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	<title>mortos Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>mortos Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Tempestades em PE deixam quatro mortos e mais de mil desalojados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 13:11:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quatro pessoas morreram em decorrência das tempestades que atingem o estado de Pernambuco. De acordo com o governo do estado, uma mulher e o filho, de 6 anos, foram soterrados na região metropolitana do Recife. Em Olinda, uma mãe e seu bebê também vieram a óbito em um deslizamento de barreira. Até o momento, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quatro pessoas morreram em decorrência das tempestades que atingem o estado de Pernambuco. De acordo com o governo do estado, uma mulher e o filho, de 6 anos, foram soterrados na região metropolitana do Recife. Em Olinda, uma mãe e seu bebê também vieram a óbito em um deslizamento de barreira.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Tempestades-em-PE-deixam-quatro-mortos-e-mais-de-mil.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Até o momento, a Defesa Civil de Pernambuco registra um total de 422 pessoas desabrigadas e 1.068 pessoas desalojadas. Além disso, 342 vítimas foram resgatadas.</p>
<p>O órgão também informa que tem oferecido serviços emergenciais e já entregou materiais de ajuda humanitária: 150 colchões, 300 lençóis e 38 kits de limpeza, ao município de Goiana.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Tempestades-em-PE-deixam-quatro-mortos-e-mais-de-mil.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 02/05/2026 - O Governo do Estado segue atuando sem pausa nas regiões mais afetadas pelas fortes chuvas que atingem boa parte de Pernambuco.&#13;&#10;Foto: Defesa Civil-PE" title="Defesa Civil-PE"/></p>
<p>No total, 342 vítimas foram resgatadas em Pernambuco Defesa Civil-PE</p>
<p>O governo federal, via Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), já reconheceu a situação de emergência e mobilizou equipes da Defesa Civil Nacional para dar suporte técnico à região atingidas pelos temporais.</p>
<p>A pasta informou que, além de Pernambuco, o governo vai apoiar o estado da Paraíba, que também tem sofrido com os temporais nas últimas 48 horas.</p>
<h2>Como agir </h2>
<p>Em períodos de chuva forte, os órgãos de defesa civil orientam a evitar áreas de risco como encostas, barreiras, margens de rios ou locais com histórico de deslizamentos. Assim como regiões alagadas, que não devem ser atravessadas a pé ou de carro.</p>
<p>Em situações de risco, deve-se procurar abrigo seguro fora das áreas comprometidas ou buscar abrigo indicado pela Defesa Civil do município.</p>
<p>Durante as tempestades com relâmpagos, áreas abertas devem ser evitadas.</p>
<p>A população também pode solicitar ajuda por meio dos seguintes telefones úteis:</p>
<ul>
<li>Defesa Civil: 199</li>
<li>Bombeiro Militar: 193</li>
<li>SAMU: 192</li>
<li>Polícia Militar: 190</li>
</ul>
<h2>Alertas</h2>
<p>O cidadão pode se cadastrar para receber alertas da Defesa Civil local, sobre a possibilidade de ocorrência de desastres e de eventos adversos, acompanhados de recomendações ou ações emergenciais para a população em situação de risco.</p>
<p>Por meio do WhatsApp (61) 2034-4611 ou pelo link, o acesso ao serviço é gratuito e ocorre imediatamente, após o cadastro do telefone. Em seguida, é preciso interagir com o chatbot (robô de atendimento), enviando um simples &#8220;Oi&#8221;. O usuário poderá compartilhar a localização atual para receber as mensagens direcionadas à região.</p>
<p>As informações podem ajudar tomar decisões com antecedência.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-05/tempestades-em-pe-deixam-quatro-mortos-e-mais-de-mil-desalojados" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>MPRJ ouve parentes de mortos na Operação Contenção para elucidar fatos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mprj-ouve-parentes-de-mortos-na-operacao-contencao-para-elucidar-fatos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 11:58:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[Contenção]]></category>
		<category><![CDATA[elucidar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parentes de pessoas mortas durante a Operação Contenção, realizada em outubro de 2025, nos Complexos da Penha e do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro, que causou a morte de 122 pessoas, entre elas, cinco policiais civis e militares, foram atendidos, nesta terça-feira (28), pelos promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especializada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Parentes de pessoas mortas durante a Operação Contenção, realizada em outubro de 2025, nos Complexos da Penha e do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro, que causou a morte de 122 pessoas, entre elas, cinco policiais civis e militares, foram atendidos, nesta terça-feira (28), pelos promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do estado (Gaesp/MPRJ), com o apoio de equipes da ouvidoria itinerante da instituição, no quartel do Corpo de Bombeiros da Penha.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/MPRJ-ouve-parentes-de-mortos-na-Operacao-Contencao-para-elucidar.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Desde o início das investigações, o MPRJ realiza a busca ativa de familiares dos mortos, com a finalidade de esclarecer as circunstâncias dos fatos ocorridos durante a ação, além de permitir o acompanhamento institucional dos interessados em receber informações sobre o andamento das apurações”.</p>
