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	<title>moradia Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>moradia Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Grito dos Excluídos têm atos em defesa por moradia e contra violência</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/grito-dos-excluidos-tem-atos-em-defesa-por-moradia-e-contra-violencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 18:18:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Movimentos sociais realizaram nesta segunda-feira (7) a 32ª edição do Grito dos Excluídos. Houve marchas e atos em mais de 50 cidades, em todas as regiões do país, segundo os organizadores. Faixas, bandeiras e gritos de guerra ajudaram a expor o lema da edição, “Na defesa da Terra, da Paz e da Moradia, erguemos a voz: Mulheres Vivas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Movimentos sociais realizaram nesta segunda-feira (7) a 32ª edição do Grito dos Excluídos. Houve marchas e atos em mais de 50 cidades, em todas as regiões do país, segundo os organizadores.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Grito-dos-Excluidos-tem-atos-em-defesa-por-moradia-e.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Faixas, bandeiras e gritos de guerra ajudaram a expor o lema da edição, “Na defesa da Terra, da Paz e da Moradia, erguemos a voz: Mulheres Vivas e Soberania!”</p>
<p>Os manifestantes reivindicaram moradia digna; reforma agrária; educação pública de qualidade; defesa do Sistema Único de Saúde (SUS); enfrentamento do feminicídio e de todas as formas de violência contra as mulheres e o combate ao racismo e à LGBTfobia, além do fim da escala de trabalho 6&#215;1.</p>
<h2>São Paulo</h2>
<p>Na capital paulista, os manifestantes percorreram as ruas do centro e terminou com uma missa na Catedral da Sé, dedicada à população em situação de rua. Antes da caminhada, foi realizado um café da manhã comunitário.</p>
<p>Para a ativista Miriam Hermogenes, da Central dos Movimentos Populares, uma das organizadoras do ato, defende que a liberdade será plena quando não houver mais pessoas em situação de rua no país.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Grito-dos-Excluidos-tem-atos-em-defesa-por-moradia-e.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo (SP), 07/09/2026. - Pessoas participam do ato 32ª Edição do Grito dos Excluídos. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">São Paulo (SP), 07/09/2026 &#8211; Ato do 32º Grito dos Excluídos na capital paulista. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>“A gente faz uso desse dia para dizer: Olha, não temos liberdade ainda, temos que avançar muito para ser um país, uma sociedade em liberdade”, afirmou à Agência Brasil.</p>
<p>O coordenador do cursinho Educafro, Frei David Santos, pediu a defesa da democracia para que não haja interferência econômica nas eleições. “É importante estarmos juntos, hoje, pela Democracia”, disse.</p>
<p>Deuza Cordeiro de Lima foi à manifestação para protestar contra a violência policial. O filho dela, Thiago, foi assassinado em janeiro de 2023, na região central da capital. “Vim como em outros anos denunciar a violência. Meu filho foi morto pela polícia, e seus assassinos estão livres. Ele era inocente, mais um de tantos, e não vou ficar quieta”, disse.</p>
<p>Célia Souza e amigos participaram do ato e defenderam moradia digna para todos.</p>
<p>“Eu vim hoje pela luta. Por moradia, que é algo cuja importância é a mais básica, da qual não podemos abrir mão”, disse Célia Souza.</p>
<h2>Rio de Janeiro</h2>
<p>No Rio de Janeiro, o ato cruzou a Avenida Presidente Vargas, uma das principais do centro da cidade, e teve início após o Desfile de Sete de Setembro. </p>
<p>Um dos diferenciais do ato foi um grupo de ativistas que levou o teatro para a manifestação. No meio da marcha, eles encenavam esquetes com defesa à soberania nacional e à democracia. A ação foi conduzida pela Escola de Teatro Popular, que se identifica como um movimento de teatro político e educação popular.</p>
<p>Um dos coordenadores do grupo é o pesquisador teatral e dramaturgo Julian Boal, filho de Augusto Boal (1931-2009), fundador do Teatro do Oprimido, metodologia teatral criada com a ideia central de transformar o espectador em participante ativo, capaz de discutir e ensaiar formas de enfrentar situações de opressão na vida real.</p>
<p>Julian Boal explicou que a presença no Grito dos Excluídos foi uma forma de levar mais pessoas à manifestação. Ele contou que a encenação retratou que a participação democrática não se encerra com as eleições.</p>
<p>“O que a nossa cena tentou fazer é recolocar a questão de qual é o peso das instituições. Tentar discutir que dentro das instituições a gente pode fazer muita coisa, mas que o nosso todo é muito maior do que aquelas eleições podem colocar”, completou.</p>
<p>Um dos gritos mais exaltados foi a defesa da moradia. O coordenador do Movimento Quilombos Urbanos Luta por Moradia Digna, Ricardo Pitta, acredita que somente por meio de mobilização popular, os segmentos “mais vulneráveis e invisibilizados” da sociedade vão conseguir reverter as injustiças que sofrem.</p>
