<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>matrículas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
	<atom:link href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/tag/matriculas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/tag/matriculas/</link>
	<description>Portal de Notícias</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Jul 2026 14:18:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.1</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/01/cropped-logo-v2-27-01-2025-14-58-29-27-01-2025_15-21-26.webp?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>matrículas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
	<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/tag/matriculas/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">240766857</site>	<item>
		<title>Matrículas em creches avançam 36% em quase uma década</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/matriculas-em-creches-avancam-36-em-quase-uma-decada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:18:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[avançam]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[creches]]></category>
		<category><![CDATA[década]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[matrículas]]></category>
		<category><![CDATA[quase]]></category>
		<category><![CDATA[uma]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/matriculas-em-creches-avancam-36-em-quase-uma-decada/</guid>

					<description><![CDATA[<p>No Brasil, em 2025, 9,4 milhões de crianças de 0 a 5 anos de idade estavam matriculadas em escolas ou creches, de acordo com o módulo Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em junho. Com base na PNAD-C, o Todos pela Educação [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/matriculas-em-creches-avancam-36-em-quase-uma-decada/">Matrículas em creches avançam 36% em quase uma década</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, em 2025, 9,4 milhões de crianças de 0 a 5 anos de idade estavam matriculadas em escolas ou creches, de acordo com o módulo Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em junho.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Matriculas-em-creches-avancam-36-em-quase-uma-decada.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com base na PNAD-C, o Todos pela Educação (organização da sociedade civil, sem fins lucrativos e suprapartidária fundada em 2006) construiu a série histórica a partir da idade escolar e observou que o acesso à educação infantil de crianças de 0 a 3 anos no Brasil tem seguido tendência de crescimento desde 2016 e atingiu 43,3% em 2025, o maior percentual da série histórica, com cerca de 4,5 milhões de bebês e crianças em creches.</p>
<p>O resultado de 2025 representa avanço de 11 pontos percentuais (36%) em relação a 2016, quando o atendimento alcançava apenas 31,8% das crianças, e alta de 2,2 pontos percentuais em comparação com 2024 (41,1%).</p>
<p>Apesar dos avanços, em todas as grandes regiões do país, o indicador ainda permanece abaixo da meta de 50% de atendimento, prevista para 2024 pelo Plano Nacional de Educação (PNE) que vigorou até dezembro de 2025.</p>
<p>Pela lei, embora a matrícula em creche não seja obrigatória, o atendimento às crianças de 0 a 3 anos é um direito assegurado ao cidadão. Portanto, cabe ao poder público garantir a oferta desse serviço a partir da demanda por vagas existente para essa etapa da educação básica.</p>
<p>Vale destacar que o novo PNE ampliou a meta nacional de oferta de educação infantil para atender, no decênio 2024-2034, no mínimo 60% das crianças de 3 anos.</p>
<h2>Análises e desafios</h2>
<p> A Agência Brasil conversou com Natália Fregonesi, coordenadora de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, organização da sociedade civil, sem fins lucrativos e suprapartidária fundada em 2006, sobre os índices educacionais divulgados em junho.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Matriculas-em-creches-avancam-36-em-quase-uma-decada.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 01/07/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Especialista analisa acesso à Educação Infantil no Brasil. Natália Fregonesi. Foto: Todos Pela Educação/Divulgação" title="Todos Pela Educação/Divulgação"/></p>
<p>Especialista Natália Fregonesi defende a necessidade de expansão de creches &#8211; Foto Todos Pela Educação/Divulgação</p>
<p>A entidade atua para melhorar a qualidade da educação básica pública no Brasil e propor ao poder público a formulação e implementação de políticas educacionais eficazes.</p>