<p>O objetivo principal do encontro foi ouvir os parentes dos mortos em relação à dinâmica da ação, a fim de auxiliar o MP na elucidação dos fatos. “A instalação da estrutura de atendimento, próxima ao local onde ocorreu a ação policial, seguiu critérios de ampliação do acesso à justiça e efetividade investigativa, uma vez que o deslocamento até a sede do MP poderia representar um obstáculo para que as pessoas fossem ouvidas”, diz a nota do MPRJ).</p>
<p>“A escuta dos familiares, realizada hoje e no dia 24 de março último, no Corpo de Bombeiros, é extremamente relevante no âmbito da investigação autônoma que vem sendo conduzida pelo Gaesp. A apuração demanda essas informações, para que se entenda quem eram as pessoas mortas durante a operação e se tirar uma compreensão melhor dos fatos”.</p>
<p>A assistente do Gaesp, Laura Minc disse que “essa iniciativa é uma forma de aumentar a adesão de familiares que, por algum motivo, seja de incompatibilidade de agendas ou alguma outra dificuldade de acesso, não puderam atender às notificações emitidas para comparecimento ao MP”, afirmou.</p>
<p>O ouvidor do MPRJ, David Faria, destacou a importância de ouvir os parentes das vítimas. “A Ouvidoria é a porta de entrada do cidadão que busca o MPRJ. Viemos aqui auxiliar o Gaesp na escuta ativa de familiares, reforçando o papel institucional de aproximação da população com o MPRJ e de proteção dos direitos humanos”, disse.</p>
<p>“No bojo da ADPF 635 [Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental] foi determinado que o MP atue, da forma mais ampla possível, para esclarecer fatos decorrentes de ações que causem letalidade policial. E é isso que está sendo feito”, completou.</p>
<p>&gt;&gt;CIDH realiza audiência sobre operações policiais no Rio de Janeiro</p>
<h2>Operação Contenção</h2>
<p>Após a Operação Contenção, a partir da investigação independente conduzida pelo Gaesp, o MPRJ adotou uma série de medidas. Entre as providências iniciais, estão “a instauração de Procedimento Investigatório Criminal (PIC) autônomo, o monitoramento em tempo real pelo plantão de operações e o acionamento dos protocolos previstos na ADPF 635”, diz a nota.</p>
<p>“Na fase inicial, foram requisitados dados e documentos à Secretaria de Polícia Militar e à Secretaria de Polícia Civil, ouvidos agentes públicos responsáveis pelo planejamento e que exerceram funções decisórias no dia dos fatos, e realizadas perícias próprias e complementares no Instituto Médico Legal”.</p>
<h2>Outras medidas</h2>
<p>O Gaesp, em conjunto com a Divisão de Evidências Digitais e Tecnologia da Coordenadoria de Inteligência da Investigação (Dedit), produziu também “laudos relativos às vítimas da operação e analisa mais de 3.600 horas de gravações das câmeras corporais da Polícia Militar”.</p>
<p>Na área de prevenção e de controle externo, o Gaesp/MPRJ recomendou, em dezembro de 2025, aos secretários de Segurança Pública, Polícia Civil e Polícia Militar a “edição de protocolo conjunto de atuação em operações policiais, com medidas de redução de riscos, mitigação de danos e contenção da letalidade”.</p>
<p>Em março de 2026, nova recomendação foi dirigida às mesmas autoridades, para o aprimoramento do planejamento, execução e monitoramento do uso das câmeras operacionais portáteis, visando à maior eficácia dessa ferramenta tecnológica.</p>
<p>&gt;&gt;Moraes determina que Rio envie à PF vídeos da Operação Contenção</p>
<h2>Denúncias</h2>
<p>Até o momento, o Gaesp e as promotorias de justiça junto à Auditoria da Justiça Militar apresentaram “oito denúncias contra 27 policiais militares por ilegalidades praticadas durante a operação, envolvendo apropriação de armamento, furto de peças de veículos, invasões de domicílio, constrangimento de moradores, subtração de bens e tentativas de obstrução ou desligamento de câmeras corporais”. </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/mprj-ouve-parentes-de-mortos-na-operacao-contencao-para-elucidar-fatos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Com mãos amarradas, homens são mortos e têm corpos deixados em rua no bairro Cidade de Deus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 13:59:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Kevilleen Brenno Cruz Freitas, de 24 anos, e Sandro Gabriel de Souza Nogueira, de 20 anos, foram encontrados mortos na noite de quarta-feira (22), na rua São Moisés, no bairro Cidade de Deus, zona Norte de Manaus. Os dois homens estavam com as mãos amarradas para trás e foram mortos a tiros. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Kevilleen Brenno Cruz Freitas, de 24 anos, e Sandro Gabriel de Souza Nogueira, de 20 anos, foram encontrados mortos na noite de quarta-feira (22), na rua São Moisés, no bairro Cidade de Deus, zona Norte de Manaus. Os dois homens estavam com as mãos amarradas para trás e foram mortos a tiros. Os corpos foram deixados na rua.</p>
<p>De acordo com a perícia, Kevilleen foi atingido por quatro disparos nas costas e seis na cabeça. Já Sandro Gabriel foi baleado na coxa e na cabeça.</p>
<p>As informações iniciais apontam que criminosos chegaram ao local em um carro, executaram as vítimas e, em seguida, abandonaram os corpos na rua. A motivação do crime ainda não foi esclarecida.</p>
