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	<title>ministros Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>ministros Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Durigan e ministros do STF discutem pautas-bomba do Congresso</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/durigan-e-ministros-do-stf-discutem-pautas-bomba-do-congresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 01:24:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Dario Durigan, se reuniu nesta quarta-feira (17) com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para tratar da aprovação de matérias de grande impacto fiscal pelo Congresso, as chamadas pautas-bombas.  Durigan se encontrou com o presidente da Corte, Edson Fachin, e o ministro Gilmar Mendes.  Durante as reuniões,  o ministro demonstrou preocupação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Dario Durigan, se reuniu nesta quarta-feira (17) com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para tratar da aprovação de matérias de grande impacto fiscal pelo Congresso, as chamadas pautas-bombas. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Durigan-e-ministros-do-STF-discutem-pautas-bomba-do-Congresso.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Durigan se encontrou com o presidente da Corte, Edson Fachin, e o ministro Gilmar Mendes. </p>
<p>Durante as reuniões,  o ministro demonstrou preocupação com aprovação das matérias e foi informado pelos ministros que a Corte estuda a aprovação de uma súmula para padronizar o entendimento sobre a necessidade de indicação de estudos de impacto fiscal para que as pautas-bomba sejam consideradas constitucionais pelo tribunal. </p>
<p>Segundo Durigan, os ministros sinalizaram que a súmula deverá estabelecer condições mínimas para a aprovação de matérias com grande impacto fiscal. </p>
<p>“Fui informado por eles que há uma proposta de súmula debatida pelo Supremo e eu disse que, do ponto de vista da Fazenda, seria muito importante que o Supremo avançasse neste tema para que a gente tivesse esse respaldo”, afirmou. </p>
<p>O ministro da Fazenda também ressaltou que a Corte já derrubou a desoneração da folha de pagamento aprovada pelo Congresso sem a devida compensação financeira. Mais tarde, um acordo entre o governo federal e os parlamentares permitiu a retomada gradual da cobrança dos impostos. </p>
<p>“Essas condições básicas de possibilidade fiscal. É isso que tenho dividido com o Supremo, essa preocupação que eu tenho, que não é necessariamente para mim. Várias dessas medidas não afetam esse ano, mas podem comprometer o futuro do país e o futuro da estabilidade fiscal”, completou. </p>
<p>Na semana passada, o Senado aprovou uma “pauta-bomba”, que pode ter grande impacto nas contas do governo federal.</p>
<p>Os senadores autorizaram a renegociação de dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos e geopolíticos, como a guerra no Irã.</p>
<p>O impacto da aprovação pode chegar a R$ 140 bilhões em dez anos. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-06/durigan-e-ministros-do-stf-discutem-pautas-bomba-do-congresso" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Durgan e ministros do STF discutem pautas-bomba do Congresso</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/durgan-e-ministros-do-stf-discutem-pautas-bomba-do-congresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 00:51:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Dario Durigan, se reuniu nesta quarta-feira (17) com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para tratar da aprovação de matérias de grande impacto fiscal pelo Congresso, as chamadas pautas-bombas.  Durigan se encontrou com o presidente da Corte, Edson Fachin, e o ministro Gilmar Mendes.  Durante as reuniões,  o ministro demonstrou preocupação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Dario Durigan, se reuniu nesta quarta-feira (17) com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para tratar da aprovação de matérias de grande impacto fiscal pelo Congresso, as chamadas pautas-bombas. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Durgan-e-ministros-do-STF-discutem-pautas-bomba-do-Congresso.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Durigan se encontrou com o presidente da Corte, Edson Fachin, e o ministro Gilmar Mendes. </p>
<p>Durante as reuniões,  o ministro demonstrou preocupação com aprovação das matérias e foi informado pelos ministros que a Corte estuda a aprovação de uma súmula para padronizar o entendimento sobre a necessidade de indicação de estudos de impacto fiscal para que as pautas-bomba sejam consideradas constitucionais pelo tribunal. </p>
<p>Segundo Durigan, os ministros sinalizaram que a súmula deverá estabelecer condições mínimas para a aprovação de matérias com grande impacto fiscal. </p>
<p>“Fui informado por eles que há uma proposta de súmula debatida pelo Supremo e eu disse que, do ponto de vista da Fazenda, seria muito importante que o Supremo avançasse neste tema para que a gente tivesse esse respaldo”, afirmou. </p>
<p>O ministro da Fazenda também ressaltou que a Corte já derrubou a desoneração da folha de pagamento aprovada pelo Congresso sem a devida compensação financeira. Mais tarde, um acordo entre o governo federal e os parlamentares permitiu a retomada gradual da cobrança dos impostos. </p>
<p>“Essas condições básicas de possibilidade fiscal. É isso que tenho dividido com o Supremo, essa preocupação que eu tenho, que não é necessariamente para mim. Várias dessas medidas não afetam esse ano, mas podem comprometer o futuro do país e o futuro da estabilidade fiscal”, completou. </p>
<p>Na semana passada, o Senado aprovou uma “pauta-bomba”, que pode ter grande impacto nas contas do governo federal.</p>
<p>Os senadores autorizaram a renegociação de dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos e geopolíticos, como a guerra no Irã.</p>
