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	<title>mês Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>mês Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Mês da Mulher: menopausa, identidade e saúde mental</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mes-da-mulher-menopausa-identidade-e-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 19:24:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A menopausa costuma ser lembrada pelos sintomas físicos. Ondas de calor, alterações no sono, mudanças no ciclo. Mas, para muitas mulheres, o que mais desorganiza não é apenas o corpo mudar. É a sensação de já não se reconhecer da mesma forma. A paciência encurta, o cansaço pesa mais, o sono nem sempre recompõe, a irritação aparece com facilidade e até aquilo que antes parecia simples passa a exigir mais energia emocional. A menopausa é uma fase natural da vida, mas isso não significa que deva ser vivida com silêncio, culpa ou sofrimento banalizado. A própria Organização Mundial da Saúde destaca que essa transição pode afetar o bem-estar físico, emocional, mental e social, além de interferir na vida pessoal e profissional (WHO, 2024). E talvez esteja aí uma das partes...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A menopausa costuma ser lembrada pelos sintomas físicos. Ondas de calor, alterações no sono, mudanças no ciclo. Mas, para muitas mulheres, o que mais desorganiza não é apenas o corpo mudar. É a sensação de já não se reconhecer da mesma forma. A paciência encurta, o cansaço pesa mais, o sono nem sempre recompõe, a irritação aparece com facilidade e até aquilo que antes parecia simples passa a exigir mais energia emocional. A menopausa é uma fase natural da vida, mas isso não significa que deva ser vivida com silêncio, culpa ou sofrimento banalizado. A própria Organização Mundial da Saúde destaca que essa transição pode afetar o bem-estar físico, emocional, mental e social, além de interferir na vida pessoal e profissional (WHO, 2024).</p>
<p>E talvez esteja aí uma das partes mais delicadas desse processo. Em geral, a menopausa surge em um período em que a mulher costuma conciliar diferentes papéis e responsabilidades. Muitas estão no auge da carreira, seguem sustentando a rotina da casa,acompanham filhos em fases exigentes, cuidam de familiares e ainda tentam preservar o casamento, a sexualidade, a autoestima e a produtividade. Nem sempre é fácil perceber onde termina a mudança hormonal e onde começa o acúmulo de anos de exigência, autocobrança e desgaste. Brown et al. (2024) chamam atenção para isso ao mostrar que não existe um adoecimento psíquico inevitável na menopausa, mas algumas mulheres ficam mais vulneráveis, especialmente quando há insônia, fogachos intensos, estresse acumulado e histórico prévio de depressão.</p>
<p>A menopausa também pode tocar silenciosamente a identidade feminina. Algumas mulheres passam a se sentir menos disponíveis, menos interessantes, menos bonitas ou menos tolerantes consigo mesmas. Outras se assustam com a própria impaciência, com o desejo sexual que muda, com a dificuldade de concentração ou com a sensação de estar sempre devendo em algum papel. Na intimidade, muitas vezes o problema não está apenas no corpo, mas na relação com o próprio corpo. Nappi et al. (2025) destacam que a sexualidade nessa fase depende de fatores hormonais, mas também emocionais, relacionais e contextuais. Em outras palavras, não é apenas o organismo que muda. A forma de estar no mundo também muda.</p>
<p>No trabalho, esse impacto também merece ser olhado com mais honestidade. Fadiga, piora do sono, lapsos de memória e dificuldade de concentração podem repercutir no bem-estar e no desempenho profissional. Safwan et al. (2024) observaram que sintomas mais intensos se associam a piores desfechos no trabalho, inclusive absenteísmo e decisões como recusar promoções ou pensar em sair do emprego.</p>
<p>Por isso, viver essa transição de forma mais equilibrada exige reconhecer os próprios sinais, respeitar os limites do corpo e acolher as mudanças emocionais sem banalizá-las. Isso inclui observar alterações persistentes de humor, sono e energia; reduzir a autocrítica; conversar com o parceiro e com a família sobre o que está acontecendo; preservar rotina mínima de descanso, movimento e prazer; e buscar avaliação profissional quando os sintomas estiverem afetando a qualidade de vida. A OMS lembra que a menopausa também pode ser uma oportunidade de reavaliar saúde, estilo de vida e prioridades (WHO, 2024).</p>
<p>Talvez a grande tarefa dessa fase não seja continuar provando que se dá conta de tudo. Talvez seja aprender a se escutar com mais respeito. Em muitas mulheres, a menopausa não marca um fim. Marca o começo de uma relação mais honesta, madura e cuidadosa consigo mesma.</p>
<p>Ana Claudia</p>
<p>Leia mais: </p>