<p>Policiais foram acionados e isolaram a área para o trabalho da perícia. Após os procedimentos, os corpos foram removidos para o Instituto Médico Legal (IML). </p>
<p>O caso foi registrado na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que investiga a autoria e a motivação do crime.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Veja vídeo:</h2>
<p><video height="1024" style="aspect-ratio: 576 / 1024;" width="576" controls="" src="https://emtempo.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Video-2026-04-23-at-09.17.02.mp4"/></p>
<p>Leia mais</p>
<p>Vizinho é preso por estuprar irmãs gêmeas de 15 anos em Borba</p>
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		<item>
		<title>Acidente entre motos deixa dois mortos e feridos na AM-352 em Manacapuru</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 17:17:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nivaldo Noronha Rodrigues Júnior, de 42 anos, e William Hanson de Souza Franco, de 20, morreram após um acidente entre duas motocicletas na madrugada de domingo (19/04), no km 4 da rodovia AM-352, em Manacapuru, no interior do Amazonas. Outras duas pessoas ficaram feridas. De acordo informações preliminares, as motos seguiam em sentidos opostos quando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nivaldo Noronha Rodrigues Júnior, de 42 anos, e William Hanson de Souza Franco, de 20, morreram após um acidente entre duas motocicletas na madrugada de domingo (19/04), no km 4 da rodovia AM-352, em Manacapuru, no interior do Amazonas. Outras duas pessoas ficaram feridas.</p>
<p>De acordo informações preliminares, as motos seguiam em sentidos opostos quando bateram de frente em uma curva, por volta das 4h. As quatro vítimas estavam sem capacete e em alta velocidade. </p>
<p>Nivaldo morreu ainda no local, enquanto William chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Geral de Manacapuru, mas não resistiu aos ferimentos e morreu antes de passar por cirurgia.</p>
<p>As outras duas vítimas, um homem e uma mulher, seguem internadas. O estado de saúde deles não foi divulgado. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), que vai apurar as circunstâncias do acidente.</p>
<p>Veja vídeo: </p>
<p><video height="1024" style="aspect-ratio: 576 / 1024;" width="576" controls="" src="https://emtempo.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Video-2026-04-20-at-13.04.38.mp4"/></p>
<p>Leia mais</p>
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		<item>
		<title>MPF quer acesso a laudos de mortos na Operação Contenção</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mpf-quer-acesso-a-laudos-de-mortos-na-operacao-contencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 20:32:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Quer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acesso aos laudos necroscópicos dos mortos durante a Operação Contenção, deflagrada em outubro do ano passado.  A operação foi deflagrada pelas polícias civil e militar e terminou com a morte de 118 pessoas que seriam ligadas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acesso aos laudos necroscópicos dos mortos durante a Operação Contenção, deflagrada em outubro do ano passado. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/MPF-quer-acesso-a-laudos-de-mortos-na-Operacao-Contencao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A operação foi deflagrada pelas polícias civil e militar e terminou com a morte de 118 pessoas que seriam ligadas à organização criminosa Comando Vermelho (CV), além de quatro policiais. </p>
<p>O MPF afirmou que solicitou o acesso a informações do caso, mas o órgão não obteve resposta das autoridades estaduais.</p>
<p>Segundo o MPF, há “obstáculos” para acesso aos laudos também pelos familiares, Defensoria Pública, organizações da sociedade civil e das próprias instituições de Justiça. </p>
<p>“Essa atuação, contrária aos padrões internacionais de proteção às vítimas de violência policial, simboliza revitimização e mais uma violação de direito”, alegou o MPF.</p>
<h2>PF</h2>
<p>No mês passado, Moraes determinou que o governo do estado do Rio de Janeiro envie à Polícia Federal (PF) as imagens capturadas durante a operação. </p>
<p>A corporação será responsável pela perícia do material.</p>
<p>A decisão do ministro foi tomada no processo conhecido como ADPF das Favelas &#8211; Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635.</p>
<p>Na ação, a Corte já determinou diversas medidas para redução da letalidade durante operações em comunidades do Rio de Janeiro. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/mpf-quer-acesso-laudos-de-mortos-na-operacao-contencao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Caçadores são presos com animais mortos e armas no interior do AM</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/cacadores-sao-presos-com-animais-mortos-e-armas-no-interior-do-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 01:33:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Seis homens foram presos em flagrante por caça ilegal e porte ilegal de arma de fogo na zona rural de Juruá, no interior do Amazonas. A ação foi realizada na terça-feira (31), na comunidade Cumaru. De acordo com a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da 70ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), a equipe [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Seis homens foram presos em flagrante por caça ilegal e porte ilegal de arma de fogo na zona rural de Juruá, no interior do Amazonas. A ação foi realizada na terça-feira (31), na comunidade Cumaru.</p>
