<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>misóginos Archives - Clique Notícias Brasil</title>
	<atom:link href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/tag/misoginos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>Portal de Notícias</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Apr 2026 10:49:33 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/01/cropped-logo-v2-27-01-2025-14-58-29-27-01-2025_15-21-26.webp?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>misóginos Archives - Clique Notícias Brasil</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">240766857</site>	<item>
		<title>Massacre de Realengo, 15 anos: os fatores misóginos por trás do crime</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/massacre-de-realengo-15-anos-os-fatores-misoginos-por-tras-do-crime/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 10:49:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[anos]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Fatores]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[massacre]]></category>
		<category><![CDATA[misóginos]]></category>
		<category><![CDATA[por]]></category>
		<category><![CDATA[Realengo]]></category>
		<category><![CDATA[trás]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/massacre-de-realengo-15-anos-os-fatores-misoginos-por-tras-do-crime/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Há 15 anos, um jovem entrou com dois revólveres na Escola Municipal Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro, atirou e matou 12 alunos de 13 a 15 anos. Feriu mais 10 pessoas e cometeu suicídio depois de ser baleado por policiais. Os motivos por trás do Massacre de Realengo, como ficou conhecido o crime ocorrido [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/massacre-de-realengo-15-anos-os-fatores-misoginos-por-tras-do-crime/">Massacre de Realengo, 15 anos: os fatores misóginos por trás do crime</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há 15 anos, um jovem entrou com dois revólveres na Escola Municipal Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro, atirou e matou 12 alunos de 13 a 15 anos. Feriu mais 10 pessoas e cometeu suicídio depois de ser baleado por policiais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Massacre-de-Realengo-15-anos-os-fatores-misoginos-por-tras.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os motivos por trás do Massacre de Realengo, como ficou conhecido o crime ocorrido no bairro da zona norte, sempre estiveram no centro das discussões. O assassino deixou vídeos e uma carta de suicídio alegando, entre outros fatores, que sofreu bullying (violência e intimidação frequentes) durante o período em que estudou na escola.</p>
<p>Boa parte dos analistas e das autoridades focaram nessa versão, o que motivou a criação do Dia Nacional de Combate ao Bullying em 7 de abril, por meio da Lei 13.277/2016, para conscientização sobre o tema.</p>
<p>Um grupo de pesquisadoras e ativistas feministas entende que um ponto central do crime foi negligenciado durante todos esses anos: a misoginia, termo usado para categorizar o ódio contra as mulheres e as ideias de superioridade masculina.</p>
<p>Nesse sentido, um conjunto de elementos permite identificar questões de gênero no crime, a começar pela diferença no número de vítimas: foram 10 meninas e 2 meninos.</p>
<p>“As explicações que surgiram na mídia à época chegaram a ser ridículas. Morreram mais meninas porque elas correm mais devagar ou porque costumam ser boas alunas e sentar nas primeiras fileiras da sala”, lembra Lola Aronovich, pesquisadora e ativista feminista.</p>
<p>“As testemunhas relataram que o assassino atirava nas meninas para matar e nos meninos para ferir. Além disso, pelo que ele deixou gravado e escrito, era claramente um incel [celibatário involuntário, que não consegue ter relacionamentos sexuais]. Nos grupos masculinistas que eu acompanhava no Orkut na época, o massacre era comemorado e o assassino visto como um herói. Diziam que lembravam de vê-lo frequentando os fóruns. Tudo aponta para um crime  movido por misoginia”, acrescenta.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Massacre-de-Realengo-15-anos-os-fatores-misoginos-por-tras.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo; Foto/Shana Reis " title="Shana Reis"/></p>
<p>Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo; Foto Shana Reis/Divulgação</p>
<h2>Violência em escolas</h2>