<p>O impacto da aprovação pode chegar a R$ 140 bilhões em dez anos. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-06/durgan-e-ministros-do-stf-discutem-pautas-bomba-do-congresso" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Wilson Lima defende que ministros do STF sejam passíveis de processos de impeachment </title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/wilson-lima-defende-que-ministros-do-stf-sejam-passiveis-de-processos-de-impeachment/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:51:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ex-governador Wilson Lima (União Brasil), polemizou nesta terça-feira (9), e defendeu que ministros do STF sejam alvo de processos de impeachment, o que forçaria uma mudança na Lei. O pré-candidato ao Senado apontou que a Suprema Corte precisa ser enquadrada da mesma forma que políticos. “O prefeito pode ser cassado, o governador, o presidente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O ex-governador Wilson Lima (União Brasil),  polemizou nesta terça-feira (9),  e defendeu que ministros do STF sejam alvo de processos de impeachment, o que forçaria uma mudança na Lei. O  pré-candidato ao Senado apontou que a Suprema Corte precisa ser enquadrada da mesma forma que políticos. </p>
<p class="wp-block-paragraph">“O prefeito pode ser cassado, o governador, o presidente da República, por que o ministro também não pode ser impeachmado?”, disse, falando em entrevista para a Rádio Difusora.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A pauta é uma das teses bolsonaristas mais debatidas nos últimos anos. Wilson, que se declara bolsonarista, foi além. “Por que ele não pode ser avaliado, perguntado e questionado sobre o comportamento dele? Não tenha a menor dúvida de que, se o ministro cometeu o crime, está provado, ele tem que ser afastado, ele tem que ser cassado e não tenha dúvida sobre o meu posicionamento com relação a isso”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Durante seu Governo, Wilson foi levado ao STJ, investigado por supostas fraudes em contratos na pandemia. Chegou a ter um pedido de prisão feito pela Polícia Federal avaliado e negado. Acabou reeleito, mas saiu nos minutos finais do prazo eleitoral para se pré-candidatar ao Senado. </p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS: Flávio Dino chama vídeos de Salazar contra David Almeida de ‘bizarrices e grosserias’</p>
<p class="wp-block-paragraph">POLÊMICA NO SENADO </p>
<p class="wp-block-paragraph">Durante a sessão do Plenário ano passado, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, criticou a decisão monocrática do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes de suspender trechos da Lei do Impeachment, também conhecida como Lei dos Crimes de Responsabilidade (Lei 1.079, de 1950).</p>
<p class="wp-block-paragraph">— A decisão judicial vai de encontro ao que está claramente previsto na Lei 1.079, de 1950, que assegura a qualquer cidadão o direito de propor um processo por crime de responsabilidade. Essa foi uma escolha do legislador e, independentemente de concordarmos ou não com ela, precisa ser respeitada. Eventuais abusos no uso desse direito não podem levar à anulação desse comando legal, muito menos, repito, muito menos por meio de uma decisão judicial. Somente uma alteração legislativa seria capaz de rever os conceitos puramente legais, sob pena de grave ofensa constitucional à separação dos Poderes — afirmou Davi.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Gilmar Mendes entende que a Constituição de 1988 não recepcionou alguns dispositivos da Lei do Impeachment. Ele determinou que apenas o Procurador-Geral da República poderia propor impeachment de ministros do STF, restringindo o direito para qualquer cidadão previsto na lei de 1950. Mas a decisão ainda passará pelo Plenário do STF.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Davi Alcolumbre ressaltou a importância do respeito recíproco entre Judiciário e Legislativo e declarou que qualquer alteração legislativa só pode ser feita pelo Congresso Nacional. Ele também mencionou a tramitação de projetos sobre crimes de responsabilidade e sobre a limitação de decisões monocráticas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">— Tenham certeza de que não me falta coragem para fazer o que for necessário para proteger o Poder Legislativo brasileiro. Eu busco a moderação, eu busco a pacificação, eu busco o diálogo institucional, mas todos aqueles que tentarem usurpar as prerrogativas do Senado Federal a qualquer instante terão um presidente do Congresso que vai à frente para defender a legitimidade do voto popular, porque o que nos trouxe aqui foi o sufrágio das urnas. E é para essas urnas que nós devemos satisfação.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Reação</h3>
<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Senado informou que fará uma reunião com as lideranças partidárias para analisar a votação de um novo marco legal para os crimes de responsabilidade. Ele ressaltou que suas declarações têm o objetivo de defender o Poder Legislativo e registrou que o Senado tem “profundo respeito institucional ao Supremo Tribunal Federal”. Também cobrou reciprocidade e respeito do Judiciário às prerrogativas constitucionais do Legislativo e à legitimidade das decisões do Parlamento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">— Igualmente relevante é reconhecer que as prerrogativas do Poder Legislativo são conquistas históricas e fundamentais para a sociedade, e que a eventual frustração desses direitos sempre merecerá pronta afirmação aqui no Senado Federal, instância legítima de defesa dessas garantias se preciso for, inclusive com a sua positivação na nossa Constituição Federal, por meio do seu emendamento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além de anunciar que o Senado poderá votar um novo marco legal para processos de impeachment, Davi também disse que colocará em votação um projeto que limita as decisões monocráticas do STF. Ele acrescentou que o Congresso “está atento e tomando as providências para que o aprimoramento legislativo aconteça, sabedor de que o exercício do seu direito de decidir ou de não decidir está amparado na vontade do povo, que elege os seus membros, exatamente como deve ser numa democracia”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">— Eu vou, na condição de presidente do Senado Federal, convocar uma reunião com as lideranças partidárias para que a gente possa, dentro das nossas prerrogativas institucionais, avaliar todos os projetos que estão em tramitação no Senado. Não adianta também nós escolhermos 20 projetos. Eu peço compreensão para que a gente possa fazer uma reunião do Colégio de Líderes, com a participação da maioria expressiva dos senadores, para que a gente possa pegar todas as agendas que estão paralisadas no Plenário ou nas comissões do Senado, aquelas que tenham convergência com a maioria, e, respeitando aqueles que pensam o contrário, colocarmos as matérias para deliberação nas devidas comissões temáticas ou no Plenário do Senado.