<p>Apesar de classificar a alta do atendimento das crianças de 0 a 3 como avanço importante, a especialista aponta a necessidade de acelerar essa expansão das creches. Para Natália, os desafios são mais planejamento, financiamento adequado e gestão da oferta de vagas nas redes de ensino. </p>
<p>Natália Fregonesi destaca a importância do apoio técnico e financeiro aos municípios, os principais responsáveis pela educação infantil, por meio do regime de colaboração entre União, estados e municípios.</p>
<p>“Essa expansão precisa ser orientada pela demanda real das redes [de ensino] e deve priorizar a equidade na oferta, além de garantir a qualidade das creches”, disse.</p>
<p>Na avaliação do Todos pela Educação, o acesso a essa fase da educação básica deve ter ainda infraestrutura adequada, propostas pedagógicas consistentes e profissionais valorizados e bem formados.</p>
<h2>Pré-escola</h2>
<p>A Pnad-Contínua Educação revelou que, em 2025, a taxa de atendimento de crianças de 4 e 5 anos, na pré-escola, foi de 96,1%, o maior patamar já registrado no período 2016-2025 e bem próximo à universalização da oferta de vagas no país.</p>
<p>A pré-escola, destinada às crianças de 4 e 5 anos, é obrigatória desde 2009, a partir da Emenda Constitucional nº 59/2009.</p>
<p>O Todos Pela Educação destaca que cerca de 4% das crianças de 4 e 5 anos ainda permanecem fora da pré-escola, o que representam cerca de 219 mil crianças sem aulas.</p>
<p>Entre os 20% mais ricos, 0,4% não está em sala de aula por causa de alguma dificuldade de acesso, sendo esse percentual de 2,5% entre os 20% mais pobres.</p>
<h2>Desigualdades persistentes </h2>
<p>Apesar dos avanços atestados pela pesquisa por amostragem, persistem as desigualdades raciais, socioeconômicas e regionais no acesso à educação infantil, especialmente para as crianças mais pobres de 0 a 3 anos.</p>
<p>Segundo o levantamento oficial, em 2025, enquanto 14,2% das crianças brancas e amarelas estavam fora da escola por esse motivo, o percentual chegava a 19,6% entre crianças pretas, pardas e indígenas.</p>
<p>Quando o Todos pela Educação observa a renda das famílias, entre os 20% mais pobres, 24,2% das crianças não acessavam a escola por alguma dificuldade, percentual quatro vezes superior ao registrado entre os 20% mais ricos (6,4%).</p>
<p>A coordenadora de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação defende que, para superar as barreiras de acesso às vagas da educação infantil e garantir igualdade de oportunidades desde a primeira infância, é preciso identificar vulnerabilidades socioeconômicas, étnico-raciais e regionais.</p>
<p>“É necessário um levantamento preciso da demanda para identificar as particularidades territoriais, as das comunidades mais vulneráveis e, dessa forma, priorizar a abertura de vagas justamente nos territórios e para os grupos que enfrentam mais dificuldades de acesso”, disse Natália.</p>
<h2>Territórios desiguais</h2>
<p>Outro determinante das desigualdades de oportunidades de acesso à educação infantil é o território onde as crianças vivem com suas famílias.</p>
<p>Quando consideradas as unidades da federação, a diferença entre o estado com maior e menor acesso é de 49 pontos percentuais. Enquanto Santa Catarina atende a 58,4% das crianças de 0 a 3 anos em creches, os estados da Região Norte apresentam os menores percentuais do país, com destaque para o Amapá (9,4%), Acre (19,0%), Amazonas (20,9%) e Roraima (22,8%).</p>
<p>Natália avalia que é preciso um regime de colaboração federativa mais forte, com maior apoio técnico e financeiro aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios que enfrentam os maiores desafios, para garantir o direito à educação infantil.”</p>
<h2>Motivos de não frequência</h2>
<p>Na análise dos motivos para a não frequência, o Todos pela Educação identificou:</p>
<p>&#8211; opção dos pais</p>
<p>Em 2025, 64,1% das crianças de 0 a 1 ano e 57,1% daquelas com 2 a 3 anos que não frequentavam creche estavam fora da escola por opção dos pais ou responsáveis.</p>
<p>Esse foi o motivo mais citado em todas as grandes regiões brasileiras. O Centro-Oeste apresentou o maior percentual para crianças de 0 a 1 ano (73,6%) fora da creche por decisão dos pais, enquanto o menor foi registrado no Nordeste (58,5%).</p>
<p>Para o grupo de 2 a 3 anos, o maior percentual também foi observado no Centro-Oeste (65,5%) e o menor, no Norte (49,4%).</p>
<p>A analista de políticas educacionais considera importante respeitar a decisão dos responsáveis, mas recomenda que o poder público informe as famílias sobre os benefícios da educação infantil para o desenvolvimento da criança.</p>
