jovem avisou que o bebê já estava nascendo.</p>
<p>Ainda segundo o relato, um funcionário trouxe uma cadeira de rodas, mas antes que ela fosse levada ao pré-parto, o bebê nasceu na recepção, diante de outras pessoas que aguardavam atendimento.</p>
<p>Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra a jovem com dores, se apoiando em cadeiras e, em seguida, dando à luz com ajuda de profissionais de saúde.</p>
<p>Após o nascimento, segundo informações da família, Ana Clara foi levada para uma maca sem lençol, em um quarto sem ar-condicionado, e mais tarde, ela teria sido transferida para uma poltrona devido à alta demanda na unidade.</p>
<p>Até terça-feira (31), a jovem e o bebê permaneciam internados. Ainda de acordo com os familiares, o recém-nascido apresentou alergia e segue em observação.</p>
<p>A equipe do Portal Em Tempo solicitou nota da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), questionando se houve falha no atendimento da gestante e qual é o estado de saúde da mulher e do bebê, mas, até a publicação desta matéria, não houve resposta.</p>
<p>Veja vídeo:</p>
<p><video height="848" style="aspect-ratio: 480 / 848;" width="480" controls="" src="https://emtempo.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Video-2026-04-01-at-10.12.25.mp4"/></p>
<p>Leia mais</p>
<p>VÍDEO: Carro de motorista de app cai em cratera ao tentar atravessar ponte no Tarumã</p>
<p>Feirão do pescado começa nesta quarta em Manaus; saiba onde comprar peixe</p>
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