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		<title>Famílias lutam para reconstruir a vida um mês depois de chuvas em MG</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/familias-lutam-para-reconstruir-a-vida-um-mes-depois-de-chuvas-em-mg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 14:57:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há um mês, a vida de milhares de famílias na Zona da Mata Mineira foi completamente impactada por enxurradas, deslizamentos de terra e enchentes. Chuvas fortes se concentraram, principalmente, na noite do dia 23 de fevereiro e provocaram 73 mortes: 65 em Juiz de Fora e 8 em Ubá.  As chuvas também deixaram um rastro de destruição que se estendeu por Matias Barbosa e municípios próximos. No meio de tantas histórias, a de Claudia da Silva, de 71 anos, se destacou. Ela é moradora do Parque Jardim Burnier, em Juiz de Fora, e disse ter perdido 20 pessoas da família. A comunidade, que concentra pessoas de baixa renda, fica em uma encosta e teve o maior número de mortes na cidade (22). Moradora do Jardim Burnier, Cláudia da Silva conta que...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há um mês, a vida de milhares de famílias na Zona da Mata Mineira foi completamente impactada por enxurradas, deslizamentos de terra e enchentes. Chuvas fortes se concentraram, principalmente, na noite do dia 23 de fevereiro e provocaram 73 mortes: 65 em Juiz de Fora e 8 em Ubá. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Familias-lutam-para-reconstruir-a-vida-um-mes-depois-de.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As chuvas também deixaram um rastro de destruição que se estendeu por Matias Barbosa e municípios próximos.</p>
<p>No meio de tantas histórias, a de Claudia da Silva, de 71 anos, se destacou. Ela é moradora do Parque Jardim Burnier, em Juiz de Fora, e disse ter perdido 20 pessoas da família. A comunidade, que concentra pessoas de baixa renda, fica em uma encosta e teve o maior número de mortes na cidade (22).</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Familias-lutam-para-reconstruir-a-vida-um-mes-depois-de.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Juiz de Fora (MG), 27/02/2026 - A moradora do Jardim Burnier, Cláudia da Silva, fala sobre o luto de perder vários parentes no deslizamento de terra ocorrido durante a tempestade da segunda-feira, 22 de fevereiro, no bairro de Juiz de Fora. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Moradora do Jardim Burnier, Cláudia da Silva conta que perdeu 20 pessoas da família. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Quando conversou com a reportagem da Agência Brasil pela primeira vez, Claudia lidava com o luto, ao mesmo tempo em que ajudava as equipes de busca por desaparecidos. Com o passar das semanas, ela teve mais tempo para processar os acontecimentos. O cansaço e a desesperança ficaram mais profundos.</p>
<p>“Eu tive que procurar tratamento psicológico por conta própria. É muita coisa para a minha cabeça. Um sobrinho que sobreviveu está no CTI [centro de terapia intensiva]. Ele só tem 16 anos e teve que amputar uma perna. Estou só chorando, desesperada, sem conseguir comer direito”, disse.</p>
<p>A casa em que Claudia mora com a mãe de 85 anos foi interditada pela Defesa Civil, mas ela não quis deixar o local.</p>
<p>“Temos medo, não dormimos direito e nos sentimos abandonadas. Ninguém dos órgãos competentes veio aqui dar apoio, oferecer uma casa, pelo menos. Não significamos nada para eles, só durante as eleições”, lamenta.</p>
<h2>Idas e vindas</h2>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774105052_767_Familias-lutam-para-reconstruir-a-vida-um-mes-depois-de.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Juiz de Fora (MG), 19/03/2026 - Maria da Conceição Couto Almeida, moradora do Parque Jardim Burnier, um dos bairros mais atingidos pela chuva. Um mês depois dos deslizamentos e alagamentos que causaram a morte de mais de 70 pessoas em Juiz de Fora, além de deixar milhares de pessoas desabrigadas. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Maria da Conceição Couto Almeida, moradora do Parque Jardim Burnier, um dos bairros mais atingidos pela chuva. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>A aposentada Maria da Conceição Couto Almeida, de 62 anos, também é moradora da comunidade e disse viver uma rotina diária de deslocamentos. Durante a noite, ela se abriga na casa da filha, mas volta toda manhã para o imóvel interditado pela Defesa Civil para limpeza e manutenção.</p>
<p>“Você leva uma vida inteira para construir uma casa e, de repente, tem que sair assim, na correria, só com a roupa do corpo. Suspendemos tudo da nossa vida, mas não podemos abandonar a casa assim”, conta.</p>
<p>A situação afeta diretamente a saúde da família. O marido faz tratamento cardíaco, enquanto Maria relata agravamento da ansiedade e dificuldades para manter cuidados com a diabetes. Apesar de cadastros iniciados por equipes da prefeitura, ela diz que ainda não recebeu apoio financeiro ou habitacional.</p>