<p>A pesquisadora Cleo Garcia, doutora em educação pela Universidade de Campinas (Unicamp), estuda episódios de violência extrema em escolas no Brasil. Levantamento conduzido por ela identificou 40 ataques entre 2001 e 2024, com aumento expressivo recente: 25 casos ocorreram entre 2022 e 2024. Todos foram cometidos por homens.</p>
<p>Segundo Garcia, esses crimes frequentemente estão associados a crenças opressoras, como misoginia, racismo e ideologias extremistas. Ela destaca que comunidades <em>online</em> desempenham papel relevante no processo de estimular ataques.</p>
<p>Esses espaços intensificam ressentimentos, frustrações e raiva. Muitos se consideram vítimas de injustiças sociais e veem a diversidade como uma ameaça.</p>
<p>“A misoginia é um fenômeno multifatorial. Por um lado, há questões psicológicas de cada um que passam a ser exploradas nessas comunidades. Quem tem baixa tolerância à frustração é mais vulnerável às ideias de ódio. Também é comum entre pessoas que têm dificuldade de assumir responsabilidades. O misógino sempre coloca a culpa nas meninas”, diz Cleo.</p>
<p>“Por outro lado, devemos destacar a influência sociocultural. Levar em conta a famílias, os locais onde vivem, comunidades que frequentam. Que modelos de masculinidade os meninos estão recebendo na sua formação? Os de que não se pode levar desaforo para casa, que precisam ser agressivos, vencer e destruir o outro”, completa.</p>
<p>A construção de um modelo de masculinidade violenta, que hierarquiza e inferioriza as mulheres, é parte essencial das dinâmicas de radicalização.</p>
<p>“Entre esses criminosos, há meninos ou homens muito frustrados sexualmente. Tímidos, que não têm namorada e se sentem muito mal por isso. Entendem que, para ser homem e provar masculinidade, têm que ser ricos, poderosos e ter um monte de mulheres. E caem nessa estupidez da masculinidade tóxica, ao encontrar um lugar de pertencimento em comunidades da internet que levam a extremos”, analisa Lola.</p>
<h2>Desafios e soluções</h2>
<p>Para a educadora Cleo Garcia, o ambiente escolar é fundamental na constituição social e emocional dos jovens. O ideal seria que famílias estivessem integradas com as instituições, em permanente diálogo. E que os estudantes tivessem canais de comunicação, mesmo que de forma anônima, para se sentir seguros, falar sobre angústias e dificuldades comuns.</p>
<p>Para isso ocorrer, porém, mudanças mais amplas precisam ser construídas por toda a sociedade.</p>
<p>“Não sei se, no geral, profissionais de escolas estão preparados para trabalhar temas complexos de gênero, emoções e até mesmo convivência. E a culpa não é deles. É preciso mais investimento na área de educação. Não dá para cobrar só da escola. Como lidar com problemas de saúde mental, se há inúmeros problemas estruturais? Escolas sem o básico: quadro, biblioteca, internet”, reflete Cleo.</p>
<p>“A responsabilidade é de toda a sociedade. Investimentos devem ser feitos em conselhos tutelares, sistemas de saúde mental, assistência social, segurança pública, escola, família, instituições de Estado”, completa.</p>
<p>A ativista Lola Aronovich concorda que o enfrentamento desse tipo de violência exige diferentes ações, incluindo segurança pública, educação e monitoramento digital.</p>
<p>“São várias frentes. Uma é a investigação policial. Tenho certeza que as polícias têm investigado e conseguido impedir muitos crimes. Às vezes, a gente fica sabendo de uma busca e apreensão. Isso deve ser intensificado”, diz Lola.</p>
<p>“Mas a questão da educação é fundamental. Precisa ter diálogo nas escolas, um espaço para que os adolescentes possam conversar sobre o que veem na internet, com a supervisão de um adulto, de preferência, uma psicóloga. E os pais têm que saber o que os filhos fazem na internet. É responsabilidade deles”.</p>
<p>“Outra coisa é a regulação das plataformas. Não é possível que elas permitam que tudo isso esteja acontecendo sem fazer nada. Elas sabem tudo que a gente faz na internet, logo sabem muito bem o que acontece nas comunidades. Temos pesquisas mostrando que as plataformas lucram com a misoginia e a radicalização dos jovens. Precisamos dar um fim nisso”, complementa.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/massacre-de-realengo-15-anos-os-fatores-misoginos-por-tras-do-crime" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/massacre-de-realengo-15-anos-os-fatores-misoginos-por-tras-do-crime/">Massacre de Realengo, 15 anos: os fatores misóginos por trás do crime</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">21427</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Canais misóginos no Youtube somam mais de 130 mil vídeos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/canais-misoginos-no-youtube-somam-mais-de-130-mil-videos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 21:36:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[canais]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[mais]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[mil]]></category>