<p>De acordo com a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da 70ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), a equipe chegou até os suspeitos após denúncia de órgãos ambientais, que informaram a invasão da reserva do Baixo Juruá por três canoas.</p>
<p>Segundo o delegado Célio Lima, durante as diligências, os policiais, com apoio de órgãos ambientais, localizaram as embarcações e abordaram os homens no momento em que praticavam a caça de animais silvestres.</p>
<p>Na ação, foram encontrados diversos animais mortos, entre eles 11 pacas, três aves, dois macacos, um veado e um pato. Também foram apreendidas três espingardas e munições.</p>
<p>Os suspeitos foram conduzidos à delegacia e vão responder pelos crimes de caça ilegal e porte ilegal de arma de fogo, permanecendo à disposição da Justiça.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>PF apreende 512 kg de peixe pirarucu no Amazonas</p>
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		<item>
		<title>Operações policiais na Maré deixaram 160 mortos em dez anos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/operacoes-policiais-na-mare-deixaram-160-mortos-em-dez-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 11:59:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto De Olho na Maré identificou que entre 2016 e 2025 ocorreram 231 operações policiais no conjunto de 15 favelas do complexo, que resultaram em 160 mortes e 1.538 ações de violência e violação de direitos dos moradores do bairro, além de ameaças, tortura e cárcere privado. Os dados fazem parte da 9ª edição do Boletim Direito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto De Olho na Maré identificou que entre 2016 e 2025 ocorreram 231 operações policiais no conjunto de 15 favelas do complexo, que resultaram em 160 mortes e 1.538 ações de violência e violação de direitos dos moradores do bairro, além de ameaças, tortura e cárcere privado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Operacoes-policiais-na-Mare-deixaram-160-mortos-em-dez-anos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados fazem parte da 9ª edição do Boletim Direito à Segurança Pública na Maré 2025, que apresenta a série histórica de monitoramento independente da segurança pública, com informações locais produzidas pelo Eixo Direito à Segurança Pública e Acesso à Justiça, da Redes da Maré referentes ao período. O boletim apresenta ainda os impactos da violência armada em direitos básicos dos moradores da comunidade, como educação e saúde, que conforme a Redes da Maré são “desrespeitados repetidamente”.</p>
<h2>Educação e saúde</h2>
<p>O levantamento mostra ainda que as operações policiais causaram o fechamento de 163 dias de unidades escolares públicas, “o que equivale à perda de cerca de um ano letivo na trajetória educacional de crianças e adolescentes da Maré”.</p>
<p>Na área de saúde, durante o fechamento por 14 dias de unidades de atendimento, somente no ano passado, 7.866 acompanhamentos deixaram de ser feitos. Conforme o levantamento, em 2025 houve 16 operações policiais na Maré, com 12 mortes.</p>
<p>A coordenadora do eixo Direito à Segurança Pública e Acesso à Justiça, Tainá Alvarenga, afirmou que os dados monitorados entre 2016 e 2025 contribuem para acionar mecanismos de instituições como o Ministério Público Federal e organizações internacionais como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) a fim de definir ações a serem implementadas.</p>
<p>Em agosto de 2024, o MPF no Rio de Janeiro questionou o Ministério da Educação sobre diretrizes nacionais para o enfrentamento dos impactos das operações policiais sobre a educação, inclusive a compensação de dias letivos perdidos. Como resposta, em janeiro de 2025, o Conselho Nacional de Educação instituiu o Fórum pelos 200 dias letivos e a Comissão Permanente de Acompanhamento da Obrigatoriedade de Cumprimento dos 200 Dias Letivos, da qual a Redes da Maré faz parte.</p>
<p>Tainá revelou que pesquisas da Rede da Maré mostraram o impacto da violência armada na saúde mental. No ano passado, em parceria com o Unicef, ficou comprovada a influência nos indicadores da cobertura vacinal de crianças de zero a seis anos, apesar de a maioria das famílias da região ser favorável à vacinação.</p>
<p>“Noventa por cento da população da Maré têm a carteirinha da vacina, então está democratizada a importância da imunização. Em dia de operação, a cobertura cai. Dependendo do período de aulas que a criança perde, isso não vai ser reposto”, afirmou em entrevista à Agência Brasil.</p>
<p>Para a diretora da Redes da Maré e pesquisadora em segurança pública, Eliana Sousa Silva, os dados referentes à década de monitoramento indicam que “existe um padrão de violência que se repete ao longo dos anos e que produz impactos profundos no cotidiano da vida das populações de favelas”.</p>
<p>“Além das mortes e das violações diretas que ocorrem, há um ciclo e a naturalização sobre a interrupção de serviços públicos relacionados aos direitos mais básicos que deveriam ser garantidos, mas que não acontecem quando se trata de moradores de favelas”, completou.</p>
<p>De acordo com o projeto De Olho na Maré, também em 2025 o dia a dia dos moradores sofreu interferências, provocadas por ações de grupos armados na região.</p>