<p>“Recebemos apenas cesta básica de doações voluntárias. Veio pessoal da prefeitura, cadastrou todo mundo e mandaram ir no Diga [centro municipal de atendimento], mas não fui ainda. Tem lugar que as pessoas demoram 10 horas na fila. Assim, é muito difícil”, reclama.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774105052_176_Familias-lutam-para-reconstruir-a-vida-um-mes-depois-de.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Juiz de Fora (MG), 19/03/2026 - Milton Angelo de Gusmão, serralheiro, morador do Parque Jardim Burnier, um dos bairros mais atingidos pela chuva. Um mês depois dos deslizamentos e alagamentos que causaram a morte de mais de 70 pessoas em Juiz de Fora, além de deixar milhares de pessoas desabrigadas. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Nilton Gusmão relata dificuldade para pagar as contas Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>O serralheiro Nilton Angelo de Gusmão, de 60 anos, mora há mais de quatro décadas no Parque Jardim Burnier. Ele diz que ficou semanas sem trabalhar, perdeu contratos e enfrenta dificuldades para manter as contas em dia.</p>
<p>“Eu perdi dois serviços que iam me dar R$ 4 mil em duas semanas. Chegaram as contas de luz, de água, de telefone, e eu tenho que pagar. Precisamos de ajuda, de algum auxílio financeiro para conseguir tocar a vida”, diz Nilton.</p>
<h2>Juiz de Fora</h2>
<p>A Prefeitura de Juiz de Fora disse que o auxílio calamidade municipal será creditado na próxima segunda-feira (23) nas contas do Cadastro Único (CadÚnico) das famílias afetadas.</p>
<p>Também foi divulgado um levantamento sobre os principais impactos das chuvas na cidade e as ações em curso. Desde o dia 23 de fevereiro, a Defesa Civil já registrou 6.690 ocorrências no município.</p>
<p>Fevereiro de 2026 foi considerado o mais chuvoso da história do município, com 763,8 mm. A maior parte foi concentrada entre 22 e 28 de fevereiro, com 316,6 mm. O recorde anterior para o mês era de 1988, com 456 mm. A média histórica de pluviosidade de fevereiro é de 173 mm.</p>
<p>Mais de 8,5 mil pessoas ficaram desabrigadas. O município registrou 1.008 moradias completamente destruídas e oito imóveis demolidos. Até o dia 19 de março, 170 famílias estavam hospedadas em hotéis. Desse total, 36 famílias já haviam deixado a rede hoteleira. </p>
<p>Segundo a prefeitura, o acesso aos hotéis foi destinado às famílias desabrigadas que haviam sido encaminhadas inicialmente para os abrigos temporários.</p>
<p>A rede municipal já retomou as atividades em 101 unidades, e cinco escolas permanecem sem retorno até o momento: EM Adenilde Bispo, EM Clotilde Hargreaves, EM Antônio Faustino, EM Santa Catarina Labouré e EM Murilo Mendes.</p>
<p>A prefeitura diz que, no período entre 2021 e 2025, investiu R$ 26 milhões em obras de contenções e R$ 62 milhões em 16 quilômetros de redes de drenagem. Também afirma que aplicou R$ 230,6 milhões em manutenção preventiva.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774105052_762_Familias-lutam-para-reconstruir-a-vida-um-mes-depois-de.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Juiz de Fora (MG), 19/03/2026 - Bairro Três Moinhos, um dos mais afetados pelas fortes chuvas. Um mês depois dos deslizamentos e alagamentos que causaram a morte de mais de 70 pessoas em Juiz de Fora, além de deixar milhares de pessoas desabrigadas. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta rtecenter">Bairro Três Moinhos, um dos mais afetados pelas fortes chuvas. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Ubá</h2>
<p>A Prefeitura de Ubá informou, em nota, que tem dado assistência integral aos moradores mais impactados pelas chuvas. Garante que há oferta de abrigo, alimentação e acompanhamento psicológico.</p>
<p>E que todas as pessoas afetadas pela inundação e deslizamentos de terra estão sendo cadastradas para acesso a auxílios e benefícios dos governos federal e estadual.</p>
<p>Diz também que as vistorias nos imóveis atingidos pela inundação foram tratadas como prioridade. Edificações tidas como seguras estão sendo liberadas para reocupação. Imóveis que apresentam riscos estruturais permanecem interditados.</p>
<p>Os números da prefeitura indicam que a inundação atingiu uma área de aproximadamente 47,4 km², o que representa cerca de 11,6% do território do município. O número total de imóveis afetados ainda está em fase de consolidação.</p>
<p>Desde fevereiro, foram registradas cerca de 1.188 famílias desalojadas e 4.790 pessoas diretamente atingidas pela inundação. Atualmente, há duas famílias desabrigadas acolhidas em abrigo mantido pelo município.</p>
<p>O município informou que já foram solicitados mais de R$ 55 milhões ao governo federal para ações de recuperação e restabelecimento das áreas afetadas.</p>
<h2>Matias Barbosa</h2>
<p>A Prefeitura de Matias Barbosa diz que, apesar dos transtornos causados pelas chuvas, não houve registro de perdas estruturais graves, como queda de pontes, desabamentos de residências ou paralisação de serviços essenciais.</p>
<p>Segundo a administração municipal, foi elaborado um projeto de lei que institui auxílio financeiro municipal para moradores e comerciantes atingidos.</p>
<p>Os valores e critérios estão sendo definidos em conjunto entre os poderes Executivo e Legislativo. Mais de 300 famílias foram impactadas, além de cerca de 80% do comércio local.</p>
<p>Em visitas técnicas realizadas com representantes do Ministério das Cidades, foram identificadas necessidades de obras de contenção de encostas e medidas para prevenção de alagamentos.</p>
