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		<title>Como a ditadura militar criou um império do ensino privado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 21:28:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1976, no auge da ditadura militar brasileira, um prédio construído com verba pública para ser uma escola da rede municipal de ensino &#8211; a Escola Politécnica de Foz do Iguaçu, no Paraná &#8211; foi entregue à iniciativa privada dias antes da inauguração. O beneficiário foi o Colégio Anglo-Americano, contratado pela Itaipu Binacional para educar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1976, no auge da ditadura militar brasileira, um prédio construído com verba pública para ser uma escola da rede municipal de ensino &#8211; a Escola Politécnica de Foz do Iguaçu, no Paraná &#8211; foi entregue à iniciativa privada dias antes da inauguração. O beneficiário foi o Colégio Anglo-Americano, contratado pela Itaipu Binacional para educar os filhos dos funcionários da hidrelétrica. O episódio marcou o nascimento de uma rede nacional de ensino particular sustentada, em grande parte, por recursos federais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Como-a-ditadura-militar-criou-um-imperio-do-ensino-privado.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O edifício da escola Politécnica tinha sido construído para ajudar a reduzir o déficit escolar em Foz do Iguaçu, que, na época, segundo relato do governo estadual à imprensa local, tinha 3 mil pessoas em idade escolar fora das salas de aula. </p>
<p>O professor aposentado da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) José Kuiava era o inspetor de ensino do município na ocasião e recorda o momento em quem recebeu a ordem de entregar as chaves da recém-construída escola para o dono do Colégio Anglo Americano, Ney Suassuna. “A ordem veio de Curitiba, via telefone, do diretor-geral da SEC [Secretaria de Educação] professor Ernesto Penauer, determinando que eu entregasse as chaves do prédio ao senhor Ney Suassuna”, lembra Kuiava. </p>
<p>Segundo ele, a situação gerou constrangimento: “eu já tinha dado na rádio, nas notícias dos jornais da inauguração do colégio, para que os alunos da região fossem atendidos lá. De repente tive que suspender tudo e dizer ‘olha, o colégio foi entregue nas mãos do Anglo-Americano, à disposição da Itaipu’”.</p>
<p>O contrato foi  assinado entre o Anglo-Americano, Itaipu e a Unicon, o consórcio de empreiteiras responsáveis pela construção da usina, em fevereiro de 1976. No acordo, as empreiteiras &#8211; remuneradas com recursos públicos de Itaipu &#8211; asseguravam o pagamento mínimo de 1.000 vagas. Mas no primeiro ano de funcionamento, o colégio tinha mais de 10 mil alunos matriculados. No auge das obras, chegou a ter mais de 14 mil estudantes. </p>
<p>Esta reportagem faz parte do projeto <em>Perdas e Danos</em>, o podcast da Radioagência Nacional que investiga a ditadura militar e que está na segunda temporada.</p>
<p>Mais detalhes sobre a política da ditadura que beneficiou uma escola privada em detrimento da rede pública de ensino estão no episódio 3 da 2ª Temporada: <em>Pedagogia do Privilégio</em>.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Como-a-ditadura-militar-criou-um-imperio-do-ensino-privado.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="FOTO DE ARQUIVO - Colégio Anglo-Americano, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Foto: Arquivo Nacional/Divulgação" title="Arquivo Nacional/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">Colégio Anglo-Americano, na zona sul do Rio de Janeiro &#8211; Foto: Arquivo Nacional/Divulgação</h6>
</p>
<h2>Galinha dos ovos de ouro</h2>
<p>O contrato com o Anglo-Americano fixava os valores das mensalidades que variavam de CR$ 300 a CR$ 500 (cruzeiro, a moeda então adotada pelo Brasil) a serem pagas por Itaipu, além do reajuste anual das mensalidades. Como referência, em 1975, a creche Casa da Criança, para crianças de baixa renda no Rio de Janeiro, cobrava uma mensalidade de CR$ 70. Diferente de outras escolas privadas, o Anglo-Americano não corria o risco de inadimplência. </p>
<p>Denise Sbardelotto, professora da Unioeste, estudou o projeto pedagógico de Itaipu e avaliou o contrato com o Anglo-Americano como desvantajoso para a administração pública.</p>
<p>“Itaipu e a Unicom constroem todos os prédios, toda a infraestrutura, desde carteiras, mobiliários, de coisas mais simples às mais complexas, como o material pedagógico, e entrega para o Anglo-Americano administrar, por muitos e muitos anos. E lucrar. Era uma galinha dos ovos de ouro”, conclui Denise.   </p>
<h2>Crescimento de 2.800%</h2>
<p>Até então, o Colégio Anglo-Americano era uma escola tradicional do Rio de Janeiro, com duas unidades na zona sul da capital fluminense. Depois de Itaipu, registrou um crescimento de 2.800%, considerado extraordinário pelo próprio dono da instituição, Ney Suassuna: “Eu fiquei pasmo de ver que era um mundo. O meu colégio no Rio tinha 500 alunos, o de lá tinha 14  mil”.</p>
<p>O Anglo-Americano foi comprado por Ney Suassuna cerca de um ano antes do contrato com Itaipu. Paraibano, o hoje suplente de senador e ex-ministro do governo Fernando Henrique Cardoso, fincou raízes no Rio de Janeiro ao trabalhar no Ministério do Planejamento, um dos mais poderosos do período ditatorial. Ele era assessor de ministros da pasta, entre eles Roberto Campos, figura central do regime autoritário. </p>
<h2>Ação entre amigos</h2>
<p>Segundo Ney Suassuna, o contrato foi firmado a partir de um encontro que ele solicitou com o então diretor-geral de Itaipu, general José Costa Cavalcanti. Os contatos políticos garantiram a reunião.</p>
<p>“Cheguei dizendo que era do Ministério do Planejamento, que tinha trabalhado com o ministro. Eu cheguei com o meu currículo na frente”, conta.</p>
<p>Além da confirmação do próprio Suassuna, não encontramos indícios de que houve um processo público para a contratação da empresa. Denise Sbardelotto também não achou nada que comprovasse um processo licitatório:</p>