		<category><![CDATA[misóginos]]></category>
		<category><![CDATA[somam]]></category>
		<category><![CDATA[vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Youtube]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/canais-misoginos-no-youtube-somam-mais-de-130-mil-videos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pelo menos 123 canais brasileiros que disseminam conteúdo contra mulheres estão ativos no Youtube, mostra um levantamento do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais (NetLab) da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ). Juntos eles somam mais de 23 milhões de inscritos e têm cerca de 130 mil vídeos publicados. Os dados divulgados [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/canais-misoginos-no-youtube-somam-mais-de-130-mil-videos/">Canais misóginos no Youtube somam mais de 130 mil vídeos</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos 123 canais brasileiros que disseminam conteúdo contra mulheres estão ativos no Youtube, mostra um levantamento do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais (NetLab) da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ). Juntos eles somam mais de 23 milhões de inscritos e têm cerca de 130 mil vídeos publicados.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Canais-misoginos-no-Youtube-somam-mais-de-130-mil-videos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados divulgados nesta segunda-feira (9), logo após o Dia Internacional da Mulher, atualizam um levantamento feito em 2024, quando 137 canais foram mapeados. De lá para cá, apenas 14 canais foram removidos, por iniciativa dos donos ou da plataforma. Além disso, 20 canais mudaram de nome, mas alguns deles continuam produzindo conteúdo misógino mesmo sob a nova alcunha.</p>
<p>O NetLab também destaca que além de continuarem em atividade, esses espaços ganharam novos seguidores. A quantidade de pessoas inscritas nos 123 canais que restaram aumentou 18,5%, desde abril de 2024, com o incremento de mais de 3,6 milhões de novas assinaturas. </p>
<p>Os vídeos também rendem dinheiro para os criadores. Considerando a primeira amostra, coletada em 2024, cerca de 80% tinham alguma estratégia de monetização, seja as formas oferecidas pela plataforma, como anúncios e programa de membros, ou alternativas, como vendas de <em>e-book </em>ou transferências via pix.</p>
<p>Para a pesquisadora do Net Lab, Luciane Belín, isso mostra como a misoginia se tornou um nicho de negócio.</p>
<p>&#8220;Não é só a opinião deles, mas também é uma oportunidade de ganhar dinheiro, pautada na humilhação, inferiorização, na subjugação de mulheres,&#8221; explicou.</p>
<p>Luciane explica que o grupo criou um protocolo para identificar diversos tipos de discurso misógino.</p>
<p>&#8220;Nós trabalhamos com um conceito de misoginia que não está só concentrado no ódio e na promoção da violência direta, mas também nos sentimento de desprezo e aversão, e na ideologia que parte do pressuposto de que as mulheres precisam ser subjugadas e inferiorizadas&#8221;, complementa.</p>
<p>O relatório mostra que a popularização desses vídeos é um fenômeno recente. Apesar do vídeo mais antigo ter sido postado em 2021, 88% deles foram publicados a partir de 2021, e pouco mais da metade (52%) entraram na plataforma entre janeiro de 2023 e abril de 2024. Já de abril para cá, cerca de 25 mil novos vídeos foram postados.</p>
<p>Para definir quais canais disseminam conteúdo misógino, o estudo considerou apenas aquelas que continham pelo menos três vídeos com ao menos uma manifestação de ódio às mulheres. O tema mais recorrente, no qual 42% dos vídeos foram enquadrados, foi &#8220;Desprezo às mulheres e estímulo à insurgência masculina.” </p>
<p>Nessa categoria, foram incluídos vídeos &#8220;que conclamam os homens a não se deixarem dominar pelas mulheres&#8221;, ao mesmo tempo em que estimulam que elas sejam tratadas com desprezo. Os conteúdo também disseminam a ideia de que as iniciativas por igualdade de gênero são estratégias de dominação social contra os homens.</p>