<p>Houve danos estruturais em uma Unidade Básica de Saúde, no bairro Nossa Senhora da Penha. Uma unidade móvel na praça do bairro foi montada para atendimento à população. Outra unidade móvel do município tem focado na vacinação de pessoas que tiveram contato com as águas das enchentes.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774105053_965_Familias-lutam-para-reconstruir-a-vida-um-mes-depois-de.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Juiz de Fora (MG), 19/03/2026 - Bairro Três Moinhos, um dos mais afetados pelas fortes chuvas. Um mês depois dos deslizamentos e alagamentos que causaram a morte de mais de 70 pessoas em Juiz de Fora, além de deixar milhares de pessoas desabrigadas. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta rtecenter">Bairro Três Moinhos, um dos mais afetados pelas fortes chuvas. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Governo federal</h2>
<p>O governo federal afirma ter mobilizado um conjunto de ações para atender a população e iniciar a reconstrução das áreas afetadas. Ao todo, os recursos destinados e previstos chegam a quase R$ 2 bilhões, incluindo investimentos diretos, crédito e programas habitacionais.</p>
<p>Uma das principais medidas é o Auxílio Reconstrução, no valor de R$ 7,3 mil por família atingida. O benefício ainda está em fase de cadastro e validação pelas prefeituras. </p>
<p>Outra frente é a modalidade Compra Assistida do Minha Casa Minha Vida, voltada a famílias que perderam completamente suas casas. O programa prevê subsídio integral para aquisição de imóveis, podendo chegar a R$ 200 mil por unidade.</p>
<p>O pacote de medidas do governo federal inclui ações emergenciais para trabalhadores como a antecipação do abono salarial para 92,2 mil pessoas e pagamento de parcelas extras do seguro-desemprego. Também foi liberado o saque calamidade do FGTS. </p>
<p>Até 19 de março, os saques somavam mais de R$ 165 milhões em Juiz de Fora e R$ 38 milhões em Ubá.</p>
<p>Por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, foram aprovados mais de R$ 55 milhões para ações emergenciais e de reconstrução, incluindo limpeza urbana, recuperação de vias, contenção de encostas e restabelecimento de serviços essenciais.</p>
<p>Na área da saúde, foram destinados R$ 14,9 milhões para reforçar o atendimento, com envio de medicamentos, unidades móveis e apoio psicossocial às famílias.</p>
<p>Para educação e assistência social foram repassados R$ 4,56 milhões para recuperação emergencial de 126 escolas atingidas e R$ 770 mil para manutenção de abrigos e apoio direto às famílias.</p>
<p>Além disso, foram abertas linhas de crédito com condições facilitadas. Uma medida provisória liberou R$ 1,3 bilhão em crédito extraordinário, além de até R$ 500 milhões em financiamentos com recursos do Fundo Social.</p>
<p>Segundo o governo, as próximas etapas incluem a aprovação de novos planos pela Defesa Civil, execução de obras de infraestrutura e ampliação das políticas de habitação e assistência social.</p>
<h2>Governo estadual</h2>
<p>O Governo do Estado de Minas Gerais não respondeu aos pedidos da reportagem da Agência Brasil para informar ações e investimentos direcionados às famílias afetadas pelas chuvas na Zona da Mata Mineira.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/familias-lutam-para-reconstruir-vida-um-mes-depois-de-chuvas-em-mg" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/familias-lutam-para-reconstruir-a-vida-um-mes-depois-de-chuvas-em-mg/">Famílias lutam para reconstruir a vida um mês depois de chuvas em MG</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>SUS ganha neste mês teleatendimento para mulheres expostas à violência</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sus-ganha-neste-mes-teleatendimento-para-mulheres-expostas-a-violencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 15:53:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mulheres expostas à violência ou em vulnerabilidade psicossocial que vivem no Recife e no Rio de Janeiro terão acesso a teleatendimento em saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS) a partir deste mês. O cronograma do Ministério da Saúde prevê que, em maio, a ação chegará a cidades com mais de 150 mil habitantes e, em junho, ao restante do país. Em nota, a pasta informou que estão previstos 4,7 milhões de teleatendimentos psicológicos ao ano, por meio de parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) e com o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). Para ter acesso ao serviço, as mulheres poderão ser orientadas e encaminhadas por unidades da atenção primária à saúde, unidades básicas de saúde (UBS) e serviços...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mulheres expostas à violência ou em vulnerabilidade psicossocial que vivem no Recife e no Rio de Janeiro terão acesso a teleatendimento em saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS) a partir deste mês. O cronograma do Ministério da Saúde prevê que, em maio, a ação chegará a cidades com mais de 150 mil habitantes e, em junho, ao restante do país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/SUS-ganha-neste-mes-teleatendimento-para-mulheres-expostas-a-violencia.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em nota, a pasta informou que estão previstos 4,7 milhões de teleatendimentos psicológicos ao ano, por meio de parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) e com o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).</p>