<p>“Estive muitas vezes nos arquivos de Itaipu, busquei por todos os lugares, todas as fontes em Foz do Iguaçu, Câmara Municipal, e eu realmente não encontrei nenhum documento que garanta que foi licitação. Nós temos realmente um caso de escolha política arbitrária de um grupo educacional”, disse Sbardelotto.</p>
<h2>Ramo lucrativo </h2>
<p>O contrato abriu as portas de outras estatais para Ney Suassuna, como o contrato com a hidrelétrica de Tucuruí, no Pará, e com a Petrobras para atender famílias brasileiras no Iraque. O Anglo-Americano também ficou responsável por atender os filhos dos funcionários que trabalharam na construção de Itaipu no lado paraguaio. Os contratos turbinaram a empresa.</p>
<p>“De repente, eu tinha quase 50 mil alunos. Começou a crescer e eu comecei a fazer faculdades. Fiz nada mais, nada menos, do que faculdades desde o Rio Grande do Sul até a Paraíba. De tudo medicina, economia, direito, tudo”, lembra Suassuna.</p>
<p>Só seis anos depois do fim das obras de Itaipu, em 1988, o Anglo-Americano passou a receber alunos de fora da usina. Em 1990, repassou a escola mais simples para o Poder Municipal. E três anos depois começou a pagar o aluguel do prédio ocupado por quase 20 anos.</p>
<h2>Chuta-barros</h2>
<p>Reproduzindo uma lógica que permeou toda a obra de Itaipu, a estrutura educacional era diferente conforme a classe social. O Anglo-Americano era, na verdade, mais de um. Existiam duas unidades do colégio.</p>
<p>Existiam três vilas habitacionais para abrigar os funcionários de Itaipu e da Unicon, divididas conforme a posição dos trabalhadores na empresa. A vila A e B, onde viviam funcionários com melhores salários, eram atendidos por uma escola mais bem equipada. A unidade ficava em uma área arborizada da cidade e contava com biblioteca, laboratórios de química e física, hortas, fanfarra, área de exposições e auditório.</p>
<p>Já os filhos dos trabalhadores braçais moravam na Vila C e estudavam numa unidade feita de madeira pré-fabricada, 60 salas de aula, um ginásio e duas quadras descobertas.</p>
<p>Valdir Sessi estudou em ambas as escolas, pois a unidade melhor eventualmente recebia alunos da vila operária, e lembra que as desigualdades &#8211; e a diferença de tratamento &#8211; eram evidentes na sala de aula. </p>
<p>“A violência simbólica já definia. A roupa, o cabelo, o tênis, já denunciavam a classe social dentro do colégio, então não precisava ser um vidente para dizer quem era rico e quem era pobre. A professora não tinha dificuldade na aula para dirigir a palavra dela, entendeu? Tinha colega que usava a botina que o pai dava para ele quando já não dava mais para usar no canteiro de obra”, disse. </p>
<p>Em sua pesquisa, Denise Sbardelotto descobriu que havia um nome para os estudantes da escola mais simples, os chuta-barros. “Porque eles vinham com barro nas solas dos calçados”, explica. </p>
<p>Diferente da Vila A, que foi asfaltada antes, a Vila C, onde moravam os trabalhadores braçais, não tinha asfalto e a lama marcava os estudantes. </p>
<p>Denise conta que outra diferença mais profunda era o projeto pedagógico. Na ditadura, o ensino médio profissionalizante era obrigatório. No Anglo-Americano da Vila A, os cursos preparavam para o ensino superior. Já na Vila C, nem existia o segundo grau. </p>
<p>“Aos filhos dos trabalhadores mais subalternos, era destinada uma educação de primeiro grau e na sequência eles eram encaminhados para cursos profissionalizantes, no Senai ou qualquer outro curso ofertado nos centros comunitários. Alguns poucos que queriam fazer o segundo grau tinham que ir para Vila A. Aceitava-se [como alunos], mas eram os famosos chuta-barros”, conta Denise.</p>
<h2>Déficit educacional</h2>
<p>Para os moradores de Foz de Iguaçu, os problemas educacionais aumentaram. Quando Itaipu começou a ser construída, o município tinha apenas duas unidades de ensino de segundo grau, sendo uma de educação agrícola. </p>
<p>A partir da construção da hidrelétrica, a situação só se agravou. Para se ter uma ideia, em 10 anos, a população de  Foz de Iguaçu quadruplicou. Eram 34 mil habitantes em 1970, antes da construção da hidrelétrica. Saltou para 136 mil em 1980.</p>
<p>Para a construção da usina foram desapropriados 1,8 mil km², incluindo territórios indígenas, no Brasil e no Paraguai. Cerca de 40 mil pessoas foram retiradas de suas terras só no lado brasileiro. Nesse processo, Denise calcula que 95 escolas na região também foram por água abaixo.</p>
<p>Com o inchaço populacional, Foz do Iguaçu precisou reduzir a carga horária de todos os estudantes da rede pública para implantar um terceiro turno de aula no que seria o intervalo de almoço.</p>
<p>“Foi difícil, porque tinha um turno que era das 11h às 14h. Na hora do almoço”, lembra Kuiava.</p>
<p>Itaipu indenizou parte das escolas inundadas e investiu em projetos específicos para construir novas unidades, mas em número inferior às instituições fechadas. Denise Sbardelotto considera o investimento feito à época inexpressivo diante do montante direcionado ao Anglo-Americano.</p>
<p>“Algumas iniciativas pontuais de reforma de algumas escolas de periferia, rurais, algumas escolas em outros municípios nos arredores, mas eram reformas e ampliações muito ínfimas, muito inexpressivas, comparadas ao montante de recursos canalizados ao Anglo-Americano por muitos anos”.</p>
<h2>Outro lado</h2>
<p>Procuramos a Itaipu Binacional e perguntamos se o contrato com o Anglo-Americano era um acordo razoável, se seguiu boas práticas do setor público e se existiam registros do motivo que levou Itaipu a optar pela educação privada ao invés de estruturar a rede pública de ensino.</p>
<p>A empresa não respondeu diretamente as dúvidas, mas afirmou que a chegada de milhares de trabalhadores a Foz do Iguaçu exigiu a criação de infraestrutura inexistente, como moradias, hospital e o Anglo-Americano. E afirmou que havia qualidade de ensino.</p>
<p>“No Anglo-Americano, os filhos dos chamados barrageiros tinham acesso a uma educação integral, gratuita e inovadora para o período, que incluía, além das disciplinas tradicionais, atividades artísticas, culturais e de campo, apresentações de dança e teatro e sessões de cinema. Relatos de ex-alunos e professores indicam que esse modelo educacional contribuiu significativamente para a formação dos estudantes”, disse Itaipu em nota.</p>
