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	<title>Meninas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Meninas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Pedagogo é preso no AM suspeito de estuprar meninas menores de 12 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 23:31:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uarini (AM) – Um pedagogo de 32 anos foi preso, na terça-feira (19), suspeito de estuprar meninas menores de 12 anos, no município de Uarini, no interior do Amazonas. O homem trabalhava em uma escola municipal da cidade, localizada a 565 quilômetros de Manaus. De acordo com o delegado Felipe Andrade, da 58º Distrito Integrado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uarini (AM)  – Um pedagogo de 32 anos foi preso, na terça-feira (19), suspeito de estuprar meninas menores de 12 anos, no município de Uarini, no interior do Amazonas. O homem trabalhava em uma escola municipal da cidade, localizada a 565 quilômetros de Manaus.</p>
<p>De acordo com o delegado Felipe Andrade, da  58º Distrito Integrado de Polícia (DIP) , as investigações começaram após a denúncia da mãe de uma das vítimas. A polícia identificou que as vítimas são menores de 12 anos. Diante das provas iniciais, o delegado representou pelos mandados judiciais.</p>
<p>“Apreendemos diversos aparelhos eletrônicos durante as diligências. Esse material nos auxiliará na responsabilização do indivíduo e na identificação de outras possíveis vítimas”, afirmou o delegado Andrade.</p>
<p>As investigações do caso continuam e tramitam em segredo de Justiça.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Procedimentos legais</h2>
<p>Os policiais encaminharam o homem à unidade policial. Ele responderá pelo crime de estupro de vulnerável e permanecerá custodiado, à disposição da Justiça.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Ex-mulher de PM preso por estupro é procurada por ameaçar vítima em Manaus</p>
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		<item>
		<title>Violência sexual atinge 64 meninas por dia no país</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/violencia-sexual-atinge-64-meninas-por-dia-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 22:47:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 2011 a 2024, em média, 64 meninas foram vítimas de violência sexual, por dia, no Brasil. Neste período, 308.077 mil meninas até os 17 anos de idade sofreram esse tipo de violência no país. Se considerado somente o ano de 2024, foram registrados 45.435 casos, uma média de 3,78 mil notificações por mês. Os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>De 2011 a 2024, em média, 64 meninas foram vítimas de violência sexual, por dia, no Brasil. Neste período, 308.077 mil meninas até os 17 anos de idade sofreram esse tipo de violência no país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Violencia-sexual-atinge-64-meninas-por-dia-no-pais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Se considerado somente o ano de 2024, foram registrados 45.435 casos, uma média de 3,78 mil notificações por mês.</p>
<p>Os dados analisados pelo Mapa Nacional da Violência de Gênero foram levantados diretamente do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, e divulgados nesta segunda-feira (18) para marcar o Dia Nacional do Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.</p>
<p>O Mapa Nacional da Violência de Gênero é uma parceria entre o Observatório da Mulher contra Violência (OMV) do Senado Federal; Instituto Natura e a Associação Gênero e Número.</p>
<p>Os números ainda não refletem a realidade brasileira, de acordo com a diretora executiva da associação Gênero e Número, Vitória Régia da Silva, porque a violência de gênero, incluindo a violência sexual, ainda é profundamente subnotificada. </p>
<p>Ela acrescenta que o país ainda enfrenta problemas relacionados à qualidade da informação, integração e padronização das bases de dados públicas. </p>
<p>“Isso limita não apenas a compreensão da violência, mas também a capacidade de formular respostas públicas mais eficazes”, avalia.</p>
<h2>Violência crescente</h2>
<p>A série histórica revela que o crescimento da violência sexual contra meninas até 17 anos na última década é considerado alarmante. Desde 2011, o aumento acumulado de casos chega a 29,35%.</p>
<p>A tendência de alta foi interrompida apenas em 2020. Naquele ano, houve uma queda de 13,76%, que os especialistas atribuem à provável subnotificação causada pela pandemia da covid-19.</p>
<p>Os números voltaram a subir (22,75%) no ano seguinte, em 2021. O pico dessa escalada ocorreu em 2023, com a maior taxa de crescimento da série (37,22%). </p>
<p>Em 2024, o índice continua em ascensão. </p>
<p>Para a coordenadora do Observatório da Mulher contra a Violência do Senado Federal, Maria Teresa Prado, é urgente “fortalecer políticas públicas de prevenção, proteção e garantia de direitos para meninas e adolescentes no país”.</p>
<h2>Meninas negras</h2>
<p>O levantamento divulgado pelo Mapa Nacional da Violência de Gênero destaca que as meninas negras se encontram em maior vulnerabilidade. Ao longo da série histórica (2011 a 2024), elas foram vítimas de 56,5% dos casos.</p>
