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	<title>medo Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>medo Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Cresce percentual de mulheres que relatam medo de ser estupradas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/cresce-percentual-de-mulheres-que-relatam-medo-de-ser-estupradas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 11:49:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O percentual de mulheres que declararam ter medo de sofrer um estupro cresceu em uma pesquisa realizada pelo Instituto Patricia Galvão e pelo Instituto Locomotiva, que teve novos dados antecipados com exclusividade nesta segunda-feira (2) à Agência Brasil. Em 2020, 78% das mulheres ouvidas pelos pesquisadores disseram ter &#8220;muito medo de ser vítimas de um estupro&#8221;. Esse percentual cresceu para 80%, em 2022, e chegou a 82% segundo os dados obtidos em 2025. Além das que declararam ter muito medo, 15% disseram ter &#8220;um pouco de medo&#8221;, o que significa um total de 97% de mulheres que vivem com algum grau de temor da violência sexual. Em dois grupos, a proporção das que sentem &#8220;muito medo&#8221; é ainda maior, chegando a 87% no caso das jovens, entre 16 e 24 anos, e 88% entre as mulheres negras. A diretora...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/cresce-percentual-de-mulheres-que-relatam-medo-de-ser-estupradas/">Cresce percentual de mulheres que relatam medo de ser estupradas</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O percentual de mulheres que declararam ter medo de sofrer um estupro cresceu em uma pesquisa realizada pelo Instituto Patricia Galvão e pelo Instituto Locomotiva, que teve novos dados antecipados com exclusividade nesta segunda-feira (2) à Agência Brasil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Cresce-percentual-de-mulheres-que-relatam-medo-de-ser-estupradas.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em 2020, 78% das mulheres ouvidas pelos pesquisadores disseram ter &#8220;muito medo de ser vítimas de um estupro&#8221;. Esse percentual cresceu para 80%, em 2022, e chegou a 82% segundo os dados obtidos em 2025.</p>
<p>Além das que declararam ter muito medo, 15% disseram ter &#8220;um pouco de medo&#8221;, o que significa um total de 97% de mulheres que vivem com algum grau de temor da violência sexual.</p>
<p>Em dois grupos, a proporção das que sentem &#8220;muito medo&#8221; é ainda maior, chegando a 87% no caso das jovens, entre 16 e 24 anos, e 88% entre as mulheres negras.</p>
<p>A diretora de conteúdo do Instituto Patrícia Galvão, Marisa Sanematsu, ressalta que além de o medo ser constante, nenhum espaço é considerado, de fato, seguro. </p>
<p>&#8220;O medo assombra as mulheres brasileiras o tempo todo, desde pequenas e em todos os lugares: a casa é insegura, assim como sair e voltar, esperar o transporte, enfrentar a condução lotada ou pedir um carro por aplicativo&#8221;, disse.</p>
<p>&#8220;Esse medo constante faz com que elas desenvolvam suas próprias estratégias de proteção: evitam sair à noite ou usar alguns tipos de roupas e acessórios, procuram estar sempre acompanhadas e até escolhem trajetos mais longos para se sentirem um pouco mais seguras&#8221;.</p>
<h2>Violência dentro de casa</h2>
<p>Os institutos divulgam, nesta segunda-feira (2), a segunda onda de dados da pesquisa de 2025. A primeira onda, publicada em setembro de 2025, já havia mostrado que 15% das entrevistadas eram sobreviventes de estupro, e oito em cada dez vítimas sofreu a violência com 13 anos ou menos.</p>
<p>Os dados divulgados hoje acrescentam que, entre as vítimas com até 13 anos, 72% foram violentadas dentro da própria casa. Em metade dos casos, o abusador foi um familiar e, em um terço dos relatos, foi um amigo ou conhecido da família.</p>
<p>No total, 84% dos estupros foram cometidos por um homem do círculo social da vítima.</p>
