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	<title>menopausa Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>menopausa Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Mês da Mulher: menopausa, identidade e saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 19:24:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A menopausa costuma ser lembrada pelos sintomas físicos. Ondas de calor, alterações no sono, mudanças no ciclo. Mas, para muitas mulheres, o que mais desorganiza não é apenas o corpo mudar. É a sensação de já não se reconhecer da mesma forma. A paciência encurta, o cansaço pesa mais, o sono nem sempre recompõe, a irritação aparece com facilidade e até aquilo que antes parecia simples passa a exigir mais energia emocional. A menopausa é uma fase natural da vida, mas isso não significa que deva ser vivida com silêncio, culpa ou sofrimento banalizado. A própria Organização Mundial da Saúde destaca que essa transição pode afetar o bem-estar físico, emocional, mental e social, além de interferir na vida pessoal e profissional (WHO, 2024). E talvez esteja aí uma das partes...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A menopausa costuma ser lembrada pelos sintomas físicos. Ondas de calor, alterações no sono, mudanças no ciclo. Mas, para muitas mulheres, o que mais desorganiza não é apenas o corpo mudar. É a sensação de já não se reconhecer da mesma forma. A paciência encurta, o cansaço pesa mais, o sono nem sempre recompõe, a irritação aparece com facilidade e até aquilo que antes parecia simples passa a exigir mais energia emocional. A menopausa é uma fase natural da vida, mas isso não significa que deva ser vivida com silêncio, culpa ou sofrimento banalizado. A própria Organização Mundial da Saúde destaca que essa transição pode afetar o bem-estar físico, emocional, mental e social, além de interferir na vida pessoal e profissional (WHO, 2024).</p>
<p>E talvez esteja aí uma das partes mais delicadas desse processo. Em geral, a menopausa surge em um período em que a mulher costuma conciliar diferentes papéis e responsabilidades. Muitas estão no auge da carreira, seguem sustentando a rotina da casa,acompanham filhos em fases exigentes, cuidam de familiares e ainda tentam preservar o casamento, a sexualidade, a autoestima e a produtividade. Nem sempre é fácil perceber onde termina a mudança hormonal e onde começa o acúmulo de anos de exigência, autocobrança e desgaste. Brown et al. (2024) chamam atenção para isso ao mostrar que não existe um adoecimento psíquico inevitável na menopausa, mas algumas mulheres ficam mais vulneráveis, especialmente quando há insônia, fogachos intensos, estresse acumulado e histórico prévio de depressão.</p>
<p>A menopausa também pode tocar silenciosamente a identidade feminina. Algumas mulheres passam a se sentir menos disponíveis, menos interessantes, menos bonitas ou menos tolerantes consigo mesmas. Outras se assustam com a própria impaciência, com o desejo sexual que muda, com a dificuldade de concentração ou com a sensação de estar sempre devendo em algum papel. Na intimidade, muitas vezes o problema não está apenas no corpo, mas na relação com o próprio corpo. Nappi et al. (2025) destacam que a sexualidade nessa fase depende de fatores hormonais, mas também emocionais, relacionais e contextuais. Em outras palavras, não é apenas o organismo que muda. A forma de estar no mundo também muda.</p>
<p>No trabalho, esse impacto também merece ser olhado com mais honestidade. Fadiga, piora do sono, lapsos de memória e dificuldade de concentração podem repercutir no bem-estar e no desempenho profissional. Safwan et al. (2024) observaram que sintomas mais intensos se associam a piores desfechos no trabalho, inclusive absenteísmo e decisões como recusar promoções ou pensar em sair do emprego.</p>
<p>Por isso, viver essa transição de forma mais equilibrada exige reconhecer os próprios sinais, respeitar os limites do corpo e acolher as mudanças emocionais sem banalizá-las. Isso inclui observar alterações persistentes de humor, sono e energia; reduzir a autocrítica; conversar com o parceiro e com a família sobre o que está acontecendo; preservar rotina mínima de descanso, movimento e prazer; e buscar avaliação profissional quando os sintomas estiverem afetando a qualidade de vida. A OMS lembra que a menopausa também pode ser uma oportunidade de reavaliar saúde, estilo de vida e prioridades (WHO, 2024).</p>
<p>Talvez a grande tarefa dessa fase não seja continuar provando que se dá conta de tudo. Talvez seja aprender a se escutar com mais respeito. Em muitas mulheres, a menopausa não marca um fim. Marca o começo de uma relação mais honesta, madura e cuidadosa consigo mesma.</p>
<p>Ana Claudia</p>
<p>Leia mais: </p>