<p>“Foram 11 mortes, além de registros de violência física, psicológica e verbal, ameaças, deslocamentos forçados, invasões de escolas e 141 registros de tiros”, diz o levantamento.</p>
<p>O monitoramento contínuo da violência armada na Maré, feito em dez anos, é um marco no trabalho do eixo Direito à Segurança Pública e Acesso à Justiça. Representa, de acordo com o relatório, feito singular ao acompanhar os confrontos e operações policiais no território, com uma equipe local e metodologia própria de uma favela. “E assim produzir evidências sobre a negligência do Estado na garantia do direito de populações empobrecidas à segurança pública”.</p>
<p>No entendimento da coordenadora do eixo Direito à Segurança Pública e Acesso à Justiça, Tainá Alvarenga, um dado que impactou muito no período desses dez anos, foi o grande número de operações policiais com baixo número de perícias no local. Das 160 mortes registradas, somente 16 tiveram o serviço realizado e apenas uma teve denúncia formal. “O Estado não conseguiu garantir a perícia de local, a preservação da cena de crime e muito menos a denúncia desses casos”, afirmou.</p>
<p>O discurso oficial, observou, é de que áreas como o conjunto de favelas da Maré,são instáveis, ainda que esteja ocorrendo uma operação policial com grande número de policiais no território.</p>
<p>“O que a gente vem observando como padrão é a não preservação da cena do crime por esses agentes de segurança presentes nas operações policiais, a não entrada das instituições responsáveis pela perícia de local, com o discurso de que esses territórios são instáveis, não estão estabilizados, na verdade”, afirmou.</p>
<p>Outro dado impactante apontado por Tainá é que apesar de ter um número menor de operações em 2025, na comparação com outros anos, o indicador de letalidade foi maior.</p>
<p>Enquanto no ano passado ocorreram 16 operações, em 2024 foram 42. Embora à primeira vista, os números possam parecer uma inflexão das intervenções policiais, a leitura não se sustenta.</p>
<p>“Mesmo com menos operações, 12 pessoas foram mortas, elevando a letalidade proporcional em 58% em relação a 2024, quando houve mais operações, porém, com menor letalidade relativa”, argumentou a Redes da Maré.</p>
<p>Para a organização, isso significa que cada operação policial realizada em 2025 teve maior probabilidade de terminar em morte. “Não houve redução do risco para os moradores, houve concentração da violência. O que se observa é um padrão já conhecido na Maré: operações menos frequentes, mas mais agressivas, com uso intensivo de armamento pesado, incursões prolongadas e lógica de enfrentamento direto em áreas densamente povoadas”.</p>
<p>Esse panorama, segundo a Redes da Maré, se relaciona com o quadro estadual, porque informações do Instituto de Segurança Pública (ISP), em 2025, indicam o registro de 797 mortes causadas por intervenção policial, representando elevação de 13% na comparação com 2024. “No mesmo período, também cresceu o número de policiais mortos, indicando que a intensificação da letalidade não produziu maior proteção nem para a população civil, nem para os próprios agentes de segurança”.</p>
<h2>Helicópteros</h2>
<p>Outro número que chama a atenção é o relacionado ao uso repetido de helicópteros como plataforma de tiro, como ocorreu em 2025. Das 16 operações policiais realizadas na Maré ao longo do ano, em oito houve a utilização de helicópteros e quatro foram utilizados como plataforma de tiros. “O trabalho de campo da equipe da Redes da Maré registrou ao menos 308 marcas de tiros espalhadas pelas ruas após as operações”.</p>
<p>Tainá destacou um dado que considera alarmante: que em apenas uma operação se consegue identificar mais de 200 tiros disparados pelos helicópteros em área no entorno de escolas e clínicas da família. “O que a gente vem acompanhando, nesses últimos anos também, é que as operações que se utilizam desse aparato bélico, que deveria ser para o uso da inteligência das forças de segurança, acaba impactando a dinâmica da vida dos moradores. Quando tem operações com helicópteros, a gente também identifica aumento da letalidade”, comentou.</p>
<h2>Políticas públicas</h2>
<p>De acordo com a coordenadora, a experiência com o trabalho mostra que as informações podem ser úteis para a definição de políticas públicas. “A diferença de ter um trabalho de base comunitária, territorializado colhendo, quase em tempo real, informações, provas e evidências dessas dinâmicas de operação, se a gente tivesse um estado que reconhecesse essa potência da população da Maré e da nossa experiência, poderia incidir mesmo para mitigar o padrão de violações que acontece há décadas”, defendeu</p>
<p>Mesmo com os fatores negativos, que decorrem dessas situações repetidas há anos no estado do Rio de Janeiro, a coordenadora vê expectativa no horizonte.</p>
<p>“A gente vê que é algo que se repete, mas apesar da frustração e da indignação, tem também a esperança de que a mobilização, a geração cidadã de dados, a produção de conhecimento, sobretudo que venha desses territórios, dessas populações, da sociedade civil, sejam grande mote de enfrentamento do que a gente vê ocorrendo há décadas no estado do Rio”, disse em entrevista à Agência Brasil.</p>
<h2>Lançamento</h2>
<p>Tainá Alvarenga disse que após o lançamento do boletim na próxima terça-feira (24), durante o 3º Congresso Internacional Falando sobre Segurança Pública na Maré, na Areninha Cultural Herbert Vianna, no bairro, o documento será encaminhado a diversos órgãos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.</p>