<p>Somente em 2024, as meninas negras (pardas e pretas) foram mais da metade das vítimas (52,3%) do total de 45.435 casos de violência sexual contra meninas.</p>
<p>No detalhamento do perfil racial das vítimas, no caso de meninas pardas, foram 22.553 ocorrências, em 2024. Quando somadas às notificações das vítimas crianças e adolescentes pretas (1.223 casos), o índice alcança 23.776 casos de violência sexual.</p>
<p>Há também as meninas brancas, com 16.771 registros; a população amarela, 769 casos; e crianças e adolescentes indígenas, 342 casos.</p>
<p>Outros 3.777 casos não trouxeram informações sobre raça/cor das vítimas.</p>
<h2>Vínculo</h2>
<p>Pais, mães, padrastos/madrastas e/ou irmãos aparecem de forma recorrente entre os autores da violência sexual contra meninas.</p>
<p>A análise técnica concluiu que a média do número de casos em que o agressor tem vínculo familiar com mãe, pai, irmão, irmã, padrasto e madrasta da vítima representa, entre 2011 e 2024, 31%, ou seja, cerca de um terço do total.</p>
<p>A líder de Políticas Públicas pelo Fim da Violência contra Mulheres do Instituto Natura, a antropóloga Beatriz Accioly, desconstrói a ideia de que a violência sexual é um crime cometido por estranhos e foca na realidade de que o perigo, muitas vezes, está dentro de casa. </p>
<p>“Falar de violência sexual contra crianças e adolescentes exige abandonar um fantasia confortável, a de que a infância está naturalmente protegida pela família. Os dados mostram outra coisa. Mostram que a casa também pode ser lugar de risco e que a proteção depende de adultos, instituições e serviços capazes de perceber o que muitas vezes não aparece como pedido explícito de ajuda”, afirma.</p>
<p>Para ela, o combate à violência sexual passa pela atenção dos profissionais da rede básica de saúde e da educação.</p>
<p>“Uma criança não vai sozinha à delegacia. Isso significa que a nossa linha de frente e porta de entrada para a denúncia não é a Segurança Pública, mas sim a educação e a saúde”, diz.</p>
<h2>Faixa etária</h2>
<p>O Mapa Nacional da Violência de Gênero aponta que crianças e adolescentes são o segundo grupo etário que mais sofre violência sexual no Brasil, depois de jovens dos 18 aos 29 anos.</p>
<p>Do cruzamento de dados do Sinesp Validador de Dados Estatísticos (VDE), que reúne dados oficiais sobre segurança pública, e a Base Nacional de Boletins de Ocorrência (BNBO), a análise sobre o primeiro trimestre de 2025 contabilizou 8.662 casos de violência sexual, sendo que 2.776 dessas vítimas eram crianças ou adolescentes.</p>
<h2>Violência por sexo</h2>
<p>A 19ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, lançado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostra que no caso específico do estupro de vulnerável, embora mais de 11 mil vítimas do sexo masculino tenham sido registradas ao longo do ano, o número de meninas vítimas desse crime chega quase a 56 mil, em 2024.</p>
<p>Isso significa que, para cada menino vítima de estupro de vulnerável em 2024, houve cinco meninas vitimadas.</p>
<p>Enquanto as meninas de 13 anos são as mais vitimizadas, as duas idades mais recorrentes entre os meninos são os 4 e os 13 anos.</p>
<p>Quando considerada as faixas etárias, o Anuário Brasileiro de Segurança Pública observa que 33,9% dos casos envolvendo vítimas do sexo feminino ocorreram com meninas entre 10 e 13 anos.</p>
<p>O documento conclui que é possível que os números relacionados a estupros de vulnerável masculino estejam subdimensionados “considerando as barreiras sociais e simbólicas que dificultam a denúncia por meninos e homens” deste tipo de crime.</p>
<h2>Disque 100</h2>
<p>O Disque 100 (Disque Direitos Humanos), coordenado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), registrou mais de 32.742 violações sexuais contra crianças e adolescentes de janeiro a abril de 2026, um aumento de 49,48% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando houve 21.904 violações sexuais.</p>
<p>As 32,7 mil denúncias são parte do total de 116,8 mil denúncias registradas no Disque 100, no primeiro quadrimestre de 2026.</p>
<h2>Como denunciar</h2>
<p>Os casos de suspeita ou confirmação de violência sexual contra crianças e adolescentes devem ser denunciados no Disque 100.</p>
<p>O serviço é gratuito, funciona 24 horas por dia e permite atendimento anônimo.</p>
<p>Os casos são analisados individualmente e encaminhados, para o Conselho Tutelar, além de outros órgãos, como Ministério Público, delegacias especializadas e serviços de assistência social.</p>