<p>&#8220;A gente encontrou conteúdos muito explícitos. Quando a gente olha para as palavras, por exemplo, que são usadas para descrever as mulheres, a gente identifica termos como &#8220;burra&#8221; e &#8220;vagabunda&#8221; que são muito usados. Isso foi, de certa forma, até uma surpresa, porque a gente pensava que a plataforma derrubava esse tipo de conteúdo&#8221;, diz Luciane.</p>
<p>Mas a pesquisadora explica que alguns influenciadores também utilizam estratégias para dissimular seu conteúdo, como o uso de abreviações e apelidos. A palavra &#8220;mulher&#8221;, por exemplo, é substituída por &#8220;colher&#8221;, e mães solo, um dos grupos mais atacados são chamadas de &#8220;msol&#8221;.</p>
<p>&#8220;Às vezes, a opinião não é expressada de forma verbal, mas quando você olha para as imagens que ilustram os vídeos, elas mostram a mulher ajoelhada aos pés do homem ou hipersexualizada com decotes imensos e etc, complementa.</p>
<p>Ela cobra mais responsabilização das plataformas: &#8220;A criminalização da misoginia seria um caminho que poderia contribuir para minimização desses discursos, mas além da questão da criminalização, a gente também precisa continuar discutindo qual é o papel das plataformas em relação à soberania do país mesmo. Se é crime fora da internet, precisa ser crime dentro da internet.&#8221;</p>
<p>A Google, empresa responsável pela plataforma Youtube, foi procurada mas ainda não respondeu à reportagem. </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/canais-misoginos-no-youtube-somam-mais-de-130-mil-videos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/canais-misoginos-no-youtube-somam-mais-de-130-mil-videos/">Canais misóginos no Youtube somam mais de 130 mil vídeos</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">18313</post-id>	</item>
		<item>
		<title>AGU pede que PF investigue usuários que publicaram vídeos misóginos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/agu-pede-que-pf-investigue-usuarios-que-publicaram-videos-misoginos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 21:51:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[investigue]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[misóginos]]></category>
		<category><![CDATA[pede]]></category>
		<category><![CDATA[publicaram]]></category>
		<category><![CDATA[usuários]]></category>
		<category><![CDATA[vídeos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/agu-pede-que-pf-investigue-usuarios-que-publicaram-videos-misoginos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta segunda-feira (9) que acionou a Polícia Federal (PF) para investigar usuários da internet que publicaram vídeos em que fazem apologia à violência contra a mulher. Os vídeos se espalharam nos últimos dias pelas redes sociais e mostram homens simulando chutes, facadas e socos para casos de recusa em [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/agu-pede-que-pf-investigue-usuarios-que-publicaram-videos-misoginos/">AGU pede que PF investigue usuários que publicaram vídeos misóginos</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta segunda-feira (9) que acionou a Polícia Federal (PF) para investigar usuários da internet que publicaram vídeos em que fazem apologia à violência contra a mulher.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/AGU-pede-que-PF-investigue-usuarios-que-publicaram-videos-misoginos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os vídeos se espalharam nos últimos dias pelas redes sociais e mostram homens simulando chutes, facadas e socos para casos de recusa em relacionamentos, como um fora, beijos ou pedido de casamento. As publicações foram legendadas com os dizeres: “Treinando caso ela diga não”.</p>
<p>Segundo a AGU, os vídeos tiveram origem em quatro perfis do TikTok e já foram removidos, mas devem os responsáveis devem ser investigados por incitar crimes contra a mulher.</p>
<p>“A circulação sistemática de conteúdo misógino em plataformas digitais representa ameaça concreta aos direitos fundamentais das mulheres”, disse o órgão.</p>
<p>Os acusados podem responder pela incitação aos crimes de feminicídio, ameaça, lesão corporal e violência psicológica contra a mulher.</p>
<p>Confira a reportagem do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil, sobre a trend</p>
</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/agu-pede-que-pf-investigue-usuarios-que-publicaram-videos-misoginos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/agu-pede-que-pf-investigue-usuarios-que-publicaram-videos-misoginos/">AGU pede que PF investigue usuários que publicaram vídeos misóginos</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">18166</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