<p>Para ter acesso ao serviço, as mulheres poderão ser orientadas e encaminhadas por unidades da atenção primária à saúde, unidades básicas de saúde (UBS) e serviços da rede de proteção.</p>
<p>Também será possível buscar o atendimento diretamente pelo aplicativo Meu SUS Digital, por meio de um mini app previsto para começar a funcionar no fim do mês.</p>
<p>Na plataforma, a mulher fará um cadastro para avaliação inicial da situação de violência e, a partir dessas informações, o aplicativo enviará uma mensagem com o dia e o horário do teleatendimento.</p>
<p>A primeira consulta, segundo o ministério, identificará riscos, rede de apoio e demandas, com articulação junto a serviços de referência.</p>
<p>“A gente lançou esta semana o teleatendimento como suporte para pessoas que já estão em situação de compulsão por jogos eletrônicos. E a gente vai construir o mesmo modelo, mas com arranjos diferentes na relação com a atenção primária em saúde e na pactuação com estados e municípios”, detalhou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.</p>
<p>“Ofertar esse teleatendimento com psiquiatra, psicólogo, assistente social e, em algumas situações, com terapeuta ocupacional para mulheres – não só aquelas que já foram vítimas de violência, mas àquelas que estão sinalizando ou que estão em extrema vulnerabilidade”, completou.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/sus-ganha-neste-mes-teleatendimento-para-mulheres-expostas-violencia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>EBC e seus veículos apresentam programação para o Mês da Mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 13:26:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[apresentam]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[EBC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) apresenta, ao longo do mês de março, programação especial dedicada ao Dia Internacional da Mulher, celebrado no próximo domingo (8). A iniciativa reúne conteúdos nos veículos públicos e governamentais com foco na valorização das mulheres e na ampliação do debate sobre direitos, representatividade e paridade de oportunidades. A seleção temática inclui reportagens, entrevistas, cultura, séries especiais e conteúdos multiplataforma que destacam trajetórias inspiradoras, políticas públicas voltadas às mulheres, desafios históricos e avanços sociais. A proposta é oferecer informação qualificada e ampliar a visibilidade de pautas relacionadas aos desafios enfrentados pelas mulheres na sociedade. TV Brasil Na quinta-feira (5), no programa Sem Censura, a apresentadora Cissa Guimarães recebe ao vivo a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, para uma conversa sobre as ações prioritárias da pasta em 2026 e temas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) apresenta, ao longo do mês de março, programação especial dedicada ao Dia Internacional da Mulher, celebrado no próximo domingo (8). A iniciativa reúne conteúdos nos veículos públicos e governamentais com foco na valorização das mulheres e na ampliação do debate sobre direitos, representatividade e paridade de oportunidades.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/EBC-e-seus-veiculos-apresentam-programacao-para-o-Mes-da.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A seleção temática inclui reportagens, entrevistas, cultura, séries especiais e conteúdos multiplataforma que destacam trajetórias inspiradoras, políticas públicas voltadas às mulheres, desafios históricos e avanços sociais. A proposta é oferecer informação qualificada e ampliar a visibilidade de pautas relacionadas aos desafios enfrentados pelas mulheres na sociedade.</p>
<h2>TV Brasil</h2>
<p>Na quinta-feira (5), no programa <em>Sem Censura</em>, a apresentadora Cissa Guimarães recebe ao vivo a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, para uma conversa sobre as ações prioritárias da pasta em 2026 e temas como o enfrentamento à violência contra as mulheres.</p>
<p>A edição conta ainda com a presença da cantora, compositora e percussionista pernambucana Negadeza, que mantém viva a tradição do Coco, que é música, dança, ritmo, mas também memória, resistência e comunidade. Cissa também conversa com Tatiana Sampaio, pesquisadora e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (URFJ) e que está à frente dos estudos com a polilaminina, substância experimental que ganhou repercussão nacional como possível tratamento para lesão medular. A atração vai ao ar às 16h. </p>
<p>Também na TV Brasil, o programa <em>Caminhos da Reportagem</em> traz a edição ‘A Nova Roupa do Machismo’, com os reflexos do que acontece no ambiente digital para a vida fora das telas. A reportagem apura como memes, ameaças virtuais, dados vazados e <em>deepfakes</em> são usados como estratégias para transformar mulheres em alvos digitais: um reflexo do que também ocorre fora da internet. Na segunda-feira (9), às 23h.</p>