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Apoio</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Ao menos 20 senadores apoiaram o pronunciamento do presidente do Senado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), endossou a posição de Davi, enfatizando que a decisão de Gilmar Mendes rompe o equilíbrio constitucional entre os Poderes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">— O sistema de pesos e contrapesos do Estado democrático de Direito está sendo rompido e rasgado — protestou Braga. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, destacou o que chamou de “invasões de prerrogativas” do Judiciário e alertou para a necessidade de reafirmação do Senado como representante da federação e do povo. Ele citou editoriais de jornais que criticam o ativismo do STF e questionou a moralidade de decisões que permitem que familiares de ministros atuem em processos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">— Todos […] são iguais, porém alguns são mais iguais que outros — criticou Marinho.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Omar Aziz (PSD-AM) reforçou que, apesar das divergências, todos os senadores convergem na defesa das prerrogativas da Casa. Ele criticou a decisão liminar de Gilmar Mendes e afirmou que o Senado é o único órgão capaz de fiscalizar o STF. O parlamentar também salientou que o respeito à Casa deve começar internamente.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Sergio Moro (União-PR) criticou a decisão monocrática, argumentando que ela cria imunidade para o STF e frisando que todos devem estar sujeitos às leis. Ao apontar a diferença entre “ministros e imperadores”, ele defendeu a restauração do equilíbrio entre os Poderes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">— Precisamos ter de volta 11 ministros do Supremo, e não 11 imperadores do Brasil.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Equilíbrio dos Poderes</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Ao apoiar os discursos dos colegas, Alan Rick (Republicanos-AC) reiterou que a decisão de Gilmar Mendes restringe direitos constitucionais de cidadãos e compromete o equilíbrio entre os Poderes, prejudicando a autonomia do Senado e o controle democrático sobre o Judiciário.</p>
<p class="wp-block-paragraph">— Nenhuma instituição republicana pode ser imune à fiscalização: nem o Executivo, nem o Legislativo nem o Judiciário. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Damares Alves (Republicanos-DF) disse que a sociedade espera uma reação do Senado. Ao criticar a decisão de Gilmar Mendes, ela afirmou que a Casa não pode se acovardar diante da situação e precisa mostrar força institucional.</p>
<p class="wp-block-paragraph">— O Brasil está esperando, porque há uma instabilidade causada na sociedade por essa decisão. O povo está dizendo o seguinte: “Estão debochando do Senado; estão rindo do Senado”. E esta Casa tem de ser respeitada.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Prerrogativas legislativas</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Ao argumentar que o Congresso sempre busca o diálogo, Mecias de Jesus (Republicanos-RR) criticou as interferências do STF sobre prerrogativas do Legislativo. Ele sugeriu ampliar o número de ministros do Supremo e incluir vagas indicadas pelo Congresso, defendendo maior controle sobre a Corte.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Dr. Hiran (PP-RR), por sua vez, protestou contra os partidos que recorrem ao STF após perderem votações no Congresso, o que, segundo ele, contribui para o protagonismo do Judiciário. Ele citou como exemplo o projeto do marco temporal, cuja tramitação foi suspensa pelo Supremo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">— Precisamos fazer sabe o quê, presidente [Davi Alcolumbre]? Convoque o mais rapidamente possível uma reunião de líderes para que a gente delibere  sobre todas as propostas que têm como finalidade restaurar o Estado democrático de Direito e as nossas prerrogativas aqui no Senado da República.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Qualquer cidadão</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP) ressaltou que nenhuma democracia subsiste se o princípio da separação e independência dos Poderes não for respeitado, “por quem quer que seja”. Ele lembrou que, segundo a Constituição, qualquer cidadão pode pedir o impeachment do presidente da República. </p>
<p class="wp-block-paragraph">— Ora, se do mais alto mandatário da nação pode ser pedido o impeachment, por qualquer cidadão, não me parece republicano, não é constitucional, não é consoante ao mandamento do parágrafo único do artigo 1º da Constituição, que diz que todo poder emana do povo ou dos seus representantes, que alguma outra autoridade, inclusive aquelas que foram sabatinadas pelos representantes do povo e que são votadas pelos representantes do povo, tenha que ter um foro especial para a oferta de qualquer denúncia sobre ela.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Ativismo judicial</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Para Flávio Bolsonaro (PL-RJ), decisões como a de Gilmar Mendes são “abusos judiciais” que vêm sendo tolerados há anos e agora atingem o próprio Senado. Ele criticou a mudança de precedentes e interpretações legais. De acordo com o senador, decisões do Supremo têm restringido competências do Senado e alterado leis e entendimentos para favorecer certas partes, o que configura, na visão dele, ativismo judicial e “lawfare” institucional (quando, por exemplo, a aplicação das leis é distorcida para fins políticos). </p>