<p>O encontro vai reunir, durante três dias, especialistas e ativistas internacionais em segurança pública no Rio de Janeiro, em oito mesas de debate e grupos de trabalho.</p>
<h2>Redes da Maré</h2>
<p>A Redes da Maré é uma organização da sociedade civil que surgiu a partir da mobilização comunitária nos anos 80. Formalizada em 2007, “tem como missão tecer as redes necessárias para efetivar os direitos da população do conjunto de 15 favelas da Maré, onde residem em torno de 140 mil pessoas. Em seus projetos sociais, beneficia diretamente mais de 7 mil moradores, além de familiares e vizinhos”.</p>
<h2>Resposta</h2>
<p>Em nota, a Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro informou à Agência Brasil que a instituição desconhece a metodologia utilizada na pesquisa e a possibilidade de rastreabilidade dos dados. Acrescentou que “atua com base em critérios técnicos, inteligência e planejamento operacional, com foco no cumprimento de mandados judiciais, na repressão qualificada ao crime organizado e na preservação de vidas. Todas as ações são pautadas pelos princípios da legalidade, necessidade e proporcionalidade”.</p>
<p>A secretaria disse ainda que todos os casos “são rigorosamente investigados, com a realização de diversas diligências ao longo do inquérito”. Sobre a perícia técnica, afirmou que ela “integra esse conjunto de medidas e representa mais uma etapa dentro de um processo investigativo amplo, estruturado e criterioso, que visa o completo esclarecimento dos fatos e a responsabilização dos envolvidos”.</p>
<p>Para a instituição quem escolhe o confronto é sempre o criminoso e, com isso, coloca em risco a integridade dos policiais envolvidos na ocorrência e também a vida de moradores, trabalhadores e outras pessoas que circulam nas áreas afetadas.</p>
<p>“Não por acaso, narcotraficantes instalam verdadeiros <em>bunkers</em> em áreas sensíveis, como proximidades de escolas e unidades de saúde, expondo diretamente moradores, trabalhadores e demais pessoas que circulam na região”.</p>
<p>“O compromisso da Polícia Civil é com a atuação técnica, baseada em inteligência, com foco na proteção da sociedade, na responsabilização de criminosos e na redução consistente dos índices de violência”, concluiu.</p>
<p>A Polícia Militar não respondeu ao questionamento da Agência Brasil sobre os efeitos das operações na comunidade.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/operacoes-policiais-na-mare-deixaram-160-mortes-em-dez-anos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>CIDH condena operação policial que deixou mais de 120 mortos no Rio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/cidh-condena-operacao-policial-que-deixou-mais-de-120-mortos-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 09:32:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CIDH]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Operação Contenção, liderada pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro em outubro de 2025, provocou 122 mortes e produziu imagens perturbadoras de corpos enfileirados em uma rua do bairro da Penha, na zona norte. Os resultados para a segurança pública, no entanto, foram considerados inúteis. A conclusão está no relatório publicado nesta sexta-feira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Operação Contenção, liderada pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro em outubro de 2025, provocou 122 mortes e produziu imagens perturbadoras de corpos enfileirados em uma rua do bairro da Penha, na zona norte. Os resultados para a segurança pública, no entanto, foram considerados inúteis. A conclusão está no relatório publicado nesta sexta-feira (6) pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/CIDH-condena-operacao-policial-que-deixou-mais-de-120-mortos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Longe de enfraquecer estruturalmente o crime organizado, a intervenção aprofundou o sofrimento comunitário, reforçou a desconfiança institucional e elevou padrão histórico de violência estatal a novo patamar de gravidade”, diz um dos trechos do relatório.</p>
<p>Para os membros da CIDH, a Operação Contenção repete o padrão de segurança pública no país: operações policiais extensivas, militarização de territórios e endurecimento punitivo. Há preferência por ações letais, mesmo em contexto de risco alto para a população civil.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/CIDH-condena-operacao-policial-que-deixou-mais-de-120-mortos.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 22/12/2025 - Retrospectiva 2025 - Foto feita em 28/10/2025 - Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contensçao.&#13;&#10;Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></p>
<p>Famílias choram por mortos na Operação Contenção &#8211; Tomaz Silva/Agência Brasil</p>
<p>De acordo com a comissão, o aumento de mortes não resulta em redução da criminalidade. Além de gerar graves violações de direitos humanos, o modelo é ineficaz. Integrantes dos grupos criminosos são substituídos, e redes ilícitas são refeitas.</p>
<h2>Metodologia</h2>
<p>Membros da instituição visitaram a cidade nos cinco primeiros dias de dezembro de 2025. Reuniram-se com autoridades de diferentes níveis de governo, organizações da sociedade civil, especialistas e pessoas defensoras de direitos humanos, e familiares de vítimas da operação policial.</p>