<p>Discando gratuitamente para o número 100, o denunciante também pode receber orientações sobre seus direitos e outros serviços de atendimento próximos. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/violencia-sexual-atinge-64-meninas-por-dia-no-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Festival Manaós Tech Girls destaca meninas na tecnologia</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/festival-manaos-tech-girls-destaca-meninas-na-tecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 18:21:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Meninas de sete a 17 anos assumem o protagonismo na tecnologia e apresentam games e projetos autorais durante o Festival “Futuro em Jogo: Elas Programam!”. O evento marca o encerramento da primeira edição do programa Manaós Tech Girls, promovido pela Escola Manaós Tech for Kids. A iniciativa busca despertar vocações para carreiras digitais e, ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Meninas de sete a 17 anos assumem o protagonismo na tecnologia e apresentam games e projetos autorais durante o Festival “Futuro em Jogo: Elas Programam!”. O evento marca o encerramento da primeira edição do programa Manaós Tech Girls, promovido pela Escola Manaós Tech for Kids.</p>
<p>A iniciativa busca despertar vocações para carreiras digitais e, ao mesmo tempo, ampliar a presença feminina no setor de tecnologia.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Evento reúne inovação e criatividade</h2>
<p>O Festival “Futuro em Jogo: Elas Programam!” acontece no dia 9 de maio, das 13h às 18h, no Instituto Mariuá, em Manaus.</p>
<p>Ao todo, as alunas apresentarão cerca de 100 projetos desenvolvidos ao longo de sete meses de curso, tanto na modalidade presencial quanto à distância. Além disso, participaram estudantes de municípios como Coari, Iranduba, Manacapuru e Presidente Figueiredo. Todas são oriundas da rede pública de ensino.</p>
<p>“Estamos muito felizes em celebrar o encerramento dessa etapa do Manaós Tech Girls e em perceber o brilho nos olhos de cada aluna. Sabemos o quanto essa jornada significou para elas e temos a certeza de que alcançamos nosso principal objetivo: fazer com que essas meninas se reconhecessem como protagonistas no mundo da tecnologia e da programação. Mais do que ensinar ferramentas, queremos abrir caminhos, fortalecer a confiança e incentivar que cada vez mais, meninas e mulheres possam ocupar esse mercado, historicamente, visto como um ambiente majoritariamente masculino”, destaca Glauco Aguiar.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Formação amplia acesso à tecnologia</h2>
<p>O programa recebeu mais de mil inscrições de 22 municípios do Amazonas. Com isso, ampliou o acesso à tecnologia de forma qualificada, lúdica e inclusiva.</p>
<p>A formação ocorreu em dois ciclos. O primeiro, presencial, atendeu meninas de sete a 11 anos. Já o segundo, à distância, contemplou estudantes de 12 a 17 anos. Em ambos, o foco recaiu sobre desenvolvimento de jogos digitais e introdução à tecnologia.</p>
<p>Além disso, os jogos desenvolvidos refletem habilidades técnicas e também abordam temas sociais, educacionais e culturais ligados à realidade amazônica.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Programação inclui palestras e atividades criativas</h2>
<p>Além da mostra de jogos, o festival contará com palestras de mulheres que atuam no setor de tecnologia. Dessa forma, as participantes terão contato com trajetórias profissionais, desafios e conquistas.</p>
<p>O evento também inclui oficina de papercraft, atividades com caneta 3D e campeonato de cosplay. Assim, a organização busca incentivar a criatividade e fortalecer a conexão com o universo dos games.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Premiação reconhece talentos</h2>
<p>Como forma de valorizar o desempenho das alunas, o festival premiará os melhores projetos. A avaliação considerará critérios como criatividade, qualidade e impacto.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o evento reunirá apenas participantes e familiares, criando um ambiente de celebração e fortalecimento de vínculos com a tecnologia.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Histórias de superação marcam trajetória</h2>
<p>Durante o curso, muitas alunas enfrentaram desafios significativos. Entre eles, destacam-se problemas de infraestrutura, como falta de energia, conexão precária e ausência de equipamentos.</p>
<p>“Eu consegui acompanhar as aulas e desenvolver o meu projeto graças ao computador velho do meu avô que a minha mãe pediu emprestado, mas foi com muita dificuldade porque ele funciona na tomada e a energia aqui na minha cidade vai embora toda hora. E aí quase não dava tempo de salvar os meus arquivos das aulas e foi muito difícil montar o meu jogo no Construct (ferramenta utilizada para criação de jogos)”, conta Janine Rebeca da Silva Figueiredo de Souza.</p>
<p>Janine criou o jogo “Onara – A Guardiã da Floresta”, que aborda o combate ao tráfico de animais silvestres.</p>
<p>“No jogo, a Onara é uma onça pintada que luta para vencer obstáculos na floresta na tentativa de libertar o irmão que é outra onça, chamado Raoni. Ele foi capturado por caçadores de tráfico de animais e está em cativeiro. Eu escolhi esse tema porque sempre fui contra essa questão de maus tratos de animais e também sempre gostei de desenhar a natureza”.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Autoconfiança cresce com aprendizado</h2>
<p>Além da superação, o programa fortaleceu a autoconfiança das participantes. A aluna Adriane Ramos de Souza, por exemplo, desenvolveu um jogo inspirado na lenda da vitória-régia.</p>