<p>À Agência Brasil, ele lamentou o fato de as demandas ficarem “subordinadas ao calendário eleitoral”.</p>
<p>“Todo ano os moradores estão sofrendo, ameaçados de despejo, muitos deles, inclusive, em imóveis públicos que, em vez de estarem cumprindo sua função social, como prevê a Constituição, estão sendo ameaçados de serem leiloados para atender aos interesses da especulação imobiliária”, criticou o coordenador do movimento que mantém quatro ocupações na cidade.</p>
<p>O percurso dos manifestantes foi acompanhado de críticas ao tarifaço imposto pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros. Outro tem foi a defesa do fim da escala 6&#215;1, aprovada pela Câmara dos Deputados e que ainda precisa ser votada no Senado, o que deve ocorrer após as eleições. Outra ala do protesto reuniu fotos de vítimas da Ditadura Militar (1964-1985) e cobrava vigilância democrática para que o Brasil não vivencie mais períodos de autoritarismo. Um globo cenográfico de cerca de três metros de altura retratou a preocupação com o meio ambiente.</p>
<p>No meio do ato, um grupo de cerca de 15 pessoas se aproximou de participantes do Grito dos Excluídos e tentou hostilizá-los com gritos. Policiais militares que acompanhavam o trajeto intervieram, e o grupo se afastou, sem registro de confusão. </p>
<h2>Brasília</h2>
<p>Integrantes do Núcleo de Ecologia Integral de Brasília também aproveitaram o ato para manifestar a preocupação com a crise ecológica e suas dimensões políticas, destacando que o tema é uma questão de justiça social, responsabilidade política e compromisso com a vida.</p>
<p>“O planeta está sendo destruído e se não mudarmos a política ecológica, a forma como estamos tratando nossa casa comum, usando os recursos naturais da forma como estamos gastando, logo não teremos mais onde habitar”, disse à Agência Brasil a economista aposentada Maria do Carmo de Jesus Botafogo.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1788805114_581_Grito-dos-Excluidos-tem-atos-em-defesa-por-moradia-e.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 07/09/2026 - Pessoas participam do ato O Grito dos Excluídos. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Brasília (DF), 07/09/2026 &#8211; Grito dos Excluídos em Brasília. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Durante o ato, o núcleo apresentou uma carta de compromisso com a ecologia integral que pretende integrar a candidatos do campo progressista que disputam cargos no Executivo e no Legislativo nas eleições deste ano.</p>
<p>Fruto de um seminário que reuniu vários membros do grupo, o documento está estruturado em quatro eixos temáticos: políticas agrícolas e fundiária; políticas urbana e resíduos no DF e Entorno; Justiça Climática e Proteção às Vítimas e propostas sobre uma das mais importantes nascentes da região, a da Estação Ecológica de Águas Emendadas, que alimenta duas importantes bacias hidrográficas: a do Tocantins-Araguaia e do Paraná.</p>
<p>&#8220;Passadas as eleições, entregaremos uma cópia a todos os eleitos, independentemente do campo ideológico, pois eles terão as mesmas obrigações com o meio ambiente”, acrescentou a engenheira florestal Ana Clara Botafogo, filha de Maria do Carmo.</p>
<p>Para a professora universitária Altaci Kokama, ao longo de suas 32 edições, o Grito dos Excluídos se consolidou como um momento durante o qual os que estão à margem da sociedade “têm voz e vez para apresentar suas demandas, suas reivindicações”.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1788805114_654_Grito-dos-Excluidos-tem-atos-em-defesa-por-moradia-e.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 07/09/2026 - Altaci Kokama, professora universitaria, participa do ato O Grito dos Excluídos. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Brasília (DF), 07/09/2026 &#8211; Professora Altaci Kokama participa do Grito dos Excluídos. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>“Os excluídos são aqueles que não têm casas, moradia, trabalho, alimento, os que estão buscando justiça”, destacou, reconhecendo o desafio de mobilização.</p>
<p>“Quem tem mais dinheiro para financiar suas ações consegue mobilizar mais pessoas. Para trazer os excluídos, por exemplo, muitas vezes é preciso ajudar com transporte, comida, e nós não temos toda a estrutura necessária. Muitos têm vontade de participar, mas não têm condições”, acrescentou, ressaltando o trabalho constante de debates junto às comunidades.</p>
<p>*<em> Reportagem de Alex Rodrigues (Brasília), Bruno de Freitas Moura (Rio de Janeiro) e Guilherme Jeronymo (São Paulo)</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-09/grito-dos-excluidos-tem-atos-em-defesa-por-moradia-e-contra-violencia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Política habitacional no Amazonas amplia moradia e empregos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/politica-habitacional-no-amazonas-amplia-moradia-e-empregos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 18:06:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A política habitacional no Amazonas ganhou projeção nos últimos anos ao concentrar ações voltadas à redução do déficit habitacional e à geração de quase 80 mil postos de trabalho. O resultado decorre de programas de acesso à moradia e de iniciativas ligadas à casa própria. Esse movimento começou a se estruturar durante a gestão do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A política habitacional no Amazonas ganhou projeção nos últimos anos ao concentrar ações voltadas à redução do déficit habitacional e à geração de quase 80 mil postos de trabalho. O resultado decorre de programas de acesso à moradia e de iniciativas ligadas à casa própria. </p>