<p>Para o relatório, também foram utilizados dados de instituições públicas e conteúdos jornalísticos. Há, pelo menos, doze menções a matérias publicadas pela Agência Brasil sobre a operação e outros tópicos relacionados à segurança pública.</p>
<p>Foram identificadas deficiências na investigação, como falta de preservação de cenas de crime, fragilidades na independência pericial, falhas na cadeia de custódia e índices extremamente elevados de arquivamento.</p>
<p>A CIDH tem como missão defender grupos vulneráveis e consolidar a democracia na América. O órgão pode fazer visitas, relatórios, receber petições de Estados-Membros e levar casos de violação para a Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH). O Brasil já foi condenado internacionalmente pelos massacres de Acari (1990) e de Nova Brasília (1994 e 1995).</p>
<h2>Recomendações</h2>
<p>O relatório da CIDH afirma que é necessário implementar mudança profunda na forma de lidar com os problemas socioeconômicos e de segurança pública. Conclui que políticas de inclusão, prevenção e justiça eficaz são os únicos caminhos para “romper o ciclo histórico de morte, encarceramento e impunidade que marca a experiência de favelas e periferias urbanas no Brasil”.</p>
<p>De forma mais detalhada, são apresentadas recomendações para o Estado brasileiro. </p>
<p>Entre os principais pontos citados pela CIDH, estão:</p>
<ol>
<li>Privilegiar estratégias de prevenção e políticas públicas abrangentes nos territórios.</li>
<li>Priorizar a alocação de recursos para ações de inteligência, com atenção especial ao monitoramento de fluxos de capital, transações econômicas comerciais, trânsito de importação e exportação.</li>
<li>Fortalecer mecanismos de controle sobre a circulação e o tráfico ilícito de armas de fogo, por meio de sistemas eficazes de rastreabilidade.</li>
<li>Revisar protocolos das forças de segurança locais, estaduais e federais, assegurando seu alinhamento com normas internacionais de direitos humanos.</li>
<li>Assegurar autonomia funcional e estrutural dos órgãos periciais, desvinculando o Instituto Médico-Legal da estrutura policial.</li>
<li>Fortalecer o controle externo exercido pelo Ministério Público sobre a atividade policial, garantindo sua independência em relação às forças de segurança.</li>
<li>Fortalecer mecanismos permanentes de coordenação e cooperação interinstitucional entre níveis federal, estadual e municipal.</li>
<li>Reformar a legislação para garantir mecanismos de federalização automática da investigação de casos emblemáticos de chacinas (massacres) policiais.</li>
<li>Fortalecer a produção, a sistematização e a divulgação de dados estatísticos confiáveis, verificáveis e desagregados, em especial nas dimensões étnico-racial, de gênero, lugar de residência e idade.</li>
<li>Garantir investigações minuciosas, independentes e imparciais sobre todas as mortes, lesões e desaparecimentos ligados à “Operação Contenção”.</li>
<li>Assegurar uma reparação adequada, rápida e integral a todas as vítimas da violência policial e seus familiares, incluindo medidas de compensação financeira, assistência médica e psicológica.</li>
</ol>
<h2>Operação Contenção </h2>
<p>A Operação Contenção, promovida pelas polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro, deixou cerca de 122 pessoas mortas. O governo do estado considerou a operação “um sucesso” e afirmou que as pessoas mortas reagiram com violência à operação, e aqueles que se entregaram foram presos. No total, foram feitas 113 prisões, sendo 33 de presos de outros estados. Foram recolhidas 118 armas e 1 tonelada de droga. O objetivo era conter o avanço da facção Comando Vermelho e cumprir 180 mandados de busca e apreensão e 100 de prisão, sendo 30 expedidos pela Justiça do Pará.</p>
<p>A operação contou com um efetivo de 2,5 mil policiais e é a maior e mais letal realizada no estado nos últimos 15 anos. Os confrontos e as ações de retaliação de criminosos geraram pânico em toda a cidade, com intenso tiroteio, fechando as principais vias, escolas, comércios e postos de saúde. Moradores da região, familiares dos mortos e organizações denunciam operação como uma &#8220;chacina&#8221;. Cadáveres recolhidos pelos próprios moradores das matas que circundam a região foram encontrados degolados e com sinais de execução. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/cidh-condena-operacao-policial-que-deixou-mais-de-120-mortos-no-rio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/cidh-condena-operacao-policial-que-deixou-mais-de-120-mortos-no-rio/">CIDH condena operação policial que deixou mais de 120 mortos no Rio</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Sobe para 72 o número de mortos nas chuvas em Minas Gerais</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sobe-para-72-o-numero-de-mortos-nas-chuvas-em-minas-gerais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 13:25:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de mortes causadas por deslizamentos e enchentes desencadeados pelas chuvas desta semana na Zona da Mata de Minas Gerais chegou a 72 na manhã deste domingo (1°). As informações foram atualizadas em uma entrevista coletiva à imprensa, pela Polícia Civil de Minas Gerais.  Segundo a corporação, 72 corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML), sendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de mortes causadas por deslizamentos e enchentes desencadeados pelas chuvas desta semana na Zona da Mata de Minas Gerais chegou a 72 na manhã deste domingo (1°). As informações foram atualizadas em uma entrevista coletiva à imprensa, pela Polícia Civil de Minas Gerais. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sobe-para-72-o-numero-de-mortos-nas-chuvas-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo a corporação, 72 corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML), sendo sete de moradores de Ubá e 65, de Juiz de Fora.</p>