<p>“No início eu achei um pouco difícil, mas ao longo das aulas, fui aprendendo bastante e fui tendo mais autoconfiança com a programação. As aulas são dinâmicas e as professoras são super atenciosas com cada uma das alunas. Eu consegui fazer algo que eu nem sabia que eu conseguia fazer, que foi programar um jogo pelo celular”, relata.</p>
<p>“Ao longo do curso Manaós Tech Girls, a gente viu bastante essa questão da cultura amazonense e da representação feminina. Então, eu quis trazer um jogo inspirado na lenda da vitória-régia”.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Protagonismo feminino ganha força</h2>
<p>Para as professoras, o desenvolvimento das alunas evidencia autonomia e protagonismo. Mesmo diante das dificuldades, elas conseguiram concluir os projetos e organizar a rotina de estudos.</p>
<p>“Estou muito orgulhosa de todas elas que conseguiram chegar até aqui porque elas venceram muitas dificuldades e concluíram o curso. A maioria teve dificuldade porque não tinha computador e, aprender a programar pelo telefone foi algo bastante desafiador”, afirmou a professora Aline Ribeiro.</p>
<p>Já a professora Isabelly Dantas destacou o impacto no aprendizado.</p>
<p>“Eu pude ver a evolução de cada aluna. Elas pegavam as ideias e iam criando as perguntas. Daí, as respostas iam surgindo em conjunto”.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Tecnologia como transformação social</h2>
<p>O Manaós Tech Girls é um programa gratuito voltado à formação de meninas em tecnologia. A iniciativa oferece conteúdos que vão desde alfabetização digital até desenvolvimento de jogos, design e narrativa interativa.</p>
<p>Além disso, o projeto já impactou mais de 11 mil alunos por meio da Manaós Tech for Kids, com metodologias voltadas à robótica, programação e inteligência artificial.</p>
<p>Com apoio do Fundo Socioambiental CAIXA e da Artemisia, o programa amplia oportunidades para meninas nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática.</p>
<p>Assim, o festival não apenas encerra uma etapa, mas também simboliza um processo de inclusão, inovação e transformação social na Amazônia.</p>
<p>Leia mais:</p>
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		<title>Meninas de 9 e 10 anos eram estupradas por padrasto, avô postiço e padrinho em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/meninas-de-9-e-10-anos-eram-estupradas-por-padrasto-avo-postico-e-padrinho-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 20:33:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Três homens são investigados por estuprar duas irmãs, de 9 e 10 anos, em Manaus. As crianças eram vítimas de abusos recorrentes cometidos pelo padrasto, pelo pai do padrasto, que é o avô postiço e pelo padrinho, que foi preso nesta segunda-feira (9) pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM). A delegada Mayara [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Três homens são investigados por estuprar duas irmãs, de 9 e 10 anos, em Manaus. As crianças eram vítimas de abusos recorrentes cometidos pelo padrasto, pelo pai do padrasto, que é o avô postiço e pelo padrinho, que foi preso nesta segunda-feira (9) pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM).</p>
<p>A delegada Mayara Magna, titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), informou que a rede de abusos foi descoberta após denúncias ao Conselho Tutelar e ao Disque 100. As vítimas confirmaram os crimes assim que foram retiradas do ambiente familiar.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Ciclo de violência doméstica</h2>
<p>As crianças viviam sob a guarda do padrasto e do pai dele desde dezembro de 2025. A mãe das meninas cumpre pena por crimes de extorsão e estelionato. Segundo a polícia, os dois homens se aproveitavam dos momentos em que as crianças ficavam sozinhas para cometer os abusos de forma reiterada.</p>
<p>O padrinho das vítimas, preso no bairro São Jorge, também participava da violência. De acordo com a titular da Depca, ele se sentiu “no direito” de abusar das afilhadas ao saber que elas já eram vítimas dos outros dois parentes.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Prisões e investigações em curso</h2>
<p>A Justiça decretou a prisão preventiva dos suspeitos após exames de conjunção carnal e anal confirmarem lesões recentes nas crianças.</p>
<li>Padrasto: Fugiu de Manaus, mas foi preso no dia 5 de março em um aeroporto no Rio de Janeiro.</li>
<li>Padrinho: Preso ontem (9) na zona oeste de Manaus e responderá por estupro de vulnerável.</li>
<li>Pai do padrasto: Segue foragido, com diligências em andamento para sua localização.</li>
<h2 class="wp-block-heading">Mãe pode ser indiciada</h2>
<p>A Polícia Civil investiga se a mãe das vítimas tinha conhecimento dos abusos. “Temos indícios de que ela sabia de tudo e não fez nada. Se confirmado, ela também será indiciada por estupro de vulnerável”, afirmou a delegada Mayara Magna.</p>
<p>As irmãs foram entregues ao pai biológico, que agora detém a guarda e a responsabilidade pelos cuidados das crianças.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Denúncias</h2>