<p>A nota também cita ações atuais para afirmar que o “apoio à educação permaneceu ao longo dos anos”.</p>
<p>“Como evidenciado pela atuação da Itaipu na mobilização para a instalação da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), em 2010&#8243;.</p>
<p>A íntegra da nota está na página do podcast.</p>
<p>Hoje, o Anglo-Americano de Foz do Iguaçu não pertence mais a Ney Suassuna. Entramos em contato com a instituição, mas não houve retorno. </p>
<p>Questionado sobre a escolha de Itaipu em direcionar os recursos públicos de educação para sua empresa, Ney Suassuna disse que o poder público não teria condições de estruturar a rede pública de ensino. “A cidade de Itaipu tinha muito pouca gente e não tinha os prédios, não tinha nada, não tinha outra forma a não ser essa. Não tinha a menor chance. Nem no municipal e nem tampouco no estadual. Em nenhum lugar, não tinha nada. Nós éramos os desbravadores”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/como-ditadura-militar-criou-um-imperio-do-ensino-privado" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Corregedoria investiga briga de policiais Civil e Militar em Manaus</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 13:18:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Corregedoria-Geral do Sistema de Segurança Pública do Amazonas investiga uma briga envolvendo policiais Civil e Militar. O caso ocorreu durante uma confusão no trânsito, nesta quinta-feira (16/04), no bairro Dom Pedro, zona Centro-Oeste de Manaus. De acordo com o Boletim de Ocorrência (BO) registrado pelo 1º Tenente Delgado, a briga teria começado na avenida [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Corregedoria-Geral do Sistema de Segurança Pública do Amazonas investiga uma briga envolvendo policiais Civil e Militar. O caso ocorreu durante uma confusão no trânsito, nesta quinta-feira (16/04), no bairro Dom Pedro, zona Centro-Oeste de Manaus.</p>
<p>De acordo com o Boletim de Ocorrência (BO) registrado pelo 1º Tenente Delgado, a briga teria começado na avenida Torquato Tapajós, nas proximidades da Pedragon, quando ele tentava mudar de faixa e teria sido impedido propositalmente por outro motorista, que foi identificado apenas como Pantoja e que seria investigador da Polícia Civil.</p>
<p>O tenente relata ainda que, ao chegar na unidade policial, passou a conversar com o investigador, mas a situação saiu do controle quando outros policiais civis, incluindo agentes da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), saíram armados e de forma agressiva, o cercaram e o agrediram com socos e tapas. Ele sofreu uma lesão no nariz e teve o celular quebrado durante a ação.</p>
<p>A Corregedoria informou que instaurou procedimento administrativo para apurar a conduta dos policiais e avaliar eventuais responsabilidades. </p>
<p>Em nota, tanto a Polícia Militar quando a Polícia Civil reforçaram o compromisso com a apuração rigorosa dos fatos e destacaram que não compactuam com comportamentos incompatíveis com a função desempenhada por agentes de segurança pública.</p>
<p>Confira a nota na íntegra;</p>
<p><em>As Polícias Civil e Militar do Amazonas informam que registraram uma ocorrência de desentendimento de trânsito envolvendo agentes de ambas as corporações.</em></p>
<p><em>Os envolvidos estão sendo ouvidos na Delegacia-Geral (DG), onde estão sendo adotados os procedimentos legais cabíveis para a devida apuração dos fatos. A Corregedoria-Geral do Sistema de Segurança do Amazonas também instaurará procedimento para apurar a conduta dos envolvidos.</em></p>
<p><em>As instituições reafirmam o compromisso com a apuração rigorosa da ocorrência e ressaltam, ainda, que não compactuam com comportamentos dessa natureza, sendo inadmissíveis atitudes incompatíveis com a função desempenhada por agentes de segurança pública.</em></p>
<p>Leia mais</p>
<p>VÍDEO: Lancha com passageiros perde controle e invade laranjal no interior do Amazonas</p>
<p>VÍDEO: Balsa se parte ao meio e afunda no Rio Amazonas durante comboio de cargas</p>
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		<title>Briga de trânsito termina em agressão entre policiais Civil e Militar em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 15:44:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um policial civil, ainda não identificado, é suspeito de encurralar um policial militar e agredir a vítima após uma briga de trânsito, na manhã desta quinta-feira (16), em Manaus. A confusão entre os dois terminou dentro da Delegacia Geral da Polícia Civil. De acordo com o relato do PM, a situação teve início quando ele [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um policial civil, ainda não identificado, é suspeito de encurralar um policial militar e agredir a vítima após uma briga de trânsito, na manhã desta quinta-feira (16), em Manaus. A confusão entre os dois terminou dentro da Delegacia Geral da Polícia Civil.</p>
<p>De acordo com o relato do PM, a situação teve início quando ele tentou mudar de faixa. Nesse momento, o outro condutor teria exibido uma arma de fogo dentro do veículo. Ao perceber que poderia se tratar de um policial, o militar afirmou que abriu o vidro, se identificou e tentou entender a situação.</p>
<p>Ainda segundo o PM, o motorista voltou a ultrapassar e fechou o carro dele. Diante disso, o policial desceu do veículo para pedir identificação, mas teria sido xingado. Ele então deu voz de prisão e acionou o Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops), solicitando apoio para realizar a abordagem.</p>
<p>O militar passou a acompanhar o carro e manteve contato com o Ciops durante o trajeto, a perseguição terminou quando o condutor entrou na área da Delegacia Geral. Já no local, o homem se identificou como investigador da Polícia Civil.</p>
<p>O PM afirma que, após a identificação, foi cercado por outros policiais civis que estavam na unidade, incluindo agentes da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core). Segundo ele, mesmo estando fardado, foi agredido com socos. Durante a ação, o celular que estava em suas mãos foi quebrado e ele sofreu um ferimento no nariz.</p>
<p>Ainda conforme o relato, viaturas da Polícia Militar chegaram a ser acionadas para dar apoio, mas teriam sido impedidas de entrar na delegacia. O policial permaneceu no local e aguardou a chegada de um delegado para registrar a ocorrência.</p>