<p class="wp-block-paragraph">— Agora a vítima não é mais um CPF, a vítima é um CNPJ. A vítima é um Poder da República, um dos pilares da democracia. (…) E, hoje, o Senado está sendo “internado”. Várias pessoas foram “internadas”, acusadas de serem golpistas, acusadas de cometerem crimes, e agora o próprio Senado é vítima desse lawfare, desse ativismo judicial. Essa é a verdade nua e crua. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Plínio Valério (PSDB-AM) destacou a necessidade de ouvir o povo. E fez uma alerta: ignorar esses sinais resulta em instabilidade. Para ele, o Senado tem pregado a paz enquanto sofre ataques e deveria se preparar para a guerra institucional. Plínio enfatizou que, como senador, representa quase um milhão de amazonenses e não poderia se omitir na defesa da liberdade e das prerrogativas do Legislativo.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Blindagem</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Tereza Cristina (PP-MS) avaliou que a decisão de Gilmar Mendes é um ato contra o Senado e contra a Constituição.</p>
<p class="wp-block-paragraph">— Nós precisamos reagir, mas reagir com serenidade, com firmeza, reagir dentro dos preceitos da nossa Constituição, que nos guia. Nada de agir com o fígado, nada de tratar as coisas com o fígado. Talvez esteja na hora de o Supremo voltar um pouco para dentro da missão que é dele, interferindo menos na política e tratando melhor a Constituição. E nós aqui trabalhando com a política, que é o nosso papel, representando aqueles que nos trouxeram até aqui, com firmeza, mas com ações, ações firmes e com frieza para resolver o que é melhor para este Senado Federal e para o Brasil. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Otto Alencar (PSD-BA) afirmou que o Senado pode aprovar “as matérias necessárias para inibir, coibir, para não permitir mais ações dessa natureza”. Presidente da CCJ, Otto frisou que a decisão é uma blindagem do STF.</p>
<p class="wp-block-paragraph">— Neste momento e neste caso, eles atropelaram, eles foram ao arrepio da lei, sem dar a devida consideração ao Senado Federal e a Vossa Excelência [dirigindo-se a Davi Alcolumbre], que é o nosso presidente, votado por todos nós e que tem o nosso apoio integral.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo Wilson Lima, o fato de prefeitos, governadores e presidentes da República poderem sofrer impeachment demonstra que ministros do Supremo também devem estar sujeitos a mecanismos de controle.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Desgaste</p>
<p class="wp-block-paragraph">A declaração ocorre em um momento em que o Supremo enfrenta uma deterioração de sua imagem junto à opinião pública. Pesquisas recentes da Genial/Quaest apontaram que 55% dos brasileiros dizem não confiar na Corte, enquanto 39% afirmam confiar, o menor índice desde 2023.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Levantamento do Datafolha realizado em março já mostrava que a desconfiança em relação ao STF era recorde: 43% dos brasileiros afirmavam não confiar na Corte.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Apesar da queda na confiança, levantamento do Datafolha revelou que a maioria dos entrevistados considera o Supremo uma instituição essencial para a democracia, embora também avalie que os ministros concentram poder excessivo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Bandeira política</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, críticas ao STF passaram a ocupar espaço central no discurso de lideranças políticas, especialmente entre nomes ligados à direita. Propostas de impeachment de ministros, limitação de mandatos e mudanças no funcionamento da Corte ganharam força no Congresso e nas campanhas eleitorais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ao se posicionar sobre o tema, Wilson Lima se insere em um debate nacional que opõe, de um lado, aqueles que defendem maior controle sobre os ministros e, de outro, os que argumentam que medidas desse tipo podem comprometer a independência do Judiciário.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A discussão deve ganhar ainda mais espaço nas eleições de 2026, quando a disputa por vagas no Senado poderá influenciar diretamente a correlação de forças em torno do Supremo Tribunal Federal.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Constituição permite que ministros do STF sofram impeachment em casos de crime de responsabilidade. O processo é conduzido pelo Senado e pode ser aberto quando houver condutas consideradas incompatíveis com o cargo, entretanto, apesar de a da possibilidade estar prevista em lei, nenhum ministro do Supremo foi afastado por impeachment desde a Constituição de 1988.</p>
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		<title>TSE define ministros que vão julgar processos de presidenciáveis</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2026 19:35:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, definiu nesta sexta-feira (22) os ministros que vão atuar no julgamento de processos envolvendo a propaganda eleitoral dos candidatos à Presidência da República nas eleições de outubro. Além do próprio presidente da Corte eleitoral, as ações serão julgadas pelo vice-presidente, André Mendonça, e pela ministra Estela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, definiu nesta sexta-feira (22) os ministros que vão atuar no julgamento de processos envolvendo a propaganda eleitoral dos candidatos à Presidência da República nas eleições de outubro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/TSE-define-ministros-que-vao-julgar-processos-de-presidenciaveis.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Além do próprio presidente da Corte eleitoral, as ações serão julgadas pelo vice-presidente, André Mendonça, e pela ministra Estela Aranha. As indicações foram publicadas no <em>Diário da Justiça</em> desta sexta-feira. </p>