<p>Essa porcentagem diminui no caso das mulheres violentadas com 14 anos ou mais, porém os conhecidos ou membros da família se mantêm como a maioria: 76% dos abusadores eram pessoas conhecidas, incluindo amigos, parceiros íntimos, familiares e ex-companheiros. Além disso, 59% sofreram a violência dentro de casa.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Cresce-percentual-de-mulheres-que-relatam-medo-de-ser-estupradas.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Matéria sobre ABUSO EM CASA. Foto: Arte EBC" title="Arte EBC"/></p>
<h2>Apoio às vítimas</h2>
<p>A pesquisa <em>Percepções sobre direitos de meninas e mulheres grávidas pós-estupro</em> teve a participação de 1,2 mil pessoas, homens e mulheres, de todas as regiões do país.</p>
<p>Além de perguntar para as mulheres sobre suas próprias experiências com a violência sexual, as entrevistas também ouviram a percepção geral dos entrevistados sobre o assunto.</p>
<p>Nas respostas, foi praticamente unânime o entendimento de que as mulheres têm medo de estupro: 99% dos entrevistados concordam.</p>
<p>Apesar disso, 80% das pessoas acreditam que as vítimas nunca, ou quase nunca, revelam para outras pessoas a violência sofrida, principalmente por sofrer ameaças do agressor, por terem medo de não serem ouvidas ou por sentirem vergonha.</p>
<p>Os resultados gerais se assemelham ao que foi dito pelas entrevistadas que relataram ter sido vítimas, conforme a primeira divulgação da pesquisa.</p>
<p>Cerca de 60% das mulheres que foram vítimas antes dos 14 anos não contaram para ninguém sobre o abuso. Além disso, apenas 15% foram levadas a uma delegacia, e 9%, a uma unidade de saúde.</p>
<p>O apoio a políticas de apoio às vítimas também foi amplo: 93% concordam que o Estado deve fornecer acompanhamento psicológico imediato para meninas e mulheres vítimas de estupro, e a mesma porcentagem acredita que as prefeituras e governos devem aumentar a divulgação de serviços de saúde que atendem vítimas.</p>
<h2>Depoimentos</h2>
<p>Além dos percentuais obtidos com as respostas, os institutos também divulgam nesta segunda-feira depoimentos de mulheres que sofreram violência sexual.</p>
<p>Uma mulher parda, moradora do Sudeste, com idade entre 25 e 44 anos, contou:</p>
<p>“Comecei a ser abusada criança, com 6 anos, sem nem entender o que acontecia, e o abusador me fazia acreditar que eu era culpada e que, se eu contasse para alguém, ninguém acreditaria em mim. Meu abusador era o meu pai.”</p>
<p>Já outra vítima, uma mulher preta, moradora da região Sudeste, com 45 anos ou mais, até tentou pedir socorro mas não foi acolhida.</p>
<p>“Eu tinha apenas 11 anos, foi horrível, não entendia direito o que estava acontecendo. Tentei falar com a minha mãe, mas ela não acreditava em mim, dizia que eu queria acabar com o casamento dela. Ainda bem que minha avó percebeu algo estranho e me trouxe de volta pra casa dela&#8221;.</p>
<p>A gravidez e a falta de suporte para o abortamento adequado também aparecem nos depoimentos, como o de uma jovem parda, moradora da região Sudeste, com idade entre 16 e 24 anos.</p>
<p>“Eu sofri um abuso e engravidei por causa desse ato. Eu, com 13 anos, não poderia ser mãe e ia interromper minha vida, eu estava estudando, então, eu decidi não contar para os meus pais e pedir ajuda de uma amiga próxima minha. Então, ela me levou a um aborto clandestino e lá eu fiz o procedimento&#8221;.</p>
<h2> </h2>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1772452151_632_Cresce-percentual-de-mulheres-que-relatam-medo-de-ser-estupradas.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="São Paulo - Ato Por Todas Elas reúne mulheres no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo, na Avenida Paulista, para mais um protesto contra o estupro  (Rovena Rosa/Agência Brasil) " title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Ato Por Todas Elas reúne mulheres no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo, na Avenida Paulista, para mais um protesto contra o estupro Foto de arquivo: Rovena Rosa/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Acolhimento é garantido em lei</h2>
<p>A diretora de conteúdo do Instituto Patrícia Galvão explica que o atendimento imediato e integral às vítimas de violência sexual em todos os hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS), sem exigência de boletim de ocorrência, é garantido por lei no Brasil desde 2013.</p>