<p>Esse movimento começou a se estruturar durante a gestão do ex-governador Wilson Lima, presidente estadual da Federação União Progressista, quando diferentes programas passaram a operar sob uma mesma lógica.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Execução técnica centraliza projetos em órgãos estaduais</h2>
<p>A execução técnica ficou concentrada na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb) e na Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE). A condução, até o fim de março, foi do engenheiro civil Marcellus Campêlo, responsável por estruturar e executar projetos ao longo de mais de sete anos. Segundo vice-presidente estadual do União Brasil, Campêlo se desincompatibilizou do cargo para colocar o nome à disposição do partido como pré-candidato a deputado estadual.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Continuidade da política sob nova condução</h2>
<p>A concepção e a implementação da política pública reorganizaram a forma de tratar a moradia no estado. Atualmente, a política segue em continuidade sob a condução do governador interino Roberto Cidade (União).<br />“Nosso compromisso é dar sequência a essa política de moradia, garantindo que as obras avancem e que mais famílias tenham acesso à casa própria. É um trabalho que não pode parar”, observa Roberto Cidade.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Integração com saneamento, mobilidade e regularização fundiária</h2>
<p>A proposta ampliou o alcance da política habitacional ao conectar a entrega de moradias a obras de saneamento, mobilidade e regularização fundiária.<br />“Habitação é um ponto de partida para reorganizar o Estado. Quando oferecemos moradia digna, levamos junto infraestrutura, segurança jurídica e qualidade de vida”, afirma Wilson Lima, ao defender o modelo adotado durante seu governo, de 2019 a 2026.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Mudança de abordagem amplia escala dos projetos</h2>
<p>Marcellus Campêlo destaca que a mudança de abordagem foi decisiva para ampliar a escala dos projetos.<br />“A gente passou a tratar moradia como algo que precisa estar inserido na cidade, com acesso a serviços, infraestrutura e condições reais de qualidade de vida. Não é só entregar casa, é garantir que aquela família tenha um lugar adequado para viver”, afirmou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Programa Amazonas Meu Lar reúne iniciativas</h2>
<p>A partir dessa diretriz, o governo reuniu iniciativas existentes e lançou, em 2023, o programa Amazonas Meu Lar. O programa passou a concentrar ações voltadas à habitação. Além disso, incorporou projetos como o Programa Social e Ambiental de Manaus e Interior (Prosamin+), na capital, e o Programa de Saneamento Integrado (Prosai), no interior, ampliando o alcance das intervenções.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Números mostram alcance das ações</h2>
<p>Até março de 2026, mais de 31 mil famílias foram atendidas em todo o estado. Desse total, quase 22 mil receberam títulos definitivos de seus imóveis. Outras 9,2 mil famílias tiveram acesso a soluções de moradia, incluindo unidades habitacionais, indenizações e subsídios.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Reassentamento reduz risco em áreas vulneráveis</h2>
<p>Na prática, no caso do Prosamin+, famílias deixaram áreas de risco, como margens de igarapés e regiões sujeitas a alagamentos, e passaram a viver em moradias com infraestrutura e acesso a serviços públicos. Em Manaus, o programa prevê o reassentamento de 2,5 mil famílias, com 1.735 já retiradas dessas áreas. Além disso, outras 1,3 mil famílias foram reassentadas da zona sul, na área da ligação viária Silves-Maués.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Geração de empregos impulsiona economia local</h2>
<p>Outro efeito direto da política habitacional aparece na economia. As frentes de trabalho, distribuídas em diferentes regiões, movimentam a construção civil e serviços associados. Como resultado, ampliam a circulação de renda e fortalecem a economia local. Somados, os principais programas do estado voltados à habitação respondem pela geração de quase 80 mil postos de trabalho.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Projetos seguem em execução</h2>
<p>Os projetos seguem em andamento sob a condução do governador interino Roberto Cidade, garantindo o avanço das entregas previstas e a continuidade dos empreendimentos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Impacto social vai além dos números</h2>
<p>Para o ex-governador Wilson Lima, o alcance da política habitacional vai além dos indicadores.<br />“Não é só sobre entregar casas. É sobre mudar a realidade de quem vivia em áreas precárias e hoje tem moradia, endereço e acesso a serviços básicos. Isso já aparece na vida das famílias e na própria cidade”, enfatiza.</p>