<p>Mendonça ocupa a cadeira destinada a membros do Supremo Tribunal Federal (STF) e foi nomeado para a Suprema Corte pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Estela ocupa uma das cadeiras destinadas aos juristas e foi nomeada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>Os ministros serão responsáveis pelo julgamento de ações que forem protocoladas pelas campanhas presidenciais contra a propaganda dos adversários e pela análise de pedidos de direito de resposta.</p>
<p>O TSE é composto por sete ministros, sendo três do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois advogados indicados pelo presidente da República, além dos respectivos substitutos.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/tse-define-ministros-que-vao-julgar-processos-de-presidenciaveis" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Fachin repudia pedido de indiciamento de ministros da Corte pela CPI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 22:39:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, repudiou nesta terça-feira (14) o pedido de indiciamento de ministros da Corte pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado do Senado. Em nota divulgada à imprensa, Fachin disse que os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes foram “indevidamente” mencionados no relatório [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, repudiou nesta terça-feira (14) o pedido de indiciamento de ministros da Corte pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado do Senado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Fachin-repudia-pedido-de-indiciamento-de-ministros-da-Corte-pela.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em nota divulgada à imprensa, Fachin disse que os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes foram “indevidamente” mencionados no relatório final da comissão, que foi rejeitado pelo colegiado no início desta noite.</p>
<p>“Desvios de finalidade temática dessas comissões, todavia, enfraquecem os pilares democráticos e ameaçam os direitos fundamentais de qualquer cidadão”, afirmou.</p>
<p>O presidente também disse que ninguém está acima da lei, mas os direitos constitucionais devem ser preservados.</p>
<p>“A presidência se solidariza, por isso, com os colegas ministros mencionados no relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o Crime Organizado&#8221;.</p>
<p>Mais cedo, os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli se manifestaram sobre a inclusão de seus nomes no relatório de indiciamento.</p>
<p>Mendes disse que a CPI cometeu um “erro histórico”.</p>
<p>Toffoli afirmou que a inclusão pode configurar abuso de autoridade e que o relatório é &#8220;aventureiro&#8221;. O ministro também defendeu cassação de quem abusa do poder.  </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/fachin-repudia-pedido-de-indiciamento-de-ministros-da-corte-pela-cpi" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Gilmar: CPI comete &#8220;erro histórico&#8221; ao pedir indiciamento de ministros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 19:31:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta terça-feira (14) que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado do Senado cometeu um &#8220;erro histórico&#8221; ao propor o indiciamento de ministros da Corte. Durante abertura da sessão da Segunda Turma, Mendes, que é decano da Corte, disse que a sugestão do indiciamento dele, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta terça-feira (14) que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado do Senado cometeu um &#8220;erro histórico&#8221; ao propor o indiciamento de ministros da Corte.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Gilmar-CPI-comete-erro-historico-ao-pedir-indiciamento-de-ministros.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Durante abertura da sessão da Segunda Turma, Mendes, que é decano da Corte, disse que a sugestão do indiciamento dele, dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet, pelo suposto envolvendo no caso do Banco Master, é uma &#8220;proposta tacanha&#8221;.</p>
<p>“O pedido voltado ao indiciamento de ministros do Supremo, sem base legal, não constitui apenas um equívoco técnico, trata-se de um erro histórico&#8221;, afirmou.</p>
<p>Mendes ainda acusou a CPI de vazamentos ilegais de documentos.</p>
<p>“A forma como isso tem ocorrido, com vazamentos seletivos de documentos pela CPI, e a construção de narrativas apressadas em torno de fatos ainda sob apuração, indicam que essa dinâmica se insere em movimento mais amplo, que recomenda um olhar crítico&#8221;, comentou. </p>
<p>Mais cedo, Mendes também se manifestou sobre a questão nas redes sociais. </p>
<h2>“Adoro ser desafiado”</h2>
<p>O decano também disse que&#8221; não&#8221;, o tribunal não vai aceitar &#8220;pressão midiática&#8221; e de &#8220;emparedamento&#8221; do Poder Judiciário para restringir a independência dos ministros.</p>
<p>&#8220;Cada qual reage de alguma forma a esse tipo de contingência. Alguns enfrentam. Eu, como sabem, adoro ser desafiado. Lá no meu Mato Grosso, as pessoas dizem não me convide para dançar, porque eu posso aceitar. Adoro ser desafiado, me divirto com isso. Outros se acoelham&#8221;, completou. </p>
<h2>PGR</h2>
<p>Mais cedo, a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) se manifestou sobre o pedido de indiciamento de Paulo Gonet. Segundo a entidade, as conclusões do relatório são “precipitadas e desprovidas de fundamento”.</p>