<p>A PC-AM reforça que crimes envolvendo crianças e adolescentes podem ser denunciados de forma anônima pelos números (92) 99962-2441, disque-denúncia da Depca; 197 e (92) 3667-7575 da PC-AM; ou 181 da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM). A identidade do informante será mantida em sigilo.</p>
<p>O registro do Boletim de Ocorrência (BO) pode ser realizado presencialmente na sede da Depca localizada na avenida Via Láctea, conjunto Morada do Sol, bairro Aleixo, zona centro-sul de Manaus; ou na delegacia mais próxima. A PC-AM conta, ainda, com a Delegacia Virtual (Devir): https://delegaciavirtual.sinesp.gov.br/portal/</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Foragido por estupro de vulnerável é preso em Manaus</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/meninas-de-9-e-10-anos-eram-estupradas-por-padrasto-avo-postico-e-padrinho-em-manaus/">Meninas de 9 e 10 anos eram estupradas por padrasto, avô postiço e padrinho em Manaus</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Observatório lança edital do programa Meninas Cientistas do ON</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/observatorio-lanca-edital-do-programa-meninas-cientistas-do-on/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 11:32:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Observatório Nacional (ON), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, lançou, no dia 11 deste mês, em celebração ao Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, o primeiro edital do Programa “Meninas Cientistas do ON”, voltado exclusivamente para estudantes do ensino médio que se identificam com o gênero feminino. As inscrições seguem abertas, e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Observatório Nacional (ON), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, lançou, no dia 11 deste mês, em celebração ao Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, o primeiro edital do Programa “Meninas Cientistas do ON”, voltado exclusivamente para estudantes do ensino médio que se identificam com o gênero feminino.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Observatorio-lanca-edital-do-programa-Meninas-Cientistas-do-ON.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As inscrições seguem abertas, e a seleção marca a primeira vez que a instituição cria uma iniciativa de iniciação científica dedicada especificamente à formação de meninas na ciência.</p>
<p>O foco do programa é despertar a vocação científica e tecnológica em jovens estudantes, incentivar novos talentos e proporcionar contato direto com métodos e técnicas de pesquisa.</p>
<p>O programa também busca estimular o desenvolvimento do pensamento científico, da criatividade e da capacidade de resolução de problemas, a partir da vivência prática em projetos supervisionados por pesquisadoras e pesquisadores do ON.</p>
<p>A ação integra as políticas institucionais do Observatório Nacional voltadas à promoção da diversidade e da equidade de gênero na ciência, alinhadas a iniciativas internacionais que incentivam maior participação feminina nas áreas científicas e tecnológicas.</p>
<p>Nesta primeira edição, o edital irá selecionar duas equipes de pesquisa: uma na área de geofísica e outra em astronomia.</p>
<p>Cada equipe deverá ser composta por uma professora orientadora e quatro alunas da mesma instituição pública de educação básica, reconhecida pelo MEC, localizada na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>A professora será responsável por selecionar as estudantes e realizar a inscrição da equipe por meio do link oficial.</p>
<p>As equipes desenvolverão atividades científicas com supervisão direta de pesquisadores do Observatório Nacional.</p>
<p>Cada grupo deverá cumprir quatro horas semanais de dedicação ao projeto, sendo de uma a duas horas no campus do Observatório Nacional, em São Cristóvão, e o restante do tempo na própria escola.</p>
<h2>Bolsas e incentivo financeiro</h2>
<p>O edital prevê R$ 300 mensais para cada aluna e R$ 500 mensais para a professora orientadora. O apoio financeiro tem como objetivo estimular a permanência das estudantes nas atividades científicas e fortalecer a formação acadêmica em áreas estratégicas para o país.</p>
<p>Todas as etapas do edital obedecerão ao cronograma oficial divulgado pelo Observatório Nacional, disponível na página do programa.</p>