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		<title>Estudo pede mais políticas públicas para reduzir efeitos da menopausa </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 11:21:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo divulgado nessa terça-feira (3) pelo Instituto Esfera, em Brasília, alerta para a necessidade de políticas públicas específicas a fim de reduzir os impactos para as mulheres no período da menopausa. A pesquisa pede atenção para mulheres negras e em vulnerabilidade. Em entrevista à Agência Brasil, a pesquisadora Clarita Costa Maia, uma das responsáveis pelo estudo, explicou que as mulheres mais vulnerabilizadas no país, entre elas as negras e residentes em comunidades desassistidas, ficam ainda mais sujeitas ao impacto que esse período pode causar no âmbito da saúde e do trabalho.  “O que constatamos é que a menopausa tem um componente biológico que atinge mais as mulheres negras e há o cruzamento de vulnerabilidades. São mulheres que sentem a menopausa com mais peso, biologicamente e socialmente falando”, explicou. Ameaça no...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo divulgado nessa terça-feira (3) pelo Instituto Esfera, em Brasília, alerta para a necessidade de políticas públicas específicas a fim de reduzir os impactos para as mulheres no período da menopausa. A pesquisa pede atenção para mulheres negras e em vulnerabilidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Estudo-pede-mais-politicas-publicas-para-reduzir-efeitos-da-menopausa.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, a pesquisadora Clarita Costa Maia, uma das responsáveis pelo estudo, explicou que as mulheres mais vulnerabilizadas no país, entre elas as negras e residentes em comunidades desassistidas, ficam ainda mais sujeitas ao impacto que esse período pode causar no âmbito da saúde e do trabalho. </p>
<p>“O que constatamos é que a menopausa tem um componente biológico que atinge mais as mulheres negras e há o cruzamento de vulnerabilidades. São mulheres que sentem a menopausa com mais peso, biologicamente e socialmente falando”, explicou.</p>
<h2>Ameaça no âmbito profissional </h2>
<p>Essa vulnerabilidade deixa a mulher numa posição pior em relação aos outros estratos sociais. “Ela é, em regra, o arrimo de família e líder familiar. São mulheres que ficam numa posição muito frágil no mercado de trabalho”, ressaltou. </p>
<p>Os sintomas da menopausa, incluindo os físicos e psicológicos não tratados, levam, segundo a pesquisadora, a uma insustentabilidade da relação profissional, o que impacta todo o núcleo familiar.</p>
<p>É por isso que no Brasil, segundo as considerações do estudo, é preciso que as políticas públicas levem em consideração que tratar a mulher na menopausa é cuidar de todo o núcleo familiar. </p>
<h2>Saúde mental</h2>
<p>A pesquisadora, que é da área do direito e que trabalhou no estudo com a médica Fabiane Berta de Sousa, acrescenta que os sintomas não tratados podem gerar sérias consequências também de saúde mental.</p>
<p>“Aumentam significativamente as chances de desenvolvimento de Alzheimer, de depressão e diversas outras consequências relacionais advindas disso”, explicou. </p>
<p>Segundo ela, existe um fenômeno hoje em dia de menopausa precoce. Nosso modo de vida está aumentando a menopausa e a andropausa precoce”. Em relação à faixa etária, o documento aborda que, com o envelhecimento populacional, é necessário, mais atenção das redes públicas. </p>
<p>“São fases complicadas, de altos e baixos emocionais. Pode haver rupturas em nível pessoal das quais a pessoa precisa se recuperar com o tempo e não está entendendo o que ocorre consigo mesma”. </p>
<p>O afastamento do trabalho gera reflexos, como explica a pesquisadora, como maior pressão previdenciária. “Ao invés de estarmos com trabalhadoras na sua melhor fase intelectual, surgem mais problemas previdenciários e sociais”, diz. </p>
<h2>Necessidade de mapeamento</h2>
<p>O ideal, nesse momento, de acordo com o estudo, é que o Brasil possa fazer um mapeamento sobre a menopausa para que haja compreensão da realidade nacional.</p>
<p>“A ausência de política pública nacional estruturada para a menopausa não é neutra. Produz efeitos concretos sobre a saúde, a economia e a cidadania de milhões de mulheres, com custos que se projetam sobre o sistema de saúde, a Previdência Social e a produtividade nacional”, mostra o documento. </p>
<p>Os dados internacionais demonstram que esses custos são mensuráveis: US$ 26,6 bilhões por ano nos Estados Unidos e US$ 150 bilhões globalmente, além de queda de 10% nos rendimentos das mulheres afetadas. No Brasil, segundo a estimativa, 29 milhões de mulheres estariam nessa fase e 87,9% apresentariam sintomas. Apenas 22,4% delas buscam tratamento.</p>
<p> “A magnitude do problema é proporcional à sua invisibilidade. Tratar a menopausa como política pública não significa patologizar o envelhecimento feminino, mas reconhecê-lo como etapa legítima do ciclo de vida que demanda cuidado, informação e proteção institucional”, diz o documento. </p>
<h2>&#8220;Maior atenção&#8221;</h2>
<p>No evento do Instituto Esfera, em Brasília, no lançamento do estudo e também de premiação de “mulheres exponenciais”, a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, disse que identifica atualmente maior atenção na prevenção da saúde da mulher com o envelhecimento populacional. </p>
<p>”Essas questões das fases do ciclo de vida feminino também se colocam em outra direção. Recentemente, tivemos um fórum de mulheres criado pelo Ministério da Saúde e é interessante que o grupo que representava as mulheres na menopausa foi um dos mais ativos”, lembrou.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/estudo-pede-mais-politicas-publicas-para-reduzir-efeitos-da-menopausa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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