<p>“Ao contrário do que afirmado no relatório, não há qualquer cenário de omissão institucional. As investigações mencionadas seguem em regular andamento no âmbito da Polícia Federal. O acompanhamento atento dessas diligências em curso pela Procuradoria-Geral da República constitui etapa necessária para a formação de sua opinio delicti, ou seja, de sua convicção a respeito da existência ou não de condutas ilícitas.”</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/gilmar-cpi-comete-erro-historico-ao-pedir-indiciamento-de-ministros" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Gilmar Mendes diz que não há base legal para CPI indiciar ministros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 17:55:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira (14) não haver base legal para que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado possa indiciar ministros da Corte por crime de responsabilidade.  Em relatório final sobre os trabalhos da CPI, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) indiciou os ministros Dias Toffoli, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira (14) não haver base legal para que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado possa indiciar ministros da Corte por crime de responsabilidade. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Gilmar-Mendes-diz-que-nao-ha-base-legal-para-CPI.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em relatório final sobre os trabalhos da CPI, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) indiciou os ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, bem como o procurador-geral da República, Paulo Gonet, por crimes de responsabilidade como “proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa” e “proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções”. </p>
<p>A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. </p>
<p>O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão, em sessão marcada para esta terça-feira. </p>
<h2>Críticas</h2>
<p>Após o documento vir a público, Gilmar Mendes publicou uma mensagem na rede social X criticando o relatório e o trabalho da CPI. </p>
<p>“O pedido do relator da CPI do Crime Organizado, voltado ao indiciamento de ministros do STF sem base legal, nos leva a uma reflexão sobre o papel e os poderes das CPIs”, afirmou Mendes.</p>
<p>O ministro entende que o relatório “flerta com a arbitrariedade” ao querer criminalizar a concessão de habeas corpus contra abusos de poder. </p>
<p>Gilmar Mendes disse ser “elementar, até mesmo para um estudante de Direito, que o indiciamento constitui ato privativo de delegado de polícia e não se aplica a crimes de responsabilidade”. </p>
<p>De acordo com o ministro, tais crimes são regidos por lei própria, a Lei de Impeachment (Lei 1.079/1950), que atribui somente à Mesa Diretora do Senado, à Comissão Especial e ao Plenário da Casa as atribuições para processar crimes de responsabilidade, “sem sequer prever a atuação de CPIs nesse procedimento”. </p>
<h2>Cortina de fumaça </h2>
<p>Decano do Supremo, Gilmar Mendes avalia que o relatório final da CPI de fazer “cortina de fumaça” diante da omissão da comissão em cumprir seu objetivo original, de investigar a atuação de policiais que tenham “cruzado para o lado sombrio das milícias”. </p>
<p>“O relatório revela verdadeira cortina de fumaça, ao deixar de enfrentar o grave problema a que se propôs e ao dedicar-se a engrossar a espuma midiática contra o STF, na expectativa de produzir dividendos eleitorais para certos atores políticos”, escreveu Gilmar Mendes. </p>
<h2>Flávio Dino</h2>
<p>O ministro do Supremo Flávio Dino, que não foi indiciado pela CPI do Crime Organizado, também saiu em defesa da Corte e de seus ministros. </p>
<p>Ele afirmou ser um “imenso erro” colocar o Supremo como o “maior problema nacional”. </p>
<p>Dino ressalta que o relatório final da CPI não cita ninguém ligado de fato ao crime organizado e que o Supremo constantemente toma decisões de combate ao problema. </p>
<p>&#8220;É uma irresponsabilidade investigar o crime organizado e não tratar sobre milicianos, traficantes de drogas, vendedores de armas ilegais, garimpos ilegais, facções que controlam territórios, matadores e pistoleiros etc.&#8221;, escreveu Dino nas redes sociais. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/gilmar-mendes-diz-que-nao-ha-base-legal-para-cpi-indiciar-ministros" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Empresário é acusado de pagar R$ 4,5 mil por dados de ministros do STF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 21:52:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (1°) a expedição de mandados de prisão e de busca a apreensão contra o empresário Marcelo Paes Fernandez Conde, acusado de financiar um esquema ilegal de acesso a dados financeiros de ministros da Corte, seus parentes e outras autoridades.  As medidas foram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (1°) a expedição de mandados de prisão e de busca a apreensão contra o empresário Marcelo Paes Fernandez Conde, acusado de financiar um esquema ilegal de acesso a dados financeiros de ministros da Corte, seus parentes e outras autoridades. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Empresario-e-acusado-de-pagar-R-45-mil-por-dados.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As medidas foram determinadas na segunda fase da Operação Exfil, que investiga a venda dos dados. Até o momento, o empresário, que mora no Rio de Janeiro, não foi encontrado pelos agentes da Polícia Federal (PF). </p>
<p>De acordo com as investigações, Conde é acusado de financiar o esquema de extração ilícita de informações fiscais que, por serem protegidas por lei, são sigilosas.</p>
<p>Os investigadores da PF apontaram que Marcelo Conde teria fornecido listas de CPFs e realizado pagamento em espécie de R$ 4,5 mil para receber os dados, que eram acessados ilegalmente por servidores da Receita, funcionários terceirizados, despachantes e intermediários nos sistemas do Fisco e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).</p>
<p>Diante do material apurado pela PF, Alexandre de Moraes também determinou a quebra dos sigilos telemáticos de celulares e dados telemáticos em nuvem que pertencem ao acusado. </p>
<p>As medidas contaram com aval da PGR.</p>
<h2>Sigilo</h2>
<p>Os investigadores da PF também descobriram que, além de ministros do STF e seus parentes, também tiveram os dados fiscais acessados irregularmente o procurador-geral da República, Paulo Gonet, ministros do Tribunal de Contas da União (TCU), deputados federais, ex-senadores, dirigentes de agências reguladoras e um ex-governador. </p>
<p>No total, o esquema teria acessado os dados de 1.819 pessoas. </p>