<p>Os telejornais <em>Repórter Brasil Tarde</em> (seg a sex, às 12h45) e <em>Repórter Brasil</em> (seg a sáb, às 19h) exibem, durante todo o mês de março, matérias e reportagens especiais em alusão ao Mês da Mulher, abordando temas relacionados a direitos, saúde, representatividade e enfrentamento à violência de gênero. Entre os destaques da cobertura estão conteúdos sobre os 20 anos da Lei Maria da Penha, educação como instrumento de prevenção à violência contra mulheres, a importância da paridade de gênero nos espaços de poder e decisão, além de uma abordagem sobre a perimenopausa e seus impactos. Também será veiculada entrevista com a ministra das Mulheres, Márcia Lopes.</p>
<p>Durante os intervalos dos jogos de futebol, a TV Brasil vai veicular uma campanha de conscientização e prevenção da violência contra mulheres e meninas. A iniciativa integra a estratégia “Feminicídio Nunca Mais”, coliderada pela NO MORE Foundation, organização global dedicada ao enfrentamento da violência doméstica e sexual, em parceria estratégica com a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), a EBC e o Consórcio Cristo Sustentável. Saiba mais.</p>
<p>A TV Brasil Internacional, canal da televisão pública brasileira para o exterior, exibe no mês uma série de cinco peças com mensagens importantes direcionadas a toda a sociedade sobre prevenção da violência de gênero, o fortalecimento das redes de proteção e a construção de uma cultura de respeito e equidade. Os programetes produzidos pela própria equipe da emissora são: ‘Não é Destino. É Urgência. A Luta pela Vida’, ‘Um Pacto Pela Vida’, ‘Proteger é Agir! Rede que Salva Vidas’, ‘A Mudança Começa com os Homens’ e ‘Mulheres que Abriram Caminho’.</p>
<h2>Rádio Nacional</h2>
<p>Em março, a Rádio Nacional vai exibir programetes radiofônicos especiais em sua programação. As inserções vão ao ar ao longo da grade, reforçando o compromisso da emissora com a promoção da cidadania e a ampliação do debate público sobre questões de interesse social. O veículo também preparou uma série de atrações temáticas com entrevistas, edições exclusivas e conteúdos dedicados ao protagonismo feminino. Serão veiculadas ainda campanhas de orientação e prevenção ao câncer de colo do útero, como parte das ações em torno do Março Lilás. Confira a programação completa:</p>
<p>Segunda (2) a sexta-feira (6) – <em>Revista Rio</em> apresenta programação dedicada ao Dia Internacional da Mulher durante toda a semana. Às 13h.</p>
<p>Sexta-feira (6) – <em>Alô Fronteira especial</em> traz debate com autoridades e representantes de organizações sobre avanços e desafios nas áreas de segurança, saúde e enfrentamento à violência. Às 10h30 (horário de Brasília) na Rádio Nacional do Alto Solimões</p>
<p>Sexta-feira (6) – <em>Espaço Arte Especial: a</em> atração tem a missão de divulgar a cultura brasiliense e brasileira. É aberta aos artistas e projetos que movimentam a cena cultural da capital federal. Às 12h30.</p>
<p>Sexta-feira (6) – Dia Internacional da Mulher pauta os programas <em>Tarde Nacional Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo</em>. Às 15h.</p>
<p>Sexta-feira (6) – <em>É Tudo Brasil</em> totalmente dedicado ao Dia Internacional da Mulher. Às 17h.</p>
<p>Domingo (8) – <em>Momento Três </em>com grandes nomes da música.  Edição especial sobre o Dia Internacional da Mulher. Às 11h e às 17h.</p>
<p>Domingo (8) – <em>Especial Natureza Viva Mulher</em> com a reitora da Universidade de Brasília (UnB), professora doutora Rozana Reigota Naves. A edição marcará o lançamento do projeto <em>Viva Maria na Academia</em>, iniciativa que integra as comemorações pelos 45 anos do programa e propõe um diálogo entre comunicação pública, universidade e produção científica, tendo como eixo o tema ‘A ciência e a evidência por trás da voz da mulher brasileira’.  Haverá presença da mais recente formanda que fez seu trabalho de conclusão de curso a partir de encontro presencial que teve com audiência do programa em Xinguarra (PA), Estreito (MA) e Goiânia (GO). Às 9h. Emissora: Rádio Nacional da Amazônia</p>
<p>Domingo (8) &#8211; O programa <em>Alma Blues</em>, às 21h, será especial em homenagem às mulheres. A edição destaca Maria Muldaur em tributo a uma das pioneiras do blues, Victoria Spivey, com ênfase no álbum One Hour Mama: The Blues of Victoria Spivey. Também vai ao ar pela Rádio MEC um dia antes, no sábado (7), às 22h.</p>
<p>A programação do Radiojornalismo da EBC para o mês aborda a participação das mulheres no mercado de trabalho, os impactos da maternidade na trajetória pessoal e profissional, os desafios enfrentados por mães após os 40 anos, a presença feminina no campo das artes e o enfrentamento à violência contra a mulher. As reportagens também trazem curiosidades, ao apresentar por exemplo as ruas de São Paulo (SP) que foram batizadas com nomes de mulheres. Todo esse conteúdo será veiculado nos jornais <em>Repórter Nacional</em>, que têm três edições diárias (segunda a sexta-feira), transmitido em rede nas emissoras da Rádio Nacional: 7h30, 12h, 18h30. Os materiais também ficam disponíveis para o público online no <em>site</em> da Radioagência Nacional.</p>
<h2>Rádio MEC</h2>
<p>No domingo (8), Dia Internacional da Mulher, a Rádio MEC apresenta sua programação temática a partir das 6h com intérpretes mulheres e compositoras. Ao longo de todo o mês de março, a emissora estende a iniciativa com edições especiais, transmissões de concertos e seleções comentadas que ressaltam a contribuição feminina para diferentes gêneros musicais e períodos históricos. Confira a programação completa:</p>