<p>As equipes interessadas devem ficar atentas aos prazos estabelecidos no edital para submissão, avaliação e divulgação dos resultados.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-02/observatorio-lanca-edital-do-programa-meninas-cientistas-do" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Imersão na Fiocruz inspira meninas a seguir carreira científica</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/imersao-na-fiocruz-inspira-meninas-a-seguir-carreira-cientifica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 19:48:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Científica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda criança, a estudante Raíssa Cristine de Medeiros Ferreira, hoje com 17 anos, recebeu um ultimato da mãe: &#8220;Eu tinha a mania de ficar misturando as coisas em casa pra ver o que ia acontecer. Aí, a minha mãe me chamava de cientista maluca. Ela falou: &#8216;Quando você crescer, eu vou te forçar a fazer [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>                    Ainda criança, a estudante Raíssa Cristine de Medeiros Ferreira, hoje com 17 anos, recebeu um ultimato da mãe:<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Imersao-na-Fiocruz-inspira-meninas-a-seguir-carreira-cientifica.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>&#8220;Eu tinha a mania de ficar misturando as coisas em casa pra ver o que ia acontecer. Aí, a minha mãe me chamava de cientista maluca. Ela falou: &#8216;Quando você crescer, eu vou te forçar a fazer um curso de química&#8217;. E ela forçou mesmo&#8221;, lembra, aos risos.</p>
<p>Prestes a concluir o ensino médio com técnico em Química, no Instituto Federal do Rio de Janeiro, no campus de Duque de Caxias, ela realmente vislumbra se tornar uma cientista, e não há nenhuma maluquice nisso.</p>
<p>Raíssa é a expressão de um movimento celebrado em todo o mundo neste dia 11 de fevereiro, o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciências.&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<p>Criada em 2015 pela Organização das Nações Unidas, a data tem o objetivo de chamar a atenção para a desigualdade de gênero nas chamadas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (<em>Stem</em>, na sigla em inglês), historicamente dominadas por homens.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Imersao-na-Fiocruz-inspira-meninas-a-seguir-carreira-cientifica.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 10/02/2026 - Alunas do ensino médio participam de programa em que a Fiocruz abre as portas para 150 alunas no Dia Internacional das Meninas e Mulheres na Ciência, na sede da Fiocruz, em Manguinhos, zona norte da cidade.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<h6 class="meta"> Da esquerda para a direita, Sulamita do Nascimento Morais, Raíssa Cristine de Medeiros Ferreira, Beatriz Antônio da Silva e Duane de Souza Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
<h2>Dentro da Fiocruz</h2>
<p>Isso deu início a um movimento seguido por diversas instituições científicas, como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que, desde 2020, oferece uma imersão de verão para estudantes de ensino médio.</p>
<p>Raíssa participou pela primeira vez em 2025, e gostou tanto que repetiu a dose este ano, e ainda levou uma amiga. Beatriz Antônio da Silva, também tem 17 anos e estuda no mesmo instituto federal</p>
<p>Assim como Raíssa, começou a se interessar pela carreira científica após o convite de uma professora de física, que desenvolve um projeto no instituto para estimular a entrada de meninas negras na área.</p>
<p>&#8220;Ela é uma boa contadora de histórias. E ela sempre falava como foi difícil, porque ela era uma das únicas mulheres na sala da faculdade, e foi negligenciada e sempre sofreu muito preconceito. Então, ela quer abrir portas para a gente&#8221;, conta Beatriz.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1770839298_426_Imersao-na-Fiocruz-inspira-meninas-a-seguir-carreira-cientifica.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 10/02/2026 - Beatris Duqueviz, coordenadora adjunta do Programa Meninas e Mulheres na Ciência (PMMC). Fiocruz abre as portas para 150 alunas no Dia Internacional das Meninas e Mulheres na Ciência, na sede da Fiocruz, em Manguinhos, zona norte da cidade.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p>Beatris Duqueviz, coordenadora-adjunta do Programa Meninas e Mulheres na Ciência (PMMC). Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</p>
<p>Esse esforço de cientistas mulheres para abrir o caminho para outras não é novidade para Beatriz Duqueviz, analista de gestão em saúde pública, que integra a coordenação do Programa Mulheres e Meninas na Ciência da instituição.</p>
<p>&#8220;A Fiocruz é uma instituição centenária, e só se pensou nesse programa na gestão da Nísia Trindade (ex-presidente da Fundação e ex-ministra da Saúde, primeira mulher em ambos os cargos). Então, a importância de mulheres ocuparem esse espaço é pela diversidade, mas também pela sensibilidade e pela luta.&#8221;</p>
<p>Beatriz Duqueviz explica que o programa da fundação atua em três frentes: reconhecimento e valorização das cientistas mulheres; pesquisas sobre gênero; e estímulo ao interesse pela ciência entre meninas</p>
<p>Segundo Beatriz, elas são desestimuladas desde o início da infância e, quando crescem, principalmente as meninas mais pobres, acabam tendo que dividir a atenção dos estudos com os trabalhos domésticos. </p>
<h2>Três dias de imersão</h2>
<p>Na imersão de verão deste ano, 150 alunas de diversos locais da Região Metropolitana do Rio de Janeiro foram selecionadas para passar três dias conhecendo os trabalhos e em contato com pesquisadoras de 13 unidades da Fundação.</p>
<p>Duane de Souza, de 17 anos, que mora em Bangu, na Zona Oeste da capital, ficou sabendo da seleção pública para o programa após ver um post nas redes sociais.</p>