<p>A Agência Brasil busca contato com a defesa do empresário. O espaço está aberto para investigação. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/empresario-e-acusado-de-pagar-r-45-mil-por-dados-de-ministros-do-stf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>PF realiza operação contra acusados de vazar dados de ministros do STF</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pf-realiza-operacao-contra-acusados-de-vazar-dados-de-ministros-do-stf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 17:58:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) realizou nesta quarta-feira (1°) a segunda fase da Operação Exfil, deflagrada para apurar acessos ilegais de informações fiscais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e seus parentes. De acordo com a corporação, foram cumpridos um mandado de prisão e seis de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) realizou nesta quarta-feira (1°) a segunda fase da Operação Exfil, deflagrada para apurar acessos ilegais de informações fiscais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e seus parentes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/PF-realiza-operacao-contra-acusados-de-vazar-dados-de-ministros.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com a corporação, foram cumpridos um mandado de prisão e seis de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em São Paulo. As medidas foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.</p>
<p>A PF informou ainda que os alvos são acusados de acessar ilegalmente os sistemas da Receita Federal e vender as informações privadas de ministros.</p>
<p>A primeira fase da operação foi realizada em fevereiro deste ano e teve como alvo funcionários públicos lotados na Receita e auditores do órgão.</p>
<p>Por determinação de Moraes, os servidores investigados cumprem diversas medidas cautelares, como monitoramento por tornozeleira eletrônica, afastamento do exercício de função pública, cancelamento de passaportes e a proibição de saída do país.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/pf-realiza-operacao-contra-acusados-de-vazar-dados-de-ministros-do-stf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Saiba quais ministros deixam os cargos para disputar as eleições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 21:01:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cargos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A poucos dias da data limite para a desincompatibilização de cargos executivos, ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já deixaram seus cargos nesta terça-feira (31). Eles vão concorrer a cargos eletivos nas eleições gerais de outubro deste ano. De acordo com a legislação eleitoral, ocupantes de cargos como ministros de Estado, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A poucos dias da data limite para a desincompatibilização de cargos executivos, ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já deixaram seus cargos nesta terça-feira (31). Eles vão concorrer a cargos eletivos nas eleições gerais de outubro deste ano. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Saiba-quais-ministros-deixam-os-cargos-para-disputar-as-eleicoes.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com a legislação eleitoral, ocupantes de cargos como ministros de Estado, governadores e prefeitos, que pretendem se eleger para outros cargos, têm que se afastar da função no prazo máximo de até seis meses antes da data da eleições. Este prazo, portanto, vence no próximo dia 4 de abril. O 1º turno das eleições será realizado no dia 4 de outubro.</p>
<p>A exigência da chamada desincompatibilização de cargos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), serve para impedir que haja abuso de poder econômico ou político nas eleições por meio do uso de recursos da administração pública, assegurando a paridade entre os candidatos em disputa.</p>
<p>A regra também vale para magistrados, secretários estaduais, membros do Tribunal de Contas da União (TCU), dos Estados (TCEs) e do Distrito Federal (TCDF). A norma também se aplica a dirigentes de empresas, entidades e fundações públicas em geral.</p>
<h2>Risco de inelegibilidade</h2>
<p>Caso o afastamento não seja cumprido, esses possíveis candidatos passam a ser considerados inelegíveis, de acordo com a Lei da Inelegibilidade. Ainda segundo o TSE, os prazos de desincompatibilização variam de acordo com o cargo ou a função que o pré-candidato ocupa e a vaga para a qual irá concorrer.</p>
<p>Deputados distritais, federais e senadores que queiram concorrer a outro cargo ou à reeleição não precisam deixar os mandatos.</p>
<p>O presidente da República não precisa renunciar ao mandato, caso queira disputar a reeleição. Se o chefe do Executivo quiser disputar outro cargo eletivo, aplica-se a norma desincompatibilização eleitoral.</p>
<p>O TSE disponibiliza um serviço, em sua página na internet, para verificar os prazos legais exigidos, de acordo com o função ocupada e o cargo eleitoral pretendido.</p>
<h2>Exonerações e nomeações publicadas</h2>
<p>Uma edição extra do <em>Diário Oficial da União</em> (DOU), publicada na tarde desta terça (31), trouxe oito exonerações e nomeações do primeiro escalão da Esplanada dos Ministérios. A oficialização ocorreu horas depois da reunião ministerial em que Lula se despediu dos ministros que deixarão os cargos para disputar as eleições em outubro deste ano. No mesmo evento, Lula confirmou que Alckmin será candidato a vice-presidente da República outra vez. De acordo com o presidente, dos 37 ministros do governo, pelo menos 18 deixarão o cargo para disputar cargo eletivo em outubro.</p>
<p>Na maior parte dos casos, os ministros que saem terão suas vagas ocupadas pelos respectivos secretários-executivos, que são justamente os cargos imediatamente inferiores na hierarquia das pastas. No caso do Ministério da Agricultura, o ministro Carlos Fávaro, que deve tentar a reeleição para senador da República, no Mato Grosso, deu lugar a André de Paula, até então ministro da Pesca e Aquicultura. No lugar de André de Paula, assume a secretária-executiva da pasta, Rivetla Edipo Cruz.</p>