<p>A equipe do Portal Em Tempo solicitou posicionamento da Polícia Civil e da Polícia Militar do Amazonas sobre o caso e as circunstâncias da ocorrência, mas até a publicação desta matéria não houve resposta das instituições.</p>
<p>Leia mais</p>
<p>Inscrições para concurso da Guarda Municipal de Manaus com mais de 500 vagas encerram hoje</p>
<p>Vídeo mostra carro ‘engolido’ por cratera em Manaus</p>
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		<title>Executivo da Nestlé contratou torturador na ditadura militar</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/executivo-da-nestle-contratou-torturador-na-ditadura-militar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 11:53:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O apoio empresarial à ditadura no Brasil começa a ser revelado. Uma das empresas que deixou pistas dos vínculos com o regime de opressão é a Nestlé. O episódio 2, chamado Caixa da segunda temporada do podcast Perdas e Danos conta a ligação entre a multinacional suíça e os porões da ditadura no Brasil. Comprovantes Apesar da atuação discreta, a gigante da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O apoio empresarial à ditadura no Brasil começa a ser revelado. Uma das empresas que deixou pistas dos vínculos com o regime de opressão é a Nestlé.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Executivo-da-Nestle-contratou-torturador-na-ditadura-militar.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O episódio 2, chamado Caixa da segunda temporada do podcast <em>Perdas e Danos</em> conta a ligação entre a multinacional suíça e os porões da ditadura no Brasil.</p>
<h2>Comprovantes</h2>
<p>Apesar da atuação discreta, a gigante da indústria alimentícia deixou pistas do apoio dado ao regime de opressão no Brasil.</p>
<p>Como as contribuições feitas em nome da empresa, pelo executivo Gualter Mano, para o IPES, o Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais, um <em>think tank</em> conservador formado por empresários e militares e que ajudou a preparar o terreno para o golpe de 1964.</p>
<p>O Arquivo Nacional guarda os comprovantes das contribuições da Nestlé para o clube golpista.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Executivo-da-Nestle-contratou-torturador-na-ditadura-militar.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo (SP), 09/04/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Registros das contribuições do então presidente da Nestlé Brasil, Gualter Mano, para o IPES.  Oswaldo Ballarin, Executivo da Nestlé e da Brown Boveri contratou torturador como relações públicas. Foto: Arquivo Nacional/Divulgação" title="Arquivo Nacional/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">Registros das contribuições do então presidente da Nestlé Brasil Gualter Mano, para o IPES. Foto: Arquivo Nacional/Divulgação</h6>
</p>
<p>Mas há outros indícios deixados pela empresa que revelam as relações com o regime opressor e que ligam a multinacional a OBAN, a Operação Bandeirantes, o maior aparato de tortura e morte do regime militar, uma estrutura clandestina que serviu de laboratório para implantação dos DOI-Codi pelo país afora. </p>
<p>A participação da Nestlé está no registrada na página 330 do Volume 2 do relatório final da Comissão Nacional da Verdade.</p>
<p>“Ficou conhecido o banquete organizado pelo ministro Delfim Netto no Clube São Paulo (&#8230;) durante o qual cada banqueiro, como Amador Aguiar (Bradesco) e Gastão Eduardo de Bueno Vidigal (Banco Mercantil de São Paulo), entre outros, doou o montante de 110 mil dólares para reforçar o caixa da Oban (&#8230;) Também colaboraram multinacionais como a Nestlé, General Eletric, Mercedes Benz, Siemens e Light”.</p>
<h2>O executivo versátil</h2>
<p>Um elo que até agora era pouco visível para os brasileiros tem nome e sobrenome: Oswaldo Ballarin. Pouco mais de um ano depois do jantar que garantiu o financiamento do aparato de tortura, Oswaldo Ballarin era o nome da Nestlé entre os empresários homenageados pelo chefe do Estado-Maior do II Exército, general Ernani Ayrosa, no final de 1970, pelo apoio à repressão. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1775822015_870_Executivo-da-Nestle-contratou-torturador-na-ditadura-militar.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo (SP), 09/04/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Oswaldo Ballarin, Executivo da Nestlé e da Brown Boveri contratou torturador como relações públicas. Frame: Nestle Boycott/Youtube" title="Nestle Boycott/Youtube"/></p>
<p><h6 class="meta"> Ballarin tenta isentar a Nestlé pela morte de bebês por causa do uso de leite em pó, durante audiência no Senado dos Estados Unidos, em 1978. Frame: Nestle Boycott/Youtube</h6>
</p>
<p>Ballarin fez carreira na Nestlé. Começou na empresa ainda jovem e chegou ao cargo de presidente executivo entre 1971 e 1978. O brasileiro tinha tanta influência na Nestlé que foi a pessoa escolhida para representar a multinacional numa audiência pública que aconteceu em 1978, no Senado dos Estados Unidos, justamente para investigar a agressiva estratégia de marketing para promoção do leite em pó para bebês.</p>
<p>A facilidade de trânsito de Oswaldo Ballarin pelos governos militares garantiu a ele postos elevados e simultâneos em outra multinacional suíça. Ao mesmo tempo que ocupava o cargo de presidente executivo da Nestlé, ele também era presidente da Brown Boveri, entre 1971 e 1979. </p>
<p>A Brown Boveri (hoje, Asea Brown Boveri &#8211; ABB) é uma empresa de automação e eletrificação que atuou em grandes obras no Brasil, do Bondinho do Pão de Açúcar, no começo do século passado, ao novíssimo polo de produção de hidrogênio verde em Pecém (CE), passando pela maior obra de engenharia dos militares, a Usina de Itaipu.</p>