<p>Natália afirma que a prioridade da autoridade nacional deve ser enfrentar a demanda represada.</p>
<p>“Atualmente, ainda são mais de 1,7 milhão de crianças nessa situação em que as famílias querem uma vaga e não conseguem por alguma dificuldade de acesso”..</p>
<p>&#8211; falta de creches, de vagas e idade da criança</p>
<p>O segundo motivo mais citado foi não ter escola/creche na localidade, falta de vaga ou a não aceitação da matrícula por causa da idade da criança.</p>
<p>O IBGE mostra que entre as crianças de 0 a 1 ano, 28,1% dos responsáveis apontaram esse fator; entre as de 2 a 3 anos, o percentual foi de 33,4%.</p>
<p>O Norte e o Nordeste foram as regiões mais afetadas por esse tipo de barreira. No Norte, 35,5% dos bebês e 44,5% das crianças de 2 a 3 anos estavam fora da creche por esse motivo, enquanto no Nordeste, os percentuais foram 36,1% e 37,2%, respectivamente.</p>
<p>Assim como na faixa etária de 0 a 3 anos, o acesso à escola das crianças de 4 e 5 anos também apresenta grandes desigualdades entre os estados.</p>
<p>Em relação à taxa de atendimento das crianças de 4 a 5 anos, o melhor resultado é no Piauí, com 99,4% delas nas escolas e, no Ceará, o registro é de 98,9% de atendimento. No Amapá, apenas seis em cada 10 crianças na mesma faixa etária frequentam a escola.</p>
<p>O informe do IBGE sobre a PNAD-C observa que os dados demonstram maior deficiência na oferta de escola/creche ou disponibilidade de vagas na educação infantil nessas regiões.</p>
<h2>Compromisso Nacional </h2>
<p>Para assegurar o acesso universal à educação infantil, a partir do estímulo ao cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE) e das Diretrizes Operacionais Nacionais de Qualidade e Equidade para a Educação Infantil, o Ministério da Educação (MEC) instituiu, há um ano, o Compromisso Nacional pela Qualidade e Equidade na Educação Infantil (Conaquei);</p>
<p>Em 2026 e 2027, os investimentos para implementação das ações serão de mais de R$ 406 milhões nos estados e municípios que assinam um termo de compromisso para receber apoio técnico e financeiro da União.</p>
<p>As ações do Conaquei incluem a expansão da oferta de vagas na educação infantil e a promoção da permanência de bebês e crianças na escola.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-07/matriculas-em-creches-avancam-36%25-em-quase-uma-decada" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/matriculas-em-creches-avancam-36-em-quase-uma-decada/">Matrículas em creches avançam 36% em quase uma década</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">33474</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Matrículas em creches avançam 11% em quase uma década</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/matriculas-em-creches-avancam-11-em-quase-uma-decada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 11:56:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[avançam]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[creches]]></category>
		<category><![CDATA[década]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[matrículas]]></category>
		<category><![CDATA[quase]]></category>
		<category><![CDATA[uma]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/matriculas-em-creches-avancam-11-em-quase-uma-decada/</guid>

					<description><![CDATA[<p>No Brasil, em 2025, 9,4 milhões de crianças de 0 a 5 anos de idade estavam matriculadas em escolas ou creches, de acordo com o módulo Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em junho. O levantamento mostra que o acesso à educação [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/matriculas-em-creches-avancam-11-em-quase-uma-decada/">Matrículas em creches avançam 11% em quase uma década</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, em 2025, 9,4 milhões de crianças de 0 a 5 anos de idade estavam matriculadas em escolas ou creches, de acordo com o módulo Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em junho.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Matriculas-em-creches-avancam-11-em-quase-uma-decada.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O levantamento mostra que o acesso à educação infantil de crianças de 0 a 3 anos no Brasil tem seguido tendência de crescimento desde 2016 e atingiu 43,3% em 2025, o maior percentual da série histórica (desde 2016), com cerca de 4,5 milhões de bebês e crianças em creches.</p>
<p>O resultado de 2025 representa avanço de 11%, em relação a 2016, quando o atendimento alcançava apenas 31,8% das crianças, e alta de 2,2 pontos percentuais em comparação com 2024 (41,1%).</p>