<p>Uma pessoa segue desaparecida em Ubá, onde as buscas serão intensificadas. Em Juiz de Fora, o corpo do último desaparecido, o menino Pietro, de 9 anos, foi encontrado na noite de sábado (28), no bairro Paineiras. As buscas na cidade foram encerradas.</p>
<p>Desde a noite de segunda-feira (23), somente o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais localizou 61 corpos em Juiz de Fora e sete em Ubá. As forças relataram trabalhos exaustivos, em terrenos íngremes e instáveis. </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sobe-para-72-o-numero-de-mortos-nas-chuvas-em.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="28/02/2026 - Juíz de Fora - MG - Bombeiros fazem a última frente de procura de vítimas em que estão tentando resgatar o corpo de um menino de 9 anos, após deslizamento de terra no bairro Paineiras. Foto: Tânia Rego/Agência Brasil" title="Tânia Rego/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Buscas pelo corpo do último desaparecido em Juiz de Fora, um menino de 9 anos, após deslizamento de terra no bairro Paineiras. Foto: Tânia Rego/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Em um esforço conjunto, as Defesas Civis municipais, estadual e federal se concentram agora na vistoria dos imóveis em locais de risco e pedem a colaboração da população local. </p>
<p>A Polícia Militar informou que reforçará o policiamento dos imóveis atingidos pelas chuvas e também daqueles que estão em risco, além de proteger as famílias que estão nos abrigos das cidades. </p>
<p>Já a Polícia Civil segue trabalhando principalmente em três frentes: na liberação dos corpos identificados, para que sejam velados pelas famílias, em mutirões para a emissão de documentos para a população e no combate a golpes. </p>
<p>A corporação reforçou que é necessário cuidado ao fazer doações, especialmente por Pix, para contas desconhecidas. Quem deseja ajudar, deve procurar canais oficiais e buscar orientações das prefeituras. </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1772371510_61_Sobe-para-72-o-numero-de-mortos-nas-chuvas-em.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="28/02/2026 - Juíz de Fora - MG - Bombeiros fazem a última frente de procura de vítimas em que estão tentando resgatar o corpo de um menino de 9 anos, após deslizamento de terra no bairro Paineiras. Foto: Tânia Rego/Agência Brasil" title="Tânia Rego/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Bombeiros fazem a última frente de procura de vítimas no bairro Paineiras, em Juiz de Fora. Foto: Tânia Rego/Agência Brasil</h6>
</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/sobe-para-72-o-numero-de-mortos-nas-chuvas-em-minas-gerais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Sobe para 49 número de mortos em Juiz de Fora e Ubá</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sobe-para-49-numero-de-mortos-em-juiz-de-fora-e-uba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 11:46:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de mortos devido aos deslizamentos e enchentes provocados por temporais na Zona da Mata Mineira desde segunda-feira (23) chegou a 49. A informação é do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (CBMG) e foi divulgada na manhã desta quinta-feira (26). Em Juiz de Fora, são 43 mortos e 16 desaparecidos. Já o município de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de mortos devido aos deslizamentos e enchentes provocados por temporais na Zona da Mata Mineira desde segunda-feira (23) chegou a 49. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Sobe-para-49-numero-de-mortos-em-Juiz-de-Fora.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A informação é do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (CBMG) e foi divulgada na manhã desta quinta-feira (26).</p>
<p>Em Juiz de Fora, são 43 mortos e 16 desaparecidos. Já o município de Ubá registra seis mortos e dois desaparecidos. </p>
<p>A prefeitura de Juiz de Fora informou que há mais de 3,5 mil desabrigados e desalojados. Desde segunda-feira, a Defesa Civil já registrou 1.257 ocorrências.</p>
<h2>Mau tempo</h2>
<p>Segundo a Defesa Civil estadual, a passagem de uma frente fria mantém o cenário de instabilidade meteorológica nesta quinta-feira. </p>
<p>Os acumulados de chuva variam entre 40 e 60 milímetros na Zona da Mata mineira, na região metropolitana de Belo Horizonte, na região central do estado, no Norte e Noroeste de Minas.</p>
<p>Há risco de alagamentos, enxurradas e deslizamentos, além de pancadas fortes com raios, trovoadas, rajadas de vento de até 80 quilômetros por hora e granizo isolado. As temperaturas máximas variam entre 25 graus Celsius (°C) e 28°C. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/sobe-para-49-numero-de-mortos-em-juiz-de-fora-e-uba" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sobe-para-49-numero-de-mortos-em-juiz-de-fora-e-uba/">Sobe para 49 número de mortos em Juiz de Fora e Ubá</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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