<p>A empresa integrou o CIEM, o Consórcio Itaipu Eletromecânico, um consórcio formado por empresas europeias, encabeçado pela Siemens, e que venceu a concorrência para a construção de Itaipu. O consórcio é alvo de denúncias de corrupção, pagamento de propinas e de burlar regras do contrato como a nacionalização da produção. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1775822015_327_Executivo-da-Nestle-contratou-torturador-na-ditadura-militar.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo (SP), 09/04/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Turbina geradora de Itaipu. Oswaldo Ballarin, Executivo da Nestlé e da Brown Boveri contratou torturador como relações públicas. Foto: Memória de Eletricidade/Divulgação" title="Memória de Eletricidade/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">Turbina geradora de Itaipu: as turbinas foram fornecidas pelo consórcio CIEM, do qual a Brown Boveri fazia parte. Foto: Memória de Eletricidade/Divulgação</h6>
</p>
<h2>CIA</h2>
<p>É na versão de executivo do setor elétrico que foi possível encontrar os vínculos mais fortes de Oswaldo Ballarin com os porões da ditadura militar no Brasil. Ele é acusado de ter contratado os serviços de agência de relações públicas de fachada, a CIA (Consultores Industriais Associados).</p>
<p>Além de ter a mesma sigla do serviço de inteligência dos EUA, a CIA atuava, na verdade, na vigilância de trabalhadores, perseguição de desafetos e organizando vaquinhas para equipar os aparatos de tortura do Estado. </p>
<p>Quem desencavou essa história abrindo os arquivos da Brown Boveri, na Suíça, foi a pesquisadora Gabriella Lima, da Universidade de Lausanne. </p>
<p>“Eles [o CIEM] tinham uma porcentagem das encomendas que tinham que pagar para o cartel [de eletricidade] para financiar a luta contra a oposição (&#8230;) eles chamavam Fundo de Luta Contra a Oposição, e foi aí que surgiu a questão da CIA”.</p>
<p>Em meio à documentação a que teve acesso, estava a denúncia enviada por organizações de direitos humanos ao Conselho Federal Suíço, o governo central do país, em 20 de novembro de 1979.</p>
<p>Um conjunto de 16 documentos mostrando as relações do CIEM com a CIA, batizada nos documentos como “serviços de organizações de tortura disfarçadas”, “esquadrões da morte” e “especialistas em tortura”.</p>
<p>O diretor da CIA era Robert Lentz Plassing, expoente da extrema-direita, que organizava contribuições para o regime e é listado no relatório final da Comissão Nacional da Verdade como uma das 377 pessoas responsáveis por torturas e assassinatos durante a ditadura.</p>
<p>Plassing integrou o DOI-Codi do Rio de Janeiro, onde era chamado pelo nome de Samuca.</p>
</p>
<p>Em setembro de 1979, Jean Ziegler, que ocupava uma vaga no Conselho Nacional Suíço foi explícito ao acusar Ballarin e a Brown Boveri, mas não esqueceu das relações do executivo com a Nestlé. </p>
<p>“Oswaldo Ballarin, executivo da Nestlé e atual presidente da Brown-Boveri em São Paulo, admitiu ter transferido regularmente e substancialmente fundos da empresa entre 1963 e 1978 para a empresa Consultores Industriais Associados. Oswaldo Ballarin (e a Brown-Boveri) são, portanto, culpados de cumplicidade em homicídio premeditado”. </p>
<p>Ballarin morreu em 1999 afirmando que sua relação com o Samuca do DOI-Codi era restrita às atividades de relações públicas da CIA.  </p>
<h2>Investimento garantido </h2>
<p>Diferente da Brown Boveri, a Nestlé não permitiu o acesso de Gabriella Lima aos seus arquivos. </p>
<p>“Ela me recusou o acesso três vezes aos arquivos”, disse a pesquisadora.</p>
<p>Mas os números mostram que a empresa tem motivos para comemorar o período de opressão. </p>
<p>De 1971 a 1975, a rentabilidade da Nestlé no Brasil praticamente dobrou. Em pleno milagre econômico, o crescimento médio do Produto Interno Bruto (PIB), segundo o IBGE, estava na casa dos 9% ao ano.</p>
<p>O que para os padrões atuais é bem alto. Mas o faturamento da Nestlé conseguia ser ainda maior: na casa dos 12%, segundo levantamento feito por Antoinette Fredericq para o Centro Edelstein de Pesquisas Sociais.</p>
<h2>Dumping leite em pó</h2>
<p>Enquanto Ballarin era questionado no Senado dos EUA pela política da Nestlé de promover leite em pó, atrapalhando o aleitamento materno, aqui no Brasil o executivo tinha carta branca para dar “aulas” nas faculdades de medicina aos futuros médicos. </p>
<p>Marina Rea, pesquisadora e uma das fundadoras da Rede Internacional pelo Direito de Amamentar (Ibfan), assistiu alguma dessas “aulas”. </p>
<p>“O Ballarin deu aula na minha faculdade [a USP] sobre fórmulas infantis. Ele não era médico. Era um cara que financiava reuniões e, em troca, convidavam ele para lançar os novos produtos: ‘novas fórmulas que vamos lançar’. Terrível. Eu saí da faculdade sabendo mais prescrever fórmula infantil do que orientar o aleitamento materno.” </p>
<p>Em 1974, uma organização social da Inglaterra chamada War on Want publicou um relatório batizado como <em>The Baby Killer</em> (em tradução livre, Assassino de Bebês). E acusou as indústrias, começando pela Nestlé, de provocar a morte de crianças em países pobres.</p>
<p>Marina Rea explica qual era a estratégia da empresa no Brasil.</p>
<p>“A Nestlé utilizou promoções comerciais bastante efetivas no começo da vida. Uma fase muito grave, do ponto de vista fisiológico, para a amamentação ir pra frente ou não. As empresas sabem disso. No Brasil, o mais prevalente foi a entrada da Nestlé via dumping de leite em pó. Já que se você não disponibiliza, é claro que a mãe nem vai conhecer. E a outra forma foi entrar nas maternidades, buscando nos médicos um parceiro e entrar nas universidades era ótimo para isso”. </p>
<p>Hoje em dia, a empresa segue metida em controvérsia.</p>
<p>Em 2024, uma ONG suíça, a Public Eye, mostrou que produtos que a marca oferece para as crianças de países pobres são mais açucarados que os que vão para as crianças ricas, incluindo o Brasil.  </p>
<h2>Outro lado</h2>
<p>Sobre as denúncias envolvendo o consórcio CIEM, a direção da Itaipu informou em nota:</p>
<p>“A execução do projeto teve início em 1975, em um contexto marcado pela Ditadura Militar Brasileira, quando práticas autoritárias resultaram na sonegação de informações e em violações à dignidade humana e aos direitos fundamentais (&#8230;)  Atualmente, a Itaipu desenvolve iniciativas voltadas à promoção dos direitos humanos, com foco na igualdade de gênero, no fortalecimento de capacidades locais e na inserção dessas perspectivas na educação, além de incentivar a participação de mulheres em espaços de liderança e no desenvolvimento comunitário.&#8221;</p>