<p>Apesar dos avanços, em todas as grandes regiões do país, o indicador ainda permanece abaixo da meta de 50% de atendimento, prevista para 2024 pelo Plano Nacional de Educação (PNE) que vigorou até dezembro de 2025.</p>
<p>Pela lei, embora a matrícula em creche não seja obrigatória, o atendimento às crianças de 0 a 3 anos é um direito assegurado ao cidadão. Portanto, cabe ao poder público garantir a oferta desse serviço a partir da demanda por vagas existente para essa etapa da educação básica.</p>
<p>Vale destacar que o novo PNE ampliou a meta nacional de oferta de educação infantil para atender, no decênio 2024-2034, no mínimo 60% das crianças de 3 anos.</p>
<h2>Análises e desafios</h2>
<p> A Agência Brasil conversou com Natália Fregonesi, coordenadora de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, organização da sociedade civil, sem fins lucrativos e suprapartidária fundada em 2006, sobre os índices educacionais divulgados em junho.</p>
<p>A entidade atua para melhorar a qualidade da educação básica pública no Brasil e propor ao poder público a formulação e implementação de políticas educacionais eficazes.</p>
<p>Apesar de classificar a alta do atendimento das crianças de 0 a 3 como avanço importante, a especialista aponta a necessidade de acelerar essa expansão das creches. Para Natália, os desafios são mais planejamento, financiamento adequado e gestão da oferta de vagas nas redes de ensino. </p>
<p>Natália Fregonesi destaca a importância do apoio técnico e financeiro aos municípios, os principais responsáveis pela educação infantil, por meio do regime de colaboração entre União, estados e municípios.</p>
<p>“Essa expansão precisa ser orientada pela demanda real das redes [de ensino] e deve priorizar a equidade na oferta, além de garantir a qualidade das creches”, disse.</p>
<p>Na avaliação do Todos pela Educação, o acesso a essa fase da educação básica deve ter ainda infraestrutura adequada, propostas pedagógicas consistentes e profissionais valorizados e bem formados.</p>
<h2>Pré-escola</h2>
<p>A Pnad-Contínua Educação revelou que, em 2025, a taxa de atendimento de crianças de 4 e 5 anos, na pré-escola, foi de 96,1%, o maior patamar já registrado no período 2016-2025 e bem próximo à universalização da oferta de vagas no país.</p>
<p>A pré-escola, destinada às crianças de 4 e 5 anos, é obrigatória desde 2009, a partir da Emenda Constitucional nº 59/2009.</p>
<p>O Todos Pela Educação destaca que cerca de 4% das crianças de 4 e 5 anos ainda permanecem fora da pré-escola, o que representam cerca de 219 mil crianças sem aulas.</p>
<p>Entre os 20% mais ricos, 0,4% não está em sala de aula por causa de alguma dificuldade de acesso, sendo esse percentual de 2,5% entre os 20% mais pobres.</p>
<h2>Desigualdades persistentes </h2>
<p>Apesar dos avanços atestados pela pesquisa por amostragem, persistem as desigualdades raciais, socioeconômicas e regionais no acesso à educação infantil, especialmente para as crianças mais pobres de 0 a 3 anos.</p>
<p>Segundo o levantamento oficial, em 2025, enquanto 14,2% das crianças brancas e amarelas estavam fora da escola por esse motivo, o percentual chegava a 19,6% entre crianças pretas, pardas e indígenas.</p>
<p>Quando observada a renda das famílias, entre os 20% mais pobres, 24,2% das crianças não acessavam a escola por alguma dificuldade, percentual quatro vezes superior ao registrado entre os 20% mais ricos (6,4%).</p>
<p>A coordenadora de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação defende que, para superar as barreiras de acesso às vagas da educação infantil e garantir igualdade de oportunidades desde a primeira infância, é preciso identificar vulnerabilidades socioeconômicas, étnico-raciais e regionais.</p>
<p>“É necessário um levantamento preciso da demanda para identificar as particularidades territoriais, as das comunidades mais vulneráveis e, dessa forma, priorizar a abertura de vagas justamente nos territórios e para os grupos que enfrentam mais dificuldades de acesso”, disse Natália.</p>
<h2>Territórios desiguais</h2>
<p>Outro determinante das desigualdades de oportunidades de acesso à educação infantil é o território onde as crianças vivem com suas famílias.</p>
<p>Quando consideradas as unidades da federação, a diferença entre o estado com maior e menor acesso é de 49 pontos percentuais. Enquanto Santa Catarina atende a 58,4% das crianças de 0 a 3 anos em creches, os estados da Região Norte apresentam os menores percentuais do país, com destaque para o Amapá (9,4%), Acre (19,0%), Amazonas (20,9%) e Roraima (22,8%).</p>
<p>Natália avalia que é preciso um regime de colaboração federativa mais forte, com maior apoio técnico e financeiro aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios que enfrentam os maiores desafios, para garantir o direito à educação infantil.”</p>