<p>&#8220;Eu já sei que quero fazer biologia. Mas a biologia abre portas para diversas coisas, então eu pensei que aqui eu poderia ter uma luz de que área seguir. E realmente eu tive uma luz. Antes, eu achava que fazer pesquisa era uma coisa muito complicada, mas aqui eu percebi que não é exatamente assim&#8221;, conta ela, que estuda no Instituto Federal do Rio de Janeiro, no Campus Maracanã, na Zona Norte,</p>
<p>Beatriz Duqueviz explica que a programação é pensada para apresentar a ciência real às estudantes, muito diferente dos estereótipos:</p>
<p>&#8220;Você não precisa nascer um gênio para ser cientista. O que você precisa é ter curiosidade e disciplina para buscar respostas. A gente quer que essas meninas tenham uma compreensão ampliada da ciência, para estimular que elas busquem carreiras científicas&#8221;.</p>
<p>Por isso, as estudantes percorrem laboratórios com microscópios e provetas, usualmente entendidos como o local de trabalho de um cientista, mas também têm a oportunidade de conhecer espaços como o Laboratório de Conservação Preventiva, que se dedica à recuperação e preservação do patrimônio histórico da Fiocruz, ou a Revista Cadernos de Saúde Pública, uma das publicações científicas da fundação.</p>
<p>A co-editora chefe da revista Luciana Dias de Lima acredita que isso é essencial para que as estudantes compreendam as muitas dimensões do trabalho científico que, muitas vezes, é resultado do esforço coletivo e multidisciplinar. Na revista, atualmente, três pesquisadoras chefiam a publicação como co-editoras chefes.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1770839298_258_Imersao-na-Fiocruz-inspira-meninas-a-seguir-carreira-cientifica.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 10/02/2026 - Fiocruz abre as portas para 150 alunas no Dia Internacional das Meninas e Mulheres na Ciência, na sede da Fiocruz, em Manguinhos, zona norte da cidade.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<h6 class="meta">Fiocruz abre as portas para 150 alunas no Dia Internacional das Meninas e Mulheres na Ciência, na sede da Fiocruz, em Manguinhos, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil </h6>
<p>&#8220;Alcançar postos mais altos na carreira ainda é um desafio. Principalmente porque nós, mulheres, enfrentamos a necessidade de atuar em outras áreas. A gente sempre tem que compartilhar o horário de trabalho, com várias outras atribuições, como cuidado com a família. Fora os estereótipos de qual é o &#8216;nosso lugar'&#8221;.</p>
<p>Felizmente, Sulamita do Nascimento Morais já sabe, aos 17 anos, que o seu lugar é onde ela quiser. Moradora e estudante de uma escola estadual no Méier, na Zona Norte da capital, ela também é bolsista de iniciação científica em uma universidade e já participou de diversas atividades de estímulo à ciência para meninas.</p>
<p>&#8220;Hoje, eu sei que eu quero estudar ciência da computação, mas antes eu nem sabia sobre tecnologia&#8230; Até porque, infelizmente, na nossa sociedade, ainda tem esse tabu de que tecnologia é mais coisa de menino. Então, através desses projetos e da imersão, eu pude ver que dá, sim, pra você seguir esses trabalhos, se impor e ter voz sendo mulher&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1770839298_243_Imersao-na-Fiocruz-inspira-meninas-a-seguir-carreira-cientifica.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 10/02/2026 - Fiocruz abre as portas para 150 alunas no Dia Internacional das Meninas e Mulheres na Ciência, na sede da Fiocruz, em Manguinhos, zona norte da cidade.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<h6 class="meta">Fiocruz abre as portas para 150 alunas no Dia Internacional das Meninas e Mulheres na Ciência, na sede da Fiocruz, em Manguinhos, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-02/imersao-na-fiocruz-inspira-meninas-seguir-carreira-cientifica" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Latam demite piloto preso por estuprar meninas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/latam-demite-piloto-preso-por-estuprar-meninas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 19:36:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Latam anunciou que demitiu Sergio Antônio Lopes, piloto preso na segunda-feira (9) no Aeroporto de Congonhas sob a acusação de comandar uma rede de pedofilia.  No comunicado, a empresa informa que “Sergio Antonio Lopes não faz mais parte do seu quadro de colaboradores”.  “A companhia adota a política de tolerância zero para ações e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>                    A Latam anunciou que demitiu Sergio Antônio Lopes, piloto preso na segunda-feira (9) no Aeroporto de Congonhas sob a acusação de comandar uma rede de pedofilia. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Latam-demite-piloto-preso-por-estuprar-meninas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No comunicado, a empresa informa que “Sergio Antonio Lopes não faz mais parte do seu quadro de colaboradores”. </p>