<p>A ABB, sobre as denúncias de corrupção e o financiamento da repressão, respondeu que “a Política de Direitos Humanos da ABB formaliza o compromisso da empresa e descreve a abordagem da ABB em relação à devida diligência em direitos humanos. Esperamos que nossos fornecedores respeitem os mesmos princípios e padrões internacionais de direitos humanos.  ABB adota uma política de tolerância zero em relação a comportamentos antiéticos, incluindo qualquer forma de suborno ou corrupção (&#8230;)”. </p>
<p>A respeito de ter apoiado a ditadura no Brasil, a Nestlé enviou a seguinte nota:</p>
<p>“A Nestlé reconhece a importância de que esse período continue sendo debatido, dada sua relevância e impacto na sociedade. A empresa não compactua com práticas de repressão, discriminação ou violações de direitos humanos. A Nestlé reafirma seu compromisso com a democracia, com o respeito à diversidade de opiniões e com a promoção da liberdade de expressão, bem como com o respeito aos direitos de seus colaboradores, parceiros, consumidores e da sociedade em geral”.</p>
<p>Questionada se, após 60 anos, a empresa estaria disposta a abrir os arquivos, a equipe do podcast não obteve resposta. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/executivo-da-nestle-contratou-torturador-na-ditadura-militar" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Colégio Militar reabre inscrição para candidatos com deficiência</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/colegio-militar-reabre-inscricao-para-candidatos-com-deficiencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 21:35:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Colégio Militar reabriu prazo de inscrições de candidatos com deficiência para o concurso público da instituição, em atendimento à recomendação do Ministério Público Federal (MPF).  São oferecidas 80 vagas para a carreira do magistério do ensino básico, técnico e tecnológico.  Os candidatos com deficiência poderão se inscrever até o próximo dia 6 de abril, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Colégio Militar reabriu prazo de inscrições de candidatos com deficiência para o concurso público da instituição, em atendimento à recomendação do Ministério Público Federal (MPF). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Colegio-Militar-reabre-inscricao-para-candidatos-com-deficiencia.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>São oferecidas 80 vagas para a carreira do magistério do ensino básico, técnico e tecnológico. </p>
<p>Os candidatos com deficiência poderão se inscrever até o próximo dia 6 de abril, por meio da plataforma eletrônica do concurso.</p>
<p>As 80 vagas do concurso nacional são destinadas a unidades de ensino em 13 unidades brasileiras: Belém, Brasília, Manaus, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Fortaleza, Belo Horizonte, Campo Grande, Curitiba, Porto Alegre, Juiz de Fora e Santa Maria.</p>
<h2>Igualdade comprometida</h2>
<p>A medida foi adotada após o MPF identificar falhas no edital, que comprometem a igualdade de condições do concurso. </p>
<p>Inicialmente, o Colégio Militar exigia a entrega presencial de documentos no Rio de Janeiro, o que, segundo o MPF, criava barreira institucional, logística e financeira desproporcional aos candidatos autodeclarados com eficiência, sobretudo aos que moram em regiões mais distantes.</p>
<p>Havia também a fixação de prazo reduzido para esse grupo de candidatos. Com a medida, a instituição restringiu o acesso aos candidatos que necessitam de maior acessibilidade.</p>
<p>No texto, o MPF destacou a importância da garantia de ações afirmativas para ampliar a inclusão social e a igualdade material de oportunidades. </p>
<p>“É necessário adotar medidas que eliminem barreiras estruturais e institucionais com a finalidade de assegurar condições reais de participação para grupos historicamente vulnerabilizados”, destacou a instituição.</p>
<p>Diante das irregularidades, o MPF decidiu pela reabertura do prazo de inscrição, além da substituição da entrega presencial de documentos por meios eletrônicos ou postais. Também foi recomendada ampla divulgação das alterações no edital, a fim de garantir transparência e alcance nacional das medidas.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/colegio-militar-reabre-inscricao-para-candidatos-com-deficiencia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Polícia procura suspeitos de envolvimento na morte de policial militar em Tefé</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/policia-procura-suspeitos-de-envolvimento-na-morte-de-policial-militar-em-tefe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 20:02:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) procura por seis pessoas envolvidas no homicídio do policial militar Ironei Nogueira Gonçalves, de 40 anos, e pede ajuda da população para localizar os suspeitos. O crime ocorreu no dia 12 de fevereiro deste ano, na região da Estrada da Emade, em Tefé, a 523 quilômetros de Manaus. Os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) procura por seis pessoas envolvidas no homicídio do policial militar Ironei Nogueira Gonçalves, de 40 anos, e pede ajuda da população para localizar os suspeitos. O crime ocorreu no dia 12 de fevereiro deste ano, na região da Estrada da Emade, em Tefé, a 523 quilômetros de Manaus.</p>
<p>Os investigados são Douglas Jorge da Silva; Elias Martins Fernandes, conhecido como “Elias Profeta”; Elias Roberto Situba da Silva; Hernan Martins Fernandes; Juciane Mendonça de Oliveira, chamada de “Ju”; e Nelson Gomes Pereira, o “Nelsão”.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Denúncias</h2>
<p>A polícia solicita que qualquer informação sobre o paradeiro dos suspeitos seja repassada pelos números (97) 98426-1022, da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Tefé; 197 e (92) 3667-7575, da Polícia Civil; ou 181, da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM).</p>
<p>A identidade do denunciante será mantida em sigilo.</p>
<p>LEIA MAIS:</p>
<p>Vídeo: criminosos são presos em flagrante vendendo drogas em Tefé (AM)</p>
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		<item>