<h2>Motivos de não frequência</h2>
<p>&#8211; Opção dos pais</p>
<p>Em 2025, 64,1% das crianças de 0 a 1 ano e 57,1% daquelas com 2 a 3 anos que não frequentavam creche estavam fora da escola por opção dos pais ou responsáveis.</p>
<p>Esse foi o motivo mais citado em todas as grandes regiões brasileiras. O Centro-Oeste apresentou o maior percentual para crianças de 0 a 1 ano (73,6%) fora da creche por decisão dos pais, enquanto o menor foi registrado no Nordeste (58,5%).</p>
<p>Para o grupo de 2 a 3 anos, o maior percentual também foi observado no Centro-Oeste (65,5%) e o menor, no Norte (49,4%).</p>
<p>A analista de políticas educacionais considera importante respeitar a decisão dos responsáveis, mas recomenda que o poder público informe as famílias sobre os benefícios da educação infantil para o desenvolvimento da criança.</p>
<p>Natália afirma que a prioridade da autoridade nacional deve ser enfrentar a demanda represada.</p>
<p>“Atualmente, ainda são mais de 1,7 milhão de crianças nessa situação em que as famílias querem uma vaga e não conseguem por alguma dificuldade de acesso”..</p>
<p>&#8211; Falta de creches, de vaga e idade da criança</p>
<p>O segundo motivo mais citado foi não ter escola/creche na localidade, falta de vaga ou a não aceitação da matrícula por causa da idade da criança.</p>
<p>O IBGE mostra que entre as crianças de 0 a 1 ano, 28,1% dos responsáveis apontaram esse fator; entre as de 2 a 3 anos, o percentual foi de 33,4%.</p>
<p>O Norte e o Nordeste foram as regiões mais afetadas por esse tipo de barreira. No Norte, 35,5% dos bebês e 44,5% das crianças de 2 a 3 anos estavam fora da creche por esse motivo, enquanto no Nordeste, os percentuais foram 36,1% e 37,2%, respectivamente.</p>
<p>Assim como na faixa etária de 0 a 3 anos, o acesso à escola das crianças de 4 e 5 anos também apresenta grandes desigualdades entre os estados.</p>
<p>Em relação à taxa de atendimento das crianças de 4 a 5 anos, o melhor resultado é no Piauí, com 99,4% delas nas escolas e, no Ceará, o registro é de 98,9% de atendimento. No Amapá, apenas seis em cada 10 crianças na mesma faixa etária frequentam a escola.</p>
<p>O informe do IBGE sobre a PNAD-C observa que os dados demonstram maior deficiência na oferta de escola/creche ou disponibilidade de vagas na educação infantil nessas regiões.</p>
<h2>Compromisso Nacional </h2>
<p>Para assegurar o acesso universal à educação infantil, a partir do estímulo ao cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE) e das Diretrizes Operacionais Nacionais de Qualidade e Equidade para a Educação Infantil, o Ministério da Educação (MEC) instituiu, há um ano, o Compromisso Nacional pela Qualidade e Equidade na Educação Infantil (Conaquei);</p>
<p>Em 2026 e 2027, os investimentos para implementação das ações serão de mais de R$ 406 milhões nos estados e municípios que assinam um termo de compromisso para receber apoio técnico e financeiro da União.</p>
<p>As ações do Conaquei incluem a expansão da oferta de vagas na educação infantil e a promoção da permanência de bebês e crianças na escola.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-07/matriculas-em-creches-avancam-11-em-quase-uma-decada" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/matriculas-em-creches-avancam-11-em-quase-uma-decada/">Matrículas em creches avançam 11% em quase uma década</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">33452</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Unesco: matrículas no ensino superior mais que dobraram no mundo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/unesco-matriculas-no-ensino-superior-mais-que-dobraram-no-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 21:29:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[dobraram]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[mais]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[matrículas]]></category>