<p><em>(*) Com informações da assessoria</em></p>
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		<title>MPF propõe que prédio abandonado do INSS no Rio vire moradia popular</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mpf-propoe-que-predio-abandonado-do-inss-no-rio-vire-moradia-popular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 21:22:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As 115 pessoas em situação de vulnerabilidade econômica que ocupam há vários anos um prédio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) na Rua do Riachuelo, centro do Rio, podem ter direito a ocupar definitivamente o imóvel. O Ministério Público Federal (MPF) apresentou à Justiça Federal proposta para destinar o prédio à habitação de interesse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As 115 pessoas em situação de vulnerabilidade econômica que ocupam há vários anos um prédio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) na Rua do Riachuelo, centro do Rio, podem ter direito a ocupar definitivamente o imóvel. O Ministério Público Federal (MPF) apresentou à Justiça Federal proposta para destinar o prédio à habitação de interesse social.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/MPF-propoe-que-predio-abandonado-do-INSS-no-Rio-vire.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O local abandonado há mais de 30 anos abriga atualmente a Ocupação Gilberto Domingos, que tem entre os 115 moradores 36 crianças e adolescentes, além de 14 idosos. A medida tem por finalidade assegurar direitos fundamentais das famílias residentes e encerrar a disputa judicial envolvendo a posse do imóvel.</p>
<p>Muitos moradores exercem atividades informais na região central da cidade e têm filhos matriculados em escolas próximas, o que, de acordo com o MPF, reforça a importância da permanência na área.</p>
<p>“A manutenção dos ocupantes na localidade é necessária para a garantia de uma série de direitos fundamentais, entre os quais o direito à moradia, à educação e ao acesso ao trabalho”, afirma o procurador da República Julio Araujo, responsável pela manifestação no processo.</p>
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<h2>Consenso</h2>
<p>A proposta de acordo foi apresentada em reunião de mediação realizada em fevereiro de 2026. Participaram representantes do INSS, da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério das Cidades, além de integrantes da sociedade civil e moradores da ocupação.</p>
<p>Segundo informações divulgadas pelo Ministério Público Federal, no encontro, o INSS reafirmou não ter interesse em retomar o imóvel e manifestou apoio à destinação para fins de regularização fundiária e habitação social. De acordo com o MPF, a SPU também indicou que o prédio está entre as prioridades para análise e possível transferência de gestão, por se tratar de bem não operacional da autarquia.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/MPF-propoe-que-predio-abandonado-do-INSS-no-Rio-vire.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="O Ministério Público Federal (MPF) apresentou à Justiça Federal proposta de acordo para destinar um imóvel do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) localizado na Rua Riachuelo, no Centro do Rio de Janeiro, à habitação de interesse social. O prédio, que está sem utilização há mais de 30 anos, abriga atualmente a Ocupação Gilberto Domingos, composta por 115 pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, entre elas 36 crianças e adolescentes e 14 idosos. A medida busca assegurar direitos fundamentais das famílias residentes e encerrar a disputa judicial envolvendo a posse do imóvel. Foto: MUCA/Divulgação" title="Foto: MUCA/Divulgação"/></p>
<p>Ocupação Gilberto Domingos, no centro do Rio &#8211; Foto: MUCA/Divulgação</p>
<p>“É nítido que nenhuma das partes deseja o prosseguimento da ação de reintegração de posse, haja vista que tanto a União quanto sua autarquia sinalizaram o desejo de que seja conferida ao imóvel uma destinação compatível com o interesse social”, afirmou o procurador Julio Araujo.</p>
<p>Para ele, a construção de um acordo permite compatibilizar o aproveitamento adequado do patrimônio público com a proteção dos direitos fundamentais das famílias que atualmente residem no local.</p>
<p>O MPF defende que o acordo contemple o reconhecimento do desinteresse do INSS no imóvel, a destinação do prédio para habitação de interesse social e a extinção da ação possessória em curso.</p>
<p>O documento também prevê a avaliação de instrumentos de regularização fundiária que respeitem a organização coletiva já existente na ocupação. Entre as alternativas apontadas estão a inclusão da comunidade em programas habitacionais, como o Minha Casa, Minha Vida Entidades, ou a concessão de direito real de uso coletivo do imóvel.</p>
<p>A  Agência Brasil entrou em contato com o INSS e aguarda retorno.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/mpf-propoe-que-predio-abandonado-do-inss-no-rio-vire-moradia-popular" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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