<p>Terça-feira (3) – Perfomance ao vivo no programa <em>Jazz Livre</em>! com Jazz das Minas, banda pop jazzística de terreiro formada 100% por mulheres no palco e na coxia. Sob direção musical da pianista, cantora e compositora Ifátókí Maíra Freitas, tocam arranjos rebuscados e ao mesmo tempo cheios de swing. Traz axé, músicas autorais e homenagens a mulheres de referência da música preta brasileira e internacional, como Nina Simone, Elza Soares, Ivone Lara e Alcione. Misturam estilos e pedem licença às ancestrais para recriar o que se chama de jazz de terreiro. Às 21h.</p>
<p>Sexta-feira (6) &#8211; <em>Sala de Concerto</em> dedica todo o mês de março a apresentar ao público trabalhos de instrumentistas mulheres. Terá início com <em>live</em> da atração Libertango, às 17h.</p>
<p>Sábado (7) – Seleção de obras de compositoras brasileiras no programa Música e Músicos do Brasil. Às 19h.</p>
<p>Domingo (8) &#8211; <em>Áurea Música</em> contará com obras de compositoras do Renascimento e Barroco: Maddalena Casulana, Vittoria Aleotti, Raffaella Aleotti, Barbara Strozzi, Francesca Caccini, Chiara Margarita Cozzolani e Elisabeth Jacquet de La Guerre. Às 6h.</p>
<p>Domingo (8) – O <em>Som Infinito</em> traz um programa com a música de Hildegard Von Bingen (1098-1179), abadessa beneditina do século XII, mística, teóloga, compositora, médica naturalista e polímata, reconhecida por sua vasta obra teológica e científica, tendo sido proclamada doutora da Igreja em 2012 pelo papa Bento XVI, destacando-se como uma das quatro mulheres com esse título. No campo da música, Hildegard é apontada como a primeira mulher compositora com obras registradas na história da música ocidental. Às 7h.</p>
<p>Domingo (8) – Concerto em homenagem às ‘<em>Mulheres na Música</em>’, que abriu a temporada 2023 da Orquestra Sinfônica Brasileira. Sob a regência de Mariana Menezes e participação da pianista Ligia Moreno, o concerto, realizado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, trouxe obras de Clarice Assad, Sergei Rachmaninoff e Rimsky-Korsakov. Programa Plateia, às 11h. </p>
<p>Domingo (8) &#8211; <em>Caderno de Música</em> com a trajetória de compositoras cujas histórias foram colocadas como apêndice na história da música: Maria Anna Mozart, Clara Schumann, Fanny Mendelssohn e Alma Mahler. Às 12h30.</p>
<p>Domingo (8) &#8211; Neste especial do Dia Internacional da Mulher, o <em>Ópera Completa</em> apresenta duas óperas de períodos e características bem distintos, compostas por mulheres que trouxeram elementos inovadores para a sua época. Os ouvintes apreciam “La liberazione di Ruggiero dall&#8217;isola d&#8217;Alcina”, de Francesca Caccini (a primeira ópera composta por uma mulher); e, em seguida, a ópera contemporânea “Prism”, de Ellen Reid, ganhadora do Pulitzer de 2018.  Às 17h. </p>
<p>Domingo (8) – Programa <em>Jazz Livre</em>! traz reprise da <em>live</em> com Yumi Park gravada nos estúdios da Rádio MEC. Yumi nasceu na Coreia do Sul, de onde saiu com a família para ser hoje uma das mais originais intérpretes da música brasileira. Ao lado do quinteto formado por Renan Francioni no piano, Pedro Aune no contrabaixo, Helbe Machado na bateria e Breno Hirata no saxofone, Yumi apresenta um repertório de tirar o fôlego. Às 21h. </p>
<p>Domingo (15) – Programa <em>Jazz Livre</em>! reapresenta Andrea Ernest Dias Quarteto, que celebra a musicalidade afro-brasileira no show “Uma Roda para Moacir Santos”. O espetáculo foi concebido a partir de um manuscrito inédito em um caderno de anotações de Moacir. Às 21h</p>
<p>Domingo (22) – Programa <em>Jazz Livre</em>! com a artista Aline Gonçalves e seu álbum “Pacífico”. O disco faz uma retrospectiva musical da autora, flautista, compositora e arranjadora, misturando baiões, huayanos, currulaos, toadas e mais. Às 21h</p>
<p>Domingo (29) – Programa Jazz Livre! com a cantora venezuelana Raquel Cepeda, o pianista Marvio Ciribelli, o baixista Alex Rocha e o baterista Flavinho Santos. Às 21h. </p>
<h2>Agência Brasil</h2>
<p>A Agência Brasil, prestigiada agência pública de notícias que integra a EBC, tem como linha editorial permanente a valorização e defesa das mulheres, com conteúdos sobre o tema sendo divulgados ao longo de todo o ano. Neste mês de março, a cobertura especial contará com entrevista exclusiva com a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, com foco nas ações estruturantes voltadas à promoção da igualdade de gênero no país.</p>
<p>O veículo também publicará matérias com estudos inéditos e análises sobre políticas públicas destinadas às mulheres, trazendo dados atualizados e contextualização sobre temas como mercado de trabalho, proteção social e enfrentamento à violência.</p>
<p>Também será realizada a cobertura jornalística das manifestações previstas para o período, que neste ano terão como foco o debate sobre o fim da jornada 6&#215;1, ampliando o olhar sobre as pautas trabalhistas e seus impactos na vida das mulheres.</p>