		<category><![CDATA[mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Unesco]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/unesco-matriculas-no-ensino-superior-mais-que-dobraram-no-mundo/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O total de estudantes matriculados no ensino superior em todo o mundo mais que dobrou nas últimas duas décadas, passando de 100 milhões, em 2000, para 269 milhões, em 2024. Esse número representa 43% da população em idade de frequentar o ensino superior que abrange, normalmente, entre 18 e 24 anos. Apesar dessa expansão, continuam [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/unesco-matriculas-no-ensino-superior-mais-que-dobraram-no-mundo/">Unesco: matrículas no ensino superior mais que dobraram no mundo</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O total de estudantes matriculados no ensino superior em todo o mundo mais que dobrou nas últimas duas décadas, passando de 100 milhões, em 2000, para 269 milhões, em 2024. Esse número representa 43% da população em idade de frequentar o ensino superior que abrange, normalmente, entre 18 e 24 anos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Unesco-matriculas-no-ensino-superior-mais-que-dobraram-no-mundo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Apesar dessa expansão, continuam a existir profundas disparidades regionais, uma vez que, enquanto 80% dos jovens da Europa Ocidental e América do Norte estão matriculados no ensino superior, esse número cai para 59% na América Latina e no Caribe, 37% nos Estados Árabes, 30% no Sul e no Oeste da Ásia e apenas 9% na África Subsaariana.</p>
<p>É o que revela o primeiro relatório global da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) sobre tendências do ensino superior, divulgado nesta terça-feira (12), em Paris. O estudo reúne dados de 146 países.</p>
<p>As instituições privadas permanecem representando um terço das matrículas em âmbito mundial, com a maior participação na América Latina e no Caribe (49% em 2023). Em países como Brasil, Chile, Coreia do Sul e Japão, quatro em cada cinco estudantes frequentam uma instituição privada de ensino superior. O relatório mostra que apenas um terço dos países estabelece legalmente o ensino superior público gratuito. A conclusão dos estudos não acompanhou, entretanto, o ritmo das matrículas. A taxa bruta global de graduação foi ampliada de 22%, em 2013, para 27%, em 2024.</p>
<h2>Demanda</h2>
<p>O diretor-geral da Unesco, Khaled El-Enany, destacou que o novo relatório mostra a crescente demanda por ensino superior no planeta, “que desempenha um papel insubstituível na construção de sociedades sustentáveis”. Observou, porém, que essa expansão nem sempre resulta em oportunidades equitativas. Daí a necessidade de surgimento de modelos inovadores de financiamento, que possam garantir um ensino superior inclusivo e de qualidade, avaliou.</p>
<p>Khaled El-Enany afirmou que por meio de iniciativas importantes, como a Convenção Global sobre a Educação Superior e o Passaporte de Qualificações, a Unesco vai continuar apoiando os países na oferta de oportunidades de ensino superior de alta qualidade para todas as pessoas.</p>
<h2>Mobilidade</h2>
<p>No período pesquisado, a mobilidade internacional triplicou, subindo de 2,1 milhões, em 2000, para quase 7,3 milhões de estudantes que realizam seus estudos no exterior, em 2024, sendo metade deles na Europa e América do Norte. Na análise da Unesco, embora o quantitativo tenha aumentado, a mobilidade beneficia somente 3% do total de estudantes no mundo, apresentando disparidades importantes entre as regiões pesquisadas.</p>
<p>O conjunto de sete países formado pela Alemanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia segue recebendo metade de todos os estudantes internacionais. Percebe-se, por outro lado, que países como a Turquia e os Emirados Árabes Unidos (EAU) se tornam cada vez mais populares, revelando crescimento de, pelo menos, cinco vezes do número de estudantes internacionais na última década. Turquia e EAU já se aproximam da França, indica o estudo.</p>
<p>De acordo com o relatório, os estudantes internacionais preferem cada vez mais estudar em sua própria região. Um exemplo é que na América Latina e no Caribe, a proporção da mobilidade intrarregional subiu de 24% para 43% no período de 2000 a 2022, sendo a Argentina o principal destino. Os estudantes oriundos dos Estados Árabes cada vez se concentram mais nos países do Golfo e na Jordânia, marcando mudança significativa em relação ao domínio da Europa Ocidental e da América do Norte existente uma década antes.</p>
<p>Por meio de sua Convenção Global sobre o Reconhecimento de Qualificações relativas ao Ensino Superior e de seus instrumentos regionais equivalentes, já ratificados por 93 países, a Unesco desempenha papel central na promoção da mobilidade estudantil internacional.</p>
<p>A Convenção estabelece mecanismos justos e transparentes de reconhecimento de qualificações e, também, padrões universais de garantia da qualidade, de modo a fortalecer a confiança nos diplomas e nas qualificações do ensino superior em todo o mundo.</p>
<h2>Gênero</h2>