<p>Outro afastamento, também em cumprimento à legislação eleitoral, já havia ocorrido há pouco mais de uma semana. Foi a saída de Fernando Haddad do Ministério da Fazenda, substituído por Dario Durigan, o então secretário-executivo. Haddad vai disputar o cargo de governador do estado de São Paulo.</p>
<p>Outras mudanças já estão anunciadas, embora ainda sem definição oficial de substitutos. São os casos do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), ocupado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, mas que sairá para concorrer à reeleição na chapa de Lula; e da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) da Presidência, com a iminente saída de Gleisi Hoffmann, que disputará uma vaga ao Senado pelo estado do Paraná. Em nenhuma das duas pastas, os substitutos foram confirmados. Na Casa Civil, Rui Costa deve deixar o cargo oficialmente na próxima quinta-feira (2). Ele disputará uma das vagas ao Senado pela Bahia. Em seu lugar, na Casa Civil, assumirá a secretária-executiva da pasta, Miriam Belchior.</p>
<p>A seguir, confira todas as mudanças já confirmadas ou previstas nos cargos de ministros do governo federal:</p>
<p>Ministério da Fazenda</p>
<p>Sai: Fernando Haddad (PT), que deve disputar o governo de São Paulo</p>
<p>Entra: Dario Durigan, então secretário-executivo da pasta</p>
<p>Situação: mudança oficializada no DOU em 20 de março</p>
<p> </p>
<p>Ministério do Planejamento e Orçamento</p>
<p>Sai: Simone Tebet (MDB), que deve disputar o Senado pelo estado de São Paulo</p>
<p>Entra: Bruno Moretti, então secretário de Análise Governamental da Casa Civil</p>
<p>Situação: mudança oficializada no DOU nesta terça-feira (31)</p>
<p> </p>
<p>Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)</p>
<p>Sai: Carlos Fávaro (PSD), que deve disputar o Senado pelo estado do Mato Grosso</p>
<p>Entra: André de Paula, até então ministro da Pesca e Aquicultura</p>
<p>Situação: mudança oficializada no DOU nesta terça-feira (31)</p>
<p> </p>
<p>Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA)</p>
<p>Sai: Paulo Teixeira (PT), que deve disputar a reeleição para deputado federal por São Paulo</p>
<p>Entra: Fernanda Machiaveli, então secretária-executiva da pasta</p>
<p>Situação: mudança oficializada no DOU nesta terça-feira (31)</p>
<p> </p>
<p>Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDH)</p>
<p>Sai: Macaé Evaristo (PT), que deve tentar a reeleição como deputada estadual por Minas Gerais</p>
<p>Entra: Janine Mello, então secretária-executiva da pasta</p>
<p>Situação: mudança oficializada no DOU nesta terça-feira (31)</p>
<p> </p>
<p>Ministério do Esporte</p>
<p>Sai: André Fufuca (PP), deputado federal eleito, ele deve tentar a disputa do Senado no Maranhão</p>
<p>Entra: Paulo Henrique Perna Cordeiro, atual secretário nacional de Esporte Amador, Educação, Lazer e Inclusão Social</p>
<p>Situação: mudança oficializada no DOU nesta terça-feira (31)</p>
<p> </p>
<p>Ministério da Pesca e Aquicultura</p>
<p>Sai: André de Paula, remanejado para o cargo de ministro da Agricultura</p>
<p>Entra: Rivetla Edipo Cruz, então secretário-executivo da pasta</p>
<p>Situação: mudança oficializada no DOU nesta terça-feira (31)</p>
<p> </p>
<p>Ministério dos Povos Indígenas</p>
<p>Sai: Sônia Guajajara (PSOL), que deve tentar a reeleição como deputada federal por São Paulo</p>
<p>Entra: Eloy Terena, então secretário-executivo da pasta</p>
<p>Situação: mudança oficializada no DOU nesta terça-feira (31)</p>
<p> </p>
<p>Ministério dos Portos e Aeroportos</p>
<p>Sai: Sílvio Costa Filho (Republicanos), que deve disputar a reeleição de deputado federal por Pernambuco</p>
<p>Entra: Tomé Barros Monteiro da Franca, então secretário-executivo da pasta</p>
<p>Situação: mudança oficializada no DOU nesta terça-feira (31)</p>
<p> </p>
<p>Ministério do Meio Ambiente</p>
<p>Sai: Marina Silva (Rede), que pode disputar uma vaga ao Senado por São Paulo</p>
<p>Entra: João Paulo Ribeiro Capobianco, atual secretário-executivo da pasta</p>
<p>Situação: mudança ainda não oficializada no DOU</p>
<p> </p>
<p>Ministério dos Transportes</p>
<p>Sai: Renan Filho (MDB), que deve concorrer ao governo de Alagoas</p>
<p>Entra: George Santoro, atual secretário-executivo da pasta</p>
<p>Situação: mudança ainda não oficializada no DOU</p>
<p> </p>
<p>Casa Civil</p>
<p>Sai: Rui Costa (PT), que deve disputar o Senado pela Bahia</p>
<p>Entra: Miriam Belchior, atual secretária-executiva da pasta</p>
<p>Situação: mudança ainda não oficializada no DOU</p>
<p> </p>
<p>Ministério da Educação (MEC)</p>
<p>Sai: Camilo Santana (PT), que pode disputar o governo do Ceará ou uma vaga ao Senado</p>
<p>Entra: Leonardo Barchini, atual secretário-executivo da pasta</p>
<p>Situação: mudança ainda não oficializada no DOU</p>
<p> </p>
<p>Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional</p>
<p>Sai: Waldez Góes (PDT), que pode disputar uma vaga ao Senado pelo Amapá</p>
<p>Entra: Valder Ribeiro de Moura, atual secretário-executivo da pasta</p>
<p>Situação: mudança ainda não oficializada no DOU</p>
<p> </p>
<p>Ministério das Cidades</p>
<p>Sai: Jáder Filho (MDB), que disputar o Senado pelo estado do Pará</p>
<p>Entra: Antonio Vladimir Moura Lima, atual secretário-executivo da pasta</p>
<p>Situação: mudança ainda não oficializada no DOU</p>
<p> </p>
<p>Ministério da Igualdade Racial</p>
<p>Sai: Anielle Franco (PT), que deve disputar um vaga de deputada federal pelo estado do Rio de Janeiro</p>
<p>Entra: Rachel Barros de Oliveira, atual secretária-executiva da pasta</p>
<p>Situação: mudança ainda não oficializada no DOU</p>
<p> </p>
<p>Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC)</p>
<p>Sai: Geraldo Alckmin (PSB), que disputará a reeleição de vice-presidente a chapa com Lula</p>
<p>Entra: indefinido</p>
<p>Situação: mudança ainda não oficializada no DOU</p>
<p> </p>
<p>Secretaria das Relações Institucionais da Presidência (SRI/PR)</p>
<p>Sai: Gleisi Hoffmann (PT), que deve disputar o Senado pelo estado do Paraná</p>
<p>Entra: indefinido</p>
<p>Situação: mudança ainda não oficializada no DOU</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-03/saiba-quais-ministros-deixam-os-cargos-para-disputar-eleicoes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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