		<title>RJ: coronel Sylvio Ciuffo Guerra é novo secretário de Polícia Militar</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/rj-coronel-sylvio-ciuffo-guerra-e-novo-secretario-de-policia-militar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 15:08:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governador Cláudio Castro nomeou o coronel Sylvio Ricardo Ciuffo Guerra como novo secretário de Polícia Militar (PM), em substituição ao coronel Marcelo de Menezes, que deixa o cargo em razão da desincompatibilização para disputar as eleições deste ano. A decisão foi publicada em edição extraordinária do Diário Oficial dessa sexta-feira (20). “Quero agradecer ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governador Cláudio Castro nomeou o coronel Sylvio Ricardo Ciuffo Guerra como novo secretário de Polícia Militar (PM), em substituição ao coronel Marcelo de Menezes, que deixa o cargo em razão da desincompatibilização para disputar as eleições deste ano. A decisão foi publicada em edição extraordinária do <em>Diário Oficial </em>dessa sexta-feira (20).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/RJ-coronel-Sylvio-Ciuffo-Guerra-e-novo-secretario-de-Policia.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Quero agradecer ao coronel Marcelo de Menezes pelo trabalho ao longo desses anos e por combater duramente o crime organizado no Rio de Janeiro”, disse Cláudio Castro.</p>
<p>O coronel Menezes foi um dos comandantes da Operação Contenção, em outubro do ano passado, nos complexos da Penha e do Alemão, que resultou na morte de 122 pessoas, entre elas cinco policiais cis e militares.</p>
<p>Sylvio Ciuffo Guerra, de 57 anos, ingressou na PM há 34 anos e tem formação em cursos nas áreas militar e de segurança pública. Atualmente, exercia o cargo de subsecretário de Comando e Controle da corporação, responsável pela gestão do aparato tecnológico de segurança.</p>
<h2>Interinos efetivados</h2>
<p>Além da nomeação do novo secretário de Polícia Militar, o governador efetivou os secretários interinos Felipe da Costa Brasil, na Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Deodônio Cândido de Macedo Neto, no Desenvolvimento Regional do Interior, Pesca e Agricultura Familiar e Rodrigo Dantas Scorzelli na Secretaria de Esporte e Lazer.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-03/rj-coronel-sylvio-ciuffo-guerra-e-novo-secretario-de-policia-militar" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/rj-coronel-sylvio-ciuffo-guerra-e-novo-secretario-de-policia-militar/">RJ: coronel Sylvio Ciuffo Guerra é novo secretário de Polícia Militar</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Formação militar: fixadas vagas para negros, indígenas e quilombolas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/formacao-militar-fixadas-vagas-para-negros-indigenas-e-quilombolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 11:44:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Defesa publica na edição desta quarta-feira (18) do Diário Oficial da União portaria que fixa reserva de vagas a pessoas negras, indígenas e quilombolas em concursos para escolas de formação de militares e nos processos seletivos simplificados para prestação do serviço militar temporário de voluntários. A Portaria GM-MD nº 1.286/2026 determina os seguintes percentuais de vagas: [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Defesa publica na edição desta quarta-feira (18) do Diário Oficial da União portaria que fixa reserva de vagas a pessoas negras, indígenas e quilombolas em concursos para escolas de formação de militares e nos processos seletivos simplificados para prestação do serviço militar temporário de voluntários.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Formacao-militar-fixadas-vagas-para-negros-indigenas-e-quilombolas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Portaria GM-MD nº 1.286/2026 determina os seguintes percentuais de vagas:</p>
<ul>
<li>25% do total de vagas para pessoas negras;</li>
<li>3% do total de vagas para indígenas; e</li>
<li>2% do total de vagas para quilombolas.</li>
</ul>
<p>De acordo com o texto, na hipótese de não haver candidatos quilombolas em número suficiente, as vagas remanescentes serão revertidas para as pessoas indígenas e vice-versa.</p>
<p>A autodeclaração dos candidatos será confirmada mediante confirmação de dados complementares. </p>
<p>No caso de indígenas, poderão ser exigidos, de acordo como edital, comprovantes de habitação em comunidades indígenas; documentos expedidos por escolas indígenas, por órgãos de saúde indígena ou ainda pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).</p>
<p>Em relação aos quilombolas, é preciso apresentar declaração que comprove o pertencimento étnico do candidato, assinada por três lideranças ligadas à associação da comunidade, além de certificação da Fundação Cultural Palmares que reconheça como quilombola tal comunidade.</p>
<h2>Recursos</h2>
<p>Segundo a portaria, os editais dos concursos deverão prever a criação de comissões recursais. </p>
<p>Esses grupos serão formados por três integrantes distintos dos membros da comissão de confirmação complementar à autodeclaração.</p>
<p>Serão consideradas nas decisões:</p>
<ol>
<li>a filmagem do procedimento; para fins de confirmação complementar à autodeclaração, no caso de pessoa candidata negra;</li>
<li>os documentos apresentados, no caso das pessoas candidatas indígenas e quilombolas;</li>
<li>o parecer emitido pela comissão de confirmação complementar à autodeclaração;</li>
<li>o conteúdo do recurso elaborado pelo candidato.<br /> </li>
</ol>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/formacao-militar-fixadas-vagas-para-negros-indigenas-e-quilombolas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Voluntárias ingressam no serviço militar inicial feminino</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/voluntarias-ingressam-no-servico-militar-inicial-feminino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 16:16:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[feminino]]></category>
		<category><![CDATA[ingressam]]></category>