<p>As mulheres já superam os homens no ensino superior em âmbito global, atualmente. É o que revelam os números apurados: em 2024, havia 114 mulheres matriculadas no ensino superior para cada 100 homens. A paridade de gênero foi atingida em todas as regiões, exceto na África Subsaariana, onde persistem menores taxas de matrícula e de conclusão da formação.</p>
<p>O relatório sinaliza avanço significativo na Ásia Central e no sul da Ásia. De um total de 68 mulheres matriculadas por 100 homens, em 2000, as duas regiões alcançaram a paridade de gênero em 2023. Contudo, as mulheres permanecem subrepresentadas no nível de doutorado e ocupam apenas cerca de um quarto dos cargos de liderança sênior no meio acadêmico.</p>
<p>A Unesco identificou que equidade, qualidade e financiamento continuam sendo desafios urgentes para os estudantes do ensino superior global. Apenas um terço dos países implementou programas voltados ao acesso de grupos sub-representados ao ensino superior. Países como África do Sul, Chile, Coreia do Sul, Filipinas, Itália, Japão, Maurício e México reduziram ou eliminaram as taxas do ensino superior para grupos específicos.</p>
<p>Embora tenha ocorrido aumento de nove vezes da quantidade de matrículas, que passou de 1%, em 2019, para 9%, em 2025, as pessoas refugiadas ainda enfrentam grandes obstáculos para acessar o ensino superior. Uma das principais barreiras é o reconhecimento de qualificações ausentes ou impossíveis de se verificar, especialmente no Sul Global.</p>
<h2>Passaporte</h2>
<p>A Unesco atua para enfrentar esse desafio por meio do Passaporte de Qualificações. Essa ferramenta visa reconhecer qualificações acadêmicas, profissionais e vocacionais de pessoas refugiadas e deslocadas à força. No momento atual, o Passaporte de Qualificações da Unesco está sendo implementado no Iraque, no Quênia, em Uganda, na Zâmbia e no Zimbábue, com planos de ampliação. O instrumento já foi concedido a centenas de candidatos aprovados.</p>
<p>Segundo ainda o relatório, em média, o investimento governamental no ensino superior corresponde a cerca de 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB) global. A Unesco analisou que, o mesmo tempo, a austeridade fiscal em variados contextos intensifica a pressão sobre as instituições de ensino superior, reforçando a necessidade de modelos inovadores de financiamento, que assegurem um ensino superior inclusivo e de qualidade.</p>
<p>Outro dado importante evidenciado pelo relatório é que embora as tecnologias digitais e a inteligência artificial (IA) estejam transformando o ensino e a aprendizagem, apenas uma em cada cinco universidades possuía, em 2025, uma política formal sobre IA.</p>
<p>O relatório conclui que a rápida expansão do número de estudantes nas últimas décadas ampliou a tensão sobre os sistemas de ensino superior, deixando clara a necessidade de garantir padrões de qualidade no ensino e, simultaneamente, de aumentar o acesso de grupos desfavorecidos, a partir de um financiamento que seja equitativo e sustentável. </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-05/unesco-matriculas-no-ensino-superior-mais-que-dobraram-no-mundo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/unesco-matriculas-no-ensino-superior-mais-que-dobraram-no-mundo/">Unesco: matrículas no ensino superior mais que dobraram no mundo</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">26381</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Censo registra queda de 1 milhão de matrículas na educação básica</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/censo-registra-queda-de-1-milhao-de-matriculas-na-educacao-basica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 16:23:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Básica]]></category>
		<category><![CDATA[Censo]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[matrículas]]></category>
		<category><![CDATA[milhão]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[registra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/censo-registra-queda-de-1-milhao-de-matriculas-na-educacao-basica/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgaram nesta quinta-feira (26) os resultados da primeira etapa do Censo Escolar 2025. Segundo os dados, e, 2025, foram registrados 46,018 milhões de estudantes, distribuídos em 178,76 mil escolas públicas e privadas, considerando todas as etapas da educação básica. Houve [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/censo-registra-queda-de-1-milhao-de-matriculas-na-educacao-basica/">Censo registra queda de 1 milhão de matrículas na educação básica</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgaram nesta quinta-feira (26) os resultados da primeira etapa do Censo Escolar 2025. Segundo os dados, e, 2025, foram