<p>&#8220;É fundamental que o Estado, em todos os níveis de governo, invista na divulgação de informações sobre os direitos da vítima de estupro e de como ela pode acessá-los para proteger sua saúde física e mental, para que essas meninas e mulheres possam retomar suas vidas após o trauma da violência&#8221;, complementa Marisa Sanematsu.</p>
<p>A ampla maioria também foi favorável aos serviços que realizam a interrupção da gravidez nos casos previstos em lei, como o estupro. Nove em cada dez entrevistados concordam que todas as vítimas devem ser informadas, nas delegacias ou serviços médicos, sobre os protocolos para evitar infecções sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada.</p>
<p>Além disso, 86% acreditam que devem existir serviços públicos em todas as cidades para a interrupção da gestação em casos de estupro. No entanto, apenas metade dos entrevistados conhece algum serviço que promova esse atendimento.</p>
<p>De acordo com a diretora de pesquisa do Instituto Locomotiva, María Saruê Machado, a pesquisa evidencia a necessidade de ampliar e preparar melhor os serviços de acolhimento.</p>
<p>&#8220;Existe amplo apoio da população para que vítimas de estupro tenham acesso aos direitos garantidos por lei, mas essas informações ainda não chegam a quem mais precisa&#8221;.</p>
<p>&#8220;O estupro é uma violência próxima da realidade da maioria das mulheres, e romper o silêncio por meio da informação é um passo fundamental para garantir proteção e acesso a direitos a todas as mulheres”, defendeu.</p>
<h2>Direitos em constante ameaça</h2>
<p>De acordo com a comunicadora social e ativista Angela Freitas, co-diretora da campanha &#8220;Nem Presa Nem Morta&#8221;, o cumprimento da legislação que prevê atendimento e proteção das vítimas ainda depende da disposição de gestores políticos.</p>
<p>&#8220;A maior parte dos municípios não dispõe desse serviço, as pessoas têm que viajar longas distâncias e nem todo mundo pode fazer isso. É uma carência muito grande. O Brasil passou por um processo de democratização, fez a sua Constituinte, criou o Sistema Único de Saúde, o Sistema Único de Assistência Social, criou políticas públicas, mas todos esses avanços vivem ameaças constantes de retrocesso. Eles ainda não se consolidaram como direitos que são dados e que ninguém contesta&#8221;.</p>
<p>Angela Freitas também foi uma das articuladoras da campanha &#8220;Criança não é mãe&#8221;, contra o projeto de lei que pretendia equiparar o aborto ao crime de homicídio, mesmo nos casos previstos por lei. Ela acrescenta que essas carências são particularmente danosas para as crianças e adolescentes que engravidam após a violência</p>
<p>&#8220;Em grande parte, esses episódios não são revelados de imediato. Até porque elas não são preparadas para entender que o corpo delas deve ser respeitado, inclusive por pessoas da convivência familiar e comunitária. Há uma falta de diálogo e de informação e uma condescendência muito grande com essas situações&#8221;.</p>
<p>&#8220;Com isso, muitas vezes, a gravidez não é percebida pela criança nem pelos familiares que estão em volta. Ela só vai ser percebida muito tarde e, quando essas meninas chegam ao serviço de saúde para buscar atendimento, e o direito de interromper aquela gravidez, elas encontram dificuldades dentro do próprio sistema&#8221;.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/cresce-percentual-de-mulheres-que-relatam-medo-de-ser-estupradas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Com medo de novo deslizamento em MG, pedreiro cobra moradia digna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 18:17:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde que era adolescente, o pedreiro Danilo Fartes seguiu os conselhos do pai para juntar dinheiro e montar a própria casa. Quem entra no imóvel onde vivem ele, a mulher e o filho no Parque Jardim Burnier, em Juiz de Fora, percebe o cuidado para deixar os ambientes confortáveis. Hoje, aos 40 anos de idade, o pedreiro tem medo de perder o que levou décadas para construir. A casa dele fica próxima ao local onde um deslizamento de terra, na última segunda-feira (23), provocou a morte de mais de 20 pessoas. “Minha esposa, minhas irmãs, meus vizinhos estão sem dormir. Todo mundo achando que vai cair de novo&#8221;, diz Danilo. “É o único lugar que a gente tem, foi conquistado com muito suor. Não temos recursos para sair e ir...