<p>“A companhia adota a política de tolerância zero para ações e atos que desrespeitem os seus valores, ética e código de conduta, permanecendo à disposição das autoridades para colaborar com as investigações”, diz o comunicado.</p>
<p>Lopes, de 60 anos de idade, foi detido pela polícia de São Paulo dentro do avião que pilotaria. Na mesma manhã, as autoridades deflagraram a Operação Apertem os Cintos especificamente para capturá-lo.</p>
<p>Por meio de uma investigação que começou há três meses, após a denúncia de uma vítima, a polícia descobriu que o piloto se relacionava com meninas de 8 a 12 anos de idade. Sergio pagava às mães e avós dessas crianças e as levava para motéis, onde as estuprava.</p>
<p>Uma avó, que cedeu três netas para o criminoso, foi presa na operação, assim como a mãe de uma outra garota.</p>
<p>Para ter acesso às vítimas, Lopes pagava quantias entre R$ 30 e R$ 100, e também chegou a pagar aluguéis e deu até um aparelho de TV como presente.</p>
<p>Segundo as investigações, o piloto cometia os crimes há oito anos.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/latam-demite-piloto-preso-por-estuprar-meninas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/latam-demite-piloto-preso-por-estuprar-meninas/">Latam demite piloto preso por estuprar meninas</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Piloto preso por pedofilia pagava mães e avós para abusar de meninas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/piloto-preso-por-pedofilia-pagava-maes-e-avos-para-abusar-de-meninas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 16:33:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O piloto preso no Aeroporto de Congonhas nesta segunda-feira (9), suspeito da prática de pedofilia, é o líder de uma rede de exploração sexual de menores, segundo afirmou a polícia de São Paulo em entrevista coletiva nesta manhã. “Esta é uma investigação que começou há três meses e tudo aponta que ele é o líder, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O piloto preso no Aeroporto de Congonhas nesta segunda-feira (9), suspeito da prática de pedofilia, é o líder de uma rede de exploração sexual de menores, segundo afirmou a polícia de São Paulo em entrevista coletiva nesta manhã.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Piloto-preso-por-pedofilia-pagava-maes-e-avos-para-abusar.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Esta é uma investigação que começou há três meses e tudo aponta que ele é o líder, o dono dessa rede de exploração e de pornografia infantil. Ele tinha contato com algumas das vítimas e as levava para motel, com RG de pessoas maiores de idade. Uma delas ele começou a abusar com 8 anos. Hoje ela já está com 12 anos”, contou a delegada Ivalda Aleixo.</p>
</blockquote>
<p><strong>Na operação desta segunda, chamada de Apertem os Cintos, também foram presas duas mulheres. Uma delas é uma avó que “vendeu” três netas para o piloto. A outra é uma mãe que também cedeu sua filha ao criminoso. Essa mãe sabia dos abusos e ainda auxiliava o homem, mandando para fotos e vídeos da menina.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Quando ele tinha contato físico com essas crianças, ele as estuprava. Uma delas está toda machucada. Ele bateu nela semana passada, em um motel”, revelou a delegada.</p>
</blockquote>
<p>Para conseguir ter acesso às meninas, o criminoso usava diversos tipos de abordagem e uma delas era entrar em contato direto com as mães e avós das vítimas. Ele afirmava para essas pessoas que gostava de crianças especificamente, embora pudesse se relacionar com as mulheres para chegar às menores.<strong> Quando recebia fotos e vídeos de suas futuras vítimas, ele fazia pagamentos às responsáveis de R$ 30, R$ 50 e R$ 100.</strong> Ele também comprava medicamentos para a família, pagava aluguéis e chegou a comprar um aparelho de TV.</p>
<p><strong>Até o momento, dez vítimas foram identificadas pela polícia mas, segundo os investigadores, há dezenas de outras que aparecem em fotos e vídeos no celular do piloto. A maior parte delas têm entre 12 e 13 anos.</strong></p>
<h2>Prisão no aeroporto</h2>
<p>Segundo a polícia, o suspeito foi preso dentro do avião no Aeroporto de Congonhas porque foi a maneira mais rápida de saber onde ele estaria. Devido à rotina de piloto, havia dificuldade de encontrá-lo em sua casa, que fica na cidade de Guararema, na Grande São Paulo. “Optamos por pedir a escala dele para a empresa e aí identificamos que faria um voo hoje. Ele já estava lá, dentro do avião”.</p>
<p>O homem afirmou à delegada que é casado pela segunda vez e tem filhos de seu primeiro casamento.  A atual esposa, uma psicóloga, foi até a delegacia onde está o homem e se mostrou horrorizada. Segundo a delegada Ivalda, ela não tinha conhecimento das práticas criminosas do marido.</p>
<p>A polícia continua investigando o caso e vai entrar em contato com as outras vítimas.</p>
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<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/piloto-preso-por-pedofilia-pagava-maes-e-avos-para-abusar-de-meninas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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