registrados 46,018 milhões de estudantes, distribuídos em 178,76 mil escolas públicas e privadas, considerando todas as etapas da educação básica. Houve uma redução de 2,29% nas matrículas, em comparação a 2024, quando foram registradas 47.088.922 estudantes. A queda corresponde a 1, 082 milhão de alunos a menos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Censo-registra-queda-de-1-milhao-de-matriculas-na-educacao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p> De acordo com o coordenador de Estatísticas Educacionais da Diretoria de Estatísticas do Inep (DEED), Fábio Pereira Bravin, a queda não representa um problema. Segundo o órgão, o dado relevante é que o atendimento educacional da população está aumentando. A explicação para a queda das matrículas, de acordo com Bravin, é a redução da população em idade escolar, especialmente entre 0 a 4 anos e a 15 a 17 anos. </p>
<p>Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentados pelo Inep, a projeção para a população de 0 a 3 anos recuou 8,4% entre 2022 e 2025. Em relação à frequência escolar, na faixa etária até 3 anos de idade, a taxa de atendimento subiu 4,3 pontos percentuais entre 2019 e 2024, atingindo 39,8%. A matrícula na creche, que compreende crianças até 3 anos, não é obrigatória. Já  na faixa etária de 4 a 17 anos, quando a frequência à escola é obrigatória, a frequência chega a 97,2%, apontam os dados do IBGE de 2024.</p>
<h2>Redução da distorção idade-série</h2>
<p>Outra explicação para a queda no número de matrículas, de acordo com a MEC, é a redução das taxas de repetência e a melhoria dos indicadores de distorção idade-série. Este parâmetro avalia a quantidade de alunos que frequentam a série adequada à sua idade e não estão &#8220;atrasados&#8221; nos estudos. </p>
<p> &#8220;Os alunos estão repetindo menos. Antes, a retenção inchava o sistema. Passando ano a ano, à medida que eu reduzo a distorção idade-série e dou oportunidades aos alunos que estão atrasados para eles concluam, eu reduzo o número de matrículas.&#8221;, apontou o ministro da Educação, Camilo Santana. </p>
<p>Os dois fenômenos, segundo ele, indicam maior eficiência do sistema educacional do país. Para o ministro, o Censo Escolar mostrou que a educação brasileira conquistou avanços significativos em 2025.</p>
<p>Segundo Camilo, a distorção idade-série no ensino médio, por exemplo, teve uma redução de 61% de 2022 a 2025. “Nós saímos de 27,2% para 13,99% só no 3° ano do ensino médio”, destacou.</p>
<p>“O Brasil praticamente universalizou o acesso à escola. Precisamos garantir a qualidade, a equidade”, disse o ministro do MEC.</p>
<h2>Educação infantil</h2>
<p>Segundo o Censo, em 2025, a educação infantil alcançou o maior patamar de crianças de 0 a 3 anos com acesso à creche (41,8%), aproximando-se da meta de 50% estabelecida pelo Plano Nacional de Educação (PNE).</p>
<p>De acordo com o MEC, apenas em 2025, foram criadas 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas, com apoio do governo federal.  O MEC informOU que o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) prevê investir R$ 7,37 bilhões para a construção de 1.670 novas creches.</p>
<h2>Conectividade nas escolas</h2>
<p>O Censo também apontou aumento da conectividade nas escolas da educação básica. O percentual de escolas com acesso à internet na educação básica passou de 82,8%, em 2021, para 94,5%, em 2025. </p>
<p>O ministro Camilo Santana destaca que o maior desafio para garantir a conectividade está concentrado na região Norte. Segundo o ministério, foram investidos R$ 3 bilhões, de 2023 a 2025, em escolas estaduais e municipais, alcançando um avanço de 45% para 70% das escolas com conectividade adequada para fins pedagógicos.</p>
<h2>Sobre o Censo Escolar </h2>
<p>O levantamento, realizado anualmente pelo Inep, abrange dados sobre todas as escolas da educação básica, professores, gestores e turmas, além das características dos estudantes. As informações incluem todas as etapas e modalidades da educação básica: ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional.</p>
<p>Participam escolas públicas e privadas de todas as etapas da educação básica de todas as redes de ensino no país.</p>
<p>*texto ampliado às 13h01</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-02/censo-registra-queda-de-1-milhao-de-matriculas-na-educacao-basica" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/censo-registra-queda-de-1-milhao-de-matriculas-na-educacao-basica/">Censo registra queda de 1 milhão de matrículas na educação básica</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">17080</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