<p>Na segunda-feira (2), a Agência Brasil antecipou com exclusividade dados de pesquisa realizada pelos institutos Patricia Galvão e Locomativa, que revela aumento no percentual de mulheres que declararam ter medo de sofrer um estupro. Em 2020, 78% das mulheres ouvidas pelos pesquisadores disseram ter &#8220;muito medo de ser vítimas de um estupro&#8221;. Esse percentual cresceu para 80%, em 2022, e chegou a 82% segundo os dados obtidos em 2025. Leia a matéria completa.</p>
<h2>Rede Gov</h2>
<p>A Voz do Brasil, que vai ao ar às 19h, prepara uma série de entrevistas especiais ao longo do mês com ministras e presidentes das empresas estatais. A estreia ocorreu quarta-feira (4) com a ministra das Mulheres, Márcia Lopes.</p>
<p>Entre os dias 6 e 15 de março, o Canal Gov e o Canal Educação exibem produções especiais pelo Dia Internacional da Mulher. A interprogramação dos dois canais também vai contar com novas peças institucionais produzidas pelo Ministério das Mulheres (série sobre a <em>Casa da Mulher Brasileira</em>), do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (<em>Mulheres LBTI &#8211; lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais e intersexo</em>), e do Ministério da Saúde (<em>Saúde Delas</em>).</p>
<p>Confira a programação completa da Rede Gov:</p>
<p><em>Heroínas Negras Brasileiras</em></p>
<p>Série de animação infantojuvenil inspirada no livro homônimo de Jarid Arraes. A cada episódio apresenta uma heroína negra revelando suas histórias, lutas e conquistas. Obra integrante do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Audiovisual Brasileiro (Prodav).</p>
<p>Canal Educação: a partir de segunda-feira (9), de segunda a sexta, às 11h15, 15h45 e 17h45. Um episódio inédito por dia.</p>
<p><em>Cinco Mulheres</em></p>
<p>Série que explora a vida e o legado de figuras femininas icônicas da história do Brasil. Cada episódio combina diálogos ficcionais entre as atrizes nos bastidores da montagem de cinco monólogos, trechos desses monólogos e depoimentos de especialistas. A obra também é integrante do Prodav.</p>
<p>O Canal Educação estreia o primeiro episódio da série (Anita Garibaldi) na quinta-feira (5), às 22h. Já no Canal Gov, a estreia será na quinta-feira (12), às 22h30.</p>
<p><em>Rompendo o silêncio: a informação que salva mulheres</em></p>
<p>Edição do <em>Caminhos da Reportagem</em> (TV Brasil) com exibição no Canal Educação na segunda-feira (9), às 19h; e no Canal Gov na quarta-feira (11), às 22h.</p>
<p>“<em>Quando Elas se Movimentam</em>&#8221; (documentário da TV Senado)</p>
<p>Dirigido por Susanna Lira, o documentário homenageia três mulheres pretas que, com suas histórias de superação, transformaram suas vidas e passaram a ocupar espaços, mostrando o fio recente das mudanças sociais no Brasil.</p>
<p>Canal Educação: quarta-feira (11), às 22h.</p>
<p>&#8220;<em>Ofício de Tacacazeiras na Região Norte</em>&#8221; (documentário do IPHAN):</p>
<p>Canal Gov: sexta-feira (6), às 18h30.</p>
<p>&#8220;<em>Como os ministérios conversam</em>?” (MConta+, do Ministério das Comunicações)</p>
<p>Episódio especial exibido em três partes que recebe importantes gestoras de comunicação da Administração Pública Federal para o debate de temas centrais como a transversalidade das políticas públicas, território e identidade. Nesse episódio do videocast, mergulha-se em um debate essencial: como as vozes de quilombolas, da comunidade LGBTQIA+, da juventude periférica e de tantos outros grupos sociais ajudam a construir as políticas públicas do nosso país? Para entender essa engrenagem, a atração recebe três mulheres que atuam na articulação entre direitos e identidades no governo do Brasil, por meio das assessorias de participação social e diversidade (Aspad): Juliana Paiva, do Ministério do Turismo; Mariana Braga, do Ministério da Cultura; e Ludymilla Chagas, do Ministério das Comunicações.</p>
<p>Canal Gov: quinta-feira (12), às 19h30.</p>
<p>“<em>História da advocacia</em>” (<em>Programa Farol</em>, da Advocacia-Geral da União)</p>
<p> O episódio da semana mostra a história da primeira advogada do Brasil, Esperança Garcia, uma mulher negra e escravizada no Piauí, em 1770, que peticionou ao governador do Estado denunciando abusos, sendo sua carta considerada a primeira peça jurídica escrita por uma mulher no país.</p>
<p>Canal Gov: terça-feira (10), às 18h30.</p>
<h2>Redes Sociais</h2>
<p>Como forma de ampliar a visibilidade das ações pelo Dia Internacional da Mulher, a EBC dará destaque em suas redes sociais à programação especial exibida ao longo do mês de março nos veículos da instituição. Conteúdos temáticos exclusivos também serão produzidos e distribuídos, ampliando o alcance das mensagens e promovendo diálogo qualificado com diferentes públicos sobre a valorização das mulheres, a garantia de direitos e a construção de uma sociedade mais equitativa.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/ebc-e-seus-veiculos-apresentam-programacao-para-o-mes-da-mulher" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ebc-e-seus-veiculos-apresentam-programacao-para-o-mes-da-mulher/">EBC e seus veículos apresentam programação para o Mês da Mulher</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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