		<category><![CDATA[inicial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após passarem pelo processo de recrutamento, mulheres ingressam pela primeira vez, de forma conjunta e voluntária, nas Forças Armadas por meio do serviço militar inicial feminino. A previsão do Ministério da Defesa é que, ao longo de 2026, 1.467 mulheres prestem o serviço militar em 13 estados e no Distrito Federal, sendo 1.010 no Exército, 300 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após passarem pelo processo de recrutamento, mulheres ingressam pela primeira vez, de forma conjunta e voluntária, nas Forças Armadas por meio do serviço militar inicial feminino.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Voluntarias-ingressam-no-servico-militar-inicial-feminino.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A previsão do Ministério da Defesa é que, ao longo de 2026, 1.467 mulheres prestem o serviço militar em 13 estados e no Distrito Federal, sendo 1.010 no Exército, 300 na Força Aérea e 157 na Marinha. Segundo a pasta, ela serão distribuídas em um total de 51 municípios brasileiros.</p>
<p>Durante cerimônia no Comando Militar do Planalto, em Brasília, nesta segunda-feira (2), o ministro da Defesa, José Múcio, lembrou que, atualmente, mulheres ocupam cargos de comando nas Forças Armadas, desempenhando missões de paz no exterior, concorrendo e ascendendo a postos de oficiais generais.</p>
<p>“Isso representa a natural evolução institucional, uma tendência global. Há poucos anos, as mulheres passaram também a ingressar nas escolas militares, como alunas, guardas-marinhas ou cadetes”, disse.</p>
<p>Segundo Múcio, as mulheres representam cerca de 10% dos efetivos militares no país, somando mais de 37 mil profissionais nas Forças Armadas, em segmentos específicos como combatentes, dentistas, enfermeiras, médicas, professoras e outras funções técnicas.</p>
<p>“O ingresso feminino no serviço militar inicial também se alinha aos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil no âmbito da Agenda Mulheres, Paz e Segurança das Nações Unidas, fortalecendo nossa credibilidade e interoperabilidade em missões internacionais, além de promover maior capacidade de inovação, adaptabilidade e legitimidade social.”</p>
<p>Ao se dirigir diretamente às mulheres incorporadas, o ministro concluiu: “Saibam que vocês fazem história. O ato de voluntarismo representa a bravura da mulher brasileira. A sobriedade e a maturidade que demonstram ao optar por este caminho de sacrifícios e dedicação também faz aumentar, no seio da sociedade, a percepção de igualdade de oportunidades e de responsabilidades”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/voluntarias-ingressam-no-servico-militar-inicial-feminino" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Seleção complementar do serviço militar feminino termina nesta sexta</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/selecao-complementar-do-servico-militar-feminino-termina-nesta-sexta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 18:39:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[complementar]]></category>
		<category><![CDATA[feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Militar]]></category>
		<category><![CDATA[nesta]]></category>
		<category><![CDATA[seleção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As mulheres com 18 anos de todo o país que foram selecionadas para o Serviço Militar Inicial Voluntário Feminino 2025 precisam comparecer até sexta-feira (20) para passar pelos procedimentos da seleção complementar. Cada candidata deve acompanhar o site oficial do alistamento para saber o dia e o local exatos da unidade de uma das três forças armadas em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As mulheres com 18 anos de todo o país que foram selecionadas para o Serviço Militar Inicial Voluntário Feminino 2025 precisam comparecer até sexta-feira (20) para passar pelos procedimentos da seleção complementar.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Selecao-complementar-do-servico-militar-feminino-termina-nesta-sexta.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Cada candidata deve acompanhar o site oficial do alistamento para saber o dia e o local exatos da unidade de uma das três forças armadas em que deve comparecer. O acesso deve ser feito por meio da plataforma Gov.br.</p>
<p>No local, serão avaliados requisitos considerados básicos para a formação militar, por meio da realização de exames clínicos e entrevistas complementares, bem como análise do preparo físico das candidatas.</p>
<p>Esta é a quarta e última fase antes da entrada oficial das selecionadas na vida militar, processo que é realizado pela segunda vez na história.</p>
<h2>Incorporação</h2>
<p>Os homens e as mulheres incorporados após o alistamento não terão estabilidade no serviço militar.</p>
<p>Neste ano, a incorporação das militares ocorrerá em dois momentos: de 2 a 6 de março e de 3 a 7 de agosto.</p>
<p>Na Marinha, as militares ingressarão como marinheiro-recruta; já no Exército e na Força Aérea, como soldado, tendo os mesmos direitos e deveres dos homens.</p>
<h2>Vagas no serviço militar</h2>
<p>Inicialmente, em 2026, são oferecidas às mulheres voluntárias 1.467 vagas, sendo 157 para a Marinha, 1.010 para o Exército e 300 para a Força Aérea.</p>
<p>As oportunidades estão distribuídas em 51 municípios, abrangendo unidades militares das três Forças em 13 estados, além do Distrito Federal.</p>
<p>Em 2025, cerca de 34 mil mulheres voluntárias se inscreveram para o recrutamento.</p>
<p>O alistamento masculino é obrigatório para quem completa 18 anos. Em 2025, foram 1.029.323 homens alistados.</p>
<p>Historicamente, as mulheres entravam nas Forças Armadas apenas por concursos para sargentos ou oficiais (nível técnico ou superior). Desde 2025, elas podem entrar como recrutas, na base das três forças armadas.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/selecao-complementar-para-servico-militar-feminino-termina-sexta-feira" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/selecao-complementar-do-servico-militar-feminino-termina-nesta-sexta/">Seleção complementar do serviço militar feminino termina nesta sexta</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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