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que era adolescente, o pedreiro Danilo Fartes seguiu os conselhos do pai para juntar dinheiro e montar a própria casa. Quem entra no imóvel onde vivem ele, a mulher e o filho no Parque Jardim Burnier, em Juiz de Fora, percebe o cuidado para deixar os ambientes confortáveis.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Com-medo-de-novo-deslizamento-em-MG-pedreiro-cobra-moradia.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Hoje, aos 40 anos de idade, o pedreiro tem medo de perder o que levou décadas para construir. A casa dele fica próxima ao local onde um deslizamento de terra, na última segunda-feira (23), provocou a morte de mais de 20 pessoas.</p>
<p>“Minha esposa, minhas irmãs, meus vizinhos estão sem dormir. Todo mundo achando que vai cair de novo&#8221;, diz Danilo.</p>
<p>“É o único lugar que a gente tem, foi conquistado com muito suor. Não temos recursos para sair e ir para outra região. Não é uma opção apenas, é o lugar que a gente encontra. A gente consegue um pedaço de terra, faz os cômodos e traz a família. É a história de outros trabalhadores. É o que temos, não queremos morar na rua&#8221;, completa.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Perdi-quase-20-pessoas-da-familia-diz-moradora-de-Juiz.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Juiz de Fora (MG), 27/02/2026 - Buscas pela última criança desaparecida no deslizamento de terra ocorrido durante tempestade da noite de segunda-feira, 22 de fevereiro, que vitimou 21 pessoas e deixou várias casas destruídas no bairro Jardim Burnier. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Buscas por desaparecidos no bairro Jardim Burnier, em Juiz de Fora &#8211; Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>O pedreiro critica a falta de ações preventivas estruturais na área. “Eles esperam muitas das vezes acontecer para depois fazer. Não tem trabalho preventivo. As poucas obras de contenção que têm aqui perto ocorreram só depois que os problemas aconteceram e de forma pontual&#8221;, diz. </p>
<p>Enquanto vive a incerteza sobre o futuro da família, ele lembra os momentos de angústia para ajudar os vizinhos soterrados. Moradores começaram os resgates antes da chegada das equipes oficiais. Havia risco de choque elétrico e de enxurradas.</p>
<p>“A população desesperada veio ajudando, tirando com a unha, na mão mesmo, na raça&#8221;, conta.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Com-medo-de-novo-deslizamento-em-MG-pedreiro-cobra-moradia.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Juiz de Fora (MG), 27/02/2026 - Buscas pela última criança desaparecida no deslizamento de terra ocorrido durante tempestade da noite de segunda-feira, 22 de fevereiro, que vitimou 21 pessoas e deixou várias casas destruídas no bairro Jardim Burnier. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Deslizamento de terra deixou várias casas destruídas no bairro Jardim Burnier, em Juiz de Fora &#8211; Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Ele ajudou a retirar vítimas e tentou socorrer uma criança de 3 anos. &#8220;Fiz massagem, joguei para dentro do carro e desci morro abaixo. Mas infelizmente não conseguimos ajudar. Ele não resistiu.”</p>
<p>Nascido e criado na comunidade, o pedreiro se esforça para manter a esperança entre aqueles que continuam vivos.</p>
<p>“Tenho trabalhado na organização do trânsito, na remoção de escombros e na distribuição de alimentos. A gente vai ajudando do jeito que pode. Não tem muito o que fazer agora”, diz Danilo.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/com-medo-de-novo-deslizamento-em-mg-pedreiro-cobra-moradia-digna" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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